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Posts na categoria "Bastidores"

Tudo que dá pra fazer a dois

21 de março de 2012 2

Todos os posts de Livia Meimes

Ei você.

Tá de saco cheio das suas brincadeiras?

Acha que já fez tudo que podia dentro de casa e a única coisa que lhe resta é o shopping?

Acha que precisa comprar mais brinquedos porque os do seu filho já perderam a graça (afinal você também brinca, né)?

Calma, Bete.

Ainda dá pra inventar váááaarias coisas, acredite. Imprima essa lista e depois me diz.

As ideias são do blog Mundo de Vicente.

Beijos


101 coisas para fazer com seu filho (1 a 3 anos)

  1. Colorir
  2. Sopre bolhas
  3. Brinque de esconde-esconde
  4. Peek-a-Boo (brincar de "achou!")
  5. Brinque de pegar
  6. Cante e brinque com as mãos e dedos
  7. Cante uma canção
  8. Coletar pedras com uma cesta
  9. Faça um curso de obstáculo de almofadas e / ou móveis
  10. Faça um forte de almofadas e lençóis
  11. Dê um passeio
  12. Faça um carro com uma caixa de papelão
  13. Leia um livro
  14. Vá para o parque
  15. Suje os dedos de tinta
  16. Brinque com massinha de modelar
  17. Atire sacos de feijão em um balde
  18. Brinque de roda
  19. Dance!
  20. Baixe alguns jogos infantis na internet
  21. Pratique colocar e tirar coisas de caixas e sacos
  22. Faça um escorregador temporário com papelão e seu sofá
  23. Role uma bola frente e para trás no chão
  24. Encha baldes com areia (usando uma pazinha)
  25. Práticar escalada com empilhamento caixas  (apenas com supervisão de um adulto)
  26. Faça um show de marionetes
  27. Vá pescar
  28. Faça um jogo de atirar argolas
  29. Monte um quebra-cabeças
  30. Jogue basquete usando bolinhas de papel
  31. Brinque com um irrigador
  32. Brinque com um balde de água e uma esponja (Por favor, supervisione a criança em todas as vezes!)
  33. Faça um tambor com uma embalagem vazia
  34. Brinque com apitos
  35. Lavem juntos as janelas
  36. Bater em tachos e panelas com uma colher
  37. Escove os dentes uns dos outros
  38. Vista bichos de pelúcia com roupas de seu filho
  39. Empilhar alimentos enlatados ou embalados em cima uns dos outros
  40. Deixe seu filho misturar ingredientes em uma tigela
  41. Faça uma casinha com uma caixa de papelão grande
  42. Deixe-o brincar com uma folha de adesivos (certifique-se de que o seu filho não vá comê-las!)
  43. Coloque adesivos nos dedos e faça-os de fantoches
  44. Tocar instrumentos musicais em conjunto
  45. Vá em uma "caça de cheiros"
  46. Confeite biscoitos
  47. Plante uma flor, árvore ou folhagem juntos
  48. Role uma bola de tênis em uma lata de lixo vazia ou balde
  49. Desenhe em um espelho com marcadores de quadro branco
  50. Brinque de esconde-esconde juntos, tentando encontrar um bicho de pelúcia ou outro objeto
  51. Faça uma festa na banheira
  52. Coloque uma coleira em um animal de pelúcia e ande pela casa
  53. Gravem-se com um gravador
  54. Fazer e experimentar chapéus de papel
  55. Dê um passeio carregando seu filho nas costas ou combros
  56. Brinque de cavalinho
  57. Fale em um ventilador elétrico (que distorce a sua voz)
  58. Brincar de cabo-de-guerra com um cobertor
  59. Colete flores (feltro, artificial, real ...)
  60. Pegue uma câmera e vá em um safari
  61. Faça jogos com tampas de sucos congelados
  62. Desligue o telefone e finja fazer chamadas telefônicas para parentes
  63. Deixe seu telefone ligado e realmente faça chamadas telefônicas para parentes, deixe o seu filho falar muito
  64. Faça colares com contas grandes e um barbante comprido
  65. Molhem-se com pistolas de água
  66. Faça colagens
  67. Faça fantoches
  68. Faça bonecos de papel
  69. Encha uma bolsa velha com brinquedos
  70. Use um rolo de papel toalha como um megafone
  71. Faça binóculos e á "observar pássaros" ou "observar bichos de pelúcia"
  72. Coloque lanchinhos em embalagens divertidas diferentes (sacos de papel, latas vazias, etc)
  73. Encenar uma história de um livro
  74. Caminhar a corda de uma calçada
  75. Desenhe com giz na calçada
  76. Desenhe a silhueta de seu filho na calçada ou num papel com giz
  77. Pinte as palmas das mãos da criança com tinta tempera e manche um papel. Faça um grande cartão para os entes queridos!
  78. Coloque o batom na criança e deixe a beijar um espelho
  79. Faça uma poça de cimento e deixe o pisar descalço nele (pegadas!)
  80. Deixe criança decorar e comer um sanduíche
  81. Faça uma barricada de papel higiênico para seu filho tentar passar
  82. Brinque de "seguir o mestre"
  83. Faça um traje de super-herói com coisas de casa
  84. Coloque seu filho sobre os joelhos e faça vários movimentos (cavalinho, balanço, etc...)
  85. Brinque de sinaleira, dizendo "Vá" e "pare"
  86. Faça um trem com caixa de sapatos para bichos de pelúcia
  87. Faça uma pilha de almofadas para saltar (mantenha longe de quaisquer superfícies duras, incluindo paredes!)
  88. Faça um quebra-cabeça fácil com feltro e velcro
  89. Faça pulseiras ou colares de bichos de pelúcia com limpadores de cachimbo e guizos
  90. Ensine os números com um baralho de cartas
  91. Jogue um jogo de memória com cartas
  92. Brinque com dominós (faça linhas e depois derrube!)
  93. Faça um piquenique no parque, quintal, ou sala de estar!
  94. Brincar vestindo roupas da mamãe ou do papai
  95. Faça um telefone com uma lata e falem um com o outro
  96. Faça uma colagem natural (usando folhas e galhos)
  97. Imitem um ao outro
  98. Faça uma "Mamãe Múmia" com papel higiênico
  99. Faça uma gravação com seleções musicais curtas e instruções para se mover de maneiras diferentes
  100. Faça e caminhe ao longo de uma trilha de papel higiênico
  101. Tire uma soneca!

"Minho" mundo

15 de março de 2012 1

Todos os posts de Livia Meimes


Já fiquei sabendo que a fofíssima Pietra, da Camila Saccomori, está começando a falar as primeiras palavras. Lá em casa estamos começando a vivencias as primeiras frases. E as primeiras ideias, razões platonianas. E tem saído coisas muito legais, gostaria de ter fôlego para anotar cada fofura que sai da boca de um certo rapazote.

É inacreditável o que estamos ouvindo, coisas como palavras novas, um jeitinho politicamente correto de quem está copiando e repetindo tudo que ouve e obedecendo a todas as normas que recebe (na escolinha).

Esses dias, ao levantar da mesa, ouvi:

_ "Xensa", mamãe.

Quase engasguei, porque, detalhe, nós nunca pedimos licença ao levantar da mesa na minha casa. Nem ficamos nos desculpando ou nos agradecendo o tempo todo. Esses dias, ao saior do táxi, o Leonardo não desistiu até dizer "bigada" na cara do taxista, olhando firme para que ele tivesse certeza que ele estava agradecendo o serviço prestado.

Lá em casa as pessoas se respeitam, claro, mas não existe este tipo de formalismo. Outra coisa engraçada é quando comemos picolé e o Leonardo sai num desespero louco para colocar o papel no lixo. Esses tempos, na praia, tive que caminhar horas num sol escaldante e areia pelando até achar uma bentita lixeira para colocarmos uma embalagem de Chicabom que poderia ter ficado enroladinha numa sacola.

Mas a que eu mais gosto é a da série "new words". Como num lance de gênio, ele resoveu flexionar o pronome "meu", e criou a palavra "minho". É "minho" isso, "minho" aquilo , "minho" mae, "minho" tudo. E a melhor de todas:

_ "Minho" mundo, mamãe.

Juro por Deus.

Menos é mais

06 de março de 2012 2


Descobri tempos atrás que pertenço a um movimento que sequer sabia existir. Eu, que chamava o modo como acredito que uma criança deva ser educada de um tosco "sem estresse", deparei com a terminologia Slow Parenting, uma variável do Slow Movement, que a grosso modo prega que devemos desacelerar em diversos aspectos da vida (você já deve ter ouvido falar do Slow Food, o oposto do fast food). A grosso modo, o Slow Movement e seus derivados propõem uma diminuição do ritmo diário em nome de uma vida mais simples, com mais tempo livre.
Pois esse paradoxo do mundo contemporâneo também pode ser aplicado à educação, ao modo como criamos os nossos filhos, e é aí que entra o Slow Parenting. Algo como não colocar tanta expectativa nos filhos, libertando-os de tantas atividades, correria, pressa, eletrônicos, pressão, barulho, estresse e expectativa. Em troca, propor mais passeios ao ar livre, mais silêncio, mais calmaria. A hipótese é que mais tempo para crescer e descobrir o mundo fará as crianças mais felizes. Afinal são apenas crianças, não é mesmo?
A psicóloga Luciana Suarez Grzybowski explica que os estímulos numa criança na chamada primeira infância, que vai até os sete anos, não precisam ser complexos. Basta brincar, interagir, questionar o mundo, conviver, viver o lúdico e, principalmente, ter os pais por perto.
_ É uma fase em que andar com o filho pela rua, mostrar uma flor, uma árvore, estar junto sem compromisso de regras, de ter que aprender isso ou aquilo, basta _ comenta Luciana, lembrando que é preciso que os pais disponham de tempo para a educação e o acompanhamento da vida doméstica e escolar, renunciando mais e terceirizando menos o convívio com os filhos, pois nada substitui o interesse e a companhia de quem se ama.
Um dos gurus do Slow Parenting é o jornalista Carl Honoré, autor de Under Pressure: Rescuing Our Children from the Culture of Hyper-Parenting (Sob Pressão: Como Salvar as Crianças da Cultura dos Hiper-Pais, em tradução livre). Entre os conselhos do autor estão deixar as coisas acontecerem em vez de programá-las, tentar não controlar tudo, dar tempo livre às crianças para que possam desenvolver a sua criatividade, recusar a pressão de ter de oferecer aos filhos uma infância perfeita, dar aos filhos espaço e tempo para explorar o mundo à sua maneira, pois é assim que as crianças aprendem a pensar, a inventar e a socializar.
Em tempos de Roger Waters em Porto Alegre, não custa lembrar: deixe as crianças em paz.

O dia do vômito no Cantinho do Pescador

02 de março de 2012 3

Ninguém tem obrigação de aguentar o vômito do filho alheio a não ser a mãe e o pai da criança e olhe lá. Vômito é f... em todos os sentidos. O cheiro pega e não sai nunca mais. Se for no carro, adeus cheirinho do carro para sempre. Mas como ter um filho é uma coisa meio escatológica mesmo, a gente vai levando como pode.

Bem, essa introdução é só para fazer um agradecimento de coração ao pessoal do Cantinho do Pescador, em Torres, que teve que limpar litros de vômito do Leonardo, sábado passado. E o mais legal é que eles nem fizeram cara feia. Em um segundo tinha uma santa criatura com balde e pano na mão e mais outros dois fazendo a mudança do cadeirão, que estava todo emporcalhado. E depois, ao invés de nos expulsar do recinto,  ainda trouxeram um cadeirão limpo, para voltarmos a comer a maravilhosa casquinha de siri. Sem vômito, claro.

Chegamos no Cantinho pelas dez da noite, depois de passarmos quatro horas na estrada, abaixo de um temporal absurdo. Eu fui atrás, distraindo o Leonardo com vídeos da minha época, mostrando Bozo e Balão Mágico. Acho que o sacolejar do carro foi o responsável pelo mal-estar do guri.

Bom saber que ainda tem donos de restaurantes que relevam uma situação chata como essas, à noite, numa praia, quando a maioria das crianças já estão dormindo e os adultos estão bem belos, tomando a caipirinha merecida.

Bjs



Pezenti, mamãe

25 de fevereiro de 2012 0

Adivinha.

Não posso mais encontrar meu filho depois do expediente sem que antes ele dê um mosh na minha bolsa.

_ Pezenti, mamãe.

O irônico é que ele não pergunta: "mãe, trouxe presente?". Não, é pior, ele exige, fica de mutuca esperando eu me aproximar para voar em cima de mim. Para a minha sorte, o "presente" pode ser qualquer coisa, de uma bala a um suco de maçã, passando por um Kinder Ovo na melhor das hipóteses, que eu levo estrategicamente na bolsa quando meu bolso permite. E ai de mim se não tiver "pezenti".

Mas às vezes não tem, não. Ele chora um pouco, mas logo esquece, como toda criança. E quando tem, é muito massa. Porque o presente que ele pede não é um preseeeentee propriamente, mas a delícia que é o sabor de ser surpreendido, de descobrir o que será que tem naquela bolsa cheia de cacarecos da mãe dele. De saber que eu lembrei dele quando estávamos longe e se ele escolher a mão certa, pode brotar dali uma coisa deliciosa, uma supresa.

...

Se não estou acostumando ele mal?

Não, imagina.

Se estou aliviando a minha culpa de ficar longe dele?

O que é isso?



Mãe, você é uma chata

18 de fevereiro de 2012 2

Todos os posts de Livia Meimes



Mãe

Enquanto escrevo isso lembro de você drenando meu nariz ranhento 24 horas por dia. De você com cara de quem comeu picolé de xuxu sem sal na hora de me deixar na escolinha e ir para o trabalho. Até hoje você faz a mesma cara quando eu vou para o colégio e provavelmente fará quando eu for pra faculdade. Isso nunca mudará.

Lembro da minha infância inteira tirando e colocando o casaco, você me tapando e eu chutando as cobertas a noite inteira. Você nunca entendeu que eu puxei ao meu pai: nós não sentimos frio, mãe, ao contrário de você, que dorme tapada até no verão.

Também lembro de você, a minha infância inteira, dizendo para eu não tomar Coca-Cola, mas você sabia que dava tudo por uma. Quando dizia que não, morria de remorso. E preciso confessar uma coisas: a minha vó nanny me dava, a minha vó nanny me dava, minha vó nanny me dava.

Você também adorava ficar em cima de mim, me sufocando com beijos molhados, me lambendo, mordendo a minha barriga e fazendo barulho, só para eu cair na risada que nem o nenenzinho da propaganda do Itaú.

A hora de escovar os dentes era a maior tortura. Era eu segurando a escova com força, chupando toda a pasta com baixa abrasividade, só para te irritar. E você tentava ser paciente, fazendo de tudo para que meus dentes ficassem limpos. Era dia e noite, noite e dia, e você lá, tentando.

Aqueles meus dois primeiros anos foram difíceis, né mãe? Mas foram muitooo divertidos.

Mãe, você é uma chata.

Ass. Leonardo.




Como é? Sem frescura

10 de fevereiro de 2012 2

Todos os posts de Livia Meimes


Fui visitar uma pessoa que eu não via desde o nascimento do pequeno pôney (essa eu me puxei). Curiosa, essa pessoa me metralhou com vááárias perguntas, como era a nossa rotina, como eu me virava, como era a logística (palavra mais usada dos últimos tempos),  se era puxado, se doia e patati patatá.
Céus, pensei, era muita coisa pra responder e eu não estava com saco. Resolvi largar a primeira coisa que me veio à cabeça:
_ É sem frescura. A gente vasculha liquidação, reaproveita coisas dos parentes, compra brinquedo em brechó. A gente se vira. Mas com escolinha eu gasto uma fortuna, sabe como é, classe média economiza em tudo, menos em educação.
PLIM!! Sem querer eu acabava definindo a maneira como eu acho que uma criança deve ser criada: sem frescura.

Mas o que é educar sem frescura, pensei. Fui pras tenéti e descobri esse livro que, juro para vocês, não fui eu que escrevi:

"50 Maneiras de Criar seu Bebê sem Frescura", com conselhos elaborados pela autoria Jenny Rosén. Descobri que o ela faz é desmistificar assuntos da maternidade, aquela coisa que a gente vive falando aqui. Não é bem o que eu queria, por isso prometo desenvolver a minha teoria sobre como criar um bebê sem frescura logo, logo. Enquanto isso, reproduzo abaixo algumas ideias de Jenny:

"O bebê está lindo. Só precisa engordar um pouquinho. Está muito magrinho"
Gordura não é sinônimo de saúde, nem para bebês. O importante é a criança estar dentro da linha de desenvolvimento, crescimento e ganho de peso proporcional ao seu tamanho no momento do nascimento. Um bebê que nasceu com 2,9 kg, por exemplo, não terá o mesmo peso ou aparência de outro cujo peso beirou os 4kg no nascimento.

"O filho do fulano já segura tudo com as mãozinhas e sempre ri quando me vê e o outro andou com 10 meses"
"Existe um receio de nossos filhos estarem em desvantagem. Cada criança tem seu tempo que deve ser respeitado. De forma alguma torne a comparação uma cobrança para seu filho. O estímulo tem de ser como uma brincadeira , uma diversão que leve o bebê a superar naturalmente os seus limites", diz Jenny Rosén. É importante apenas manter o desenvolvimento acompanhado por um profissional que possa detectar possíveis problemas.

"Se não deixar o bebê chorando, ele nunca vai aprender a ficar ou a dormir sozinho"
"A maneira de o bebê se comunicar nos primeiros meses é com o choro; portanto não significa sempre um problema ou dor. A função dos pais não é de nenhuma maneira fazer cessar o choro, e sim de tentar entender o que acontece", diz Augusto Pisati. Aos poucos, os pais vão entendendo o que significa cada um dos choros do bebê. Até isso acontecer, não tente impor técnicas e regras ao pequeno. "Pegar seu filho recém-nascido no colo quando ele chora não vai mimá-lo. Também acredito que não se deve deixar o bebê chorando desnecessariamente nos primeiros meses. Nessa fase, ainda não existe a manha. Se eles choram é porque algo está errado. Não acredite que deixá-los chorar por horas durante a madrugada fará com que não despertem na noite seguinte", diz Jenny Rosén.

"Você não poderá sair de casa até o bebê ter seis meses. Viagens, então, pode esquecer"
"O importante é a estimulação a que a criança é exposta e não o fato de sair de casa", diz Jenny Rosén. Mas isso não impede que o bebê saia de casa. Até os dois meses de idade, apenas evite lugares aglomerados. "Uma dica é levar o bebê no carrinho, pois inibe que as pessoas a manipulem e peguem muito no colo", diz o pediatra Augusto Pisati. O especialista da a medida: a época ideal é quando os pais sentirem necessidade. "Uma voltinha no parque ou uma visita rápida aos amigos são ótimos programas", diz Rosén, que saiu pela primeira vez com sua filha Lorena quando ela tinha apenas 8 dias - antes dos 3 meses a bebê ia a todos os lugares. Lorena foi à praia pela primeira vez com 2 meses.

"Você deixa esse bebê muito descoberto. Ele não pode tomar friagem"

A dica é não exagerar. O bebê deve estar apenas um pouco mais agasalhado do que você. "Saiba que um dos principais motivos de choro sem razão aparente é o calor. Experimente tirar uma peça do vestuário do seu filho e veja se ele não se acalma imediatamente", diz a autora. Uma dica é perceber a sensação térmica do bebê por meio da temperatura dos pés e mãos, que devem sempre estar mornos e nunca suados ou quentes.


Para ver bem mais além

08 de fevereiro de 2012 17

O maravilhoso How To Be a Dad criou esta ótima campanha, que diz o seguinte: Você é mãe. Nós ouvimos seu rugido. / Seu corpo não está arruinado. Você é uma baita tigresa que conquistou suas listras.

Achei legal porque mostra a imagem de uma mulher e suas indefectíveis estrias adquiridas na gravidez e que estrias não representam simplesmente estrias. Se você não quiser olhar pelo lado de quem cultua a perfeição, estrias podem ser vistas como listras de uma tigreza.

Massa, né?


You are mother. We hear you roar.

Posted by CharlieAndAndy on February 2nd, 2012

With a world driven by image and perfection and unattainable Photoshopped standards of beauty, it’s uncomfortable for us to imagine the magnitude of what a woman may feel she had to “sacrifice” by “ruining her body” in order to have a baby. The statement in this picture offers a different way to think about it though.

A Mother's  Tiger Stripes


Inter!!!

01 de fevereiro de 2012 0

Em dia de saber se o Inter vai ou não para a Libertadores, que tal torcer com a Cintia Daniela Roesler, mãe do Joaquim, de 6 meses?
_ Eu resolvi unir duas paixões em uma tatuagem: o nome do meu filho e o meu time do coração _ diz ela.

Curtiu?



Mãe pedagogicamente correta. Você é?

25 de janeiro de 2012 4


Você é daquelas que só oferece ao seu filho livros com mensagens educativas?
Xuxa está vetada do seu vocabulário - e do seu aparelho de som?
Proíbe de ver Big Brother Brasil, mesmo que o piá não entenda bulhufas?
É fã de Vila Sésamo, Cocoricó e Palavra Cantada?
Ensina seu filho a reciclar lixo, a não comer gordura trans e como salvar o planeta?
Só mostra cantigas de roda e musiquinhas inocentes para o seu filho como "Cai Cai Balão" e "Brilha Brilha Estrelinha" e surta só de imaginar ele cantando "Ai se eu te pego, ai, ai"?

Parabéns! Você é uma mãe pedagogicamente correta.
O que isso significa? Que talvez você seja um pouco chata, mas está correta nas suas atitudes. Nunca é demais ser chata quando se trata de educação dos filhos. Por mais que você reme, reme, parece que sempre vai ser derrotada pelos inimigos maus hábitos, doces fora de hora, manhas persistentes e patatipatatá. É bom ter uma gordurinha, nesses casos.

E para isso, nada melhor do que sempre optar sempre pelo lado certinho da força. Não abusar muito da sorte, saca? Mas cada um tem seu limite, claro. Eu, por exemplo, posso levar o Leonardo para jantar e chegar em casa às 23h, mas quando ele chega, vai dormir na cama dele.  Também deixo tomar Coca-Cola e comer doce em festas, mas em casa, necas.

Uma coisa "flexível, mas não tanto".

beijos



Feito tatuagem - me ajudem a escolher!!

22 de janeiro de 2012 0


Tem mãe aí que nunca entraria num estúdio que tatuagem na vida, mas muda de ideia quando o assunto é registrar o nome da pessoinha mais importante da sua vida.

Porque, ao contrário de nome de ex, ninguém se arrepende de apagar o nome de um filho da pele.

Não existe ex-filho rsrs.

Eu vou me jogar nessa, mas ainda tenho várias dúvidas.

Por isso, me mandem fotos das suas, que eu publico aqui.

Depois mostro a minha.






Ti amu

14 de janeiro de 2012 3


Eu ensinei o Leonardo a falar "ti amu mamãe" e agora ele não para de falar "ti amu" para deus e todo mundo. Cheio de amor para dar, ele, que não é bobo, vê a reação "ternura" das pessoas quando pronuncia as tais palavras e gosta do resultado. Por isso, não parou mais de repetir as palavrinhas mágicas.
Disse para pessoas certas, claro (família), mas também largou um "ti amu" para uma pessoa sem essa, digamos, importância emocional, me rachando a cara de vergonha. E de raiva também.
Ela, claro, achou lindo, veio toda feliz me contar que era amada pelo meu filho.
Porque ela realmente acreditou.
Eu sorri, disse a ela que ele é um menino muito carinhoso mesmo.
Puxei ele num canto e disse:
_ Tu não pode dizer "ti amu" para qualquer um, filho. Só para a mamãe, o papai...

E o safado só deu uma risadinha de canto.



O cara mais legal do universo

12 de janeiro de 2012 3

Estou quase me juntando às corujas monitoradas de Capão da Canoa. Lembram delas? As maravilhosas que conseguiram embargar o show de fogos de artíficio do reveillon de 2010.



Nós também estávamos em Capão da Canoa.
E foi em Capão da Canoa que eu conheci o cara mais legal do universo.
Eu explico.
Durante esses dois anos de picolucho, passei 24 horas do dia tentando desvendar, decifrar sua personalidade. Observava tudo que ele fazia, se torcia o nariz para o que não gostava, se vibrava com algo delicioso, se tolerava alguma incomodação, se era capaz de se comover com uma coisa triste, como se relacionava com as pessoas ao seu redor, se era capaz de se defender quando atacado...

Enfim, eu queria saber como ele era por dentro, o seu caráter, sabe?
E torcia baixinho para que ele fosse um cara sensível, humano, afinal sua personalidade só começaria a ser revelada quando ele crescesse um pouquinho mais, começasse a falar, ter opiniões, essas coisas. E adivinha? Ele está se revelando um ser sensível. Nas férias, ficou preocupadíssimo com um passarinho que caiu do ninho, que ele apelidou de "piu-piu Pic". Todos os dias me pedia para visitar o pobre animalzinho, e lá íamos nós visitar o piu-piu Pic.

_ Olha, ele está mais fortinho, vai se recuperar!

E ele vibrava com cada conquista de Pic.

Caso você não lembre, caráter é aquilo que adquirimos ao nascer, é o seu modo de ser de cada um, suas características próprias, seu temperamento. E que só depois de muita, muita terapia você conseguirá mudar. 

São 731 dias de felicidade, quase todo esse tempo dividido aqui, com vocês, neste blog. Tempo que eu me orgulho em dizer que estamos criando um sujeito muito legal lá em casa. Que, como diz a minha mãe, "veio melhor que a encomenda".

Pode crer.




Manifesto materno 2012

23 de dezembro de 2011 0

Tá, eu não resisti.

Aí vão coisas que eu quero para mim e para você em 2012:

- Mais doçura

- Mais fofura

- Mais beijos

- Menos culpa

- Mais horas com os filhos

- Mais horas para cuidar de si mesma

- Mais resoluções de pepinos

- Mais diálogo com seu pecu

- Professoras e babás maravilhosas para os nossos bebês

- Menos açúcar, mais frutas

- Mais imunidade e menos vírus no ar

- Bater aquela meta da balança

- Impor mais limites

- Passar (ainda) mais segurança

- Ajudar mais quem precisa

- Ter mais paciência e disposição para brincar à noite, depois de um dia intenso de trabalho

- Desfraldar a cria sem traumas

- Ser mais tolerante


Beijos e Feliz Ano Novo!!




Desejo é diferente de vontade

09 de dezembro de 2011 0

Nesses dias que se aproximam dos dois aninhos do pecolucho, volto no tempo e me pergunto o que me fez passar por tudo isso. Até então, eu nunca havia conseguido uma resposta racional para a pergunta que não fosse o clichezaço "amor incondicional e companhia limitada".

Até me deparar com a psicóloga Vera Maluf, autora do livro Fertilidade & Maternidade: o desejo de um filho (Editora Atheneu). Segundo a autora,

o desejo de gerar uma criança não basta, também é preciso ter vontade. Parece óbvio, mas não é: enquanto a vontade é construída pela consciência, disciplina, interação, um fator social. Já o desejo é mais intenso, é dado pela psiquê, libido, biologia, um fator natural.

E quando saber qual a hora certa?

Segundo a autora, a grande hora vem quando o casal começa a solucionar uma série de dúvidas e toma suas decisões . E, quanto mais consciente de dificuldades, percalços e atributos sobre essa aventura, mais acertada será sua posição sobre ter o bebê.

Legal, né?





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