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A primeira separação

30 de junho de 2011 35
A Cristiane Antonioli divide conosco um momento dolorido para quase todas as mães: o fim da licença-maternidade, a hora da primeira separação do filho...
Quem também já passou por isso e pode ajudar a Cris, por favor...
Acima, o "moço" lindo e faceiro da Cris...

Olá, Fabiana!!!
Sou mãe de um carinha mega desejado!!! Hoje é o último dia da minha licença maternidade, estou arrasada!!! Sabe aquela sensação de perda! Pois é, é o que sinto! Fico revoltada com os recadinho nos sites de bebês onde falam que o Ministério da Saúde recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade, mas a licença maternidade de 6 meses ser facultativo o ministério me diz o quê?!
Já estou fazendo a adaptação do meu baby, ou melhor a minha adaptação, e não está nada fácil para mim. Esse frio horrível também não está ajudando em nada. Pego no trabalho às 7h30min, e fico na maior dor em tirar meu anjinho da cama!!! Tenho uma sorte enorme que trabalho somente no turno da manhã, ou não, porque a sensação que tenho é aquela de estar fazendo a escolha errada.
Nesse momento, minha cabeça só pensa em todas mamães que estão na mesma situação... é muito triste!!!

Comentários (35)

  • Catia Guindani, mamãe do Guilherme diz: 30 de junho de 2011

    Oi
    sei bem o que estás passando nesse momento, até hoje me sinto muito mal em tirar o Gui tão cedo da cama. Também tiro ele da cama todos os dias as 6:40, ele se contorce todo e choraminga como se pedisse pra ficar mais um pouco. Mas o que me consola é que ele tem 1ano e 4 meses, é lindo e saudável e botei na minha cabeça que não ia sofrer por isso, pois é também para o bem dele, para que ele tenha muitas roupinhas quentinhas no inverno, uma boa alimentação, um bom médico, vacinas que o sistema público não oferece e inclusive uma poupancinha pra sua faculdade, pois decidi que se eu o deixaria para trabalhar, nada mais justo que uma grande parte do fruto de meu trabalho, fosse usada no bem estar dele... e claro que no final da tarde as 18:30 ou 19h quando chego em casa, uma ENORME DOSE DE AMOR... a casa que fique revirada, a roupa mal passada... e eu sentada no chão com o marido brincando e beijando muito ele... e aquele sorriso de felicidade quando me encherga no final do dia... ah esse não tem preço. As vezes a culpa pega, mas mando logo ela embora... Pense que será melhor pra vc e para ele... e que vc não está sozinha nessa... Beijos

  • Luciana Haubert diz: 30 de junho de 2011

    Olá

    Sei bem que você está sentindo, voltei a trabalhar a 1 mês e não foi nada facil sair de casa no dia fatidico.
    Mas acredite querida que com o passar dos dias esta dor imensa vai amenizar e você seu pequeno gatinho vão se acostumar.
    Fique tranquila por que o que você está fazendo é para dar uma vida melhor para se filho e você vai se sentir gratificada ao chegar em casa e ver aquele sorrizinho maravilhoso ao te ver.
    Força querida e boa sorte.

  • graziele (mãe do gabriel e mariana) diz: 30 de junho de 2011

    Cristiane, passei por isso e sei bem como é. Não é nada fácil, eu fiquei longe o dia todo , ou seja , trabalho em outra cidade e volto so tardinha. Te confesso que é mais dificil pra gente do que para eles. Saio com o coraçao apertado todos os dias, mas trabalho nao so pra mim, e principalmente para oferecer o de melhor para eles. Ligue para falar com ele sempre, que a saudade apertar, e mesmo que nao tenham um longo dialogo, ele sabera que voce pensa nele sempre, a todo momento.
    Não é facil, mas a gente consegui. A minha pequena tem 02 anos e ainda mama o peito quando retorno a tardinha pode rsrsr...., nao tem mais nada mas a gente fica grudadinhos, eu ela e o maninho Gabriel que ja tem 07 anos, e do qual também tive que deixar.
    Um super beijo e apesar de achar que não vocês vão conseguir.

  • Daniela diz: 30 de junho de 2011

    Só vai trabalhar de manhã e está arrasada? presumo se fosse o dia inteiro, cortaria os pulsos? rsrs

    olha, nos primeiros dias, primeiras semanas até, é bem dolorido, a hora do tchau é de cortar o coração.

    Mas se é necessário trabalhar fora, então precisamos passar por isso, e tratar tudo com naturalidade, passar segurança pro baby, que ficará sem a mãe, mas ficará bem cuidado.

    Essa segurança é muito importante, por isso que eu aconselho escolher bem onde deixar a criança.

  • Gabriela diz: 30 de junho de 2011

    Oi Cristiane,
    Realmente a adaptãção é muito difícil, mas é mais p/ as mamães, digo isso de carteirinha...Porém eu fiquei em casa com minha filhotinha até um ano e meio, fazem 3 meses que ela está na creche e as vezes ainda acho difícil ter que me separar dela, mas ela está super tranquila e você verá que teu bebê também irá se acostumar logo com a rotina.
    Dizem que quanto mais cedo o bebê vai para escolinha mais rápida é a adaptação. Não se preocupe ele ficará bem e terá muitos amigos, logo você também irá se acostumar, mas uma coisa é certa, você nunca deixará de sentir falta do cheirinho gostoso, do sorriso que amolece o coração, da pele macia...
    Quanto a amamentação é possível mesmo você colocando ele na escolinha, a Natália (minha filha) ainda mama no peito, pela manhã antes de ir para o maternal e a noite, acho que se você quiser continuar não será problema ainda mais se trabalha somente pela manhã.
    Espero que eu tenha lhe ajudado um pouco. Um abraço.

  • Glaucia…a mãe da Laura diz: 30 de junho de 2011

    Lembro como se fosse hoje o primeiro dia da Laura na escolinha...deixava ela e saia aos prantos sem ninguém ver. Chorava sozinha no carro indo até o trabalho...trabalhava e chorava e trabalhava..A Cristiane tem que agradecer por poder ficar longe apenas 1 turno. No meu caso largo a Laura às 7:30 e pego as 18:30 e hoje depois de quase 10 meses que ela está na escolinha vejo que ela já é uma mocinha, brinca com outras crianças, divide as coisas, sem contar a tranquilidade que temos em saber que estão sendo bem cuidadas...tão bem que ela ajuda a profe a fechar a porta de manhã me dando tchau bem feliz e quando vou buscá-la ela dá uma relutada para ir embora, quer ficar brincando mais um pouquinho...
    Cristiane...teu sofrimento vai passar em seguida...nos primeiros dias sei o quanto dói, mas passa e acaba virando rotina deixá-lo em casa ou na creche que vai ser uma coisa normal da tua vida. Pensa que tem o retorno pra casa e que o tempo que passamos juntos é precioso..às vezes esquecemos a louça na pia, a roupa fica para amanhã...a casa só ganha uma vassoura rápida pois esquecemos da vida quando estamos com eles.
    Um abraço grande

  • Silvana Schmidt diz: 30 de junho de 2011

    Passei por isso há pouco tempo, pois meu filho tem sete meses. Também voltei ao trabalho depois de quatro meses e foi bem complicado, ainda mais que trabalho o dia inteiro. No primeiro dia, cheguei na agência chorando. Mas a minha sorte é que tenho uma mãe maravilhosa que cuida do Antônio para mim. Na hora do almoço, saio correndo para casa dela e consigo dar papinha, dar mama e às vezes faço ele dormir.
    Não adianta, nossos filhos são a nossa prioridade, mas justamente por serem nossa prioridade é que devemos trabalhar para proporcionar uma vida boa para eles!
    A minha dica para a Cristiane é: pensa que tu vai poder cuidar do teu filho a vida inteira, este período vai passar e ele vai te amar do mesmo jeito!

  • Eliane, mãe do Alan diz: 30 de junho de 2011

    Oi Cristiane, a única coisa que tenho para te falar é que essa dor nunca passa, até hoje me dói o coração toda vez que deixo o Alan na escola, ainda bem que na maioria das vezes é o meu marido que o leva.
    Confiar na escola e nas profes é o que vai te deixar tranquila, se você sabe que ele vai estar bem cuidado e em um ambiente agradável, tudo se torna mais fácil. E o resultado você verá no desenvolvimento dele, pois o convivio com outras crianças é muito bom.
    Tenha calma, pois a tua insegurança vai ser percebida por ele.
    É um momento difícil do qual nós mulheres não escapamos, mas aprendemos a lidar.
    Boa sorte.
    Um beijão nesse moço lindo!!!!

  • Patty G diz: 30 de junho de 2011

    A vida é feita de escolhas. O caminho da maternidade é totalmente avesso ao caminho da competitividade do mercado de trabalho. No meu ponto de vista não existe excelente mãe ou excelente profissional!! Infelizmente nisso os homens levam grande vantagem se comparados ás mulheres que decidem ter filhos!! No mais acho que as Empresas não são obrigadas a se adaptar ao desejo de mulheres em se tornarem mães!! Fazer o quê? Antes de planejar em ter filhos a mulher tem que saber o prós e os contras da maternidade. O que diz a legislação trabalhista, os direitos, os deveres, etc. O bom dos tempos atuais que ter filhos não é mais uma obrigação da mulher e sim uma opção, uma escolha. Maravilha isto, não?

  • Os colegas do Daniel diz: 30 de junho de 2011

    Parabéns pelo guri.
    Mas ainda achamos que ele deveria ser gremista.
    O pai orgulhoso fala dele todo dia.

  • silvia diz: 30 de junho de 2011

    Olá Cristiane, também já passei por isso, sei o quanto é dificil deixar nosso maior tesouro ainda um bebezinho e sair para trabalhar, o Bruno foi pra escolinha com 4 meses, eu deixava ele e chorava, ficava preocupada, depois fui tendo mais confiança nas "profes", hoje ele tem 4 anos e continua na mesma escolinha, conhece todas profes de lá, os coleguinhas das outras turmas também, tudo que perguntar pra ele da escolinha ele sabe, e gosta de fica lá, das 8h ás 18:00hs, e quando chego pra buscar ele a tardinha, ele ainda me diz "mãe fica conversando com a profe", para ele poder brincar mais um pouquinho, o dia todo ainda é pouco pra tanta energia, como eu digo o Bruno foi criado em escolinha e é uma criança saudável, feliz, teimoso como quase toda criança, sabe brinca com outras crianças, dividir, conhece todo alfabeto, conta até 10, foi a melhor coisa que eu fiz, ele aprendeu muito na escolinha.

  • Chris diz: 30 de junho de 2011

    Olá Cris, pode ter certeza de uma coisa, a nossa adaptação longe dos filhos é muito mais complicada para nós do que para eles próprios. Daqui a pouco vc irá busca-lo na escolinha e ele irá chorar pois irá querer ficar mais tempo, parece loucura, mas aconteceu e acontece ainda comigo, se a escolinha é de confiança, se as profes são boas profissionais, fique tranquila, daqui a pouco vc se acostuma com esta separação, mas um conselho: ao deixar ele na escolinha não demonstre tristeza ou sofrimento, eles sentem tudo, se vc está tranquila ele ficará tranquilo, imagina o que pensa uma criança em que a mãe deixa na escolinha chorando e em prantos??
    Os meus foram para a escolinha com 4 meses, na verdade acabei ficando com eles em casa menos de 4 meses pois ficaram 25 dias na UTI Neo, eram picorruchos, nasceram 31/março, entraram na escolinha no inverno, lembro que já nem dormia durante as noites e ainda madrugava para dar tempo de arrumar os 3 para meu marido deixar na escolinha, acho que a separação não foi tão complicada pois como eu estava muito cansada, realmente exausta, ir para o trabalho era um descanso.....rsrsrrs
    Bjão e tenha a certeza que escolinha faz bem para teu filho.

  • Andressa Rossi Villanova diz: 30 de junho de 2011

    Oi Cristiane tenho uma filha de 1 ano e 5 meses e quando ela estava com 3 meses e 25 dias voltei ao trabalho, levei minha gravidez trabalhando o maior tempo possivel para que eu pudesse ficar mais tempo com ela depois de nascer. Lembro como se fosse hj o dia que deixei ela com a tia Sônia (minha super babá) chorei o tempo todo no serviço, qdo cheguei em casa a surpresa, ela não tinha chorado nada huahauau. Tenho a sorte de poder passar o intervalo do meio dia com ela e meu marido, almoçamos juntos e sempre faço ela tirar a soneca do meio dia.
    Cristiane é um perídodo de adaptação difícil, mas da tudo certo vc vai ver.
    Força na piruca

  • Catia Guindani, mamãe do Guilherme diz: 30 de junho de 2011

    Ai ai, acho que vou criar polêmica, mas vai lá...
    Patty G, gostaria de saber o que vc acha de vc?? excelente mãe? ou excelente profissional??
    Realmente não concordo com sua opinião, me considero excelente nas duas funções e de longe é muito mais difícil ser excelente mãe, pode ter certeza...
    Aqui na empresa onde trabalho se comenta inclusive que melhorei depois da maternidade, pois aprendi a delegar, coisa que não fazia antes, mas se consegui achar alguém tão bom quanto eu pra cuidar do meu filho, por que não acharia alguém tão bom para me ajudar em minhas funções??? Treinei muito bem a pessoa que me substituiu em minha licensa e quando voltei fui promovida... Claro que nos dois casos a supervisão constante é necessária e a responsabilidade continua sobre mim, pois se delega apenas a função e não a responsabilidade...
    Essa é minha opinião.

  • Patty G diz: 30 de junho de 2011

    Corrigindo uma frase que postei no meu comentário anterior: No meu ponto de vista não existe excelente mãe e excelente profissional!!

  • Márcia diz: 30 de junho de 2011

    Mamae..
    Nossa esta fase é muito dificil mesmo... eu passei por isto como todas as Mamaes... meu bebe foi para a creche com 3 meses e meio... eu realmente pensei em parar tudo.. e viver para ele... nao imaginaria como seria na creche... as profs nao saberiam cuidar dele.. quando ela chora.. de manha é so dar o brinquedo preferido... e se ele chorminga é pq ta com soninho... e ai por diante... é a pior sensacao que existe....
    Mas é precisa... doi .... machuca... faz querer mudar a vida.. o rumo de tudo.... mas o pior é que passa... ou melhor depois a gente aprende a controlar todos estes anseios...
    Hoje Rafa esta com 8 meses... adora a Creche... as profs... os colegas tudo....
    Pensa no lado positivo... canalisa teus pensamentos no lado bom...que vai ser otimo para ele... conviver com outras criancas.. ele vai se divertir... descobrir... vai amar....
    Parece cruel... mas passa... tenha pensamentos positivos e forca colega.

  • Patty G diz: 30 de junho de 2011

    Olá, Catia Guindani!! Respondendo a sus pergunta: me considero excelente profissional. Não sou mãe por opção. Desde que me tenho por gente notei que o exercício da maternidade não é pra mim. Tanto é que quando me casei deixei isso muito bem claro pro meu atual esposo. Digamos, hoje (tenho 32 anos), viesse a engravidar por "acidente" ...claro que isso não existe... minha vida iria desabar!!! Minha vida profissional e pessoal seria profundamente desestruturada.. Cuidar de outro ser humano não é pra qualquer um!! Não é pra mim, pelo menos. E como não quero deixar de ser prioridade pra minha vida.. optei por uma vida sem filhos. Liberdade e individualidade pra mim é mais importante que a reprodução .. maternidade, etc.

  • Patty G diz: 30 de junho de 2011

    Só pra encerrar... um recado ao criadores do blog: muito bom este epaço, as opiniões, os casos relatados. Como também trabalho na área da educação este espaço pra mim acaba sendo um "laboratório"!!! Continuem assim...

  • Ivana diz: 1 de julho de 2011

    Minha querida! como tudo na maternidade não tem receitinha de gaveta...É dolorido, gera muita saudade etc, porém necessário! Um mistura de saudade x inseguranca irá preencher o teu coracão, mas te acalma! como eu sempre digo: ACALMA O TEU CORACÃO, MÃE FELIZ - FILHO FELIZ

    Eu parti do principio basico NÃO POSSO FUGIR DA MINHA REALIDADE! e assim eu falava para o Bernardo, e pronto! Tenha a certeza que tudo ficará bem e ambos ficaram felizes....Converse com ele! (que por sinal é lindão) diga pra ele tudo que esta acontecendom que ele vai entender e juntos passaram por mais esse desafio, o primeiro de muitos....

    Desejo que Deus te dissernimento para tomar as tuas decisões, amor para que possa passar a todos ao teu redor e pasciencia contigo mesmo, lembre-se que somos tudo obras em andamento, tudo na vida é uma grande aprendizado.

    Abracos, Ivana

  • Jurema (mãe do João Pedro) diz: 1 de julho de 2011

    Nossa, também vou fazer parte do time das polêmicas!!! rsrsrs
    Como assim, temos que escolher entre ser excelente mãe ou excelente profissional?
    Quer dizer que também não posso ser excelente esposa/namorada e excelente mãe, afinal vou ter que dividir meu tempo entre meu marido/namorado e meu filho???

    Gente, maternidade não quer dizer EXCLUSIVIDADE! Os filhos são, sim, NOSSAS PRIORIDADES, mas não vivemos somente para eles. Somos filhas, esposas, amigas, netas, profissionais, etc, etc, etc... Uma coisa não exclui a outra. Talvez seja difícil ser excelente em todas essas tarefas ao mesmo tempo. Fato. Mas isso é mais uma questão de física (dois corpos não ocupam o mesmo lugar!!!rsrsrsr) do que de comportamento, atitude!

    Se você opta por ser SÓ MÃE, ótimo! Mas isso não significa que você é melhor mãe do que aquela que optou também por ser uma excelente Gerente de RH, excelente Jornalista, excelente Vendedora, excelente Médica, excelente Costureira, etc, etc...

    Se você opta por ser SÓ MÃE, ótimo! Mas isso não significa que seu filho será uma pessoa melhor ou você será mais feliz enquanto mãe, do que aquela que deixa seu filho na escolinha.

    Quantidade não pressupõe qualidade.
    A forma como você passa o tempo com o seu filho mostra mais muito o tamanho do seu amor por ele do que a quantidade de tempo que você passa com ele.

    E Cristiane: a escolinha faz tão bem pra criança! Ela se socializa, cria vínculos, amizades, aprende a dividir.... São só algumas horas! E você estará lá, produzindo, trabalhando, se realizando em outra esfera, que é a profissional.
    O peito aperta, eu sei. Não é simples, não é fácil, as vezes a gente chora... mas suport, acredite.

    Eu deixo o meu todo dia as 7h10min da manhã... Mas as 18h, quando busco, ele me olha com aquele sorrisão, solta uma gargalhadona, que é tão gostoso!!! Passo o dia com saudade, mas sabe aquela sensação boa de "matar saudade"? Ela vem quando eu busco ele. E todo aquele aperto passa! :)

  • Dani diz: 1 de julho de 2011

    Penso que as crianças gostam tanto assim de ficar nas escolinhas o dia inteiro porque não tem outra opção......E concordo com a Patty G, uma das duas coisas SEMPRE vai sair prejudicada!!!!

  • Catia Guindani, mamãe do Guilherme diz: 1 de julho de 2011

    Olha, por mim, polêmica encerrada, não se pode ter certeza sem provar... Acho muito acertada a escolha de alguns que optam por não ter filhos, acho mesmo que radicalização e "prioridades" não combina com maternidade, pois a maternidade é SEMPRE PRIORIDADE, mas não significa exclusividade...
    Não posso jamais opinar sobre carros se não conheço o funcionamento dos carros. Fiz a pergunta tendo certeza da resposta.

    e Jurema, obrigada pelo apoio, acho que isso sim é interessante, apoiar a pessoa, vc fala com propriedade (assim como a maioria das leitoras aqui) por já ter vivenciado a situação.
    Cristiane, volte para nos contar como foi MARAVILHOSO o primeiro dia de escolinha dele... com certeza esse será... beijos

  • Daniela diz: 1 de julho de 2011

    Patty G

    Nossa!

    Minha opinião é que a sua é um tanto preconceituosa.

    Nem todas as profissões são prejudicadas pela maternagem, e vice-versa.

    Vou citar como exemplo, o meu dia a dia.

    Trabalho com professoras, muitas são mães, de adolescentes e de crianças pequenas.

    Não são melhores ou piores no que fazem, e nem deixam lacunas, no seu trabalho.

    Entre as que são mães e as que não são, não há diferença por serem mães ou não.

    Não sei se vc é mãe, mas há algumas coisas bem positivas que muitas de nós adquirimos depois da maternidade.

    Uma delas é a responsabilidade.

    E eu entendo que na vida profissional, isto é fundamental, então, ponto para nós.

  • Morgana ( Mãe do Dudu) diz: 1 de julho de 2011

    Cristiane, realmente todas nós mães já passamos por isso, ou qse todas...
    Posso te garantir que com o tempo vai amenizando, não passa, mas agente vai se acostumando com a idéia de ficar longe dos nossos maiores tesouros, os FILHOS. E você quando estiver junto dele, vai aproveitar cada minuto com ele...

    E Patty G é uma pena vc não ter filhos, vc NUNCA vai entender o sentir o que é AMOR verdadeiro, amor incondicional... mas como vc disse é opção sua, e temos que respeitar, mas se por ACIDENTE isso acontecer, pois quem está na chuva é para se molhar, você vai entender o que todas nós mães sentimos...

    E sou uma excelente profissional, mãe, esposa, amiga... enfim, como a Cátia comentou, me tornei uma pessoa melhor, e aprendi a delegar mais as funções, isso tbém dita a pessoas que trabalham comigo.

    Cátia, talvez o que faltava em nossas vidas, era os filhos.

  • Taís diz: 1 de julho de 2011

    Oi Cristiane, o que tenho para te dizer é que meu filho hoje esta com dois anos e oito meses e em março deste ano quando retornei de minhas férias de 30 dias que passei grudada nele também chorei mais uma vez, acredita? rsrsrsrrsrs... Então querida, isso vai passar, é claro que todos os dias penso como eu gostaria de ficar com ele, mas fazer o que, temos que trabalhar e ainda melhor para o bem deles mesmo.
    Bjos Taís.

  • Lore diz: 1 de julho de 2011

    Cristiane,

    imagino o quanto estaja sendo dolorido para você agora. Mas, pense que coisa maravilhosa que você tem. Você irá trabalhar de manhã enquanto o seu bebê vai pra escolinha bem bacana que você escolheu, ele vai brincar com outras crianças, se socializar, criar vínculos com outros adultos (o que é bom), você terá um suporte extra pra quando ficar sobrecarregada ou doente (mãe também tem gripe, febre, dor de barriga...). E pelo que entendi do seu relato, o turno da tarde vc poderá ficar com o seu bebe!!! Acompanhar de perto o seu desenvolvimento, brincar, cuidar... E vc terá tudo isso sem precisar abrir mão de nada! Ser mãe é maravilhoso, os filhos são sempre prioridade, mas não exclusividade. É bom trabalhar, isso dá satisfação pessoal, plenitude. Vc será excelente mãe e ótima profissional.

    Um recado a todas as mamães, por experiência própria. Por melhor que seja a escola, sempre confiar de olhos bem abertos...

    E feliz o tempo em que a mulher tem o direito de escolha! Mas, o preconceito é sempre uma droga.

  • Cristiane Antonioli diz: 1 de julho de 2011

    Olá!!!

    Aqui estou para agradecer a todas pelas palavras de apoio, e depois de ler todas as respostas percebo que realmente me tornei MÃE!!! Quantas vezes ouvi a tal frase: “quando tiver o teu filho vc vai saber muito bem o que é ISSO”. E esse “ISSO” se refere a amor incondicional, preocupação constante, tempo para tudo (é impressionante quantas coisas faço em um minuto!!!) e o mais importante se sentir tão completa como pessoa e como mulher!!! Nós MÃES somos capazes de compreender todo e qualquer sentimento, somos cumplices da mesma dor!!! Sou educadora e já vivenciei com as mães dos meus alunos o que estou passando hoje, e nem em sonhos imaginei que era tão dolorida essa separação.

    Muito obrigada meninas, vcs me tranquilizaram, fico super feliz em receber as respostas de vcs, pois escrevi em um momento cheio de angústias e vcs prontamente me deram um minutinho de atenção!

    O primeiro dia do meu muchacho na escolinha, foi super bom, senti ele mais tranquilo durante a tarde, até pq EU estava mais tranquila!!!

    Obrigadão por fazerem parte desse momento meu e do Vicente!!!

    Bjinhos a todas!!!

  • Eliane, mãe do Alan diz: 1 de julho de 2011

    Gostaria de dizer para a Jurema e para a Cátia, que assino em baixo de tudo o que elas escreveram.
    E como diz um ditado: Se aprende pela prática, e não pela gramática!!
    Beijo a todas as super mães e pais!!!!

  • Marcia Alencastro diz: 1 de julho de 2011

    Quer dizer que aqui todas são excelentes mães, exelentes profissionais, excelentes mulheres, excelentes esposas? Contem outra!!
    Tá mais pra quem conta um conto aumenta um ponto. Pronto, falei!!

  • Lore diz: 1 de julho de 2011

    Não Márcia,

    aqui somos todos mulheres e homens que erram e acertam, buscam apoio na experiência dos outros e tentam ajudar na medida do possível.

  • Jurema Mãe do João Pedro diz: 2 de julho de 2011

    Sim, Márcia!

    Me considero excelente em tudo! Não o tempo inteiro, OBVIAMENTE (isso eu já expliquei, volta lá em cima e lê novamente se você não entendeu).

    A questão aqui é maternidade (se você também não entendeu, o blog chama-se MEU FILHO por isso! Os temas são voltados para a maternidade), e o que estamos dizendo é que o fato de ser uma excelente mãe, não te impede de ser excelente em outras "áreas".
    Bem pelo contrário: a maternidade ajuda a nos desenvolvermos como profissionais (traz mais senso de responsabilidade, mais senso de praticidade), como esposas/namoradas (ficamos mais tolerantes, a relação fica mais sólida) e por aí vai.

    E tenho certeza que a maioria das mães que estão aqui também são excelentes naquilo que fazem.

    Mulheres que não se dividem e sim se multiplicam. Mulheres REALIZADAS, que cumprem as suas tarefas (pessoais, profissionais e maternais) com AMOR e da melhor forma que podem! Mulheres que QUEREM acertar. Que erram, mas que buscam acertar. Mulheres que mesmo tendo 1.000 coisas para fazer, ainda entram em um blog e oferecem apoio para outras pessoas que nem conhecem! De graça. Que compartilham suas experiências porque querem ajudar, simples assim.
    E por tudo isso merecem sim, o título de excelentes!!

    Agora se você não entendeu, lê mais uma duas ou três vezes que você entende, ok?!
    Tenta de trás pra frente, quem sabe funciona.
    PRONTO!!! FALEI TAMBÉM!!!!

  • andressa diz: 2 de julho de 2011

    Acho que a maternidade amplia muito a vida de uma mulher, tanto quanto as suas responsabilidades, como também quanto a capacidade de fazermos coisas nunca imaginadas antes, e quando conseguimos nos dar conta do quanto isto é maravilhoso a tendência é de que nos tornemos pessoas melhores em todos os sentidos. A natureza é muito sábia neste sentido e só quem tem um filho conseguer compreender isso, não há manual que expresse em palavras o sentido da maternidade na vida de uma mulher. Mas por outro lado, penso que é muito bom que hj as mulheres possam optar por não serem mães, pq há pessoas sem a mínima capacidade para isso e que fica evidente que caso venham a ter filhos cumprirão da pior maneira possível este papel.

  • Ivana diz: 3 de julho de 2011

    Nossa! quanto polemica...Isso é bom, produtivo....
    Mas o mais importante nesta hora foi que a Cris e seu filhote foram bem em seu primeiro dia! e outros dias virão melhores ainda...
    Cris, logo viverá grandes emocões, prepare-se o seu coracão! é bom demais ver a evolucão deles, hoje o Bernardo já esta no Maternal A (dois anos e meio) contando como foi o seu dia, os trabalhos, contando da professora Pati (que por sinal é maravilhosa e ele adora) falando dos seus colegas....olha poderia ficar horas e horas contanto os grandes beneficios que é uma crianca na escola e com uma mãe tranquila, feliz e uma super profissional! Lembre-se: Mãe feliz, Filho feliz!
    Beijocas...Ivana

  • Daniela diz: 4 de julho de 2011

    Oi Cristiane

    viu? então é como eu te disse, no inicio é bem dolorido, hj qdo eu volto das férias, volta todo o processo da dor de separação, volta a rotina do trabalho...
    um abraço!

  • Laura Diniz diz: 6 de julho de 2011

    Olá Cristiane.

    Separação de mãe e filho é uma situação muito difícil e ninguém consegue ter este dor. Quando precisamos voltar a rotina de trabalho depois da licença maternidade, é complicado, pensamos mil e um coisas: com quem deixar: babá? creche? ou cuidados da vovó? Será que vão cuidar bem? Será que vão alimentar bem? Será que vão cuidar as fraldas quando precisar trocar? Passa mais coisas na cabeça da gente.

    Quando o Pedro foi pra escolinha final de fevereiro deste ano, nossa! Sofri tano, bateu uma dor no peito e uma angústia, não me continha em ficar quieta e concentrada. No início não foi nada fácil, mas ele se adaptou primeiro e melhor que eu.

    A escolinha faz com que as crianças tenham uma evolução pra melhor muito rápido. Hoje o Pedro, nem me olha mais quando chega na escolinha e muito menos me dá tchau. Em pouco tempo de ingresso na escolinha, já fala os nomes dos colegas, conta o que fez na manhã, fala os nomes das profes, o nome de quem faz as comidinhas, já forma frases e fala com mais clareza.

    Mamães, tem o lado ruim e o lado bom da escolinha: o ruim é a separação de mãe e filho e o lado bom é a evolução de aprendizagem que as crianças tem em pouco tempo. Vale a pena arriscar!

    Abraços.

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