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Posts do dia 15 junho 2011

Micos maternos. Você ainda vai pagar vários

15 de junho de 2011 5

Você está tri feliz reunida com sua nova amiga, que também é dona de um pecurrucho modelo 2.5 e pá. Seu filho aparece com o bico do amiguinho na boca.

Simm. Isso aconteceu comigo e quase morremos de tanto rir. O mais engraçado é que aquela cena do guri com o bico na boca não me sai da cabeça. Ele, que não chupa bico há cinco meses, teve um recaída espontânea quando viu o bico do amigo. Só quem é mãe entende a tremenda saia justa.

Quer ouvir outras?

_ Ahh, que linda sua filha! (essa eu ouvia direto, antes de tosar o cabelo do bacuri)

_ O guri saindo da loja carregando um produto das mãos e eu correndo atrás, antes de ir presa

_ E ele finalmente aprende a mostrar quantos anos tem (um, com o dedinho levantado e tudo). Faz mil vezes, sempre quando a gente pede. Mas na hora de mostrar para as visitas, ele “esquece”, sabe, nos deixando com cara de seilaoquê na frente das visitas

_ O amiguinho não quer emprestar (está na fase que ainda vamos entrar, do “é meu, não empresto”) e ele insiste em arrancar justamente “aquele” objeto das mãozinhas alheias

xx


Tá, pode rir de mim.

E você? Já pagou seu mico hoje?


Dor no coração

15 de junho de 2011 1

Quando um filho se machuca. Ai, como dói.

Estava saindo de casa agora e meu pecurrucho caiu, bateu a boquinha, sangrou.

Inchou.

Que sufoco.

Ufa.

PS: Aproveito para divulgar um canal que é 100% útil em casos de dúvidas sobre acidentes. É a ONG Criança Segura

Tem tudo ali, viu?

Por que prevenir, minha gente, NUNCA é demais.

beijos.

Saiba mais:

Sufocação – pode ocorrer enquanto o bebê está dormindo, quando seu rosto fica encoberto pelo lençol, travesseiro ou outro objeto macio. As grades do berço também podem ser uma ameaça causando mortes por estrangulamento e sufocação. Quando os bebês estão na fase de descobrir o mundo com a boca, ainda podem se engasgar com partes e/ou brinquedos pequenos, comidas e outros objetos miúdos.

Envenenamento – Crianças com até dois anos de idade correm maior risco de um envenenamento não intencional. Produtos de limpeza e medicamentos são riscos significativos. Bebês podem se envenenar respirando a fumaça de cigarros. Antes de comprar plantas, verifique se são seguras para as crianças.

Afogamento – grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, mesmo vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. A primeira causa de afogamento com crianças é a falta de supervisão, geralmente por questão de segundos.

Veículos automotores – Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta. Proteja a criança! Consulte o Guia da Cadeirinha e faça uma aula virtual sobre o tema.

Quedas – Entre os principais responsáveis por quedas com bebês estão os móveis, as escadas e os andadores. Este último é responsável por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças de 5 a 15 meses. A maior parte das lesões resulta de quedas em escadas ou simplesmente de tropeços quando estão no andador.

Queimaduras – A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses e dois anos, é causada por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes.

Felicidade em dobro

15 de junho de 2011 0

CRISTIANE CORDIOLI,
35 anos, diagramadora do jornal
Hora de Santa Catarina e mãe de Elis, de três anos

Coluna publicada na Zero Hora do dia 30 de maio de 2o11

Sempre que sou questionada sobre no que a chegada de Elis mudou a minha vida, sou inundada por uma quantidade de sensações: amor, paixão, cansaço… Uma delas, porém, sempre está em primeiro lugar: dependência. E engana-se quem pensa que é minha filha,de apenas três anos, que depende de mim para viver. Não! Sou eu, no auge dos meus 35 anos, a pessoa mais dependente dessa relação.

Preciso do cheirinho dela, das perguntas que começam ao amanhecer e entram noite adentro, dos beijos, chamegos, das birras e até da saudade que sinto, no meio da tarde, algumas horinhas depois de colocá-la no ônibus escolar rumo à escolinha. Ela,por outro lado,me conquista sem o menor esforço. Chega de mansinho,com seus olhinhos negros, e consegue me emocionar, mesmo ao desenhar a mamãe com cara de brava em um cartão de Dia das Mães.

Dá seus recados, aprende tudo o que lhe interessa e é educada com o amor, o carinho e a disciplina de uma mãe _ igual a todas as outras _ que só quer ver a filha se transformar em uma pessoa feliz. Sempre acreditei que iria saciar minha vontade de ser mãe com uma filha _ menininha,com chucas no cabelo e vestido rodado _ e ponto final.Curti a gravidez como se fosse a única e, hoje, só uma coisa me faz pensar em ter um outro bebê: a tal felicidade que quero para a Elis.

Penso o quanto ela vai aprender, desenvolver-se, dividir e crescer, conhecendo a delícia que é ter irmãos _ ela já tem dois, crescidos e adultos, herança do primeiro casamento do pai, mas é mimada e tem todos os desejos realizados pelos manos.Belo argumento o meu, não é? Agora, só falta convencer o pai da criança que precisamos de mais um bebê na família!

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