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Posts de maio 2011

Antonela no Jornal do Almoço...

31 de maio de 2011 14

Hoje levei a pequena ao trabalho. Obviamente, ela não ficou num escritório. Como trabalho na TV, ela ficou comigo no estúdio. Além disso, teve que fazer uma ponta ao vivo durante o Jornal do Almoço de Santa Maria.

O assunto era sobre problemas de saúde relacionados ao inverno. A pequena ficaria no meu colo. Como blogueira e repórter da RBSTV Santa Maria, ajudei a minha colega gestante, Michele Dias, a conduzir uma entrevista com a pediatra Rosangela Lovato.

Um detalhe: me esqueci de perguntar se a Antonela estava a fim de participar da entrevista. Resultado, o pequeno furacão deu um show a parte. Ela não quis ficar comportada no colo da mãe. Na primeira oportunidade, arrancou o enfeite da cabeça, depois deu uma cabeçada no microfone da mãe. Para completar, desceu do meu colo e falava sem parar apontando para o monitor. Dizia: ” bebê, bebê “, fazendo referência as imagens de crianças que apareciam na tela.

A minha ideia era deixá-la circulando pelo estúdio durante a entrevista, só que a pequena começou a chorar e foi encaminhada para a saída onde a salvadora babá a esperava.

A foto foi feita depois da entrevista, com a pequena devidamente calma e de chupeta (não tinha o bico salvador ao meu alcance durante o jornal ao vivo).

Ela apenas comprovou a lei de que as crianças são imprevisíveis e deu um sinal de que não deve seguir a carreira jornalística.

Mãe, você é...

31 de maio de 2011 13

A história que a  Alessandra S. Trein nos mandou  é um bolaço. Curti muito a criatividade do pequeno Marion. 

“Sei que já passou a data comemorativa ao Dia das Mães, mas nunca é tarde para contarmos as pérolas dos nossos filhos e queria muito compartilhar com vocês essa vivência.

Véspera de Dia das Mães:

Meu filho: Mãe, eu já sei o que vou te dar de Dia das Mães e vou comprar com as minhas economias

Mãe (eu): É mesmo meu amor? Muito bem!

(Mas sabem como é mãe né… fiquei pensando: hum, ele pode estar precisando de dinheiro para me dar algo mais caro.

O marido/pai se ofereceu para ajudar a comprar algo melhor, mas nosso filho queria dar algo com suas próprias economias!)

Mãe para filho: Quem sabe eu te empresto meu cartão e senha e tu compras um presente surpresa?

Filho: Não, tá decidido, já sei o que dar e vou comprar com minhas economias!

(Então, diante de tanta decisão, eu não insisti… punto e basta!)

Dia das Mães!

Cedo da manhã, ele me entrega o presente embrulhado em papel vermelho… abraços… beijos… abro o presente e o que tinha?

Uma coca-cola grande com um papel colado no rótulo escrito:

“Mãe, feliz dia das mães, resolvi te dar esse presente por causa da propaganda. Abraço, Marion”

Fiquei feliz! Óbvio! Claro que poderia ter ganho uma roupa ou calçados ou casaco, até mesmo uma jóia, mas não! Como outras pessoas me disseram: Pense na simbologia deste presente!

Realmente, a propaganda dizia: Mãe você é essa coca-cola toda pra mim!

Então a “simbologia” é que foi a parte mais valiosa do presente, pois ele usou dela para dizer que para ele: Eu sou essa Coca-Cola toda!

Teria, naquele momento, presente melhor que esse? Não! Com certeza, não!

O que faz a televisão não é mesmo? Os meios de comunicação, as propagandas… Será que a empresa da coca-cola esperava esse tipo de interpretação?

Bom, a “coca-cola” bebemos toda! E na garrafa fizemos uma aberturinha para ele juntar moedas e ir guardando… Assim, vamos lembrar muito desse presente e principalmente, de sua “simbologia” que me deixou acima de tudo “envaidecida”. “

A minha fantasia!!!

31 de maio de 2011 0

Um momento inequecível da Melissa Gass junto com a fofíssima Lívia.

” Este foi meu segundo dia das mães. O primeiro com a Lívia na escolinha. Teve baile de máscaras que mães mesmas decoraram. Sofri pra deixar a minha apresentável e invejei muitas com mais criatividade do que eu. Bom…foi só o meu primeiro trabalho manual. Muitos virão e vou amar!!!”


As Mães do Meu Filho (9), Juliane Moura

30 de maio de 2011 0

Olá, meninas!
Engravidei em maio de 2009…. Foi uma surpresa para mim, pois eu estava esperando engravidar no final daquele ano e não um mês depois de parar com o anticoncepcional…

Durante a gestação, só comi coisas saudáveis, controlei meu gênio (pq Deus me livre a guria ter o mesmo gênio da mãe…hehe). Fiz exercícios, controlei minha gula, enfim, fiz tudo o que deveria ter feito desde quando nasci!! hehe

Curti cada momento da gestação, cada ultrassom, cada mexida da Sofia, cada chute, tudo, comprei até um aparelho para ouvir o coraçãozinho dela em casa….

A chegada da Sofia estava prevista para dia 08/02/10, mas a apressadinha chegou dia 30/01/10, numa tarde muuuuuuuuito quente de sábado….

A cesária foi super tranquila, toda a equipe me deixou muito a vontade e tudo fluiu com muita naturalidade. Ela já mamou na sala de recuperação mesmo, parecia um bezerrinho e mama no peito até hoje…

Quando fui embora da clínica onde a Sofia nasceu, fiz mentalmente a clássica pergunta: “e agora?” pois tinha um bebezinho recém-nascido que dependia de mim para tudo e o meu único contato próximo com crianças, até então, era dos meus sobrinhos, que moram longe de mim ainda…

Porém, meu marido foi mãe junto comigo, me ajudou em tudo e me ajuda até hoje!

Nem todos os dias eram bons, passei um pouco de trabalho, tive depressão pós-parto e o que me ajudou a superar foi olhar para a Sofia e meu marido e perceber que agora eramos uma família e que um precisava do outro…só quem passou sabe, não foi fácil, mas tudo foi superado com muito amor!

Meses depois as coisas foram entrando em seu devido lugar e começou a parte boa…cada sorriso, cada abraço me fez ver como era ser mãe…e como é bom! A Sofia é uma menina linda, arteira e muito carinhosa…adora cantar e dançar!

Conheci o blog quando ele tinha outro nome…Em Nome do Filho… Eu estava grávida e, desde lá, ele está nos meus favoritos e todos os dias leio as publicações…

Gosto mais quando são contadas experiências de outras mães (justamente esse tipo de matéria no qual estou participando). Assim vejo que o que acontece aqui em casa, acontece na casa de milhares de mães também….é tudo igual! Principalmente as histórias da Antonela, pois ela e a Sofia nasceram quase no mesmo dia…

Era isso, um pedacinho da minha história e da minha nova vida!

beijos em todas!

Juliane Moura
Florianópolis/SC

Falar é fácil, já educar...

30 de maio de 2011 5

A teoria sobre o que fazer na educação das crianças, muitos pais conhecem. O difícil é colocá-la em prática, ou ter a paciência e a perseverança necessárias até chegar ao objetivo. No livro Filhos: Manual de Instruções, a escritora Tania Zagury dá algumas pistas aos pais do que pode funcionar e o que devemos fazer, por exemplo, quando nossos pequenos têm um ataque de birra ou quando não querem comer. Abaixo, alguns trechos da reportagem publicada no Correio Braziliense:

… na hora de comer

No mundo ideal das crianças, café da manhã tem refrigerante, almoço é pizza, e o jantar, um delicioso sanduíche com catchup. No mundo das mães, é o oposto. Conciliar essas visões díspares não é nada fácil.

A estratégia de misturar um pouco do que os filhos gostam com algo que é mais saudável é boa e deve ser mantida e por muito tempo, já que os itens demoram para se tornar queridos

Persista na tentativa de uma dieta saudável, mas sem agredir ou permitir que o que eles comem ou deixam de comer seja motivo de chantagens ou barganhas

Casa não é restaurante, e todos devem ter o mesmo cardápio. Quando as dificuldades surgirem, como em vários outros aspectos da educação infantil, o importante é ter pulso firme

Aja como se não fizesse a menor diferença seu filho comer ou não (mesmo que seja difícil, mesmo que seja uma total inverdade)

Nunca demonstre ansiedade com “o pouco que seu filho come”. Especialmente, não comente o assunto quando ele estiver presente ou puder ouvir

Criança sadia que não come bem é a que tem pais que acham que ela não come bem e se desesperam quando ela diz  “não quero comer”, alimentando, assim, um ciclo vicioso de ansiedade e luta de poder

Não confunda mãe dedicada com mãe insistente e “entupidora”

Não faça da refeição uma obrigação _ lembre-se: come quem tem fome! (salvo exceções, como quem sofre de problemas de saúde ou distúrbios alimentares)

… na hora da birra

Stock xchng

Shopping lotado. De um lado, você com suas sacolas de compras, tentando pagar a conta rapidamente. Do outro, uma criança que parece ter entrado em choque. O desespero para conseguir algo que lhe foi negado é tanto que todos pensam: “Cadê a mãe dessa criança que não faz nada?” Quem tem filhos conhece essa situação.

Crianças nascem sabendo que chorar garante cuidados dos seus pais, principalmente na hora da fome. Muitas crescem usando o mesmo artifício para garantir bem mais que alimento.

O importante é ser incisiva e mostrar que aquela atitude não é boa. Com o tempo, a criança entende que berrar e espernear não resolvem nada. É preciso, porém, manter sempre o mesmo posicionamento

Fale em tom normal, calma e pausadamente, mas firme: “Isso não é bonito, não está certo e não vai adiantar nada”

Faça isso apenas uma vez. Ele vai ouvir, mesmo que não pareça

Aja dessa forma na hora em que o chilique começa. Quanto mais tempo a criança grita e esperneia, mais irritada e descontrolada ela fica

Fique impassível: apenas isso!

Afaste mesas, cadeiras e objetos próximos, com os quais seu filho possa se machucar. (Fabiana Sparremberger)


Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira

Disciplina que salva

29 de maio de 2011 2

A disciplina salva, principalmente quando se trata de crianças que têm sintomas ou são diagnosticadas com déficit de atenção.

Um serzinho distraído, atrapalhado por natureza, que tem dificuldade de se organizar, de se concentrar, pode sofrer muito quando for adulto se na infância não tiver um bom apoio, acompanhamento.

Pais e professores ensinando lado a lado, cobrando lições, temas, dando motivação…

Esse menino ou menina pode inclusive ser mais inteligente do que todo mundo ao seu redor, mas isso nunca vai ficar evidente se ele não conseguir viver bem em sociedade.

Muito provavelmente poderá sofrer bullying.

Se o seu filho é meio “mundo da lua”, pode ser que ela tenha alguma dificuldade.

Não confunda com outra coisa.

E observe com outros olhos.


Educar é saber domar

28 de maio de 2011 6

Você sai com sua miniatura de gente para almoçar domingo num restaurante lotado. Não quer perder a oferta irrecusável da sogra, o local tem trocador amplo e a comida é boa.

Sai, então, da zona de conforto do seu lar, onde o guri ou a guria podem correr livremente, leves e soltos para se misturar com outros seres da mesma espécie que a sua.

Está com fome, com sede e quer aproveitar o convívio social.

Por pouco tempo.

No começo, tudo bem, é novidade, ele olha, faz gracinha para a mesa do lado, olha ao redor, curte.

Mas ficar sentado numa mesa com adultos esfomeados e sedentos que conversam entre si é muito. Muito chato. E começa a birra. Voa sapato, o chope vai pro saco, chama o garçom, sai para passear com ele. No playground, a recreacionista (uma garçonete que gosta de crianças), coitada, já tem trabalho demais, está sendo devorada pelas crianças na jaula.

E a fera começa a entrar em estado de fúria.

xxx

Com um ano e meio, o bebê é meio gente meio bichinho ainda.

Tem gente por aí que põe até coleira.

Não precisa levar tão a sério, dá pra domar sem precisar chegar a tanto.

Dá, dá trabalho.

Cansa.

Não rola calmaria.

Educar é saber domar uma fera em crescimento.

Um leãozinho.



As Mães do Meu Filho (8), Morgana Vigolo Ronsani

27 de maio de 2011 0

Oi gurias, sou a Morgana, esposa do Émerson (meu parceiro em todos os sentidos, um pai mais que participante), mãe do Eduardo, hoje com 1 ano e quatro meses. Desde o dia 06/06/2009, minha vida nunca mais foi a mesma. Lembro-me como se fosse hoje a descoberta da gravidez…

Queria, sim, ter filhos (é o sonho de quase todas as mulheres), porém sempre existia aquele medo, as inseguranças, enfim, iria conhecer um novo mundo, o Mundo das Mães. Meu marido, então, só faltou colocar uma faixa na frente de casa informando que logo, logo chegaria nosso maior tesouro.

Vivenciamos juntos cada descoberta, cada consulta, ecografia, vibramos muito quando descobrimos que seria um MENINO. Decidimos o nome, a compra do quarto. Mesmo anter de nascer, já sabíamos que chegaria um campeão do mundo – a primeira camiseta do INTER dada pelo pai… A descoberta do mundo das mães, as trocas de experiências, tudo era novo, assim como ainda é. Cada dia, é uma nova descoberta.

Tive um acompanhamento excelente da minha médica, pois ela sempre me confortava nos momentos de medo, nas asiedades, no medo do parto. Confie e se sinta segura com seu médico, pois, além de médico, eles se tornam amigos.

Já estava quase tudo decidido, o Eduardo chegaria em 26/01/2010. Claro, decido por mim e pela doutora, mas o Eduardo não queria essa data, ele preferiu passar o Natal na barriguinha da mamãe e logo depois nascer. Ele chegou no dia 26/12/2009, de parto normal, com 2.125Kg e 34cm, graças a Deus não precisou ficar na NEO, inclusive já participei em outro momento no blog sobre filhos prematuros.

A maternidade não é apenas um mundo colorido, tem, sim, noites sem dormir, as cólicas, as dores pelos nascimentos dos dentinhos, mas nada como um dia após o outro. O sorriso antes sem dentes, agora com bem mais, ele chamando a mama… pedindo mamá.. pedindo upa, dando um beijo molhado, supera tudo, e torna nosso dia melhor, nos torna a mãe mais orgulhosa do mundo.

Hoje, percebo que sou uma mulher realizada, o Eduardo veio para mudar nossas vidas, em todos os sentidos, me tornei uma pessoa melhor, consigo dar mais valor ao momentos em que estamos juntos, me dedico e curto ele até o momento dele cansar e dormir.

Não existem regras de como ser uma boa mãe, de ser um bom pai, mais creio que quando nos tornamos pais, nosso sentido fica mais aguçado e conseguimos agir e tomar decisões no momento que é necessário. Tenho a participação total da minha mãe nos cuidados do Eduardo, é ela quem cuida dele, uns dizem que é certo, outros me julgam porque filhos cuidados por avós ficam manhosos, mas o meu coração me diz que cuidados com o Eduardo iguais aos da avó, só eu e o pai dele, então, acho maravilhoso esse convívio.

Eu e meu marido trabalhamos, saímos de casa as 7 da manhã e voltamos as 7 da noite, criamos uma nova rotina em função do Eduardo. Todos os dias, saímos os três de casa, mais a mochila e mais algum brinquedo para levar para a casa da avó. Deixo o meu filho sempre sorrindo, pois lá na avó ele tem um pátio enorme (moro em apartamento), tem o Fred ( cachorro) que ele adora, e principalmente o vô, que todos os dias leva ele para tomar o sol da manhã.

Agradeço a Deus todos os dias, pela minha vida, da minha família e principalmente pela vida do Eduardo.

Vocês conheceram um pouco da minha vida, ou seja o melhor dela.

Papai, eu e o Eduardo te amamos muito e agradecemos todos os dias, por você estar sempre com nós.
Morgana

Os "bolaços" da pequena...

27 de maio de 2011 3

Tá certo! Os pequenos são super estimulados em todos os níveis. Porém, fazem coisas que a gente gostaria de ter um controle remoto para voltar a cena e ter certeza que aquilo realmente aconteceu.

A Antonela está demais. Cada dia, uma novidade e muitas gargalhadas.

Como toda a criança, a pequena repete tudo o que rola na volta.

Há um mês não entendia direito o que significava o grunido: “mamaeee, bumbum”. Sempre repetido quando entrávamos no carro. 

Agora entendo bem. Ela estava sentada no meu colo esperando o pai quando pegou firme o volante e emitia o som “bum…bum”. Ainda se contorcia toda na tentativa de trocar a marcha. Sem falar na intimidade com a alavanca do pisca, com o botão para acionar o limpador, o rádio… A cada movimento, ela dá uma espiadinha para ver se haverá repreensão.

Fazia as unhas e a pequena ficou na volta agitando e mexendo em tudo. Ainda bem que a manicure também tem filho pequeno e sabe como as coisas funcionam…

A Antonela tirou e colocou os esmaltes incontáveis vezes numa maleta. Ela começou a pegar um da cor “rosa chiquete” e me mostrava. Em princípio não dei muita bola, pegava o esmalte das mãos dela e colocava de volta no lugar.

Na terceira vez que a pequena trazia o tal esmalte, além de mostrá-lo, ela estendeu as mãozinhas na posição para pintá-las. Falei para a manicure pintar uma, na certeza de que ela tiraria as mãozinhas e encerraria a brincadeira.

Impressionantemente, a Antonela deixou a mãozinha parada e depois apresentou a outra. Mordi a língua. Sempre achei horrível as criancinhas com as unhas pintadas e agora a minha, ainda de rosa (que todos sabem não curto muito a cor).

Buenas, deixei ela com as mãos pintadas, as amigas não acreditavam na perfeição das unhas da pequena. Não resisti e tirei o esmalte no segundo dia…

Realmente é a fase da imitação.

Na primeira oportunidade (distração dos pais), a Antonela tem o hábito de pegar o telefone sem fio e simular uma conversa na linguagem “bebenês”. Ela fala e caminha pela casa – imitando a mãe, que faz a mesma coisa.

Por falar em telefone, na casa da avó quase não existe comando (dois dois lados da família). Na vovó Carmem, ela adora apertar o botão da base do telefone que serve para localizar o aparelho sem fio. Ontem, a vovó me ligou para dizer que havia perdido o aparelho. Sem saber o que fazer, o vovô Hugo proferiu:

- Liga para a Antonela e pergunta aonde ela aperta para a gente localizar.

Após algumas tentativas frustradas, o vovô descobriu o tal botão…

Pode?

Essas crianças!

Como diz um conhecido meu:

- A gente abria os olhos com dez anos. Agora cada ano dos pequenos equivalem a uma década da nossa época.

Amigas do blog.

26 de maio de 2011 0

Várias pessoas entraram em contato pedindo para participar do concurso cultural. Atendendo às solicitações, ampliamos o prazo para participar até a 0h do dia 1º junho. Você precisa enviar uma frase dizendo “Por que meu filho é fashion?”. A loja Tyrol, de roupas infantis, vai dar um cheque-presente de R$ 500 para a melhor resposta.  Confira aqui o regulamento do concurso cultural.

Futebol, sempre ele...

26 de maio de 2011 4

O gosto pela gorduchinha foi revelado muito cedo, nos primeiros chutes  em balões de aniversário. O desejo da mãe era aproveitar o título do campeonato gaúcho para fazer a festinha de 6 anos com um motivo tricolor. Mas, infelizmente, não foi possível. O guri chorou com a derrota, e os pais, aversos a qualquer fanatismo (inclusive o futebolístico), decidiram abandonar a ideia. Até para não dar asas a esse fanatismo. Poderíamos, claro, mostrar a ele que a torcida pelo time não muda, mesmo em tempos difíceis, mas achamos melhor deixar para outra oportunidade.

- Mãe, tive uma grande ideia. A gente pode fazer uma festa só sobre futebol, sem time. Pode ser com as cores do Brasil.

Seria o ideal, mas este ano, particularmente, eu não estava com disposição e tempo para fazer um convite personalizado como os demais anos, em que eu mesma fazia. Mas, em ano que não é de Copa do Mundo, onde é que eu vou achar um convite de aniversário sobre futebol, com uma bola como a sonhada pelo guri?

E não é que eu achei… E fui eu mesma, porque a atendente da loja nem tinha visto aquele ali (reprodução dele abaixo)… Resolvido!!!

O futebol será, então, o motivo do festerê, bem modesto (na escolinha, e, em casa, só para os pais, avós e padrinhos), mas organizado com muito amor. O guri me convenceu a fazer os brigadeiros e os “branquinhos”, só pra ter o prazer de me ajudar. Já disse pra vocês que meus dotes culinários deixam a desejar, mas vou colocar a mão na massa. Se é com amor, não pode dar errado, né? Ou será que pode?

Se você tem dicas ou receita de um brigadeiro que não dá errado (não fica muito duro nem muito mole e faz sucesso entre a garotada…), por favor, pode ajudar essa pobre mãe sem muita afinidade com as panelas, mas esforçada para fazer a alegria do seu pequeno craque…

As Mães do Meu Filho (7), Ana Paula Sordi Alves

26 de maio de 2011 0

Olá meninas! Pela segunda vez participo do blog, já enviei uma foto do meu bebê para vocês outra vez.
Me chamo Ana Paula, moro em Porto Alegre, tenho 28 anos, sou corretora de seguros, casada há três anos e mãe do Francisco, que tem 7 meses.

Meu marido e eu sempre sonhamos em ter um filho. De maneira muito natural, decidimos em outubro de 2009 que era a hora.
Começamos as tentativas e, em novembro, engravidei. Porém tive minha gestação interrompida com 5 semanas. Ficamos arrasados, mas sempre tivemos consciência do quanto isso é comum.

Sem nenhuma restrição da minha gineco/obstetra, continuamos as tentativas. Em janeiro de 2010 engravidei novamente, porém com medo de sofrer de novo, fui adiando o exame até descobrir em uma ultrassonografia, que estava com 9 semanas de gestação e um coraçãozinho batendo super forte dentro de mim.

Que emoção! Não há como descrever. A partir daí, foram 9 meses de uma gravidez deliciosa, muitos exames, muita expectativa.

Com 12 semanas, descobri que carregava no ventre um menininho.O nome, uma homenagem ao meu avô, que eu tanto amava. Sem sustos, Francisco nasceu, de cesárea marcada, no dia 4 de outubro de 2010, com 3,545kg e 50cm, no hospital Mãe de Deus.

Sobre ser mãe… difícil explicar. Uma das frases mais sábias descrevem bem: é sentir o coração batendo fora do corpo. É um amor que aumenta a cada dia, se multiplica a cada sorriso, a cada carinho.

Tenho a sorte de ter horário de trabalho super flexível, então fico com meu menino durante a manhã, e à tarde ele vai para a escolinha. Procuro curtir cada minutinho, cada risadinha, cada gracinha que ele faz.

É claro que não dá para se iludir: não é um mar de rosas. O bichinho dá trabalho, uma febre aqui, uma otite ali, vacinas, consultas com o pediatra, noites sem dormir, por vezes apreensão e medo. Mas acima de tudo, a certeza de que isso faz parte de todo um contexto, e que alguns momentos compensam todo o sacrifício.

Conheci o blog na minha gravidez, e desde então leio sempre. Adoro as reportagens.

Grande beijo para vocês!
Ana Paula Sordi Alves

As Mães do Meu Filho (6), Patrícia Guterres Pellin

26 de maio de 2011 0

Bom dia, Fabiana,

Gosto muito do blog, embora não tenha como ler diariamente, sempre que posso dou uma espiadinha.

Adorei esta ideia, pois muitas vezes precisamos de uma palavra amiga, de um exemplo, de trocar ideias,

principalmente quando somos mães/pais de primeira viagem.

Tenho 37 anos e uma filha de 2 anos e sete meses. Nunca tive o sonho de ser mãe, na verdade, esta possibilidade

até me assustava um pouco. Então quando o prazo de validade começou a vencer, resolvi engravidar, pois achava que

fazia parte da vida da mulher ter um filho. Plantar a árvore e escrever o livro podemos deixar de lado.

Até porque a maternidade engloba tudo isso.

Hoje me surpreendo comigo mesma, pois tenho certeza que sou uma excelente mãe. Passei por muitos percalços

no início, as culpas só foram resolvidas com terapia, o casamento quase foi pro saco. Ainda estamos em fase de

recuperação, mas  a chegada da Júlia me fez ver o mundo de outra forma, com outros valores e ter esperança em

um mundo melhor.

Patrícia  Guterres Pellin

Caxias do Sul/RS

Por que meu filho é fashion?

25 de maio de 2011 2

Amigas do blog, essa é imperdível.

Vale a pena. Se não valesse, eu juro que não fazia a promoção.

A loja Tyrol, de roupas infantis, vai dar um cheque-presente de R$ 500 para quem der a melhor resposta para a frase acima. Pode mandar a partir de agora até a 0h do dia 1° de junho. O resultado sai em seguida.

Basta mandar o e-mail para mim, com nome completo e RG.

livia.meimes@zerohora.com.br

Olha as roupas que lindas!

Boa sorte a todas!!


O regulamento você encontra aqui.

As Mães do Meu Filho (5) – Eliane Andrade da Mota

25 de maio de 2011 0

Descobri o blog ano passado, e desde então leio todos os dias, dou meu pitacos e percebo que não estou sozinha nas minhas angústias, incertezas, medos…descobri que sou normal, digo, uma mãe normal, hahaha, pois as vezes a gente pensa que certas coisa coisas só acontecem conosco.
Fiquei muito feliz em saber do seu interesse pelas nossas histórias de maternidade.
Então lá vai um pouco da minha.
Depois de muitos anos de casamento, tinhamos um bom emprego, casa própria, carro, 2 cachorros, muitos amigos… mas faltava algo.
Então decidimos que estava na hora da família aumentar. Fomos ao médico e com os exames todos ok, a pílula foi suspensa.
Mas como nem tudo dá para se prever…passou 1,2,5,7 meses e nada, mas como o médico nos disse que era normal demorar até 1 ano nesta tentativa…até aí tudo bem. E o ano passou e nada, eu já estava paranoica! Até que fomos para uma segunda opinião, exames refeitos e o diagnóstico de “ovário policistico”, pelo menos sabiamos a causa. Iniciado o tratamento e após 2 longos anos de muita ansiedade, frustrações, alarmes falsos.. .eis que chega o grande dia do resultado esperado.
Hoje sei que existe um momento certo pra tudo, e o resultado positivo não poderia ter vindo em momento mais apropriado, foi na semana do aniversário do meu marido. Lembro como se fosse agora, a esperança e o medo se misturando em um sentimento que não se pode explicar, tantas vezes eu já tinha saído de lá de cabeça baixa, segurando o choro. Mas desta vez eu não segurei, quando abri e vi que estava grávida… mal conseguia dar a notícia pelo telefone ao Ademir, queria gritar para todo mundo ouvir “estou grávida, vou ser mãe”. Minha gravidez foi super tranquila, enjoôs, dores nas costas, sonolência, kilos a mais, nada disso me tirou o bom humos pois eram tudo o que eu mais queria sentir.
No dia 29/05/2009 às 10:40hs, nasceu um garotinho lindo com 3.480kg e 48cm.
Nem todos os momentos foram fáceis, mas nesta aventura de ser mãe o que mais importante é olhar pra trás e ver que tudo valeu a pena, e para ver o sorriso mais lindo do mundo eu faria tudo de novo quantas vezes fosse preciso.
O Alan vai fazer 2 anos, é um menino como todo menino, não para um segundo, tá sempre correndo, subindo em alguma coisa, adora animais, está na fase de querer ver e tocar em tudo. Meu marido é nota 1000 como pai, me ajuda em tudo.
Obrigada meu Deus pela família linda que eu tenho e por poder dizer que sou uma mulher feliz.
Eliane Andrade da Mota, 32 anos, secretária.

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