Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 30 janeiro 2012

Chororô de mãe

30 de janeiro de 2012 2

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Já contei para vocês que costumo acessar alguns sites especializados em bebês, filhos, gravidez, maternidade e tal… Também costumo dar uma olhada em jornais que trazem temas relacionados. E muitas dicas de revistas e outras publicações chegam a mim por meio de colegas.

Há muito percebi algo que me incomoda. Que o foco da maioria (talvez 99%?) desses materiais são os bebês recém-nascidos e as crianças em seus primeiros anos de vida. Seis anos, no máximo. E isso quando a publicação decide chegar até lá…

Como se filho chegasse só aos 6. Depois disso, não há nada mais a ser falado. Como se, a partir dessa idade, os pais não tivessem mais nenhuma dúvida, o filho passaria a não ser mais prioridade dos pais, nada mais afligiria os pais em relação a sua educação, não haveria mais necessidade de trocar experiências e nem de buscar qualquer tipo de orientação…

Claro que há muito a se falar sobre os pequenos em seus primeiros anos de vida…. Sem falar que eles são fofos demais, e os pais têm dúvidas e angústias demais…

Mas, por favor, filho é filho sem idade determinada. Depois dos 6, chegam outras preocupações: a alfabetização, a mudança de escola, a chegada de mais de um professor na vida escolar… E vou parar por aqui, se não, o post vai ficar longo demais.

E depois da infância, vem algo ainda mais complexo, que é a adolescência.

Você nunca ouviu ninguém falar: “Você reclama agora que ele é pequeno porque não tem noção do que é ser mãe de um adolescente (ou pré-adolescente)?…

E pergunto: por que não temos a mesma diversidade de sites tratando sobre adolescência? Por que o assunto não interessa tanto quanto bebês? Por que os pais de pré-adolescentes e de adolescentes encontram poucas informações sobre assuntos relacionados a seus filhos?

Vai ver que, como mãe de um filho de 6, já estou ultrapassada para falar sobre filhos. E tenho até medo de perguntar se tem muita mãe aí do outro lado querendo saber de filhos na idade do meu…

Primeiros momentos eternizados com estilo

30 de janeiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Joana Munaretto Queruz aos 10 dias de vida. Foto: Micheline Carvalho/Divulgação

Uma novidade que surge em Santa Maria promete fazer sucesso entre pais e mães que buscam inovar nas fotos dos pequenos que estão chegando ao mundo. Profissionais estão se especializando em registrar as primeiras horas do bebê na maternidade e apostando nas “poses” para lá de fofas em seus primeiros dias de vida.

Micheline Carvalho, 27 anos, mãe da Giovanna, de 2 anos e 7 meses, fez curso em São Paulo com a fotógrafa brasileira Danielle Hamilton, que atua na Austrália, especialista em fotos feitas nos primeiros 10 dias de vida do bebê.

Antônia Dornelles Redin fotografada aos 7 dias de vida. Foto: Micheline Carvalho/Divulgação

Há oito meses, Micheline trouxe a novidade para Santa Maria. Ela costuma fazer até 15 sessões de fotos por semana com os pecorruchos. Micheline explica que, como os bebês dormem muito nesses primeiros dias, é possível manipulá-los facilmente, chegando a poses para lá de inusitadas e graciosas. Sem contar que as cólicas, costumeiramente, ainda não chegaram. A sessão dura de uma hora e meia até três horas e, segundo Micheline, respeita os horários e o ritmo do bebê.

- É tudo muito tranquilo. Paramos tudo para o bebê mamar ou para  outra necessidade. Geralmente, conseguimos todas as fotos na mesma sessão. Mas quando não dá, a mãe volta em outro dia.

Já a fotógrafa Debora Quatrin, 27 anos, aposta em fotos feitas nas maternidades, mostrando a ansiedade e alegria dos familiares e também os primeiros movimentos dos pequenos, registrados sozinhos ou com os pais.

A chegada de Rafaella Pozzobon Abaid. Foto: Debora Quatrin

A profissional santa-mariense fez cursos em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e prefere atuar apenas em fotos externas – não possui estúdio fotográfico. Ela faz muitas fotos de gestantes em casa e também fotografa os recém-nascidos no aconchego do lar. Ela diz que as maternidades da cidade limitam a presença do fotógrafo, diferentemente do que ocorre em Brasília, onde os hospitais permitem fotografar e filmar até o parto.

- É diferente, mas, aos poucos, pais e mães daqui estão vendo que vale investir em fotos diferenciadas desse grande momento.

Rafaella Pozzobon Abaid é apresentada à família no Hospital de Caridade. Foto: Debora Quatrin

Não é possível informar um gasto mínimo ou máximo. Os preços e pacotes são muito variados.  
(Fabiana Sparremberger)

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria

Comer, comer

30 de janeiro de 2012 0

por Vivian Eichler

Na coluna publicada hoje no caderno Meu Filho, de Zero Hora, prometi postar no blog algumas dicas e opiniões das nutricionistas Rita Lamas, do Instituto Henkin, e Cíntia Silva dos Santos, da Nutrientes Consultoria de Alimentos, sobre a alimentação de crianças que costumam deixar os pratos quase intactos de comida, mais especificamente na faixa etária de um a dois anos.

Confira:

_ O hábito alimentar começa em casa. O que os filhos não comem com os pais, tendem a rejeitar na escolinha;
_ Esta é a fase em que as crianças começam a querer comer apenas alguns alimentos.  É bom agir o quanto antes porque isso tende a piorar. Quanto mais velha criança, mais difícil reverter o problema.
_ Não desista. Ofereça alimentos variados, mesmo os que seu filho não gosta. Estudos apontam que, depois de 20 vezes, a criança pode passar a se interessar por eles.
_ Nesse período de adaptação, é melhor que a criança coma menos, do que os pais oferecerem apenas aquilo que sabem que o filho irá comer.
_ Ofereça um prato saudável e colorido. Varie a apresentação dos alimentos.
_ A hora da alimentação tem de ser exclusivamente de alimentação. Nada de televisão.
_ Ajuda se o momento de comer for agradável e lúdico. Vale decorar os pratos, cantar musiquinhas, fazer aviãozinho, etc.
_  Nunca transforme o momento da alimentação em algo tenso, em drama. Nem fale algo do tipo “fulano detesta tomate”. As crianças podem valorizar e se orgulhar desse fato.
_ A melhor forma de ingerir nutrientes é pelos alimentos naturais e não industrializados. Nem sempre, o corpo absorve os alimentos enriquecidos artificialmente.
_ Evite as guloseimas e sucos adoçados para que a criança não se habitue a um paladar doce demais. Algumas passam a não querer frutas, por exemplo, porque não são doces o suficiente.
_ Se a criança não quiser almoçar, tente um pouco mais tarde, mas não ofereça mais de duas vezes.
_ Se mesmo assim ela não quiser comer, espere um pouco e opte por um lanche saudável depois, como uma fruta.
_ Alimentos muito gordurosos ou com açúcar, corantes e aditivos são um mal silencioso, especialmente para uma criança de menos de dois anos. Se provocassem alergia na pele, os pais logo iriam cortá-los.
_ Para saber se um bebê de 12 a 15 kg comeu o suficiente, pense que precisaria ingerir um pedaço de carne (do tamanho da palma da mão dele), uma a duas colheres de arroz com feijão e cinco a seis porções de fruta e vegetais por dia.
_ Regar a comida no prato com um pouco de azeite ou óleo de milho cru ajuda a ganhar peso. É bom variar o tipo de óleo já que cada um oferece ácidos graxos diferentes.

O texto que emocionou

30 de janeiro de 2012 2

A coluna do Fabrício Carpinejar do dia 17 de janeiro, em Zero Hora, emocionou muita gente. O escritor recebeu mais de cem mensagens de felicitações pelo texto, muitas delas com depoimentos de gente que passou ou está passando pela mesma coisa.

Publicamos uma reportagem na central do Meu Filho de hoje sobre como lidar com essa situação, quando os filhos têm dificuldades como a que enfrentou Fabrício. Publicamos também alguns dos depoimentos dos leitores sobre o texto. Não percam.

Se você ainda não leu a coluna do Fabrício, pode conferir neste post da Lívia.


Álbum de Família - Galeria 15

30 de janeiro de 2012 13


A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.


Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...