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Posts de agosto 2011

Filhos de mães adolescentes

31 de agosto de 2011 0

Recebi este material há pouco, enviado pela assessoria de comunicação Ana Drummond Guerra. Um tema que, com certeza, merece nossa atenção.

Mortalidade infantil em filhos de mães adolescentes é destaque em estudo

Todos os dias, nove crianças filhas de mães adolescentes morrem antes de completar um ano de idade. Esses bebês representam 20% do total de mortes infantis em todo o país.

Isso significa que um quinto dos bebês que nascem no Brasil – 8.544 meninas e meninos filhos de mães adolescentes – morre anualmente por causas completamente evitáveis.

Esses e outros dados foram revelados pelo Estudo sobre as Políticas Públicas de proteção à saúde infantil e materna no Brasil: um olhar especial para os filhos de mães adolescentes, realizado pela organização não-governamental Visão Mundial. O estudo será lançado na próxima segunda-feira, dia 5, às 16h no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, localizado no bairro do Derby, em Recife (PE).

O estudo traz ainda informações acerca do atendimento à saúde materno-infantil no país e fornece subsídios ao debate sobre possíveis maneiras de se combater a mortalidade infantil e materna no Brasil, focando na maternidade na adolescência. A pesquisa foi feita por meio de análise documental a partir de publicações oficiais (dentre elas o DATASUS e SIGPLAN), apresentando um acompanhamento das Metas do Milênio, estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), e uma análise situacional entre os anos de 1990 e 2010.

A pesquisa faz parte dos esforços da campanha da Visão Mundial Saúde para as Crianças Primeiro que pretende contribuir para a redução da mortalidade infantil e materna com foco na adolescência no Brasil. Sua meta é engajar líderes governamentais e sociedade civil na priorização de ações e decisões que diretamente diminuam a mortalidade nesse público até 2015. Os esforços estão alinhados às metas 4 e 5 das Metas do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU) _ reduzir em 2/3 a mortalidade infantil e promover a saúde materna, respectivamente.

Esta campanha tem como parceiros a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Fórum Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNDCA), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituto Marista de Solidariedade, Instituto de Zero a Seis (ZAS)e Superintendência de Políticas para a Criança e o Adolescente da Secretaria de Estado da Mulher, Cidadania e dos Direitos Humanos de Alagoas.

Saiba mais

Apesar dos avanços que o Brasil alcançou em relação à mortalidade infantil, a desigualdade regional, étnica e de oportunidades são fatores determinantes para que um número alto de crianças morra por causas completamente evitáveis. A taxa de mortalidade infantil em média nacional está em 19/1000 nascidos vivos. Veja esses números em públicos específicos:

A mortalidade infantil está em maior proporção no Norte e Nordeste brasileiro. Uma criança que nasce no Nordeste, por exemplo, tem 2,2 vezes mais chance do morrer do que uma criança que nasce no Sul. Enquanto a média nacional de mortalidade infantil foi de 19 por mil nascidos vivos em 2007, em Alagoas esse dado foi de 47 por mil nascidos vivos.

Está em sua maioria entre crianças negras. De todas as mortes infantis ocorridas em 2008, 44,8% foi de crianças pretas e pardas.

Entre filhos de mães adolescentes. Das mortes ocorridas no ano de 2009, 20% foi de filhos de mães adolescentes. Estamos falando de 8.544 bebês.

(Dados retirados do Estudo sobre as políticas públicas de proteção à saúde infantil e materna no Brasil: um olhar especial para filhos de mães adolescentes)

SERVIÇO
Lançamento do Estudo sobre as políticas públicas de proteção à saúde infantil e materna no Brasil: um olhar especial para filhos de mães adolescentes

Data: Segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Hora: 16h

Local: Cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Rua Henrique Dias, 609 Derby _ Recife/PE)

Um domingo no campo

31 de agosto de 2011 2

Nunca dei muita bola para o sossego do campo antes de precisar muito dele. Ainda sou muito urbana para almejar morar no interior, mas já me agradaria passar os finais de semana num sítio com açude para pescar (desde que ficasse longe dos mosquitos, se é que isso é possível).

Pois a família foi passar a tarde de domingo na propriedade de uns tios, no interior de Dilermando de Aguiar, município pertinho de Santa Maria (acima, o meu “pastor” com seu cajado improvisado passeando pelo local).

O pequeno fica por conta, como dizem por aí. Não sei como ele foi sair tão “cachorreiro”. Adotou os três cães da propriedade, e passava de lá para cá com eles. Eu nunca fui muito apaixonada por animais, mas o Bruno me fez mudar de comportamento. Os cães chegavam a brigar pelo carinho dele, e ele, claro, achava o máximo a disputa pela sua atenção (na foto abaixo, o Cebolinha sendo “abraçado” pelo pequeno).

Na hora em que o pai subiu nas árvores para apanhar bergamotas e laranjas, o pequeno “goleiro” queria pegar todas e não deixar a mãe marcar no placar. Os paus que achava pelo pátio serviam para ele desenhar as letrinhas no chão avermelhado.

Ao avistar a vaca pastando acompanhada pelo terneiro recém-nascido, ele convidou a mãe, já se dirigindo para perto de mãe e filho:

-  Mãe, vem fazer uma foto aqui pra colocar no blog.

E o “modelo” fazia questão dos “registros”, provocando risos da dinda que acompanhava a visita. E, além de modelo, ele assumiu a função de fotógrafo. Abaixo, a imagem, segundo ele, “da mãe voando como um anjo” (ele não é apaixonante?)

São passeios que ficarão para sempre, se não na memória do pequeno, devidamente documentados para que ele se lembre sempre desses tempos felizes de paz e alegria no campo, e em família.

Já para o castigo...

31 de agosto de 2011 15

Estou fazendo na tarde desta quarta-feira uma entrevista com uma psicopedagoga aqui de Santa Maria para falar sobre a eficiência dos castigos. É para a coluna Em Nome do Filho da próxima segunda-feira.

NÃO vou enfocar as punições físicas e as polêmicas palmadinhas.

O centro da discussão será a eficiência das punições para os erros recorrentes dos filhos (o castigo realmente educa?), que castigo aplicar em cada faixa etária e por quanto tempo.

O que faz uma mãe que, pela “zilionésima” vez, pede para o filho não fazer escândalo no supermercado, e ele faz mais um daqueles inesquecíveis?

E a mãe que recebe um tapa na cara do filho de 2 anos em público?

E o adolescente que mente para a mãe que vai estudar na casa do colega e fica a tarde “zoando” no shopping?

A que a mãe e o pai devem recorrer quando o diálogo não funciona mais, e eles perdem o controle da situação?

E o que vocês têm a ver com isso?

Estou colhendo dúvidas para levar à psicopedagoga (mande a sua pergunta)  e relatos de experiências de mães que aplicaram algum tipo de punição que realmente funcionou para o filho (relate, com detalhes, que a punição que repercutiu bem na educação do seu filho).

Pode me ajudar nessa?

Aguardo, como sempre, as ricas colaborações das colegas.

Abraço,

Fabi





Revolução na hora do banho

30 de agosto de 2011 4

Fotos pbkids, divulgação

Finalmente o grande dia chegou: o bebê nasceu. E agora? Os papais e mamães têm muitas dúvidas, inclusive na hora de dar o banho pela primeira vez. Assim, acabam chamando as avós para ajudarem a ver qual a temperatura ideal da água e a forma correta de segurar o recém-nascido. Além do sabonete e do xampu, deve-se pensar na segurança do bebê. E, para isso, uma dica é escolher bem o ambiente deste momento de higienização e relaxamento.

Prática tanto para a criança quanto para os pais, a novidade é uma banheira adaptada à pia do banheiro. Além do bebê ficar confortável, também evita dor nas costas de quem estiver dando o banho.

A estrutura mantémo recém-nascido aquecido pelo calor da água, é antiderrapante, anti-transbordamento e pode ser guardada em qualquer lugar. A dimensão da banheira montada é de aproximadamente 50 cm e suporta até sete quilos.

Segundo filho...

29 de agosto de 2011 22

Existe uma hora certa de ter um segundo filho?

Obviamente temos um  relógio biológico que está sempre em contagem regressiva e a nossa taxa de fertilidade vai diminuindo com o tempo.

Tenho escutado divertidas histórias de segundo filho.

Veio por acaso, foi planejado, etc e tal.

Tive dois irmãos e foi tudo meio junto e muito bom.

Agora penso na pequena…

Na vontade de ter uma família maior…

Tenho uma teoria nada prática e sem embasamento teórico algum.

Estamos num mundo tão caótico, violento e egoísta que desenvolvi uma teoria nada prática, sem embasamento teórico algum: 

1) Quem pensa muito, não tem filho.

2) Quem tem um filho e para para pensar, não tem o segundo…

Melancolia ou depressão

29 de agosto de 2011 3

Na volta para a casa, os pais de primeira viagem foram pegos de surpresa com as profundas mudanças na rotina do lar. A pequena era prematura e não conseguia mamar direito. O pai e a mãe se esforçavam para alimentá-la e se dividiam numa rotina intensa entre trocar, limpar, amamentar, colocar para dormir e recomeçar. O casal, cheio de olheiras e dúvidas, comentou:

– Te dão uma criança nos braços sem orientação nenhuma. Não vem com um manual para entender o que ela quer.

É inegável que a presença de uma criança altera profundamente a rotina do casal, da família e principalmente da mãe. No pós-parto, é normal as mães se sentirem perdidas, angustiadas e até desenvolverem uma leve melancolia. As causas são físicas (hormonais), sociais e psicológicas. Porém, quando essa tristeza não passa em duas semanas, é um sinal de alerta para a depressão pós-parto.

Melancolia atinge 90% das mães

De acordo com a psiquiatra e psicoterapeuta Carla Ibargoyen, até 90% das mães passam por um período de melancolia, também chamada de baby blue, e um índice em torno de 10% desenvolvem a depressão pós-parto. A doença também pode afetar os pais que se sentem sobrecarregados ou abandonados. Mas, segundo a especialista, geralmente a mulher ainda é a mais exigida e cobrada. Quem sofre com a doença geralmente se culpa porque pensa “como posso amar tanto o meu filho e ter esses sentimentos ruins”.

– Com uma criança, a demanda é outra. O sono é interrompido, o corpo muda, a identidade da mãe se modifica. Espera-se um amadurecimento e um crescimento da personalidade.

A depressão pós-parto é mais comum em mães muito jovens ou muito velhas e em mulheres com histórico de depressão anterior.

Problema pode se agravar

Uma boa orientação no pré-natal é fundamental para prevenir os casos. As depressões mais graves podem evoluir para psicoses, episódios maníacos e transtornos bipolares. O tratamento envolve remédios antidepressivos e psicoterapia e, nos casos mais críticos, até internação hospitalar. Segundo a especialista, a mulher tem alta hospitalar precoce e, em geral, não recebe tratamento ou apoio da família. Por isso, para reverter quadros depressivos, o apoio do companheiro e da família é fundamental.

– Deixe a mãe falar o que sente, deixe-a chorar sem motivo, deixe-a dormir, ficar estressada e não ter vontade de receber visita.

O importante é ter em mente que não há mãe e pai perfeitos – eles sempre vão errar.
* (Ticiana Fontana)

Alguns sintomas

Elas - Tristeza e vazio profundos, choro sem motivo aparente, medo, baixa autoestima, incapacidade para cuidar do bebê, falta de apetite, dificuldade para dormir

Eles - Sentem-se rejeitados, mudam de interesse repentinamente, dedicam mais tempo ao trabalho, irritabilidade excessiva

Coluna em Nome do Fillho, publicada toda as segundas no jornal Diário de Santa Maria. Os textos são de Fabiana Sparremberger e Ticiana Fontana.

Agora, conectados...

26 de agosto de 2011 0

O pequeno devia ter sido, até a semana passada, o único guri do planeta com uma mãe jornalista e um pai técnico em informática SEM computador de casa. Já escrevi aqui que, em nome das canelas roxas do meu piá, decidimos adiar ao máximo a entrada da tecnologia lá em casa.

stock.xchngPois bem, agora, conectados, posso dizer que muito pouco (para não dizer nada) mudou na rotina do guri. Ele segue brincando com os jogos de letrinhas, com os quebra-cabeças, olhando seus livrinhos, jogando futebol na sala, brincando com o Zulu… Até pede, mas com pouca ou nenhuma insistência, para jogar no computador, mas se contenta com o tempo estipulado, nunca muito longo.

Ou nós “doutrinamos” bem o guri para que ele não virasse refém da tecnologia tão precocemente ou poderíamos ter colocado computador em casa há mais tempo… Se soubesse que seria essa tranquilidade toda, não tinha demorado tanto para conectar a família ao mundo. Acho que exagerei na preocupação.

O piá ficou faceiro com a possibilidade de ver a priminha Vitória pela tela do computador, já que ela mora em Goiás, e a gente não consegue se encontrar muito… Mas a novidade não gerou ansiedade nem a insistência que eu achei que surgiriam…

O pequeno deve seguir com as canelas roxas (aliás, nem lembro se algum dia ele não teve alguma mancha roxa nas canelas), e esses sinais devem se intensificar ainda mais nos próximos dias. O guri mudou de turma no futsal, junto com outros três coleguinhas, e deve disputar mais partidas daqui para frente.

- Agora, não vai ser mais só treinar, treinar, treinar. Vamos ter joguinho também, falou o professor. Vou ser como o meu pai, que joga com os colegas dele – anima-se o pequeno, contando a novidade.

Pelo jeito, as canelas nunca deixarão de ser roxas, com ou sem acesso ao computador… E eu agradeço muito por isso.



Feliz Aniversário, Pietro!!!

26 de agosto de 2011 0

Oi Fabi, tudo bem?

Gostaria de dividir com vocês o niver do Pietro. Ele fez 6 anos no dia 25/08 (ontem).

Até parece mentira que até pouco tempo atrás eu era uma ferrenha defensora das mulheres que não queriam filhos, e hoje tenho dois, rsrsrsrs.

O Pietro sempre foi uma criança meiga, como já escrevi. Tem muitas tiradas como o Bruno.

Só mudou um pouco em função da chegada da Sofia, e também porque eu estou com depressão desde que a Sofia nasceu (jan/2010).

Mas continua sendo meu filho amado, esperto, carinhoso e querido, que eu amo muito e um dos motivos que ainda continuo por aqui.

Beijos

Andrea

Que esse sorrisão aí do Pietro siga iluminando a vida da mamãe Andrea e de toda a família. Parabéns, Pietro!!!


Nossa nova blogueira

26 de agosto de 2011 5

Leandro Rodrigues

A quinta integrante do blog é mãe de um lindo gurizinho de 1 ano, o Gabriel. É com imensa alegria e satisfação que apresento para vocês a Márcia Dorigatti Rodrigues, que vai colaborar conosco já a partir da semana que vem. Com certeza, a colega jornalista que trabalha no jornal Pioneiro, de Caxias do Sul, enriquecerá e muito o blog. Abaixo, o texto que ela escreveu, a meu pedido, para se apresentar a vocês. Na foto, ela brinca com o Gabi minutos antes de ir trabalhar. Seja bem-vinda, mamãe Márcia!!! Você vai adorar fazer parte desta turma!

Me chamo Márcia Dorigatti Rodrigues, tenho 31 anos, sou diagramadora e repórter da editoria Filhos do jornal Pioneiro de Caxias do Sul. Faço parte do grupo RBS desde 2003.

Estou feliz em compartilhar experiências sobre uma fase de amadurecimento que estou vivendo. Primeiro porque dizem que a mulher quando chega aos 30 começa a refletir sobre o que realmente deseja para a sua vida. Segundo porque me tornei mãe do Gabriel, hoje com um ano e cinco meses.

O Gabi é um menino superativo que me faz buscar muitas alternativas para dar conta da energia que ele precisa gastar. Então vou usar o espaço do blog para receber dicas e contribuir com outros pais porque acredito que, além de autonomia, todos precisam de informação que podem aproveitar com os seus filhos também.

Beijos!

Repertório leonardinês

25 de agosto de 2011 8

_ pote do creme ou óleo hidratante = jaje
_ jaje = massagem
_ nonô = danoninho, aquele que vale…
_ dádádá = me dá, mãe, por favor?
_ didi = desenhar
_ popó = video da galinha pintandinha
_ cacalo = cavalo
_ pi-piu = bichos voadores em geral
_ au-au = cachorros pequenos. os mais altos viram cacalo
_ xai = pode ser tanto sai, sai daqui! como a  Shai, a profe dele
_ nenê = ele mesmo e seres da mesma espécie
_ walda = fralda
_ êxí, êxí = verbo descer flexionad0
_ úh-úh = som do macaco, mas ele confunde com o número um
_ xixi = xixi ou cocô mesmo.
_ bobô = vovô
_ bibiá = ele imitava o personagem de Insensato Coração que falava ô bibí
_ áuguá = leite, suco, água, sua palavra preferida
_  titíu ou titía = qualquer espécie de adulto
_  coca = é isso aí
_ aiá = Leila (vó)
_ nanny = Elaine, outra bó
_ mao (mano) = irmão
_ nena – menina

Ô idade mais fofa.

; )

you will never be alone anymore

25 de agosto de 2011 16

Depois de ter o coração batendo fora do peito, outro clichê bem gostoso para definir a maternidade, lembrado pela Isabel Ferrari,  é que

_ Por mais que você queira, nunca mais estará sozinho. Sempre vai haver alguém esperando por você.

É o que me disse, com outras palavras, um amigo que foi embora. E jogou suas justificativas no meu colo, toda a responsabilidade, como os óbvios sempre fazem.
_ Livia, se não der certo eu volto. Eu posso me dar ao luxo de errar. Você tem um filho, se errar vai prejudica-lo. Eu não tenho ninguém, sou só eu. Se errar, não vou prejudicar ninguém, só a mim mesmo.
Faz todo sentido.
Mudanças drásticas de vida realmente não combinam com filhos.

É pura verdade que quem tem filho tem que ter rotina, poupança, casa própria, renda fixa, carro grande, empregada, babá, sono em dia, saúde em dia, nome limpo e previdência privada. Tem que ter padrinho e madrinha, para garantir que ele ficará bem caso você morra, porque todos nós podemos bater as botas assim, do nada.
_ Saiba que, ao colocar um filho no mundo, você não terá mais o direito de morrer a hora que bem entender.

Na dúvida, não morra. Não será mais necessário.


Pura diversão

24 de agosto de 2011 3

Gosto de me divertir com os meus filhos aos finais de semana, e o parque de diversões, nestes dias de sol, tem sido um dos lugares que mais frequentamos para nos divertir. Mostro algumas imagens que fiz dos meus pequenos em nossos passeios pelo parque.


No final do dia, olha só o cansaço que ficou o Davi. Já a Mellissa perguntou quando íamos novamente ao parque.

Mãe em crise...

23 de agosto de 2011 13

Ultimamente mal tenho tempo de me coçar.

Essa deve ser a realidade de muitas pessoas. 

Quando a gente tem filho, a primeira sentença do texto não é um simples desabafo ou justificativa para as falhas.

A falta de tempo é um fardo pesado para as mães.

Há dois dias a pequena tem demonstrado uma certa revolta com a mãe. A maior parte do tempo, chama o pai.

A Antonela chega a refugar a minha presença. Sem dramas, mas uma reação normal devido a atenção reduzida e pouco tempo dedicado à ela.

A reação é um tanto natural, uma vez que tenho chegado mais tarde em casa e levado muito trabalho para seguir fazendo em casa.

Quando proponho algum tipo de brincadeira, as vezes, a pequena balança negativamente a cabeça ou me abana deixando claro que a intenção é me mandar passear.

Tenho de insistir para que ela volte a fazer farra comigo.

Na hora de dormir, vou me aproximando, aproximando e começa a festa. Depois de algumas risadas, dedo na boca e cantoria, a pequena dorme.

A mãe fica com a consciência pesada, mas a gente sabe que é da vida…

Essa vida de mãe e profissional é muito complicada, mas é temporário. Ainda vou mudar algumas rotinas para que o dia-a-dia seja mais leve…

Duda chegou!!!

23 de agosto de 2011 7

Há alguns meses atras pedi para postarem uma materia de um meus tesouros,no blog MEU FILHO MEU TESOURO minha pequena Miss Mirella Scheeffer…hoje venho orgulhosamente apresentar a mais nova integrante da familia minha netinha MARIA EDUARDA,nossa Dudinha…MINHA NETA MEU TESOURO.. srrsrsrsrs

Duda chegou ao mundo no ultimo dia 15/08 antes da data prevista, e causou alem da emocao inexplicavel, muita alegria uma euforia total em toda familia.Mamae Pamela foi fazer sua consulta semanal no obstetra ja estando com 39 semanas,e para surpresa de todos teve ruptura da bolsa na sala de exames.Deslumbrada com a noticia do medico que sairia dali direto para maternidade, nao hesitou em avisar de primeira mao a vovó coruja..que perdeu o rumo, explodi de felicidade e o caminho corrido ate o hospital parecia demorar horasss… mas gracas a Deus,eu, o vovó Airam, as (tias) dindas Mirella e Thaise e as bisa chegamos a tempo de ver a entrada triunfal de Maria Eduarda no berçario, chegando no colinho do papai Vagner, e sendo apresentada a nós pelo vidro.Emocao como essa senti no nascimento de minha filhas

muitas outras ja tive, mas como essa nunca, Duda conseguiu fazer o coracao pulsar mais forte.,arrancou lagrimas de felicidade e sorrisos bobos que só uma crianca linda muito esperada e ja muito amada pode causar!

Apresento a voces a Maria Eduarda, nossa princesinha que tornou nosso mundo cor de rosa com sua chegada!

 Duda vovó te ama muito… filha obrigada pelo lindo presente que me des-te : poder ser chamada de vó!E com certeza ser avó é ser mae duas vezes!

Projeto "Nosso Jeito de Aprender"

23 de agosto de 2011 Comentários desativados

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