Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 7 julho 2011

Como atravessar a rua

07 de julho de 2011 0

Se você quer ensinar os seus filhos a atravessar a rua com segurança – e também lembrar como se atravessa de forma segura – siga esses cinco passos:

1) Ao achar uma faixa ou ponto de travessia sem faixa, pare em cima da calçada, atrás do meio-fio – Pisar no asfalto não vai fazer você atravessar mais rápido. E lembre-se que alguns motoristas passam muito rentes à calçada, podendo lhe atingir

2) Olhe para os dois lados – Mesmo que a rua seja de mão dupla, repare os dois sentidos. Alguém pode vir na contramão

3) Seja paciente – É preciso esperar que todos os veículos parem. Caso o local não tenha faixa, espere que todos os carros passem. Não saia correndo daqueles carros mais lentos. A prefeitura recomenda que os motoristas liguem o pisca-alerta para sinalizar que vão parar para sua travessia. Ao sinal deles, passe

4) Ande em linha reta – Andar na diagonal aumenta o percurso da travessia. Cruze a via em linha reta, o mais rápido possível. Se você estiver com uma criança, não a pegue pela mão, que pode estar suada ou escorregadia. Segure-a pelo pulso

5) Mantenha a vigilância – Atravesse cuidando para ver se não vem nenhum carro em sua direção

Dicas publicadas no Diário de Santa Maria desta quinta-feira

Viva a Faixa no ar

07 de julho de 2011 0

A menina protagonista da campanha, a Ana Caterine, é ainda mais linda e graciosa pessoalmente. E o grupo Sorriso com Arte, do Colégio Coração de Maria, é, simplesmente, sen-sa-ci-o-nal!!!

Eis o VT que prometi mostrar para vocês, o carro-chefe da campanha Viva a Faixa.

Seja exemplo para seu filho

07 de julho de 2011 2

Muito bacana a campanha que o Diário de Santa Maria e os veículos veículos do Grupo RBS Santa Maria lançam na manhã desta quinta-feira, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

É com muita satisfação que vou participar do lançamento da iniciativa batizada de Viva a Faixa - com respeito, a vida é mais bonita (acima o cartaz da campanha), vestindo a camiseta da campanha. O Diário de Santa Maria, a RBS TV e as rádios Atlântida e Itapema FM Santa Maria estão encarando a missão de despertar a comunidade para a importância de fazer da faixa de segurança um local de segurança, e não mais sinônimo de perigo e de mortes.

Viva a Faixa surgiu depois que dois acidentes graves foram registrados em Santa Maria. Um padre de 86 anos morreu atropelado em cima da faixa, e uma menina de 5 anos foi atingida por um carro que não respeitou as faixas brancas. A menina não morreu, mas sua vida está ligada a sondas e soros.

No Diário de Santa Maria desta quinta-feira, a mãe da pequena Luiza Helena fala sobre a importância da iniciativa. Impossível não se emocionar com a entrevista que a mãe deu à repórter Tatiana Py Dutra:

Entrevista Gabriela Toledo, mãe de Luiza Helena Toledo de Moraes, atropelada em 24 de abril

"Ele deve estar se sentindo pior do que eu"

O cabelinho cacheado emoldura o rosto de pele branca e as bochechas rosadas da menina que dorme. Sobre a cama, brinquedos de pelúcia. No quarto, uma réstia de sol ilumina os brinquedos coloridos, e a TV ligada exibe, em volume baixo, um show da dupla Victor & Leo. Nada no ambiente pareceria anormal, não fosse o fato de a pequena estar ligada a sondas e soros - e de sua vida depender delas.

Desde o dia 24 de abril, Luiza Helena Toledo Martins, 5 anos, está confinada a um leito do Hospital de Caridade, vítima de atropelamento. De lá para cá, venceu a morte e deixou a CTI, mas tem uma longa caminhada pela frente. Sua mãe, a personal trainer Gabriela, 25 anos, deposita suas esperanças na capacidade de regeneração do organismo da filha. Ela espera que os jovens neurônios passem a desempenhar funções perdidas, como as da fala e da locomoção, e que a menina, que hoje só se move por reflexo, dance e sorria novamente.

Com o apoio da fé, de familiares e de amigos, Gabriela abdicou do trabalho e dedica os dias à filha enferma. À noite, vai para casa cuidar da caçula, Ana Carolina, de 1 ano e meio. À jornada de carinho, adiciona esperança por um trânsito pacífico:

- Espero que a prefeitura coloque mais faixas em elevação em áreas de movimento, que os pedestres sempre usem a faixa, e, principalmente, que os motoristas a respeitem.

No dia 28 de junho, Gabriela deu uma entrevista, por telefone, ao Diário. Confira trechos da conversa:

Diário de Santa Maria - Qual é o estado de saúde da Luiza hoje?
Gabriela Toledo - É estável. Ela não corre mais risco (de morrer). Só que não fala, só se alimenta por meio de sonda gástrica, não se mexe voluntariamente. Ela abre os olhos, mas a gente não sabe se reconhece as pessoas. Mas quando eu converso com ela, ela abre os olhinhos, presta atenção. Acredito que ela me reconheça.

Diário - Qual é a rotina dela?

Gabriela - Ela faz fisioterapia três vezes por dia e trabalho de fonoaudiologia duas vezes por dia. Como sou da área de Educação Física, também procuro fazer alguma atividade.

Diário - Você mostra fé na recuperação da sua filha...

Gabriela - Nas horas difíceis, a gente tem mais fé do que antes porque está tudo nas mãos de Deus. Acredito que, leve o tempo que precisar, ela vai voltar a andar e a falar.

Diário - No dia do acidente, Luiza estava com os seus sogros. O que eles contaram sobre o acidente?
Gabriela - Até hoje, na verdade, não me contaram nada. Eles se sentem muito mal com tudo o que aconteceu. O que sei, li no boletim de ocorrência. O meu sogro atravessava a rua de mãos dadas com meu enteado, minha sogra com a Luiza e meu cunhado com minha enteada. O meu sogro atravessou até o canteiro e, quando minha sogra chegou no meio da rua, na faixa, a Luiza soltou a mão dela. O carro pegou ela. Ele vinha em alta velocidade porque, segundo testemunhas, ninguém o viu vindo.

Diário - O que houve depois?
Gabriela - O motorista prestou socorro. Ele veio ao hospital, se dispôs a ajudar. Só não consegui falar com ele. Não tinha cabeça para isso.

Diário - Você sente rancor em relação ao motorista?
Gabriela - Rancor, não tenho. Tenho pena, porque ele deve estar se sentindo pior do que eu. Minha dor é ver minha filha do jeito que está e lembrar que ela era uma criança que chamava a atenção onde chegava porque era muito falante. Não quero que ninguém sequer imagine o que estou passando.

**************************************************************

Como pais, nós temos a obrigação se sermos exemplos para nossos filhos. Sermos exemplares motoristas, que respeitam SEMPRE a faixa de segurança. Sermos pedestres, que atravessam as ruas com segurança usando SEMPRE as faixas de pedestres. A criançada ajuda, e muitos pequenos cobram dos pais que não são exemplos.

O Bruno sempre procura pela faixa para atravessar, mesmo que isso signifique caminhar muito mais até achar uma (isso que ele não gosta muito de ter de caminhar...). Não sei de quem ele ouviu, mas passou a sentenciar todas as vezes que não encontra uma faixa próxima:

- Mãe, a gente tem de reclamar pro prefeito botar uma faixa aqui.

A última reivindicação ocorreu a menos de uma quadra de casa, numa avenida bastante movimentada. O que não entra na sua cabecinha é por que alguns motoristas não param:

- Mãe, por que uns param, e outros, não? Não é certo, né?

Não é, Bruno. Mas eu tenho muita esperança que nossa Santa Maria da Boca do Monte, a Cidade Cultura, passe a ser um exemplo de respeito à faixa de segurança e, principalmente, de respeito à vida.

Confira ainda hoje no blog:

- Os cinco passos para ensinar seus filhos a atravessar a rua com segurança - e também lembrar como se atravessa de forma segura e ser um exemplo para eles

- O vídeo da campanha que, com certeza, vai emocionar pais e filhos (tenho certeza que a criançada vai adorar)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...