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Posts do dia 12 junho 2012

Procura-se

12 de junho de 2012 0

Gurias, estou precisando da ajuda de uma mãe que tem muita experiência em promover festas de aniversário em casa ou em salões alugados. Ou seja, uma mãe que coloca literalmente a mão na massa e organiza tudo.

É para me ajudar a fazer a coluna Em Nome do Filho da próxima segunda-feira.

Por favor, se você pode me ajudar, mande um e-mail relatando a sua experiência e seus contatos telefônicos para .

Desde já, agradeço.



Compartilhando...

12 de junho de 2012 0

Do caderno Equilíbrio, da Folha de S.Paulo de 5 de junho

É melhor uma mãe que erre porque está empenhada em descobrir o seu jeito de fazer as coisas do que uma que acerte por causa de um manual. Ser mãe é muito complexo e o melhor jeito de saber como agir não é com uma cartilha. A mãe deve ser incentivada a ficar em contato com seus filhos e a agir de acordo com seus próprios sentimentos. (Do psicanalista Leopoldo Fulgêncio, na reportagem intitulada "A Mãe Possível - É melhor errar na criação dos filhos do que acertar seguindo um manual, diz psicanalista")

A dedicação aos filhos precisa, é claro, ser a prioridade na vida da mulher. Mas priorizar os filhos não significa se dedicar única e exclusivamente a eles. Significa estar disponível quando eles precisam - e não quando eles querem -, saber que educar supõe quase sempre desagradar os filhos e aguentar o sofrimento inevitável que a vida impõe às crianças, por exemplo. E priorizar o filho significa também que o tempo, mesmo que pequeno, dedicado a ela não pode ser interrompido por nada. (Da colunista Rosely Sayão, psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?")


No extremo

12 de junho de 2012 7

Todos os posts de Fabiana SparrembergerUma mãe do blog fica duas semanas viajando sem a pequena de 2 anos e 4 meses. A outra, o máximo que conseguiu foram duas noites dormidas longe do pequeno (e a muito custo, e isso que foi a trabalho), e o "pequeno" já tem seus 7 anos.

Uma brinca com a outra:
- A mãe que cria o filho numa bolha.
ou
- A mãe desnaturada que "abandonou" a cria por duas semanas.

Numa coisa, as duas concordam: somos dois extremos quando o assunto é o em questão. E, agora sou eu falando (e não a Tici), nenhum extremo é bom. Nem 8 nem 80...

E, confesso, que acho que estou em desvantagem. Sei o quanto é importante a independência dos pequenos... Que numa eventualidade da falta de um dos pais, é importante a cria ficar com avós ou algum parente próximo...

Mas por que será que é tão difícil? Para mim, é como se a gente tivéssemos vivido vidas após vidas separados e, agora, chegou a hora de a gente se reencontrar... Dá uma saudade imensa ficar 8 ou 9 horas sem se ver... E eu quero aproveitar cada minuto como se fosse o último... Mas isso deve ser uma boa desculpa inventada por uma mãe superprotetora...

Na hora em que o pequeno diz: "Mãe, quando eu casar, eu vou querer continuar morando contigo. Eu e a minha mulher. Ou então vou morar aqui do lado. Eu não vou ficar nunca longe de ti". Claro que não me iludo, isso o guri diz agora... Mas fico matutando o quanto esse amor pegajoso possa estar produzindo uma dependência que não é saudável...

A "mãe da bolha" sabe que precisa evoluir e muito nesse e em muitos outros quesitos... Mas, enquanto a cria permite, fica curtindo cada momento juntinho dela... Sabe que isso tem seus dias contados e adora ouvir os conselhos: "aproveita porque ele cresce e logo, logo não vai mais querer saber de ficar junto com os pais...". E eu aproveito (tenho absoluta certeza que nunca vou pensar algo do tipo "por que eu não aproveitei mais os momentos com o pequeno"). E o exercício saudável da independência vai ficando para depois... Não me orgulho em nada disso (aliás, sou um mau exemplo nesse quesito), mas também me perdoo por ainda não conseguir... O jeito é tentar de vez em quando.

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