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Posts na categoria "As Mães do Meu Filho"

As Mães do Meu Filho (20), Denise Vianna Kirst

27 de outubro de 2012 1

Adorei este e-mail enviado pela Denise. Ela escreve para participar da seção As Mães do Meu Filho, que ainda não tinha recebido colaborações neste ano. A Denise é a 20ª mãe que conta sua história na seção. Se alguém não participou e quiser compartilhar sua história conosco, sinta-se à vontade.

Olá, me chamo Denise, tenho 24 anos, sou casada há 11 meses com o Giovani e nós somos pais de uma menina linda, a Giovana de 7 meses.

Nossa história começou na escola ainda (Ensino Médio) em 2004. Tínhamos amigos em comum, frequentávamos os mesmos lugares, as mesmas festas. Com o tempo fomos nos conhecendo melhor e logo começamos a namorar, eu tinha 16 anos e ele 18 anos.

No início, enfrentamos um pouco de resistência da família dele com a questão do namoro, pois para os pais dele a prioridade foi sempre os estudos, uma boa formação, mas mesmo assim continuamos juntos e desde lá nunca mais nos separamos e também não deixamos de estudar…

Tínhamos planos de casar em 2012, terminar a faculdade e então formar nossa família, mas as coisas não saíram bem como planejamos…

Em julho de 2011, resolvemos tirar férias e viajar, pois em quase 7 anos de namoro nunca havíamos viajado sozinhos, ficamos uma semana na Bahia. Aproveitamos bastante e no dia que voltamos passei muito mal durante o vôo, mas achei que tinha sido o tempero forte da comida de lá, pois não sou acostuma a temperos muito fortes. Chegando em casa ainda fiquei uns dias meio enjoada, mas continuei achando que era de algo que tinha comido lá…

Minha mãe começou a questionar meus enjôos e a desconfiar que eu pudesse estar grávida, e eu dizia que não, mas para descargo de consciência, no sábado pela manhã, resolvi fazer o teste de farmácia, lembro como se fosse hoje, o Giovani ansioso na porta do banheiro esperando o resultado e então se confirmaram as suspeitas, estava grávida…

O momento foi de choque para ambos, pois mesmo tendo a certeza dos nossos sentimentos e planos de ficar juntos, não sabíamos como seriam as coisas daquele dia em diante, principalmente como seria a reação das nossas famílias.

Vivemos momentos tensos nos dias seguintes, eu chorava muito e ele quase nem falava, até que no dia que peguei o resultado do exame de sangue, criei coragem e contei para minha mãe, que no mesmo momento disse que já sabia e estava muito feliz, nos abraçamos e choramos juntas, mas naquele momento meu choro não era mais de medo e sim de alegria, por ter o total apoio da minha mãe em um momento tão importante da minha vida.

Com a família do Giovani já foi um pouco diferente, eles tiveram um pouco de dificuldade para absorver a notícia, mas, depois, foi só alegria.

Planejamos nosso casamento em menos de 3 meses, compramos um apartamento, mobiliamos e enfim no dia 12.11.11 casamos na igreja, uma cerimônia linda e emocionante, um momento único e muito feliz das nossas vidas. Já estava grávida de 4 meses e aproveitei  festa o quanto deu, já não tinha mais o pique de antes…

E então, depois de uma gravidez tranquila, no dia 12.03.12 nasceu a nossa princesa Giovana, um bebê lindo. Na hora que me mostraram ela pela primeira vez, foi um sentimento incrível, não sabia se chorava ou sorria, só sabia que aquela era a minha filha que eu já a amava muito, pois era fruto de um amor verdadeiro e daquele dia em diante nós éramos uma família.

Confesso que não tinha idéia de como a minha vida mudaria após o nascimento da Giovana, foi um giro de 360°, desde a amamentação, recuperação da cesárea, cansaço, insegurança, medo de não saber cuidar dela direito, enfim tantos sentimentos e tantos momentos que hoje quando me lembro, penso que eram bobagem, que esses momentos de dificuldade e insegurança passam tão rápido que quase nem lembramos mais.

É tão bom ser mãe, é tão gratificante ver aquele rostinho lindo todos os dias, é tão bom amamentar, dar carinho, ninar, acompanhar o desenvolvimento dela, o primeiro sorriso, as primeiras descobertas…

Tudo é maravilhoso.

Não imagino mais minha vida sem essa pequena sapeca, que amo mais que tudo nesse mundo.

Só hoje sei o que minha mãe também sente por mim e o quanto sou importante para ela… Sentimento maravolhoso!

Giovana, mamãe e papai te amam muito!

É menino ou menina? Faça o teste

08 de setembro de 2011 47

Recebi esta tabela da colega Camila Ruzzarin. Segundo ela, sua mãe acredita que basta a gestante verificar a idade e o mês do ano em que engravidou para saber se nascerá menino ou menina.  Por exemplo, eu engravidei aos 29 anos,  no mês de  julho, e tive o Gabriel. Com a maioria das mulheres da redação do jornal Pioneiro, os dados se confirmaram.  Se divirtam, para mim deu certo, mas é válido lembrar de que não é nada científico.

Reprodução

As Mães do Meu Filho, Viviane Tolves de Lima (18)

29 de junho de 2011 5

Me chamo Viviane Tolves de Lima, tenho 36 anos, casada com o Dagoberto há 17 anos e mãe de 3 lindos filhos: a Júlia, de 15 anos, o Vítor, de 12 anos, e a pequena Helena, de 1 ano e 8 meses, meus tesouros minha vida!!!!
Nossos filhos são a nossa maior alegria apesar de todas as preocupações e dificuldades de criar um filho nos dias de hj…

A Júlia foi a única filha a ser programada, que a gente se preparou para ter foi uma alegria pra toda a família, pois ela foi a primeira neta e sobrinha dos dois lados, uma menina meiga, dedicada muito estudiosa cursa hj o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Militar de Santa Maria.

O meu Vítor veio quando a Jú tinha 2 anos e 4 meses. Foi uma surpresa, pois estava tomando comprimido, e jamais imaginei que estaria grávida. Foi uma surpresa, mas ao mesmo tempo uma alegria. É um menino muito carinhoso, mas também muito genioso. É TDA-H, toma Ritalina e é a nossa maior vitória apesar de todos os seus limites, pois foi uma gravidez difícil… Oitomeses de repouso e, quando nasceu, ficou 12 dias na CTI. Estuda na Escola Providência e cursa o 5º ano do Ensino Fundamental…

Já a minha doce Helena, foi mais uma surpresa quando Deus nos deu… Depois de 12 anos, ela veio. Em princípio, não assimilei bem a ideia, entrei em pânico, pois com todos os cuidados e com toda a preocupação com os mais velhos, ela veio toda cheia de graça… Nasceu de 35 semanas depois de mais uma gestação complicada pesando 2,370 quilos, ficou também na CTI do Hospital de Caridade por 10 dias… É uma criança muito linda e muito esperta!!! Meus filhos são a nossa vida!!

Comecei a ver o blog pela primeira vez por curiosidade em ver e acompanhar a gestação da Ticiana. Achei tudo muito lindo, e nunca mais deixei de ver e acompanhar…. Olho todos os dias, e, a cada dia que passa, o blog fica mais interessante… Parabéns a todas vocês que, com empenho e dedicação, fazem o blog ser o sucesso que é!!!

bjos e mais e mais sucesso!!!
Viviane

As Mães do Meu Filho (17), Marcia Regina Barazzetti

20 de junho de 2011 0

Quando conheci meu marido tinha 31 anos e ele 21, eram 10 anos de diferença que me assustaram… Mas algumas sessões de terapia bastaram para resolver este assunto e descobrir que amor não tem idade. Quando cheguei nos 37, quis engravidar e tinha receio que o Marcos não quisesse por ser mais novo, o que foi bem ao contrário, me apoiou plenamente e entendeu o “meu tempo para engravidar”.

Seis meses estávamos grávidos. O dia que peguei o exame e dizia positivo foi uma loucura na nossa casa, ele ligava para os parentes e dizia que ele ia ser pai e não que eu estava grávida… foi tudo muito engraçado.

Os meus 9 meses foram maravilhosos, passei uma gestação supertranquila. Lembro exatamente de cada dia. De ouvir pela primeira vez o coraçãozinho do Vini. Do dia em que a doutora disse que era um menino, que eu já dizia no primeiro mês de gravidez que ia ser mãe de menino. O dia em que a bolsa estorou, sentimentos que só quem é mãe sabe…

Ser mãe é a melhor coisa do mundo, é um amor tão grande, tão diferente, e eu não entendia quando as mães próximas me falavam, agora sei e sinto como é maravilhoso ter um filho.

As partes ruins, até agora, acontecem quando o  Vini tem febrão…aprendi a administrá-las e não mais me assustar. Agora, quando ele ficou sentadinho pela primeira vez, deu tchau, nasceu o 1º dentinho, disse auau…eu choro…a cada novidade, lá estou eu chorando e rindo ao mesmo tempo.

O Vinícius é uma criança tranquila e muito feliz, tem um bom humor incrível.

Eu e o Marcos somos dois babões quando estamos com ele…..e ele a cada dia reforça o nosso amor que não tem idade…
Na minha licença-maternidade, lia todos dias o Clicrbs, mas nunca tinha visto o blog… Numa dessas, acessei, e, desde então, leio todos os dias, e conforme os textos envio para o meu marido. Gosto de tudo menos das histórias tristes. É bom para mãe de primeira viagem saber que ela não é a única que tem medos, que mesmo sem conhecer as pessoas, elas acabam nos ensinado muitas coisas.

Sucesso sempre.

Marcia, mãe do Vinícius de 1 ano e 1 mês

As Mães do Meu Filho (16), Renata Crespo de Souza

16 de junho de 2011 0

Começamos a pensar em ter filhos no final de 2009, já morávamos juntos há mais de um ano, e falávamos do dia que teríamos filhos, escutávamos histórias de pessoas que estavam tentando há bastante tempo e nada.

O que me deixava apavorada, como medo de ficar tentando e não conseguir, pois sou uma pessoa muito ansiosa. Mas entre planejarmos e partir para ação foi poucos meses. Comecei indo ao meu médico de anos que também é obstetra e maravilhoso, tem uma paciência e uma dedicação… Em abril de 2010, começamos a tentar e em junho já estava grávida. Foi realmente muito rápido, ficamos muito felizes e surpreendemos a todos, pois não tinhamos contado para ninguém que estávamos tentando.

Com certeza, o momento mais emocionante para mim, foi quando eu vi ela pela primeira vez depois do parto, quase morri chorando, e hoje só de ver as fotos, eu choro.

A gravidez foi muito tranquila, não tenho do que me queixar, não tive enjoos, nada.

E hoje, dois meses e meio depois da chegada da pequena, não me imagino mais sem ela.

Comecei a ler o blog durante gravidez, em função da reportagens sobre os apressadinhos.

E desde então, dou uma passadinha no blog diariamente, leio todos os post.

Acho muito legal o trabalho de vocês.
Beijos,
Renata, mãe da Ana Luísa

As Mães do Meu Filho (15), Catia Guindani da Silva

14 de junho de 2011 4


Meu nome é Catia Guindani da Silva, 31 anos, mãe, técnica de escrita fiscal, formada em Gestão Financeira, casada com Alexandre Silva desde 1999. Somos pais do Guilherme 1 ano e 3 meses.

A história do Guilherme começou em 1995 quando ainda, na escola, conheci o Alexandre… Em dezembro de 99, decidimos nos casar e construir uma vida juntos, com programação de não termos filhos nos primeiros 5 anos…

Construção da casa, faculdade, estabilidade financeira e emocional, esses 5 anos viraram 8, quando, definitivamente, suspendi o uso do anticoncepcional e começamos os chamados “treinamentos”. Por orientação de profissionais não “esclarecidos” me disseram que por sermos dois adultos saudáveis. Não precisaria exame nenhum, só parar os comprimidos…

Pois bem, já no primeiro mês, uma hemorragia tremenda… e assim se seguiu por mais 1 ano e 6 meses… Inúmeras consultas com médicos do convênio, e todos me diziam a mesma coisa: “Isso é ansiedade”. E nenhum exame foi feito.

Resolvi então procurar minha antiga ginecologista (um verdadeiro anjo e excelente profissional) e contei a história a ela, onde me disse que, com aquelas hemorragias, algo deveria estar errado. Solicitou um exame de sangue que detectou anemia e uma ecografia que detectou um mioma…

Até aí, ela me disse que nada era impeditivo… mas seria um pouco mais difícil que o normal. Por precaução encaminhou o Alexandre pra um urologista pra ver se tudo estava Ok com ele também…

O médico pediu um espermograma, onde descobrimos que ele tinha uma quantidade ótima de espermatozoides, mas que a grande maioria deles estava imóvel (cerca de 95%). Isso foi um balde de água fria em nossas cabeças… com apenas 5% as chances ficavam muito reduzidas… mas graças a Deus se tratava apenas de um efeito colateral do medicamento que ele usava pra enxaqueca… suspensão imediata do medicamento dele e uso de vitaminas, indutor de ovulação pra mim e vamos novamente….

Mais 6 meses de frustação e nada… Eu já estava ficando neurótica, todo fechamento de ciclo se tornava uma tortura…. Foi onde decidimos dar um basta…. Naquele mês largamos tudo de mão, nada de medicamentos, temperatura basal… vitaminas, NADA.
Mergulhei de cabeça no trabalho e tentei esquecer…. Uma manhã de quarta feira… 6 da manhã de baixo do chuveiro, senti como se meus seios estivessem maiores… Mas não quis colocar minhocas na cabeça… É apenas impressão, pensei, afinal acho que esse horário ainda não acordei direito… não comentei nada com ninguém e esqueci a história novamente.

No final do mês, quando fui guardar as compras do mês em casa me dei conta que o pacote de absorventes do mês anterior ainda estava fechado dentro do armarinho do banheiro… Será????

Comecei a pensar e fazer contas… e a chorar… Tinha muito medo de estar criando falsas expectativas de novo…. Mas Deus estava sendo muito generoso comigo e me mostrando que a gente não pode estar sempre no controle das coisas…

Acho que isso serviu inclusive para me preparar para o que viria pela frente, afinal ser mãe é tentar dirigir uma locomotiva que tem outro maquinista…. A partir daí, nossa história ficou praticamente “sem histórias pra contar” até o nascimento, nada de desejos, enjoos, nada de nada, só muitas emoções e um menininho que vivia se atravessando em minha barriga.

Nasceu no dia 15/2/2010, segunda feira de Carnaval, dia exato do fechamento das 40 semanas, mas tivemos de fazer cesárea, pois não tive dilatação.

A partir daí, constumo brincar que nasceram trigêmeos, pois a partir desse dia, nasceram o Guilherme, a Mãe do Guilherme e o Pai do Guilherme.

E não é novidade pra vocês que, a cada dia, temos uma nova descoberta. Costumo dizer que continuo “esperando”, pois antes, esperava a gravidez, depois a barriga, depois os movimentos, o nascimento… depois do exame “positivo”, estamos sempre esperando… e o Guilherme está sempre me surpreendendo…

Hoje está com 1 ano e tres meses, caminha desde os 11 meses, brincou MUITO na festinha de 1 aninho dele… com direito até a pular na cama elástica… tem um GÊNIO MUITO FORTE… mas estamos aprendendo a dominar isso, que no fundo acho até bom, pois ele já demonstra muita personalidade…

A mamãe já começou a pintar os cabelos, já que os brancos começaram a aparecer, claro por conta do Guilherme… mas o que ele tem de “tiraninho” tem de saúde… e como toda criança saudável, adora uma peraltice… Tira a gente do sério, mas é só dar um sorriso e um beijo na boca e pronto… já tá a mãe toda derretida de novo…

Às vezes, me sinto culpada como as outras mamães… Inclusive, adorei a ideia para ler outros depoimentos e ver que sou NORMAL, culpada por trabalhar fora, culpada por não ter tempo pra tudo, culpada por não estar no controle de tudo… MUITO CULPADA…

Mas quando olho para aquele rostinho sorrindo e achando que eu sou a melhor coisa do mundo (SIM, eu ainda sou a melhor coisa do mundo para ele, pena que não dure pra sempre isso), o único sentimento que tenho é AMOR. Agora, acredito quando minha mãe me dizia que só saberia o que é amor de verdade quando tivesse um filho. SIM MAIS UMA VEZ ELA TINHA RAZÃO.

Não canso de agradecer a cada dia, pelo filho maravilhoso que Deus me deu e por esse meu filho ter me feito ver um mundo que antes eu nunca poderia ver.

Beijos a todas e obrigada pela paciência de saber um pouquinho mais de nós.

Catia Guindani da Silva, a mamãe do Guilherme…

As Mães do Meu Filho (14), Patricia Lopes da Silva

10 de junho de 2011 0

Oi, Fabiana, me chamo Patricia Lopes tenho 30 anos e abaixo vai minha história como mãe e minha relação com o Blog Meu Filho.

Minha filha se chama Manuela, hoje com dois anos e 9 meses, uma menina linda, carinhosa e inteligente.

Fruto de um amor que começou ainda na escola, já com quatro anos de casamento decidimos engravidar, foi tudo muito certinho exames, consultas, etc….

Decidimos que eu sairia do emprego para me dedicar 100% a minha gravidez, e assim foi no segundo mês estava lá o tão esperado POSITIVO…. nossa quando lembro me vem tudo na cabeça, como se fosse hoje, choramos muito e agradecemos a Deus por nos dar essa chance de sermos Pais…

Queríamos muito uma menina, já tínhamos até nome, quando com quatro meses o resultado… uma menina, era a nossa princesa já dando seu ar da graça… Choramos muito ( eu chorava por tudo, ops ainda choro ) hehehehe

Minha gravidez foi muito tranqüila, dormia, comia e engordava….
A Manuela veio ao mundo dia 23/08/2008 as 08:47, pesando seus 3.100Kg e 48 cm, linda, saudável e faminta! Nossa como mamava.

No começo foi tudo muito difícil, eu não tinha muita noção de cuidar de um bebê, ou melhor noção nenhuma, eu nunca tinha agarrado no colo um recém-nascido, mas aos poucos e com a ajuda do meu esposo e minha mãe tudo foi se resolvendo.

O momento mais feliz da minha vida foi quando ouvi a Manuela me chamar de mãe, e também ela fala muito eu te amo, tanto pra mim como pro pai, é muito bom ouvir pois sabemos o quanto é sincero ouvir de uma criança um eu te amo.

Hoje minha Manu vai para escolinha, ballet, e quando chega em casa ainda tem disposição para muitas brincadeiras, carinho, agarrar uma orelha olhando desenho.

Ela é a razão de minha vida sou muito feliz com a minha  família, meu esposo sempre me ajudou e continua ajudando  em tudo, não esquecendo das avós que para variar sempre quebrando um galhão!

Acesso o blog todos os dias, seria como escovar os dentes… hehehehe

Me identifico com depoimentos de outras mães, vejo que normalmente é sempre as mesmas coisas… preocupações, medos, alegrias… Fico feliz, mas também choro lendo as histórias.

Acho muito inteligente os assuntos que abordam, sempre tudo com muita lógica, assuntos interessantes.

SER MÃE É INEXPLICÁVEL…


As Mães do Meu Filho (13), Graziele Nogueira

10 de junho de 2011 1

Oi Fabiana, achei muito legal essa aproximação…Embora não seja muito participativa, sou leitora assídua do blog…

Meu nome é Graziele, sou médica, casada com o Gustavo há 3 anos, somos pais do Matheus, 1 ano e 3 meses.

Desde antes de casarmos já planejávamos ter filhos… antes do Matheus vir tivemos duas perdas no comecinho da gravidez… Já estava acreditando que “não ia dar”, quando Deus nos abençoou de novo com uma gravidez…

Não foi nada fácil… Primeiro enfrentamos a Gripe A… como trabalho no Hospital, tive que me afastar de tudo… depois de 1 mês, voltei a trabalhar… e então comecei a apresentar fortes dores… a obstetra orientou repouso, e então fiquei de “molho” todo o resto da gravidez… eu estava com 15 semanas… Foi difícil… Tivemos que nos mudar de mala e cuia para a casa da minha mãe. Eu não podia subir escadas e moramos no 3º andar… Só ficava o dia inteiro deitada… lendo, vendo TV, fazendo coisinhas para esperar o Matheus…

Parecia que aqueles nove meses não iam acabar nunca! Na última semana da gravidez, tivemos um susto… Estava com pré-eclampsia e a cesária foi adiantada em 5 dias… que susto! Eu só chorava! Mas o Matheusinho veio com muita saúde, graças a Deus!

No dia 23 de fevereiro de 2010 ele nasceu! E com ele, nasceram uma mamãe e um papai muito babões!!! :)

O Gustavo é um pai exemplar! Me ajuda em tudo! Sempre! Desde que o Matheus nasceu!

A maior alegria de ser mãe? Vê-lo crescendo saudável… primeiro só dormia e comia, depois aprendendo cada coisinha… cada passinho, cada palavrinha… já diz mamãe! A coisa mais linda! Aquele sorriso! Ah! Eu levo ele onde eu vou! Todos os dentinhos lindos!!! A covinha que ele faz quando ri na bochecha direita (igual a do pai), é isso que me permite passar os dias (e as noites de plantão) longe dele…

E quando eu chego do plantão que ele ficou horas sem me ver: ah! é uma felicidade ver aquele sorriso e aqueles bracinhos vindo me abraçar…

Sobre o Blog, quando eu fiquei sabendo que estava grávida, um colega meu, que era residente do Husm, o Hugo Fontana, contou que a irmã estava grávida… quase com a mesma idade gestacional que eu! E contou que era jornalista, que o nome dela era Ticiana…
Daí liguei o nome  à pessoa e cada vez que via a Ticiana me lembrava disso…

Comecei lendo a coluna no Jornal (Da Fabiana toda empolgada com a gestação da colega, e da Ticiana, vivendo as mesmas emoções que eu estava vivendo) e depois aproveitei o meu repouso forçado para acompanhar o blog…

É muito legal saber e ver histórias de outras mães, tirar dúvidas e também gerá-las…

É isso meninas! Parabéns pelo trabalho de vocês!!!

Na foto, os meus dois amores (o Matheus emburradinho com sono…).

Um abração pra ti e pro Bruno! (adoro as histórias dele!)

Grazi

As Mães do Meu Filho, Renata Quinto (12)

07 de junho de 2011 1

Minha filha se chama Manoela Pauletto Badke, tem 3 anos. Sempre tive vontade de ter uma filha mulher, e sempre tive a certeza que teria, e o nome seria Manoela, a tal ponto de uns 3 anos antes de eu engravidar eu comprei um enfeite de porta da cinderela com o nome Manoela pendurado, e coloquei na porta do quarto, meu marido viu aquilo e perguntou: o que é isso? Aí eu respondi, não estou grávida ainda (risos), mas vou ter uma Manoela um dia.

Em 2007, fiquei grávida, aí quando soube que estava, meu marido comprou um tip top verdinho, e eu comprei uma meia cor de rosa. Sempre que ganhava alguma roupinha de cor neutra do tipo, verde, amarelo, eu ficava fula da vida, porque queria cor de rosa, mas só fiquei sabendo que seria menina com 6 meses e meio de gravidez, mas, antes disso, já havia comprado outras coisas na cor rosa.

Lembro-me quando ela nasceu, a primeira coisa que disse foi pra doutora foi para abrir as perninhas dela pra ver realmente que era menina, heehhe, isso nunca vou esquecer.

Minha principal dificuldade era saber se ela sentia muito frio ou muito calor, pois nunca sabia que roupa e que quantia colocar e, quando chorava, o adivinhar o que ela queria, se era fome, se era dor, se era dengo mesmo…

Mas as alegrias da maternidade superam tudo na vida, não tem experiência melhor do que a de ser mãe. São muitas as recompensas que recebemos, um sorriso sempre nos esperando, uma mãe dizendo eu te amo, por ti eu vivo, tu mora no meu coração…

Essas são frases que recebo diariamente da minha filha, e não tem preço, é imensurável, cada dia que vivo ao lado dela é uma glória, uma benção de Deus, realmente ter filhos é o melhor da vida.

Leio o blog desde quando se chamava Em Nome do Filho, sempre acompanho, porque é muito interessante trocar experiências, o blog é show.

Super beijos a todas.
Renata

As Mães do Meu Filho (11), Renata Cossettin Marques

07 de junho de 2011 4

Eu sou a Renata, mãe do Raul e da Carolina, casal de gêmeos de 1 ano e 4 meses. Eu e meu marido, Felipe, decidimos engravidar em 2007, mas o que parecia ser tão fácil tornou-se mais difícil do que pensávamos. Nesse meio tempo, engravidei naturalmente uma vez (2008), mas perdi no início. Passamos a investigar e começamos um tratamento que deu positivo na primeira tentativa!(Yesssss!!!!)

Soubemos que eram gêmeos na primeira ecografia… E a felicidade naquele momento foi indescritível e realmente posso dizer: foi felicidade em dose dupla, literalmente! Lembro que quando vi aquelas duas bolsinhas na tela,..apertei a mão do Felipe antes mesmo da médica comentar,… e meu coração bateu forte, e lágrimas vieram aos meus olhos!

A gravidez foi tranquila durante todo o tempo! Eles nasceram de 35 semanas, sendo o Raul com 2,020 quilos e a Carolina 1,510 quilos. Eram pequenos valentes que ficaram no hospital para ganho de peso (Raul 19 dias e Carolina 26 dias).

Acho que mesmo com todas as dúvidas, sempre fui uma mãe tranquila. Mesmo sendo de primeira viagem, não tinha medo dos choros, das cólicas, de amamentar, se fosse doer, se fosse conseguir dar conta, etc.,

Não dou muito espaço para as tantas dificuldades que enfrentamos. Claro, elas existem , mas eu as encaro de forma a não deixá-las tomar conta da minha vida e se tornarem um drama. Também devo reconhecer que desde o nascimento deles, contamos com a ajuda dos meus pais, da minha sogra e dos tios,… Realmente eles fizeram toda diferença nesse processo, e até hoje ainda fazem, dando uma “super mão”, quando precisamos. Canso-me como qualquer mãe; Gostaria de dormir mais; Preocupo-me quando ficam doentes; às vezes me estresso sim, mas isso faz parte.

O que importa para mim é curtir meus filhos ao máximo possível. Tento passar para eles princípios e valores que são importantes para nós. Tento dar atenção aos dois e também dar atenção exclusiva para os dois… Impossível? Não, não é… Aproveitar os momentos individuais com cada um e, aí sim, dar a exclusividade. A maternidade está sendo uma fase incrível, de crescimento e amadurecimento. Aprendo com meus filhos diariamente,… é uma troca linda!

Ainda quero melhorar muito enquanto mãe, pois acho que a gente sempre tem como evoluir mais, aprender mais. Hoje, o meu objetivo maior, é ter mais tempo para eles. Ainda não posso, pois trabalho fora, mas tenho projetos para colocar esse objetivo em prática e, se Deus quiser, vai dar tudo certo.

Um conselho que eu daria aqui, para qualquer mãe, e principalmente às futuras mães de gêmeos: não tenham medo, tenham apenas amor, paciência e respeito,… essas são palavras chave para dizer que vale a pena, por mais difícil que pareça ser; são fundamentais para uma boa educação e para uma maternidade feliz.

O Blog Meu Filho faz parte das minhas leituras diárias desde que eles nasceram, pois sempre busquei informações e experiências de outras mães. Acho que essa troca é muito importante para mostrar que não estamos sozinhas. Para mim, todo e qualquer assunto que se refere à maternidade, minha grande paixão, é interessante!

Minha sugestão aqui é convidar profissionais para escrever sobre dúvidas que mães possam ter, principalmente sobre o desenvolvimento das crianças, desde a vida no útero até a adolescência. Acho que essas informações são importantes para entendermos um pouco mais sobre como lidar com os conflitos que aparecem diante nós, quando educamos.

Deixo aqui meu abraço carinhoso a todas as leitoras (os), mamães e futuras mamães, e, em especial, à equipe do Blog Meu Filho, que está sempre inovando em seus conteúdos e nos ajudando tanto nesses assuntos de maternidade!

Corujices de Laura Diniz

03 de junho de 2011 1
Fazia tempo que a Laura Diniz, mãe do Pedro, 2 anos completos hoje) não mandava notícias.
Olá mamães, pretendentes e blogueiras de plantão! Adoro o blog Meu Filho, estou sempre de plantão as notícias, participando mais em postagens com comentários de algumas notícias.
Hoje resolvi enviar notícia: 3 de junho, o Príncipe Pedro (como é chamado carinhosamente pela mamãe coruja) comemora 2 anos de reinado, 2 anos de muitas sapequices,2 anos de muitas alegrias, 2 anos de puro e verdadeiro amor para aquelas pessoas que admiram e tem carinho por você.
PARABÉNS, FILHO! Continue sendo sempre uma criança feliz e fazendo as pessoas te amarem sempre.Carinhosamente, Laura Diniz – mamãe feliz e muuuuuuuuuuuuito coruja.



As Mães do Meu Filho (10), Lorema Zorzi

02 de junho de 2011 4

Sou Lorema, tenho 33 anos, casada há três anos com um homem maravilhoso e pai exemplar como poucos. Sou arquiteta, adoro a minha profissão e ainda pretendo realizar muitas coisas nessa área, mas minha profissão está em segundo plano desde 16 de maio de 2008. Foi neste dia que comecei a me tornar mãe.

A Joana nasceu em 9 de janeiro de 2009. Foi um dia memorável, para sempre vou lembrar do cheiro, da temperatura, do chorinho dela naquele nosso primeiro contato. Assim como foi memorável a primeira vez que ela virou a cabeça para seguir o meu movimento, o primeiro ‘mamã’, a primeira banana e, há poucos dias, a primeira vez que usou a tesoura (ai, minhas cortinas, rsrs).

Ter um filho traz uma responsabilidade tremenda, tenho um medo terrível de errar. O futuro dessa pessoinha tão especial está depositada nas mãos de seus pais. Às vezes parece que se carrega o mundo, o que fazer com uma febre, será que está tudo bem com a escola? Será que realmente tem algum problema ou sou eu que estou exagerando? E aquela pessoinha ali, dependendo da tua decisão.

Adoro ser mãe, tenho muita sorte por poder me dedicar integralmente à minha filha. Mas é muito tênue a linha entre dedicação e sacrifício e, como se sabe, todo sacrifício tem seu preço, que futuramente será cobrado dos filhos.

Então, nessa jornada da maternidade, criei algumas regras para não me perder de mim mesma.

1 – Nenhuma mãe tem o direito de abrir mão da sua realização pessoal ou profissional para cuidar dos filhos, isso deve ser uma escolha, não uma obrigação.

2 – Nenhuma mãe tem o direito de se relegar a segundo plano, deixar de cuidar da sua saúde, aparência e vida social.

3 – Todo filho merece uma mãe feliz, realizada, saudável e bonita.

Sempre quis ser mãe, acho que desde criança, eu já sabia que seria mãe, nunca existiu outra alternativa, rsrs. O meu marido também queria ter filhos, ele sempre foi o tiozão dos sobrinhos, hehe.

Como sou uma pessoa que gosta de ler, estudar e pesquisar sobre tudo, imaginem sobre bebezinhos. Leio desde que confirmei a gravidez, evitei ficar lendo antes, nunca se sabe quanto tempo vai demorar para engravidar e como sou muito ansiosa, tive medo de me fazer mal.

Então, assim que o exame deu positivo, comprei livros, revistas e fui para a internet. Visito sites de notícias várias vezes ao dia e um dia encontrei o blog, comecei a lê-lo diariamente e hoje acho que viciei, hehe. Toda vez que dou uma passada na Internet, dou uma olhada para ver se tem alguma atualização no blog.

Gosto muitos dos posts escritos pelas jornalistas que mesclam informação com seus depoimentos pessoais, e gosto mais ainda dos comentários das leitoras. A troca de experiências é fascinante, apesar de nenhum filho e nenhuma mãe ser igual a outra, nossas experiências são muito semelhantes.

As Mães do Meu Filho (9), Lisiane F. Preussler

02 de junho de 2011 1

A ideia da seção foi ótima, Fabiana. A minha história de mãe é muito natural, sou descendente de uma família de 5 irmãos, sendo que as mais novas são as chamadas temporonas. Vieram quando eu já tinha 13 anos.

Então aquelas tarefas, quase que maternas faziam parte da minha rotina: fraldas, nanar para dormir, cuidar na ausência da nossa mãe, brincar com boneca de verdade (porque aos 13 anos eu ainda brincava de bonecas),etc.

Quando casei, tomei pílulas por dois anos e, depois, queríamos filhos, que não vieram. As tentativas e tratamentos foram muitos como já contei em ” O melhor da maternidade 1″, mas a recompensa veio após 13 anos de casamento, quando já haviamos “desistido”,

Ficamos grávidos da Eduarda, hoje com 1 ano e 10 meses.

O momento que mais marcou minha vida de mãe, além do nascimento que foi tudo de lindo, foi amamentar. É uma sensação inexplicável. Poder amamentar, ver aqueles olhinhos procurando os teus, a outra mãozinha tocando teu outro seio, é maravilhoso.

Bom, a Duda ainda mama no seio. Agora, está ficando escasso, e acho que está na hora mesmo, mas vou ficar com saudades…..hehehe.

Aliás, sinto saudades daquele meu barrigão, me achava linda. Voltando ao tema…. Minha relação com o blog começou na gravidez, quando comecei a ler sobre gestação, cuidados com bebês etc.

Acesso sempre, leio todos os post, só, às vezes, não dá tempo para escrever meus comentários, pois tudo é corrido, aulas, preparo de provas, correção… Mas amo tudo isso. E o blog está nas minhas leituras diárias.

Parabéns, o blog é tudo de bom!!

As Mães do Meu Filho (9), Juliane Moura

30 de maio de 2011 0

Olá, meninas!
Engravidei em maio de 2009…. Foi uma surpresa para mim, pois eu estava esperando engravidar no final daquele ano e não um mês depois de parar com o anticoncepcional…

Durante a gestação, só comi coisas saudáveis, controlei meu gênio (pq Deus me livre a guria ter o mesmo gênio da mãe…hehe). Fiz exercícios, controlei minha gula, enfim, fiz tudo o que deveria ter feito desde quando nasci!! hehe

Curti cada momento da gestação, cada ultrassom, cada mexida da Sofia, cada chute, tudo, comprei até um aparelho para ouvir o coraçãozinho dela em casa….

A chegada da Sofia estava prevista para dia 08/02/10, mas a apressadinha chegou dia 30/01/10, numa tarde muuuuuuuuito quente de sábado….

A cesária foi super tranquila, toda a equipe me deixou muito a vontade e tudo fluiu com muita naturalidade. Ela já mamou na sala de recuperação mesmo, parecia um bezerrinho e mama no peito até hoje…

Quando fui embora da clínica onde a Sofia nasceu, fiz mentalmente a clássica pergunta: “e agora?” pois tinha um bebezinho recém-nascido que dependia de mim para tudo e o meu único contato próximo com crianças, até então, era dos meus sobrinhos, que moram longe de mim ainda…

Porém, meu marido foi mãe junto comigo, me ajudou em tudo e me ajuda até hoje!

Nem todos os dias eram bons, passei um pouco de trabalho, tive depressão pós-parto e o que me ajudou a superar foi olhar para a Sofia e meu marido e perceber que agora eramos uma família e que um precisava do outro…só quem passou sabe, não foi fácil, mas tudo foi superado com muito amor!

Meses depois as coisas foram entrando em seu devido lugar e começou a parte boa…cada sorriso, cada abraço me fez ver como era ser mãe…e como é bom! A Sofia é uma menina linda, arteira e muito carinhosa…adora cantar e dançar!

Conheci o blog quando ele tinha outro nome…Em Nome do Filho… Eu estava grávida e, desde lá, ele está nos meus favoritos e todos os dias leio as publicações…

Gosto mais quando são contadas experiências de outras mães (justamente esse tipo de matéria no qual estou participando). Assim vejo que o que acontece aqui em casa, acontece na casa de milhares de mães também….é tudo igual! Principalmente as histórias da Antonela, pois ela e a Sofia nasceram quase no mesmo dia…

Era isso, um pedacinho da minha história e da minha nova vida!

beijos em todas!

Juliane Moura
Florianópolis/SC

As Mães do Meu Filho (8), Morgana Vigolo Ronsani

27 de maio de 2011 0

Oi gurias, sou a Morgana, esposa do Émerson (meu parceiro em todos os sentidos, um pai mais que participante), mãe do Eduardo, hoje com 1 ano e quatro meses. Desde o dia 06/06/2009, minha vida nunca mais foi a mesma. Lembro-me como se fosse hoje a descoberta da gravidez…

Queria, sim, ter filhos (é o sonho de quase todas as mulheres), porém sempre existia aquele medo, as inseguranças, enfim, iria conhecer um novo mundo, o Mundo das Mães. Meu marido, então, só faltou colocar uma faixa na frente de casa informando que logo, logo chegaria nosso maior tesouro.

Vivenciamos juntos cada descoberta, cada consulta, ecografia, vibramos muito quando descobrimos que seria um MENINO. Decidimos o nome, a compra do quarto. Mesmo anter de nascer, já sabíamos que chegaria um campeão do mundo – a primeira camiseta do INTER dada pelo pai… A descoberta do mundo das mães, as trocas de experiências, tudo era novo, assim como ainda é. Cada dia, é uma nova descoberta.

Tive um acompanhamento excelente da minha médica, pois ela sempre me confortava nos momentos de medo, nas asiedades, no medo do parto. Confie e se sinta segura com seu médico, pois, além de médico, eles se tornam amigos.

Já estava quase tudo decidido, o Eduardo chegaria em 26/01/2010. Claro, decido por mim e pela doutora, mas o Eduardo não queria essa data, ele preferiu passar o Natal na barriguinha da mamãe e logo depois nascer. Ele chegou no dia 26/12/2009, de parto normal, com 2.125Kg e 34cm, graças a Deus não precisou ficar na NEO, inclusive já participei em outro momento no blog sobre filhos prematuros.

A maternidade não é apenas um mundo colorido, tem, sim, noites sem dormir, as cólicas, as dores pelos nascimentos dos dentinhos, mas nada como um dia após o outro. O sorriso antes sem dentes, agora com bem mais, ele chamando a mama… pedindo mamá.. pedindo upa, dando um beijo molhado, supera tudo, e torna nosso dia melhor, nos torna a mãe mais orgulhosa do mundo.

Hoje, percebo que sou uma mulher realizada, o Eduardo veio para mudar nossas vidas, em todos os sentidos, me tornei uma pessoa melhor, consigo dar mais valor ao momentos em que estamos juntos, me dedico e curto ele até o momento dele cansar e dormir.

Não existem regras de como ser uma boa mãe, de ser um bom pai, mais creio que quando nos tornamos pais, nosso sentido fica mais aguçado e conseguimos agir e tomar decisões no momento que é necessário. Tenho a participação total da minha mãe nos cuidados do Eduardo, é ela quem cuida dele, uns dizem que é certo, outros me julgam porque filhos cuidados por avós ficam manhosos, mas o meu coração me diz que cuidados com o Eduardo iguais aos da avó, só eu e o pai dele, então, acho maravilhoso esse convívio.

Eu e meu marido trabalhamos, saímos de casa as 7 da manhã e voltamos as 7 da noite, criamos uma nova rotina em função do Eduardo. Todos os dias, saímos os três de casa, mais a mochila e mais algum brinquedo para levar para a casa da avó. Deixo o meu filho sempre sorrindo, pois lá na avó ele tem um pátio enorme (moro em apartamento), tem o Fred ( cachorro) que ele adora, e principalmente o vô, que todos os dias leva ele para tomar o sol da manhã.

Agradeço a Deus todos os dias, pela minha vida, da minha família e principalmente pela vida do Eduardo.

Vocês conheceram um pouco da minha vida, ou seja o melhor dela.

Papai, eu e o Eduardo te amamos muito e agradecemos todos os dias, por você estar sempre com nós.
Morgana

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