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Posts do dia 17 maio 2011

Meu Filho, Meu Tesouro (73)

17 de maio de 2011 3

” Leio sempre o blog de vocês, adóóóroooo. Trabalho com educação infantil e me utilizo das experiências e colocações de vocês no meu trabalho e também no meu dia a dia, já que sou mãe de duas preciosidades. A Mariana de 6 meses e do Otavio de 1 ano e 1 mês.

abraços, Magali”

Projetando os bebês...

17 de maio de 2011 2

Quando a gente fica grávida é tomada por uma série de ideias mirabolantes e projeta desejos ridículos…

Ontem, vendo a pequena repetir uma cena da minha infância, relembrei os pensamentos da época da gravidez.

Os pensamentos (tenho até vergonha de alguns):

- Tomara que a pequena não herde as coxas grossas da mãe

- Tomara que não tenha o meu gênio

- Tomara que não seja muito comilona porque iria ficar gordinha e poderia não se gostar

- Tomara que fosse delicada e beijoqueira…

E por aí vai o rol de besteiras.

Ontem, ela pegou o tênis do meu afilhado – que tem quase 5 anos - e saiu cambaleando pela casa (foto). Depois, jogou bola e brincou com os carrinhos do piá.


Pois não é que a fruta não cai longe do pé. Tenho dois irmãos homens e sempre queria brincar com as coisas deles. Pensei que a pequena ficaria no esquema bonequinhas/bichinhos de pelúcia…

Tudo que imaginei de bobagens tem saído do contrário. A pequena passa o dia comendo e não engorda. Puxou ao gênio meio insolente da mãe, é braba, mas tem bom humor. Ela tem um coxão de dar inveja aos mais possantes zagueiros do futebol.

Peço beijo, e ela fala “páia” …

É mole??? Mordam a língua, mamães.

Mãe é muito diferente de pai (parte 3)

17 de maio de 2011 6

A discussão/reflexão está boa nos comentários deixados nos posts sobre “Mãe é muito diferente de pai”. Publico agora uma opinião do Juliano Lanius, 25 anos, estudante de Santa Maria. Um rico depoimento de filho, que não quer errar no momento em que for pai… Obrigada, Juliano, pela colaboração.

A respeito do que foi dito na Coluna Meu Filho, desta segunda-feira (16/05), acho sim que mãe e pai têm diferentes papéis na educação dos filhos, mas também são igualmente responsáveis por tal educação. E penso que é assim que deve ser.

Como já tratado por Fabiana e Ticiana, aconteceram mudanças significativas para que os pais pudessem um assumir os afazeres do outro. Enquanto ao pai cabia a missão de prover financeiramente o lar, à mãe restava o papel que o próprio nome implica. Porém, este trabalho (sim, trabalho mesmo, e que deveria ser muito bem remunerado) não engloba somente o de cuidar e de alimentar as crianças, mas, sim, de manter a organização da casa, as roupas – de toda a família – lavadas e passadas, comida na mesa, compras no supermercado, arrumação da louça após as refeições, e por aí vai.

Ah, e não esqueçamos de que ainda tem o papel de esposa, que deve estar sempre disposta a dar carinho e atenção ao seu “macho trabalhador”. E se uma imprevisível dor de cabeça aparece, milhões de idéias maldosas e errôneas surgem à mente masculina.

À mãe coube o papel de geradora de vida, pois somente ela sabe o real valor de dar à luz. Se Deus quis que fosse assim é por que tinha a certeza de que a mulher daria conta do recado, e sem reclamar. Ao pai, o simples fato de depositar seus espermatozóides no óvulo feminino já o deixa cheio de razão para se intitular o pai do ano.

Pais são mais relapsos, desatentos. Às vezes, pensam que um presente ou uma grana de vez em quando suprirão as conversas que não acontecem, os conselhos que não são dados, aos NÃOS que são necessários, aos telefonemas que não são feitos. Mas não generalizemos, sempre temos exceções, graças a Deus! Existem aqueles que se esmeram e desempenham muito bem suas atribuições de pais.Mesmo assim, a grande maioria coloca nos ombros da mãe toda a responsabilidade pelos atos dos filhos ou o que acontece com eles. E, advinha? A mãe assume esta responsabilidade, sem medo algum de tentar fazer com que sua cria seja uma pessoa boa e cresça feliz.

Espero ser um pai diferente do meu. Como meus pais se separaram muito cedo (eu devia ter uns 3 anos), sei bem como é acordar esperando uma ligação no dia do aniversário e adormecer, ainda esperando. E com certeza, consigo colocar nos dedos de minhas mãos o número de vezes em que o telefone tocou nesta data. E nem por isso, cresci frustrado ou com raiva do mundo. Claro, não vou negar que as mágoas não se foram completamente, mas o esforço e dedicação com que minha mãe me fez um homem foram o alicerce em que construí meu caráter.

Às mães, um parabéns pela coragem e determinação com que abdicam de boa parte de suas vidas para que seus filhos sejam contentes e realizados e sintam orgulho delas. E, tenham a certeza, nós sentimos. Aos pais, um pedido: um pouco mais de atenção aos detalhes, pois muitas vezes, um olhar pode querer dizer “me dá um abraço?”. E isso não custará nem uma hora extra a mais no trabalho. É de graça.

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