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Posts de outubro 2011

Álbum de Família: Galeria 2

31 de outubro de 2011 0


A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.

Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

Meu "amarelinho" no palco

31 de outubro de 2011 4

Antes tarde do que nunca. Já recebi vários pedidos para gravar o pequeno no palco e mostrar a apresentação   dele, no street dance, aqui no blog. Pois no domingo, o guri e as coleguinhas se apresentaram na Feisma 2011, a maior feira de Santa Maria. Com a preciosa ajuda do fotógrafo Germano Rorato, estou cumprindo hoje a promessa.

A Dance One Cia Dança, do Clube Recreativo Dores, arrancou aplausos dos visitantes com suas quatro coreografias. O piá dançou 'Amarelinha', e a praça de alimentação, onde ocorreu a apresentação, estava lotada.

Senti ele um tanto nervoso (não tanto quanto nós, pais, é claro), mas foi, com certeza, mais uma grande e importante vitória. Pouco importa se nosso alemão ainda não adquiriu o molejo dos dançarinos, e se ainda se perde em alguns passos... O que importa mesmo é que ele, com sua coragem, faz dançar os nossos corações de alegria e orgulho!

Parabéns, filho!!! Parabéns meninas "amarelinhas" e profe Fabi, vocês arrasaram na apresentação!!!


Era uma vez uma banguelinha

31 de outubro de 2011 3

De um dia para o outro surgiu aquele pontinho branco na gengiva: pronto, minha filhota de seis meses já tinha um dentinho! A preocupação foi imediata: e agora, como faz para limpar? Não queria que a Pietra sofresse cedo com cáries (na minha época, todos os coleguinhas do colégio tinham pelo menos uma obturação, por mais que os pais se esforçassem na nossa higiene). O outro motivo, diria o principal, era evitar o famoso "medo de dentista". Conto isso e mais um pouco na minha coluna de hoje no caderno Meu Filho de Zero Hora (leia neste link )

Na consulta com a odontopediatra Rosana Rodrigues, tirei todas as minhas dúvidas sobre tipo de escova, frequência da limpeza e uso de pasta dental com ou sem flúor. Fiquei devendo compartilhar um passo-a-passo de escovação. A realidade é que há várias técnicas para escovar: o importante é que a mãe (ou o pai) seja ágil (para o bebê não ficar agitado demais), usar escova com cabo emborrachado (para não escorregar da mão de quem o segura) e escove todas as faces dos dentes.
Dito isso, acompanhe a sugestão da cartilha da Oral-B indicada para os papais iniciantes no assunto:
1. Use uma escova de dentes de cabeça pequena e cerdas macias, de acordo com a idade da criança.
2. Não molhe a escova, coloque sobre as cerdas uma pequena quantidade de creme dental com flúor.
3. Primeiro limpe as superfícies internas dos dentes, onde o acúmulo de placa bacteriana é maior.
4. As cerdas devem estar num ângulo de 45 graus em relação aos dentes.
5. Escove suavemente para frente e para trás.
6. Escove todas as superfícies dos dentes voltadas para a bochecha.
7. Depois escove a superfície de mastigação dos dentes, para frente e para trás.
8. Use a ponta da escova para limpar atrás de cada dente da frente, na arcada superior e inferior.
9. Finalmente, escove a gengiva e a língua suavemente.
Obs.: Nada disso substitui, porém, um papo com seu pediatra e odontopediatra escolhidos. 
Segui a sequência na boquinha pitoca da nenê e ela achou que era só mais um brinquedo de colocar na boca, é claro. Mas foram bem tranquilas todas as escovações até agora. A mais demorada é a de antes do banho, para fazer parte do ritual da hora de dormir. Mas confesso que já temo antecipamente a hora em que for preciso passar o fio dental (desconfio que ela não vá ficar assim tão quietinha...)
E você, tem alguma dica para compartilhar com outras mamães sobre o momento da escovação?
Até a próxima!
Camila Saccomori, de volta ao batente

Você trocaria o Lilinho?

31 de outubro de 2011 2

Um lindíssimo e emocionante comercial da rede de farmácias gaúcha Panvel traz a História do Lilinho. Quando os pais da menina encontram o peixinho prestes a morrer, decidem adiar o sofrimento/frustração de perda, trocando por outro. Coloquei o vídeo do comercial no blog Meu Filho, pedindo a opinião das leitoras. Confira algumas:

Eu não trocaria o Lilinho. Aliás, não troquei. Tínhamos  o Nemo, e ele morreu dia desses. Conversamos com ela (que tem 4 anos) e dissemos o que tinha ocorrido. Que todos os seres vivos um dia morrem, que é da natureza (Patricia Santos de Lima)

Eu realmente não sei se trocaria o Lilinho. Embora racionalmente acredite ser nossa obrigação, como pais, ensinar nossos filhos a lidar com as frustações, acho que postergar algumas delas não faz tanto mal assim… (Kisie)

Não trocaria. As crianças têm que aprender a lidar com as frustações que aparecem no decorrer da vida desde cedo. (Taty)

Sim, eu trocaria tantos quantos Lilinhos a vida me permitisse trocar. (Jamile)

Reprodução/www.panvel.com.br/lilinho

Convidamos a psicóloga Luciana Barreto Comes, especialista em Psicologia Clínica Infantil, para dar sua opinião sobre a repercussão da decisão de trocar (ou não) o Lilinho. É só um exemplo de tantas situações em que os pais se deparam e que têm vontade de evitar ou, ao menos, postergar o sofrimento dos pequenos. Veja o que ela disse:

Realmente, trata-se de um comercial lindo e emocionante, mas a partir dele podemos levantar algumas questões importantes: Contar a verdade ou driblar o destino? Nada precisa ser como é? Devemos adiar o sentimento de perda nas crianças? É compreensível que os pais queiram preservar seus filhos de sofrimentos, perdas ou frustrações, no entanto, é preciso entender que tais dificuldades surgirão, independentemente da vontade dos pais, e seus filhos precisarão aprender a lidar com elas.

A morte, provavelmente uma das experiências mais dolorosas que o ser humano pode sofrer, talvez seja um dos temas mais difíceis de serem abordados com as crianças e, desse modo, muitos pais acabam mentindo ou escondendo fatos que seriam importantes para que elas pudessem adquirir um conceito sobre a morte. As perdas (ou a morte) estão presentes no desenvolvimento do ser humano e precisam ser vividas, para que também possam ser elaboradas e superadas de forma adequada e saudável. Escondê-las ou disfarçá-las, muitas vezes, pode gerar na criança fantasias (de culpa ou rejeição) prejudiciais para a resolução do luto.

O processo de resolução do luto dependerá da idade da criança, da etapa do desenvolvimento em que ela se encontra, de sua estabilidade psicológica e emocional e da intensidade dos laços afetivos que mantinha com quem se foi.

Portanto, mais do que preservar, é importante permitir! Permitir que nossos filhos possam vivenciar para, então, superarem suas perdas, pois a expressão de sentimentos numa situação de perda facilita sua elaboração.

A criança impedida de expressar suas dores ou frustrações poderá não conhecer nem aceitar a perda, mas, talvez, venha a viver numa angustiante ausência.

Em tempo, eu não trocaria o Lilinho. Aliás, por essa situação, o meu pequeno já passou. E reagiu muito tranquilamente (os pais esperavam grande sofrimento, que acabou não ocorrendo). (Fabiana Sparremberger)

Luciana M. Barreto Comes

CRP _ 07/15660
Psicóloga / Especialista em Psicologia Clínica Intantil
lumb.psi@gmail.com

"Deculpa, mamãe"

29 de outubro de 2011 3

Depois de muitos tapas, recebi o primeiro pedido de desculpa. A Antonela está com um ano e nove meses e nunca levou nenhum "tapinha", apesar de muitas provocações...

Até a pouco tempo não notava reações extremas. Mas de uns quatro meses pra cá, me desmonstrando bem direitinho quando não gosta de algo. Em casos extremos de contrariedade, ela reage desferindo tapas, principalmente, em direção ao rosto (geralmente meu).

Seguro firme a mão dela e com a voz calma explico e mostro que a mão foi feita para fazer carinho, que aquilo é errada, faço cara de mau... (Dependendo da situação dá até vontade de rir, mas me controlo).

Tinha postado aqui uma situação assim vivida na fila do supermercado que uma senhora se meteu e disse que tinha criado tantos filho e uns bons tapas resolveriam a falta de educação. Como não sou adepta de nenhum tipo de violência física, continue firme no meu propósito de educá-la conforme as minhas convicções. 

Nessa semana, colocava a pequena para dormir e começamos uma farra. Ela me mandava embora de brincadeira, refuguei e fiquei fuçando no pescoço, quando ouvi a frase: 

- Páia mamãe, não.

Nem deu tempo de tirar o rosto e recebi um "tapão" no meio da cara.

Mais uma vez, repiti todo o procedimento, expliquei que não se faz aquilo, que a mão foi feita para fazer carinho, etc.... Segundos depois, escuto a resposta:

- "decupa, mamãe"

Será que ela sabe o significado disso?

Independente, levou o perdão imediato e um monte de beijos...

Bonecas do mal

28 de outubro de 2011 3

Quando eu era criança existia dois tipos de boneca.

Uma delas era a Meu Bebê, da Estrela. Imitava uma criança com um realismo incrível.



E também tinha a Barbie, mas apenas uma versão se destacava: a loira clássica.
Ok, havia mais opções, mas a grosso modo era isso.
Ou você era a MÃE da boneca ou era a LOIRA. Deu pra entender?
O problema é que eu não me identificava nem com uma nem com outra. Não havia uma Barbie diferente, como as que tem hoje. Como a tatuada, que gerou polêmica por "influenciar" as meninas a mutilar o próprio corpo. A Barbie loira me influenciaria a quê, então? A virar loira?



 - Divulgação


Eu não tenho filha mulher, nem vou voltar a brincar de boneca (prometo). Mas não consigo esconder a minha felicidade quando vejo novidades como a série Monster High, composta por bonecas que tem como personagens os filhos dos monstros clássicos da literatura: Lobisomem, Frankstein, Drácula e outros.A proposta é justamente abrir o leque de opções e mostrar paras as crianças de hoje que existem mais tipos por aí além da loira/ magra.

Não é o máximo?



Susto na madrugada

28 de outubro de 2011 12

Depois de dias de calor insuportável, a noite finalmente estava fria e chovia muito.
Estava realmente gostoso ficar em casa. Estávamos sozinhos. Estava tudo certo.
Mas ele resolveu ficar doente e deixar sua mãe transtornada.
A febre estava instalada e o queixinho do pequenino ser batia plec, plec e plec. Queria brincar, mas não conseguia.
Tremia dos pés à cabeça.
"Vai ter uma convulsão", pensei.
Eu só tive tempo de agir e quando vi já estava dentro do taxi.
_ Quero ir no Mãe de Deus Center, moço. Pelo céu, de preferência.
No trajeto, o pecu estava exausto e seus olhinhos reviravam para cima. O coraçãozinho, a mil, me deixava em pânico.
Fiquei tão transtornada que não conseguia distinguir a diferença entre sono e desmaio.
_ Fala com a mamãe, filho!
A resposta veio em formato líquido, emporcalhando toda nossa roupa.
E nenhum pingo no taxi.
Mesmo assim, o taxista _ até ele, senhor _ queria me ensinar a cuidar do meu filho. Ao me ver perplexa diante da situação (o vômito, no caso), me sugeriu limpar a
a boquinha dele. Que mãe de M(plim!!) essa mulher deve ser, com certeza ele pensou.
Chegando no hospital, tudo certo.
Não era convulsão, infecção ou outro ão qualquer.
Só mais um dramão mesmo.
Daqueles.



Somos ou não assim?


Pestinha 'afoga' celulares

27 de outubro de 2011 7

Márcia Dorigatti

Os pais acabam rindo muito em algumas artes que os filhos aprontam no dia a dia, nem que seja lá no fundo da alma para não demonstrar à criança. Mas no último fim de semana, o Gabriel aprontou uma bem séria: jogou os meus dois celulares em um balde com água. Na hora sapateei e lhe dei umas palmadas nas mãos, mas depois pensei e percebi que a única culpada fui eu. Primeiro porque emprestei os aparelhos ao guri e, segundo, porque deixei a porta da área de serviço aberta.

O remorso maior ainda veio quando o avô paterno me disse que a falta de responsabilidade era dos pais, daí a culpa aumentou bastante.

Não é fácil educar, ninguém nunca havia dito como era tão difícil. Falo dez vezes a mesma coisa e sei que ele entende,  porque fica disfarçando com a cabeça baixa e esfregando uns dedinhos nos outros.

O problema é que a figurinha só ouve o que bem entende. Sei disso porque quando é algo do seu interesse, ele faz na hora o que lhe é proposto.

E que nome damos a esses comportamentos? Inteligente porque sabe o que quer ou sacana?

E adivinhem...os dois celulares pifaram...até me falaram para esperar uns dias até que eles sequem bem, mas não sei, não dão nem sinal.

Radiação sem necessidade

27 de outubro de 2011 0

stock.xchng, divulgação

Você é obsessiva em pedir diversos exames cada vez que leva o seu filho ao pediatra? O verdadeiro check-up infantil, conforme os médicos, começa ainda na sala de parto. Os testes do pezinho, da orelhinha e do olhinho são extremamente importantes por identificar doenças que apenas se manifestariam no futuro. Ao longo do crescimento, as crianças alteram seu perfil e, consequentemente, os exames vão sendo solicitados - mas apenas na hora certa.

A revista Unimed dá dicas para antes de sair com a criança no colo em direção a um laboratório: fazer exames não quer dizer se submeter a um check-up. O verdadeiro check-up ideal, na verdade, se dá dentro do consultório, a partir  de um único exame em seu filho: o físico, frisam os médicos. Por isso, respeite a rotina das consultas seguindo os seguintes itens:

- Primeiros seis meses de vida: mensalmente

- Dos seis aos 12 meses: bimestralmente

- Dos 12 meses aos dois anos: trimestralmente

- dos dois aos cinco anos: semestralmente

- a partir dos cinco ano: anualmente

- a partir dos dois anos de idade, leve seu filho ao odontopediatra e ao oftalmologista

5 sugestões de merenda

26 de outubro de 2011 0

Porthus Junior

Abaixo, dicas da nutricionista e personal diet Andressa da Rosa Rodrigues para mães que precisam "rebolar" para conferir criatividade na merenda nutritiva dos pequenos.

Quantas dúvidas na hora de montar a lancheira dos nossos pequenos. Hoje em dia, com tantas novidades, fica cada mais difícil resistir as tentações. Mas muita calma nessa hora!

Os lanches podem ser gostosos, variados e ao mesmo tempo saudáveis. É importante nessa hora unir a praticidade com qualidade.
A criança deve ser incentivada a dar preferência a alimentos saudáveis desde pequena. A sua participação na escolha do lanche se torna muito importante para a sua formação e desenvolvimento.

As refeições e lanches devem ser momentos descontraídos e saudáveis, já que nessa fase as crianças necessitam de muita energia para crescer, brincar e estudar.

Confira algumas dicas para deixar o lanche mais saudável:

- Inclua alimentos que contenham carboidratos. Aposte nos integrais como biscoitinhos, barrinha de frutas e/ou cereais, pãezinhos tipo bisnaguinha, bolinhos, torradinhas;

- Inclua sempre uma opção de fruta facilitando sempre que possível a ingestão por parte da criança. Se for possível, mande as frutas em pedaços ou descascadas. Muito cuidado com a higienização;

- Dê preferência para lancheiras térmicas, cuidando a higiene e preparação desses lanches;

- Se a escolha do dia é levar algum lácteo como leite ou iogurte ou ainda sucos, devemos dar atenção na hora do armazenamento. É bom que estes produtos estejam bem gelados ou congelados. Sempre verifique se na escola tem refrigeração;

- Outras frutas e sucos também podem ser consumidos de acordo com a preferência do seu filho, mas prefira sempre os sucos naturais;

- Cuidado com os alimentos perecíveis, se a escola não tiver refrigerador;

- As geléias de frutas e são boas opções de passar no pão por não precisarem de refrigeração;

- Os lanches devem ter sempre pequenas porções. Lanches exagerados ou vão para o lixo ou deixam as crianças sem fome na hora do almoço ou jantar;

- Evite doces que "grudem" nos dentes. Algumas frutas como a maçã podem ser combinadas aos alimentos mais pegajosos como bolos e pães para melhorar a saúde bucal;

- Sempre coloque uma garrafinha de água na mochila. Os pequenos esquecem de beber água;

- É bom lembrar que as crianças do turno da tarde pedem um lanche mais reforçado

Veja abaixo algumas opções de lanches que podem ser consumidos:
Opção 1:
1 copo (200ml) de suco de frutas natural
2 fatias de pão de forma (prefira integral) com queijo (prefira os brancos)  
1 ameixa

Opção 2:
1 copo (200ml) de leite com chocolate ou 1 caixinha de achocolatado (cuidar a refrigeração)
4 bolachas salgadas (prefira integrais)
1 banana

Opção 3:
1 copo (200ml) de suco natural de abacaxi
2 bisnaguinhas com requeijão (cuidar refrigeração) ou margarina

Opção 4:

Iogurte em copo
4 bolachas doces (sem recheio) ex: Maria, aveia e mel, de leite
1 pêra

Opção 5:

1 copo (200ml) de bebida a base de soja com sabor de frutas
1 fatia de bolo média
1 maçã

Evite monotonia de opções. Faça com que a hora do lanche seja prazerosa, procure variar o máximo possível às opções de lanches e as cores para a criança sentir prazer e desejar comer.

Andressa da Rosa Rodrigues
Nutricionista Personal Diet

CRN2: 7538p
andressanutricionista.blogspot.com ou pelo e-mail: andressa1_rosa@hotmail.com

Você trocaria o peixinho?

25 de outubro de 2011 20

Uma amiga me passou esse comercial de uma grande rede de farmácias gaúcha. A História do Lilinho é emocionante, linda... Mas deixa um tema de casa para nós, pais.

Assista e responda: você trocaria o Lilinho por outro? Você trocaria o peixinho do aquário? Por quê?

A partir das respostas e também da opinião de especialistas, vou elaborar a minha próxima coluna Em Nome do Filho.

Conto com vocês, hein?


Clique aqui e comente.


Nasceu! virou blog

25 de outubro de 2011 0

Tudo começou aqui, no Meu Filho. E nosso blog deu à luz outro blog: o Nasceu!, que está entrando no ar nesta terça-feira.

A seção Nasceu! foi criada para homenagear pequenos e valiosos tesouros que chegam todos os dias para alegrar as famílias. Como recebeu muitas participações desde o surgimento, surgiu a ideia de criar um blog específico, que pudesse centralizar as homenagens, enviadas por pais, mães, manos, manas, tios, tias, dindos e dindas de Santa Maria e região e também de outras cidades do Estado e fora dele.

O Nasceu! será abastecido pela mesma equipe de mães daqui, do Meu Filho.

Para participar, é só enviar a foto e os dados do recém-nascido (nome completo do bebê, nome dos pais, data de nascimento, peso, altura, hospital do nascimento e cidade) para o e-mail nasceu@diariosm.com.br.

A foto pode mostrar apenas o recém-nascido ou ele junto com os familiares (pai, mãe e irmãos). O leitor é que escolhe a homenagem que mais vai emocionar a família.

Hospitais de Santa Maria, região e do Estado que quiserem divulgar os nascimentos, como forma de homenagear os pequenos pacientes, também podem enviar os dados para o blog. Neste caso, é só informar os nomes do bebê e dos pais e a data de nascimento.

Ter ou não ter um filho?

24 de outubro de 2011 1

O tal relógio biológico existe e quando se passa dos trintas anos, ele parece correr a galope.

- Estou pronta e tenho vontade, mas ainda preciso curtir a vida de casal.

- A minha teoria é que passou dos trinta e a mulher muda, repensa questões filosóficas da vida.

- Passa as três décadas e a gente começa a pensar em formar uma família, ter um filho e não ser no futuro, uma velha mal humorada.

As frases bem humoradas ouvidas de bocas conhecidas e amigas indicam que o assunto vira pauta obrigatória das balzaquianas.

Sempre que me perguntam qual a hora certa de ter um bebê?

Fora a parte médica, respeitando o envelhecimento biológico da mulherada, a minha resposta poderia ser dividida em várias alternativas selecionadas cronologicamente abaixo:

1) Você nega e defende com unhas e dentes que não quer e nem precisa de filho para ser feliz.

2) Sem perceber, você começa a mudar de ideia tendo uma certa simpatia pelas crianças de amigos a sua volta. Se nasceu algum sobrinho, ou sobrinha, o processo é acelerado.

3) Os pequenos que antes a irritavam começam a encantá-la e a diverti-la.

4) Aumenta a pressão familiar.

5) A idade avança.

6) Começa a pensar em como seria ter um filho.

7) Começa a prestar atenção em famílias bem-sucedidas, tipo aquelas de propaganda de margarina (ops, revelei minha idade).

8) Discute o assunto com as amigas, o parceiro, o médico ginecologista...

9) Coloca o plano em prática.

10) O projeto vira realidade nove meses depois.

Adaptação à escolinha

24 de outubro de 2011 7

O filho fica chorando, um pai ou uma mãe sai com o coração apertado. Mais fácil para uns, mais difícil para os outros, a cena descrita faz parte do processo de adaptação da família à escolinha.

A convicção era colocá-la na escolinha após os 2 anos, mas fomos vencidos pela opinião alheia e pela observação pessoal. Mesmo com uma babá exemplar, a pequena de 1 ano e 8 meses vinha apresentando um comportamento arredio em grupo, mesmo diante de conhecidos.

A iniciativa de colocá-la meio turno numa escolinha tinha como principal objetivo socializá-la. Em uma semana, ela tem apresentado alterações no comportamento. Cada dia é uma novidade. Em alguns, ela parece gostar mais, em outros, menos. Para os pais, fica a companhia constante da dúvida: será que fizemos certo? Ela está gostando?

Segundo a psicóloga especialista em psicologia clínica na infância e família Cristina Saling Kruel, as perguntas são recorrentes e normais nessa nova etapa da vida familiar. A adaptação ao novo ambiente, o escolar, pode ser mais rápida, durando de uma a duas semanas, ou mais demorada, de dois a até três meses. O curioso é que, nos dois casos, pode resultar em sentimento de frustração para os pais.

– A reação é normal porque é um tipo de separação, é um novo ambiente para a dupla (mãe e filho), o trio (mãe, pai e filho) ou o quarteto (mãe, pai, filho, babá).

Para alívio dos pais mais preocupados, as escolinhas estão cada vez mais preparadas. Essa fase de adaptação pode ser superada com a orientação dos próprios educadores das instituições de ensino.

Pais inseguros passam esse sentimento para os filhos. Algumas crianças apresentam até sintomas físicos como dor de cabeça, febre e constipação. A referência de comportamento será sempre anterior à escolinha. Mas, se a mudança de comportamento da criança se estender por muito tempo, é sinal de que algo está errado, e o momento é de repensar.

Os pais devem ter total confiança na instituição escolhida. Assim, os pequenos vão se sentir mais seguros no novo ambiente.

Não existe uma idade certa para levar os filhos para a escola, depende da necessidade que os pais percebem. Porém, até os 2 anos, a imunidade é muito baixa, e a interatividade, relativa – a criança tem dificuldade em perceber a situação do ponto de vista dos outros, ou seja, ela não é capaz de perceber que a outra criança quer brincar.

Após essa idade, os pequenos ampliam as redes sociais de interação no ambiente escolar. Eles são estimulados no processo cognitivo (aprendizado), afetivo (desenvolvem novos sentimentos) e melhoram a relação com a família. Os genitores também têm a oportunidade de trocar experiência e aprender com os outros pais. (Ticiana Fontana)

Coluna Em Nome do Filho, publicada toda a segunda-feira no jornal Diário de Santa Maria, de responsabilidade de  Fabiana Sparremberger e Ticiana Fontana.

Atenção, mudança!

23 de outubro de 2011 0

A partir de agora, envio de fotos para a seção Álbum de família do caderno Meu Filho será feito por aqui. Basta clicar no link ENVIE SUA FOTO, lá em cima, no canto direito.

Ali, haverá um formulário a ser preenchido com seus dados e do seu filho. Algumas fotos irão para o papel, outras, para uma galeria aqui no blog.

Quem enviou fotos no sistema antigo (e elas ainda não foram publicadas) terá de enviá-las novamente no novo sistema.

Não esqueça de mandar junto com a foto o nome de seu filho. Fotos sem nome não serão aceitas, assim como aquelas enviadas por e-mail.


Não deixe de participar.


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