Os pequenos sabem e sentem tudo.
A Antonela parece um foguete pela casa. Mas, se algo não vai muito bem, apesar de tentarmos disfarçar, ela fala algo tem alguma atitute surpreendentes.
Em conversas com psicólgos e especialistas em comportamento infantil, eles afirmam que não devemos esconder nada, mas contar de acordo com a curiosidade, sem grandes explicações (dependendo da idade, obviamente).
A cuidadora da Antonela está doente e talvez não retorne mais. Ela ficava com a pequena todas as manhãs. A tarde, a Antonela vai para a escolinha.
Além da ginástica diária para ajustar a nossa rotina com a mudança brusca e inesperada, tentamos fazer com que ela não sentisse tando a ausência da babá.
Expliquei a situação, sem me estender, e a Antonela tem sido compreensiva. Está mais comportada e não reclama de um dia ir para um lado e outro para outro. Sei que sente falta de ficar em casa, mas está se adaptando.
Porém, corta o coração na hora de dormir.
Há dois dias ela repete a mesma coisa:
- Mamãe, amanhã, vai dar din-don (barulho da campainha) e a Ozi (babá) vai chegar, vou dar um abraço e ficar muito feliz.










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