Fiquei grávida no ano passado. Foi o que motivou a minha entrada, primeiro, no blog Em Nome do Filho e, depois, migramos (eu e a Fabi) para o Meu Filho. Na época ficava indignada quando perguntava coisas a respeito da gravidez para a minha mãe e ouvia a repetida resposta: "não sei, não lembro mais".
Nada como o tempo para ensinar. Hoje já começo a esquecer algumas coisas desse passado muito recente.
Como o blog também fala para gestantes, começo hoje uma série de textos com alguns fatos que considero marcantes da minha gravidez.
A descoberta
Quem acompanhou a trajetória desde o início, sabe que a Antonela foi planejada (que estranho falar assim da nossa pequena). Vivo com o pai dela há sete anos e nos casamos oficialmente há cinco. Sempre éramos, constantemente, alvo de brincadeiras e cobranças implícitas sobre a paternidade.
Sempre questionei a maternidade. Pensava: porque toda mulher tem que querer sem mãe? Confesso que a vontade demorou a aparecer. Sempre deixei claro que não tinha certeza se queria experimentar a maternidade.
O tempo foi passando. Comecei a conviver com uma serie de bebês muitos próximos, um afilhado, um sobrinho... E, de uma hora para outra, sem grandes explicações, surgiu uma inclinação, depois um desejo e por último a convicção.
Diante da certeza, parei de fumar, troquei de médico. Fiz uma série de exames anteriores. Estava tudo bem com o organismo. Conversei com o pai da pequena (que já havia despertado para a paternidade) e combinamos tentar.
A médica havia alertado que casais férteis poderiam demorar até um ano para conseguir engravidar. Desde o primeiro mês com tudo "liberado", combinei que não falaríamos para ninguém. Isso incluía dividir a informação apenas com os nossos fantasminhas interiores e lembro-me exatamente da frase que usei:
- No fim do mês não vem com perguntas do tipo e aí?
O eternamente compreensível Fabiano concordou sem pestanejar. Um mês depois sentia os seios mais doloridos do que o normal. Nunca fui muito ligada, mas desconfiava que a menstruação estava atrasada. Fizemos o teste da farmácia. O pai ficou controlando no banheiro. Ele saiu com os olhos marejados comemorando a gravidez. Cética, só acreditei, no outro dia, depois que a experiente médica me examinou. Ela falou uma frase inesquecível, confirmada posteriormente pelo exame de sangue.
- Você está acompanhada!
* Nos próximos dias, contarei outros eventos marcantes da gravidez da pequena.







Descobri há 2 dias que "estou acompanhada".
Não paro de fazer xixi e... chorar!
Adorei teu post, estou chorando até agora!
adoreiii o post. Eu estou gravida de tres meses e fiz meu 1 ultrassom e maravilhoso mesmo to muito feliz nao foi planejado mais eu i meu marido estamos amando... Bjssss