Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Curiosidade"

Pesquisando sobre andadores

24 de janeiro de 2013 17

Todos os posts de Fabiana SparrembergerA Sociedade Brasileira de Pediatria (SB) quer terminar com o uso de andadores e está dando largada a uma campanha nacional para terminar com eles. Os pediatras querem a aprovação de um projeto de lei que proíba a venda desse produto.

Segundo os médicos, os andadores não trazem nenhum benefício para o desenvolvimento do bebê, são perigosos (podem causar quedas e choques contra paredes, por exemplo, em grande velocidade) e ainda pode retardar os primeiros passos dos pequenos e o funcionamento normal da musculatura.

Gente, lembro que eu até usava andador – meu irmão mais novo, também (o mesmo, aliás). Mas, do Bruno para cá (e lá foram quase 8 anos), eu não lembro de ter visto nenhum bebê usando andador.

Comentando aqui com a Tici, ela diz que conhece alguns pais que ainda compram o utensílio.
Não há dados sobre a venda desses artigos no Brasil. E eu fiquei na dúvida se essa campanha tem muitos alvos a atingir – ou seja, muitos pais que usam andadores.

Então, vamos a nossa pesquisa: você usa (ou usou) andador com seu filho? Conhece alguém que usa atualmente?

Andréa Graiz

O sensacional da vida

07 de janeiro de 2013 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerVivo dizendo por aí que a gente se transforma com a chegada de um filho. E isso é para sempre. E isso é o que faz da vida algo sensacional.

Claro que há exceções, até porque há pessoas que deixam escapar a maior chance em suas vidas para se tornar uma pessoa melhor.

Pois a introdução acima é para falar da reportagem de capa da revista MIX, no Diário de Santa Maria deste fim de semana. O tema é O Livro do Sensacional, em que o escritor mostra que é possível ser feliz com coisas muito simples, ou nada complicadas, como queiram.

Foram ouvidos leitores nas ruas, internautas postaram suas opiniões e colunistas e cronistas do jornal deram seu depoimento respondendo à pergunta: “o que é sensacional para você?”.

A maioria esmagadora das respostas está relacionada aos filhos (ou a chegada deles).
Achei esses depoimentos tão lindos que selecionei alguns para compartilhar com vocês:

“Sensacional é ter nascido na família que escolhi; ter tido uma infância de intensas brincadeiras; estudar e ter uma profissão que permite fazer o mundo melhor; ter a chance de encontrar, viver e aprender com o meu grande amor; escutar os batimentos rápidos de um coraçãozinho que faz o coração de cada membro da família bater mais feliz; e estar prestes a me tornar completa, com a pequena e desejada Helena nos braços.”
Andreia Fontana, editora-chefe, colunista da Stagione e mãe da Helena, que nasce em janeiro

“Sensacional é achar minhas bolitas em meu baú de guardados. E depois revelar aos meus filhos este meu tesouro escondido. Sensacional é ver a curiosidade nos olhos deles, e chamá-los para ir comigo ao terreno baldio ao lado de minha casa. E então catar um graveto para riscar um círculo e uma raia cinco passos adiante. Ensiná-los a jogar, primeiro ‘às brinca’, depois ‘às deva’. Perder de mentirinha até ficar sem bolita nenhuma e ter de ir em casa buscar mais. Sensacional é encontrar em meu velho baú o menino que eu ainda sou.”
Marcelo Canellas, cronista

“Sensacional, para mim, é o sorriso escancarado na carinha do Miguel. É encantador e tem várias versões. Por vezes, é de tradução simplificada: pura alegria. Na maioria das vezes, é um sorriso com significados específicos e que comunica tudo o que ele ainda não diz em palavras. Em todas as vezes, ilumina a minha vida.”
Sione Gomes, cronista e mãe do Miguel, 7 meses

“Nada mais sensacional do que receber uma declaração de amor diária de quem você mais ama neste mundo. Isso é impagável, é tesouro que não se troca por absolutamente nada (nem pelo prêmio da Mega da Virada). A rotina é mais ou menos assim: o pequeno acorda, chama por mim, pede um abraço, acompanhado sempre com a mesma pergunta: ‘Mãe, tu sabe que eu te amo muito, né? Minha florrrrrr.’. E a letra ‘r’ vai se arrastando até a pronúncia ser interrompida por um beijo estalado.”
Fabiana Sparremberger, colunista da Em Nome do Filho, blogueira do Meu Filho e mãe do Bruno, 7 anos

“Para mim, sensacional nesta vida é estar assistindo a um jogo de futebol, acompanhado do meu filho, e vê-lo identificando os jogadores, os times, numa demonstração de que gosta e já entende o esporte. Apesar de ter 5 anos, o Renzo dá palpites sobre as partidas! Não consigo deixar de me encantar quando ele sai falando os nomes dos times que estão nas páginas dos jornais ou na tela da TV! Sensacional na vida também é poder vê-lo me corrigir, quando falo alguma coisa errada sobre qualquer esporte. Além de impressionar a mim e à mãe dele, a Rosi, o menino demonstra a capacidade de aprender as coisas numa velocidade impressionante. Nessa idade, eu jamais teria feito isso, o que tornam esses momentos ainda mais sensacionais!!!”
Rogério Giaretta, editor de Esportes, colunista da Da Arquibancada e pai do Renzo, 5 anos

“Sensacional é não ter nada para fazer, voltar a ser criança com um filho, amar sem cobrar, fazer algo sem esperar nada em troca.”
Ticiana Fontana, editora de Política e Economia, colunista da Em Nome do Filho, blogueira da Em Nome do Filho e mãe da Antonela, 2 anos

“Sensacional para mim é acordar e poder agradecer por mais um dia de vida e com saúde. É poder olhar para o meu filho e ganhar aquele abraço. Sensacional é a vida e seus detalhes. É se reunir com a família e com os amigos que são importantes para você. É amar e levar a vida com alegria. É buscar ser feliz todos os instante e nunca perder a esperança. “
Maristela Moura, colunista da Conexão

Da Internet
“Sensacional é olhar todo dia para o rostinho da minha filha e ver aquele lindo sorriso, não existe nada melhor e mais compensador neste mundo.”
Fabiana Pozzobon

“Como passo a semana toda acordando cedo para ir à faculdade, sensacional pra mim é quando chega o sábado e posso ficar um pouquinho mais na cama e ter a oportunidade de ver meu filho acordar, largar aquele sorriso e dizer: “mãe você está aqui hoje!” É muito bom…”
Fernanda Bavaresco

“Sensacional, para mim, é despertar do sono sentindo as mãozinhas dos meus filhos no meu rosto.”
Luciana Montemezzo


Como será o 2013 dos pequenos

02 de janeiro de 2013 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerHoje era meu dia de postar, mas, como viram, voltei de um feriadão e não consegui (e hoje já é quarta-feira!!!).

O bom é que as mães deste blog se ajudam, se entendem e vivem quebrando o galho uma da outra.

A Tici me salvou postando algo hoje, mas, mesmo no fim do dia, aproveito para compartilhar algo legal que encontrei – isso para quem curte astrologia.

Eu confesso que não sou adepta, mas também não me furto nunca de dar uma espiadinha.
A astróloga Jacqueline Cordeiro fez uma previsão para as crianças em 2013 para a Revista Crescer.

Abaixo a previsão para Gêmeos, o signo do meu rebento, em um dos quesitos que a profissional avalia.

Agora me digam: qual pai que não precisa trabalhar a agitação e ansiedade de um filho? Vocês conhecem alguém que não precisa?

O QUE TRABALHAR DURANTE O ANO: agitação, ansiedade, tendência a roer unha e distração.

Você pode conferir as previsões no site.

Uma alternativa para medir a febre

20 de dezembro de 2012 0

Nenês volta e meia estão com febre, certo? Difícil mesmo é conseguir fazer parar o termômetro direitinho embaixo do bracinho pitoco quando eles estão esperneando de dor.

Por isso que há tantas invenções para medir a febre sem ser desta forma. Já ouvi falar no tal termômetro de testa, que basta ser encostado na testinha do bebê para se ter uma ideia da temperatura.

Pois esta semana descobri outra invenção: uma peça de roupa que mostra para os pais quando o bebê está quentinho além da conta.

É o Baby Glow, um BODY com tamanhos até 9 meses de idade que mudam de cor quando a temperatura do bebê aumenta. Interessante, né? Se alguém já testou, conte pra gente!

Tatuagem de segurança para crianças

15 de dezembro de 2012 2

Descobri por acaso, por meio de uma oferta no site Mommys, a existência desse tipo de produto: tatuagem de segurança infantil.

Trata-se de um transfer temporário para a pele. Você encomenda a tatuagem com as informações que quer. Caso a criança se perca na praia, no shopping, na rua, lá estão as informações. Diz o anúncio que dura 3 dias.

O que vocês acham dessa ideia? Já usaram? Usariam? Será que isso vai ser tão polêmico quanto as mochilas/coleiras infantis que sempre citamos aqui?

Pais que entraram em greve doméstica

28 de outubro de 2012 0

A colega Juliana Gelatti me repassa o link da história de pais canadenses, de três meninas, que resolveram entrar em greve doméstica.

Cansados de arrumar tudo, a toda hora, eles decidiram não limpar mais a sujeira que as filhas faziam (a louça, as roupas…).

Parece que demorou 6 dias para as gurias se darem conta do recado que os pais estavam querendo dar. Antes, começaram a brigar entre elas.

Eu confesso que não suportaria uma bagunça de 6 dias (acho que não consigo ver um único dia a casa bagunçada).

Uma prova de que é mais simples estimular os pequenos desde cedo a arrumarem seus brinquedos, suas bagunças… E, aos poucos, irem assumindo responsabilidades domésticas também.

Se você também tem vontade de entrar em greve doméstica de vez em quando é porque pode estar assumindo responsabilidades que deveria compartilhar…



Pulando corda...

24 de outubro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerComente aí quem brincava de pular corda quando criança? Quem passou pela infância sem passar por essa experiência, perdeu a chance de uma brincadeira muito divertida. Já quem brincou, não esquece.

Dia desses, fui relembrar a brincadeira com uma afilhada. Língua para fora bem antes de 3 minutos de prática.

Pois bem. Como faço esteira todos os dias e não consigo aguentar mais do que 35 minutos (o tédio não deixa), resolvi reviver a brincadeira, que promete resultar em uma grande queima calórica e aumento do condicionamento cardirrespiratório. Cinco minutos, foi o que consegui. E olha que eu faço atividade física ininterrupta por causa do coração (sou hipertensa) há quase três anos.

Por que será que pular corda ficou assim, como direi, menos divertido e tão cansativo? Será o peso dos anos? Ou do corpo?

O guri bem que tenta me incentivar.

- Mãe, tu tá bem, hein? Consegui chegar aos 20…

E de 20 em 20 pulos, vamos ver até quando eu resisto. Lembro que, quando guria, a contagem era “120, 121, 122…”. Mas isso é passado. E bem distante.

O certo é que os 30 minutos que prometem queimar 400 calorias e emagrecer até quatro quilos em 15 dias soam quase como uma ofensa. Como um ser consegue ficar 30 minutos só pulando corda?

Muito obrigada, mas eu ainda prefiro minha esteira. E quem sabe um dia eu consiga chegar aos 10 minutos? Será? Cansei, só de pensar.

Adriana Franciosi

Cuidados com os bebês

01 de outubro de 2012 0

Jeferson Botega

Uma pesquisa que deve ser divulgada neste mês, feita pelo Ibope a pedido da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, mostra que as práticas de cuidado para bebês (de 0 a 3 anos) são praticamente as mesmas entre todas as classes sociais e níveis de escolaridade no Brasil.

O estudo revelaria também que, nesta faixa de 0 a 3 anos, as mães se preocupam mais com questões de saúde, deixando as ações que incentivam o intelecto da criança em segundo plano.

Outra conclusão do levantamento é que os pais ficam menos tempo com os bebês do que nas demais regiões do país. Para compensar, a Região Sul é apontada como a que tem mais acompanhamento de profissionais especializados nas creches, como pedagogos, psicólogos e nutricionistas.

(Fonte: Zero Hora de 17 de setembro)

Pequena cantora

27 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Ticiana FontanaDesde quando estava na barriga, a Antonela dava demonstrações de que gostaria de música. Quando estava grávida, chegava em casa e, por alguns minutos, colocava ritmos frenéticos ou calmos e sentia a reação dela.

E assim foi desde os primeiros meses, quando virou fã das tradicionais musicas infantis, natalinas, de igreja, MPB, pagode, sertanejo e por aí vai…

Outro dia, assistiu como “gente grande” a um concerto de uma orquestra de sopro, inclusive aplaudiu no momento errado (durante uma era uma pausa da música), provocando risos na plateia. 

Ao mesmo tempo, ela mexe animadamente o corpo acompanhando o ritmo da abertura de qualquer novela ou em uma propaganda com trilha sonora mais agitada.

A pequena descobriu, na casa da avó, um velho violão da mãe, com as últimas três cordas intactas, e passava tocando. Há alguns dias, ganhou uma versão pequena de um violão rosa. Passa com ele de arrasto pela casa e tocando como se entendesse da coisa.

Inventa letras e cria nova versões para sucessos conhecidos. Teve uma pérola que virou história de família.

A Antonela, às vezes, rejeita a ideia de tomar banho e fica enrolando. Depois que entra no chuveiro ou banheira, não quer sair mais.

Ela estava no corredor com o violão embaixo do braço e eu perguntei:

- Amor, vamos tomar banho.

- Não.

- Vamos amor.

- Não!, respondeu e saiu da minha vista.

Eis que a encontro e ela olha e começa a cantar:

- Antonela não vai tomar banho, Antonela não vai tomar banho, Antonela não vai tomar, lá, lá, lá…

Eles... sempre eles...

25 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerImpressionante. No último sábado estive em Porto Alegre participando de um congresso de jornalismo da RBS. Se, antes da maternidade, o assunto principal durante os intervalos era o trabalho , agora, obviamente, quem é tema principal são os filhotes. E não importa se eles têm pouco meses, 2 anos ou se já estão na adolescência, preparando-se para o curso superior. Aliás, a maternidade é capaz de aproximar seres muito diferentes uns dos outros. Se duas mulheres não têm nada em comum na personalidade ou na condição social, mas se ainda assim tiverem filhos, elas terão assunto garantido e, logo, logo, parecerão duas amigas de longa data.

Aproveito para confessar a vocês que só agora eu e Camila nos  conhecemos pessoalmente. Sim, até então o contato era só por telefone ou e-mail. Faltou a Tici, que não pôde ir ao congresso, para registrarmos o encontro do trio. Coisas desse mundo virtual…

Mas, voltando ao assunto anterior, incrível como os filhos passam a ser os protagonistas de tudo em nossas vidas. A gente adora falar deles e, se antes, eu me angustiava diante de tantos novos desafios da profissão de jornalista que eram expostos durante um congresso, hoje, meu pensamento é o seguinte: como aliar essas novas exigências com a prioridade da minha vida, que é o pequeno. A angústia vira energia para tentar ser uma boa profissional conectada com as mudanças e exigências da profissão, mas sem deixar que isso signifique menos tempo com o guri.

A gente vai amadurecendo, e eu não tenho dúvidas de que a mulher, com a maternidade, adquire condições de se tornar uma profissional ainda melhor. Claro que sempre há exceções, mas é tanto aprendizado com um filho, é um desenvolvimento tal de tantas habilidades, que é difícil conceber que uma profissional volte ao trabalho, após a licença-maternidade, pior do que quando saiu para parir.

E o melhor de tudo é chegar em casa, moída de cansaço, desfeito em segundos quando a cria conclui, olhando em seus olhos:

- Um dia é longo demais quando tu não está junto comigo, mãe! Já não aguentava mais de tanta saudade. Ainda bem que, agora, a gente vai ficar juntinho todo o tempo…

A minha nora será uma mulher de sorte…

Chá de bebê ou chá de fralda?

14 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerQuando perguntam a minha opinião, nem penso muito, apesar de cada caso ser um caso. Chá de fraldas (eu fiz um misto de chá de bebê com fraldas, mas, se fosse hoje, faria somente de fralda). Fralda é o que mais o bebê vai ocupar, e o gasto é gigante para o bolso dos pais. Então, nada ajuda mais do que presentear os pais com muuuiiittttaaa fralda.

Aliás, sempre tive uma curiosidade em relação a fraldas. Meu pequeno só se adaptou a uma marca, e sempre fiquei pensando no porquê… As demais só vazavam e acabei desistindo logo… Conheço outras mães que também tiveram guris, e não se adaptaram com a fralda que usamos e só utilizam outras, que eu não conseguia utilizar. Será que a anatomia do bebê é que faz acontecer isso ou o problema estaria na forma de colocar a fralda… Uns bons anos depois (acho que nem sei mais trocar fralda…), sigo com a mesma dúvida cruel. Por que funciona para um bebê e não para o outro…

“Melhor” mesmo era no tempo da fralda de pano com a calça plástica para tentar evitar o vazamento…



Por quê?

13 de setembro de 2012 3

Todos os posts de Ticiana FontanaA fase do por quê?

Faz dias que a Antonela anda questionando o porquê  de tudo que é falado.

São tantas explicações que a gente chega a cansar.

Outro dia, a tentativa de explicação terminou em lágrimas:

_ Mamãe, vai “trabalhá”?

_ Sim, amor

_ Por quê?

_ Porque os adultos trabalham, a mãe precisa ganhar dinheiro para comprar as coisas para a Antonela.

_ Ah, mas por quê? Não vai, mamãe… Vou “cholá”.

_ Amor, a mãe volta depois e a gente brinca. Tá bom?

_ Por quê ? (já chorando). Não “quélo” (buááá).

_ Amor, a vida adulta é assim, mas parte da vida dos adultos. Por isso, é bom ser criança.

_ Por quê? (buááá)

_ A gente combina assim: você vai para a escolinha e a mãe vai trabalhar e, depois, a gente fica juntinha em casa brincando.

_ Por quê?

Dei um beijinho e saí com o coração apertado, vendo ela me abanando e chorando. Passei parte da tarde pensando “Por que a vida é assim? Por que temos de trabalhar sempre? Por que não posso ficar em casa quando tenho vontade? Por quê?”

Acho que ainda não saí da fase do  “por quê?”

O que vai, um dia volta...

12 de setembro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerA mãe reclama diante da previsão do tempo que, um dia antes, apontava para um dia de sol. Ela apostou na informação e aproveitou para lavar muita roupa. Choveu.

O filho ouvindo a mãe reclamar com os seus botões, ou melhor, da previsão do “tio do tempo”, arrematou:

- Ué, mãe, tu também não erra no teu trabalho? Não vive me dizendo que todo mundo erra… Que o pai erra… Que eu erro quando não presto atenção na aula… Que até a profe erra…  Se todo mundo erra porque o tio não pode errar também?

(e fez-se o silêncio)

- O importante depois de errar é consertar o erro e, depois, tentar não fazer errado de novo. Não é, mãe?

(e fez-se o silêncio outra vez)

Do tempo em que todos desfilavam no 7 de Setembro

06 de setembro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerSou do tempo em que todo aluno tinha de desfilar no dia 7 de Setembro (era obrigado, não tinha escolha). Claro que lá se vão quase 30 anos, mas sabem que a gente até gostava daquele entrevero, de ensaiar com a banda do colégio, de acenar para o público… Lembro até hoje de um desfile, em que eu deveria ter uns 9 ou 10 anos, em que me esborrachei no meio da avenida. Estava toda arrumada, de sainha florida e uma meia branca, levando uma cesta de flores, de mão dada com o mano. O tombo furou a meia, e pena que não tenho comigo a foto para mostrar para vocês…

Também lembro do uniforme azul bebê que usávamos também nos desfiles, com listras azul-marinho… Um espetáculo!

Numa pesquisa rápida entre os mais de 30 profissionais aqui da Redação, apenas 3 nunca desfilaram no 7 de setembro.

Pois os tempos são outros, e meu pequeno ainda não desfilou (será que algum dia vai desfilar?). Até o levamos certa vez para assistir a um desfile farroupilha, mas ele nunca se mostrou muito fascinando…

Hoje, o que temos aqui em Santa Maria são desfiles comunitários, feitos em horário de aula, onde as escolas costumam desfilar. Mas, para o grande desfile do dia 7 de Setembro, são poucas  as escolas (e alunos) que vão demonstrar seu civismo nas ruas.

Ouvi dia desses uma mãe comentar que o desfile valia um ponto na nota da filha… E que, por isso, muitas crianças acabavam desfilando…

Não estou aqui questionando a validade (ou não) do desfile do 7 de setembro, apenas constatando o quanto a realidade se transformou nesse sentido…

E seu filho, ele já desfilou no 7 de setembro? Vai desfilar amanhã? Ou vai assistir ao desfile que celebra a Pátria?



Débie, Cecília e uma grande história

06 de setembro de 2012 4
Olá Fabiana.  Me chamo Débie e moro em Garibaldi, na Serra gaúcha.

No último final de semana, procurando por novos blogs, conheci o Meu filho e fiquei encantada!

Vi que é possível enviar fotos e histórias…

Gostaria então de dividir contigo nossa história…

Também tenho um blog, onde conto o dia a dia da minha filha Cecília, que venceu a HDC.

A ideia do blog veio para ajudar outros pais que tenham que enfrentar a HDC, e mostrar o caso da Cecília, que a venceu.

Nele, há um espaço onde outras mães que enfrentaram a doença contam suas

histórias…

Busco a divulgação da HDC para que menos pais sejam pegos de surpresa…

Beijão,

Débie

Clique aqui para conhecer a história da Débie, que hoje está com 32 anos, viveu uma história de luta com a sua pequena e venceu.

Mas antes, deixe à mão o seu estoque de lencinhos.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...