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Posts de julho 2012

Persistência se aprende em casa

31 de julho de 2012 3

Todos os posts de Ticiana Fontana

Li a respeito de uma curiosa pesquisa realizada nos Estados Unidos que chegou à conclusão de que os filhos aprendem a ser persistentes com o pais.

Nos pais que tinham um nível de autoridade acima da médica, os filhos revelaram mais propensão a persistência e isso resultava em outros benefícios, como melhores resultados na escola.

Obviamente, essa característica, se aprimorada, deixará nossos pequenos mais preparados para a vida.

Essa lição aprendi em casa: não desistir facilmente diante do primeiro obstáculo e correr atrás de seus objetivos.

Especialistas confirmam que fatores ambientais e genéticos são determinantes para a formação da personalidade de uma pessoa.

Isso reforça a tese de que somos exemplos para o bem e para o mal.

Porém, não esquecemos que temos direito ao erro.

Os inúmeros benefícios da gravidez planejada

30 de julho de 2012 3

Todos os posts de Ticiana Fontana

Tudo que é planejado tem mais chance de dar certo, ou pelo menos, de minimizar as complicações que surgem ao longo do caminho. Com a gravidez não é diferente. Uma gestação planejada evita problemas futuros. Portanto, não tem desculpa para a candidata a mamãe não se programar para concretizar o grande sonho da maternidade.

– Uma gestação planejada é o tipo de gravidez que todo o ginecologista gostaria de trabalhar – afirma o obstetra Vitoredes Perin, especialista em gestação de alto risco.

Segundo Perin, o ideal seria procurar um ginecologista dois meses antes da concepção. Com exames pré-concepcionais, seja na rede particular ou pública de saúde, são avaliadas as condições clínicas e emocionais da candidata a mamãe. Ou seja, entender como o organismo funciona e qual o melhor momento para engravidar. O médico normalmente identifica problemas em testes básicos, desde a coleta de sangue a exames de imagem.

Um exame de sangue pode revelar doenças escondidas como diabetes e tireóides, problemas nos rins e no fígado. Uma ecografia pode mostrar algum tipo de má formação no útero.

– Não precisa ter medo, por que 98% dos problemas clínicos identificados podem ser controlados – explica Perin.

O médico afirma que é possível corrigir os problemas com tratamento medicamentoso ou com mudança de hábitos. Por exemplo, uma gestante com sobrepeso pode diminuir alguns quilos antes de engravidar para evitar o desenvolvimento de uma futura hipertensão induzida pela gestação, também a diabetes gestacional e o parto prematuro.

Para as gestações de alto risco, o indicado em uma cidade como Santa Maria, com um clima muito quente no verão e frio no inverno, seria evitar que o período final da gestação ocorra durante a estação mais quente do ano. Comprovadamente, o índice de intercorrências na gravidez é menor no outono, inverno e primavera.

A importância do ácido fólico

Em torno de 60 dias antes da concepção, a candidata a mamãe pode tomar o famoso ácido fólico. O medicamento ingerido antecipadamente faz uma espécie de limpeza no corpo da mulher e diminui em 70% os casos de má formação do feto, principalmente da temida anencefalia (feto sem cérebro) e de defeitos na coluna do bebê.

Na rede pública, o encaminhamento pode ser um pouco mais demorado, mas é só chegar no posto de saúde e informar o desejo que o encaminhamento será feito.

Feita a lição de casa, o importante é relaxar, ou seja, evitar fatores comportamentais, como ansiedade e estresses que podem diminuir a fertilidade.

(Ticiana Fontana)


Coluna Em Nome do Filho, publicada todas as segundas no jornal Diário de Santa Maria

Férias em Santa Maria

27 de julho de 2012 0

Todos os posts de Ticiana Fontana

Essa é para as mães que têm vínculos ou moram em Santa Maria.

Como faltam espaços públicos de lazer, tenho observado a lotação de pequenos em cinemas e no Parque de Diversões. 

Confira as atrações:

Parque de Diversões – Parque Tupã

Onde – Parque da Medianeira (Avenida Medianeira, ao lado da Basílica)

Atrações – Brinquedos para todas as idades e praça de alimentação

Ingresso – Passaportes a R$ 15 (de terça a sexta-feira) e R$ 20 (sábados e domingos)

Horários – De terça a sexta-feira, das 15h às 21h. Sábados e domingos, das 14h às 22h. Até 12 de agosto

Cinemas

Arcoplex Royal

Onde – Royal Plaza Shopping (Avenida Nossa Senhora das Dores, 305)

Atrações – A Era do Gelo 4, Madagascar 3, O Espetacular Homem-Aranha e Valente

Informações – (55) 3028-8844

Cine Movie Arte

Onde – Santa Maria Shopping (Calçadão, 1.263)

Atração – A Casa Verde

Informações – (55) 3226-8939

Criançada que não dorme na escolinha

26 de julho de 2012 3

Todos os posts de Camila Saccomori

Levanta a mão se na sua casa também é assim com frequência.

Há dias em que a baixinha não dorme NA-DA na creche e chega em casa durinha de cansada, podre, desmaia no colo, dorme até em pé!

Pelo menos uma vez por semana, a Pietra (1 ano e quatro meses a serem completados no sábado), “funciona” tanto na escolinha com os colegas que não prega o olho.

No início eu era meio neurótica em relação a “número de horas dormidas”, achava que ela não estava descansando o suficiente. Mas como nada disso nunca prejudicou o humor ou a alimentação dela, deixei de me preocupar. Se ela está cansada no fim da tarde, deixo dormir uma “sonequinha minúscula” e pronto! Se estragasse o precioso sono noturno, aí sim eu ficaria cabreira, mas poucas vezes isso aconteceu.

Mamães, o que vocês acham disso? E compartilhem sugestões também!

[AGENDA] Eventos sobre amamentação em Porto Alegre

25 de julho de 2012 0

A Eu Mamãe realiza nesta quinta-feira, às 19h30min, um workshop sobre amamentação.
O encontro é voltado a gestantes e mamães de bebês.

Veja abaixo as informações completas (clique na imagem para ampliar).

Também a Leite do Bebê promove um bate-papo gratuito sobre amamentação: a quarta edição do evento será no dia 2 de agosto na Capital gaúcha. Confira abaixo as informações completas clicando na imagem.

A preferência por um dos filhos existe?

24 de julho de 2012 53

Tudo bem que a Carminha, a vilã de Avenida Brasil, é uma pessoa doida e não serve muito de parâmetro. Mas desde os primeiríssimos capítulos da novela eu fiquei com uma grande dúvida: por que ela ama tanto o filho mais velho, Jorginho, e despreza a mais nova, a menina Ágata? Ambos são filhos de Max, o amante da loira.

Existe mesmo uma preferência por um dos filhos quando a mãe tem mais de um? E, principalmente, quando um da prole é “problemático” (feito Jorginho) exige mais atenção dos pais e acaba sendo considerado o preferido? (já ouvi essa “teoria” algumas vezes)

Hora da polêmica, mães. O espaço de comentários está aberto!

[AGENDA] Escola de moda para crianças em Porto Alegre

23 de julho de 2012 0

Todos os posts de Camila Saccomori

Eu não conhecia esse local: achei super bacana a iniciativa! Pena que minha Pietra (ainda) não tem idade para fazer o curso :-)

Divulgo para as mamães porque é muito interessante a proposta da Escola de Moda Consciente, aqui em Porto Alegre. A Itiana Pasetti, autora da ideia, conta que se inspirou após ver a filha de uma amiga furando as roupas com um garfo e passando uma linha para costurar. É que a mãe da menina tinha medo que ela usasse agulhas!

Como agir quando seu filho fala palavrões

23 de julho de 2012 3

Todos os posts de Ticiana Fontana

Há quase três anos, desde que o pequeno nasceu, foram abolidos os palavrões dentro de casa. O pai e a mãe chegam a colocar as mãos na boca para evitar que o som indevido pule para fora. Na outra casa, com uma menina da mesma idade do pequeno, a educação dos adultos vai por água abaixo quando assistem a uma partida de futebol.

Porém, nos dois lares – o regrado e o desregrado – os sons pesados surgem em situações mais inusitadas possíveis da boca dos pequenos. É um tal de p… aqui, m… ali. Os pais educados afirmam que o pequeno aprendeu na rua. Os pais desbocados admitem a culpa.

Chocar-se ou não segurar a risada não são as melhores maneiras de reagir a um palavrão. Fazer vista grossa também não é recomendado porque é preciso impor limites principalmente se o palavrão é direcionado ao pai ou a mãe com a clara intenção de desrespeito. O palavrão surge normalmente quando a criança descobre e utiliza o poder da linguagem para se expressar. Cronologicamente essa circunstância ocorre entre os 3 e os 5 anos de idade. No entanto, um palavrão na boca de um menino ou de uma menina dessa idade não é nada, se tiramos a importância que ele acarreta.

Quando uma criança diz “idiota” ou “imbecil”, dirigindo-se a sua mamãe, não deseja que o verdadeiro significado dessas palavras chegue a ela. O mais provável é que o faça porque é incapaz de encontrar palavras como estas para expressar seu estado de ânimo. O importante nessas situações é que os pais canalizem os sentimentos negativos e os palavrões das crianças a outras formas de expressão.

Porém, lembre-se, ensinar não é apenas dizer o que a criança pode ou não, mas é dar exemplo.

(Ticiana Fontana)

CONFIRA ALGUMAS DICAS

- Dê o exemplo. Se você não quer que seu filho diga palavrões, não fale

- Evite rir ou sorrir diante de qualquer palavrão. Essa atitude pode incentivar a repetição do palavrão

- Não ignore o que foi dito, a criança não vai aprender sozinha que aquilo é ruim ou errado

- Explique, com uma linguagem simples, que a palavra é feia e não deve ser repetida. Diga que palavrões podem deixar as pessoas tristes porque são ofensivos

- Mantenha a calma e não dê importância demais, porque, no futuro, ele poderá querer chamar sua atenção repetindo a palavra

- Ofereça um sinônimo para que a criança possa substituir o palavrão

- Não brigue em excesso, afinal, ela, normalmente, não sabe o que a palavra significa

- Leia e ofereça leituras para aumentar o vocabulário da criança e fazê-la descobrir novas expressões e exclamações

Coluna Em Nome do Filho, publicada todos as segundas no jornal Diário de Santa Maria

Fisioterapeuta dá dicas para quem acabou de ter um bebê

22 de julho de 2012 0

Cuidados essenciais e alongamentos posturais para serem realizados em casa podem trazer bem-estar no período da licença maternidade

A chegada de um bebê é sem dúvida um dos momentos mais inesquecíveis de uma mulher. Mas durante a licença maternidade, além de toda alteração hormonal e emocional que a mamãe passa neste novo período, há também novos fazeres dentro de casa, como segurar o recém-nascido no colo, amamentar, trocar a fralda, por exemplo. Sem contar a possível depressão pós-parto.
Para prevenir e amenizar dores musculares nas costas, câimbras e má-circulação nas pernas e nas articulações, principalmente neste inverno, a fisioterapeuta Vanessa Marques, ensina algumas dicas simples para ser adotadas no dia a dia. Entre elas:

1- RESPIRE de forma correta. Esse ato é simples, porém de grande importância para o relaxamento mental e físico. Com toda a mudança de rotina, as mamães no pós-parto muitas vezes não conseguem diminuir o ritmo. Quando estiver confortável, em um ambiente tranqüilo, faça o seguinte: feche os olhos, inspire pelo nariz (puxe o ar) e expire pela boca (solte o ar) lentamente. Na expiração, libere todo o cansaço e se sentirá mais leve depois. Pode repetir quantas vezes achar necessário e se sentir relaxada. Cuidado para não puxar o ar com muita força e sentir tontura.

2- DESCANSE no intervalo das mamadas. É importantíssimo que a mãe esteja descansada e relaxada para que a amamentação seja bem sucedida. O cansaço e o stress da mãe podem diminuir a produção de leite. Aproveite quando seu bebê dormir para descansar, nem que seja meia horinha. Já notamos a diferença.

3- POSTURA. Não tem corpo que agüente por muito tempo a má postura durante a realização de atividades como amamentar, dar banho ou segurar o bebe. • Durante a amamentação lembre-se de se sentar-se um uma posição correta e confortável. Quando estiver sentada, mantenha os pés apoiados no chão e lembre-se de dar apoio aos seus braços, com almofada de amamentação ou até podendo improvisar com um travesseiro ou rolinho de toalha. Mantenha os ombros relaxados para não sobrecarregar a cervical. Caso prefira amamentar fora da cadeira, lembre-se de apoiar corretamente a coluna e os braços para que fiquem confortáveis. • Ao trocar a fralda do bebe ou dar banho dê uma atenção especial a sua postura. Não mantenha por muito tempo a sua coluna curvada à frente. 4- ALONGUE-SE. Medidas simples que farão toda a diferença na sua qualidade de vida. Cuidar de um bebê pode acarretar em dores ou adquirir alguma tendinite, então, nada melhor do que PREVENÇÃO.
• Três alongamentos que podem ser feitos antes ou depois de amamentar. São simples e não gastam muito tempo. Os alongamentos podem ser feitos na posição sentada com os pés e coluna apoiadas ou em pé com semiflexão dos joelhos:
a) Relaxe os ombros e suba-os lentamente associando com a respiração (puxando o ar). Quando soltar os ombros solte também o ar esvaziando os pulmões. Repita de três a cinco vezes.
b) Tracione a cabeça para baixo com a ajuda das mãos na nuca. Mantenha por 10 segundos e repita o movimento duas vezes.
c) Tracione a cervical com cuidado para o lado direito e mantenha 15 segundos, depois repita o mesmo movimento para o lado esquerdo. Repetir de duas a três vezes.
Estes alongamentos deixarão a região cervical mais leve e relaxada.

5- MÁ-CIRCULAÇÃO. Não fique muito tempo na mesma posição. O momento da amamentação é uma boa hora para ativar o sistema linfático. Faça movimentos circulares com os pés cinco vezes para o lado direito e cinco vezes para o lado esquerdo. Caso tenha algum apoio para os pés também irá facilitar o movimento e a circulação.

6- ASSOALHO PÉLVICO. Independente do tipo de parto, a musculatura desta região deve ser trabalhada. Assim que seu médico liberar o ideal é passar em uma consulta com fisioterapeuta especializado nesta área para uma avaliação completa. Alguns serviços públicos e privados já possuem este tipo de atendimento.

7- ALIMENTAÇÃO. Alimente-se bem no período pós –parto, assim como a gestação, essa etapa requer cuidados especiais com a saúde. Ingerir alimentos nutritivos de três em três horas.

8- HIDRATAÇÃO. A ingestão diária de muita água e fundamental para a mamãe.

9- ATIVIDADES FÍSICAS. Assim que seu médico liberar, retorne as suas atividades físicas. Além de socialização com outras pessoas fora do ambiente da sua casa, estará principalmente se dedicando à saúde e bem-estar.

10- DELEGAR. Delegar tarefas facilita sua rotina e não a deixará sobrecarregada. Enfim, curta este momento que é mágico na vida de qualquer mulher. Sabendo que erros e acertos são comuns nesta fase e é neles que aprenderemos a grande dádiva da maternidade.

Sobre Vanessa Marques:
Fisioterapeuta especialista em Obstetrícia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Fisioterapia hospitalar pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

Reportagem enviada pela assessoria Nota Saúde.

A escolha da profissão...

20 de julho de 2012 2

Todos os posts de Fabiana SparrembergerEle já quis ser bombeiro.

Motorista do caminhão de lixo (tinha de sair correndo com ele até a janela, ainda no colo, toda vez que ele ouvia o ronco do caminhão).

Maquinista de trem (essa é mais recente, e ele tomou a decisão junto com os coleguinhas que também trabalhariam na composição férrea, todos com uma função diferente).

Chefe (alegando que aí poderia decidir o que todo mundo faria).

Toda essa introdução é para falar sobre uma decisão importante que todos os filhos terão de tomar: a escolha profissional.

Foi esse o tema do programa Supersábado Saúde e Educação, que apresentei na Rádio Gaúcha SM do sábado passado, entrevistando uma psicóloga que trabalha com pré-vestibulandos há 10 anos.

A Giana confessou algo que a deixa triste: o que está pesando predominantemente na decisão pela profissão ainda são a questão financeira e o status.

Depois, fiquei pensando se os pais foram modelos (fizeram também a escolha pensando no financeiro) ou se não o foram, mas acabaram pressionando direta ou indiretamente para que o filho escolhesse algo que “desse dinheiro”.

Se o financeiro tivesse pesado prioritariamente no meu caso, eu não teria escolhido o jornalismo. Mas também avaliei se eu conseguiria sobreviver com a profissão escolhida. Defendo que a escolha seja do filho, e que os pais o ajudem a avaliar todos os prós e contras das opções (tem pai que não quer interferir em nada na escolha e acaba deixando o filho solitário nessa tarefa superimportante). Mas a escolha tem de ser do filho, e também é ele quem terá de assumir as consequências dessa decisão.

Se tem tanto adolescente ainda se guiando tão fortemente pelo dinheiro é porque os pais ainda têm uma grande missão pela frente. E mostrar que o material é importante, mas não o mais importante, a gente ensina (dá o exemplo) aos pequenos diariamente. Ou deveria ensinar. Mas também se a gente não repassar isso, eles vão aprender sozinhos. Só que aí pode ser por intermédio da dor, e não do amor.

Gurias, estou saindo de férias hoje e volto nos primeiros dias de agosto. Fiquem com Deus até lá e, para quem terá férias junto com o recesso escolar dos filhos, bom descanso (ou seria melhor dizer bom cansaço?)!



Prepare o bolso para as férias

20 de julho de 2012 0

Todos os posts de Ticiana Fontana

Durante as férias escolares, os gastos com serviços e alimentação para crianças e adolescentes acabam comprometendo 12% do orçamento familiar, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV).

A lista dos produtos mais procurados leva em conta que os gastos com “guloseimas” são maiores no período de férias. Entre os itens analisados, as maiores altas registradas foram de refrigerantes e água mineral comprados em supermercados (9,36%), batata frita (8,13%) e sorvete (8,10%).

Nos serviços, os hotéis lideram a lista de maiores altas, com aumento nos preços de 11,72%, seguidos por clubes de recreação (8,34%) e ida ao cinema (8,18%). Registraram queda nos preços, no mesmo período, o refresco de fruta em pó (-1,05%) e as passagens aéreas (-1,70%).

Você fez repouso na gravidez?

19 de julho de 2012 14

Todos os posts de Fabiana SparrembergerRecomendação médica à grávida: repouso.

Quem é que entre vocês não ficou de repouso durante algum momento da gravidez seguindo uma indicação do ginecologista?

Eu fiquei bem no finalzinho, e 5 dias foram de repouso absoluto no hospital antes de dar à luz o guri. Tinha pouca água na placenta e precisava ficar de olho na pressão (não tive problemas no fim, foi mais por precaução mesmo).

Tem gestante que fica de repouso bem no início, no primeiro trimestre da gravidez.

Outras, no último trimestre e vão assim (“repousadas”) até o fim da gestação.

O que eu tenho impressão é que, hoje em dia, rara é a grávida que não recebe essa indicação. E por isso, as mamães nem ficam mais apavoradas/preocupadas com uma recomendação médica do tipo.

Será que os problemas que aparecem e que exigem esse repouso são culpa da correria, do frenético ritmo de trabalho e do estresse, que acabam afetando o andamento da gestação? Ou será que são os médicos que estão agindo com mais precaução diante desses “sustos” e recomendando a “parada obrigatória”.

Eu não tenho respostas, até porque não sou especialista no assunto. Mas que parece que ficar de repouso na gravidez virou um “remédio” bastante receitado para as gestantes, isso parece.

E, quando a hora do repouso chega, vale a pena ficar quietinha, cumprindo tudo o que o médico mandou, para proteger o filhote. E as mães, nessa hora, já sentem o quanto esse filho, muitas vezes ainda nem formado totalmente, assumiu uma importância absurda em suas vidas.

Você ficou de repouso na gravidez? Conte-nos sua experiência.

Se não ficou, deixe seu comentário.

Questionamentos sobre exposição dos filhos na internet

18 de julho de 2012 3

Todos os posts de Camila Saccomori

Espirrou, registrou

Por Camila Saccomori
Editora do TV Show, 34 anos, mãe da Pietra, um ano e três meses

1954 – Em um antigo álbum, minha mãe guarda as únicas 11 fotos da sua infância. O primeiro registro foi feito aos três anos de idade. O segundo clique foi quatro anos mais tarde. Nem é preciso dizer que as imagens, em preto e branco, hoje estão amareladas.

1978 – Salvas em uma pasta no computador, guardo as 524 fotos de quando eu era criança, desde o primeiro mês de vida até os 12 anos. Foram escaneadas recentemente para evitar a ação do tempo nos papéis já meio desbotados.

2011 – No dia em que a Pietra nasceu, em 28 de março do ano passado, a equipe do hospital produziu 578 imagens, desde a preparação do parto até a pesagem e o primeiro banho, tudo em altíssima resolução. Ou seja, em um intervalo de poucas horas, minha filha foi mais fotografada do que eu na minha infância inteira. E mais: muita coisa da vida da pitoca nos últimos 16 meses foi twittada, facebookada, youtubada, blogada.

2012 – Em uma escala de zero a 10 no fator “vício em redes sociais”, agora não passo de 5. Fico offline na boa um fim de semana inteiro, por exemplo. Mesmo assim, volta e meia batem certos questionamentos, que aqui divido com outras mães: qual o limite para a vida familiar não virar um Big Brother? O quanto estamos expondo nossos filhos? Até que ponto é legal compartilhar tudo o que esses pequenos seres estão fazendo? Não há respostas definitivas para essas perguntas.

Mães conectadas divulgando gracinhas infantis ou desgracinhas da maternidade não faltam: é fácil acompanhar quem está com insônia ou com virose, em quais parquinhos a turma andou, quais as últimas roupinhas adquiridas ou a que horas chegaram e saíram da creche (com direito a link para localização no mapa). Voltam os questionamentos: a pretexto de registrar tudo para a posteridade, será que precisamos mesmo narrar passo a passo a rotina das crianças? Dividir todas as conquistas com desconhecidos que nos seguem ou nos adicionam? Em vez de apenas curtir o passeio, é necessário passar o tempo todo de câmera na mão? E, por fim, qual a necessidade de se publicar fotos e vídeos de crianças tomando banho? O mundo virtual bomba de gente pervertida. Essa resposta eu tenho: não convém facilitar.

É óbvio que 11 fotos de uma infância inteira é muito pouco – a vó da Pietra bem que gostaria de mais recordações de quando era pequena. Mas certamente nem ela, nem eu ou você, nem nossos filhos gostariam de jogar nossos nomes no Google e ver uma vida toda registrada minuto a minuto para o mundo inteiro.

Coluna publicada no caderno Meu Filho (Zero Hora) em 16 de julho de 2012.

Escolhendo o nome do filho (2)

17 de julho de 2012 2

Todos os posts de Ticiana Fontana

“Meu filho vai ter…nome de santo….quero o nome mais bonito…

Busquem a simplicidade. O nome é da criança e não dos pais!

Usem nomes de preferencia comuns no país que a gente vive, não me venham com nomes americanos, que terminem com y, que comecem com w, ou outros muito bregas que se ve por aí, e nada de nomes complicados, o bonito é ser simples.”

As frases acima estavam nos comentários do post pedindo sugestões de nomes, achei interessante compilar as sugestões. Vejam abaixo:

Meninas

Ana

Ana Laura

Alice

Cecília

Clarissa

Isabela

Giovanna

Giulia

Helena

Isabel

Isabella

Isadora

Lavinia

Leonora

Lorena

Maria

Maria Clara

Maria Luiza

Marina

Mariana

Olivia

Raphaella

Victoria

Meninos

Antony

Francisco

João Batista

João Gabriel

João Henrique

João Pedro

João Rafael

Paulo

Pedro

Pedro Lucas

Matheus

Miguel

Murilo

Rodrigo

Rafael

Thomas

Victor

Vinícius

Vinicius

Primeira vez no cinema...

17 de julho de 2012 5

Todos os posts de Ticiana FontanaApós alguns ensaios, finalmente a Antonela com 2,5 anos fez sua estreia no cinema.

A primeira tentativa foi frustrada. Ela estava de “picoca” (pipoca) nas mãos, quando a fila chegou a fim e a atendente informou que não havia mais ingresso para aquela sessão e para nenhum na restante do dia.

O distraído pai esqueceu que aquele era o dia de ingressos com 50% de desconto, o que significa ir muito cedo para tentar conseguir uma vaga ou adiar a investida para outro dia.

Neste último sábado, a ideia foi retomada. Após convites frustrados de levar primo e amiguinhos juntos, a pequena foi em companhia dos pais.

A magia da telona reflexia em suspiros, olhos arregalados e comentários maravilhosos.

Ela deu risada, se divertiu com a “TV gigante, mamãe”.

Porém, o ensusiamo foi vencido pelo clima tranquilo e escuro do cinema. Após 40 minutos de filme, ela dormiu e assim ficou, nos braços de Morfeu, até o fim da sessão de a Era do Gelo 4.

Perguntei se ela havia gostado do cinema, ela falou que sim. E voltei a indagar:

- Quer ao cinema, amor?

- Amanhã, mamãe. Amanhã.

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