Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de janeiro 2012

Festa sem balão!!!

31 de janeiro de 2012 3

Todos os posts de Ticiana FontanaDesde o Ano Novo, a pequena pegou asco a balão. Como ela fala e a gente não entende os detalhes, conclui que um balão que enfeitava a festa estorou na cara da Antonela.

Agora, ela deixou de curtir o adorno indispensável em festas infantis e sempre repete a mesma pergunta:

- Não tem balão, né mamãe?

Pois na próxima sexta completa “doi ainho” (dois aninhos). A ideia em relação a “festinha” foi alterada diversas vezes. Vou recapitular. No primeiro ano de vida da Antonela, a gente fez uma viagem em família com parentes próximos.

Cheguei a cogitar e comecei a organizar uma maior em casa especializada, com todas as exigências que a ocasião recomenda.

Além de não curtir muito as ofertas, cheguei a conclusão que farei algo maior nos próximos aniversários. Afinal, teriam poucas crianças, as festas acabam sendo para os adultos.

Polêmica à parte, obviamente, os pequenos se divertem, mas depois nem lembrarão direito da festinha.

Mesmo assim, resolvi fazer uma “inha”, caseira,  com o básico de brinquedos e doces como a ocasião exige.

Estamos na fase de estimular a ideia e ela passa falando em quem vai ir e o que vai ter:

- Mamãe, tem parabéns, big, boio (bolo) e cachoo quenti (cachorro-quente).

- Mamãe, não tem balão, né?

E obviamente, não terá balão, mas não faltará a tradicional fotografia com o “parabéns” atrás.

De olho neles...

31 de janeiro de 2012 2

Todos os posts de Ticiana FontanaNos últimos dias, tenho acompanhado casos trágicos, um deles relatei recentecemente no blog, de crianças que perdem a vida em acidentes porque ficaram alguns segundos ou minutos sem o olhar vigilante dos pais ou dos cuidadores. Desta vez, o caso que vou contar não foi em teto alheio, mas aconteceu comigou.

Foi na tarde de domingo na casa da avó da Antonela. Estava trabalhando e quando cheguei da lida, o pai da pequena informou o que tinha ocorrido.

A Antonela estava brincando pela casa, quando ficou muito quieta, o pai foi atrás e flagrou a pequena atracada num vidro de xarope. Ele não soube descrever o quanto ela tinha ingerido, mas foi outro alerta de que não devemos deixar nada ao seu alcance.

O vidro estava em cima da mesa – estávamos dando o remédio para amenizar uma tosse que a persegue desde a semana passada. No alto de seus 90 cm, ela mexe em tudo e vai levando para boca ou vai enfiando em algum canto a perder de vista.

No caso do xarope fiquei aliviada, conclui que não era um remédio muito forte e não deveria fazer mal.

Pois, durante a madrugada da última segunda-feira, a pequena passou mal. Vomitou diversas vezes, fato que é incomum, acho que estava botando a superdosagem para fora.

Enfim, depois de sustos e correria, ela passou bem toda esta segunda.

Desta história ficou a lição: Retirei todos os remédios que ficavam ao lado da minha cama… Em qualquer idade, automedicação pode ser fatal…

Chororô de mãe

30 de janeiro de 2012 2

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Já contei para vocês que costumo acessar alguns sites especializados em bebês, filhos, gravidez, maternidade e tal… Também costumo dar uma olhada em jornais que trazem temas relacionados. E muitas dicas de revistas e outras publicações chegam a mim por meio de colegas.

Há muito percebi algo que me incomoda. Que o foco da maioria (talvez 99%?) desses materiais são os bebês recém-nascidos e as crianças em seus primeiros anos de vida. Seis anos, no máximo. E isso quando a publicação decide chegar até lá…

Como se filho chegasse só aos 6. Depois disso, não há nada mais a ser falado. Como se, a partir dessa idade, os pais não tivessem mais nenhuma dúvida, o filho passaria a não ser mais prioridade dos pais, nada mais afligiria os pais em relação a sua educação, não haveria mais necessidade de trocar experiências e nem de buscar qualquer tipo de orientação…

Claro que há muito a se falar sobre os pequenos em seus primeiros anos de vida…. Sem falar que eles são fofos demais, e os pais têm dúvidas e angústias demais…

Mas, por favor, filho é filho sem idade determinada. Depois dos 6, chegam outras preocupações: a alfabetização, a mudança de escola, a chegada de mais de um professor na vida escolar… E vou parar por aqui, se não, o post vai ficar longo demais.

E depois da infância, vem algo ainda mais complexo, que é a adolescência.

Você nunca ouviu ninguém falar: “Você reclama agora que ele é pequeno porque não tem noção do que é ser mãe de um adolescente (ou pré-adolescente)?…

E pergunto: por que não temos a mesma diversidade de sites tratando sobre adolescência? Por que o assunto não interessa tanto quanto bebês? Por que os pais de pré-adolescentes e de adolescentes encontram poucas informações sobre assuntos relacionados a seus filhos?

Vai ver que, como mãe de um filho de 6, já estou ultrapassada para falar sobre filhos. E tenho até medo de perguntar se tem muita mãe aí do outro lado querendo saber de filhos na idade do meu…

Primeiros momentos eternizados com estilo

30 de janeiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Joana Munaretto Queruz aos 10 dias de vida. Foto: Micheline Carvalho/Divulgação

Uma novidade que surge em Santa Maria promete fazer sucesso entre pais e mães que buscam inovar nas fotos dos pequenos que estão chegando ao mundo. Profissionais estão se especializando em registrar as primeiras horas do bebê na maternidade e apostando nas “poses” para lá de fofas em seus primeiros dias de vida.

Micheline Carvalho, 27 anos, mãe da Giovanna, de 2 anos e 7 meses, fez curso em São Paulo com a fotógrafa brasileira Danielle Hamilton, que atua na Austrália, especialista em fotos feitas nos primeiros 10 dias de vida do bebê.

Antônia Dornelles Redin fotografada aos 7 dias de vida. Foto: Micheline Carvalho/Divulgação

Há oito meses, Micheline trouxe a novidade para Santa Maria. Ela costuma fazer até 15 sessões de fotos por semana com os pecorruchos. Micheline explica que, como os bebês dormem muito nesses primeiros dias, é possível manipulá-los facilmente, chegando a poses para lá de inusitadas e graciosas. Sem contar que as cólicas, costumeiramente, ainda não chegaram. A sessão dura de uma hora e meia até três horas e, segundo Micheline, respeita os horários e o ritmo do bebê.

- É tudo muito tranquilo. Paramos tudo para o bebê mamar ou para  outra necessidade. Geralmente, conseguimos todas as fotos na mesma sessão. Mas quando não dá, a mãe volta em outro dia.

Já a fotógrafa Debora Quatrin, 27 anos, aposta em fotos feitas nas maternidades, mostrando a ansiedade e alegria dos familiares e também os primeiros movimentos dos pequenos, registrados sozinhos ou com os pais.

A chegada de Rafaella Pozzobon Abaid. Foto: Debora Quatrin

A profissional santa-mariense fez cursos em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e prefere atuar apenas em fotos externas – não possui estúdio fotográfico. Ela faz muitas fotos de gestantes em casa e também fotografa os recém-nascidos no aconchego do lar. Ela diz que as maternidades da cidade limitam a presença do fotógrafo, diferentemente do que ocorre em Brasília, onde os hospitais permitem fotografar e filmar até o parto.

- É diferente, mas, aos poucos, pais e mães daqui estão vendo que vale investir em fotos diferenciadas desse grande momento.

Rafaella Pozzobon Abaid é apresentada à família no Hospital de Caridade. Foto: Debora Quatrin

Não é possível informar um gasto mínimo ou máximo. Os preços e pacotes são muito variados.  
(Fabiana Sparremberger)

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria

Comer, comer

30 de janeiro de 2012 0

por Vivian Eichler

Na coluna publicada hoje no caderno Meu Filho, de Zero Hora, prometi postar no blog algumas dicas e opiniões das nutricionistas Rita Lamas, do Instituto Henkin, e Cíntia Silva dos Santos, da Nutrientes Consultoria de Alimentos, sobre a alimentação de crianças que costumam deixar os pratos quase intactos de comida, mais especificamente na faixa etária de um a dois anos.

Confira:

_ O hábito alimentar começa em casa. O que os filhos não comem com os pais, tendem a rejeitar na escolinha;
_ Esta é a fase em que as crianças começam a querer comer apenas alguns alimentos.  É bom agir o quanto antes porque isso tende a piorar. Quanto mais velha criança, mais difícil reverter o problema.
_ Não desista. Ofereça alimentos variados, mesmo os que seu filho não gosta. Estudos apontam que, depois de 20 vezes, a criança pode passar a se interessar por eles.
_ Nesse período de adaptação, é melhor que a criança coma menos, do que os pais oferecerem apenas aquilo que sabem que o filho irá comer.
_ Ofereça um prato saudável e colorido. Varie a apresentação dos alimentos.
_ A hora da alimentação tem de ser exclusivamente de alimentação. Nada de televisão.
_ Ajuda se o momento de comer for agradável e lúdico. Vale decorar os pratos, cantar musiquinhas, fazer aviãozinho, etc.
_  Nunca transforme o momento da alimentação em algo tenso, em drama. Nem fale algo do tipo “fulano detesta tomate”. As crianças podem valorizar e se orgulhar desse fato.
_ A melhor forma de ingerir nutrientes é pelos alimentos naturais e não industrializados. Nem sempre, o corpo absorve os alimentos enriquecidos artificialmente.
_ Evite as guloseimas e sucos adoçados para que a criança não se habitue a um paladar doce demais. Algumas passam a não querer frutas, por exemplo, porque não são doces o suficiente.
_ Se a criança não quiser almoçar, tente um pouco mais tarde, mas não ofereça mais de duas vezes.
_ Se mesmo assim ela não quiser comer, espere um pouco e opte por um lanche saudável depois, como uma fruta.
_ Alimentos muito gordurosos ou com açúcar, corantes e aditivos são um mal silencioso, especialmente para uma criança de menos de dois anos. Se provocassem alergia na pele, os pais logo iriam cortá-los.
_ Para saber se um bebê de 12 a 15 kg comeu o suficiente, pense que precisaria ingerir um pedaço de carne (do tamanho da palma da mão dele), uma a duas colheres de arroz com feijão e cinco a seis porções de fruta e vegetais por dia.
_ Regar a comida no prato com um pouco de azeite ou óleo de milho cru ajuda a ganhar peso. É bom variar o tipo de óleo já que cada um oferece ácidos graxos diferentes.

O texto que emocionou

30 de janeiro de 2012 2

A coluna do Fabrício Carpinejar do dia 17 de janeiro, em Zero Hora, emocionou muita gente. O escritor recebeu mais de cem mensagens de felicitações pelo texto, muitas delas com depoimentos de gente que passou ou está passando pela mesma coisa.

Publicamos uma reportagem na central do Meu Filho de hoje sobre como lidar com essa situação, quando os filhos têm dificuldades como a que enfrentou Fabrício. Publicamos também alguns dos depoimentos dos leitores sobre o texto. Não percam.

Se você ainda não leu a coluna do Fabrício, pode conferir neste post da Lívia.


Álbum de Família - Galeria 15

30 de janeiro de 2012 13


A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.


Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

Tatoos que recebi

28 de janeiro de 2012 0

Olha que legal as fotos de tatuagem que eu recebi.

Essa aí é a da Andressa Filippini Rossi Villanova, em homenagem à filha Letícia e o marido Diego.



E essa, olha que interessante:




A Luciane Santos não escreveu o nome do filhote, mas fez uma que significa tanto quanto.

É o carimbo do pé dele feito ao nascer.


Legal, né?

Sigo na busca. Podem me mandar mais, se quiserem.


Conversa de gente grande

27 de janeiro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerDiálogos de uma noite recente em que o guri comentava as peripécias do dia:

– Sabe, mãe, eu, o Renato e o Victor vamos trabalhar na profissão “de trem”… Aí, se um tirar férias, o outro vai fazer o trabalho dele, e a gente se ajuda
(Dia desses, comentei com o guri que, agora, que voltava de férias, um colega saía. E era a minha vez de assumir também as suas funções. Que um ajudava o outro, e todo mundo podia sair pra descansar com a família como a gente fez)

-  Mas eu não vou ser como tu, mãe. Não vou trabalhar tanto. De manhã, de tarde, de noite… Eu vou querer sair com minha namorada todo dia, fazer um lanche…
(Pelo menos os pequenos percebem as mães que são donas de casa e também trabalham fora, enfim, que passam na correria… E entendem que nem sempre é possível parar para brincar. Sobre a namorada… ah, esse assunto está chegando cedo demais pro meu gosto)

– Eu não vou querer trabalhar tão cedo. Cansa demais. Ainda vou querer brincar bastante
(Será que era só no nosso tempo de criança que a gente queria crescer rápido? Por enquanto, não percebo essa vontade no piá… Ainda bem, né?)

Vida é isso aí...

27 de janeiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerConfesso que não leio todas as mensagens dessas de corrente que recebo (chegam no meu e-mail funcional cerca de 300 a 400 e-mails por dia). E será que tem gente que lê tudinho?
Mas há amigos, familiares e conhecidos que, quando mandam uma mensagem do tipo, é porque realmente é algo que vale a pena parar alguns minutos para correr os olhos pelas palavras enviadas.
Abaixo, um texto enviado por uma dessas amigas. Na primeira vez, li quatro vezes de tanto que me tocou (se bem que, para me emocionar, não precisa muito, principalmente depois da maternidade)…

VIDA
(Martha Medeiros)

Vida é o que existe entre o nascimento e a morte.
O que acontece no meio é o que importa.
No meio, a gente descobre que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início.
Que o pensamento é uma aventura sem igual.
Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro.
Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.
No meio, a gente descobre que sofre mais com as coisas que imagina que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato.
Que amar é lapidação, e não destruição.
Que certos riscos compensam _ o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso.
Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante.
Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa.
Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.
No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo.
Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio.
Que todas as escolhas geram dúvida, todas.
Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte _ mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.
No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos.
Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável.
Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

Que tocar na dor do outro exige delicadeza.
Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.
No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais.

Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade.
E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

Cliques de formatura

27 de janeiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerAinda estou atrás para conseguir o vídeo da apresentação da formatura do pequeno na Educação Infantil (perdi o prazo para fazer a encomenda), mas vou mostrando a vocês fotos que já retirei no estúdio.

Na foto abaixo, está o flagra de um dos beijos que o guri recebeu durante a apresentação da dança. “E era de verdade”, revelou-me o piá. Achei a foto muito fofa. Que acharam da pose do pequeno galã, se fazendo de difícil?

Nicolas Sensão
Tem também, claro, a tradicional com a “roupa calorenta”, como o pequeno tipificou (foto abaixo). Mais um ciclo que se encerra a formatura, agora, só no fim do Ensino Médio. Ou será que também tem formatura depois dos nove anos do Ensino Fundamental?
Nicolas Sensão

Parabéns, Bernardo!

26 de janeiro de 2012 4

Homenagem da mamãe para o filhote que completou 3 anos:

” Dia 22 de Janeiro de 2009 nesta hora eu já estava anciosa para o nascimento do nosso Bernardo, mal poderia imaginar que o amor pudesse vir de forma tão especial no meu coracão, que eu pudesse mudar a minha vida, mudaria todos os meus conceitos e idéias, mudaria projetos e ideais, mudaria meu olhar para mundo, que eu teria medo de subir em arvore, teria pressa de chegar em casa, acordaria no meio da noite só para dar uma espiadinha no quarto dele, me preocuparia muito mais com um mundo melhor pra todos, que eu iria ler vários livros com medo de errar, até a dosagem da mamadeira….ironia do destino! eu que sempre fui uma pessoa tão desprovida e tão despreocupada com o que vestir e muito menos com o que comer, agora no mercado vou direto aos leites, as frutas, as areas de crianca, precoupada com o melhor sapato, a melhor vestimenta, o protetor solar com maior intensidade….Como uma criatura tão pequena pode fazer centenas de mudancas na vida da gente, inclusive no bolso, mas isso é um detalhe tão pequeno perto do prazer maior que é ser chamada de mãezinha, ou melhor ainda, Mãezinha eu te amo, tá! Esse detalhe do “tá” é o melhor, ele confirma! A troca de olhar não precisa de palavras….Hoje com quase três anos, já mostrou a sua personalidade, já estabeleceu regras e manias, já tem amores e amizades fortes, já mostrou de tudo um pouco…..Como diz Roberto Carlos “por toda a minha vida eu vou te amar, até a eternidade….”

Obrigada a todas as pessoas que rezaram, que oraram, que fizeram esse sonho tornar realidade, aos meus amigos mais próximos que sofreram junto comigo a cada exame negativo de hcg, aos meus pais, ao papai Jairo Bittencourt meu mano Pedro Viegas, minha cunhada Sabrina Saldanha, aos dindos do Bernardo que foram especiais nas horas mais terriveis, que nem vale lembrar, a nossa amiga e pediatra Annelise Winge….

3 anos de pura alegria estamos comemorando! Bernardo te amo de montão! “

Ivana

Mãe pedagogicamente correta. Você é?

25 de janeiro de 2012 4


Você é daquelas que só oferece ao seu filho livros com mensagens educativas?
Xuxa está vetada do seu vocabulário – e do seu aparelho de som?
Proíbe de ver Big Brother Brasil, mesmo que o piá não entenda bulhufas?
É fã de Vila Sésamo, Cocoricó e Palavra Cantada?
Ensina seu filho a reciclar lixo, a não comer gordura trans e como salvar o planeta?
Só mostra cantigas de roda e musiquinhas inocentes para o seu filho como “Cai Cai Balão” e “Brilha Brilha Estrelinha” e surta só de imaginar ele cantando “Ai se eu te pego, ai, ai”?

Parabéns! Você é uma mãe pedagogicamente correta.
O que isso significa? Que talvez você seja um pouco chata, mas está correta nas suas atitudes. Nunca é demais ser chata quando se trata de educação dos filhos. Por mais que você reme, reme, parece que sempre vai ser derrotada pelos inimigos maus hábitos, doces fora de hora, manhas persistentes e patatipatatá. É bom ter uma gordurinha, nesses casos.

E para isso, nada melhor do que sempre optar sempre pelo lado certinho da força. Não abusar muito da sorte, saca? Mas cada um tem seu limite, claro. Eu, por exemplo, posso levar o Leonardo para jantar e chegar em casa às 23h, mas quando ele chega, vai dormir na cama dele.  Também deixo tomar Coca-Cola e comer doce em festas, mas em casa, necas.

Uma coisa “flexível, mas não tanto”.

beijos



A volta das férias...

24 de janeiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerSempre que volto de férias, tenho um bilhão de coisas na cabeça para escrever para o blog. E demoro para decidir por onde começar…
Confesso que consegui, mais uma vez, ficar totalmente fora do ar. Não li jornais, não chequei e-mails, não olhei nem Jornal Nacional… Nem o blog, eu olhei… É sério…
Por maior prazer que o blog me dá, férias, para mim, são férias. E isso significa desconectar-se de tudo que diz respeito ao trabalho, mesmo as coisas que eu amo fazer… E conectar-se totalmente com o filho e com a família…
Ah, como é bom passar as férias com a família (um final de semana para matar a saudade é sempre pouco)… Aproveitar para curtir quem fica longe o resto do ano… Aproveitar o convívio com mãe, irmão, sobrinhos, tios… E, para arrematar, um inesquecível casamento da prima/comadre (aquele em que o Bruno seria pajem, lembram?). Foi lindo, muito divertido, emocionante e surpreendente, já que viramos padrinhos do casório minutos antes de a noiva aparecer na porta da igreja. Acompanhei o guri entregando as alianças para o padre bem de pertinho… Mostro as fotos pra vocês assim que elas chegarem.
Mas voltando às férias, ficarão também na minha memória:
– O passeio de cavalo no hotel fazenda. Apesar do incentivo do guri que dizia “Mãe, tu tá indo muito bem”, quase abandonei o cavalo por causa de uma cãimbra em uma das pernas… Ele curtiu muito o passeio cavalgando junto com o pai, que cuidava dele, do cavalo, ficava de olho na mãe e ainda registrava o momento (na foto abaixo, o Bruno observa a mãe. No canto da foto, o boné do pai)

Arquivo Pessoal

- Os dois banhos de chuva em que brinquei como criança com o piá. E ele vibrava: “é o melhor dia que vivi nesta vida nesse mundo, mãe!”. Aliás, se você nunca tomou banho de chuva com seu filho, ainda é tempo. E se de noite, durante a oração em que vocês fizerem juntos, ele te surpreender com um “Obrigada, Jesus, pela chuva de hoje”, você terá a certeza de que foi inesquecível para ele e para você. Tão simples e tão marcante…

- Jogar conversa fora com a grande família reunida em torno da mesa do churrasco de sábado… Comer um peixe recheado, jantando fora (quando digo fora estou dizendo no gramado da casa)… Rir muito, relembrar do passado, aproveitar os momentos em família como se eles fossem os últimos… Curtir a brincadeira das crianças, brincar com elas… Abraçar quem a gente gosta e declarar o nosso amor.

Isso é que são férias!!!

Nunca tire os olhos deles...

24 de janeiro de 2012 3

Uma triste história ocupou uma página do jornal Diário de Santa Maria de hoje. É do Joãozinho – João Vitor -, um menino de um ano e quatro meses que morreu após cair num balde cheio d´água no interior de um município que ironicamente chama-se Paraíso do Sul.

O garoto brincava com uma bolinha no pátio da casa da bisavó. Uma tia estendia roupas do lado de fora da casa, enquanto a mãe e a avó lidavam com fumo num galpão próximo. A tia viu o menino de cabeça para baixo dentro do balde junto com a bolinha que caiu ou foi atirada por ele. Em meio ao pânico e com a ajuda de vizinhos, a família o levou até o Pronto-Atendimento, que ficava a oito quilômetros de distância do local do acidente. A médica tentou em vão reanimá-lo. O corpo do menino foi enterrado no sábado na cidade natal.

A doída história de Joãzinho me fez repensar algumas atitudes imprudentes que tenho tido com a Antonela. Geralmente sou uma pessoa, em momentos de lazer, bem distraída. No fim de semana passado estive em casas de amigos que tinham piscina e em várias vezes deixei a pequena brincar sozinha próxima ao locais de banho, sem prestar muito atenção no que ela fazia.

Diante de uma frase de uma amiga veio um calafrio no pai da pequena:

- Ela está sozinha na sala e a porta dá para a piscina.

Sem perceber, o perigo está onde menos se imagina. Lembro de algumas situações que a Antonela caiu por uma questão de segundos de distração ou por não avaliar o risco de uma brincadeira.

Nessas situações é bom não esquecer daquela velha máxima:

- Com criança, não dá para piscar!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...