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Posts de julho 2011

Colônia de férias...

31 de julho de 2011 0


Mauricio Tavares / Divulgação


Tão conhecidas pelo público nos filmes americanos, as colônias de férias infantis ganham espaço no Rio Grande do Sul, como mostra este material de divulgação que nos foi enviado pelo hotel Vila Ventura, de Viamão (RS). Ele recebeu um grupo de 70 crianças para atividades que foram desde pescaria até escaladas. Com esse novo nicho de mercado, a expectativa é aumentar em 30% até o final do ano esta demanda entre escolas e outras instituições.

Muito difundido em outros países, o conceito de colônia de férias já é consolidado em regiões brasileiras como o Sudeste e chega ao Sul com estrutura personalizada. A ideia é incentivar brincadeiras em equipe utilizando o espaço de 105 mil metros quadrados de área verde do local, que conta com um ambiente pronto para receber crianças.

Entre as atrações preferidas do grupo que está atualmente na colônia estão o paredão de escalada, trapézio, pescaria e caça ao tesouro. As atividades são monitoradas por responsáveis, que, para tranquilidade dos pais, acompanham as crianças em todos os momentos.

- Queremos mostrar que é mais saudável e divertido aproveitar o período de férias ao ar livre com muita natureza – conta o diretor de Marketing do Vila Ventura, Maurício Tavares.

São organizados grupos que, além de serem recebidos para prática de esportes e brincadeiras, são hospedados na estrutura do hotel em acantonamentos, estimulando o convívio com diferentes crianças, com idades entre 8 e 14 anos.

Mais informações pelo telefone (51) 3045-9000 ou site www.vilaventura.com.br


Mauricio Tavares / Divulgação






Pais campeões...

30 de julho de 2011 0

O blog vai receber, em breve, as inscrições de uma promoção bem legal, que tem como objetivo homenagear os pais em seu dia. O concurso cultural Meu Pai, Meu Campeão será lançado em breve no Diário de Santa Maria e também aqui no Meu Filho. A ideia surgiu de uma vontade minha e da Tici de presentear os pais por meio de uma promoção. Pensamos, pensamos, e o setor comercial do Diário comprou e viabilizou a ideia.

Filhos de pais colorados e gremistas que moram em um dos 36 municípios de cobertura do jornal, na região central do Rio Grande do Sul, já podem ir pensando em uma resposta para a pergunta “Por que meu pai é um campeão?”.

A melhor delas será premiada com uma camisa oficial do time do coração do pai e um abrigo esportivo da Práxis Sports.

Serão dois pais premiados: um do Internacional e um do Grêmio.

Vá pensando aí e aguarde os detalhes do concurso que serão divulgados em breve no jornal e também aqui no blog, que trará o formulário da inscrição e o regulamento.

Fim de férias...

29 de julho de 2011 1

A avó que mora longe do neto deu uma mãozinha, e a mãe conseguiu descansar nas férias, pelo menos em parte delas. O pequeno cansou a avó de tanto brincar, e a mãe aproveitou a chuva que caiu em 5 dos 6 dias para fazer o que gosta muito, mas que faz muito pouco: ler. E há algo melhor do que um bom livro com o barulhinho da chuva lá fora?

A mãe entrou em cena em alguns momentos do dia – na hora em que a avó ia dormir, e o pequeno ainda tinha muita energia para gastar; na hora de dormir (o guri nem cogita em dormir antes de fazer a oração com a mãe e conversar sobre o dia); na hora da homeopatia… Não dá para tirar férias de filho, até porque eu nem conseguiria isso, mas que é bom ter momentos só para nós, isso não dá para negar…

A avó deixa tudo, permite tudo, não sabe dizer “não” para o moleque. E o guri se aproveita… Nas fotos, ele “ajuda” a avó a fazer a massa de um salgadinho caseiro que ele adora… Nem preciso dizer como o ajudante se saiu, né? Na foto abaixo, um intervalo na lida para fazer pose para a foto…

O retorno

Na volta para casa, e ainda com alguns dias de férias, a mãe entra em cena novamente para jogar futebol com o pequeno no gramado de casa nos raros dias de sol… Para, junto com o pai, levá-lo ao circo…. E para curtir um parque de diversões que está na cidade (o guri só não gostou do trem-fantasma, e, com medo, quis descer do carrinho no meio do passeio…). Também quis levar a mãe para todos os brinquedos, inclusive naqueles em que eram permitidas crianças com até 7 anos… Ainda bem que, como a mãe, ele não gosta muito das alturas, e só ficou brincando mesmo em terra firme… Nem roda gigante, eu encaro… Se um dia quiser ir, vai ter de apelar ao pai…

Agora, o piá curte os últimos dias de férias, para voltar à escolinha na semana que vem. Fica na companhia da outra avó enquanto os pais trabalham, e também aproveita para cansá-la de tanta brincadeira.

Mais avós devem cansar enquanto os pais descansam nas férias de inverno… E os pequenos adoram essa convivência… Vai ver que, pra eles, também deve ser saudável tirar um pouco de férias dos pais…

Em tempo, um abraço apertado em todos os vovôs e vovós, que comemoraram o seu dia em 26 de julho! Nossos filhos são mais felizes porque podem contar com o amor de vocês!!   

Filhos são tesouros, não lixo

28 de julho de 2011 18

Lembram da moça que tinha medo de ser mãe que a Livia nos contou?

Será que esta mãe que é notícia nacional nesta quinta-feira não deveria ter pensado antes de engravidar pela quarta vez?

Ou será que se trata de depressão pós-parto?

Não sei responder, mais só sei que é mais uma entre as tantas histórias horríveis envolvendo crianças.

Quem ainda não viu esta notícia, de uma olhada nesta matéria no G1.


http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/mae-que-disse-ter-encontrado-bebe-na-lixeira-respondera-em-liberdade.html

Em dose dupla

28 de julho de 2011 3

Um vídeo muito divertido postado no Youtube, indicado por um colega. Vou mostrar para o Davi, vai que ele se empolga e aprende essa dancinha também.



Proibido projetar

27 de julho de 2011 2

Você já disse ou pensou nas seguintes frases abaixo (ou algo do gênero):

_ Meu filho veio para me salvar

_ Meu filho é a minha vida inteira

_ Não existo sem meu filho

_ Quero que ele seja…

_ Quero que ele não seja…


Se a resposta foi sim, alto lá. Talvez você esteja sobrecarregando demais o pimpolho com seus sonhos não realizados.

Como disse o psiquiatra Alceu Gomes, tudo aquilo que os pais pensam em mudar nas suas crianças, deveriam primeiro examinar se não é algo que é melhor mudar neles mesmos!

Será que não é você que quer ser bailarina?

Ou miss?

Beijos



Mãestraterrestre

27 de julho de 2011 20

Lembram da moça que tinha medo de ser mãe? Conheci outra, parecida.

Veio me perguntar se era fácil encarar a maternidade. Eu disse que não era nada fácil, tinha que ser macho para encarar.

E se ela quisesse encarar, se considerava “macha”, que fosse em frente, porque o tempo é implacável com a mulher. Com a mulher, porque homem pode ter filho até com 80 anos.

Desta vez, entretanto, resolvi agir diferente.


_ Mas e a independência?, indagou ela.

_ Vai para o saco. Creio que um dia volte, mas não se preocupe, a revolução sexual foi nos anos 60 e você não vai mais precisar queimar sutiã ou provar que somos melhores que os homens. Até licença-meternidade de seis meses as empresas já estão dando.

_ E o sono? _ continuou ela.

_ O que é isso? _ respondi.

_ E o trabalho, como tu faz? Onde ele fica?

_ Existem serviços especializados, chamados ”creches” e “babás”. Madrinha também conta.

_ Quanto custa a babá? E a creche? Não poderei pagar.

_ Caro, vai dinheiro. Uns R$ 800. Mais um monte de coisa: leite, fralda, roupa, brinquedos.

_ Minha mãe não pode ficar com ele.

_ A minha também não. Mas ele não fica abandonado por isso. Aliás, onde eu trabalho, todo mundo tem filho. E até hoje eu faltei uma vez só o trabalho porque ele ficou doente. Ah, tem remédios, plano de saúde, febre… Sem falar as manhas, a choradeira e a paciência.

_ Bah…

_ Ah e tem mais. As “peita” caem. Nunca mais vesti manequim 38. A cicatriz da cesárea é enorme.

_ …

_ Eu disse, tem que ser macho.



PS: Estou cada vez mais convencida que mães são deveriam estar presas, trancafiadas em jaulas no zoológico.


De partir o coração

26 de julho de 2011 19

No Blog, tentamos dividir com vocês as várias experiências, alegrias e felicidades que temos com nossos filhos. Mas hoje vou falar de uma tristeza enorme que tive esses dias. Não com meus pequenos, que só me trazem alegria, mas com uma cena que vi no centro da cidade.

Estava passando pelo Calçadão com minha esposa, num dia chuvoso e frio, quando olhei para a frente e enxerguei um pequeno indiozinho. Mas pequeno mesmo, acho que tinha 1 ano. ele estava descalço e com pouca roupa para um dia tão frio. Nas mãos, tinha uma cestinha de vime, pedindo para as pessoas que ali passavam, alguma ajuda.

Sei que, muitas vezes, são os pais que levam essas crianças _ independentemente de serem índias ou não _ para pedir. Não sei se eles não têm com quem deixá-las ou se é para comover as pessoas que passam por ali e também sei que ver cenas como essas já é comum para quem passa pelo centro.

Só que naquela hora, que olhei para aquele pequeno e meu coração entristeceu (na verdade, está triste até agora ao escrever esse texto). Fiquei olhando aquela criança e me lembrei do meu pequeno Davi.

Me deu uma angustia tão grande que tive vontade de pegar aquela criança e levar embora para minha casa. Se eu pudesse, seria isso mesmo que faria (a Melissa e o Davi iriam adorar).

Sei que muitos dizem que não é certo dar dinheiro, que isso só incentivaria as pessoas a pedir. Mas não teve como pensar nisso, o que eu queria era somente ajudar aquela criança.

Na hora que ela veio em nossa direção, ajudei, mas para nós, não parecia ser o suficiente.

Fomos dar algumas voltas no centro e notei que a Flaviana estava com os olhos cheios de lágrimas. Aquele pequeno não saia das nossas cabeças.

Então, decidimos ir comprar algumas coisas para ele comer. Pensamos que ajudando dessa forma, pelo menos saberíamos que estávamos fazendo a nossa parte.

Sei que fizemos o que nosso coração mandou. Pensei que se cada um ajudasse um pouquinho teríamos um mundo bem melhor de viver e seria mais difícil de enxergar uma cena daquelas, de partir o coração.

Aquilo me marcou. Fico pensando todos os dias como estará aquela criança.

A escolha da profissão

25 de julho de 2011 1

Hoje vou falar sobre uma das coisas mais difíceis da vida: escolher a profissão. A história começa com um menino que não acabou de completar 5 anos. Ele viu o caminhão do lixo e proferiu:

– Mamãe, quero ser lixeiro!

O encantamento com a profissão continuou. Alguns dias depois, o guri partiu orgulhoso por mais de uma quadra junto com os garis. O desejo de ser lixeiro permaneceu por alguns meses, depois ficou esquecido, assim como as opções posteriores de ser bombeiro, super-herói…

Com o passar do tempo, o habilidoso garoto continuava a sonhar. Na adolescência, desejou ser jogador de futebol e médico. Inteligente, passou num concorrido vestibular. No segundo ano de Medicina, a mãe percebeu que o filho estava entusiasmado com a futura profissão e, ao mesmo tempo, balançado com a ideia de seguir a carreira de jogador. Diante da indecisão do filho, a mãe tomou uma decisão ousada:

– Tranca o curso, meu filho, e vai ser jogador. Não quero te ver mais velho e frustrado por não ter seguido o teu sonho.

O jovem seguiu a orientação da mãe. A vida de jogador profissional foi curta, mas intensa. Hoje ele é um médico promissor.

Há uma semana, foram abertas as inscrições para um dos vestibulares mais concorridos do Estado, o da UFSM. Em muitos lares, esse deve ser um momento de indecisão tanto para os filhos quanto para os pais. A pressão sobre os adolescentes nem sempre é consciente.

– O importante nesse momento é não realizar os seus sonhos através do filho. Permita que ele tenha autonomia com responsabilidade – pondera o psicólogo Jaisso Vautero.

Para bem orientar o filho, os pais precisam saber o que ele pensa, entender o funcionamento dos processos seletivos e a realidade do mercado de trabalho. Se o filho está perdido, cobrar um rumo na vida, sem forçar uma escolha. Por mais paradoxal que possa parecer, permita que o filho erre. Cultura e educação nunca são demais. O especialista ainda lembra que um curso superior não é a única saída. Vautero lembra que as maiores fortunas mundiais foram herdadas ou estão nas mãos de pessoas sem diploma universitário, como Bill Gates, da Microsoft.


Faça o teste

Se o filho não tem ideia sobre o seu futuro, para ajudá-lo a ideia é olhar primeiro para dentro de si e, depois, para fora. Por isso, a lista de perguntas abaixo pode ser muito útil na tentativa de encontrar um caminho. Peça para o seu filho responder às seguintes perguntas:

Quem eu sou?

Quem eu quero ser?

Que habilidades eu tenho? Por exemplo, gosto de escrever, de falar em público, desenhar, lidar com números?

Me imagino trabalhando aonde, num ambiente fechado ou aberto?

O que eu fiz até agora que tive um bom desempenho e me deu prazer?

Quais as profissões da família? Alguma te agrada?

Quais os estilos de vida determinados pelas profissões? Trabalha fim de semana, feriado, em regime de plantão?

Que padrão de vida quero ter?


Dicas para os pais

Não realizar os seus sonhos através dos filhos

Saber o que o filho pensa

Entender os processos seletivos

Estar por dentro do mercado de trabalho

Permitir que o filho erre

A universidade não é a única saída

Cobre rumo na vida, mas não force uma escolha

(Ticiana Fontana)

 

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria.





Lições do Pequeno Príncipe

25 de julho de 2011 0

Por Iana Stadulne Aquino, psicóloga

“Era uma vez um pequeno príncipe que habitava um planeta pouco maior que ele, e que tinha necessidade de um amigo…” (p.20)
Era uma vez um pequeno príncipe que possuía três vulcões e uma rosa;
Era uma vez um pequeno príncipe que um dia decidiu partir;
Era uma vez um pequeno príncipe que, depois de muito viajar e muitos planetas visitar, na Terra veio parar.
Era uma vez um encontro…

Com a mesma delicadeza do “era uma vez” dos contos de fadas, Saint _ Exupéry nos conduz em uma profunda experiência de entrada no universo infantil. Além de nos mostrar e nos contar o mundo pela perspectiva da criança, o autor consegue muito mais: ele promove um encontro e uma inevitável visita ao infantil que habita cada um de nós.    O principezinho e seu narrador vão, com a perspicácia que as crianças têm, dando conta de enfraquecer as raízes das certezas que as “pessoas grandes” cultivam. E há raízes, que como as dos baobás, podem fazer grandes estragos no solo que nos sustenta. Eles nos apontam que os adultos e seus cálculos, suas explicações detalhadas e seu apego à aparência, só se enganam. De um jeito muito singelo, colocam diante de nós a nossa cegueira. Onde está o que procuramos? Nosso olho alcança?


Algumas sugestões de como as pessoas grandes podem abordar o livro com os pequenos:

Roda de conversa _ Seria uma boa maneira de dar voz às crianças, já que é também o tom do livro. Um espaço em que elas pudessem, com a ajuda do professor, conversar sobre a leitura. Algumas perguntas poderiam disparar a discussão: o que teriam a perguntar para o pequeno príncipe? O que teriam a dizer para ele sobre o nosso planeta? E sobre as pessoas grandes?

Oficina de desenho _ O desenho é uma ótima forma de expressão das crianças. Penso que funcionaria bem com os menores da terceira e quarta série. Cada um produz um desenho a partir da leitura, pode ser bem livre ou inspirado em algum momento da história que achou mais interessante. As produções poderiam fazer parte de uma exposição na sala-de-aula ou em outro espaço da escola.

Atividade teatral _ Podem escolher um pedacinho do livro ou o livro todo para montar uma pequena peça.

Produção textual _ Poderiam tomar como mote da escrita o livro de forma geral ou ainda escolher algum aspecto que para si tenha tocado mais. Ou também o professor pode pinçar algumas temáticas (cuidado com a natureza, amizade, pode propor também que contem alguma situação em que tiveram que enfrentar algo novo ou se despedir de algo ou alguém…) para que eles possam escolher.
P.S: Algumas atividades podem acabar abarcando duas disciplinas, por exemplo, artes e língua portuguesa (desenho e produção textual, teatro)

Quem educa, rala

24 de julho de 2011 3

Sempre achei que a minha hora de entrevistar Içami Tiba chegaria.  E chegou.

A entrevista que eu fiz com ele será publicada amanhã, no caderno Meu Filho, de Zero Hora, e se deve principalmente ao evento que ele participará aqui na Capital na terça-feira, como convidado do Conversa no Praia, talk-show promovido pelo Praia de Belas Shopping e pela Saraiva MegaStore ocorre das 19h às 20h e tem entrada franca.

Não vou adiantar nada da entrevista, que ficou bem legal, diga-se.

Apenas comentar a principal lição que tirei do nosso papo, algo que eu realmente suspeitava:

educar um ser humano é o que há de mais difícil no mundo.

Quando ele disse isso, caiu a ficha.

Plim.

Eu que achava que duro mesmo era comandar uma equipe de pessoas narcisistas, saber projetar uma ponte, cortar cana, ser policial do BOPE, ser chef de cozinha.

Que nada. Fichinha, segundo o autor de Quem ama, educa!

Hard mesmo é criar um sujeito que seja tudo de bom.

Que seja ético, independente, emocionalmente saudável e, é claro, feliz.

E um monte de outras coisas legais.

Mas para isso acontecer, minha amiga, você vai ter que suar a camiseta.



Copiou?








A gente não quer só comida

23 de julho de 2011 0

Vai lá.

A oficina Diversão e Arte vai esperar a criançada para mais uma temporada de brincadeiras durante as férias na Rede Bourbon Shopping. O evento acontece até 28 de julho, nas cinco unidades da rede, reunindo os pequenos para colorir desenhos que serão montados em uma caneca personalizada.

Ao final da criação, as crianças levam a peça para casa. O horário de funcionamento da atividade é das 13h às 21h de segunda a sexta-feira, das 10h às 22h aos sábados, e das 14h às 20h aos domingos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente nos quiosques instalados em cada um dos shoppings. Poderão participar crianças dos quatro aos oito anos de idade.


Férias para crescer

23 de julho de 2011 2

O Leonardo cresceu nas férias. Nós também, é claro.

Foi realmente maravilhoso ficar novamente grudada no édipo júnior depois de tanto tempo. Simbiose pura.

E como ele desenvolveu.

_ Está cada vez mais louco pelas bobós e bobôs

_ Começou a imitar pra valer o papi e a mami

_ Está revelando sua personalidade

_ Está aprendendo que ouvir não é nada fácil

_ Falou seu nome pela primeira vez e depois esqueceu

_ Grudou em mim com cola superbonder

_ Aprendeu novas palavras, como xixi (que serve para qualquer coisa que saia lá por baixo)

_ Imita novos bichinhos e está cada vez mais louco por animais

_ Não sentiu saudades da creche

_ Consegue ficar um tempinho maior concentrado, brincando

_ Está mais levado que nunca. Entupiu o vaso sanitário com um vidro de perfume caríssimo da mamãe

_ Descobriu que adora desenhar

_ Sente cada vez mais a nossa falta

_ Conheceu um monte de lugares legais, como o Mercado Público




Estamos aí.

Bj.

Saindo em férias com a família...

22 de julho de 2011 5

Buenas, hoje estou saindo para um período de férias de 10 dias.

Vou fazer um teste e viajar de carro com a pequena por um longo tempo.

O percurso é de aproximadamente 800 quilômetros.

O trajeto será feito sem stress. 

É sem parada certa, seguindo o ritmo da Antonela, ou melhor, da Galinha Pintadinhas, Patati Patatá, Xuxa, etc.

Enjoo, reinou, não gostou, paramos o carro e ficamos por ali mesmo.

Alguns conhecidos poderaram o fato de levar a pequena.

Nem havia cogitado a possibilidade de deixá-la em casa com os avós.

Talvez no futuro, acho que sim? (com o tempo certamente a pequena vai preferir essa opção)

Lembro-me de uma conhecida que levava a filha desde nenê para tudo que é lugar e imaginava quase em tom de crítica: “porque arrastar a criança para tudo? Nem vai lembra de nada”… Como a coisas mudam…

O problema não é ela, somos nós que, por enquanto, não conseguimos desgrudar da pequena.

Mãe perfeita não existe e ponto.

22 de julho de 2011 6

A pressão pela maternindade existe certamente, por ser mais por ser insconciente que ela possa parecer…

Quem falou que toda a mulher tem que querer ser mãe?

Uma entrevista nas páginas amarelas da revista Veja dessa semana desmorona alguns mitos da maternidade, principalmente o da perfeição. A filósofa francesa Elisabeth Badinter, 67 anos, faz ponderações pertinentes e duras a respeito do assunto.

- É espantoso que em um mundo tão moderno como este em que vivemos não pareça razoável que uma mulher simplesmente não deseja ser mãe. É como se isso significasse uma recusa à própria natureza. Os estereótipos negativos sobre as que não querem ter filhos são os piores possíveis: egoístas, insatisfeitas, imaturas, incompletas, carreiristas, só para citar alguns. Mesmo que eles não sejam verbalizados, estão sempre presentes. Uma bobagem que tem raízes mais antigas no pensamento.

Quem pega o caminho da maternidade deve ter a consciência que mãe são naturalmente imperfeitas. A pressão faz algumas mulheres, que exercem a maternidade, deixarem a sua vida em segundo plano. Obviamente, isso acontece em alguns momentos, mas não deve ser regra. Assim como a filósofa, acredito num equilíbrio:

- O ponto ideal é aquele em que as mulheres mantenham a equidistância entre os próprios desejos e os de seus filhos. Em outras palavras, que alcancem um ponto de equilíbrio em que não fiquem excessivamente próximas a ponto de roubar o espaço necessário ao desenvolvimento das crianças nem tão distantes que pareçam ausentes. As mães são, afinal, referência afetiva e intelectual imprescindível aos filhos ilhos. Infelizmente, esse modelo mais harmonioso e livre de tantas cobranças é bem raro no mundo atual, conclui Elisabeth na entrevista.

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