Como editora do caderno de TV de Zero Hora, passo o dia envolvida com muitas notícias de programas de televisão e celebridades, claro. Poucas vezes vi uma atriz famosa tão apaixonada pela maternidade quanto JULIANA PAES. A ela dedico minha admiração hoje.
A atriz deu à luz o lindão Pedro há 1 ano e meio. Ele é só cinco meses mais velho que a minha Pietra, por isso que acabei acompanhando tanto as notícias da gravidez dela, sempre antecipando o que viria pela frente. E não é que sempre os acontecimentos foram parecidos?
O principal deles é que agora, com o lançamento da mininovela Gabriela, na qual Juliana é protagonista, a atriz anda super sem tempo e na correria de gravações. Ficou pela primeira vez longe do filhote por alguns dias e noites - e quase morreu de saudade. Implorou para a mãe dela (vó do Pedro) levar o menino para a Bahia só para dar 'um cheiro' entre um "ATENÇÃO, GRAVANDO" e outro.
Passei pelo mesmo na semana passada. Viajei a trabalho e virei melhor amiga do SKYPE. No primeiro aeroporto, ainda no Brasil (apenas 6 horas depois de ter saído de Porto Alegre), paguei o maior mico da minha vida. Liguei o notebook, conectei para ver a pitoca por 5 minutos antes da hora dela dormir e chorei tanto, mas tanto, TAAAANTO, convulsivamente olhando para a tela do laptop que atraí TODOS os olhares da sala de embarque. Eu estava de fone de ouvido e mal conseguia falar de tanto que soluçava. A perspectiva de ficar 4 noites fora de casa e longe da minha preciosa não era apenas assustadora: era como se um pedaço de mim tivesse sido arrancado. Quando desliguei o notebook para pegar o avião, vi que muita gente me olhava com pena. Vai ver pensaram que algum parente meu tinha morrido!
Exageros à parte, vamos voltar à Juliana Paes... O que motivou esse post em específico foi a seguinte frase dela:
"Apesar de Gabriela, meu papel principal da minha vida neste momento é ser mãe do Pedro".
Como amei isso! É assim que me sinto! Mesmo sendo uma mãe-que-trabalha, como Juliana, dá sim pra se dedicar - e muito - aos nossos rebentos! Pensei muito nisso no domingo de Dia das Mães. Tem coisa mais bacana do que esse sentimento de maternidade plena tomar conta da gente?

E você? Qual o papel principal da sua vida hoje?
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