Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "campanha"

Vamos ajudar a Bellinha, gente?

08 de dezembro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerPrepare-se para mais uma história comovente aqui no blog. Quem nos conta é a mamãe Sonia Chaves de Almeida, mãe da Isabella, a Bellinha, que tem uma luta e tanto pela frente.


Eu, Sonia, e meu marido, Ítalo, temos dois filhos . Um menino (Heitor), hoje com 11 anos, lindo, mais alto que eu e muito saudável.

Heitor sempre quis ter um irmão ou uma irmã. Era seu maior desejo, vivia pedindo. Logo após seus 9 anos descobri que estava grávida. Ficamos muito felizes e principalmente o Heitor, que conversava todas as noites com o bebê mesmo sem saber o sexo.

No dia em que  completava 10 anos, contamos a ele e a todos os parentes que seria uma menina, e que como na família do meu marido, só haviam homens (netos e filhos), ISABELLA, iluminaria nossas vidas.

No dia 24/08/2011, chegou Isabella, foi um dos dias mais felizes de nossas vidas. Eu mesma não conseguia acreditar que ali estava minha filha linda, a princesinha da família.

Toda vez que lavava  suas roupinhas, ficava admirando no varal. Parecia um sonho que se tornara realidade. Ali estava a tão esperada menina da família.

Os dias começaram a passar, e Isabella não pegava peso, seus olhos não pareciam normais, chorava muito e não queria mamar.

Levamos ao pediatra, que trocou o leite, mas, mesmo assim, ela não estava desenvolvendo como as outras crianças. Fomos aconselhados a procurar um médico oncologista, que logo a internou para fazer uma série de exames. Mesmo com todo o esforço dos profissionais, foi muito difícil encontrar a doença.

Aos nove meses foi diagnosticada OSTEOPETROSE INFANTIL (Albers-Schlomberg), também conhecida  como ossos de mármore, doença genética rara que torna os ossos mais densos.

Não existe tratamento, a única saída é o transplante de medula óssea.

Na hora não entendemos bem, mas sabíamos que era muito difícil, pois ouvíamos falar sobre este tipo de tratamento nos meios de comunicação.

Víamos seguido o apelo de pais para poder salvar a vida de seus filhos. Choramos muito, nos tiraram o chão, ficamos desorientados sem saber o que fazer.

Logo tratamos de fazer o teste de compatibilidade, em toda a família.

Para maior tristeza, ninguém foi compatível, nem mesmos seu irmão Heitor, que tinha certeza que seria, ficou muito triste.

Os dias estão passando, Isabella fez um aninho, não senta sozinha, sua visão já está comprometida, não caminha, mas entende tudo o que falamos, adora música, dança e atira muitos e muitos beijinhos quando acorda. E é isso que nos dá força para enfrentar o dia, ela luta muito para viver.

Esperamos todos os dias que o telefone toque e digam que encontraram um doador para nossa Isabella.

Com o passar dos dias, a demora, resolvemos fazer uma campanha para ajudar tanto nossa filha como outras pessoas que também estão nesta luta.

Nós, como pais, pedimos do fundo do coração que pessoas de 18 a 54 anos, procurem o hemocentro mais próximo de sua casa e faça um cadastro para ser doador de medula.

O procedimento e simples,não dói nada e trará a felicidade de salvar uma vida.

Quem é pai e mãe   sabe bem o que estamos sofrendo, mas com a ajuda de todos sabemos q vamos conseguir vencer.

Hoje, a pequena Bellinha tem 1 ano e dois meses, porém sua estatura é de uma criança de sete meses.

Temos certeza q nossa filha veio com esta doença para ajudar a salvar muitas vidas, através de campanhas e mais campanhas.

Que mesmo conseguindo, nunca pretendemos parar.

Agradecemos do fundo do coração a todas as pessoas que estão nos ajudando.

Juntos, conseguiremos, e logo Bellinha vai correr  e fazer muita arte.

Quando entender melhor, contaremos a ela sua história, para q seja mais uma aliada nesta luta que não terminará nunca.

"UM DIA DE SUA VIDA,  POR UMA VIDA INTEIRA"

Veja como ser um doador de medula

- Quem quiser ser incluído no cadastro nacional do Instituto Nacional do Câncer (Inca) deve procurar o Hemocentro de Santa Maria (Alameda do Chile, abaixo do Fórum, de segunda a sexta, das 8h às 17h, sem fechar ao meio-dia). Se você não é da região, procure informações sobre o hemocentro mais próximo

- Qualquer pessoa que tenha entre 18 e 55 anos pode ser doador

- No Hemocentro, a pessoa faz um cadastro (mediante documento de identidade e CPF) e faz a coleta de 5ml de sangue

- A amostra de sangue será enviada ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que processa o sangue e determina as características da medula da pessoa. Esses dados são enviados ao cadastro do Inca. A pessoa passa a fazer parte do cadastro nacional de doador

- Quando (e se) surgir uma pessoa precisando de medula e se for compatível com o doador, ele será chamado para o Hemocentro para fazer um série de exames e repetir a coleta de sangue. Se confirmar a compatibilidade, a pessoa irá decidir se quer mesmo doar a medula.

- A doação não tem custo nenhum. Todo o procedimento é pago pelo governo federal. Ela consiste em uma retirada de ceca de 10% da medula do doador (uma espécie de transfusão de sangue)

- Mais informações pelo (55) 3221-5262

Procura-se uma estrelinha

03 de abril de 2012 0

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

O Diário de Santa Maria está procurando, por meio do blog, uma estrelinha para brilhar em uma das peças publicitárias da campanha que vai comemorar os 10 anos do jornal (é linda, gente, e todo mundo vai adorar!).

A criança precisa ter nascido em junho de 2002, mês em que o Diário foi fundado. E precisa morar em uma das 38 cidades da região de cobertura do jornal.

Interessados em participar devem enviar, até esta sexta-feira, dia 6 de abril, uma foto atual do(a) filho(a) e uma foto do dia do nascimento ou dos primeiros dias de vida (pode ser junto com a família, se não houver uma que o bebê apareça sozinho).  E não esqueça de informar o nome da criança, a data de nascimento, o nome dos pais e telefones para contato.

O e-mail que vai receber as fotos e as informações é o karine.bruch@diariosm.com.br



Para ver bem mais além

08 de fevereiro de 2012 17

O maravilhoso How To Be a Dad criou esta ótima campanha, que diz o seguinte: Você é mãe. Nós ouvimos seu rugido. / Seu corpo não está arruinado. Você é uma baita tigresa que conquistou suas listras.

Achei legal porque mostra a imagem de uma mulher e suas indefectíveis estrias adquiridas na gravidez e que estrias não representam simplesmente estrias. Se você não quiser olhar pelo lado de quem cultua a perfeição, estrias podem ser vistas como listras de uma tigreza.

Massa, né?


You are mother. We hear you roar.

Posted by CharlieAndAndy on February 2nd, 2012

With a world driven by image and perfection and unattainable Photoshopped standards of beauty, it’s uncomfortable for us to imagine the magnitude of what a woman may feel she had to “sacrifice” by “ruining her body” in order to have a baby. The statement in this picture offers a different way to think about it though.

A Mother's  Tiger Stripes


Mais e mais tatoos

01 de fevereiro de 2012 3


Essa tatuagem é da Aline Corrêa Santanna da Silva, de Porto Alegre, mãe de dois filhos lindos: o Bruno de 11 anos e a Isabela, de 3.  Ela conta que fez a a tatugem em homenagem aos seus amores há duas semanas. A tatuagem foi feita no pulso.

...



Tem também a que a leitora Walkiria Dias Becher fez em homenagem ao Murilo, seu apressadinho que hoje está com 1 ano e 4 meses de pura felicidade.


...




A Vanessa Canabarro tatuou o nome da filhota Bianca.

Olha o que ela conta:
_ Sempre quiz fazer, desde que ela nasceu, porém também não tinha coragem. Demorei 6 anos, até que entrei em um studio para me informar dos preços, e assim meio que na pressão, fiz.  Sai de lá com a tatoo porque sabia que se tivesse marcado para outro dia, certo que não tiria fazer.
Até já estou pensando em fazer outra em homenagem a ela...E em relação a dor, é bobagem...passei o tempo todo dando risada lembrando de quem me dizia que doía.
Olha as duas aí em baixo, que figuras.



Continuem mandando, por favor!!!

Estou adorando receber!

bjs

Faça do seu pequeno um grande Papai Noel

05 de dezembro de 2011 0

Da empolgação dos pais, parentes e amigos, sobrou a poeira e faltou lugar no quarto. Estou falando da montanha de brinquedos esquecidos num canto, num cesto ou numa caixa. Esse é o cenário do ambiente em que se desenvolvem muitas crianças, principalmente as de classe média. Aproveito essa época do ano em que as pessoas estão mais solidárias para lançar uma ideia: é hora de revirar os armários e fazer uma faxina nos brinquedos em desuso. Vamos ensinar os pequenos a doar os antigos objetos de prazer que, hoje, não significam mais nada. Transforme seu filho num “Noelzinho”.

Psicologicamente, um brinquedo é um instrumento que ajuda a criança a entrar em contato com a realidade. Auxilia na transição entre a fantasia e a realidade, desenvolvendo, principalmente, a criatividade. Quando o objeto não tem mais esse significado, ele acaba perdendo a função saudável. E é hora de passar o brinquedo adiante.

O processo de conscientização não é tão fácil assim. Mesmo sem brincar mais, muitas crianças ficam apegadas aos objetos. Segundo o psicólogo Alexandre Streb, os pais devem dar o exemplo, devem demonstrar desapegado. É importante mostrar para o filho que, quando a roupa não serve mais, ela deve ser doada para uma instituição ou para uma pessoa com poder aquisitivo menor.

– Tem que dizer que o brinquedo que não é mais importante para ele, mas que pode ter uma grande utilidade e dar alegria para outra criança.

– A criança precisa ser estimulada, e esse processo ajuda a desenvolver conceitos como segurança e autoconfiança.

Streb conta da experiência de uma menina de 6 anos. No Natal passado, ela decidiu doar a bicicleta. O pai foi a uma instituição na Vila Renascença. Perguntou para a responsável pela entidade se ela conhecia alguém que quisesse uma bicicleta e que a família não tivesse condições de comprar. Pai e filha deixaram a bicicleta com aparência de nova, colocaram-na no carro e foram até o endereço indicado. Da porta da casa humilde, saiu a menina. Ela não disse uma única palavra. Os olhos espichados e marejados em direção à bicicleta diziam tudo. Impossível definir qual das duas ficou mais feliz. (Ticiana Fontana)

Coluna Em Nome do Filho, publicada toda segunda-feira no jornal Diário de Santa Maria, de responsabilidade de Fabiana Sparremberger e Ticiana Fontana.

Eu sou você amanhã

02 de dezembro de 2011 3


A infância nos dias de hoje é aterrorizante.

Quem diz isso (não sou eu, viu?) foi o Allain de Botton, um dos escritores mais prestigiados da atualidade. Num artigo para a BBC, ele lembra que foi-se o tempo em que a infância era vista como uma fase desconectada de qualquer determinante na vida adulta:

a infância era vista como uma fase fantasiosa, essencialmente desconectada de qualquer determinante na vida adulta. Mas agora vivemos em uma sociedade e uma era em que predomina a máxima de que o sucesso ou o fracasso de um adulto está diretamente ligado à qualidade do tratamento que ele recebeu durante a infância.

Acredito piamente. Se você observar um pai ou uma mãe educando os filhos, verá que eles ficarão boa parte do tempo mais parecendo que estão "treinando" um pequeno vencedor. Ao invés de estimular o lúdico, a brincadeira, a fantasia, muitos estarão preocupad0s com estímulos, se ele já, falou com a idade tal, se já conta até 10 com a idade y.

Segundo Botton,

as crianças podem até dominar a álgebra, desenhar amebas, escrever belas histórias sobre as férias e memorizar as capitais do mundo, de Wellington a La Paz. Ainda assim, nada pode ser feito para protegê-las dessa série de problemas.

Vale a pena ler.






Fique ligado

29 de setembro de 2011 2

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul promove, de 30 de setembro a 2 de outubro, no Bourbon Shopping Ipiranga, uma ação para conscientizar a população sobre a importância do acompanhamento pediátrico para crianças e adolescentes.

Durante a campanha, cujo slogan é “O médico da criança e do adolescente é o pediatra”, médicos desta especialidade estarão em um estande à disposição da comunidade para conversar e tirar dúvidas. No local, também serão distribuídos folhetos com dicas de saúde.

Campanha da Fertilidade

09 de setembro de 2011 0


Quem sonha em ter filhos _ e ainda não conseguiu engravidar _ pode obter mais informações sobre reprodução humana na segunda edição da Campanha da Fertilidade – Preserve o sonho de ter filhos – nos dias 10 e 11 de setembro, em pontos estratégicos de Caxias do Sul. A promoção é do Centro de Reprodução Humana Conception, em parceria com a Secretaria da Saúde de Caxias do Sul.

Um dos locais de ação da campanha é o Shopping Iguatemi, ao lado do acesso ao Carrefour, onde alunos de medicina da UCS irão esclarecer dúvidas dos visitantes, verificar a pressão arterial, distribuir cartilhas com informações e preservativos.

A fim de abordar o público jovem, os estudantes de medicina farão blitz em locais estratégicos, como o Largo da Estação Férrea, a partir das 21h do sábado, 10 de setembro, alertando para a importância da prevenção, distribuindo material informativo e preservativos. A ideia, proposta pelo Dr. Fabio Firmbach Pasqualotto e Dra. Eleonora Bedin Pasqualotto, consiste em conscientizar e alertar o maior número de pessoas sobre o assunto.



Um Pequeno Desejo

19 de agosto de 2011 6

Recebemos esse material de divulgação que queremos compartilhar com vocês.

O Instituto Enio _ Um Pequeno Desejo foi fundado em 2003, inspirado por um projeto Americano chamado Make a Wish. O Pequeno Desejo atualmente atua em três hospitais de Porto Alegre: PUCRS, Hospital de Clínicas e Hospital Santo Antônio da Criança.

O objetivo do Pequeno Desejo é realizar sonhos de crianças internadas em hospitais de Porto Alegre com doenças crônicas. Até hoje, 1.882 desejos já foram realizados!!! Esses sonhos variam desde uma boneca ou uma bicicleta, até conhecer alguém famoso ou ganhar um computador.

Já foram realizados desejos como ir ao jogo do Grêmio e do Inter, andar de avião, festas de 15 anos, entre muitos outros... Quando as crianças têm o seu desejo realizado, elas ficam tão felizes que o tratamento é mais bem aceito pelo corpo, e elas "esquecem" um pouco da doença. Ainda são crianças que, apesar de terem uma doença séria, não devem parar de sorrir, brincar ou sonhar.

Como funciona: quem quer ajudar, está convidado a entrar no site WWW.PEQUENODESEJO.ORG e ir ao link "Lista de Desejos". Lá, estão todos os desejos das crianças que estão nos hospitais.

Os primeiros desejos da lista são de crianças que estão esperando há mais tempo. No site, é possível encontrar o nome, a idade e o desejo de cada criança. Depois que escolher o desejo que quiseres realizar, é só entrar em contato com os voluntários do Pequeno Desejo pelo e-mail que está no site, e ver se esse sonho ainda não foi realizado.

Se a criança ainda estiver esperando o desejo dela ser realizado, é só combinar uma data e ir pessoalmente entregar o presente!!

São inúmeros sonhos esperando para serem realizados. Esperando a sua ajuda.

A dolorida hora da vacina

09 de julho de 2011 9

Qual o pai ou a mãe que nunca ficou com o coração na mão na hora de levar o seu filho para vacinar? Eu, por exemplo, fico com muito dó do Davi, mas tenho certeza que é o melhor para ele.
Mas, na hora que vejo as enfermeiras preparando a vacina para aplicar naquela perninha gordinha, não tem como ficar indiferente.

Sei que, para a saúde dele, tomar todas as vacinas é muito importante. A última foi a segunda dose da gripe A. Ainda bem que o Davi não teve reações alérgicas a nenhuma das vacinas!
Ele fica chorão somente na hora da aplicação, depois, já sai sorrindo, todo faceiro, como se nada tivesse acontecido e dando, como nós chamamos de "beijo tchau" para as enfermeiras. Deve estar feliz por poder ir embora. Desta última vez, levou seu amigo, seu pintinho amarelinho, que ele chama de "cocó", para fazer companhia.

Agora, a próxima dose será o reforço da tríplice viral, aos 4 anos, ou quando houver alguma campanha de vacinação.

Combinei com minha esposa que, sempre que eu puder, levarei o pequeno para vacinar. Mesmo sabendo que será um sofrimento para mim, sei que é algo que fará toda a diferença para ele.
Gostaria de aproveitar para lembrar aos papais da importância de deixar sempre atualizada as vacinas dos pequenos.

Bom final de semana a todos, e aproveitem seus filhotes, pois vou aproveitar muitoooo os meus!


Como atravessar a rua

07 de julho de 2011 0

Se você quer ensinar os seus filhos a atravessar a rua com segurança – e também lembrar como se atravessa de forma segura – siga esses cinco passos:

1) Ao achar uma faixa ou ponto de travessia sem faixa, pare em cima da calçada, atrás do meio-fio – Pisar no asfalto não vai fazer você atravessar mais rápido. E lembre-se que alguns motoristas passam muito rentes à calçada, podendo lhe atingir

2) Olhe para os dois lados – Mesmo que a rua seja de mão dupla, repare os dois sentidos. Alguém pode vir na contramão

3) Seja paciente – É preciso esperar que todos os veículos parem. Caso o local não tenha faixa, espere que todos os carros passem. Não saia correndo daqueles carros mais lentos. A prefeitura recomenda que os motoristas liguem o pisca-alerta para sinalizar que vão parar para sua travessia. Ao sinal deles, passe

4) Ande em linha reta – Andar na diagonal aumenta o percurso da travessia. Cruze a via em linha reta, o mais rápido possível. Se você estiver com uma criança, não a pegue pela mão, que pode estar suada ou escorregadia. Segure-a pelo pulso

5) Mantenha a vigilância – Atravesse cuidando para ver se não vem nenhum carro em sua direção

Dicas publicadas no Diário de Santa Maria desta quinta-feira

Viva a Faixa no ar

07 de julho de 2011 0

A menina protagonista da campanha, a Ana Caterine, é ainda mais linda e graciosa pessoalmente. E o grupo Sorriso com Arte, do Colégio Coração de Maria, é, simplesmente, sen-sa-ci-o-nal!!!

Eis o VT que prometi mostrar para vocês, o carro-chefe da campanha Viva a Faixa.

Seja exemplo para seu filho

07 de julho de 2011 2

Muito bacana a campanha que o Diário de Santa Maria e os veículos veículos do Grupo RBS Santa Maria lançam na manhã desta quinta-feira, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

É com muita satisfação que vou participar do lançamento da iniciativa batizada de Viva a Faixa - com respeito, a vida é mais bonita (acima o cartaz da campanha), vestindo a camiseta da campanha. O Diário de Santa Maria, a RBS TV e as rádios Atlântida e Itapema FM Santa Maria estão encarando a missão de despertar a comunidade para a importância de fazer da faixa de segurança um local de segurança, e não mais sinônimo de perigo e de mortes.

Viva a Faixa surgiu depois que dois acidentes graves foram registrados em Santa Maria. Um padre de 86 anos morreu atropelado em cima da faixa, e uma menina de 5 anos foi atingida por um carro que não respeitou as faixas brancas. A menina não morreu, mas sua vida está ligada a sondas e soros.

No Diário de Santa Maria desta quinta-feira, a mãe da pequena Luiza Helena fala sobre a importância da iniciativa. Impossível não se emocionar com a entrevista que a mãe deu à repórter Tatiana Py Dutra:

Entrevista Gabriela Toledo, mãe de Luiza Helena Toledo de Moraes, atropelada em 24 de abril

"Ele deve estar se sentindo pior do que eu"

O cabelinho cacheado emoldura o rosto de pele branca e as bochechas rosadas da menina que dorme. Sobre a cama, brinquedos de pelúcia. No quarto, uma réstia de sol ilumina os brinquedos coloridos, e a TV ligada exibe, em volume baixo, um show da dupla Victor & Leo. Nada no ambiente pareceria anormal, não fosse o fato de a pequena estar ligada a sondas e soros - e de sua vida depender delas.

Desde o dia 24 de abril, Luiza Helena Toledo Martins, 5 anos, está confinada a um leito do Hospital de Caridade, vítima de atropelamento. De lá para cá, venceu a morte e deixou a CTI, mas tem uma longa caminhada pela frente. Sua mãe, a personal trainer Gabriela, 25 anos, deposita suas esperanças na capacidade de regeneração do organismo da filha. Ela espera que os jovens neurônios passem a desempenhar funções perdidas, como as da fala e da locomoção, e que a menina, que hoje só se move por reflexo, dance e sorria novamente.

Com o apoio da fé, de familiares e de amigos, Gabriela abdicou do trabalho e dedica os dias à filha enferma. À noite, vai para casa cuidar da caçula, Ana Carolina, de 1 ano e meio. À jornada de carinho, adiciona esperança por um trânsito pacífico:

- Espero que a prefeitura coloque mais faixas em elevação em áreas de movimento, que os pedestres sempre usem a faixa, e, principalmente, que os motoristas a respeitem.

No dia 28 de junho, Gabriela deu uma entrevista, por telefone, ao Diário. Confira trechos da conversa:

Diário de Santa Maria - Qual é o estado de saúde da Luiza hoje?
Gabriela Toledo - É estável. Ela não corre mais risco (de morrer). Só que não fala, só se alimenta por meio de sonda gástrica, não se mexe voluntariamente. Ela abre os olhos, mas a gente não sabe se reconhece as pessoas. Mas quando eu converso com ela, ela abre os olhinhos, presta atenção. Acredito que ela me reconheça.

Diário - Qual é a rotina dela?

Gabriela - Ela faz fisioterapia três vezes por dia e trabalho de fonoaudiologia duas vezes por dia. Como sou da área de Educação Física, também procuro fazer alguma atividade.

Diário - Você mostra fé na recuperação da sua filha...

Gabriela - Nas horas difíceis, a gente tem mais fé do que antes porque está tudo nas mãos de Deus. Acredito que, leve o tempo que precisar, ela vai voltar a andar e a falar.

Diário - No dia do acidente, Luiza estava com os seus sogros. O que eles contaram sobre o acidente?
Gabriela - Até hoje, na verdade, não me contaram nada. Eles se sentem muito mal com tudo o que aconteceu. O que sei, li no boletim de ocorrência. O meu sogro atravessava a rua de mãos dadas com meu enteado, minha sogra com a Luiza e meu cunhado com minha enteada. O meu sogro atravessou até o canteiro e, quando minha sogra chegou no meio da rua, na faixa, a Luiza soltou a mão dela. O carro pegou ela. Ele vinha em alta velocidade porque, segundo testemunhas, ninguém o viu vindo.

Diário - O que houve depois?
Gabriela - O motorista prestou socorro. Ele veio ao hospital, se dispôs a ajudar. Só não consegui falar com ele. Não tinha cabeça para isso.

Diário - Você sente rancor em relação ao motorista?
Gabriela - Rancor, não tenho. Tenho pena, porque ele deve estar se sentindo pior do que eu. Minha dor é ver minha filha do jeito que está e lembrar que ela era uma criança que chamava a atenção onde chegava porque era muito falante. Não quero que ninguém sequer imagine o que estou passando.

**************************************************************

Como pais, nós temos a obrigação se sermos exemplos para nossos filhos. Sermos exemplares motoristas, que respeitam SEMPRE a faixa de segurança. Sermos pedestres, que atravessam as ruas com segurança usando SEMPRE as faixas de pedestres. A criançada ajuda, e muitos pequenos cobram dos pais que não são exemplos.

O Bruno sempre procura pela faixa para atravessar, mesmo que isso signifique caminhar muito mais até achar uma (isso que ele não gosta muito de ter de caminhar...). Não sei de quem ele ouviu, mas passou a sentenciar todas as vezes que não encontra uma faixa próxima:

- Mãe, a gente tem de reclamar pro prefeito botar uma faixa aqui.

A última reivindicação ocorreu a menos de uma quadra de casa, numa avenida bastante movimentada. O que não entra na sua cabecinha é por que alguns motoristas não param:

- Mãe, por que uns param, e outros, não? Não é certo, né?

Não é, Bruno. Mas eu tenho muita esperança que nossa Santa Maria da Boca do Monte, a Cidade Cultura, passe a ser um exemplo de respeito à faixa de segurança e, principalmente, de respeito à vida.

Confira ainda hoje no blog:

- Os cinco passos para ensinar seus filhos a atravessar a rua com segurança - e também lembrar como se atravessa de forma segura e ser um exemplo para eles

- O vídeo da campanha que, com certeza, vai emocionar pais e filhos (tenho certeza que a criançada vai adorar)

Dor no coração

15 de junho de 2011 1

Quando um filho se machuca. Ai, como dói.

Estava saindo de casa agora e meu pecurrucho caiu, bateu a boquinha, sangrou.

Inchou.

Que sufoco.

Ufa.

PS: Aproveito para divulgar um canal que é 100% útil em casos de dúvidas sobre acidentes. É a ONG Criança Segura

Tem tudo ali, viu?

Por que prevenir, minha gente, NUNCA é demais.

beijos.

Saiba mais:

Sufocação - pode ocorrer enquanto o bebê está dormindo, quando seu rosto fica encoberto pelo lençol, travesseiro ou outro objeto macio. As grades do berço também podem ser uma ameaça causando mortes por estrangulamento e sufocação. Quando os bebês estão na fase de descobrir o mundo com a boca, ainda podem se engasgar com partes e/ou brinquedos pequenos, comidas e outros objetos miúdos.

Envenenamento - Crianças com até dois anos de idade correm maior risco de um envenenamento não intencional. Produtos de limpeza e medicamentos são riscos significativos. Bebês podem se envenenar respirando a fumaça de cigarros. Antes de comprar plantas, verifique se são seguras para as crianças.

Afogamento – grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, mesmo vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. A primeira causa de afogamento com crianças é a falta de supervisão, geralmente por questão de segundos.

Veículos automotores – Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta. Proteja a criança! Consulte o Guia da Cadeirinha e faça uma aula virtual sobre o tema.

Quedas – Entre os principais responsáveis por quedas com bebês estão os móveis, as escadas e os andadores. Este último é responsável por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças de 5 a 15 meses. A maior parte das lesões resulta de quedas em escadas ou simplesmente de tropeços quando estão no andador.

Queimaduras – A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses e dois anos, é causada por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes.

Sobre fertilidade...

13 de junho de 2011 6

Desde que a gente começou a coluna, chama a atenção o grande número de relatos de mulheres que têm algum tipo de dificuldade para engravidar. A estatística médica revela que a probabilidade de casais férteis engravidarem é um pouco maior do que 20% por ciclo menstrual. A ajuda especializada, por meio de técnicas de reprodução assistida, faz esse índice alcançar entre 30% e 35%.

Com o passar dos anos, a fertilidade diminui tanto para o homem quanto para a mulher. Após os 35 anos, a taxa feminina vai caindo de forma geométrica, chegando no máximo a 15%. Os homens têm uma vida reprodutiva mais longa, porém, com o avanço da idade, a quantidade e a qualidade do esperma são reduzidas.

Não precisa ser matemático para concluir que não é tão fácil quanto parece. O urologista Alberto Stein revela dados ainda mais surpreendentes:

– 20% dos casais em idade fértil têm de recorrer a um centro de reprodução humana.

A literatura médica recomenda investigar um possível problema após um ano de tentativas frustradas. Porém, Stein antecipa um pouco essa procura.

– Se o casal que deseja ter filho estiver bem orientado e, depois de seis meses de tentativas não conseguir, dá para investigar junto a um especialista.

Por uma questão cultural, as mulheres identificam problemas de fertilidade mais cedo. A maioria vai ao ginecologista rotineiramente de forma preventiva. Porém, os homens só visitam o urologista diante de algum problema. (Ticiana Fontana) ***

 Grupo RBS

AS CAUSAS DA INFERTILIDADE

No homem

- Se fosse um hábito masculino ir ao urologista de forma preventiva, as causas da infertilidade poderiam ser detectadas desde cedo, como falta do canal que conduz o esperma ou sequelas deixadas por doenças de infância como caxumba. Entre os casos mais comuns estão a varicolece, que são varizes no saco escrotal que prejudicam a produção e a sobrevivência dos espermatozoides (tratadas clínica ou cirurgicamente). Pode ser a falta dos canais deferentes, alterações dos espermatozoides (baixa concentração no esperma) e por fatores imunológicos (anticorpos agem contra o próprio espermatozoide decorrente de doenças sexualmente transmissíveis)

Na mulher

- Entre as principais causas de infertilidade na mulher, estão alterações da ovulação, com a ausência de menstruação ou ciclo irregular, endrometriose (doença que se caracteriza pela fixação do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do corpo), alterações nas trompas e nos ovários, fatores imunológicos, entre outros

- Ainda há causas psicológicas como pressão social e outras origens vinculadas ao lado emocional, que devem ser tratadas por um profissional da área

Coluna Em Nome do Filho, publicada toda segunda-feira no jornal Diário de Santa Maria. Textos de responsabilidade das jornalistas Fabiana Sparremberger e Ticiana Fontana.

*** Na próxima coluna, os métodos de reprodução assistida e dicas para melhorar a fertilidade.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...