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Posts de fevereiro 2011

De olhos vidrados no computador

28 de fevereiro de 2011 0

Dia desses, ouvi o seguinte comentário de um pai de adolescente. “Não sei mais o que fazer para ele sair da frente do computador e da Internet. O jeito, acho, vai ser proibir por completo”. Adolescente que é adolescente curte Internet, computador, videogame e afins. Orkut, MSN e outros tantos programas fazem a cabeça desta galera, que fica grudada no computador, dia e noite. Para desespero dos pais, eles são capazes de trocar uma praia pelo computador e até de ficar contando as horas para voltar para a frente da tela. Exagero? Infelizmente, não.

Especialistas garantem que o excesso do uso do computador pode prejudicar as construções das capacidades emocionais. É só se relacionando pessoalmente com o outro que são possíveis a aprendizagem e o exercício de situações como a tolerância à frustração, a persistência diante de desafios e a capacidade de negociação. Apesar de tudo isso, Leanise Saute, pediatra e médica de adolescentes em Santa Catarina, defende que é preciso permitir o acesso à tecnologia, controlando o tempo e a qualidade das informações que os filhos acessam.

Em seu site, a Microsoft dá dicas de segurança que podem ajudar:

Crie uma lista com regras para o uso da Internet com filhos adolescentes. Você deve incluir os tipos de sites que estão fora dos limites, o número de horas que podem passar na Internet e orientações sobre comunicação online, incluindo salas de bate-papo

Mantenha os computadores conectados em áreas comuns, não nos quartos dos adolescentes

Converse com seus filhos sobre amigos virtuais e atividades online da mesma forma que fala sobre atividades offline. Instrua-os a não falar com estranhos

Pesquise sobre ferramentas de filtragem, que devem ser usadas como complemento à supervisão paterna, não substituição

Saiba quais são as salas de bate-papo ou grupos de discussão que seus filhos estão visitando e com quem estão conversando. Incentive-os a usar salas monitoradas e insista para que permaneçam em áreas públicas

Insista para que nunca concordem em encontrar pessoalmente um amigo virtual

Ensine-os a nunca fornecer informações pessoais sem a sua permissão, preencher formulários de registro pessoais ou participar de competições online

Ensine-os a não baixar programas, música ou arquivos sem a sua permissão. Explique que se compartilharem arquivos ou copiarem texto, imagens e trabalhos da web, eles podem estar violando leis de direitos autorais

Incentive-os a lhe contar se algo ou alguém online fizer com que se sintam desconfortáveis ou ameaçados. Mantenha a calma e lembre-os de que não estão fazendo nada de errado se quiserem lhe mostrar algo

Converse com seus filhos sobre conteúdo adulto e pornografia online e oriente-os a sites positivos sobre saúde e sexualidade

Ajude a protegê-los contra spam. Instrua-os a não fornecer endereço de email, não responder a mensagens de lixo eletrônico e a usar filtros de e-mail

Fique atento aos sites que seus filhos acessam

Coluna Em Nome do Filho publicada no Diário de Santa Maria deste 28 de fevereiro. Por Fabiana Sparremberger


Crianças grudadas...

28 de fevereiro de 2011 1

Sempre via aquelas crianças que classificava mentalmente como do tipo: “macaquinho”. Sabe? Aquelas que ficam grudadas no pescoço dos pais. Nunca fiz um julgamento específico do que pensava a respeito do caso.

Só pensei mais profundamente sobre o assunto quando estava grávida e me deparei com um “macaquinho”- literalmente, ele estava no pescoço de uma mulher que ajudava a gerenciar um criadouro conservacionistas (local onde são enviados animais apreendidos por patrulhas ambientais ou pelo Ibama).

Ao fazer menção de pegá-lo, o macaquinho se enrolava com mais afinco no pescoço da mãe “adotiva”, já que havia um histórico familiar de abandono – havia sido retirado com poucos dias de vida da convivência da mãe e seria vendido para alguém sem coração.

Ao longo da gestação percebi outros “macaquinhos” à volta. Vi muitas crianças tão agarradas a mãe que a gente se sente constrangida em olhar para os pequenos que parecem temer que, a qualquer momento, possam ser arrancadas do colo e pescoço dos pais.

Para evitar o grude excessivo da pequena (um pouco, é bem bom!), decidimos que iríamos dividí-la sem muitos “grilos”. No último um ano, procuramos deixar a Antonela a vontade e sozinha junto com avós, parentes e amigos próximos…

Porém, ela está cada vez mais grudada na gente. No sábado à noite, durante uma festa familiar, a pequena não saiu do colo e do pescoço da mãe e do pai… O meu “macaquinho” (não confundam com bulling) está cada vez mais grudado na gente… Vamos ver por quanto tempo…

Sobre enjoos...

27 de fevereiro de 2011 2

Na próxima semana o blog falará sobre a questão do enjoo sentido principalmente na fase inicial da gravidez.

Por isso, se vocês tem alguma dúvida sobre o assunto ou histórias interessantes para contar…

Estão convidados a construir a reportagem com a gente, comentem e nos escrevam falando das suas experiências pessoais….

Participem mamães…

Meu Filho, Meu Tesouro (66)

26 de fevereiro de 2011 0
Bom dia, Fabi e pessoal do blog!
Estou enviando  a foto dos meus maiores tesouros, o Gabriel e a Mariana.
Sempre acompanho o blog, e te confesso que me emociono com cada história, cada façanha contada pelas mamães nessa grande descoberta que é a maternidade.
É um sentimento que por mais que se escreva não conseguimos passar o que sentimos. É um amor sem tamanho, sem medida, que depois que se tem não se sabe mais viver sem ele.
Como pode, né? Um sentimento ser tão bom e ao mesmo tempo tão sofrido? Cada instante que fico longe deles é como se meu ar faltasse, mas quando os vejo é como se o mundo fosse perfeito, sem tristeza, sem dor , sem nada de ruim.
Já procurei por várias vezes palavras que denominassem o que sentimos pelos pequenos quando nos tornamos mães, mas te confesso que ainda não encontrei.
Vai além do AMOR, é muito mais , algo muito maior, é uma entrega total.
Acho que se ficasse escrevendo ficaria horas e não conseguiria descrever o que sentimos.
Mas, enfim, amamos e muito nossos pequenos e às vezes já “grandes” mas eternos “pequenos”.
Um superbeijo para vocês e continuem relatando essa eterna descoberta que é a maternidade.
Grazi

Parabéns, Nathalia

25 de fevereiro de 2011 3

Olá, Fabiana e um bom dia.

Quero compartilhar com vocês a alegria de comemorar o primeiro aniversário da nossa princesa, a Nathalia, que nasceu dia 24/02/2010, com35 semanas, um tanto apressadinha. Daquele dia em diante, encheu nossas vidas de alegrias.

A Nathalia foi muito planejada e agora só nos mostra o quanto é bom e gratificante ser pai e mãe. Cada sorriso, cada vez que chama pelo “tatata” ou pela “mamãe” (acreditem, ela chama mamãe, heheheh), a cada final de tarde que pegamos ela na babá, ela estende os braços e dá um sorriso que vai de orelha a orelha. Não tem nada que pague essa emoção. Envio foto dela pra vocês constatarem a sua alegria, que é contagiante.

Bjus, Katiane Gonçalves

E com o sorrisão da Nathalia, desejamos um ótimo dia a todo(a)s. Cheio de alegrias.

Quer ficar grávida? Então, leia...

24 de fevereiro de 2011 3

A teoria que apresento não tem base científica nenhuma. São impressões de uma curiosa no assunto. Fico impressionada com a quantidade de mulheres que relatam um certo grau de dificuldade para engravidar. A vontade de ser mãe é tanta que chega a assustar quem tem uma convivência mais próxima.

Um marido relatou que a mulher estava obcecada com a ideia de ser mãe. A mulher conta para todo mundo que está tentando engravidar e não consegue. Ela projeta a vida como mãe afirmando que diminuirá a carga de trabalho. Faz comentários do tipo: “a vida só vale a pena se a maternidade vingar”. A todo momento se sente grávida, porém não percebe a angústia que provoca no parceiro.

- Não aguento mais. A cada relação, ela acha que está grávida e começa a viajar. Nem se mexe dizendo que pode prejudicar a criança.

Os homens em geral, que anseiam pela paternidade, não tem o hábito de fazer comentários do tipo, mas também sentem o baque quando as tentativas não dão certo.

Situações exageradas a parte, tenho percebido comportamentos quase doentios provocados pela “demora” na concepção.

Os profissionais da área afirmam que casais férteis podem levar até um ano para “engravidar”.

A minha teoria sem nenhuma base científica se resuime na seguinte:

Quer engravidar? Siga os seguintes passos:

1) Vá ao ginecologista e façam uma geral para ver se está bem saúde. De preferência o parceiro também poderia procurar um médico para fazer uma “geral”

2) Os exames deram o sinal verde, relaxe.

3) Esqueça a última menstruação.

4) Combine com o seu parceiro de não contar para NINGUÉM o desejo de engravidar.

5) Libere geral, mas faça sexo quando estiver com vontade e não pela obrigação da concepção.

6) Combine com o parceiro que no fim do mês não serão ditas perguntas do tipo: “E aí já veio a menstruação”.

7) Se a menstruação vier, não comentem o assunto e continuem relaxados, voltando a esquecer as datas.

8) Quando os seios começarem a doer, faça o exame da farmácia, depois do laboratório e… Aí sim, ESPALHEM PARA TODO MUNDO QUE VOCÊS ESTÃO GRÁVIDOS.

Ana pede ajuda

24 de fevereiro de 2011 19

“Meu nome é Ana e tenho um filho de dois anos chamado Gabriel, estou com problemas sérios de opiniões diferentes de educação entre eu e meu marido.

Eu sempre faço o possível para conversar com o Gabriel quando ele faz algo errado, ou fica fazendo beicinho quando quer algo que eu não deixo ele pegar, e quando está na rua fico louca com a gritaria q ele faz ou o choro e acabo cedendo.

Bom, mas meu marido é diferente, fala uma vez, grita a segunda vez e, na terceira, bate na bunda ou nas pernas com força. Meu filho chega a soluçar de tanto que chora.

Eu fico superdividida porque não sei que atitude tomar. Muitas vezes, choro junto sem que meu esposo veja. Em outras, abraço meu filho como se fosse o último abraço do mundo para ele se sentir protegido.

Sempre que passa essa tensão, eu sento com o Gabriel e explico o que aconteceu, falando que ele estava errado e tal, ele ouve (quando quer), só que meu marido acha que minha atitude de proteção é errada. E que ele não aprendeu muita coisa quando era pequeno porque o pai não batia.
Me sinto muito mal com essa situação.

O que vocês e tuas amigas me aconselham nesse caso? Já pensei até em separar por causa do meu filho, afinal, ele é tudo pra mim no momento, e não quero ver ele sofrendo assim.”

Abraços,
Ana.

Situação difícil, Ana. Não há um manual que diga o que fazer, porque, para cada relacionamento e situação, há uma melhor solução. Ainda acho que aquele velho conselho de sentar e conversar é o melhor caminho, o mais sensato. Pai e mãe vivem discordando da melhor forma de educar o filho, isso é normal. Muito casal só começa a discutir e brigar depois que chega um filho. Não é fácil mesmo, mas é preciso chegar a um denominador comum e não ter atitudes diferentes ou brigar diante do filho. É preciso tentar o melhor para o casal e, claro, para o filho.

Outras leitores poderão, com certeza, te ajudar nessa hora. E nós, do blog, vamos procurar um profissional que possa trazer algumas dicas para situações do tipo.

Abraço,

Fabi

Porque sim. E pronto

23 de fevereiro de 2011 1

Uma amiga, a Tati, disse uma muito boa esses dias. Que quando a filha dela começa a perguntar o por quê disso e daquilo, ela manda perguntar pro pai, que, quando não sabe a resposta, larga:

_ Porque Deus quis assim.

Sei que ainda falta tempo para o Leonardo começar a soltar o verbo. Por enquanto, quem fica papagaiando em volta dele sou eu. E o mais incrível é que eu pergunto coisas em português e ele responde. Na língua dele, é claro.

_ Filho, como foi hoje na creche?

_ Aú, aúú.

_ Tu gostou da profe nova?

_ Auô.

E a gente se comunica, assim, tri feliz os dois.

Fantástico. Por mim ele pode ficar um bom tempo ainda sem falar.  ; )







A última vacina

23 de fevereiro de 2011 1

Na manhã de terça-feira, o Bruno recebeu as duas últimas vacinas do famoso Calendário Básico de Vacinação. Ele até tentou fazer com que eu ao menos adiasse a missão, mas, como logo viu que não teria resultado a sua tentativa, partimos os dois em direção ao posto de saúde do bairro.

Logo após a chegada, um menino um pouco maior deixou, faceiro, a poltrona da sala de espera ao chamado da enfermeira da vacinação. Eu aproveitei:

- Viu, aí, Bruno, mais um corajoso que vai fazer a vacina…

Enquanto aguardávamos, ele ia verificando os vários carimbos da caderneta de vacinação. E eu explicava que aqueles dois espaços em branco seriam preenchidos naquele dia…

- Eu chorei no dia dessa vacina, mãe? E nessa outra, eu fui corajoso? – queria saber ele.

Depois de uns 10 minutos, chegou a vez da ficha 9. Um olhar rápido e certeiro nos meus olhos, e lá vamos nós para a sala da vacina.

A enfermeira já vai explicando que uma das vacinas é no braço esquerdo e a outra, no bumbum. Ele arregala os olhos, mas ouve tudo quietinho.

- Aqui pode chorar, pode gritar, só não pode mexer o bracinho – avisou.

O alerta deu resultado imediato, e o guri já encheu os olhos de lágrimas. A primeira vacina, no braço, não rendeu mais do que duas lágrimas e um chorinho tímido. Mas a segunda foi um tantinho mais complicada. O pequeno não tirava os olhos da agulha e só pedia:

- Não faz muito forte, tá, tia?

- Mãe, será que não dá pra fazer essa no outro dia?

E como muito diálogo nessa hora não é recomendado, a enfermeira habilidosa executou a tarefa sem muita espera.

- E ia avisando. Agora é só a picadinha, e depois vem um líquido geladinho…. e tá pronto… Agora, só daqui a 10 anos.

Nem bem tirou a agulha, e já estava tudo bem. E o guri, faceiro da vida, já saía da sala sentenciando:

- Fui corajoso de novo, né, mãe? Só não vamos muito rápido porque o bumbum pode doer…

E lá vamos nós para casa após mais uma etapa vencida na vida do pequeno…






O sono das mamães...

22 de fevereiro de 2011 2

Uma das frases mais repetitivas e de certa forma irritantes que ouvia durante a gravidez era:

-  Aproveita para dormir porque o sono nunca mais será o mesmo.

Após um ano de experiência como mamãe, rendo-me ao fato de que a frase era uma verdade sacramentada.

O sono é alterado desde o começo da gestação. Nos primeiros meses de gravidez o sonolência é companheira constante (efeito das mudanças hormonais).

Com o passar do tempo a pança atrapalha e dormimos em etapas.

Após, o nascimento da criança, principalmente nos primeiros meses de vida, somos acordadas para dar mama ou minimizar as cólicas e outros anseios dos pequenos. (dica: aproveitar os momentos de sono do bebê para descansar junto com ele).

Se levar o pequeno para a sua cama com a desculpa de acalmá-lo, o sono ficará ainda mais quebrado já que a maior parte das crianças se mexe muito durante a noite.

No caso do casal ou quem tem a ajuda de babá ou parente em casa, vale pedir ajuda durante a noite (se não estiver amamentando).

Dizem, aquelas vozes que evitei escutar no início da gestação, que a coisa só piora com o tempo…

Com o passar dos anos ficaremos acordadas esperando as crias chegarem das baladas, será?

Porém, sempre há um jeitinho brasileiro ou uma luz no fim do túnel para minimizar a falta de sono.

Eventualmente, peço ajuda à vovó Carmen. Chegamos na casa dela e deixamos a pequena com a vovó para podermos matar as saudades dos velhos tempos. Dormimos até próximo ao meio-dia no sábado ou domingo…. E acordamos com todo o gás para brincar sem parar com a pequena…

Você sabe que é mãe quando...

22 de fevereiro de 2011 7

- Olha para sua colega do lado que espirra e larga: “fulana, põe um casaquinho, vai ficar gripada”

- Se dá conta que todos os sapatos do seu roupeiro são baixos

- Para na rua pessoas com cachorros (louca) só para mostrar o au-au de verdade para o seu filho

- Usa pasta de dente infantil porque a sua acabou

- Não vai ao cinema há seis meses

- Não tem a mínima ideia de como é a nova casa noturna que abriu na João Alfredo

- Vai no cabeleireiro e pede o modelo mais prático possível

- Todas suas roupas tem alguma manchinha de vômito, leite ou legumes

- Sua casa não tem nada despensa, mas os estoques de fralda e leite Ninho estão ok até amanhã

- Você vai ao shopping comprar roupas para você (finalmente) mas não resiste e gasta tudo com o pecurrucho

- Faz de tudo para sair à noite, mas quando sai, liga o tempo todo para saber se ele está bem

- Reclama que ele não dorme, mas quando ele dorme morre de saudade

- Volta a ser criança e vicia em ir nessas grandiosas lojas de brinquedos

- Nem dá bola mais para dor nas costas

- Suas amigas passam a ser todas mães.  As mães dos coleguinhas de escola do seu filho

- Aprende rapidinho a falar num novo idioma, diferenciando “AU-AU” de “AUÔ” (o segundo quer dizer “Alô”).

- Aprende que não ter tempo é o que há de mais relativo no mundo desde Einstein

- Quase morre se vê uma criança na sinaleira pedindo

- Aprende a ser atriz quando seu filho se machuca, mostrando para ele que está tudo bem _ mesmo que você não esteja nada bem com isso

- Quer que seu filho conheça os brinquedos de antigamente, como peteca, mas ele nem dá bola. Só quer saber de eletrônicos, principalmente os celulares da família

- Quando chega em casa à noitinha, depois do trabalho, se gruda tanto no piá que “esquece” de fazer coisas que um ser humano normal não deveria  deixar de lado, como comer, tomar banho, trocar de roupa



Bebê saudável e inteligente...

21 de fevereiro de 2011 2

Outro dia vi uma reportagem sobre um estudo que relacionou os hábitos alimentares com o desenvolvimento intelectual dos pequenos. A matéria mostrava a importância da alimentação nos primeiros anos de vida.Crianças com hábitos saudáveis, que evitam comidas gordurosas e doces, são mais inteligentes do que os pequenos que tem uma alimentação rica em frituras e guloseimas.

Desde os primeiros dias de vida, surge a preocupação com a alimentação. Primeiro, se possível, a recomendação é apenas leite maternos até os seis meses de vida, depois se introduz as frutas, papinhas e após completar um ano de  vida está tudo liberado…

Com a Antonela, no auge do seu um aninho, estou tentando não dar doces, nem fritura. Sei que longe de casa é impossível controlar o impulso de outros adultos que adoram dar uma guloseima para ver a criança feliz. Antes de ter filho, eu era a primeira a liderar a corrente a favor da liberação dos doces para a pequena.

Enquanto conseguir, manterei a orientação da pediatra:

-Enquanto puder não ofereça, ela vai ter a vida toda para comer doces e batata frita.

Resultado: em casa não entra mais doce e faz horas que não comemos as deliciosas batatinhas. (Espero que dê resultado na balança porque a coisa tá feia para os papais gulosos, rsrsrs).

Ainda os limites...

21 de fevereiro de 2011 0

Você tem a impressão que está sempre sendo testado? É quase impossível impor limites? Pois educar é a talvez a tarefa mais difícil de todas na função de pai e mãe.
– O limite implica em a criança entender que ela pode pensar tudo o que quiser, mas não pode fazer tudo o que pensa.
A frase do psicólogo especialista em psicoterapia infantil Alexandre Machado Streb revela a complexidade do desafio. O convívio social exige limites. Os filhos devem ser orientados a aprender a lidar com a frustração, com instintos como agressividade e egoísmo. Respeitar e satisfazer os seus desejos e o dos outros.
Do zero aos 6 anos, a criança forma a base de sua personalidade. Durante esse período, os pequenos estão muito atentos aos modelos que os rodeiam, principalmente na relação com os pais. É uma fase que deve exigir sempre uma negociação.
Desde os primeiros meses de vida, a criança entende o “não”, mas ele tem de ser funcional e vir acompanhado de uma justificativa. Independentemente se está em casa ou na rua, não precisa ter vergonha ou temer o julgamento alheio. A vida moderna tem diminuído a convivência com os pequenos, e alguns pais sentem-se culpados e compensam o afastamento dizendo “sim” diante de qualquer desejo do filho.
Com o passar do tempo, a criança deve entender que tem de arcar com as consequências das suas ações. Se quebrar um móvel sabe que aquilo custou trabalho para os pais e, por exemplo, deve abrir mão de algo que gosta.
– Em todo ganho existe uma perda, e isso a gente leva para toda a vida.
A autoridade exercida pelos pais implica em serenidade e persistência. As crianças realmente nos testam, testam os próprios limites delas. Inconscientemente os pequenos esperam até receber a contenção. Se não houver contenção, eles podem se sentir abandonados e, no futuro, desenvolver sentimentos como ansiedade e insegurança.
Perseverança na colocação de regras é fundamental. O modelo familiar deve ser seguido por todos aqueles que têm um contato mais íntimo com os pequenos.

Castigo é melhor que palmada
Para Streb, a palmada pode ser evitada com conversa, negociações e castigo. Abrir mão temporariamente de algo que a criança gosta funciona muito bem. Já a palmada é válida junto com uma boa explicação e não funciona como expressão de raiva.
– Uma palmadinha não é a responsável por um trauma futuro se não existir um histórico de violência cotidiana na família.

Quando procurar ajuda
Normalmente, 60% das crianças que procuram uma ajuda especializada são encaminhadas em função de uma demanda escolar, como baixo rendimento em sala de aula. Outros casos são decorrentes de distúrbio do sono, como excesso ou falta de sono, irritabilidade excessiva, agressividade, baixa autoestima. Além disso, há casos de sintomas fóbicos, como medo incomum de animais, da escola, de exposição ao público. (Ticiana Fontana)

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria. Por Ticiana Fontana

Briga entre irmãos

19 de fevereiro de 2011 0

Olá, Fabiana, estou escrevendo porque tenho tido problemas para acalmar os ânimos do Thales (6 anos) e da Ana (9 anos). Eles brigam o tempo todo, disputam o tempo todo… Aí vêm as mentiras, as invenções…

Como eu e o pai trabalhamos o dia todo, não sabemos o que fazer, pois sabemos que não devemos tirar partido por nenhum deles.

Peço ajudaaaa… A experiência é o melhor remédio e acredito que vocês saibam me dizer algo.

Beijo,

Ellen Figueiredo


Apesar de eu ter brigado muito com o meu irmão (nós temos diferença de menos de 2 anos), a mãe e o pai, que também trabalhavam fora o dia inteiro, nunca tiveram maiores problemas. A gente brigava, mas nos resolvíamos entre nós. No instante seguinte à briga, estava tudo resolvido. Não havia disputa e nem mentiras no sentido de um culpar o outro.

Mas, com certeza, vai aparecer uma mãe que tenha vivido isso para nos ajudar…

Um ano da pequena...

18 de fevereiro de 2011 0

No dia 3 de fevereiro do ano passado recebi o melhor presente da minha vida: nasceu a Antonela. A cada dia a pequena dá mais trabalho e um novo e ainda mais intenso sentido para a nossa vida. Por mais paradoxal que seja, os pequenos são ao mesmo tempo tão frágeis e tão fortes.

Mesmo para desconhecidos, a pequena está sempre pronta para dar um abano, atirar um beijo ao vento ou simplesmente dar o seu sorriso estilo “Zacarias” (os amigos brincam fazendo referência ao integrante dos trabalhões que tinha apenas dois dentinhos na parte de cima da boca – ela tem dois dentinhos embaixo.)

Entre as brincadeiras favoritas está mostrar a língua, imitar a vovó no telefone, fingir lavar as mãos e espalhar uma imensidão de brinquedos pela sala.

As vezes é grudenta demais e não dá folga nem para ir ao banheiro. Outras vezes, o grude é o carinho que faltava para arrancar um sorriso depois de um dia cansativo e pesado no trabalho.

Nesse um ano de vida nova e intensa resta agradecer a cegonha que nos deu uma pequena simplesmente encantadora.

PS: A foto feita pela Digifoto é uma preparação para o carnaval. Esse ano, ela cairá na folia.

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