Você já deve de ter ouvido muitas vezes que, na casa dos avós, quase tudo pode, né? Eles colocam certas baldas nos netos, que a gente não teve quando era criança.
Com o Davi não é diferente. Na casa dos avós maternos Rosa e José, e na casa da vó Vera, o pequeno sabe que sempre tem uma baldinha especial para ele.
Na casa da vó Vera, sempre tem aquelas balinhas de goma que ele adora. Chegando lá, o pequeno já sabe aonde a vó guarda os quitutes preferidos dele, além de uma bendita tartaruga gigante que, um dia, "alguém" inventou de colocá-lo para passear nela. Cada vez que vamos lá, adivinha? Ele pede para ser puxado agarrado na tartaruga.
Já na casa dos avós maternos, tem sempre aquele papazinho que a vovó faz com seus legumes preferidos, o suquinho de frutas feito na hora e os biscoitinhos da vovó.
E lá tem o vovô, e aí é que a balda pega. Além de jogar bola e brincar com o pequeno, o que não fazia porque só teve filhas mulheres, o vovô Zeca, como nós o chamamos, gosta de colocar uma baldinhas no Davi.
Cada vez que vamos na casa dele, o Davi pede para o vovô ficar girando as espátulas do ventilador de teto. Não entendo qual a graça, mas só sei que ele adora. Ele também adora brincar com as caixas de leite e os pets de refrigerante vazios, sendo que, na casa do vô, tem uma caixa cheinha de brinquedos.
E olha só o que o vovô Zeca inventou agora para distrair o Davi - puxá-lo em um caminhãozinho. Depois, o vovô não venha me dizer que fui eu que inventei isso. E nem reclamar que está com dor nas costas de ter de puxar o neto... Só quero ver o dia em que o Davi não entrar mais no "seu veículo"...








Vou te contar uma coisa Izaur, neto e igual pirula de rejuvenecimento, eu saio do meu trabalho e pelo menos duas vezes por semana eu vou ver a minha neta quem tem 1 ano e 6 meses e é muito mais muito sapeca, eu chego e ela ja quer a minha bolsa o que é o meu ponto fraco, ninguem pegava na minha bolsa, agora isso acabou, mais só ela, então ja cento no chão, ou começamos a dançar, ou brincar de esconde esconde, e quando eu digo, opa, ela ri um monte, só ela ve graça nisso, e quando vou embora estou ótima, a roupa toda suja o cabelo nem se fala, mais no rosto a alegria que ela me da vai comigo, que benção são os netos.
Ahhhhh, que coisa mais boaaa!!
Avós e avôs são tudo de bom!
O ruim é que logo, logo o Davi não caberá mais neste "veículo" e o vovô terá que dar jeito em fazer outro maior...ehehehe
É tem coisa que só vô e vó mesmo...
Os avós da Joana chegaram ao cúmulo de pendurar um balanço no meio da sala do apartamento onde moram só para contentar a neta... Depois começou o revezamento de turnos para balançar a pequena, hehe, que chegava a dormir no balanço.
Bjs.
Ótima foto!!! Mas é uma delícia ter uns avós assim...Eu acho que, às vezes as crianças tb precisam de férias dos pais...hehehehe! A maioria das crianças hoje, vai pra escolinha tão cedo e os pais, que tem o papel de educar, estão tão cansados que só brigam com elas...Acho uma delícia vê-los brincando tão despreocupadamente!
Realmente, os avós são pais com açúcar!!!
O Alan convive mais com os avós paternos, e também já tem suas regalias quando esta lá, é só chegar e já vai direto para a geladeira pedindo "gut" para a vovó...
E quando vamos visitar os meus pais, que moram em outra cidade (à 364km), daí que o dengo pega, a vovó Nina faz de tudo para agradá-lo, e o vovô João não para em casa passeando (exibindo!!) com o neto pala vizinhança.
Algumas de minhas melhores lembranças da infância, são da casa dos meus avós, onde brinquei muito com meus primos.
Também lembrei muito dos meus avós...
Os paternos já se foram, mas os maternos ainda estão aqui.
Minha avó ainda me chama de pituchinha, hehe. Lembro que faziamos bolo (uma bagunça), nas tardes quentes ela trazia limonada bem gelada pra criançada que estava brincando.
E o meu avô, depois de trabalhar o dia todo, de noite se jogava no chão pra brincar de cavalinho.
Bons tempos...