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Posts de maio 2012

Genética abençoada

31 de maio de 2012 7

Todos os posts de Camila Saccomori

Nem preciso de pesquisa com a população para afirmar o dado a seguir.

99% das mulheres que têm filhos não saem da maternidade assim:

Grazi Massafera após a chegada de Sofia Reymond esta semana.

A bebê nasceu de cesariana.

E Grazi parece ter saído de um concurso de miss. Linda, magra e com os cabelos impecáveis. Cadê barriga, gente? Cadê pele desmaiada e cansaço? Cadê olheiras?

Duas palavras para isso: GENÉTICA ABENÇOADA.

Sem mais.

Mudança de hábitos

30 de maio de 2012 6

Todos os posts de Fabiana SparrembergerEstava conversando com uma amiga que está grávida, e ela comentava que está enjoando de salada, que era um alimento que ela a-do-ra. Eu lembrei que enjoei uma única vez, logo ao acordar, e não devo esquecer do episódio tão cedo. Eu sou uma pessoa que tenho uma dificuldade imensa de vomitar. Se vomitei 3 vezes nesses 36 anos de vida, foi muito. E quem enjoa sabe que quando vem aquela água salgada na boca anunciando que logo atrás vem mais coisa, pode ir correndo para o banheiro.  Eu fui. Mas não saiu mais nada além daquela água salgada. Muita ânsia, mas só a água salgada. Não tive dúvida e liguei para a médica, que me recomendou um remédio que não lembro mais qual. E nunca mais enjoei…

Tem gente que enjoa de comida. Tem gente que enjoa de algum cheiro. Tem gente que enjoa da cortina (ouvi essa não sei onde). Tem gente que enjoa até do marido…

Mas o texto de hoje  não é para falar de enjoo. Eu queria mesmo é  comentar a mudança de hábitos alimentares que a gravidez traz. Nem sei se tem algo de científico, mas que muda, muda (ou será só crendice popular…). Eu nunca gostei de doces, eles nunca me fizeram falta, nem chocolate (eu juro!). Mas depois da gravidez, nunca mais consegui almoçar sem comer um docinho em seguida… E tenho de ficar me cuidando. Minha vó é diabética, e toda vez que eu faço exames periódicos, fico apreensiva e vou logo correndo os olhos para a minha glicose… Neste ano, mais uma vez me safei dela, e tudo está nos conformes.

Será que isso tem sentido mesmo? A gente muda os hábitos durante a gravidez e herda essa mudança para todo o sempre? Bem que eu queria passar a ter gostado mais de saladas, de legumes, de frutas… Não precisava ser doce, né?

E você? Teve alguma mudança de hábitos alimentares durante a gravidez que acabou adotando depois do nascimento do bebê?  Ou será que isso tudo é só coisa da nossa cabeça?

TEMPO é tudo na vida de uma mãe

29 de maio de 2012 3

Todos os posts de Camila Saccomori

Ando enlouquecida tentando encontrar TEMPO na minha vida para (1) curtir ainda mais minha filhota e (2) conseguir voltar a dormir 8h por noite – e assim acabar com as olheiras, é claro.
Na tentativa de simplificar a vida ao máximo, comecei a fazer pequenas coisinhas que, no somatório, até que andam surtindo um LEVE efeito.

Queria compartilhar a seguir, mas o post não é para isso, e sim para PEDIR dicas de outras mães.

O que vocês fazem no dia a dia para ganhar tempo e ficar mais tempo com as crianças?

Eu tenho duas regrinhas “bobas” na minha vida, hehehe.

1. Economizar o máximo de tempo na hora de me arrumar sem sair de casa parecendo uma bruxa.
Isso significa não fazer maquiagem completa (passo base em casa e saio sem batom, passo só batom e rímel quando chego no estacionamento do serviço).
Cabelo: fiz escova progressiva para não ter que secar o cabelo (algo que custava uns 15min do meu dia de manhã). Passado o efeito da progressiva, fui mais radical: tosei o cabelão comprido. Altura atual: pelo ombro. Economizei mais uns 10min em lavagem, secar, pentear, passar creme e condicionador, etc. Meu tempo de manhã é contadinho, pois é a hora de arrumar a pequena e levar para a creche antes de vir ao trabalho.

2. Não levar trabalho para casa.
Fazia muuuuuito isso quando a Pietra não existia. Inclusive tocava um blog, o Fora de Série, no meu tempo livre. Hoje em dia isso não é uma opção. Por conta da minha ocupação (sou editora do caderno de TV), continuo vendo televisão, mas não aceito levar matérias para escrever em casa ou outras tarefas. É claro que espio os emails em casa e até encaminho uma ou outra tarefa antes de dormir, mas mal atendo telefone se a minha baixinha está acordada. E vou dizer: isso não só ‘economiza’ tempo (tema desse post), mas também tira um peso enorme das costas! Recomendo.

Fico no aguardo das dicas de vocês!

Resfriado, gripe ou rinite?

28 de maio de 2012 1

Com o outono e os dias mais frios, chega um bando de doenças respiratórias amaldiçoadas por 10 entre 10 pais. Rinite, sinusite, resfriado e gripe têm tantos sintomas parecidos que, muitas vezes, é difícil saber qual delas pegou o seu pequeno de jeito. A confusão é tanta que, em algumas situações, prejudica no tratamento.
A dúvida também é sobre a hora de buscar ajuda médica, será que é só quando chega a febre alta? Para nos ajudar, a alergista Ana Paula Moschione Castro, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai) e médica da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (USP) elaborou um quadro com as diferenças e nos ajuda a entender um pouco mais desses problemas que tanto atingem nossos filhos:


Os tratamentos

A gripe é uma infecção viral. Na maioria das vezes, não há tratamento específico. Em situações de risco, como se viu na época da gripe H1N1 (a gripe A), utilizou-se uma medicação antiviral de nome oseltamivir, que até hoje é utilizada.  A vacina é indicada a partir dos seis meses de idade. Estar resfriado não é contraindicação a receber a vacina, mas ela pode ser adiada em pacientes com quadros infecciosos mais importantes.
A vacina demora em média 15 dias para agir. Trata-se de uma vacina de vírus inativado, portanto, não há risco de adquirir gripe. Mas podem aparecer dor local, vermelhidão ou febre.
Já os resfriados são causados por diversos vírus, não há um tratamento específico, e as medicações se restringem a tratar os sintomas. A lavagem nasal e o controle da febre são recomendados. Já a rinite é uma doença alérgica muito comum e pode ser cuidada com anti-histamínicos nas crises (os antialérgicos) e, para a prevenção, nos casos moderados e graves, com sprays nasais recomendados.

Quando ir ao médico

Há alguns sinais de alerta que podem ajudar na decisão. Se as crianças estão prostradas mesmo sem febre, se estão gemendo, com mal-estar,  é hora de buscar o médico. Quem apresenta doenças associadas como diabetes, asma, problemas cardíacos e outras doenças crônicas deve saber que a gripe pode apresentar maior gravidade. Se o catarro é amarelado e persistente, é outro sinal de persistência de infecção.

Fabiana Sparremberger

Coluna Em Nome do Filho publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira

Álbum de Família - Galeria 32

28 de maio de 2012 0


A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.

Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

Sair para comer - antes e depois de ter filhos

27 de maio de 2012 1

Todos os posts de Camila Saccomori

O texto abaixo é inspirado no post “Ir à praia antes e depois de ter filhos“. Favor ler as linhas seguintes sabendo que não se trata de reclamação, e sim de comparações feitas com verdade e humor!

ANTES
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Horário
Saía para jantar, não para almoçar.
Não fazia reserva: se o restaurante estava lotado, esperava-se ou ia para outro lugar. Fome não era motivo de pressa.

Looks
Colocava saltão alto, perfume caro, fazia escova o cabelo, brincão compridos. Roupa no capricho, meia-calça nova sem fio puxado.

A refeição
Comia com calma. A mesa permanecia organizada durante toda a refeição. Dava para contar uma história com início, meio e fim.

O local
Era possível ir a um lugar sem ter nenhuma referência de como era o ambiente. Se tinha área externa ou não, iluminação, decoração, música ambiente… Pouca coisa importava.
Se ouvia alguma criança chorando no restaurante, olhava para a família e pensava “que absurdo, que família que não sabe controlar os filhos…”

DEPOIS
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Horário
Saímos somente para almoçar. A janta é sempre em casa, pois a nenê dorme cedo.

Looks
Invariavelmente casual. Jeans, sapatilha. No máximo um vestido bem basicão sobre uma legging. Maquiagem: rímel passado quando o sinal do trãnsito fecha. Bolsas (a do nenê e a da mamãe) acompanham o look. Na “mala” infantil, há brinquedos, colher, “comida plano B” (papinhas prontas), babeiro, fraldas, uma muda de roupas extra e todos os apetrechos necessários para uma saída de casa.

A refeição
Palavra “calma” some do dicionário. A refeição não é em total paz. Os guardanapos se acabam em um minuto (limpando eventuais comidas que caem da boca) ou sendo rasgado em pedacinhos pela nenê e jogados no chão. Os objetos citados no tópico acima (que estavam dentro da bolsa) vão todos para cima da mesa, tornando impossível a tarefa de encontrar o hashi sumidou ou mesmo descobrir qual copo pertence a quem.

O local
Não se vai a um restaurante sem saber como ele é. Se tem lugar pra trocar fralda no banheiro, se tem cadeirinha pra criança sentar à mesa, qual é o cardápio do bufê (para ir além do feijão-com-arroz). Luxo puro é descobrir um “kids place” acessível. Aí pelo menos um dos pais consegue comer descansado enquanto o outro fica com o filhote no entretenimento infantil, depois revezam.

Programação bacana em POA para este domingo

26 de maio de 2012 1

Todos os posts de Camila Saccomori

Não tem desculpa para ficar em casa: o domingo na Capital tem duas opções para lá de bacanas para quem adora levar os pitocos para entretenimento cultural.

A primeira opção é no Santander: várias atividades o dia todo, incluindo uma apresentação do Bando de Brincantes, que eu adoro e do qual já falei aqui mesmo no blog.

A outra sugestão é o show de Kleiton & Kledir do CD Par ou Ímpar, que é uma gracinha e as crianças amam.

Bora tirar o corpo do sofá!

Aniversário caseiro

25 de maio de 2012 0

Este ano, decidimos fazer o aniversário de 7 anos do pequeno só em casa (nem em casa de festa nem na escola). Só para pais, avós, dindos, dindas e coleguinhas bem próximos. Na escola, a correria seria imensa e, no meio da semana, a situação fica muito complicada, para não dizer inviável.

E não vou mentir, que o gasto é sempre um fator a ser considerado. O guri, mais uma vez, não reclama de não ter um grande festerê. E, para ajudar, ele mesmo se dispôs a fazer os convites desenhando a turma do Meu AmigãoZão numa folha de ofício dividida ao meio. A mãe sugeriu um convite um pouco mais elaborado (caseiro também), e combinamos que serão, então, dois convites distribuídos para a mesma festa.

Sabem que eu nunca tive um festerê grande em aniversário, mas tenho absolutamente todas as fotos  que a mãe fazia em casa, com a gente indicando quantos anos fazia mostrando os dedos das mãos… Sei que ela fazia um esforço tremendo para conseguir fazer a festinha, e, mesmo tendo só a família e poucos amigos em volta, sempre dei muito valor a isso. Adoro rever as fotos, e lembro de como a gente era feliz na época. E isso é o que importa! E acho que com o guri, não será diferente.

Dia desses ele me perguntou:

- Mãe, tu tá assim tão animada porque o meu aniversário tá chegando, né?

Nem me lembro porque estava feliz, mas não resisti a confirmar a sentença do pequeno.

Vou me esforçar para fazer uma festa muito divertida, e tenho certeza que assim será. Se ele estiver feliz, isso é o maior presente. E se o pequeno está achando legal a comemoração para lá de caseira, então, tá tri!

7 anos, como o tempo voa…

E como disse um leitor do blog, dia desses, num e-mail: “As febres passam, as manhas passam, passam também os colos, as artes, os monstros nas sombras do armário…”. O que se conserva é a intensidade do amor!

Consulta de mãe a respeito de revidar (ou não)

24 de maio de 2012 6

Todos os posts de Camila Saccomori

O caso é simples, mas ao mesmo tempo muito complicado.
O menino tem 3 anos. É filho de uma amiga. Ele levou um (ou “uns”) tapas na aula na escolinha.
A mãe queria ensiná-lo a revidar quando isso acontecesse. Mas o menino contou que a professora o orientou a não fazer nada, apenas reclamar a ela, pois a própria professora iria chamar os pais do “agressor”.
Minha amiga questiona se é isso mesmo que deve ser feito. Ou seja, até que ponto estão criando “bananas”?

Eu, Camila, ainda não cheguei a essa fase na criação da filhota de 1 ano. Mas sei que a hora das mordidas e empurrões está chegando. O que se faz?

A amiga e eu aguardamos as opiniões das mães leitoras do blog!

O primeiro boletim, a mãe agradece...

23 de maio de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerDepois de três anos de pareceres da Educação Infantil, chegou o dia de receber o primeiro boletim do 1º ano do Ensino Fundamental. Foi no último sábado de manhã – na sexta, o guri não tinha ido na aula porque estava febril com a rinite alérgica + resfriado +crises de tosse alérgica + 4 noites dormindo mal.

E como mãe é boba, né, gente? Eu não estava nervosa, mas, da ansiedade, eu não consegui me livrar. O guri tava tranquilo e, quando eu perguntei: Será o que a profe vai me dizer, hein, Bruno? E ele pacientemente disse: “a verdade”, né, mãe?

Pois fui lá eu para ouvir “a verdade”, somente “a verdade”, nada mais do que “a verdade”. E quando a profe diz, abrindo os trabalhos: “O que eu posso dizer pra ti do Bruno?”, em milésimos de segundos, já fui delirando e pensando: “Ih, se começou assim já me preparando, vai ver que coisa boa não é”… Mania da gente de sempre pensar o pior? Tudo bem, eu não fui lá para ouvir elogios, mas também não precisa esperar o pior, né?

Mas o suspense não durou muito, e, logo, eu e o pai recebemos os parabéns pela educação do pequeno. E não sei se foi de alívio, de sentimento de dever cumprido (pelo menos até aqui) ou de emoção mesmo, que tive de me controlar para não cair no choro. Os olhos ficaram cheios d’água, mas consegui segurar a água no “pote”. Ainda bem, né? Ninguém merece um fiasco desses já no primeiro boletim…

Ouvi elogios do pequeno. E fiz questão de devolvê-los à profe, dizendo que muito do que consta no parecer é mérito dela, que consegue aliar amor com competência educativa. Para mim, não existe sucesso na educação de uma criança sem haver parceria de compromisso entre família e escola. Se o aluno vai bem, pais e professores estão de parabéns. Se há questões a ajustar, o trabalho precisa ser conjunto. Não há fórmula mágica para alcançar êxito.

Na saída da entrega do parecer, encontrei na rua uma conhecida, que contou de alguns problemas que está tendo com o filho que está no 6º ano. Ela disse: “Aproveita e comemora, que no início, é tudo uma maravilha”.

E vou aproveitar mesmo. Um dia de cada vez. Hoje, a gente comemora e segue fazendo o que está dando certo. Depois? Ah, um dia de cada vez… Sofrer por antecipação é burrice!

Palestra na Capital ensina como massagear o bebê

22 de maio de 2012 0

A Johnson’s Baby promove nesta quarta-feira (23 de maio), em Porto Alegre, uma palestra sobre a arte da massagem em bebês: “Seu toque reforçando laços de carinho”.
Daniela Mietlicki Noli, consultora farmacêutica para a marca Johnson’s Baby, conversa com o público a partir das 16h, na sala de cursos do BIG Sertório, 6.600.
O evento, com uma hora de duração, é gratuito e as são vagas limitadas. Inscrições pelo telefone 0800-705-5050.

Como é bom ter um au-au

22 de maio de 2012 3

Todos os posts de Camila Saccomori

* Coluna publicada em Zero Hora de segunda-feira (caderno Meu Filho).

COMO É BOM TER UM AU-AU

Por Camila Saccomori

Muitas famílias recordam a primeira palavra pronunciada pelos filhos. “Papá” e “mamá” lideram o informal ranking de sílabas no delicioso processo de aprendizado da fala. Lá em casa foi diferente, mas não menos emocionante. O início do gugu-dadá representa a ligação da Pietra com sua pequena companheira canina: au-au.
Cuca, uma shih tzu de quatro anos, cumpriu com louvor o papel de “test drive” de maternidade (ao contrário de plantas e peixes que, no passado, não sobreviveram aos meus cuidados, por falta ou excesso de sol ou comida). Brincadeiras à parte, o fato de ter um mascote fortalece a noção de responsabilidade diária. Cuidados com alimentação, vacinas, higiene e carinho, muito carinho, já eram rotina. A chegada da bebê, há um ano e dois meses, foi bem planejada para que as duas se integrassem. O livro que consultei sobre o tema, a salve-salve bíblia “O que esperar quando você está esperando”, sugeria várias dicas, das quais adotei a seguinte: levar roupas do recém-nascido para casa, para o animalzinho cheirar e ir se acostumando, a fim de não causar estranheza quando a mãe retornasse do hospital com aquele pacotinho. O pacote-bebê, aliás, curiosamente nasceu até com o mesmo peso da amiga de quatro patas: 3 quilos.
Nas primeiras semanas de adaptação, esta mãe de primeira viagem pecou por excesso de neurose e deixou Cuca com a vovó materna, também fã de cachorros. Confesso que temia que latidos atrapalhassem as sonecas diurnas da Pietra e, por tabela, o meu próprio sono (vocês, mães, que já passaram noites em claro entendem que qualquer meia horinha a mais muda o ânimo).
Passada a fase inicial, nossa au-au retornou e, obviamente, notou que perdeu o posto de mimada. De birra, desaprendeu o lugar dos xixis. Nada que uma dose de paciência (e algumas broncas) não dessem conta. Hoje em dia, Pietra já ultrapassou em muito o peso e o comprimento da “irmã canina”. Estão sempre juntas, uma é sombra da outra. Não tenho dúvidas de que a pitoca começou a engatinhar supercedo imitando Cuca para lá e para cá no corredor, disparando acelerada atrás de uma bolinha jogada ou em busca de um brinquedinho sem dono. E não é só bichinho de pelúcia que uma gosta de roubar da outra: um dos hábitos recentes preferidos da Pietra é oferecer a própria comida para a esfomeada pet. Feliz dela que adora bolacha Maria.
Sei que muitos torcem o nariz para uma convivência tão próxima entre bebês e cachorros. Cada um tem seus motivos, e é preciso respeitá-los. De minha parte, porém, não consigo imaginar como teria sido esse primeiro ano de vida sem a parceria das duas. E, enquanto finalizo esse texto em casa, tarde da noite, espio uma das cenas que mais representam essa fofa relação: Pietra dorme no berço, enquanto Cuca (que antes ficava nos pés da cama de casal) agora zela pelo sono da bebê plantada na porta do quartinho. Tem como não amar muito tudo isso?

Para mim, era bicho-carpinteiro...

21 de maio de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerUm colega superligado em redes sociais me passou a dica. Anda circulando por aí um texto que corrige ditados para lá de populares – alguns deles, até já recitamos para nossos filhos, ou então falamos para eles ou então falamos sobre os filhos dos outros (não, isso não, aqui, ninguém fala mal do filho do próximo…).  Veja abaixo o ditado que costumamos dizer errado e como ele deveria ser dito ou escrito…

Esse menino não para quieto, parece que tem bicho-carpinteiro
O correto seria: Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão
O correto: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão

Hoje é domingo, pé de cachimbo
O correto seria: Hoje é domingo, pede cachimbo

Cor de burro quando foge
O correto: Corro de burro quando foge

Quem tem boca vai a Roma
O correto: Quem tem boca vaia Roma (do verbo vaiar)

Cuspido e escarrado
O correto: Esculpido em Carrara (Carrara é um tipo de mármore)

Quem não tem cão, caça com gato
O correto: Quem não tem cão, caça como gato (ou seja, sozinho)

Se é isso mesmo, eu não falava nenhum deles corretamente…

Manual do banho do bebê

21 de maio de 2012 0

Chega o frio, e dá uma vontade enorme de “enforcar” o banho do bebê ou então apelar ao “banho de gato” (atire a primeira pedra quem nunca fez isso). Mas que cuidados devemos ter na hora de colocar os pecorruchos na água? Quem nos ajuda com preciosas dicas é a pediatra neonatologista Beatriz Silvana da Silveira Porto, médica do servido de neonatologia do Hospital Universitário e professora do Departamento de Pediatria e Puericultura da UFSM.

Dica básica
Evite expor o bebê ao vento e ao frio. As variações bruscas de temperatura podem causar obstrução nasal, espirros, resfriados e até otalgia (dor no ouvido devido à correntezas de ar, como já ensinavam nossas avós)

A hora adequada
O melhor horário é aquele que melhor se adequa à rotina da casa e do bebê. Pode ser de manhã ou à tarde, ou mais à tardinha, desde que sejam tomados os cuidados com o ambiente. Estudos dão indícios de que o banho  pela tarde, antes de colocar a criança para dormir, é relacionado com um efeito tranquilizante, menor tempo para conciliar o sono e melhor qualidade deste. Lembrar que o tempo recomendado do banho em crianças pequenas é de 5 a 10 minutos

José Doval

Banheiro ou quarto?
O banho deve ser em local seguro. Em algumas casas, o banheiro é muito bom, permitindo que o banho seja dado com conforto e segurança. Em outras, pode ser muito apertado e desconfortável ou afastado do quarto, necessitando levar o bebê até lá para vesti-lo. O mais importante é avaliar o que é mais prático, seguro e confortável. Ao finalizar o banho, a criança deve ser coberta imediatamente por uma toalha seca e macia, sendo o corpo secado com leves toques, sem friccionar a pele até a secagem completa. Os bebês devem ser vestidos rapidamente. Por isso, sempre deixar tudo separado perto do local do banho

Secador com cuidado
Não há problema de usar o secador desde que se tome precauções quanto à distância e temperatura para não causar queimaduras no couro cabeludo. Não mantê-lo direcionado no mesmo local por muito tempo, usar temperatura média e manter uma distância em torno de 20 cm. Algumas crianças podem se assustar com o barulho, mas a maioria aceita bem

A temperatura da água
Deve-se manter a temperatura perto da temperatura corporal , entre 37ºC e 37,5°C, e a temperatura do ambiente deve ser entre 21 e 22°C. A profundidade da água não deve ultrapassar a altura do quadril da criança sentada, que geralmente é de 5 cm. Durante o banho, o corpo da criança pode ser submerso na água, mantendo a cabeça e o pescoço fora. Isso ajuda a controlar a temperatura do corpo e diminui a perda de calor por evaporação. Como alternativa, o banho pode ser dado na posição sentada, e com a ajuda da mão, molhar o corpo da criança para manter a temperatura estável. Os termômetros são uma boa opção para o banho na banheira

A limpeza em si
O banho só com água não remove todos os resíduos depositados sobre a pele, somente os hidrossolúveis. Os resíduos lipossolúveis necessitam de agentes com capacidade detergente para serem removidos. Os agentes de limpeza suaves, com detergentes sintéticos (syndets), com pH neutro ou próximo à pele levemente ácido, com emolientes em sua fórmula e quantidades mínimas de conservantes, são atualmente recomendados. Eles não alteram o manto lipídico da pele nem o pH ácido, preservandoa função de barreira cutânea. Sabonetes líquidos neutros, suaves e não irritantes para os olhos são os mais indicados e devem ser aplicados suavemente com a mão, diretamente sobre a pele, e depois removidos com água, sem friccionar a superfície cutânea

Pele ressecada
Se a criança apresentar ressecamento ou descamação cutânea pode-se aplicar um produto hidratante logo após o banho para restaurar a barreira de proteção da pele. Pele hidratada é a primeira garantia de pele saudável. Importa que o hidratante da pela seja adequado à pele do bebê. Ele atua diminuindo a perda de água – são os emolientes (óleos), atraindo água para o interior da pele, e os umectantes (glicerina, ureia). O uso deve ser criterioso, sem exagero na quantidade do produto. Recomenda-se evitar produtos com perfume, corantes ou conservantes, pois podem ser irritantes ou alergênicas. Em relação às fragrâncias, algumas podem ser seguras: a escolha de fragrâncias testadas e referendadas em produtos industrializados de boa qualidade reduz em muito o risco. Cito isso, pois o olfato exerce uma importante função sensorial no contato mãe-bebê, auxiliando e facilitando o vínculo entre eles

As estufas são permitidas?
As estufas com resistência elétrica e as de combustão (a gás) podem ser usadas para aquecer o ambiente, mas deve-se ter cautela no seu uso, pois podem aquecer muito o local e ressecar o ambiente, pois baixam a umidade relativa do ar, além, claro, do risco de acidentes. As estufas a óleo são mais seguras. Lembrar que o ambiente não precisa estar muito quente, mas confortável em torno de 22°C

O “banho de gato”
Os lenços umedecidos são compostos de duas partes: a de tecido chamado de não-tecido com fibras aglutinadas com composição adesiva (mais finos) ou com fibras entrelaçadas por um sistema físico que pode ser feita por jatos de água (mais grossos) e a parte composta pela solução de limpeza que molha o lenço. A grande vantagem dos lenços umedecidos mais grossos é que não usam outros ingredientes químicos para a aglutinação, diminuindo a exposição do bebê a ingredientes químicos desnecessariamente. As soluções de limpeza utilizadas, em geral, são à base de tensoativos bem suaves, permitindo uma limpeza adequada sem promover danos à estrutura cutânea do bebê, quando bem utilizados. O “banho de gato” com pano molhado e sabonete oferece um risco maior de resfriar a criança, podendo não ser confortável para o bebê, não há muita vantagem em relação ao banho de imersão.

Coluna Em Nome do Filho, publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria

Álbum de Família - Galeria 31

21 de maio de 2012 0


A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.

Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

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