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Posts na categoria "Comportamento"

Criança guarda segredo? Não!

17 de janeiro de 2013 0

Todos os posts de Ticiana Fontana

Nem pensava em ser mãe e ficava intrigada com o comportamento infantil de adultos diante das crianças.

Em determinadas situações, imaginava qual seria o impacto na mente dos pequenos.

Uma situação, em particular, me deixava ainda mais inquieta.

Quando um adulto não conseguia a atenção da criança e usava subterfúgios, como:

- Vem cá! O tio vai te contar um segredo.

Essa história de segredo nunca me convenceu.

Segredo nunca é segredo, pois geralmente é do conhecimento de, pelo menos, duas pessoas.

Enfim, me perguntava como aquela história, contada ao pé do ouvido e com requintes de besteirol, cairia na mente dos pequenos.

Outro dia li um texto que o título era: “criança consegue guardar segredo?”.

Pensei, é óbvio que não e segui nas conjecturas: além do mais, devem ficar angustiadas com a situação.

Ao final da pequena tese, fiquei aliviada. Abaixo transcrevo parte do texto:

“Não adianta ameaçar, fazer chantagem, implorar. Nada disso funciona. Criança não guarda segredo e ponto final. Dependendo da idade da criança, ela pode repetir o segredo em voz alta assim que você terminar de cochichar no ouvido dela, ou demorar, um pouquinho mais, para revelá-lo, mas uma hora ou outra, vai acabar falando”.

Gente, têm casos mais graves, de violência ou algum tipo de abuso que, no futuro, reflete em comportamentos e sintomas terríveis.

Portanto, a minha conclusão, um tanto óbvia é a seguinte:

“Não submetam os pequenos a situações constrangedoras como essa. Lembre: o adulto é você. Se para um adulto já é difícil ‘guardar’ um segredo, imagine para os pequenos.”

O que você vai ser quando crescer?

08 de janeiro de 2013 0

Todos os posts de Ticiana FontanaLembro de poucas profissões que gostava quando criança.

Recordo que já sabia ler e escrever quando sonhava em ser jornalista.

Juntava um maço de papéis, um rolo de papel higiênico e brincava de apresentar um programa de rádio ou de TV.

Recordo das histórias do meu irmão mais velho que queria ser lixeiro. Um dia vou até o fim da rua pendurado no caminhão do lixo e nutriu o sonho por mais algum tempo.

Porém, fiquei surpresa com a pequena que nem completou 3 anos e já teve duas “profissões imaginárias”.

Outro dia, me disse:

- Mamãe quando crescer, vou ser médica.

Mal acabou a frase e veio me examinar. Primeiro olhou o nariz, a boca, o ouvido, fez uma espécie de massagem na barriga e conclui o diagnóstico.

- Vou te dar uma injeção para curar o dodói.

E lá veio ela dando um pequeno beliscão com as pontas de seus dedinhos.

Pois ontem, depois de ouvir uma frase, fiz a tradicional pergunta:

- Sou criança mamãe, não sou bebezinho – disse a Antonela

- Tá bom e o que você vai ser quando ficar grande?

- Vou ser música, mamãe.

Ela disso e continuou a brincadeira de cantar e dançar usando como microfone um abajur (daqueles de pé).

O sensacional da vida

07 de janeiro de 2013 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerVivo dizendo por aí que a gente se transforma com a chegada de um filho. E isso é para sempre. E isso é o que faz da vida algo sensacional.

Claro que há exceções, até porque há pessoas que deixam escapar a maior chance em suas vidas para se tornar uma pessoa melhor.

Pois a introdução acima é para falar da reportagem de capa da revista MIX, no Diário de Santa Maria deste fim de semana. O tema é O Livro do Sensacional, em que o escritor mostra que é possível ser feliz com coisas muito simples, ou nada complicadas, como queiram.

Foram ouvidos leitores nas ruas, internautas postaram suas opiniões e colunistas e cronistas do jornal deram seu depoimento respondendo à pergunta: “o que é sensacional para você?”.

A maioria esmagadora das respostas está relacionada aos filhos (ou a chegada deles).
Achei esses depoimentos tão lindos que selecionei alguns para compartilhar com vocês:

“Sensacional é ter nascido na família que escolhi; ter tido uma infância de intensas brincadeiras; estudar e ter uma profissão que permite fazer o mundo melhor; ter a chance de encontrar, viver e aprender com o meu grande amor; escutar os batimentos rápidos de um coraçãozinho que faz o coração de cada membro da família bater mais feliz; e estar prestes a me tornar completa, com a pequena e desejada Helena nos braços.”
Andreia Fontana, editora-chefe, colunista da Stagione e mãe da Helena, que nasce em janeiro

“Sensacional é achar minhas bolitas em meu baú de guardados. E depois revelar aos meus filhos este meu tesouro escondido. Sensacional é ver a curiosidade nos olhos deles, e chamá-los para ir comigo ao terreno baldio ao lado de minha casa. E então catar um graveto para riscar um círculo e uma raia cinco passos adiante. Ensiná-los a jogar, primeiro ‘às brinca’, depois ‘às deva’. Perder de mentirinha até ficar sem bolita nenhuma e ter de ir em casa buscar mais. Sensacional é encontrar em meu velho baú o menino que eu ainda sou.”
Marcelo Canellas, cronista

“Sensacional, para mim, é o sorriso escancarado na carinha do Miguel. É encantador e tem várias versões. Por vezes, é de tradução simplificada: pura alegria. Na maioria das vezes, é um sorriso com significados específicos e que comunica tudo o que ele ainda não diz em palavras. Em todas as vezes, ilumina a minha vida.”
Sione Gomes, cronista e mãe do Miguel, 7 meses

“Nada mais sensacional do que receber uma declaração de amor diária de quem você mais ama neste mundo. Isso é impagável, é tesouro que não se troca por absolutamente nada (nem pelo prêmio da Mega da Virada). A rotina é mais ou menos assim: o pequeno acorda, chama por mim, pede um abraço, acompanhado sempre com a mesma pergunta: ‘Mãe, tu sabe que eu te amo muito, né? Minha florrrrrr.’. E a letra ‘r’ vai se arrastando até a pronúncia ser interrompida por um beijo estalado.”
Fabiana Sparremberger, colunista da Em Nome do Filho, blogueira do Meu Filho e mãe do Bruno, 7 anos

“Para mim, sensacional nesta vida é estar assistindo a um jogo de futebol, acompanhado do meu filho, e vê-lo identificando os jogadores, os times, numa demonstração de que gosta e já entende o esporte. Apesar de ter 5 anos, o Renzo dá palpites sobre as partidas! Não consigo deixar de me encantar quando ele sai falando os nomes dos times que estão nas páginas dos jornais ou na tela da TV! Sensacional na vida também é poder vê-lo me corrigir, quando falo alguma coisa errada sobre qualquer esporte. Além de impressionar a mim e à mãe dele, a Rosi, o menino demonstra a capacidade de aprender as coisas numa velocidade impressionante. Nessa idade, eu jamais teria feito isso, o que tornam esses momentos ainda mais sensacionais!!!”
Rogério Giaretta, editor de Esportes, colunista da Da Arquibancada e pai do Renzo, 5 anos

“Sensacional é não ter nada para fazer, voltar a ser criança com um filho, amar sem cobrar, fazer algo sem esperar nada em troca.”
Ticiana Fontana, editora de Política e Economia, colunista da Em Nome do Filho, blogueira da Em Nome do Filho e mãe da Antonela, 2 anos

“Sensacional para mim é acordar e poder agradecer por mais um dia de vida e com saúde. É poder olhar para o meu filho e ganhar aquele abraço. Sensacional é a vida e seus detalhes. É se reunir com a família e com os amigos que são importantes para você. É amar e levar a vida com alegria. É buscar ser feliz todos os instante e nunca perder a esperança. “
Maristela Moura, colunista da Conexão

Da Internet
“Sensacional é olhar todo dia para o rostinho da minha filha e ver aquele lindo sorriso, não existe nada melhor e mais compensador neste mundo.”
Fabiana Pozzobon

“Como passo a semana toda acordando cedo para ir à faculdade, sensacional pra mim é quando chega o sábado e posso ficar um pouquinho mais na cama e ter a oportunidade de ver meu filho acordar, largar aquele sorriso e dizer: “mãe você está aqui hoje!” É muito bom…”
Fernanda Bavaresco

“Sensacional, para mim, é despertar do sono sentindo as mãozinhas dos meus filhos no meu rosto.”
Luciana Montemezzo


O que fazer nas férias escolares

03 de janeiro de 2013 1

Pai e mãe não tiram férias e no período de “descanso” escolar, que dura de dezembro a fevereiro e, em alguns casos, até março, quem não se planejou anda rebolando para dar conta do recado.

Se os pais não conseguem tirar essas longas férias junto com os filhos, é preciso ter uma boa logística ao encontrar alguém para deixar principalmente as crianças, ou seja, um cuidador, avô, etc.

Além disso, é preciso lembrar que o filho precisa de um tempo para curtir o ócio junto aos pais.

Outro dia, ouvi uma pedagoga e recreacionista dar dicas que tenho usado em casa.

1) Se o pai e a mãe não conseguem tirar férias junto com os filhos, o ideal é bolar algumas formas de interação, principalmente com as crianças, dentro da sua rotina.

2) Se tiver de cozinhar, faça o filho ser uma espécie de ajudante em forma de brincadeira. Obviamente observando critérios básicos de segurança em uma cozinha.

3) Se tiver de trabalhar no computador, o convide para trabalhar junto. Isso significa dar alguma função, como desenhar ao seu lado.

4) Se tiver de limpar a casa, faça ele ser uma espécie de ajudante em forma de brincadeira.

5) Para os filhos mais velhos, pergunte e tente realizar o desejo deles

Dica pessoal, em um ambiente tão tecnológico, procure atividades que tenha um contato maior com a natureza ou até mesmo resgatar antigas brincadeiras, como roda, sapata, pega-pega, etc.

Todos os posts de Ticiana Fontana

Um 2013 para obedecer à "regra da aeromoça"

01 de janeiro de 2013 0

Todos os posts de Camila Saccomori

Um site que adoro acompanhar é o It Mãe, da jornalista Daniella Folloni, ex-editora da revista Nova. A Dani escreve de um jeito descomplicado e muito honesto, sem meias palavras ou pregação de moral.

Um dos posts dela que já favoritei e leio sempre que necessário é o REGRA DA AEROMOÇA, cujo link gostaria de compartilhar com vocês para abrir o ano de 2013.

O texto começa assim:

Ser mãe e se sentir culpada é praticamente um mantra dessa nossa geração. E não faltam motivos para que a gente se coloque no banco dos réus. Basta deixar o filhote na escolinha e ir trabalhar. Passar uma hora do sábado na manicure (ou no shiatsu, resolvendo uma dor nas costas). Contratar uma baby-sitter para poder sair com o marido ou simplesmente deixar os pequenos na avó para conseguir dormir até tarde no domingo.

De verdade? Essa culpa toda não faz o menor sentido. Como é que uma mulher que passa 24 horas do dia tentando acertar pode se sentir culpada por algo? Além do mais, isso só faz o tiro sair pela culatra. Afinal, cada vez que você se priva de algo em nome de se dedicar exclusivamente à sua cria, em nome de ser uma excelente mãe, vai esquecendo de você e ficando cada vez menos apta a dar o seu melhor para ele. Ou seja, você vai ser tudo. Menos uma excelente mãe.

O restante você lê lá no It Mãe.

Feliz 2013!

Papai Noel não trouxe nada do que eu queria

28 de dezembro de 2012 1

Todos os posts de Ticiana FontanaO Papai Noel estava tão generoso esse ano que o saco não foi suficiente para carregar o montante de presentes. Eles ocuparam uma sala inteira. A maioria destinada a dois pequenos.

Os olhinhos brilhavam a cada vez que seus nomes eram chamados.

Porém, um comentário do pequeno, típico de criança, faz a gente refletir sobre os significados desses momentos:

- O Papai Noel me trouxe um monte de coisa, mas não era o que eu queria. Queria um pirata.

Ao lado dele, a prima brincava por poucos segundos com um brinquedo e já o trocava em busca de novos e efêmeros prazeres.

Aquilo faz a gente pensar que exagera na dose na tentativa de alegrar os pequenos.

Será que o ideal não seria reunir os esforços da família e dar somente “um” grande presente?

Como a Antonela ganha muita coisa ao longo do ano e em ocasiões especiais, costumo fazer uma limpa nos brinquedos e encaminha-los para uma instituição beneficente.

Porém, ouvi uma ideia que colocarei em prática em 2013. Ao invés da escolha solitária, farei a Antonela me ajudar a selecionar o que não quer mais, explicando que é importante se desfazer dos brinquedos para ganhar novos do Papai Noel. 

Fica a sugestão.

“Autoconfiança é a raiz de uma criança”

07 de dezembro de 2012 0

UM PAPINHO COM…

GISÈLE GEORGE | psiquiatra francesa

Uma herança indispensável que pais devem transmitir aos filhos é a autoconfiança. Essa é a mensagem primordial do livro A Autoconfiança de seu Filho, da psiquiatra francesa Gisèle George. Para a autora, o laço afetivo estabelecido pelos pais permite que as crianças se tornem mais seguras, o que contribui para sua independência. É necessário encorajá-las por meio do afeto e, sobretudo, ter tranquilidade quanto ao futuro de seus filhos. Crianças, adolescentes e adultos autoconfiantes serão sempre capazes de enfrentar os imprevistos da vida – e ainda têm possibilidades maiores de terem sucesso, serem amados e felizes. Em entrevista ao Meu Filho, a psiquiatra dá a receita de como desenvolver essa qualidade na garotada.

Meu Filho – Como construir a autoconfiança de uma criança? E que benefícios ela leva ao desenvolvimento dos filhos?

Gisèle George – Basta ter autoconfiança no seu papel como cuidador e ter confiança no que o seu filho pode ser e fazer, sempre explicando claramente o que é certo ou errado naquilo que a criança é, diz ou faz. Autoconfiança é a raiz de uma criança, pela qual ela vai saber que será capaz de lidar com o que acontecer na sua vida, não importa o que seja.

MF – De que forma é possível diminuir a ansiedade de deixar as crianças na creche?

Gisèle – Se eles têm de deixar seus filhos na creche, é porque têm um trabalho, o que contribui para dar uma vida melhor aos seus filhos.

MF – Em seu livro, a senhora afirma que o laço afetivo estabelecido pelos pais serve de segurança aos filhos. Isso auxilia no processo de independência das crianças?

Gisèle – Quanto mais você estiver conectado ao seu cuidador, mais seguro você será para ter vontade de descobrir o mundo.

MF – O afeto dos pais pode auxiliar no aprendizado dos filhos?

Gisèle – Toda aprendizagem tem um resultado melhor quando é feita em um clima positivo entre filhos e pais.

MF – Para estimular as crianças, é necessário dar recompensas ao cumprir suas tarefas e castigá-las se não tiveram sucesso na atividade?

Gisèle – Não, basta explicar o que é certo e o que é errado, e também o que tem de ser feito de qualquer maneira.

Como dar adeus ao bico e mamadeira

06 de dezembro de 2012 5

Todos os posts de Ticiana Fontana

A fonoaudióloga Geovana de Paula Bolzan, que atende em uma unidade de saúde de Nova Palma, município da região central do Estado defende a necessidade de retirar bico e mamadeira até os dois anos de idade.

A justificativa é por alterar posicionamentos e estrutura da boca e dos dentes.

_ Com relação ao bico se aconselha que não seja ofertado a todo momento para criança, mas para introduzir o sono, retirando depois que a criança dormir _ diz Geovana.

Pois lá em casa, essas orientações não estão dando certo. A Antonela adora um bico e uma mamadeira.

Usamos algumas táticas para diminuir o uso, mas na hora do aperto o “Seu bico” é requisitado com unhas e dentes. Mamadeira também, ela pede pelo menos duas vezes por dia.

Portanto, aproveito o post para pedir sugestões aos mais experientes sobre as melhores maneiras de estimular os pequenos a “abandonar”, principalmente, a chupeta.

Ícones do imaginário infantil em produtos de consumo

30 de novembro de 2012 5

Camila e Pietra tranquilas no supermercado. No setor de atomatados, Pietra começa a apontar o dedinho desesperada para uma prateleira: COCÓ! COCÓ! COCÓ!

Perdida, esta mãe começou a procurar o que estava chamando tanto a atenção da pitoca de 1 ano e 8 meses. Era um panetone da Galinha Pintadinha abandonado em meio às latas de molhos & afins.

Peguei para examinar o dito cujo. Pietra segurou a caixinha e não largou mais. A embalagem dizia: “fonte de vitaminas e sais minerais”. Rá! Finjo que acredito!

Na hora de pagar a conta, disfarçadamente “esqueci” o panetone e não coloquei na cestinha. Pietra não notou, ufa. Esta mãe começa a temer o futuro.

TUDO o que leva o carimbo de figuras do imaginário infantil, desde princesas Disney e Barbies a galinhas pintadas e palhaços Patatis e Patatás, acaba sendo mais atrativo para o público infantil. Isso é óbvio e é feito há MUITO tempo. Mas agora que entrei nesse mundo da maternidade começo a questionar esses truques para empurrar produtos goela abaixo de mães e filhos. Estou pronta para virar militante xiita contra o consumismo infantil desenfreado.

Está difícil ser criança? (artigo)

25 de novembro de 2012 1

“Está mais difícil ser criança hoje do que na época de nossos pais e avós. Isso porque, diferente daquele tempo, onde a infância era a melhor fase da vida porque não existiam responsabilidades nem preocupações, as crianças de hoje nascem “predestinadas” a serem bem-sucedidas. As crianças precisam superar seus pais, serem e terem o que eles mesmos não conseguiram. “

A afirmação veio de um artigo da psicóloga Carolina Schumacher e me chamou demais a atenção. Em muitos aspectos do texto, concordo com o pensamento dela. Acho que sim, nós (pais) cobramos demais que os filhos sejam uma versão melhorada de nós mesmos. E não é raro ver famílias que cobram de seus descendentes alcançar coisas que antes não foram alcançadas, desde coisas simples como “quero que ele fale inglês, pois eu nunca pude aprender” ou coisas grandes como “quero que ele se forme no exterior, tenha pós-graduação, um ótimo salário, etc”.

É preciso lidar diariamente com nossas próprias frustrações (sim, todos temos algumas) para não despejá-las nas costas de nossos herdeiros. Você concorda?

Nunca diga para uma mãe que trabalha fora...

21 de novembro de 2012 11

Todos os posts de Camila Saccomori

Gostei muito deste post do site Potencial Gestante: ele fala sobre Doze Coisas que jamais devem ser ditas a uma mãe que trabalha fora.

Das 12 coisas, as que eu já ouvi e/ou as que mais me irritam são estas abaixo (os comentários em itálico são do site Potencial, não meus:

“ai, eu não sei como você consegue! eu sinto tanta falta dos meus filhos… ”
*hmm… como se eu não enlouquecesse de saudades todos os dias.

“como você fica confortável deixando que outras pessoas criem seus filhos?”

“- você trabalha fora?
– sim.
– e ele fica o dia todo na escola?
– sim.
– ai, que dó!”

*dó do que, minha filha?

“coitado! vai viver doente.”
“mas ela fica no berçário o dia tooooodo?”

*não, minha filha. só enquanto eu tô no trabalho, de 9 às 18h. e vai muito bem, obrigada.

“não tem jeito de você ficar com ele?”
*você vai pagar minhas contas?

“assim é fácil colocar filho no mundo, para os outros criarem”. *arrrrrrh…

“o pediatra do meu filho falou….”
* se o o pediatra do seu filho ficar com ele ou pagar as minhas contas, eu prometo deixá-lo longe da escola até os 3 anos recomendados.

"Não tenho mais um bebezinho em casa"

17 de novembro de 2012 0

Todos os posts de Camila Saccomori

Tem uma hora em que cai a ficha para toda mãe.
Pode ser quando o filho começa a caminhar ou a falar, dois marcos importantes no desenvolvimento infantil.

Pra mim, foram pequenos detalhes que – somados – um dia me fizeram cair na real.

“Não tenho mais um bebezinho em casa” quando…
– vi a Pietra comendo sozinha com a colher sem derrubar um grão de arroz
– a roupa que escolhi para ela usar não é aprovada, ou seja, ela própria escolhe sua roupa
– no meio de um monólogo de mamãe, alguma pergunta é lançada no ar e a pitoca pesca a pergunta, acha que é pra ela e ainda por cima responde: “num xei”

E para você? Quando foi que caiu a ficha de que seu filho não era mais um nenê?

Difícil sair de casa

15 de novembro de 2012 5

De uns tempos para cá, anda bem difícil sair de casa para vir trabalhar.

Pietra, 1 ano e sete meses, chora quando eu tenho que sair e ela, por algum motivo, precisa ficar.

Normalmente, eu a deixo na escola e ela fica superbem, tem dias que nem me dá tchau direito.

Mas se eu preciso sair de casa e ela só vai pra escola depois (ou no caso de hoje, feriado, em que eu preciso trabalhar e ela não tem escolinha), o desespero é grande.

Já tentei:
1) sair de fininho sem me despedir (quando ela percebe, chora igual)
2) explicar que mamãe precisa sair, dar um beijo de tchau e bater a porta (ela chora igual)

Há outra sugestão, mamães? Como é na casa de vocês?

Larguei as fraldas

08 de novembro de 2012 6

Todos os posts de Ticiana Fontana

Pelo título do post, podem pensar que a Antonela largou as fraldas de vez.


Não é verdade, quem parou de incomodar com o assunto foi a mãe dela.

Depois de tentar várias táticas de convencimento para que o cocô fosse feito no vasso, cheguei a conclusão que o melhor seria parar de forçá-la.

Ou seja, ela segue sem fraldas o dia inteiro e só as coloca na hora de dormir, aproveita e faz cocô.

Depois de várias outras convicções, atualmente sou da corrente que ela vai querer naturalmente.

Então, termino o post por aqui, porque ela acabou de acordar e fez cocô nas fraldas

Pais que entraram em greve doméstica

28 de outubro de 2012 0

A colega Juliana Gelatti me repassa o link da história de pais canadenses, de três meninas, que resolveram entrar em greve doméstica.

Cansados de arrumar tudo, a toda hora, eles decidiram não limpar mais a sujeira que as filhas faziam (a louça, as roupas…).

Parece que demorou 6 dias para as gurias se darem conta do recado que os pais estavam querendo dar. Antes, começaram a brigar entre elas.

Eu confesso que não suportaria uma bagunça de 6 dias (acho que não consigo ver um único dia a casa bagunçada).

Uma prova de que é mais simples estimular os pequenos desde cedo a arrumarem seus brinquedos, suas bagunças… E, aos poucos, irem assumindo responsabilidades domésticas também.

Se você também tem vontade de entrar em greve doméstica de vez em quando é porque pode estar assumindo responsabilidades que deveria compartilhar…



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