A Livia já confessou aqui no blog que vai ficar só com o Leonardo. A Tici já fala em uma segunda gestação, e isso que a Antonela não fez ainda 1 aninho. Eu não comentei ainda nada sobre o assunto, mas, se tivesse de decidir hoje, diria que vou ficar mesmo só com o Bruno.
Pois para nós, mães que têm apenas um filho (definitivamente ou por enquanto), uma boa notícia foi divulgada nos últimos dias. Eu li a boa-nova no site da revista Crescer. Um estudo feito com 100 mil pessoas em 40 mil lares na Grã-Bretanha revelou que o filho único é mais feliz do que aquela criança que tem irmãos, e o principal motivo seria que ele não tem de lutar pela atenção dos pais. Ele também não teria de dividir o dinheiro da família com algum irmão, e isso permitiria a possibilidade de investir mais em educação.
Sobre a superproteção que o filho único receberia, o que poderia deixá-lo muito mimado, os profissionais defendem que a realidade mudou. Mães e pais teriam de trabalhar, e, para isso, matriculam a criança numa escolinha ou creche, muitas vezes até cedo demais. E é lá que ele aprenderia a dividir as coisas, a compartilhar atenção das profes e tudo mais...
Eu só acho que é muito bom ter irmãos. Eu tenho um, mais novo, e que já me deu dois sobrinhos... Como é bom ter as vivências para compartilhar com um irmão...
Minha sorte é que eu sou também madastra. O Bruno tem um irmão, o Humberto, que já está com 15 anos, e é apaixonado pelo mano.
Filho único, dois filhos, três filhos... O que importa mesmo é que a família seja feliz, independentemente de quantos integrantes tenha.








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