Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de novembro 2011

É Natal

30 de novembro de 2011 0

Márcia Dorigatti

Você  já começou a enfeitar a sua casa para o Natal? Eu consegui organizar tudo no último final de semana. Montei um pinheirinho discreto dentro de casa e do lado de fora fiz uma coisa que sempre achei escandaloso. Coloquei as luzinhas em formato de pinheiro.

Calma, eu explico, não foi porque mudei de ideia, mas porque o Gabriel andava alucinado com os enfeites pisca-pisca na casa dos vizinhos.

Chamamos todo mundo da família que mora perto para ver. Nos dois primeiros dias foi um sucesso, mas durou pouco, pois o sapequinha alcançou a tomada e puxou tudo para baixo. Advinhem? Arrebentou os fios. Sem contar de que ele ia lá fora tirar as proteções nas lampadazinhas.

Agora, vamos comprar tudo de novo e fazer o que deveríamos ter arrumado desde o início: instalar os fios e o pinheiro sem que o pequeno alcance.

Sequelas para o resto da vida

30 de novembro de 2011 0

Nereu de Almeida

São inúmeros os cuidados que os pais devem ter com os filhos. Num piscar de olhos pode acontecer um acidente para o resto da vida. Andréia Festugatto (foto), 40 anos, passou por uma situação semelhante. Quando tinha um ano e oito meses, ela engoliu uma bolinha de gude, que obstruiu o canal respiratório, causando um problema motor. Por conta deste acidente, ela sofreu uma lesão neurológica, e hoje faz equoterapia para melhorar sua qualidade de vida.

Paralisia cerebral, sequelas de doenças diversas, distúrbios ou atrasos motores, síndrome de down, autismo, depressão, timidez, dificuldade no aprendizado, stress, síndrome de pânico, fobias, hiperatividade e déficit de atenção são algumas das doenças tratadas pela instrutora de equitação para equoterapia Fabiana Maria Kintschner, 41 anos.

A instrutora trabalha na área há 10 anos e já atendeu cerca de 300 pessoas, sendo que atualmente tem 58 pacientes.

Conforme Fabiana, a equoterapia emprega o cavalo e as técnicas de equitação como agentes e princípios promotores de ganhos físicos, psíquicos e sociais. Também ajuda na formação da auto-estima.

– É maravilhoso perceber a melhora dos pacientes. Alguns não voltam a ter uma vida normal, mas aprendem a conviver com suas limitações – diz.

Escolhendo o nome do bebê...

29 de novembro de 2011 1

Quando engravidei, sempre vinha o nome “Antonela” na cabeça. Não tem explicação, nem uma história bonita por trás ou qualquer tipo de homenagem. Nem sabia que era um nome de certa forma comum nos países vizinhos como Argentina e Uruguai e que em italiano é o diminutivo de Antônia.

Porém, tenho percebido que a escolha de nomes é cíclica. Atualmente, pais estão voltando a optar por nomes bíblicos, antigos e até simples. Na lista estão Mateus, Matias, Antonio, João, Maria, José, Antônio, Ana…

Algumas escolhas são homenagens. Alguns casos, elas soam engraçadas e dá pena de quem está por trás do registro. Entre os pitorescos, lembro dos nomes importados com excesso de letras dobradas, como “K”, “N” e “Y”. Uma amiga recebeu o nome das duas avós. Tem os casos de juntar os nomes dos pais.  A Josicler, é uma adaptação do nome da mãe “Josiane” e do pai “Clair”. O Vanderson, deriva da mãe Vânia com o pai “Anderson”.  E por aí vai…

Recebi um mail dos nomes mais utilizados no país. O resultado surgiu de uma pesquisa feita usando 165 milhões de CPFs de todo o país e apurou os 50 nomes mais utilizados no Brasil. Abaixo reproduzo a lista feita pela  “proScore, Bureau de Informação e Análise de Crédito”.

MARIA -  13.356.965

JOSE  – 7.781.515

ANTONIO - 3.550.752

JOAO – 2.988.744

FRANCISCO 2.242.146

ANA 1.996.377

LUIZ 1.541.895

PAULO 1.416.768

CARLOS 1.384.201

MANOEL 1.334.182

PEDRO 995.254

FRANCISCA 853.590

MARCOS 823.738

RAIMUNDO 821.242

SEBASTIÃO 798.627

ANTONIA 672.400

MARCELO 628.138

JORGE 587.670

MARCIA 557.347

GERALDO 530.050

ADRIANA 529.778

SANDRA 497.971

LUIS 492.208

FERNANDO 489.142

FABIO 481.790

ROBERTO 480.695

MARCIO 471.906

EDSON 467.806

ANDRE 465.484

SERGIO 462.397

JOSEFA 453.636

PATRICIA 446.001

DANIEL 439.826

RODRIGO 438.083

RAFAEL 432.356

JOAQUIM 431.594

VERA 430.683

RICARDO 423.616

EDUARDO 417.277

TEREZINHA 409.120

SONIA 403.702

ALEXANDRE 403.114

RITA 396.901

LUCIANA 390.507

CLAUDIO 390.104

ROSA 385.634

BENEDITO 378.680

LEANDRO 378.136

RAIMUNDA 372.672

MARIO 364.589

As primeiras mentiras da pequena...

29 de novembro de 2011 5

Depois que entrou na escolinha, a Antonela parece uma gralha. Chega em casa e não para com a matraca, mas é só chegar alguém que não tenha uma convivência muito seguida que o orgulho dos pais – geralmente dizem: “Fulana, conta para o titio como foi a escolinha hoje”, a resposta, normalmente, é um silêncio profundo. Lá em casa, não é diferente.

Buenas, continuando, ela fala e conta o que quer e até anda inventando histórias. A pequena sempre gostou de remédio… Em especial para dor de barrriga. Como teve uma virose, seguida de otite, virou fã de carteirinha. Ela tem mostrado alguma parte do corpo onde dói. Só que outro dia flagrei a mentirinha.

- Mamãe “lemédio”, dói “baliguinha”.

Dei uma risada e falei “é mentira do nenê”. Ela riu junto.

No fim de semana, ela falou para a vovó que a “mãe” (no caso, eu) tinha batido ”aqui” vovó. Apontava para as costas (Nunca dei um tapinha sequer). Fingi ficar braba e a repreendi dizendo que não podia mentir.

Porém, ontem, foi demais. Ela vai na escolinha pela manhã e, na volta, a coloco para tirar uma “soneca”, no início da tarde. Notei que ela chegou numa alegria e mais “espoleta” do que o normal.

Como sempre, falei:

- Vamos “mimi” (essa mania dos adultos de infantilizarem a fala) com a mamãe.

- Já “mimi” mamãe.

- Aonde?

- Na “colinha”.

- Na “colinha”? Tu nunca dorme na escolinha, tá mentindo para a mamãe?

- Hahahahahaha, sim.

É mole?

Álbum de Família: galeria 6

28 de novembro de 2011 12

A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.

Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

Gabriel, o Bi

28 de novembro de 2011 1

- Dinda, por que tu não gosta de mim, hein? Só gosta da Júlia. Só escreve da Júlia, só mostra foto da Júlia…

O protesto cheio de cobranças e de muito sentimento feito assim de sola, logo na primeira fala ao telefone, é de um pequeno de 6 anos, que acabara de ver aqui blog o post onde sua tia (ele me chama de dinda, e, como eu gosto muito, eu não corrijo) fazia uma homenagem para sua mana, na época com 7 anos.

Depois de me desdobrar em justificativas e explicações e “amansar” a ira do pequeno, fiz a proposta:
– Se a dinda colocar uma foto tua e também fizer uma homenagem, você vai ficar feliz? E o que a dinda deve escrever? E que foto vai mostrar?

- Ah, eu vou gostar muito. Tu escreve que eu sou um grande jogador de futebol…

Por meio do pai, ele mandou as fotos… E está aguardando que a tia legítima e dinda emprestada faça justiça.

Então, aí vai…

O Bi, ou Gabriel Prestes Sparremberger, nasceu apenas 40 dias depois do Bruno. Ganhei meu primeiro filho e meu primeiro sobrinho (já tinha a Júlia) num prazo muito curto. Felicidade em dobro, orgulho sem tamanho.

O Gabriel, nosso Bi, fala pelos cotovelos, quer saber os porquês de tudo (e isso o tempo todo), é amável, espirituoso e, muitas vezes, um humorista nato. Tem no primo Bruno, um grande amigo… Duas personalidades fortes, mas que sabem ceder quando um ameaça desfazer a amizade (o famoso “não sou mais teu amigo”).

Com uma cara para lá de preparada (e tenho de dizer que não é só a cara não…), o Bi adora aprender coisas novas. Agora, ele está conseguindo se desvencilhar da mania de Cebolinha, que trocava o “r” pelo “l”. E, juntos, treinamos bastante, no nosso último encontro. Na nossa conversa por telefone, ele perguntou:

- Dinda, como está o Brrrrruno?

- Tá em casa, Bi, a dinda ainda está no trabalho…

- Dinda, tu viu que eu falei Brrrrrruno certinho?

E “ai” de mim se fosse esquecer. Preciso dizer que o Bi é também um jogador de futebol completo. Tem um chute para lá de forte e é um baita goleiro. Ainda precisa exercitar um pouco a capacidade de perder, mas isso também ele vai tirar de letrrrrrra, né, Bi?
Um beijão da dinda, do dindo Beto (também dindo emprestado) e do Bruno, teu primo e grande amigo. Nós te amamos muito.

Só não diz mais pra dinda que ela não gosta de ti… Porque isso é uma grande mentirrrrrrrrra, tá?


Era uma vez... pais contadores de histórias

28 de novembro de 2011 0

A historinha era mais ou menos assim: o menino Jonas, que morava em um orfanato, foi flagrado pela tia Lia, que cuidava dos pequenos, pensando sobre o que gostaria de ganhar de Natal. Ele queria a alegria de presente. Tia Lia explicou ao pequeno que há várias formas de as pessoas serem presenteadas com a alegria: que crianças ficam alegres quando ganham presentes, que os reis magos ficaram alegres em poder presentear Jesus, que outros sentem alegria porque têm uma família e porque são amados por ela… Concentrada na tarefa de dar veracidade à história, a mãe não deixou de notar as lágrimas nos olhos do guri. Há tempos, ela adota a gratificante tarefa de ler historinhas para o miúdo antes de dormir. E, depois, é o filho que se torna o contador, conferindo detalhes e novas versões ao enredo.  (Fabiana Sparremberger)

Os benefícios
Além de desenvolver na criança a concentração, a sequência lógica e a criatividade, a prática de contar histórias infantis aos pequenos tem uma perspectiva humanizadora, criando laços afetivos, de carinho, que os filhos vão levar para o resto de suas vidas. A opinião é da professora Nilta de Fátima Hundertmarch Graciolli, que trabalha com a “hora do conto” e escreve livros para as crianças.     
Ela aconselha, inclusive, que as mães comecem a contar historinhas para os filhos antes de eles nascerem, durante a gestação. No ano que vem, o objetivo da professora é desenvolver um projeto com grávidas, no Hospital Universitário de Santa Maria, que possibilite verificar o quanto é possível incentivar pequenos leitores já desde tão cedo, dentro da barriga da mãe.

Como contar
Nilta diz que o importante é os pais acreditarem na história que estão contando e se prepararem para isso:
_ Se os pequenos percebem que os pais gostam da história, que acreditam no que estão lendo ou contando, que sonham como os personagens, eles vão se envolver e gostar.
Outra sugestão é que os pais incentivem as crianças a recontar a historinha, tornando-as também autoras, recriando as cenas e desenvolvendo a criatividade. Procure não interromper a narração da criança e não se preocupe se ela esquecer de detalhes importantes.
A professora lembra ainda aos pais que os livros são para serem manuseados, e não para figurarem em uma biblioteca intocada, longe do alcance das mãos dos pequenos.

As faixas etárias

Vania Dohme relaciona a idade da criança com temas de interesse em seu livro Técnicas de Contar Histórias:

Até os 3 anos, a preferência é por bichinhos, brinquedos ou animais com características humanas

Dos 3 aos 6 anos, os contos de fada, que investem na fantasia, agradam muito

Aos 7, histórias que ocorrem em escolas, bairros ou na família

Aos 8 anos, as fantasias mais elaboradas (Mágico de Oz, Harry Potter) são ideais

A partir dos 9, histórias de explorações, viagens, contos de mitos e lendas

(Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira)

Isadorinha canta Roberto

28 de novembro de 2011 4

Este vídeo, postado no último Dia da Criança, fez o maior sucesso na Internet. Eu só vi na última sexta-feira à tarde, quando me chamou a atenção a imagem da menininha cantando num programa da Globo News. Não consegui ouvir nada (Redação é uma barulheira tremenda) e resolvi procurar o vídeo. Uma colega comentou aqui que ela já teria sido convidada para novelas, comerciais etc e tal…  E ela só tem 1 ano e 10 meses…

Para começar a segunda-feira de bem com a vida, encante-se e empolgue-se como a Isadorinha!!!



"Enfim, grávidos"

27 de novembro de 2011 6


Até onde um casal vai para realizar o sonho de ter um filho?
Cada pessoa tem seu limite de tentativas, expectativas e frustrações. Pensei nisso quando recebi a divulgação do livro Enfim, grávidos. O subtítulo é o que mais chama a atenção: 21 anos de tentativas, seis inseminações e três fertilizações. Não digitei errado os números não, é isso mesmo!
Sei de histórias de amigos e conhecidos que tentaram vários métodos por anos a fio, mas esse casal do livro com certeza bateu o recorde. Aos “tentantes” que leem o blog, fica o desejo de Boa Sorte e um sincero Não Desistam, especialmente depois desse exemplo acima!
O autor é o jornalista Hamilton Santos, que imprimiu tom leve ao livro, e não “receita de bolo” do tipo “como fazer um filho”.
Serviço
Enfim, grávidos
Editora Best-Seller
Preço: R$ 19,90
144 páginas



Opções de papinhas para quem não curte cozinhar

26 de novembro de 2011 0

(ou para quem tem pouco tempo)

Depois que publiquei o post “Papinhas, amo muito tudo isso“, recebi o retorno de algumas mães e conversei com outras – pessoalmente ou virtualmente – sobre o tema. E nesses papos falamos sobre a falta de tempo de cozinhar e/ou falta de vontade de ir “esquentar a barriga no fogão”.

Para ambos os casos, há a opção de tirar um único dia no mês, por exemplo, para cozinhar um montão e congelar porções individuais da papinha feita para seus pitocos.

Já outra opção para quem mora em Porto Alegre são os novos serviços de tele-papinhas.

Conheço dois para indicar. São refeições para bebês e crianças feitas com produtos orgânicos e muito capricho. As gostosuras incluem papas doces ou salgadas como, por exemplo: carreteirinho, feijãozinho, massinha com ricota e espinafre, papinhas de carne e frango com legumes variados, polenta com molho, purês diversos, espaguetti e até risoto!

Todos são entregues em casa e os preços variam de R$ 4,80 (purês de banana, beterraba e moranga, por exemplo) a R$ 8,80 (escondidinho de frango, por exemplo).

Nas fotos abaixo, as delícias preparadas pelos dois serviços de telentrega disponíveis em Porto Alegre: a BOUTIQUE DA PAPINHA (www.boutiquedapapinha.com.br) e a ORGANIC BABY (www.organicbaby.com.br).

Clique nas miniaturas para ver as fotos em tamanho maior (fique com um babador à mão, pois são deliciosas).

Fotos da primeira linha: Boutique da Papinha/Aliçar Leite.
Fotos da segunda linha: Organic Baby/Cris Berger, Divulgação


Você não conseguiu o parto normal?

25 de novembro de 2011 26

A proporção de gestantes gaúchas que optam pela cesariana, apesar dos riscos da cirurgia, aumentou 41% ao longo da última década. Entre 2000 e o ano passado, a taxa de cesáreas saltou de 40,9% para 58% dos partos no Estado — índice quase quatro vezes superior ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Vocês podem ler mais sobre isso neste link.

Na última reunião do Conselho do Leitor do caderno, conversamos sobre isso. O que foi dito: é grande o número de mães que queriam muito parto normal e, por algum motivo, acabaram não conseguindo realizar o sonho.

Então pergunto: é o caso de vocês? Respondam nos comentários por que, apesar de querer, vocês não conseguiram o parto normal e o que isso significou para vocês.

Mulher-polvo x Pequena Sereia

25 de novembro de 2011 3

O que você prefere? Ser a mulher-polvo ou

a Pequena Sereia?



Ao ler o texto da psicopedagoga Lisandra Pioner (abaixo), gentilmente enviado a este blog, comecei a pensar que raio de cumpridora de tarefas estamos nos tornando. Daí me veio a imagem de uma mulher-polvo na cabeça, por causa dos tentáculos, uma metáfora para as nossa gincana diária (leva aqui, trabalha lá, cozinha aqui, limpa lá, compra aqui, surta acolá).
Mulher-polvo, que, no Google, acabou remetendo para a imagem da Úrsula, do filme A Pequena Sereia. Uma mulher horrenda, diga-se. Já a Pequena Sereia, protagonista do filme em que Úrsula aparece, bem… Mil vezes ela.
Lê aí e observa as dicas que a especialista dá. Eu grifei as que achei mais importante, coisas que a gente até sabe, mas nunca aplica. A não ser que você queria ser como a Úrsula, por favor.

Pegue mais leve com você, ok?

beijos.


Mães e Mulheres*

Com a proximidade do final do ano, se inicia a preocupação das mães, que já programam suas rotinas de 2012. Trabalho e filhos passaram a conviver de forma concomitante e com a necessidade de nenhum subjugar o outro. Ambos têm importância fundamental na vida da mulher moderna, e uma coisa é certa: nós queremos dar conta de tudo!

Além do trabalho e das crianças, temos a casa, o companheiro e nós mesmas para cuidar! É inegável a sobrecarga. Não há como estranhar o número cada vez maior de mulheres que fazem uso de medicamentos contra ansiedade e depressão. A exigência social de onipotência por parte das mulheres, às vezes, me remete a antiga obrigação de insensibilidade masculina. Nos cobram mais do que temos possibilidades de dar, no que tange a um dia a dia saudável. Mas ao invés de percebermos isso, acabamos por nos cobrar mais e mais e a imensa onda de incapacidade e sensação de incompetência acaba por nos invadir.

Não há receita pronta, mas algumas dicas podem auxiliar na vivência de um ano mais produtivo e tranquilo!

  1. Liste prioridades- nem tudo tem o mesmo grau de importância ou de urgência, portanto, priorize o que realmente precisa de atenção;

  2. Programe-se- crie uma agenda que dê foco e segurança a sua rotina;

  3. Se preserve- não se responsabilize por tudo! Delegue tarefas, aceite as que não puderem ser concluídas ou que não tiverem êxito;

  4. Permita-se- se dê um tempo! Tire algumas horas na semana e se presenteie. Faça o que tiver vontade ou não faça nada. E não se culpe por isso;

  5. Não tente ser a melhor em tudo- acreditar que há como ser infalível em todas as instâncias da vida, é assumir a certeza do fracasso. Admitir que é humanamente impossível a perfeição, já é um grande passo para uma cobrança menor e consequentemente, uma vida melhor!


*Texto enviado pela Lisandra Pioner, que é pedagoga e psicopedagoga clínica.


Dar a volta por cima

24 de novembro de 2011 2

Juan Barbosa, BD

Deve ser muito difícil para uma mãe quando descobre que o seu filho possui algum tipo de deficiência, seja ela física ou  intelectual. Porém, há pessoas que conseguem dar uma virada em suas vidas e seguir em frente. Um exemplo é o jovem instrutor de informática Edson Dávila de Miranda, 19 anos, que perdeu a visão aos 11 em decorrência de um glaucoma (lesão do nervo óptico).

_ Foi um susto para toda a família porque mesmo tendo o problema de visão, ninguém esperava que fosse ficar totalmente cego _ explica Miranda.

O instrutor conta que leva uma vida normal. Depois que fez o treinamento de mobilidade e aprendeu a andar com a bengala, estuda, trabalha e viaja.

_ Hoje ensino informática a outras pessoas que têm o mesmo problema. É gratificante quando conseguem fazer os exercícios _ Diz o Miranda.

Ele pretende continuar estudando e se aperfeiçoando. Ele sonha com a faculdade de Tecnologia em Redes de Computadores que deve começar no ano que vem.

Cada criança é uma arma em potencial, diz professor

23 de novembro de 2011 6

O título deste texto é de um artigo publicado nesta quarta-feira, na página de Opinião do Diário de Santa Maria.

É de Cézar Abade, professor e escritor.

Para aqueles que acreditavam que as crianças eram inocentes, agora já estão mudando os conceitos. Estudos revelam que as crianças, cujos pais puxam pela inteligência desde cedo, mostram-se dotadas de um aprendizado extraordinário. Sabe-se, hoje, que as crianças dos zero aos 6 anos têm um aprendizado maior que um adulto em total ignorância. Acredita-se, também, que tudo isso é devido à cabecinha das crianças estarem desprotegidas do senso de defesa que o adulto tem após grandes aprendizados, o que realmente as tornam inocentes, porém, sábias.

Outro dia, passei por uma experiência familiar que me coloca entre as pessoas que acreditam que uma criança é uma arma em potencial e que deve ser manuseada, digo, ensinada por pessoas adultas preparadas e com um grau elevado de bons interesses, o que muitos pais deixam a desejar. Passeava no centro de Santa Maria, com minhas filhas e minha netinha de, percebam a precocidade, 1 ano e 5 meses.

Minha neta corria por uma loja quando deparou com outra criança, mais crescida, que eu disse ser sua nova amiguinha. Ela, após analisá-la, ofereceu os lábios para beijá-la, como ensinada. Para surpresa, a menininha solitária enveredou-se para um manequim, que se estatelou ao chão. Logo o pai correu para socorrê-la, assim como fez um funcionário dizendo que repararia o acontecido. Na sequência, vendo que eu explicava à netinha que não se deve mexer nas coisas, olhou para ela a me confirmar, e disse: “Isso não se faz!”, balançando o dedo em reprovação.

Tamanha foi a indignação de Fernandinha que, feita adulto, começou a chorar aos prantos. O funcionário tentou consolá-la dizendo que sabia que não fora ela, que o desculpasse. A loja inteira foi ao delírio ao ver uma reação de justiça partir de uma criança. A mãe que estava no caixa a levou para fora, comprando-lhe um sorvete, insuficiente. Tive o pedido de desculpas por várias pessoas da direção e funcionários, e temo pelo futuro do fiel trabalhador que fez o certo, porém, seu infeliz comentário soou como reprovação externa, e ela não se sentia culpada.

Precisamos de pais mais enérgicos e preparados que ensinem valores, que não descuidem dos seus rebentos em favor da moral e dos bons costumes. Alerto aos pais de ocasião que seus filhos estão nascendo no século 21, na era da informática, na era do continuar ensinando. Somos nós os responsáveis pelo futuro da nação e do planeta. Ninguém pode se furtar de fazer a sua parte. Ou daqui a pouco veremos as crianças nos ensinando em casa como já acontece por aí. Não fiquem surpresos com o aprontar das crianças de hoje e acompanhemos dia a dia a sua evolução, ou as perderemos para o primeiro espertinho e mal-intencionado que aparecer. É o prêmio pela evolução que caminha a passos galopantes. Não sejamos nós a amarelar.


Vem aí a 2ª Expobaby & Kids

23 de novembro de 2011 0

Santa Maria recebe, durante cinco dias, a segunda edição da Expobaby & Kids. Será de 2 a 6 de dezembro, no Monet Plaza Shopping (dias de semana, das 17h às 21h, e sábado e domingo, das 13h às 21h).

A feira é especializada em gestantes, bebês e crianças, e é voltada a produtos e serviços relacionados aos temas. Confira abaixo o cartaz do evento:


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...