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Posts do dia 14 julho 2010

Ô, Ana Júliaaaaaaa....

14 de julho de 2010 0

O 1 aninho da Ana Júlia, filha da Ana e do Cleomar, foi uma diversão só. A festa, que ocorreu na tarde de 3 de julho, estava belíssima. Decoração, doces, salgados… tudo uma perfeição… E com direito a muita emoção e aos mais belos momentos da pequena num telão (reproduzo aqui as fotos que mais me chamaram a atenção), embalados pela música Anna Julia, de Los Hermanos. Mesmo que as crianças não concentrem muita atenção nesses detalhes, essa é a parte que mais gosto nas festinhas de aniversário, porque elas revelam muito do aniversariante, e, também, da família que o cerca. No caso da Ana Júlia, uma grande (e encantadora) família…


Sempre quis ter uma família numerosa, daquelas que faltam lugares na mesa pra acomodar todo mundo…. Talvez por isso tenha me chamado tanta a atenção a família que cerca a Ana Júlia… Todo mundo ajudando na festa, todo mundo emocionado com o encantamento do momento, todos celebrando o primeiro ano de vida da pequena princesa…


No reino da abençoada Ana Júlia, mamãe, papai, o mano Igor e absolutamente toda a família serão felizes para sempre… Porque amor não falta por lá. (fotos acima e abaixo da fotógrafa Izabel Mello)

Que banho bom!

14 de julho de 2010 4

Quase todas as crianças adoram a hora do banho, a pequena não é diferente. A Antonela faz festa e reclama ao sair da água. No verão e inverno, o comportamento da pequena é sempre o mesmo (espero que quando crescer não tente imitar a turma do “cascão”).
Uma dica que gostei da pediatra para evitar trauma de água é derramar umas gotas no rosto das figurinhas durante o banho.
As fotos tiradas pela “tia Rose” mostram toda a descontração da Antonela durante o banho. Como a pequena é uma moça muito recatada colocou uma calcinha para não mostrar nada que não deve.

Como lidar com agressividade infantil

14 de julho de 2010 1

“A agressividade é um sentimento natural, e comportamentos agressivos são relativamente comuns entre as crianças de um a três anos, pois elas ainda não aprenderam a controlar seus sentimentos e reações, especialmente a frustração e a raiva.

Entretanto, ninguém aprende sozinho a dominar a agressividade: é preciso que os pais e os profissionais da educação que lidam com essa faixa etária estejam atentos, observando a maneira como os pequenos começam a se relacionar com coleguinhas e com os adultos. E, também, é claro, se prepararem para interferir quando as mordidas, os arranhões e os tapas aparecerem no grupo.

Demonstrações de força física entre crianças dessa faixa etária são ações esperadas uma vez ou outra. Entretanto, se essa conduta está presente no dia a dia, como única forma infantil de demonstrar seus sentimentos de desagrado, raiva, ciúmes, ansiedade e até para chamar a atenção, de modo persistente e difícil de ser controlada, temos que buscar caminhos para ajudar a criança, pois algo não está bem com o seu desenvolvimento.

Na medida em que o tempo passa, as conseqüências vão surgindo como, por exemplo, uma grande dificuldade de lidar de maneira adequada com as outras pessoas em todos os ambientes. Sua socialização vai se tornando cada vez mais empobrecida, permeada de múltiplos problemas de relacionamento e decorrente a isso, sua autoestima fica diminuída e, freqüentemente, até a escolaridade é prejudicada.

Algumas vezes, o comportamento é resultado de uma disciplina familiar excessivamente severa ou, ao contrário, muito negligente. Ou, ainda, conseqüência da vivência diária da violência familiar. O que fazer em casa e na escola, para desde bem cedo ensinar os pequenos a demonstrar de uma forma menos violenta os seus sentimentos de desagrado?

Primeiro, quando o bebê começar a bater no rosto dos pais, lembrar-se de que isso pode parecer engraçado da primeira vez, mas que por conta dessa atitude que toda criança entende como de atenção e aprovação, ela perseverará nesse hábito agressivo e desagradável. Espera-se que o adulto, em vez de rir, diga “não” de forma firme (mas calma) e segure as suas mãozinhas, para que ela perceba o seu desagrado.

O ideal, para modificar esse hábito, é tentar conter a conduta agressiva antes de começar. As crianças agem dessa forma, quando querem chamar a atenção e quando estão frustradas: portanto já se tem um indício de quando poderá iniciar esse comportamento.

Se já souberem falar, é importante explicar-lhe de que tapas, mordidas e arranhões machucam as pessoas, que elas não gostam disso e vão se afastar dele. Dizer: “Dói quando você me bate ou dói quando você me morde”. Se a criança persistir, mostrar seu desagrado, colocando-a no berço ou chão se já caminhar.

Evite deixar seu filho ou aluno, machucar o amigo ou o irmão. No caso isso acontecer, separe as crianças e atenda primeiro o que foi ofendido. Isso mostra ao brigão que ele perde sua atenção quando age agressivamente. Nunca revide no lugar da vítima e nem a estimule para que o faça, pois você estará passando a idéia de que a agressividade é permitida como revide, criando um círculo vicioso. No lugar disso, quando a situação é repetitiva, eleja uma conseqüência negativa: não dar atenção por alguns minutos, sempre ensina muito mais do que gritos ou palmadas.

Se apesar de seus esforços o comportamento agressivo persistir, é melhor procurar um especialista ou o recomendar aos pais, se você for o(a) professor(a) da criança.

A experiência vem mostrando que crianças pequenas que não são ensinadas desde cedo a conter seus ímpetos agressivos tendem a continuar com esse comportamento ao longo da infância e da adolescência, o que as leva a serem rejeitadas pelos colegas de classe e a se juntar a grupos onde a violência é aceita como regra, gerando um problema de conduta anti-social de proporções e conseqüências negativas e muito graves.”

Maria Irene Maluf

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