Como é àrdua e difícil a missão de educar. É um teste diário.
É normal acertar e errar, mas para criar bem um filho esse cálculo deve alcançar um resultado positivo.
Será que sempre foi assim, ou hoje está mais difícil?
Os pais atuais são mais inseguros?
Sei que a insegurança é sentida pelo filho, mas quem não ficou em dúvida sobre como agir, que atire a primeira pedra.
A Antonela, como a maioria das crianças, está na fase da rebeldia - (eu que pensava que era só na adolescência), vive aprontando e provocando.
A gente passa o dia fora trabalhando e quando chega em casa, buscando paz e sossego, os desafios são ainda maiores.
A minha teoria de educação não inclui tapas e tento não gritar, as vezes, é muiiito difícil seguir os ideais.
Sou adepta do castigo e de decisões firmes, ou seja, sem voltar atrás.
Explicos as coisas sem diálogos longos e faço ela olhar nos meus olhos.
Já deixei a pequena sem DVD, tirei brinquedos das mãos, deixei chorando sozinha. Explico as coi
Enfim, às vezes, mesmo sabendo que estamos no caminho certo, sempre acho que poderia ter feito diferente ou melhor...
Gostaria de saber de outros pais quais os meios utilizados para auxiliar nessa difícil missão de educar...







Ticiana
Meus métodos são como os seus, só não deixo sozinho chorando, nunca precisei, sempre consegui contornar as coisas. Já deixei emburrado, brabo, claro.
Meu método é global: amor, carinho, atenção, conversa, rotina e acordos. E sempre me informando sobre cada fase da infância, tipo o que esperar, acho que isso me ajuda a ficar mais tranquila.
Aprendi que tudo com carinho,você conseguirá tudo o que quizer de seu filho,com gritos e sendo agressiva com ele não vai resolver nada...
Boa tarde Ticiana!
Olha educar não é fácil mesmo,tenho uma filha de 06 anos e outro bebe a caminho(que aconteceu num discutido mas que sera muito bem vindo),passo por perrengues diários e quanto maior o filho mais rebeldia vem,mas pelo menos eles entendem melhor os castigos.
Lembro de quando minha filha tinha a idade da Antonela,eu muitas vezes colocava ela de castigo,tirava desenho,brinquedos,e colocava na tão falada cadeirinha do pensamento,e ela achava bom,ficava la brincando com os dedinhos,com os pezinhos e não sentia"o sofrimento" que deveria sentir para não fazer mais determinada teimosia. Então muitas vezes tive de dar uma palmadinha(sei que é errado)aquelas palmadinhas que a mãe quase morre por dentro,e se sente a pior mãe do mundo,mas funcionava,tive de usar esse método poucas vezes,hoje só a conversa ta resolvendo,mas cansa,ainda mais mães que trabalham fora,são esposas,do lar,e tudo mais(cansa mesmo).
Adoro o blog pois assim trocamos dicas.
Beijos
Ticiana,
Informação é poder!
Minha mãe é pedagoga e diz o seguinte:
A criança tem que ficar sozinha de castigo o tempo correspondente a idade, ex: 2anos-2min. Somos programados para sermos aceitos o isolamento ativa vários alarmes no cérebro dizendo que precisamos mudar.
Não adianta conversar quando está ela braba, olhe no olho da criança e fale frase curtas e fáceis de entender, ex: a mãe não quer que tu faça assim.
Nunca perca o controle da situação, a última palavra é sempre dos pais. Lembre que ela é bem menor que você e não entende todas as consequencias dos seus atoa.
Quer saber quem manda? Pergunte para a criança quem é a maior pessoa da casa.
Mas sei como é chegar do trabalho querer curtir o filhote, mas ter que dar umas duras. Faz parte! Procuro pensar que pelo menos serão pessoas de bem quando forem adultos...
Olha, o Guilherme tem a mesma idade da Antonela e está na fase do Terrible two... Aff e não passa. Tenho muita dificuldade com ele, pois apesar da pouca idade já demonstra um Gênio forte. Teve a fase de fazer birra e se atirar no chão. O deixei estiradinho da silva no meio do Renner do Iguatemi, mas foi necessário... Há alguns dias, tentei o colocar de castigo, mas ele teima mais ainda e não fica. Então virei adepta do castigo compartilhado. Afinal eu fiquei muito de castigo quando pequena, que custa ficar mais um pouco depois de grande?? Sento no sofá, desligo a tv e coloco ele no meu colo. E ele chora e se descabela e tenta falar. Quando ele tenta falar eu faço "xiiiii, não é para falar". Até que ele se acalme e pare de chorar, quando isso acontece, começo a falar o que ele fez de errado (afinal enquanto ele está chorando, mesmo que eu grite ele não me ouve) e no final da conversa ele espontaneamente me dá um beijo e um abraço, como se pedisse realmente desculpas. É muito dolorido fazer isso, mas necessário. Já passei o dia comendo bolachas, pois passei a hora do almoço de castigo com ele. Mas ele está melhorando... E como todos dizem é fase e passa... To esperando a minha passar. Bj.
Catia
Crianças pequenas querem mais é ficar grudadas na sua mãe. Dar companhia no castigo? Sei não, não faria isso. Na hora vc acha que ele entendeu, e ele dirá que não fará denovo, ok. Mas eu não adotaria esse método. Enfim.
É isso aí Gabriela, tem que mostrar quem manda!
Hum, castigo compartilhado? Acho que eu também ia querer que a minha mãe passasse todo o horário do almoço comigo no colo!
Eu mando para o quarto chorar sozinha, não importa se vai ficar quietinha pensando na vida, o importante é ficar isolada como punição pelo que fez errado. No início ela chora, se joga no chão, grita, depois se acalma, então entro no quarto para conversar.
Eles são danados mesmo! O Arthur tem a mesma idade da Antonela, e quando faz algo errado, e vê que estou brava, vai logo pedindo "Dicupa", mas mesmo assim vai para castigo, pensar no que fez, o mais engraçado é que ele repete com os bonecos, fala bravo com eles e coloca no cantinho do pensamento, sinal que entende o que tudo..hehe
Vamos conseguir eu sei, deve ser uma fase..
Mais do que saber se está certo ou errado o interessante é ler um pouco sobre a idade da crianças e suas características.
Saber um pouco sobre o desenvolvimento, suas fases pode ajudar a entender que além da fase da rebeldia da adolescência, a criança pequena passa por outros , igualmente importantes para o desenvolvimento da sua personalidade.
Muitas vezes erradamente queremos que a criança pare um comportamento e entenda, quando ela ainda não está madura para isso e o melhor seria despertar a atenção dela para outra coisa mais interessante. Esse é uma das ações a serem aplicadas com crianças de 1 a 2 anos, ao invés de castigos, brigas e choros, desvie a atenção para outra coisa, e após o episódio, chame a criança e fale com ela sobre o ocorrido e porque não pode tal coisa.
Em meus tempos de berçário e maternal essas pequenas "desviadas" rendiam um dia tranquilo e sem choros.
abraços
Educar é mesmo uma tarefa difícil. Mas quem disse que seria fácil ser mãe...
O menino me testa e nos seus quase 3 anos de vida, sabe direitinho quando realmente me tira do sério. Converso, coloco de castigo e tiro algo que gosta por um tempo, não sei se é o melhor método, mas é o que dá certo, pelo menos lá em casa. De vez em quando dou uns gritos e falo grosso, afinal, tem dias que ele se supera nas artes...
Barbara
perfeito.