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Posts de fevereiro 2012

Sapato de mãe

29 de fevereiro de 2012 11

Todos os posts de Camila SaccomoriNa semana passada falei dos sapatinhos de criança, agora é a vez de falar dos sapatos das mães.

Desde a gravidez comecei a usar somente sapatilhas e rasteiras - e olha que eu tinha coleção de saltos altos, a ponto de ter câimbra quando calçava saltos baixos!

Depois que a Pietra nasceu, o uso de calçados sem salto ficou ainda mais necessário, já que carregar um bebê no colo e se equilibrar nos "tacões" não é barbada. Dá sim um medinho de cair ou tropeçar quando estamos com nossos tesouros nos braços!

Mesmo depois que voltei a trabalhar e calço os sapatos somente na hora de sair de casa sigo com a preferência pelos baixos. Afinal, a maratona pega-o-nenê, pega-as-bolsas, desce-pro-carro, dirige-até-a-escola e larga-o-bebê-na-escola exige pés ágeis. Não dá para ficar mancando ou andando devagarzinho pra não virar o tornozelo.

Por isso que fico sempre de boca aberta quando vejo os looks da Victoria Beckham segurando a filha, Harper Seven, enquanto desfila por aeroportos e ruas internacionais. Cada par de sapatos é mais alto que o anterior. Não sei como deve ser possível atender às necessidades da criança com aqueles trambolhos desconfortáveis!

Adorei esta semana quando vi a cena abaixo da mãe Angelina Jolie levando os filhos a um parque de diversões. Usava sapatilhas como as que gosto, bem firmezinhas, ideais para correr para lá e para cá atrás da trupe. Deixemos o saltão (e a perna para fora na fenda) para momentos nobres como o Oscar!

Fotos fofíssimas de bebês recém-nascidos

28 de fevereiro de 2012 3

Todos os posts de Camila Saccomori

Para muitos suspiros de "ai, que fofo", o post de hoje é dedicado a mamães que adoram ver fotos de bebês - e tem quem não ame?

A dica de hoje é o site da fotógrafa britânica Maria Murray, que anda bombando com suas fotos originais de bebês em poses para lá de queridas. Ela clica bebês de até um mês de idade e cada sessão de fotos dura pelo menos 3 horas.

Acessar o blog dela é sinônimo de ficar hooooras olhando os cliques dos pitoquinhos dormindo! Vale ir lá conferir.

Literatura de berço

27 de fevereiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerQuando decidi que tentaria engravidar, já comecei a procurar livros sobre gestação e cuidados com o bebê. Depois que o exame confirmou a gestação, a vontade de ler tudo sobre o assunto aumentou ainda mais. E literatura sobre gravidez e bebês é o que não falta.
Para tentar ajudar as pretendentes e as grávidas (e também os grávidos), aí vai uma lista de sugestões feita a partir de dicas das leitoras do blog Meu Filho e baseada nos livros mais vendidos sobre o assunto nas principais livrarias de Santa Maria (os quatro primeiros listados abaixo são os mais procurados). (Fabiana Sparremberger, com colaboração de Michelle Teixeira)

O que Esperar Quando Você Está Esperando
De Heidi Murkoff, Sandee Hathaway e Arlene Eisenberg. Guia completo para a gravidez, desde a fase do planejamento até o pós-parto. É considerada uma bíblia sobre o assunto. Tão famosa que inspirou um filme que será lançado em maio, com Rodrigo Santoro, Jennifer Lopez, Cameron Diaz, Chris Rock (comediante) e Matthew Morrison (da série Glee).

A Vida do Bebê
De Rinaldo De Lamare, foi publicado pela primeira vez nos anos 40 e já vendeu mais de 5 milhões de cópias. Traz ensinamentos e conselhos modernos e práticos, escritos especialmente para as mães criarem e educarem seus filhos. Acompanha as crianças desde seu primeiro dia de vida até elas completarem 2 anos.

Criando Bebês

"Nós podemos ser quem quisermos para os nossos amigos - compassivos, pacientes, sensíveis - mas os nossos pequenos irão ver através dessa fachada, e nos mostrarão quem realmente somos". Só pela descrição do livro escrito por Howard Chilton, já é possível concluir que vale a pena a leitura. Muito bom, eu li mais de uma vez, inclusive.

Filhos _ Da Gravidez aos 2 Anos de Idade
Este livro dos pediatras da Sociedade Brasileira de Pediatria oferece todas as orientações que os pais precisam saber para cuidar bem de seus filhos. Dicas e conselhos são oferecidos de maneira lúdica e dinâmica

A Bíblia da Gravidez
De Alice D. Agostini Deutsch e Wladimir Correa Taborda, reúne o conhecimento de especialistas conceituados nos campos da ginecologia, obstetrícia e pediatria. Tem fotos da mulher e da barriga ao longo dos meses e várias do bebê dentro do útero se formando.

Manual do Homem para Sobreviver à Gravidez
Michael R. Crider conta sua experiência de pai de primeira viagem e aconselha os homens a lidarem com os acontecimentos da gravidez e do primeiro ano de vida do bebê.

O Manual do Grávido
De Claudio Scillag e Humberto Saccomandi, é rapido de ler e traz informações essenciais para os desavisados. Bem-humorado e ilustrado.

Estou Grávida! E Agora?
A autora Lorraine C. Ladish conta suas experiências com a gravidez de forma leve e bem-humorada, com as dúvidas mais comuns das mamães, os medos, ansiedades e também depoimentos e dicas de muitas outras mamães.

Meditações para Gestantes
Fadynha propõe um guia para uma gravidez saudável, plena e feliz. Apresenta diversas técnicas que buscam promover paz e harmonia à gestante e, consequentemente, ao filho. O livro vem com CD com exercícios de mentalização e meditação especiais para a gestante. Fiz os exercícios e foi muito bom.

Esperando meu bebê: Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre a Gravidez, o Parto e o Nascimento
Livro de Daphne Metland e Anna Mcgrail conduzirá você semana a semana ao longo da gravidez. Responde às perguntas de modo claro, conciso e completo.

Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira

As lições de Joãozinho

27 de fevereiro de 2012 16

Todos os posts de Fabiana SparrembergerCompartilho com as amigas a reportagem que fiz e foi publicada no último fim de semana no Diário de Santa Maria. E já vou avisando. Antes de ler, busque o lencinho, porque a história é para lá de emocionante.

As lições de Joãozinho

Um anúncio na edição do Diário de Santa Maria de 21 e 22 de janeiro chamou a atenção de muitos leitores. Ele trazia uma homenagem cheia de emoção a João Auri Matzembacher dos Santos, 9 anos, que morreu no dia 16 de janeiro, depois de lutar três anos e meio contra um câncer. O Diário foi atrás da história desse pequeno guerreiro e voltou para a Redação com uma lição e tanto para compartilhar com seus leitores. Como o Joãozinho era um menino alegre, otimista e muito feliz, mesmo diante das dores e dificuldades, vamos contar sua trajetória de luta em forma de uma historinha infantil.

Era uma vez Joãozinho...

Era para serem três irmãozinhos a alegrar as vidas da mana Gabi e dos pais, Dionez e Tatiana. Mas, no sexto mês de gestação, a mãe dos trigêmeos recebeu a notícia da enfermeira:
_ Tenho uma notícia boa e outra ruim para a mãezinha. A boa é que dois fetos estão muito bem. Mas o coraçãozinho do terceiro não resistiu e parou...
Os dois coraçõezinhos que batiam fortes e saudáveis nasceram prematuros, e seus donos receberam os nomes de Guilherme e João Auri _ o dono do que parou se chamaria Lucas.
Guilherme e Joãozinho chegaram no dia 25 de março de 2002, para trazer muitas alegrias para a mamãe Tatiana e o papai Dionez. Joãozinho era um pouco mais frágil que o mano Gui. Apresentou, logo após o nascimento, uma pequena lesão no pé, logo consertada pelas mãos de um competente médico. Mais adiante, algumas crises de bronquite asmática o pegaram de jeito, mas ele resistia a todas, sempre alegre, otimista e feliz.
Joãozinho não costumava reclamar da vida. Até que apareceram fortes dores na barriga, que os médicos acreditavam ser o resultado de "alguma porcaria" que ele havia comido. Mas, não. Elas eram sinal de um câncer chamado neuroblastoma, que atinge apenas 7% do total das crianças que têm câncer.
_ Dos casos de câncer que atingem as crianças, 80% são de leucemia _ contava o médico para a mãe, atenta a todas as explicações no início da jornada de luta que se iniciava.
A doença obrigou a família a se mudar, da noite para o dia, de Santa Rosa, no noroeste do Estado, para Santa Maria, onde seria realizado todo o tratamento do Joãozinho, que, na época, tinha apenas 6 anos e estava ansioso para aprender as primeiras letrinhas no 1º ano.
A bateria de exames confirmava que o câncer de Joãozinho já estava no estágio mais avançado. As quimioterapias logo começaram _ 21 dias em casa e cinco ou sete no hospital. Mas havia esperanças de cura, confirmadas após uma cirurgia que conseguiu extrair o tumor.
A vida da família parecia voltar ao normal. Em 2009, o pequeno, que foi alfabetizado em casa pela mãe, que é professora, retornou à escola e ao convívio com os coleguinhas.

A doença voltou

Mas a história que parecia se encaminhar para um final feliz teve nova reviravolta. E o recomeço seria, novamente, cheio de dor.
Em 25 de março de 2010, quando os gêmeos faziam 8 anos, as dores na barriga voltaram. E a doença voltou com tamanha violência que não permitia mais cirurgia ou qualquer outra coisa que pudesse devolver as esperanças para a família. Ao Joãozinho, restava a quimioterapia, que não iria lhe dar a cura, mas garantiria sua qualidade de vida.
Mas não pensem que o Joãozinho se entregou. Quando o resto de saúde permitia, ele jogava bola e podia ser visto correndo pela pracinha na frente de casa.
O hospital passou a ser sua casa constante. E enganou-se quem pensou que era uma briga levá-lo até lá.
_ O que são cinco dias, pai, vamos lá? Vai ser divertido.
E ele chegava na unidade 800 do Hospital de Caridade como se ali fosse um hotel, ou melhor até, uma colônia de férias. Absolutamente ninguém escapava ao encanto e à simpatia do guri. Do porteiro ao médico, todos adoravam conversar com o Joãozinho.
_ Quando eu crescer, acho que vou ser vereador, né, mãe?

Alegria de estar em casa

E quando ele voltava para casa, era uma alegria, como a de um menino que ganhava o brinquedo dos sonhos:
_ Eu amo minha casinha. Que bom poder ter minha caminha de volta...
De noite, quando pai, mãe e manos já dormiam, após a prece em família, Joãozinho passava, de quarto em quarto, para desejar boa-noite.
_ Eu te amo, pai. Eu te amo, mãe _ e um beijo amoroso selava a despedida. Depois, ele ia até o quarto da mana Gabi e fazia o mesmo:
_ Gabi, eu te amo. Boa-noite.
Mas uma coisa intrigava a mãe, que não entendia por que aquela cena não se repetia quando Joãozinho chegava no quarto que dividia com o mano Gui.
_ Joãozinho, por que tu não diz pro Mano que tu ama ele também?
_ Ah, mãe, é pra ele não me chamar de "boiola". Depois que ele dorme, eu chego bem quietinho perto dele e digo: Gui, eu te amo.
E era a mais pura verdade. Dia desses, a mãe flagrou o pequeno declarando seu amor ao gêmeo.
Chegou o dia em que a quimioterapia não adiantava mais, e eram os fortes medicamentos contra as dores lancinantes que maltratavam o guri. Nos últimos dias, o sofrimento de Joãozinho era tamanho que, para aliviá-lo, ele recebeu na veia uma dose de medicação 60 vezes mais forte do que a que costumava receber. A mesma dada para uma pessoa de 150 quilos _ e a ele, só restavam 20 num corpo franzino e frágil. Corpinho que sequer permitia que ele conseguisse se virar na cama sozinho.
O coraçãozinho não resistiria. E, de fato, foi o que aconteceu no dia 16 de janeiro de 2012, quando Joãozinho deu seu último suspiro.
_ Ele nunca reclamava de nada e nos dava força para enfrentarmos a maratona. Passamos a encarar a vida de uma forma diferente. A dar ainda mais valor à família, a não reclamar tanto de tanta coisa. A se desapegar dos bens materiais, a aproveitar cada pôr do sol e amanhecer _ diz o pai.
_ Todos os dias, nós agradecemos a Deus por nos conceder a alegria e o privilégio de ter convivido com um espírito de tamanha luz. Vimos tantas dores maiores do que a nossa, crianças que "vegetavam" nos leitos, que não podiam mais contar com qualquer esperança. E, todas as noites, agradecíamos por ter podido estar ao lado do Joãozinho todos os dias de seu tratamento. E também por ele estar lúcido e interagindo com a gente até o fim _ acrescenta a mãe.

As lições ficam

A história do Joãozinho não acaba aqui. Ela segue viva na coragem, na resignação e no amor que ele deixou como legados a sua família. A luz do pequeno guerreiro ainda pode ser vista, com nitidez, no brilho dos olhos dos pais e dos manos quando relembram de suas histórias. E a família que esbanja união e companheirismo em cada palavra e gesto garante que transformará toda a saudade de Joãozinho em força para seguir suas lições.
E ele merece que seja assim.

OPINIÃO
"Eu não podia chorar"

Tentei me preparar antes de chegar à casa dos pais do Joãozinho para a entrevista que revelaria aos leitores como foi a vida do menino. Cheguei lá pronta para enfrentar um cenário triste, de pesar, pais chorosos, lamentando a falta que o guri faz. Seria assim em 99% ou mais dos casos como esse, não? Mas constatei meu engano antes mesmo de entrar na sala onde conversamos. A serenidade e a tranquilidade dos pais, e também dos manos do Joãozinho, me surpreenderam a cada minuto da entrevista. Em nenhum momento, por mais emocionante e duro que fosse o relato, eles se entregaram às lágrimas.
O Guilherme, gêmeo do Joãozinho, era o vigia. Durante a quase uma hora e meia em que estive lá, ele não tirou os olhos da mãe. Ele não gosta quando Tatiana chora, e, naquele dia mesmo, havia comemorado que, pela primeira vez, a mãe não havia saído do quarto, após a sesta do meio-dia, com os olhos vermelhos.
A mãozinha pousada no ombro da mãe, acariciando como se quisesse livrá-la da dor daquelas lembranças, causou-me uma emoção indescritível. O pai, entre uma revelação e outra, abraçava a filha, sentada em outro sofá.
Tive incontáveis vezes vontade de chorar. Mas me segurei até o último minuto. A coragem daquela família, a união e a cumplicidade reveladas em cada palavra ou gesto, o clima de amizade com que me acolheram para falar de algo tão difícil... Não, eu não podia chorar diante de tamanha força.  Com certeza, um dos momentos mais emocionantes e de maior aprendizado nesses meus 36 anos de vida e quase 16 de profissão.

Fabiana Sparremberger é editora-executiva do Diário, colunista da Em Nome do Filho e blogueira do Meu Filho

Álbum de Família - Galeria 19

27 de fevereiro de 2012 4

                                       

A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.


Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

Pezenti, mamãe

25 de fevereiro de 2012 0

Adivinha.

Não posso mais encontrar meu filho depois do expediente sem que antes ele dê um mosh na minha bolsa.

_ Pezenti, mamãe.

O irônico é que ele não pergunta: "mãe, trouxe presente?". Não, é pior, ele exige, fica de mutuca esperando eu me aproximar para voar em cima de mim. Para a minha sorte, o "presente" pode ser qualquer coisa, de uma bala a um suco de maçã, passando por um Kinder Ovo na melhor das hipóteses, que eu levo estrategicamente na bolsa quando meu bolso permite. E ai de mim se não tiver "pezenti".

Mas às vezes não tem, não. Ele chora um pouco, mas logo esquece, como toda criança. E quando tem, é muito massa. Porque o presente que ele pede não é um preseeeentee propriamente, mas a delícia que é o sabor de ser surpreendido, de descobrir o que será que tem naquela bolsa cheia de cacarecos da mãe dele. De saber que eu lembrei dele quando estávamos longe e se ele escolher a mão certa, pode brotar dali uma coisa deliciosa, uma supresa.

...

Se não estou acostumando ele mal?

Não, imagina.

Se estou aliviando a minha culpa de ficar longe dele?

O que é isso?



Livro clássico de gestantes vira filme e será lançado em maio

24 de fevereiro de 2012 0

Todos os posts de Camila Saccomori

Qual mulher grávida não tem ou não leu a atual "bíblia" da gestação?

O QUE ESPERAR QUANDO VOCÊ ESTÁ ESPERANDO.

É leitura de cabeceira obrigatória para os 9 meses de barrigão! Eu amei!

Fiquei superfeliz quando vi que a obra inspirou um filme que será lançado em maio. O elenco é muito legal, pra lá de pop! Tem até o Rodrigo Santoro contracenando com a Jennifer Lopez, meninas. Sem falar em Cameron Diaz, Chris Rock (comediante), Matthew Morrison (da série Glee) e outros.

Vi o trailer e fiquei ainda mais interessada em assistir!

A trama mostrará cinco casais que enfrentam as complicações, problemas e alegrias da gravidez e do momento do parto.

ASSISTA:

Abaixo, confira os cartazes de divulgação do filme (um para cada mamãe). O longa estreia no Brasil em 18 de maio!


O sono das crianças (ou a falta dele)

24 de fevereiro de 2012 23

Todos os posts de Camila Saccomori

Quantas horas seu filho dorme por noite?

Esta é, provavelmente, uma das questões mais "complexas" da maternidade.

Tem bebê que desde o primeiro mês de vida dorme a noite todinha.
Tem bebê que precisa ser embalado pra voltar a dormir no meio da madrugada.
Tem bebê que acorda muitas vezes com fome. Ou quando molha a fralda acorda também.
Tem criança que dorme tarde. E acorda tarde. Da meia-noite ao meio-dia.
Tem criança que dorme cedinho. E acorda cedo. Das 20h às 6h.
Tem criança que dorme tarde e acorda cedo - mas tira um sonecão de tarde pra compensar.

Como é a rotina aí na sua casa?

Lá na minha, a Pietra acorda cedo (6h). Toma um mamá, fica um pouquinho com papai e mamãe e emenda um "bônus" de mais uma horinha. Quer dizer, nem sempre. Tem vezes em que quer ficar brincando um montão e vai dormir de novo só bem depois! Mas aí já é hora de ir para a escolinha. De tarde tira sonequinhas curtas. De noite dorme relativamente cedo (21h) - e consequentemente lá pelas onze da noite eu já vou para o "berço" também!

Compartilhem, mamães, suas rotinas!

Eis o pajem

23 de fevereiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerFinalmente, consigo as fotos para mostrar a vocês. Eis o meu pequeno como pajem do casamento de minha prima/comadre. A cerimônia ocorreu em uma linda capela, na noite de 7 de janeiro último. Ele fez par com o primo Gabriel e com as "noivinhas" Vitória, minha afilhada (a menor da foto), e a Júlia.


Entregou as alianças para o padre....

.... e, já todo suado de tanto brincar, fez pose de homenzinho junto com a noiva.


Deixe sua sugestão

23 de fevereiro de 2012 6

Todos os posts de Fabiana SparrembergerLogo que decidi ficar grávida, uma das primeiras coisas que fiz foi correr atrás de livros e DVDs que falassem sobre gestação e primeiros cuidados com os bebês. E com a maioria das pretendentes e mamães recém-grávidas, deve ter sido assim. E pais, também, é claro? (tem muito livro feito especialmente para eles).

Quero reunir um bando de dicas numa coluna Em Nome do Filho que eu estou preparando trazendo o que há de melhor sobre esse tipo de literatura. Gostaria de receber sugestões de vocês de algum livro ou DVD que recomendem às futuras mamães, com um pequeno resumo do que ele trata.

Me ajudam?

Sorria

22 de fevereiro de 2012 1

Essa é uma mensagem simples, para a gente lembrar que as coisas boas da vida são tão simples quanto comer um pudim em família.

Pudins são doces e fáceis de fazer. Roubei uma receita de um de iogurte.


Pudim de iogurte

Pudim de Iogurte com LEITE MOÇA®
Ingredientes
Calda
1 xícara (chá) de açúcar

Pudim
1 lata de Leite MOÇA® Tradicional
1 a mesma medida (da lata) de leite
1 medida (lata) de Iogurte Natural Integral NESTLÉ®
3 ovos

Modo de Preparo

Calda:
Em uma panela derreta o açúcar até ficar dourado. Junte meia xícara (de chá) de água quente, mexa com uma colher e deixe ferver até dissolver os torrões de açúcar e a calda engrossar. Forre com esta calda uma fôrma com furo central (de 19 cm de diâmetro) e reserve.

Pudim:
Bata todos os ingredientes no liquidificador até que fique homogêneo. Despeje na fôrma caramelada, cubra com papel de alumínio e asse em banho-maria em forno médio (180°C) por cerca de 1 hora e 30 minutos. Espere esfriar e leve à geladeira para gelar por cerca de 3 horas. Desenforme e sirva a seguir.

Passinho à frente, por favor

21 de fevereiro de 2012 1

Todos os posts de Camila SaccomoriCOLUNA PUBLICADA NO CADERNO MEU FILHO DE ZH DE 20 DE FEVEREIRO DE 2012.

Passinho à frente, por favor

Um fenômeno ocorre nos guarda-roupas lá de casa. Desde que a Pietra nasceu, há quase 11 meses, não compro nenhum sapato para mim. Em compensação, começaram a surgir todo tipo de chinelinhos, tênis, sandalinhas, papetes e botinhas. Multiplicam-se como Gremlins pelas gavetas. O problema é que sapatinhos de nenê são irresistíveis na mesma proporção em que são desnecessários. Enquanto os pitocos não caminham, aquele par mimoso irá atrair “ohs” e “ahs” em ocasiões sociais e, em seguida, será guardado com um suspiro de lamento na mala-das-roupas-que-não-servem-mais.

Tudo isso muda com a atual fase da Pi: já ensaia os primeiros passinhos com e sem apoio! Em casa, até por causa do calor, deixo as “bisnaguinhas” descalças. Mas na mochila que vai todo dia para a escolinha, os sapatos são enviados para evitar escorregões. Fácil notar, porém, que a bonita fica bem mais equilibrada sem nada nos pés. Mais fácil ainda observar nas lojas como há toda sorte de calçados infantis inadequados para essa importante etapa.

Para orientar sobre o tema, consultei o ortopedista infantil Marcos Fridman, professor e chefe do grupo de ortopedia infantil do Hospital da PUCRS. O especialista compartilhou dicas bacanas para as mães:

– Sempre que possível, a criança deve ficar descalça, utilizando sapatos apenas como proteção térmica e mecânica. E se o fator térmico é o problema (para andar em piso frio, por exemplo), o uso de meias com solado antiderrapante basta.

Na hora das compras, Fridman alerta para a questão do conforto. Quando eu era pequena, era popular as crianças usarem calçados ortopédicos (aquelas botinhas altas e duras, lembram?). Hoje em dia, após diversas pesquisas, esse conceito não existe mais – ainda bem!

– Procure por sapatos fisiológicos, que não interferem no desenvolvimento. Devem ser flexíveis, deixando o pé à vontade e com a totalidade dos movimentos – indica.

Aproveitando o momento revival da infância nos anos 1980, questionei o ortopedista sobre o finado andador, recurso comum para preservar um pouco da lombar dos adultos, que sofrem curvados dando as mãos aos bebês para ensinar a marcha. O brinquedo segue vetado.

– Além do risco de virar se houver obstáculos no chão, ele impede a aproximação dos objetos que estão ao redor do bebê. Esse toque é importante para a atividade cerebral.

É, mães, vale então investir a grana do andador e dos sapatinhos frufrus em massagens para dor nas costas. Nossos filhos agradecem!

Picolé de leite materno para bebês

21 de fevereiro de 2012 0

Mesmo sendo do ano passado, não pude deixar de compartilhar essa notícia depois que vi a foto:

Mãe dá picolé de leite materno para aliviar o calor
O bebê tem mais de seis meses. A mãe é de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul (terra tão quente quanto nossa querida Forno Alegre). Ela contou ao jornal O Dia que congela o seu próprio leite materno e coloca em forminhas de picolé. O filhote adora!

Minha Pietra já desmamou, mas costumo fazer picolés de suco natural de frutas: ela ama!

E você, o que faz para aplacar ese calorão todo?

Feijão maravilha

20 de fevereiro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerNunca gostei do pretinho. No máximo, ele fazia parte das minhas refeições na segunda-feira. Sou de família alemã, e o feijão não está entre os pratos mais servidos. Mas o pequeno puxou ao pai, que adora a dupla feijão/arroz. Até no domingo, diante de um suculento churrasco, vem a reivindicação:

- Não tem feijão hoje?

Por muito tempo, era o pai que fazia o feijão. Eu também fiz muitos que não chegavam nem perto a um prato saboroso. Ou o feijão ficava aguado. Ou o grão meio duro. Ou muito salgado. Era difícil acertar, mas o pequeno nunca reclamava, o pobrezinho...

Até panela de pressão, que me causava grande pavor, eu aprendi a pilotar na tentativa de acertar no prato preferido do guri. Sempre tentei, poucas vezes acertei 100%, mas nunca desisti. Até a sogra, que faz feijão quase todos os dias, me indicou certa marca.

Com a indicação na mão, resolvi seguir as instruções que estavam atrás do pacote. Pensei: se eu fizer tudo igualzinho, tem de dar certo. Não deixei passar um minuto do tempo de cozimento indicado. E não é que funcionou? O feijão saiu cremoso, o grão no ponto, o tempero, uma delícia.

Fiquei tão faceira que congelei em potes, e teve feijão todos os dias da semana. O guri me enche de elogios e pede repeteco, coisa raríssima de acontecer (já que, tradicionalmente, é "uma briga" para ele rapar o prato).

O que a gente não faz para agradar um filho? Depois de acertar no feijão, as panelas que me segurem...

Folia digital

20 de fevereiro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerOs joguinhos feitos para smartphones e tablets conquistam cada vez mais os pequenos _ e também seus pais. E são milhares de opções. Entre elas, releituras de jogos que faziam sucesso no meu tempo, como o Pac Man, aos novos, que já são considerados clássicos dos aplicativos.
O jornal Correio Braziliense fez uma reportagem bacana sobre essa febre digital e indicou alguns dos aplicativos mais populares e divertidos para crianças de todas as idades. Seleciono aqui os que são gratuitos e que podem ser uma boa pedida para quem decidiu ficar em casa com os filhos no feriadão de Carnaval.

Rescue City
Para crianças de mais de 9 anos, trata-se de um joguinho de ação e estratégia, no qual é preciso guiar o carro da polícia, dos bombeiros ou da ambulância pelas ruas da cidade. Tem 74 fases. Você pode baixar a versão gratuita, que oferece 15 fases e, se interessar, comprar o jogo completo. Pais também jogam, mas não é educativo

Lego Photo
Para quem quer estimular o olhar artístico da fotografia nos pequenos, o Lego Photo é a oportunidade perfeita. A criança usa o próprio smartphone ou tablet para fazer a foto, depois transforma a imagem em uma construção de blocos de lego. É simples e um queridinho em downloads. Pais também usam, não é educativo

Enhanced ISimon
Conhecido pelo nome Genius entre a criançada dos anos 1980 e 1990, o jogo virou aplicativo para a garotada acima de 4 anos. Ele lança sequências de quatro cores que devem ser repetidas pelo jogador. Estimula a memória e a concentração.Pais também jogam, é educativo.

Cut the hope
Considerado um dos novos clássicos da era dos smartphones, é um joguinho bem bolado e cheio de desafios. Uma bala colorida está presa em várias cordinhas, e deve chegar à boca do bichinho. Estimula o raciocínio rápido. Pode ser jogado por crianças com mais de 2 anos e é hit entre os adultos.

Alphabet
memory game

Um jogo da memória que ajuda as crianças a partir de 2 anos a aprender o alfabeto brincando





Scoops
Monte uma torre gigante de bolas de sorvete equilibradas umas sob as outras e ganhe o jogo. O Scoops é divertido para os menores (acima de 3 anos) e ajuda na capacidade de organização, uma vez que eles devem alternar as cores dos sorvetes para não perder pontos.

Doodle Buddy
Para os pequenos artistas, esse aplicativo permite fazer desenhos com as mais diversas cores, linhas, formatos e temas de fundo. Ele ainda permite que a criança faça intervenções artísticas sobre fotos armazenadas. É educativo.

Lightsaber Unleashed, Use the Force
Os pequenos fãs da saga Star Wars vão adorar. O app simula o clássico sabre de luz usado pelos Jedis do filme e, quando equiparado com outro smartphone com o mesmo app, as crianças podem simular uma luta divertida, com os mesmos zumbidos gerados nas lutas do filme. O app é um sucesso entre os maiores de 5 anos, mas só é possível baixá-lo em Apps Stores internacionais

Ibowl

A criançada que ainda não consegue carregar uma bola de boliche, mas é louca para praticar o esporte, pode começar por aqui. O jogo prende a atenção por um bom tempo. O som dos pinos caindo no strike é tão real que você vai se sentir na pista. Recomendado para maiores de 4 anos, mas adultos também adoram



Toddler Math Plus
O app ensina de uma maneira inovadora as operações básicas da matemática. Na versão gratuita, seis níveis ajudam nas operações de adição. Na versão completa, subtrações, multiplicações e divisões. Tudo muito colorido, com bichinhos e sons bacanas. Para a garotada da pré-escola

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