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Cuidado com o excesso...

Nessa imersão ao mundo infantil, nos últimos dois anos,...

Chororô de mãe

Já contei para vocês que costumo acessar alguns sites...

Como você estimula seu bebê?

O verbo é estimular Camila Saccomori, 33 anos, mãe...

Parabéns Isadora!

A apressadinha fez um ano e a mamãe presta...

Cuidado com o excesso...

09 de fevereiro de 2012 1

Todos os posts de Ticiana FontanaNessa imersão ao mundo infantil, nos últimos dois anos, tenho observado que as crianças são seres insatisfeitos por natureza.

Demonstram a contrariedade de várias maneiras, mas tenho percebido isso principalmente em relação aos brinquedos.

A oferta e a variedade são de tirar o fôlego e até dão inveja aos adultos de hoje, que ficam imaginando como seria se tivessem tanta variedade e tecnologia num passado remoto.

Porém, são tantas opções que os pequenos enjoam com facilidade e vão trocando, trocando, trocando...

Sou da teoria que temos de resistir a tentação nas lojas infantis e esconder os brinquedos - quando eles existem em abundância.

Tudo que é demais enjoa e tem a fase em que uma garrafa pet ou um eletrônico de última geração tem o mesmo valor para o gosto infantil.

Para ver bem mais além

08 de fevereiro de 2012 13

O maravilhoso How To Be a Dad criou esta ótima campanha, que diz o seguinte: Você é mãe. Nós ouvimos seu rugido. / Seu corpo não está arruinado. Você é uma baita tigresa que conquistou suas listras.

Achei legal porque mostra a imagem de uma mulher e suas indefectíveis estrias adquiridas na gravidez e que estrias não representam simplesmente estrias. Se você não quiser olhar pelo lado de quem cultua a perfeição, estrias podem ser vistas como listras de uma tigreza.

Massa, né?


You are mother. We hear you roar.

Posted by CharlieAndAndy on February 2nd, 2012

With a world driven by image and perfection and unattainable Photoshopped standards of beauty, it’s uncomfortable for us to imagine the magnitude of what a woman may feel she had to “sacrifice” by “ruining her body” in order to have a baby. The statement in this picture offers a different way to think about it though.

A Mother's  Tiger Stripes


O dia em que quase ganhei uma segunda filha

07 de fevereiro de 2012 20

Todos os posts de Camila Saccomori

Neste verão, em um dia de sol e muito agito no Litoral, fui acompanhar minha mãe a uma loja de departamentos. Levei a Pietra e, enquanto minha mãe resolvia um perrengue no fundão da loja, eu fiquei com a minha filha brincando com ela nos sofás e me refrescando nos ventiladores da loja.

Certo momento chegou uma outra moça com uma nenê e começou a puxar papo. A menina tinha a mesma idade da Pietra, 9 meses. A nenê era sobrinha da mulher, que devia ter a minha idade também. A bebê estava com feridinhas nas pernas (assaduras, contou a tia) e muitas picadas de mosquito no rostinho.

Trocamos informações sobre nomes das pitocas, o que uma faz e não faz (engatinha? o que gosta de comer? onde mora? etc) até que a tia fala o seguinte:

- Ai, tá muito calor, né? Sabe onde tem água aqui na loja? Vou sair pra procurar um copo de água pra mim.

E saiu lá rapidamente DEIXANDO A NENÊ DELA COMIGO!

Paralisei. Eu, uma completa estranha, estava cuidando da sobrinha dela em meio a uma loja cheia!

Meu pensamento imediato foi: "pronto, ela abandonou a nenê comigo".
Vai ver achou que eu tenho condições de cuidar de mais uma bebê, algo assim.
Havia deixado junto até uma sacolinha de plástico onde se via uma mamadeira e uma fraldinha.

Minha mãe ainda estava lá no fundão da loja resolvendo o perrengue da compra dela.
E eu lá no sofá com duas bebês de 9 meses: a minha Pietra e a "menina abandonada", que chupava tranquilamente o bico. Nem sinal da tia.

Minha mente voou longe diante de tal situação.
"Vou ligar pro meu marido, vamos adotar, vamos criar como filha, vou manter o nome da nenê porque ela já está acostumada, vou levar no meu pediatra para resolver essas manchinhas e assaduras da criança, Pietra e ela vão ser criadas como irmãs da mesma idade, conseguimos pagar outra mensalidade da creche, etc."

Isso durou uns 5 a 10 minutos, quando de repente a tia voltou do além e sentou no sofá como se nada tivesse acontecido. Disse um "obrigada" e seguiu tagarelando comigo.

Em seguida minha mãe me resgatou e saímos da loja. Eu ainda estava de queixo caído com o ocorrido.

"MÃE, TU NÃO IMAGINA O QUE ACONTECEU. Tu quase virou avó de novo."

(...)

Ao longo daquele dia, já recuperada do susto, fiquei aflita pensando na imprudência dessa pessoa que deixou a nenê comigo. E se eu saísse de lá com a sobrinha dela? E a mãe dessa criança, será que sonha que a irmã é desligada assim? Se isso aconteceu comigo, pode um dia acontecer da tia deixar a criança com uma pessoa de más intenções que a leve embora e nunca mais apareça. Fico arrepiada só de imaginar isso!

Escolinhas que abrem à noite

07 de fevereiro de 2012 3

O caderno Meu Filho publicou ontem (segunda-feira) matéria da colega de blog Livia Meimes sobre escolinhas de educação infantis que ficam abertas até mais tarde.

Quem deixa os filhos em creches sabem que a maioria vai até 18h30min, 19h ou 19h30min, no máximo.

O horário de funcionamento agora tem algumas alternativas: para ler a reportagem, CLIQUE AQUI. E use os comentários para debater o tema com outras mães!


Só elogios

06 de fevereiro de 2012 6

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Mães que têm filhos até os 8 anos, atenção! Reportagem da revista Veja, de 1º de fevereiro, destaca uma pesquisa feita na Holanda que sustenta que, até esta idade, as crianças não entendem as críticas negativas, ou seja, não tiram lições de seus erros. Ou para simplificar mais ainda, não processam as broncas. Elas entram por um ouvido e saem pelo outro.

Até os 8, defendem os pesquisadores, apenas o elogio funciona, tem efeito. Nossos filhos só aprenderiam diante de um "parabéns", "muito bom".

A matéria mostra ainda duas imagens de cérebros de crianças. Em uma, a reação a um elogio. E na outra, a reação diante de uma repreensão. Só o elogio produz  uma reação no cérebro. A bronca sequer repercute na imagem, como se ela não resultasse em nada.

A pesquisa defende que só depois dos 12 anos, as crianças passam a aprender também com as críticas e com os erros.

Tem uma amiga que diante dessa pesquisa, vai me dizer: "Viu? Eu não te disse?" Ela defende que temos de elogiar bastante os pequenos, e não dar tanta atenção aos seus erros. Eu ainda prefiro não deixar os erros passarem, dou castigo, tirando o que ele gosta quando necessário, converso muito com o guri sobre o assunto... E tenho certeza que, na maioria das vezes, funcionou.

Ainda prefiro seguir meu coração de mãe, e pecar pelo excesso de zelo/providências do que pela falta deles. Elogiar, sim. Sempre. Quem não gosta de um elogio? E os pequenos são extremamente felizes com eles.

Mas, decididamente, deixar um erro passar, sem qualquer providência, isso, eu não vou conseguir nunca. Para mim, soa como comodismo, é deixar de exercer o papel de pai e mãe. Os pais que não se ocupam de seus filhos vão a-do-rar a pesquisa...

Prefiro não correr o risco de educar um filho que, diante de tanto elogio, passa a se achar melhor do que os outros, mais inteligente, mais esperto, mais privilegiado...

Depois, quando a criança se tornar um adulto orgulhoso, que não reconhece seus erros, que tem dificuldade de aprender com eles, que não aceita um "não" ou uma crítica mais dura, chame a neurociência para socorrê-lo.

Radical demais? Talvez.

Mas, desta pesquisa, prefiro tirar a boa lição que é não esquecer de elogiar o pequeno quando ele assim merecer. E só.

Exames da gravidez

06 de fevereiro de 2012 2

Todos os posts de Fabiana SparrembergerQuando a mulher fica grávida, começa a receber a lista de exames para fazer durante a gestação. Alguns médicos até dão uma noção do que eles verificam, mas, na maioria das vezes, só vamos saber ao certo o que eles constatam quando há algum problema. Se não apareceu nada anormal, vamos terminar a gravidez sem saber o que cada exame verificou. Veja o que apura cada um deles, quais são os obrigatórios e os recomendados e quando eles devem ser feitos:

Primeiro trimestre
- Hemograma completo: feito pela coleta de sangue da mãe, avalia as células sanguíneas, conta as plaquetas e detecta infecções e problemas como anemias
- Tipagem sanguínea: revela o Rh sanguíneo da mãe. Se pai e mãe tiverem Rhs diferentes (ele positivo, ela negativo, ou vice versa), a gestante precisará fazer um tratamento simples para evitar sensibilizações
- Sorologia para HIV: detecta a presença do vírus HIV no sangue da mãe. A detecção pode prevenir que a criança nasça com o vírus
- Sorologia para hepatite B e C: verifica a presença desses vírus no sangue da mãe, evitando que o filho os contraia e apresente problemas graves de fígado
- Sorologia para toxoplasmose: busca a presença do protozoário causador da toxoplasmose no sangue da mãe, podendo causar aborto ou problemas graves no feto, como hidrocefalia e cegueira
- Sorologia para rubéola: a doença que, em geral é de baixa gravidade para o adulto, pode trazer transtornos sérios para uma mulher grávida, expondo o feto a malformações e até a morte
- Sorologia para sífilis: detecta se a mãe é portadora da doença, que pode causar malformações graves e aborto
- Sorologia para citomegalovírus: detecta a presença do citomegalovírus na corrente sanguínea. O vírus é o principal causador de surdez congênita no bebê, além de estar relacionado a baixo peso e quadros de icterícia
- Urina 1 e urocultura: o exame busca infecções no aparelho urinário feminino, que podem causar partos prematuros
- Papanicolau: exame ginecológico busca infecções vaginais que podem trazer complicações diversas para a gravidez
- Ultrassom básico obstétrico endovaginal ou transvaginal: feito com um sonda introduzida na vagina. Além de confirmar a presença de um ou mais fetos, vai definir a idade gestacional, medir os batimentos cardíacos e analisar o útero
- Translucência nucal (11ª a 14ª semana): feita por meio de ultrassom transabdominal, verifica o acúmulo de líquido na região da nuca do feto, avaliando assim os riscos de o bebê apresentar síndrome genética, malformações e alterações cromossômicas. Indica o risco da síndrome de Down
- Teste oral de tolerância à glicose: para o diagnóstico de diabetes. A grávida faz um primeiro exame de sangue, depois, ingere uma mistura de glicose. Duas horas depois, faz outro exame de sangue

Recomendados para casos específicos: TSH, T3, T4 e T4 livre, ecocardiografia fetal, coombs indireto, perfil bioquímico fetal, protoparasitológico de fezes, cariótipo, biópsia de vilo corial, dosagem de ureia, ácido úrico e creatinina, teste de enzimas hepáticas, ecocardiograma e eletrocardiograma, sexagem fetal.

Segundo trimestre

- Ultrassom morfológico: ultrassom abdominal vai analisar e medir toda a morfologia do feto

Recomendação para casos específicos: Amniocentese, ecocardiograma fetal, cordocentese, beta gonadotrofina coriônica humana, teste de proteína plasmática associada à gravidez, dosagem de ureia, ácido úrico e creatinina, teste de enzimas hepáticas, ecocardiograma e eletrocardiograma

Ricardo Chaves

Terceiro trimestre
- Ultrassom obstétrico: verifica a quantidade de líquido amniótico, a morfologia do bebê, o crescimento, o peso e a maturação da placenta.
- Ultrassom obstétrico com dopplervelocimetria colorida: busca uma avaliação mais específica, por meio de ultrassom mais moderno, do fluxo sanguíneo no corpo do bebê e a resistência vascular, avaliando se há sofrimento fetal
- Cardiotocografia: feito durante o trabalho de parto, consiste na monitoração elétrica dos batimentos cardíacos do bebê e das contrações uterinas. Busca indicar sinais de sofrimento fetal

Recomendados: Pesquisa da bactéria estreptococo B na cultura de secreção vaginal, perfil biofísico fetal, ultrassom 3D ou 4D, dosagem de ureia, ácido úrico e creatinina, teste de enzimas hepáticas, ecocardiograma e eletrocardiograma

(Fabiana Sparremberger, com Correio Braziliense)

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria


Álbum de Família - Galeria 16

06 de fevereiro de 2012 1



A publicação da foto no site ou caderno Meu Filho está sujeita à aprovação da equipe de Zero Hora. Como existe uma demanda muito grande, não é possível prever o prazo para a publicação. No entanto, na medida do possível, as imagens serão publicadas pela ordem de envio. Os álbuns são publicados sempre às segundas-feiras.


Quer ver seu pitoco no Álbum de Família? Mande suas fotos.

Não esqueça a cadeirinha

05 de fevereiro de 2012 1

Todos os posts de Ticiana Fontana

A estatística comprovou que o uso obrigatório da cadeirinha infantil foi responsável pela diminuição no número de crianças vítimas de acidentes automobilísticos no país. De acordo com dados oficiais, o número de mortes de crianças com até 7 anos em acidentes nas estradas teve uma redução de 41,18%, no primeiro semestre do ano passado em relação ao mesmo período de 2010.

A lei da cadeirinha tornou obrigatório o uso em 2010. Hoje tem no mercado aproximadamente 90 modelos e marcas diferentes do produto. O problema é que nem todos dispõem de um manual adequado para a instalação e o uso do equipamento.

O Instituto Nacional de Meteorologia Qualidade e Tecnologia (Inmetro) recomenda aos pais e responsáveis que façam a instalação das cadeirinhas de forma correta. De acordo com o Inmetro, é fundamental seguir todas as orientações contidas nos manuais para evitar surpresas desagradáveis.

O Inmetro lançou uma gravação em vídeo orientando o uso correto das cadeirinhas. O vídeo faz parte de uma série com orientações sobre o uso dos principais produtos com selo do instituto. O vídeo está disponível no site do Inmetro na internet.

Férias antes & depois de ter filhos

03 de fevereiro de 2012 13

Todos os posts de Camila Saccomori

Senti uma mudança dramática na hora de "farofar" durante as minhas primeiras férias de verão com a Pietra, minha filhota que agora está com 10 meses.

Como sempre, gosto de compartilhar aqui no blog porque sei que não estou sozinha nessas situações "praticômicas"!

Sabe aquela bolsa de pano ou de palha tri fashion que você usava para ir à praia ou ao clube? Lá dentro tinha tudo o que era necessário para um dia ou um turno de curtição sob o sol, sem hora pra começar e muito menos pra acabar.

- chinelinhos da moda combinando com o biquíni novo
- protetor solar fator 30 ou maior para o rosto
- um FPS menor para bronzear o corpo (um óleo Banana Boat, talvez)
- chapelão
- protetor labial para não rachar a boca
- creme para hidratar os cabelos pós-mar ou pós-piscina
- esteirinha, canga e toalha estilosa
- óculos escuros sem riscos
- batom nude e um rimelzinho à prova d'água
- brincos grandes (afinal pulseiras e anéis estragam o bronzeado, então é preciso compensar)

Durante o dia na praia ou no clube, dava para tomar uma caipirinha, tirar uma sonequinha sob o sol na hora da viradinha para queimar de bruços, comer um picolé ou um milho verde tranquilamente, reabastecer a água mineral geladinha sempre que a sede bate, torrar sob o sol do meio-dia mesmo sem guarda-sol.

Hoje em dia como é a vida de mãe de bebês e crianças

- a bolsa que vai para a praia tem motivos infantis
- a bolsa tem o protetor solar do nenê, a comidinha do nenê, a água do nenê, tudo acondicionado em potinhos preparados com horas de antecência, com isopor ou em recipientes térmicos, colheres adicionais caso uma delas se suje, muitos babeiros, fralda para usar na água, lencinhos umedecidos e toda sorte de bugigangas indispensáveis sem as quais você, pobre mãe, não vive!
- você carrega mais uma bolsa com baldinhos, pás e toda sorte de brinquedos que sobrevivem à água
- você usa o maiô do verão passado, seja porque é o único que serve, seja porque não deu tempo de ir nas lojas comprar um novo (biquíni? oi? e a barriga pós-parto, quem encolhe?)
- calça o primeiro chinelo que vê pela frente (com sorte os pés serão do mesmo par de chinelos)
- protetor solar só no rosto, e olhe lá, pois a prioridade é besuntar cada centímetro da cria (e como cansa, pois eles não páram)
- o seu par de óculos escuros está todo riscado porque é o brinquedinho preferido do nenê
- brincos? jamais! (o nenê arranca)
- pulseiras estão liberadas (o nenê adora brincar com elas, o perigo é o mesmo dos óculos escuros: estragam!)
- você não tem tempo de beber ou comer nada (muito menos tirar aquela desejada sonequinha sob o sol) porque está sempre envolvida com a água fresca do nenê, a comidinha do nenê, tirar a areia da boca do nenê, olhar o relógio para ver se não está na hora de tirar o nenê do sol

Isso que sequer mencionei o que se faz quando o guarda-sol voa ou falta água limpa para limpar a mão do nenê cheia de areia que insiste em ir para os olhinhos!

Com tanta diferença entre uma experiência e outra, é fácil imaginar que a gente escolheria a primeira opção. Mas quem está aqui nesse blog lendo o texto é porque sabe que a segunda situação é trabalhosa sim, mas muito melhor e mais divertida!

Como você estimula seu bebê?

03 de fevereiro de 2012 4

Todos os posts de Camila Saccomori

O verbo é estimular
Camila Saccomori, 33 anos, mãe da Pietra, 10 meses
Coluna publicada em 23 de janeiro no caderno Meu Filho (Zero Hora)

Livrinhos de pano, de borracha, de fantoches e de papel. DVDs de músicas, de contos de fadas, filmes e desenhos animados. Peça de teatro infantil, sessões especiais de cinema e até uma noite de autógrafos. Esse é o currículo cultural da Pietra acumulado nos últimos 10 meses. Incluo ainda na bagagem da pitoca algumas visitas a eventos de beleza, moda e decoração em finais de tarde, reflexo de convites de trabalho que procuro volta e meia participar.

Parece agenda de adulto ler, ir ao teatro e ao cinema? Pois este mês, ao catar novos passeios para as férias de verão, me peguei justamente questionando esse tema. Desde que a baixinha nasceu, sempre tentamos inclui-la nas inúmeras opções de cultura e entretenimento que nos cercam, seja em casa ou fora. O que pretendemos com isso, sem muitas grandes pretensões além de diversão, é acostumá-la com programas que fazem parte da rotina familiar.

Agora que a Pietra começa a mostrar suas preferências (desde novas posições para dormir, curtição de novos sabores até escolher qual brinquedo da caixa pegar), fiquei curiosa para observar suas reações diante de tanta novidade. O quanto estará entendendo das coisas que lê, vê e ouve?

– Ao contrário do que já se pensou (os bebês já foram muito subestimados), as crianças pequenas têm um grande potencial de aprendizagem. Por isso, quanto mais estímulos, mais facilidade a criança terá em se adaptar ao ambiente e às diferentes situações que irão se apresentar ao longo do desenvolvimento – afirma a psicóloga Gabriela Seben, mestre em Psicologia Social pela PUCRS.

Gabriela reforça que a estimulação infantil, que vem da interação com os pais e o ambiente, é mesmo a base para o desenvolvimento futuro, mas salienta que isso não se resume a proporcionar atividades como aulas de línguas ou idas a exposições de arte:

– Importa muito a qualidade do cuidado e afeto transmitido pelos pais.

Oba, estamos no caminho certo! Mas durante a conversa com a psicóloga, me peguei pensando em como é fácil exagerar em relação aos estímulos infantis. Na ânsia de acertar e proporcionar o melhor aos nossos filhos, às vezes podemos pecar por excesso sem perceber. Eu mesma já notei que depois de um dia cheio, é difícil para a filhota conciliar o sono, então a solução é diminuir o ritmo nos dias seguintes.

– Cada criança se desenvolve no próprio ritmo, por isso não adianta mesmo forçar. Os pais devem avaliar o que consideram importante para o filho, evitando também uma possível situação geradora de estresse à criança quando envolvida em muitas atividades – conclui a psicóloga.

E você, o que curte fazer com seus filhos? Conte nos comentários!

"Ocupe-se do seu filho"

02 de fevereiro de 2012 1

A Lisandra Pioner, pedagoga e psicopedagoga clínica e institucional, enviou este texto ao blog, fazendo um pedido especial a todas as mães. Vale a pena conferir:

Não é surpresa para ninguém, o quanto a relação entre filhos - independentemente do sexo - e mães ocupam a mente, a ciência e o inconsciente de todos. É uma relação tão decisiva, que por vezes define o futuro de um ser.

Relacionamentos amorosos são definidos por esse vínculo, profissões são escolhidas em função desse laço - ou nó -, situações de perpetuam eternamente como resultados desse passado, tão presente.

Existem linhas que colocam a mãe como importante, porém, totalmente substituível por um cuidador que faça seu papel. Outras, porém, escravizam as mães a um lugar tão definitivo que, independentemente do que fizerem, sempre serão as responsáveis por todo e qualquer acontecimento na vida do rebento.

Pessoalmente, não sou tão fatalista assim. Até porque, acredito que até certa altura da nossa vida, podemos responsabilizar quem nos cuidou - ou deixou de cuidar -, mas chega um determinado momento em que é imprescindível tomarmos as rédeas e sermos protagonistas da nossa própria história. E essa decisão é difícil. E faz voltarmos lá pra trás, onde a forma que fomos criados, influencia bastante. Ou seja, está tudo interligado!

Por qual motivo a novela A Vida da Gente tem feito tanto sucesso, mesmo sendo exibida em um horário pouco vantajoso? Porque fala sobre as sutilezas determinantes da nossa vida. Toca o dedo nas feridas que todos temos - sejamos ricos ou pobres, velhos ou novos, felizes ou não. Mostra a vulnerabilidade das relações e da própria vida! E não deixa a relação mãe e filho de lado. Pelo contrário: a coloca no centro!

Independentemente das linhas de estudo, da novela, do histórico social, mãe é sim, importante, e nossa relação com ela, muitas vezes, determinante. Mas o que tenho visto cada vez mais são mães que abrem mão de seu papel com a maior naturalidade. Que optam por serem coadjuvantes, espectadoras, meras testemunhas da vida que colocaram no mundo.

Também vejo mães que se colocam em total igualdade com o filho. Que mais competem, que auxiliam. Que mais criticam, que refletem sobre seus próprios atos. Lidar com criança e adolescente é difícil? Não! Lidar com outro ser é difícil! Mas também é sublime!

Lido diariamente com isso... Mas lidar com seres humanos que foram simplesmente assistidos por aquela que deveria lhe estender as mãos e convidar pra andar junto, podem ter certeza, será muito pior!

Tenho certeza de que é um assunto complicado e polêmico. Mas se eu pudesse fazer um pedido a todas as mães - como mulher, mãe e profissional da área da educação que sou, com muito orgulho! - seria: ocupe-se do seu filho! Ajudas são sempre bem-vindas, mas não esqueça de quem o colocou no mundo.

Papo entre duas mães

02 de fevereiro de 2012 3

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Dia desses, conversando com uma amiga também mãe, falávamos do que os pequenos nos ensinaram e nos ensinam dia a dia. A lista é imensa, e nem vou me arriscar aqui a fazer uma. Mas e se a pergunta for: o que aprendemos com eles que transformou nossas vidas, que nos fez evoluir de forma mais significativa?

Alguém tem alguma dúvida de que a chegada de um filho é a maior oportunidade que recebemos para nos melhorarmos? É a maior das chances. Claro que cada um aproveita de uma maneira diferente, mas que é a maior chance, isso é.

Mas voltando à lista, nós duas, entre uma conversa e outra, acabamos falando de três coisas que aprendemos (e isso não quer dizer que não voltemos a errar) com nossas crias:

* A ter paciência (a respeitar o ritmo de cada um, a não querer sempre as coisas para ontem, a ter mais serenidade diante dos percalços e contrariedades, a dizer coisas duras, que são necessárias, mas com ternura...)

* A dar às coisas a real dimensão que elas têm (a não se estressar tanto com trabalho, com problemas do dia a dia... Você recebeu algo muito valioso, e parece que, num toque de mágica, passa a resolver as situações de uma maneira mais eficiente e tranquila)

* Passamos a dar ainda mais valor para a família, a buscar mais o convívio com todos, principalmente com avôs, tios, sobrinhos, dindos, dindas, primos, a dizer e/ou demonstrar o quanto amamos todos. Os pequenos nos reaproximaram da família.

E você, o que seu filho lhe ensinou que mudou a sua vida de forma significativa?

Só valem três coisas...

Inter!!!

01 de fevereiro de 2012 0

Em dia de saber se o Inter vai ou não para a Libertadores, que tal torcer com a Cintia Daniela Roesler, mãe do Joaquim, de 6 meses?
_ Eu resolvi unir duas paixões em uma tatuagem: o nome do meu filho e o meu time do coração _ diz ela.

Curtiu?



Mais e mais tatoos

01 de fevereiro de 2012 3


Essa tatuagem é da Aline Corrêa Santanna da Silva, de Porto Alegre, mãe de dois filhos lindos: o Bruno de 11 anos e a Isabela, de 3.  Ela conta que fez a a tatugem em homenagem aos seus amores há duas semanas. A tatuagem foi feita no pulso.

...



Tem também a que a leitora Walkiria Dias Becher fez em homenagem ao Murilo, seu apressadinho que hoje está com 1 ano e 4 meses de pura felicidade.


...




A Vanessa Canabarro tatuou o nome da filhota Bianca.

Olha o que ela conta:
_ Sempre quiz fazer, desde que ela nasceu, porém também não tinha coragem. Demorei 6 anos, até que entrei em um studio para me informar dos preços, e assim meio que na pressão, fiz.  Sai de lá com a tatoo porque sabia que se tivesse marcado para outro dia, certo que não tiria fazer.
Até já estou pensando em fazer outra em homenagem a ela...E em relação a dor, é bobagem...passei o tempo todo dando risada lembrando de quem me dizia que doía.
Olha as duas aí em baixo, que figuras.



Continuem mandando, por favor!!!

Estou adorando receber!

bjs

Festa sem balão!!!

31 de janeiro de 2012 3

Todos os posts de Ticiana FontanaDesde o Ano Novo, a pequena pegou asco a balão. Como ela fala e a gente não entende os detalhes, conclui que um balão que enfeitava a festa estorou na cara da Antonela.

Agora, ela deixou de curtir o adorno indispensável em festas infantis e sempre repete a mesma pergunta:

- Não tem balão, né mamãe?

Pois na próxima sexta completa "doi ainho" (dois aninhos). A ideia em relação a "festinha" foi alterada diversas vezes. Vou recapitular. No primeiro ano de vida da Antonela, a gente fez uma viagem em família com parentes próximos.

Cheguei a cogitar e comecei a organizar uma maior em casa especializada, com todas as exigências que a ocasião recomenda.

Além de não curtir muito as ofertas, cheguei a conclusão que farei algo maior nos próximos aniversários. Afinal, teriam poucas crianças, as festas acabam sendo para os adultos.

Polêmica à parte, obviamente, os pequenos se divertem, mas depois nem lembrarão direito da festinha.

Mesmo assim, resolvi fazer uma "inha", caseira,  com o básico de brinquedos e doces como a ocasião exige.

Estamos na fase de estimular a ideia e ela passa falando em quem vai ir e o que vai ter:

- Mamãe, tem parabéns, big, boio (bolo) e cachoo quenti (cachorro-quente).

- Mamãe, não tem balão, né?

E obviamente, não terá balão, mas não faltará a tradicional fotografia com o "parabéns" atrás.

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