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Posts na categoria "brinquedos"

A brincadeira do pernoite com ursinhos

12 de janeiro de 2013 1

Todos os posts de Camila Saccomori

Na escolinha em que minha filhota Pietra estava no ano passado, rolou uma brincadeira muito legal na turminha. As professoras leram um livro sobre um ursinho, o Teddy, e as crianças viam o personagem em "carne e osso", ou melhor, em pelúcia.

Depois, o Urso Teddy, companheiro da turma, começou a ir para a casa dos alunos com o tal livro pernoitar por uma noite com cada um. Ele vinha acompanhado de um DIÁRIO para anotarmos tudo o que o bichinho "aprontava" na casa de quem o estava hospedando.

Pietra recebeu o Teddy em um fim de semana. Foi uma delícia. Brincou em casa, dormiu perto do berço, foi para a casa da vovó e, pobrezinho, foi jogado até na piscina! Tudo isso foi relatado no diário. O mais legal era ver também as anotações de outras mães (feitas como se o urso contasse em primeira pessoa) e saber o que outras famílias fazem em casa com as crianças.

A experiência para a Pietra foi tão marcante que até hoje ela chama TODO E QUALQUER ursinho de... Teddy.


O post, porém, é para sugerir a mães e escolas que copiem a brincadeira com coleguinhas, amiguinhos, vizinhos, priminhos. Eu já estou planejando fazer logo após as férias de verão com as amigas-que-são-mães. Conto aqui depois como foi.

Brinquedos reais a partir de desenhos infantis

25 de novembro de 2012 0

Esse site já foi indicado em várias revistas e blogs temáticos, mas eu não me canso de olhar os novos trabalhos deles. É a Child's Own Studio, que desenvolve brinquedos de verdade a partir de desenhos de crianças. E olha que às vezes os desenhos são muito simples e, quando se vê, lá está o boneco ou objeto "em carne e osso" para a gurizada brincar. Vai dizer que não é o MÁXIMO?

Brincar de fazer faxina?

09 de outubro de 2012 33

Todos os posts de Camila Saccomori


Coluna publicada em Zero Hora no caderno Meu Filho de 8 de outubro de 2012.

Camila Saccomori, 34 anos, editora do TV Show e mãe da Pietra, 1 ano e meio

Muito se questionou nas publicações de entretenimento a validade de se fazer um remake de Guerra dos Sexos em pleno ano de 2012. A nova novela das sete da TV Globo, originalmente exibida em 1983, estaria ultrapassada: afinal, hoje em dia, homens e mulheres já estão em posição de igualdade. Disputam os mesmos postos de trabalho, ganham os mesmos salários, até a presidente do Brasil é mulher, blablablá.
Não, você não errou de caderno: este é mesmo o Meu Filho, e não o TV Show. Trago o assunto à baila aqui porque, uma semana após a estreia da nova versão da novela de 1983, sem querer encontrei um baita motivo para justificar que a guerra dos sexos ainda precisa, sim, continuar sendo debatida. E que nós, mulheres, ainda estamos em desvantagem. Muita desvantagem.
Tudo começou quando caiu no meu colo um folheto publicitário para o Dia das Crianças. Entre bichinhos de pelúcia fofinhos e bonecas simpáticas, ele trazia a seguinte foto:
Choquei. Olhei de novo para ter certeza: sim, era uma lava-roupas infantil. Minha memória buscou outros brinquedos semelhantes que eu já havia visto de relance em sites e prateleiras de lojas sem dar maior importância. Lembrei do kit de pás de vassoura, do aspirador de pó em miniatura e do conjunto de ferro de passar e tábua.
Feito o bocó Tufão catando peças de um quebra-cabeça em Avenida Brasil, juntei lé com cré e morri: é tudo rosa. Tudo rosa e lilás. Tudo para menina. Somente para meninas. Em pleno ano de 2012. Como se os meninos não precisassem ser “treinados” para o serviço doméstico no futuro.
Sim, estes brinquedos são evoluções dos fogões e pias que eu mesma tinha quando era pequena. Ou seja, justamente à época da Guerra dos Sexos original, lá no início dos anos 1980. Nossos pais não tinham nenhuma obrigação de ajudar em casa, seja varrendo a casa ou aspirando o pó do chão e muito menos lavando roupa no tanque. Hoje os tempos são muito diferentes, mas a lavadora pink e outros itens de faxina seguem por aí como sugestão de presente para meninas.
Sim, a máquina é tão tão tão fofinha que dá vontade de montar uma área de serviço completa para nós, adultas. Mas que recado estamos passando para nossas crianças ao investir nisso? Acho óbvio: passa o recado de que serviços domésticos ainda são tarefas preferencialmente femininas.
No dia em que recebi o tal folheto de brinquedos, virei a noite lendo sobre o assunto. E acabei recorrendo ao premiado e polêmico Menino Brinca de Boneca?, do sexólogo Marcos Ribeiro, lançado em 1990. Ele explica em breves 56 páginas os conflitos do tema, mas o resumo é este aqui: não existe brincadeira de menina ou de menino. A diferenciação é apenas cultural.
Considerando que brincar é sinônimo de aprender, por que devemos perpetuar preconceitos e machismos desde cedo para as crianças? É a sociedade que limita os papéis de como guris e gurias devem se comportar.

Portanto, um alô aos fabricantes de brinquedos: que tal oferecer opções de cores neutras para os itens citados? Um fogãozinho azul, uma pia verde. Meu futuro genro, marido da Pietra lá em 2040, precisa ser prendado.

Dia das Crianças - Para cada idade, um brinquedo

07 de outubro de 2012 0

Se a variedade é imensa, na hora de escolher o brinquedo para dar aos pequenos no Dia das Crianças é preciso levar em consideração o desenvolvimento que o presente poderá atribuir-lhes de acordo com sua idade.
Atualmente, uma gama de brinquedos está disponível para escolha dos pais com o intuito de estimular na faixa etária.
Apesar de alguns itens serem mais caros do que há alguns anos, hoje os brinquedos são estudados pela Sociedade Brasileira de Pediatria, pela Academia Americana de Pediatria e certificado pelo Inmetro, o que faz valer a pena o gasto a mais pelo cuidado com a segurança e estímulo para o desenvolvimento.

Segundo o médico Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz e criado do portal Pediatria em Foco (www.pediatriaemfoco.com.br), o brinquedo ideal será o que melhor se adequar à maturidade da criança.
- De qualquer forma, é importante deixar que o filho tenha participação na escolha do presente. Se não for aprovado pelos pais, outras opções podem ser oferecidas - ele diz.

Famílias que têm filhos com boa diferença de idade devem redobrar os cuidados com as peças pequenas que demonstram em alguns brinquedos. O brinquedo para uma criança de 6 anos, por exemplo, não deve ser oferecido a um irmão mais novo de 3 anos.

Veja as dicas do pediatra para cada idade:

Bebês de 0 a 5 meses – Brinquedos que estimulem principalmente a visão, tato e audição como, por exemplo, livros ilustrados.

Quando crescem um pouco, entre 6 meses e 1 ano, a criança já necessita de outros estímulos. Sendo assim, artigos que emitam sons e jogos de encaixe são grandes aliados.

De 1 a 3 anos – A criança já pode ganhar as tradicionais bonecas, carrinhos e bichos de pelúcia. Nessa etapa o controle motor e a interação com o ambiente já estão muito fortalecidos. Por isso é um momento muito criativo para estimular a linguagem e as brincadeiras dentro e fora de casa. Nesta fase, o médico recomenda muita atenção em relação às partes pequenas dos brinquedos, que podem ser engolidas, já que até os 3 anos as crianças costumam levar objetos à boca.

Entre 3 e 6 anos – É o momento de estimular a criatividade. Massinhas de modelar, games eletrônicos e brinquedos educativos são bem recomendados.

A partir dos 6 anos – Meninos e meninas já podem praticar esportes coletivos e estão prontos para assumir pequenas responsabilidades, pois apresentam maior maturidade. Além disso, inicia-se nessa idade a alfabetização.
- Sugira alguns brinquedos pedagógicos e jogos de tabuleiros que possam ser divertidos
- diz o pediatra.

Onde guardar os brinquedos das crianças?

31 de agosto de 2012 4

Todos os posts de Camila SaccomoriMinha filhota tem só 1 ano e quatro meses e já estou enfrentando esse "problema": onde guardar tanto brinquedo?

Ela só teve, até agora, um Natal e um aniversário, mas é claro que já acumula muitos ursinhos de pelúcias, bonecas, jogos de montar, encaixar, empilhar.

Quando planejei o quartinho, separei um espaço de um criado-mudo vazado embaixo para colocar uma caixa de plástico colorida no qual os brinquedos pudessem ser "jogados" na hora de guardar. Acho que não faz sentido ser de outra forma, a não ser os que ficam expostos em prateleiras, por exemplo.
A tal caixa não foi suficiente. Acabei me "espraiando" pela casa e criei na sala uma gavetona embaixo da TV só para os brinquedos da Pietra também. E mais: embaixo do berço, tem outra caixa que acumula Legos e mais brinquedinhos pequenos de encaixar.

A sala de estar abriga também uma "toca de bolinhas" que virou abrigo de vários bichos de pelúcia. É tipo esta da foto abaixo, mas em vez de "só" 100 bolinhas tem um monte de coisa dentro.

Pesquisando por outras sugestões de organização de brinquedos, encontrei vários modelos de caixas lindíssimas para a gente se inspirar. Os das fotos abaixo são todos "gringos", mas não é difícil futricar em sites de decoração e achar alguns criativos também.

 

Na sua casa, como é? Conte para a gente!

Brinquedos para locar e para festinhas

21 de agosto de 2012 0

Todos os posts de Camila Saccomori


Toda mãe sabe que os filhos enjoam rápido de seus brinquedos.
E toda mãe que precisa fazer uma festinha caseira fica em um beco sem saída para entreter as crianças.

Os links abaixo são de empresas de Porto Alegre que resolvem os problemas acima.

A LokeBrink e a BrinqueTroque são planos de sociedade no qual as famílias pagam uma mensalidade e locam brinquedos periodicamente. Vale muito a pena!
www.lokebrink.com.br
www.brinquetroque.com.br

Já a Lelê Bebê e a Kantinho do Bebê locam brinquedos de diversas faixas etárias e finalidades para festinhas de qualquer proporção. Fica a dica!
www.kantinhodobebe.com.br
www.lelebebe.com.br


Uma observação: estas são só as que eu conheço.

Quem quiser compartilhar outras sugestões é só usar as caixas de comentários!

Que brinquedo marcou sua infância?

02 de agosto de 2012 4

Todos os posts de Fabiana SparrembergerO último pedido do guri é um brinquedo do meu tempo. Não sei onde ele jogou, mas chegou "me cantando" com o "custa bem baratinho, mãe".

Era um jogo de varetas. Voei com o pensamento para a infância dos meus 7 ou 8 anos e lembrei de como a gente gostava de passar horas e horas tentando retirar uma vareta do conjunto com a difícil missão de manter imóveis as demais. Nossa! Eu perdia na maioria das vezes (nunca fui habilidosa com trabalhos manuais e também não me saio bem com tarefas que exigem movimentos precisos... fazer a unha, nem pensar...).

Jogar varetas exigia muito de mim, mas o que eu exercitei mesmo foi a paciência. Acho que, inclusive, deveria jogar mais varetas na fase adulta...

Ainda falando em brinquedos, fico pensando se, diante de tantas coisas que a gurizada ganha hoje em dia, se vai lembrar como a gente, que tem mais de 30 ou quase 40, dos brinquedos que marcaram a infância. A bailarina de vestido rosa, meia branca, cabelo preso, que girava sem parar, nunca me saiu da cabeça (e minha mãe colaborou com isso porque sempre preservou impecável a minha amada dançarina).

Mas será que o pequeno vai lembrar de algum brinquedo específico? Algum que foi marcante e que ele guardará com carinho na memória? Tenho minhas dúvidas...

Eu tenho a imagem das minhas duas Susis (sim, a Barbie da nossa época era a Susi) bem fresquinha. E também da "minha bebê" com seu vestido rosa (lembram das primeiras imitações dos bebês que chegaram no mercado?). A bebê foi parar nos braços da minha afilhada mais nova, mas segue inteirinha mais de 35 anos depois...

E quais foram os brinquedos da sua infância que você não esquece? Eles seguem no mercado? Você conseguiu apresentar um deles a seu filho?


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