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Posts de dezembro 2011

Na virada...

31 de dezembro de 2011 0

Chega final de ano e as pessoas parecem enlouquecer, resolvendo problemas, fazendos novos planos e metas.

Acho tudo meio confuso e de um tanto melancólico.

Sempre adorei o Réveillon, um tempo de festa, de extravassar.

Depois da pequena, prefiro o Natal.

Porém, percebi que todas as comemorações com filhos ganham uma nova e mais divertida concepção.

Com quase dois anos de idade, a Antonela interage mais e a gente se diverte só observando a reação dos pequenos.

Sei que relacionou o Natal com presentes e o Papai Noel.

Não sei como será a relação com a festa da virada, mas faz dois dias que, quando ela vai dar adeus para alguém, anda falando:

- Liz, ano novu...

Tradução

- Feliz Ano Novo!

Esses são os desejos da Antonela e dos outros pequenos do blog.

Um grande abraço e muitas energias positivas para quem tem paciência e compartinha da história dos nossos pequenos, das nossas angústias e ideias meio malucas.

Um momentinho no confessionário

30 de dezembro de 2011 4

Dia desses caí sem querer nessa área do BabyCenter chamada "Revelações de Mãe". São enquetes que servem para mães "desabafarem" online sem serem julgadas, diz o site.

Confesso que me identifiquei com várias questões, ri de outras e achei algumas muito absurdas. Mas ao mesmo tempo em que a maternidade tem certos aspectos universais, comuns a todas as mães, tem também muitas particularidades. Realmente não dá para achar que é tudo sempre igual.

Compartilho 5 revelações listadas no site às quais eu respondo SIM!

CONFESSIONÁRIO DA CAMILA
>>> Você já fez sumir um brinquedo barulhento?
>>> Você já limpou o nariz do seu filho com a blusa?
>>> Você se considera a melhor mãe que conhece?
>>> Você toma menos banho agora que virou mãe?
>>> Você usa o método cuspe para limpar uma sujeirinha no seu filho?

Ufa, pronto, revelei. Espero que não me julguem agora, hehehe.

E tenho mais duas revelações que não constam nas enquetes:
SIM, volta e meia minha bebê dorme na cama comigo.
SIM, volta e meia eu dou papinha Nestlé.

E você, topa revelar alguma coisa sobre seu jeito de ser mãe?
Conte aí nos comentários!

A título de curiosidade, publico aqui outros tópicos das "revelações" que vi por lá:

Revelações: Você já comeu todas as guloseimas sem deixar nada para seu filho?
Revelações: Você já culpou o seu filho por um pum seu?
Revelações: Você já fez sexo enquanto seu bebê dormia no mesmo quarto?
Revelações: Às vezes você acha que não foi feita para ser mãe?
Revelações: Às vezes você se sente aliviada de ter de sair para o trabalho?
Revelações: Com que frequência você "pula" o banho diário do seu filho?
Revelações: Qual é seu sonho de consumo? Sexo ou sono?
Revelações: Você se acha uma mãe melhor que a sua mãe foi?
Revelações: Você alguma vez mentiu para o médico do seu filho?
Revelações: Você apela ao carro para fazer o bebê dormir?
Revelações: Você já "roubou" um nome de bebê de alguém?

O meu Macaulay Culkin

29 de dezembro de 2011 4



Arquivo pessoal











A Tici vive dizendo, mas várias outras pessoas próximas já fizeram a comparação.

Acham o meu pequeno muito parecido com o terrível Macaulay Culkin, no famoso filme Esqueceram de Mim, da década de 90.

Confesso que nem achava tanto, mas, com a insistência das comparações, passei a encontrar semelhanças, inclusive nas poses das fotos e nos trejeitos do gurizote no filme.

Numa espécie de tira-teima, pedi para o "sósia" fazer a mesma pose (não foi nada fácil, apesar da boa disposição do "modelo").  Ele também se achou parecido, mas queria mesmo fazer a foto sorrindo. Não gostou nada da pose.

É parecido ou não é?


Secreto até o fim

29 de dezembro de 2011 1

Já é o terceiro amigo secreto que fazemos em família no fim do ano, na casa de minha mãe.

Ou é no Natal ou na virada de ano, dependendo de como vamos nos dividir entre as famílias (onde passaremos o Natal e onde passaremos o Ano Novo).

Uma brincadeira que colocamos em prática por causa da empolgação dos pequenos...

O Bruno simplesmente a-do-ra. Ainda este ano, que ele ainda não sabe ler, eu fiz a revelação no ouvido dele. Em "troca", ele quis que eu revelasse o meu:

- Mãe, assim não vale, tu sabe qual é o meu. E não quer me contar quem é o teu? Eu não vou falar pra ninguém... Fala, vai...

Tá, contei. Mas, a partir de então, procuramos não falar mais nisso, tentando que o amigo seguisse secreto, pelo menos das outras pessoas envolvidas na brincadeira...

Mas o pai também não foi poupado da curiosidade aguçada do pequeno. A cada ida ao supermercado, o guri questionava:

- Ah, já descobri, pai. Tu vai levar isso aí para o teu amigo secreto, né? É um menino, né?

E, por sucessivas vezes, ele tentou a reveleção também do amigo secreto do pai. Dia desses, em mais uma insistência, o guri levou como resposta do pai:

- O meu amigo secreto é chato e enjoado. Vou ter de caprichar no presente...

O guri, tentando fazer adivinhações:

- Pai, então, é eu então ou o Bi (o Bi é o primo dele, que tem a mesma idade e também está no amigo secreto).

O pai não confirmou, e eu abri o leque dos "beneficiados" pelo "elogio".

- Ih, Bruno, ficou mais difícil agora. De chato, tem fulano, ciclano ou beltrano. E de enjoado, tem esse e aquele...

E voltamos à estaca zero. Zero mesmo porque o guri acabou esquecendo quem é o meu amigo secreto. E, agora, eu não vou revelar de novo. Ainda sabe o dele, e a brincadeira voltou a ter graça...

Um feliz e abençoado 2012 a todas e aos pequenos, é claro (e até a volta das férias)!





Doenças infantis

28 de dezembro de 2011 1

Estava observando uma amiga correr de um lado para o outro em busca de uma solução para as recorrentes doenças de sua pequena.  Só nas últimas duas semanas, a filha teve problemas respiratórios, inflamação no olho e depois, uma febre ininterrrupta.

Atrelado a tudo isso, a mãe procurou médicos e palpites diferentes. Nada disso foi suficiente para estancar a sequência de doenças e, muito menos, a angústia materna.

Cheguei a conclusão que, em algum momento, a nossa hora vai chegar. Por mais que a gente torça, nem sempre as doenças atingirão os adultos, elas preferem atacar os mais frágeis, os pequenos.

Nesses momentos o negócio é tentar se acalmar, procurar bons especialistas e ficar do lado dos pequenos, inventando superpoderes.

Quem passa pela primeira vez por isso, chega a ficar com raiva quando escuta outra mãe dizer:

- Não se preocupa, é assim mesmo, vai passar.

Tá bom, na calada da noite ou no banheiro, é permitido que a mãe derrame algumas lágrimas. E aí, minha amiga, o jeito é seguir aquela máxima: "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". 

Viajar com as crianças?

27 de dezembro de 2011 4

Nessa época do ano, principalmente, os pais deparam com todo tipo de dúvidas sobre qual é a melhor forma de viajar com  os filhos.

Qual é a SUA dúvida?

Escreva nos comentários tudo que você quer saber sobre viagens com crianças.

O maior de todos os clichês

27 de dezembro de 2011 5

Na minha coluna publicada ontem no caderno Meu Filho, falo sobre o desenvolvimento dos bebês. O papo com a pediatra e professora universitária Lina Zardo foi tão bacana que aproveito para compartilhar com vocês o material que ela me enviou. Está logo abaixo do texto. Não esqueça de comentar depois!

26 de dezembro de 2011 | N° 16928
COLUNA NOSSOS FILHOS

O maior clichê | CAMILA SACCOMORI
Editora do site Donna, 33 anos, mãe da Pietra, nove meses

Tem conversa de elevador mais corriqueira do que a frase “o ano passou voando”, dita antes ou depois de um suspirinho? Se há uma unanimidade no mundo é essa: a rapidez do correr dos dias. Piscamos e dezembro acabou. Pois esse calendário acelerado é ainda mais tirano com mães de bebês. Parece que foi ontem que voltei da maternidade com aquele meio metro de gente aninhado no colo! A molenguinha enrolada nos cueiros, cujos únicos desejos eram dormir e mamar, hoje briga por menos tempo no berço e mais tempo no chão.

Às vésperas de completar nove meses, Pietra já passou por todas as etapas típicas de desenvolvimento do período. Comeu, rolou, sentou, engatinhou, aprendeu a dar tchau, bater palmas, estalar beijos. Já tem dentes (seis!) e agora fica em pé ensaiando os primeiros passos apoiada em móveis ou nos adultos. Tudo numa velocidade tão incrível que mal dá tempo de registrar e lá vem outra novidade!

Tanto ponto de exclamação reflete a surpresa desta mãe que agora deixa de lado a corujice para entender melhor o assunto conversando com uma especialista na área. A grande dúvida é essa: as crianças de hoje em dia estão mesmo se desenvolvendo mais rápido que as de antigamente?

– A geração atual é realmente mais precoce – atesta a pediatra e hebiatra Lina Aparecida Zardo, professora universitária aposentada, dona de extensa experiência acadêmica e prática. – Nos últimos anos, tenho observado em consultório mudanças principalmente na primeira infância, que vai do nascimento aos dois anos. Os bebês estão mais atentos nos primeiros meses e também nas etapas seguintes. Penso que em breve teremos novos estudos e novos parâmetros do desenvolvimento infantil.

Aos oito meses, etapa vivenciada lá em casa, há um amadurecimento especial do cérebro, explica a pediatra. A mielina, estrutura que protege os neurônios, atingiu seu ápice e é um momento importante no nível de compreensão do bebê. Talvez por isso eu fique embasbacada quando no meio de um papo com adultos solto um “não” no meio da frase, olho para baixo e lá está aquele serzinho balançando a cabeça de um lado para o outro.

– Tenho visto muitos bebês iniciando a linguagem compreendida, não falada, mais cedo. E, no segundo ano, tenho visto as duas linguagens iniciarem mais cedo. Têm ocorrido situações nas quais fico perplexa com a compreensão da criança e, se não presenciasse, não acreditaria – conta Lina.

É, mamães, aquele conselho clichezento recebido no chá-de-fralda é absurdamente verdadeiro: aproveitemos cada minuto porque o tempo passa em um clique. E a recém-nascida amassadinha vira bebê que anda e fala e vira criança indo para o colégio e vira mocinha e... Ops, me antecipo. Feliz 2012!

****


O DESENVOLVIMENTO DO BEBÊ MÊS A MÊS
Por Lina Aparecida Zardo

O primeiro ano de vida é uma etapa importantíssima na evolução do ser humano. O cérebro cresce muito: ao nascer o perímetro cefálico mede em média 34cm e aos 12 meses é de 46cm. O corpo também triplica seu peso no período. Em nenhum outro momento da vida haverá uma tão grande evolução. Todos os tecidos e órgãos evoluem, porém no cérebro a evolução é maior em qualidade e intensidade.
Resumidamente podemos observar:
Ao fim do 1º trimestre o bebê firma a cabeça, fixa o olhar, gorgeia, sorri, responde aos estímulos sorrindo, gorgeando, movimentando braços e pernas, mostra bem contentamento ou desagrado.
Ao fim do 2º trimestre (6 meses) o bebê pega objetos, leva-os à boca, levanta os ombros, vira-se no berço, sorri com mais atenção, mantém o tórax ereto, inicia a silabação, observa seu entorno.
Ao fim do 3º trimestre (9 meses) o bebê senta bem sozinho, pega e joga objetos ao seu redor, conhece bem seus familiares, inicia sílabas com significado, começa a engatinhar, põe-se de pé e agarra-se em móveis, segura o copo e a mamadeira, gosta de alimentos sólidos.
Importante: Aos 8 meses há um amadurecimento especial do cérebro porque a mielina que protege os neurônios atingiu seu ápice e é um momento importante no nível de compreensão do bebê.
Aos 12 meses o bebê gosta de ficar ereto, caminha com apoio, caminha só, diz duas ou três palavras com significado, compreende ordens simples, aprecia jogos de tirar e botar, aprecia as brincadeiras dos adultos, alegra-se com seus familiares.

Dra. Lina lembroaque a atual Caderneta de Saúde da Criança, editada em 2011 pelo Ministério da saúde, está de excelente qualidade. Contém quase tudo aquilo que os pais devem conhecer e fazer em busca da saúde plena de seus filhos. É usar, ler e praticar todos os ensinamentos ali contidos!


Mães que trabalham...

26 de dezembro de 2011 2

Pesquisa feita com 1,3 mil mulheres durante 10 anos, que foi divulgada hoje no caderno Meu Filho, afirma que trabalhar em meio período é melhor para as mães do que ficar em casa para cuidar dos filhos nos primeiros anos de vida ou trabalhar em período integral.

Os cientistas da Universidade da Carolina do Norte (EUA) concluíram que as mães que trabalham em meio período apresentam menos sintomas de depressão e são tão envolvidas na vida escolar dos filhos quanto as que preferiram ficar em casa.

Eu poderia ser uma das entrevistadas da pesquisa. Fico as manhãs com o guri, e trabalho de tarde e parte da noite... Apesar da rotina pesada para atender filho e todas as tarefas de dona de casa (tenho uma ajudante só a cada 15 dias para a faxina mais pesada), acho essa oportunidade de ficar com o pequeno todas as manhãs uma verdadeira bênção.

E agora, com horário de verão, ainda consigo "aproveitar" o pequeno bastante à noite...Tudo bem que jornalista trabalha fim de semana e feriados, mas, conseguindo ter todas as manhãs para o pequeno e sendo tão realizada na profissão, do que eu reclamar?

Para mim, é o que de melhor poderia ter acontecido. Conseguir um turno para o filho. E sem deixar de exercer a profissão.

Pena que, muitas vezes, isso não é uma questão de escolha da mãe. Muitas tiveram e têm de escolher entre trabalhar em turno integral ou abrir mão da profissão para cuidar do filho, principalmente nos primeiros anos de vida...

Um brinde aos filhos!

26 de dezembro de 2011 0

É batata. Chega o fim do ano, e a gente vai fazendo planos de melhoria para os próximos 12 meses que se anunciam. Pedi ajuda para as mães do blog (pais ficaram devendo nessa), e elas relataram seus projetos em relação à maternidade para 2012. Muitas falaram em coisas bem simples, mas que fazem toda a diferença nessa missão que recebemos. Também trago os depoimentos das colunistas deste espaço e também das blogueiras do Meu Filho. Boa leitura, e um 2012 de muita luz, saúde e realizações!

Fazer piqueniques com minha filha e suas bonecas, ler muito mais, desenhar e pintar nuvens bem mais coloridas. Ensinar balé, e aprender também, fazer mais bolos coloridos com "chocoate" granulado. Ser mais paciente com as artes e peraltices da minha princesa, e ser feliz com esta bênção.
(Silvia Zavareze dos Santos)

Quero muito mais tempo com meu pitoco, para acompanhar de perto todas as novas descobertas que os 2 anos trarão! Quero sentar muito no chão e brincar de carrinho. Quero levá-lo ao seu primeiro dia na escola e não chorar muito (atenção ao muito, pois não chorar será impossível). (...) E como uma amiga minha diz "quero morrer de amor pelo pitoco e continuar vivendo". (Catia Guindani, mamãe do Guilherme)

Em 2012, meu plano é continuar provocando com assuntos que questionem os tabus e dogmas da maternidade, para que possamos compreender melhor o que é cultural, psicológico... para sermos mães melhores.
(Livia Meimes, do blog)

Para meus filhos, em 2012, eu desejo respeito, que torçam um pelo outro, que sejam amigos de verdade, que estejam sempre juntos e aprontem juntos, que tenham muitos amigos em comum, que evoluam juntos e que amem a mamãe acima de tudo (brincadeira com fundo de verdade hahaha).
Magali (mãe do Otávio e da Mariana)

Quero continuar com um hábito que me faz muito bem: levar e buscar a filhota todo dia da escolinha! Parece simples, mas quem é mãe sem babá, sem avós morando na mesma cidade e sem empregada diária sabe a gigante a organização que algo tão singelo assim requer!  (Camila Saccomori, do blog)

Eu quero que a minha filha tenha saúde, amor e educação, então faço o que é possível nesse sentido. Mas isso não tem a ver com Ano Novo, é uma prioridade desde que ela nasceu, o meu foco é me preocupar com o que é importante para mim e tentar relevar o resto. (Daniela)

Trocar de emprego, trabalhar mais perto para poder chegar mais cedo, sair mais tarde de casa pra poder ver mais minha filha, matricular a pequena na natação, (...), brincar mais do que já brincamos, conviver mais tempo juntas. (Juliana)

Aprender a sentir menos culpa (menos culpa, porque culpa zero é algo impossível!). Ensinar o João Pedro a comer sozinho, a pedalar a motoca,  a descer escadas e a pintar. Aprender com o JP a ter mais paciência e persistência, a dar risadas do que é simples, a tirar uma soneca, mesmo se o mundo estiver caindo lá fora; aprender a dizer "sim" e "não" só quando eu realmente quiser/não quiser. (Jurema, mãe do João Pedro)

Eu gostaria de poder brincar mais, levar meu filho mais vezes para passear, educar o meu tempo livre e fazer isso mais vezes, afinal, quando consigo, isso é bem legal. (Claudia Steffens)

Em 2012, ficarei todas as manhãs com a pequena, vamos curtir muito. (Ticiana Fontana)

Quero brincar mais com a Sofia, colocar a pequena na natação, cuidar um pouco mais de mim, dividir mais as tarefas com o papai da pequena e amassar muitoooo minha sapeca!!! (Munique)

Desejo que eu consiga me organizar e aproveitar todos os minutinhos para ser cada vez mais mãe/esposa/profissional e fazer a diferença na vida da minha filhota.(Carla, mãe da Bruna)

Quero estar muito presente na alfabetização do pequeno, nessa descoberta mágica de, como ele tipificou,"juntar as letrinhas". Até que troquemos de papeis antes da hora de dormir: ele passará a ler as historinhas para mim. (Fabiana Sparremberger)

Coluna Em Nome do Filho, publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria

Álbum de Família - Galeria 10

26 de dezembro de 2011 3

A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.


Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

"Monca", por pouco tempo

25 de dezembro de 2011 1

Uma sala cheia de presentes e duas crianças que tinham dificuldades para assimilar tantos regalos. A pequena ficou animadíssima com os "peentis do papaiéu" (presentes do Papai Noel).

Lembram da "Monca"? Pois, ela ganhou duas, a que eu comprei e a outra de pano do tio "Lô".

Brincou um pouco com as duas bonecas, deu algumas risadas e depois voltou a atenção para outros atrativos, como um conjuto de carrinho, berço e chiqueirinho para bonecas.

Após, pulou até não agüentar mais numa cama elástica que ganhou da vovó.

Acabou a noite dizendo: "Papaiéu é zinho" e "Mamãe, Tunela cansada".

Tradução: "Papai Noél é bozinho" e "Mamãe, Antonela está cansada.

"Monca" para a Antonela

24 de dezembro de 2011 0

A Antonela olha o Papai Noel e fala: "medo, papaiéu"

Minutos depois, complementa a frase: "papaiéu é zinho"

Depois de um tempo, volta a tocar no assunto: "papaiéu taz bala, iulito e monca - nha, nha, nha..."

A tradução dos três momentos é a seguinte:

- Medo do Papai Noel

- Papai Noel é bozinho

- Papai Noel traz bala, pirulito e a Mônica que canta e dança

A tal da boneca é uma que ela adora e sempre confisca da amiguinha "Mina" toda a vez que a visita.

Nessa semana, de calor invernal, estava no shopping (por causa do ar condicionado), fazendo as últimas compras. Quando tentava achar um brinquedo para duas crianças, identifiquei um barulho conhecido. Virei para o lado e vi, era a "Monca" cantando e dançando.

Antes, tinha até pensado em dar a boneca de presente, mas como as tias e avós estão preparando grandes surpresas, havia abandonado a ideia.

No fim das contas (aumentando a dívida), comprei a "Monca".

Hoje à noite, vamos ver como será a sua reação.

A pediatra sempre disse que nesta fase não vale a pena gastar com brinquedos.

- Até com uma garrafa pet, eles se divertem...

Então é Natal

24 de dezembro de 2011 0

A música é um hit de Natal de todas as gerações. Tem quem odeia e quem venera. Eternizada na voz de Simone, ela não foi a fonte inspiradora da intepretação da pequena Maria Eugênia Pimentel, 3 anos. Ela chega a "gastar" um DVD que aparece a Xuxa cantando a música natalina.

Manifesto materno 2012

23 de dezembro de 2011 0

Tá, eu não resisti.

Aí vão coisas que eu quero para mim e para você em 2012:

- Mais doçura

- Mais fofura

- Mais beijos

- Menos culpa

- Mais horas com os filhos

- Mais horas para cuidar de si mesma

- Mais resoluções de pepinos

- Mais diálogo com seu pecu

- Professoras e babás maravilhosas para os nossos bebês

- Menos açúcar, mais frutas

- Mais imunidade e menos vírus no ar

- Bater aquela meta da balança

- Impor mais limites

- Passar (ainda) mais segurança

- Ajudar mais quem precisa

- Ter mais paciência e disposição para brincar à noite, depois de um dia intenso de trabalho

- Desfraldar a cria sem traumas

- Ser mais tolerante


Beijos e Feliz Ano Novo!!




A formatura

22 de dezembro de 2011 4

Nicolas Sensão

Empolgante.
Diferente.
Animada.
Divertida.
Emocionante.
Sen-sa-ci-o-nal.

Faltam adjetivos para caracterizar os sentimentos que afloraram na primeira formatura do pequeno. Se faltam palavras, sobram elogios para o que, para mim, foi a melhor das apresentações de fim de ano da turma.

A apresentação começava parecida com todas as outras formaturas. Eles entravam de toga, recebiam uma lembrancinha da escolinha, posavam para a foto com as profes e recebiam os beijos de todas as professoras pelas quais passaram. Mas foi tudo muito rapidinho e dinâmico (o pequeno nem reclamou da "roupa calorenta"). Até os discursos passaram voando, num exemplo de que não são necessárias muitas palavras para se falar ao coração. E que, sim, é possível fazer uma formatura de educação infantil divertida, e sem cansar os pequenos.

Num telão, imagens dos formandos na escolinha e também as fotos que os pais receberiam mais tarde como recordação da formatura. A do guri (acima) arrancou risos generalizados da plateia. Gostei tanto que ela está na tela do meu computador e, em breve, figurará gigante em alguma das paredes lá de casa.

Depois das fotos, as meninas formandas subiam ao palco para dançar ao som de Biquini de Bolinha Amarelinha. Um arraso (a dança, o figurino, as caras e bocas)!

Os quatro meninos da turma se juntavam a elas, ao som de Splish Splash e "munidos" com um óculos escuros, retirado com muito estilo do bolso. Um show!

O que achei mais bacana foi que pais, familiares e professores se emocionaram (sim, eu chorei, a mãe do lado chorou, o pai, também, a avó, idem, e, assim, sucessivamente), mas num clima de completa alegria e divertimento.

Alegre, encantadora e divertida como a infância. Sem aquele clima pesado das despedidas, que não combina em nada com criança. Mas com uma celebração vibrante, de uma etapa importante na vida dos pequenos (nem mais tão pequenos como os pais gostariam que fossem). É essa a recordação que vou guardar, com carinho e alegria, desse momento ímpar que foi a primeira formatura do pequeno.

PS: quando estiver com fotos e DVDs em mãos, compartilho mais alguns momentos com vocês

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