Sempre é assunto polêmico aqui no blog e em outras publicações relacionadas ao tema educação.
Estou falando dos castigos físicos (palmadas, tapas e etc) como meio de impor limites ao filho.
Porém, mesmo mantendo a convicção de não usar de tais métodos no processo educativo, tenho percebido que a aplicação desmetida de outro artifício torna-se tão nociva ou com efeitos mais traumáticos do que a própria agressão física.
Falo de um tipo de agressão que não provoca marcas físicas aparente, mas deixa sequelas profundas: a tortura psicológica.
Para entender melhor o significado da expressão tortura psicológica, ela caracteriza-ser por atitudes repetidas por pais. Na lista, entre outras, estão xingamentos excessivos e rotineiros, uso desmetido e constante de palavrões, coação por meio de ameaças e sustos, constrangimentos e comparações que deixem o filho em uma situação de inferioridade.
A tortura psicológica usada como bengala da educação provoca traumas que, muitas vezes, só serão percebidos na vida adulta. O resultado desse tipo de criação pode ser adultos inseguros, com baixa autoestima, inibidos, depressiva, etc.







Concordo. A tortura psicológica não deixa marcas aparentes, mas deixa traumas perigosos para toda vida.
É mais um tipo de violência. Ok, os pais não batem, mas torturam psicologicamente, acredito então que ainda esteja alguma coisa mal resolvida nos pais.
Com apenas 18 anos tenho um filho de dois, mesmo ficando em dúvida sobre castigos e modo de impor limites nunca usei da força fisica ou psicológica para educa-lo. Acho que isso pode afastar ele de mim e tudo pode ser resolvido na base de um olhar um pouco mais firme e uma voz mais rigida em certos momentos... Nunca deixando de ama-lo e explicar o porque dele estar de castigo ou recebendo advertencia.