Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de agosto 2010

Meu Filho, Meu Tesouro (54)

24 de agosto de 2010 0

Eis os motivos pelos quais meu filho é meu maior patrimônio:

- Dediquei sete anos da minha vida para tê-lo e educá-lo. Dei um tempo na minha vida profissional, arrisquei tudo, mas valeu a pena. Hoje não tenho riquezas materiais, ganhamos o suficiente para viver com certo conforto, mas tudo valeu a pena. Ele é lindo, super saudável e feliz!

Seguem algumas fotos do meu tesouro!

Da Marcia k Johann, mamãe do lindão Emanuel.

Pergunte ao pediatra

24 de agosto de 2010 3

A seção que inauguramos hoje no blog é para que vocês - mamães, futuras mamães e pretendentes - possam tirar todas as suas dúvidas com o especialista médico que cuida ou vai cuidar da saúde do seu filho: o pediatra.
Numa parceria com a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul e com a atenção do presidente, José Paulo Ferreira, vamos ter respostas para todas as dúvidas enviadas aqui para o blog.
Em princípio, a seção Pergunte ao pediatra será publicada uma vez por semana, sempre nas terças-feiras. Mas dependendo da demanda de vocês e da disponibilidade dos profissionais, podemos aumentar a periodicidade futuramente.
Quem tiver qualquer dúvida pode enviar para nossos e-mails, que vamos trazer as respostas aqui. 
A primeira pergunta é uma dúvida de muitas mães, e quem responde é o pediatra Erico José Faustini, vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) e membro do Comitê de Cuidados Primários da SPRS

Meu bebê mama o tempo todo. Isso é normal? Deixo ou limito os horários?
Nas primeiras semanas de vida do recém-nascido, a amamentação se dá por livre demanda ou horário livre. Nesta fase da vida, o ciclo de sono e vigília (espaço de tempo em que o recém-nascido dorme ou fica acordado) é regulado pela sensação de fome e saciedade, e não pelo ritmo circadiano (presença do dia e da noite). Isso faz com que, nas primeiras semanas de vida, a sensação de fome se manifeste a intervalos irregulares, inclusive durante a madrugada. Assim, é normal o recém-nascido mamar com muita frequencia.
Por outro lado, estas mamadas frequentes no início da vida fazem com que aumente a produção do leite materno, permitindo prolongar o período da amamentação. Por volta da 4ª até a 6ª semana de vida, o lactente começa a ter seu ciclo de sono e vigília regulado pelo ciclo circadiano. Neste período, as mamadas se tornam mais espaçadas proporcionando intervalos maiores e mais regulares entre as mesmas, inclusive, em geral, dispensando a mamada da madrugada.

(foto: Tadeu Vilani)

No mundo dos autistas

23 de agosto de 2010 0

* A criança tem aparência normal. Os pais desconfiam, mas não detectam o problema, nem com o uso de aparelhos nem com exames laboratóriais. O diagnóstico é feito por meio de uma série de sintomas como dificuldades na interação social, problemas de linguagem e de comportamento. Estamos falando do autismo, também conhecido como transtorno global de desenvolvimento. Um distúrbio do desenvolvimento humano que pode ser leve, moderado ou severo (normalmente associado a alguma doença mental). Apesar dos avanços nos estudos, ainda não há uma causa bem definida para o problema.

Na semana passada, a coluna reproduziu um depoimento emocionante da nutricionista Silvia Sperling, mãe do Otávio, autista de quatro anos. Seguimos no assunto porque ainda há muito a ser falado.

- Eles parecem, às vezes, extraterrestres - relata Ligia Tonetto, tesoureira da Associação dos pais e amigos do autista de Santa Maria, criada em 2008.

- A cabeça deles é como se fosse uma mala bagunçada. Eles vão colocando coisas nela e não sabem como usar - comenta a especialista em autismo, Fabiane Biazus, exemplificando que é como se um brasileiro fosse morar no Japão e não entendesse uma palavra de Japonês.

A forma como o autista aprende é diferente. Não é que ele não goste, por exemplo, de olhar nos olhos dos outros. Mas um autista normalmente não vê significado nisso.

- O simbólico não existe, e ele precisa de estímulos visuais. Para entender o que é uma banana, ele precisa ver uma banana.

É comum os pais relatarem que a criança passou por um período de normalidade antes de manifestar os sintomas do autismo. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental. Formada em educação especial, com especialidade em autismo, Fabiane acredita que ainda falta informação aos pediatras. Compreendendo os sintomas, eles poderiam encaminhar a criança para outros profissionais especializados, como um neuropediatra, psicopedagogo, fonoaudiólogo e educador especial.

Desde cedo é preciso estimular a fala, a prática de exercícios físicos e uma série de rotinas para se adaptar melhor nesse mundo dos ditos "normais". Hoje autistas considerados leves estão inseridos no mercado de trabalho e conseguiram constituir famílias.

Segundo Ligia Tonetto, a inserção em escolas regulares é fundamental nesse processo, mas ainda há muito o que avançar. Esse é um dos desafios da Associação que reúne cerca de 40 pais de autistas. O principal objetivo da entidade é criar um centro de excelência de desenvolvimento humano. Seria um centro multidisciplinar com apoio médico e educacional para abrigar os autistas no período oposto ao escolar. O projeto já existe e para sair do papel é preciso captar recursos. Uma das alternativas encontradas pela associação seriam recursos federais. Porém para receber os valores, a cidade ainda precisa ter uma legislação específica criando um conselho municipal dos direitos das pessoas com deficiência.

Segundo a ASA - Autism Society of American, pessoas com autismo tem pelo menos metade dessas características:

- Usa pessoas como ferramentas

- Resiste a mudanças de rotina

- Não se mistura com outras crianças

- Não mantém contato visual

- Age como se fosse surdo

- Resiste ao aprendizado

- Apresenta apego não apropriado a objetos

- Não demonstra medo de perigos

- Gira objetos de maneria bizarra ou peculiar

- Apresenta risos e movimentos não apropriados

- Resiste ao contato físico

- Tem acentuada hiperatividade física

- As vezes é agressivo e destrutivo

- Apresenta modo e comportamento indiferente e arredio

* Coluna Em Nome do Filho, assinada por Ticiana Fontana e Fabiana Sparremberger, publicada todas as segundas no jornal Diário de Santa Maria.

 

Até que enfim, ex-mãe única

23 de agosto de 2010 1

Sou partidária assumida aqui na Redação do Diário do PPF (Partido Pelos Filhos). Vivo propagando as alegrias de ser mãe aos quatro cantos para ver se sensibilizo as colegas e amigas a ingressar nessa missão, a mais gratificante de todas.
Só que, até há poucos dias, meu partido tinha uma filiada só - eu mesma. Nenhuma outra jornalista do Diário de Santa Maria tomava a iniciativa de entrar para o PPF, apesar de tanta propaganda e promessas de felicidade ímpar e incomparável.
Na última semana, até que enfim minha luta rendeu frutos, e o partido ganhou mais uma filiada: a Silvana Silva, a Sil, nossa editora de produção aqui do Diário. Ela vai ser mãe e tirar esse título que eu não gosto nenhum pouco: única mãe da Redação do Diário. Posso até seguir sendo, como me chama a Tici, a Mãe-Mor, mas, Mãe Única, ah, esse título não me agrada nenhum pouco...
Por isso, sigo colhendo assinaturas para o PPF. Agora que já consegui a primeira filiada, só vai...
Confira, no blog Bastidores do Diário (www.diariosm.com.br/bastidoresdodiario), quem é a nova mamãe que me torna, com muito orgulho e satisfação, definitivamente, a ex-mãe única da redação do Diário.

Nas fotos de Jean Pimentel, eu, a Sil e o bebê, na pracinha da sede da RBS Santa Maria.


Gabriel chegou!

22 de agosto de 2010 0

O bonitão aí é o Gabriel Duarte Machado que nasceu há quatro meses. É o orgulho da mamãe Roberta Duarte.

Tudo a seu tempo

21 de agosto de 2010 6

Sou adepta da filosofia "viva e deixe viver".

Quer a bibliografia? Infelizmente não tem. Eu inventei isso quando me dei conta que o Leonardo, assim como qualquer outra criança do mundo, começaria a ser cobrado pelas suas realizações - ou a falta delas.

Há um tempo atrás frequentei uma aula de yoga baby, para ter contato com outras mães, trocar experiências, etc. Tinha um meninho lindo, que, aos cinco meses, já sentava. Vendo aquela cena do bebe sentadinho alguém chegou a comentar:

_ Nossa, que precoce!

E a mãe ficou toda boba, claro.

Até então eu não tinha idéia do que uma criança fazia com cinco meses e muito menos o que deixava de fazer. Na gravidez, eu não li "O que esperar quando você está esperando". Preferi literatura, mesmo. Aproveitei para relaxar e vi muitos filmes também, principalmente comédias.

Quando o pecurrucho nasceu, só quis saber se ele era saudável. O resto eu deixaria com a vida.

O motivo dessa alienação é proposital. Nunca quis me influenciar com o que dizem por ai. Hoje já se sabe que não se precisa forçar a criança a parar de usar bico, tirar a fralda, etc. Eles mesmos se encarregam de nos dizer quando chega a hora.

Conheço pessoas que aprenderem a ler antes do tempo  e não ganharam nada com isso, só seus pais ficaram mais famosos entre os amigos. Outras sofreram bullying de colegas, professores e sim, pedagogos, por serem mais "atrasados" ou lentos que os colegas. Como estão hoje? Nem te conto.

Por isso, não quero nem saber com que idade uma criança senta, fala, ri ou fica em pé.

Na minha opinião, isso é a coisa que menos importa no mundo.

Tudo, tudo tem que ser a seu tempo.

Ah, a propósito, o Leonardo sentou.

Sobre adoção e novas famílias

20 de agosto de 2010 6

A adoção de filhos por casais homossexuais e as "novas famílias" foram assuntos tratos em um artigo publicado no Diário de Santa Maria desta sexta-feira. A autora é a Maria Ines Catto, acadêmica do curso de Psicologia da Ulbra e integrante do Projeto de Extensão Cidadania na Escola. Compartilho com as leitoras a reflexão dela:

Estamos vivendo em uma época em que o conceito de família é muito diferente de alguns anos atrás, quando havia um dever social de se ter um pai e uma mãe em uma mesma casa.
Como sou filha de pais que se separaram quando era muito pequena, lembro-me do martírio que era para mim o Dia dos Pais na escola. A professora nos mandava fazer um cartão para os nossos pais. Eu, que fui criada pelos meus avós, pedia para fazer para o meu avô. E recebia um sonoro não: “Se é Dia dos Pais, deves fazer para o teu pai.” Que falta de tato desta educadora! Mas não a culpo, já que isso aconteceu em meados de 1975. Naquela época, não era comum uma família assim.
Atualmente existe um novo conceito de família: a que é a tida como normal com pai e mãe juntos; aquela em que só existe uma mãe; outra em que só existe um pai; há também a formada por duas mães, ou dois pais, e que, nem por isso, deixa de ser um lar. Penso que o importante é não estarmos sozinhos no mundo, pois é muito mais difícil a jornada não tendo ninguém por nós.
Fui questionada sobre a importância da família na formação da criança e do adolescente, e esse tema me levou a recordar quando eu era pequena e tinha que fazer aquele dito “cartão”. Ainda bem que os dirigentes das escolas, com sensibilidade, adequaram-se aos novos modelos de sociedade, pois no lugar do Dia dos Pais, Dia das Mães, existe o Dia da Família. Pena que não era assim no meu tempo!
Tinha a plena convicção de que era diferente das outras crianças, por não conviver principalmente com o meu pai. E, muitas vezes, sentia um olhar desigual sobre mim, pena ou preconceito? Preconceito é uma herança do adulto, então devemos ensinar os infantes a respeitarem as diferenças. O que importa é o amor, o zelo, o cuidado e não de onde eles vêm.
Urge que a coletividade esteja preparada para respeitar as adoções por casais de união homoafetiva, para que os adotados não se sintam discriminados e punidos pelo fato de terem sido acolhidos por uma família que não os excluiu, retirando-os do abandono e da invisibilidade social.

Desejo de grávida

19 de agosto de 2010 10

Se tem uma coisa que eu não tive na gravidez foi... desejo. Até mudei hábitos alimentares durante a gestação. Sempre fui mais do salgado do que do doce, mas, durante a gravidez, comecei a gostar muito de sobremesa, chocolate... E o hábito novo acabou incorporado na dieta, até mais do que eu gostaria porque, agora, estou tendo de cuidar da glicose, para que ela fique quietinha dentro dos índices normais...

Por não ter tido nenhum desejo esquisito (e nem sem nenhuma esquisitice), fico passada com alguns desejos relatados pelas futuras mamães. Dia desses li em algum lugar, que não lembro agora, que uma grávida teve desejo de comer giz (sim, giz de escrever no quadro...) e esponja de lavar louça (daquelas que são amarelas de um lado e verdes de outro) !!!! Claro que existem desejos bem menos estranhos, e que muitas vezes surgem em horas bem impróprias...

Como não passei por isso, sempre fiquei nessa dúvida: desejo de grávida existe mesmo ou é pura invenção?

E você, teve desejo na sua gravidez? E desejo do quê?

Conte-nos sua experiência, que estamos preparando aqui um material especial para falar sobre o assunto.

Comente aqui neste post ou então envie seu e-mail para

fabiana.sparremberger@diariosm.com.br

Valentina bicampeã...

19 de agosto de 2010 1

Os coloradinhos estão com tudo mesmo. Os pais orgulhos já começam a mandar o registro dos bicampeões da América. Segue abaixo o texto sobre a pequena Valentina.

" Olá Tici,

Estou te mandando fotos da minha pequena Valentina, minha ursinha colorada que nos trouxe sorte no jogo de ontem.
Numa das fotinhos ela estava comendo os dedinhos de preocupação... rsrsrsrs
Minha pequena completa 4 meses na semana que vem, e com ou sem título do timão sempre nos traz muitas alegrias.

Eu sou colorada e o Papai é gremista, mas ainda durante a gravidez ele mesmo decidiu que a pequena poderia seguir o time da Mamãe e a presenteou com o vestidinho que ela usa na foto.

Paz em casa, paz entre as torcidas, assim que deve ser!!!

Beijos,
Kathleen, a mamãe realizada da Valentina (agora bicampeã da América)"

Embarque de bebês em aeroportos tem novas regras

19 de agosto de 2010 0

Passageiros de voos nacionais e internacionais que viajam com bebês de colo têm novas regras nos aeroportos de todo o país. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou que os bebês terão de ser retirados dos carrinhos para passar individualmente pelo detector de metais.

As crianças também não poderão ser simplesmente carregados no colo. Terão de ser examinados pelo equipamento longe do corpo do adulto. O passageiro terá de esticar os braços ao passar com o recém-nascido pelo detector.

O carrinho terá ainda de ser dobrado e colocado na esteira, para passar pelo equipamento de raios-X.

Essas práticas, nem sempre exigidas, terão de ser seguidas agora de forma uniforme, em todos os aeroportos brasileiros, diz a agência.

A lista também engloba outras medidas, como a revista de bagagens de mão. Todas, na visão da agência, visam a diminuir burocracias, simplificar o processo e agilizar o embarque dentro dos padrões de segurança internacionais.

Segundo a Anac, não será necessário, por exemplo, tirar o laptop da mochila e mostrá-lo para o agente em todas as viagens - prática constante nos aeroportos. Também não será obrigatória a retirada de casacos ou de sapatos no momento do embarque - isso ocorrerá apenas quando o agente tiver dúvidas e quiser comprovar se o passageiro carrega ou não algum item proibido.

Todas as ações de vistoria de passageiros em aeroportos é supervisionada pela Polícia Federal. O objetivo de todas as medidas, diz o órgão, é evitar que armas e explosivos subam a bordo.

Outra determinação da Anac divulgada ontem indica que a agência vai começar um levantamento sobre os riscos que existem nos aeroportos em relação aos chamados "atos ilícitos''. Enquanto o estudo não é concluído, medidas de gerenciamento de risco serão tomadas apenas em aeroportos das principais capitais.

As mudanças

- As crianças terão de ser retiradas dos carrinhos para passar pelo detector de metais

- Elas terão de ser examinadas pelo equipamento longe do corpo de adulto

- O passageiro terá de esticar os braços com o recém-nascido ao passar pelo detector

Meu Filho, Meu Tesouro (53)

18 de agosto de 2010 0

A Patricia Sidineia Silva da Rosa, leitora do blog, mandou fotos da filhota Maria Catarina da Rosa Henrique, que nasceu no dia 7 de maio. Ela é filha de Jairo Adriano Henrique e da nossa leitora Patricia, que resume o que a pequena representa para a família:
- Só queria dizer que ela é nossa razão de viver, e que nós estamos muito feliz com a chegada dela!!!!! Nós e os manos!!!!!

Nas fotos enviadas, a pequena fazendo pose, no colinho da mãe e "fazendo cafuné" no pai.

Recado dado, Patricia.

Também quer participar da seção Meu Filho, Meu Tesouro? Mande fotos do seu filhote e diga por que ele é o maior patrimônio da sua vida. Vamos ter o mais prazer em divulgar aqui no blog.

Nossos e-mails:

fabiana.sparremberger@diariosm.com.br

ticiana.fontana@rbstv.com.br

livia.meimes@zerohora.com.br

anelise.zanoni@zerohora.com.br

Ser pai e mãe é saber narrar

18 de agosto de 2010 0

Eu tive o privilégio de conhecer Celso Gutfreind em meados dos anos 90, quando ele ministrava oficinas de poesia na Casa de Cultura Mario Quintana. Ele já era médico, não tão famoso como agora, mais poeta, mais marginal. Hoje ele é psiquiatra especialista em psiquiatria da infância e adolescência, continua escrevendo suas poesias e crônicas, mas também escreve lindos livros com um texto acessível para especialistas e pessoas que queiram conhecer melhor os processos psicológicos de tornar pai e mãe.

Abaixo, eu reproduzo a sinopse de "Narrar, ser mãe, ser pai" (Bertrand Brasil) que acabei de receber da editora. E não deixem de conferir os autógrafos, na próxima terça-feira. O convite vai abaixo.

O autor analisa o processo psicológico de se tornar mãe e pai — a parentalidade —, ao sublinhar a importância do aspecto narrativo. Para o autor, não há pais à vontade se não contarem histórias: as suas próprias, de preferência, ou as alheias que, ao serem escolhidas, também lhes dizem respeito. Segundo Gutfreind, “narrar é mais que um instrumento que colabora no processo de parentalidade: é indispensável, confunde-se com ele”. Assim, encontros em torno de histórias são sagrados. Isso inclui qualquer narrativa, como contos, cantos, relatos de vida. Conversa-fiada. Qualquer trama que faça a ponte entre pais e filhos, e promova essa interação com gesto, toque e olhar. http://www.record.com.br

Bjs.


Mais um curso de gestantes

17 de agosto de 2010 2

O Hospital Universitário de Santa Maria está realizando mais um curso para gestantes. Confira a programação enviada ao blog:

1º ENCONTRO (última segunda-feira)
Cuidados /hábitos saudáveis na gestação
PROFISSIONAIS: Enfermeira, Fisioterapeuta, Nutricionista e Cirurgião Dentista

2º ENCONTRO (30/08/2010)
Preparo para o parto - Aspectos físicos, psicológicos, sócio-culturais
PROFISSIONAIS: Enfermeira, Fisioterapeuta e Psicóloga

3º ENCONTRO (06/09/2010)

Amamentação / Aleitamento materno

PROFISSIONAIS: Enfermeira, Fonoaudióloga, Psicóloga e Nutricionista

4º ENCONTRO (13/09/2010)
Cuidados com recém-nascido e no puerpério; direitos trabalhistas; planejamento familiar, gênero, cuidados com a puérpera
PROFISSIONAIS: Enfermeira, Assistente Social e Acadêmica do curso de Enfermagem

LOCAL: Sala 2009, 2° andar do Hospital Universitário
HORÁRIO: 13h às 14h

Um amor de filho

17 de agosto de 2010 2

- Mãe, eu tenho uma notícia para o teu "blogue"...

- Ah, é, Bruno, que legal! E qual é a notícia?

- O Bruno ama a mãe dele de todo o coração. Pode escrever lá...

Atendo o pedido do amoroso guri, e ganho meu dia, minha semana, meu mês, meu ano... minha vida

Lembranças da gravidez - primeiros três meses

16 de agosto de 2010 1

A reviravolta na vida acontece normalmente nos primeiros três meses de gestação. A gente vira um pouco "dona neura". Após a confirmação do exame, procurei uma nutricionista e comecei a devorar todo o tipo de literatura relacionada a gravidez.

O útero mal tinha aumentado um milímetro, mas sentia uma necessidade psicológica e fisiológia de fazer "xixi" o tempo todo.  O enjoo e a azia constantes não me deixavam esquecer, nenhum minuto sequer, do meu novo estado.  A sensação de sono era companheira dia e noite. O humor oscilava entre, as vezes, um mundo maravilho, cor-de-rosa... e outras vezes,  um mundo terrível, sem salvação...

Em qualquer local, procurava a fila para gestantes. Ficava nela com o maior orgulho. Detalhe, geralmente, o caixa especial era mais demorado do que os caixas comuns.

Só comidas e bebidas extremamente saudáveis. Me lembro como se fosse hoje. Logo após completar três meses fui numa consulta e perguntei para a médica se podia, eventualmente, tomar uma "coca zero". Ela liberou. Saí de lá, parei no primeiro bar e bebi o refrigerante com o mesmo prazer de tomar uma cerveja bem gelada.

Fiz mil testes para saber o sexo e intuitivamente sempre soube que seria uma menina.

Hoje, lembro com um certo saudosismo dos bons e maus bocados passados nesse período da gravidez.

* Outros momentos de gravidez serão relembrados no blog...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...