Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "dúvida"

Preocupação com adenoide

25 de outubro de 2012 4

Todos os posts de Ticiana FontanaA Jucelia tem um filho e muistas dúvidas, como todas nós... Ela pediu para dividir com as leitoras do blog:

"Meu Nome é Jucelia, moro aqui em Floripa, mais estou sempre acessando o blog. Meu filho, Vinicius 2,5 anos, desde os 6 meses de idade começou com infeções no ouvido. A pediatra dele o encaminhou para um otorrino.  Descobriram que ele estava com problemas na adenoide, veio tratando este tempo todo com muito  antibiótico. Resumindo, o médico marcou cirurgia agora para dezembro confio plenamente no médico (...) Um dos melhores (...) Vai fazer uma bateria de exames agora, mais estou muito angustiada, meu coração está doendo demais, sei que é o melhor para ele... Queria saber se alguma mãe já passou por isso? e como foi?  As vezes penso, será que não estou exagerando. Bom, só quem é mãe"

Programa especial sobre mães empreendedoras, as “mompreneurs”

21 de outubro de 2012 0

Neste domingo, dia 21, estreia a nova série do Fantástico, Mãe S/A, com apresentação de Max Gehringer e da jornalista Patrícia Travassos.

O quadro mostra o universo das mães empreendedoras, um fenômeno social que cresce a cada ano no Brasil. Segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, divulgada em 2011 pelo SEBRAE, 49% dos 18,8 milhões de empreendedores brasileiros são mulheres. Após a maternidade, elas decidem ser donas do próprio negócio, para administrar melhor o horário no trabalho e em casa com os filhos.

A reportagem que abre a série mostra o fenômeno das mães empreendedoras no Brasil.
“As mulheres estão fazendo uma segunda revolução no mercado de trabalho. A primeira aconteceu quando a mulher deixou de ser prenda doméstica ou do lar e começou a trabalhar. A segunda revolução é agora. Elas estão deixando o emprego para abrir o próprio negócio”, explica Max Gehringer. No mundo, esse fenômeno já é conhecido como “mompreneurs” (mom = mãe + entrepreneurs = empreendedoras) e é considerado a grande tendência do empreendedorismo feminino no século XXI.

A série acompanha a rotina e mostra os desafios de três mães empreendedoras. “Nesse quadro vamos agregar um pouco mais de emoção e sensibilidade, porque as empresárias não iniciaram os negócios pensando no lucro. São mães tentando conciliar o empreendimento e a família”, afirma Max. Em Santo André, Vivi Francomano de 36 anos é dona de uma floricultura, especializada em decoração de eventos, e mãe de dois filhos: Gustavo, de 16 anos, e Guilherme, de oito. Em São Paulo, o quadro conta a história de duas mães: Grace Campos, de 32 anos, que abriu um ponto de café e doces próximo da sua casa e divide seu tempo entre o trabalho e os filhos João Pedro, 10 anos, e Maria Luiza, de sete. E Maria Aparecida de Almeida, de 32 anos, dona de um pet shop e mãe da Maria Eduarda, de cinco anos.

Segundo estudos científicos, a maternidade muda não só o corpo como o cérebro feminino. A mulher, depois que se torna mãe, desenvolve habilidades que podem ser muito importantes no processo de empreender. Muitas pessoas pensam que a maternidade “estaciona” a carreira da mulher. Porém, o que fica comprovado é que, em muitos casos, ela impulsiona e motiva mudanças que tornam a mulher muito mais feliz.

Você deixa seu filho ver TV?

29 de agosto de 2012 6

Todos os posts de Camila Saccomori


Quem nunca passou por esse dilema?
Confesso que tento preservar ao máximo a Pietra de ficar muito tempo na frente da TV vendo DVDs mesmo que os "educativos".
Mas quando acontece, é geralmente por conta da situação abaixo.

Achei engraçado o desenho porque retrata o suposto pensamento infantil quando isso acontece. CONFIRA!


Inter!!!

01 de fevereiro de 2012 0

Em dia de saber se o Inter vai ou não para a Libertadores, que tal torcer com a Cintia Daniela Roesler, mãe do Joaquim, de 6 meses?
_ Eu resolvi unir duas paixões em uma tatuagem: o nome do meu filho e o meu time do coração _ diz ela.

Curtiu?



Escorregador ao contrário

17 de janeiro de 2012 10



Todos os posts de Livia Meimes

Sabe aquela mãe que deixa fazer quase tudo, que pira junto, faz bagunça, vira criança?

Prazer.

Mas uma coisa eu parei de fazer: frequentar parquinhos públicos em horários de movimento, porque nunca mais consegui embalar meu filho tranquilamente no balanço. Definitivamente, não dá para misturar bebês com crianças mais velhas. Esse tipo de experiência tem sido muito desagradável, pois os mais grandinhos não respeitam os pequeninhos e a culpa é dos pais. Eu entendo perfeitamente que eles estejam a mil por hora, que queiram subir no escorredor pelo lado contrário, atropelar quem estiver por perto, jogar areia e se pendurar nos brinquedos das formas mais criativas possível, mesmo que sem más intenções. Mas em se tratando de espaço público, minha gente, é complicado. Os pais deveriam ficar mais atentos aos outros, lembrar que aquele local está disponível para todos e não só para seu reizinho.

Pronto, falei.

Berços com grades x Berços com telas

10 de janeiro de 2012 3

Por Camila Saccomori

Essa discusão pode servir para as futuras mamães que estão começando a fazer o enxoval do bebê. De tudo o que  eu comprei para o quarto da minha filha Pietra, fiquei com muitas dúvidas sobre um dos principais itens de mobiliário.

O BERÇO.

O que eu escolhi é lindo! Lindo e delicado. Combina com o quarto. É de laca branca e tem as bordas arredondadas para evitar acidentes. A lateral dele sobe e desce para evitar (mais) danos às costas das mães. Tem travas laterais. Tem rodinhas com travas. O estrado desce, o colchão está bem baixo agora. A marca é bem conhecida no mercado.

Ele é de GRADES, como 90% dos berços aqui do Brasil. É claro que há crianças que se adaptam superbem, mas o meu caso é o seguinte: a Pietra rola muito enquanto dorme. E não foram poucas as vezes em que um pé ou uma mão ficam entre as gradezinhas no meio da noite e ela acorda por conta disso. (E isso que o espaçamento das grades laterais cumpre a determinação do Inmetro.)

O belo conjunto de protetores almofadados, que antes evitava esse tipo de acontecimento, foi retirado para evitar que ela pise neles e use como "degrau" para pular o berço, sabem? Aos 9 meses, a Pi já fica em pé e qualquer item maiorzinho deve ser retirado do berço. Até o travesseiro pode ser usado como degrau, aconselham os especialistas.

A vantagem do berço de grades é que ajuda o bebê justamente a "treinar" ficar de pé. Serve como APOIO - e quando a mãe está de olho, OK. O problema são as madrugadas, como já falei.

Então vem a outra opção sobre quem está na dúvida sobre qual modelo comprar. Os de TELA me parecem muito mais interessantes. Não optei por este modelo quando comprei o berço porque fiquei pensando na questão da higiene (devem acumular muito pó). E também li relatos de que cediam conforme o bebê ia empurrando com pés e mãos (na tentativa justamente de se apoiar para ficar em pé). São também, na maior parte das vezes, mais caros. Porém acho que acabariam com o problema de pezinhos para fora do berço no meio da noite.

Tenho lá em casa (na sala) um chiqueirinho móvel que é com telas nas laterais. Acho bem molenga a tela e realmente dificulta que ela fique em pé se apoiando quando quer "espiar o movimento".

Há ainda os berços com laterais de ACRÍLICO, mas são bem mais raros no mercado brasileiro.

A propósito desse assunto: clique aqui e confira reportagem do Fantástico sobre como evitar que seu bebê sofra acidentes dentro do berço. Almofadas, bichinhos de pano e outros itens aparentemente inofensivos são perigosos especialmente para criaças de até 6 meses.

QUAL A SUA OPINIÃO?
QUAL BERÇO VOCÊ COMPROU E RECOMENDA PARA AS FUTURAS MAMÃES?

A primeira febre a gente nunca esquece

07 de dezembro de 2011 13

Esta mãe que vos escreve enfrenta hoje seu primeiro desafio em termos de dodói: medir a temperatura a cada turno. Começou na noite de segunda-feira um estado meio febril da pitoca de oito meses, acompanhado de uma tossezinha e nariz escorrendo. Escapamos de todas as gripes no inverno, mas uma hora ela chegaria, né? Que peninha que dá! Sei que não é grave, mas estamos de olho em casa (nada de mandar pra escolinha).

O post não é para ficar relatando sintomas, longe disso!

Queria pedir dicas das mamães e papais mais experientes: qual a técnica que vocês usam para deixar o termômetro parado embaixo do pequeno bracinho?


Quando a bonita está dormindo OK. Mas e quando acorda e quer brincar com o termômetro colorido, botar na boca, jogar no chão... Isso que lá em casa usamos o digital, que é bem rápido.

Quando ter o segundo filho?

06 de dezembro de 2011 10

stock.xchng, divulgação

Quando é a época certa para ter o segundo filho? Muitos casais decidem parar no primeiro, porém, outros querem dar um irmãozinho. E também já ouvi que quando o primeiro faz três aninhos é a melhor época para se ter outro.

Fico muito assustada com isso, já que o Gabriel já vai fazer dois e não me sinto nem um pouco preparada para engravidar novamente. Talvez porque não passei muito bem no pós-parto ou por achar que a fase do meu  bebê é uma das melhores, já que ele está começando a se virar e brincar sozinho.

Certamente vou saber quando a hora chegar, como aconteceu da primeira vez...

Brinquedo simula assalto a caixa eletrônico

13 de novembro de 2011 2

Reprodução

Você compraria um brinquedo para o seu filho que simulasse violência? Uma das empresas mais conceituadas no mundo, a Lego, lançou uma coleção em que as crianças brincam de assaltar caixas eletrônicos de banco. A novidade está nos principais sites da internet.

Conforme informações dadas à folha.com, o porta-voz da Lego no Brasil, Robério Esteves, disse que os bonecos são produzidos na Dinamarca e abordam temas globais, do universo urbano.

Acredito que, se a pessoa orienta bem o seu filho, não há grandes problemas em oferecer a ele esse tipo de brinquedo, mas eu não daria de presente a quem mais amo algo que pudesse influenciá-lo a atitudes más.

Por outro lado, estamos convivendo há anos com videogames com jogos que têm como objetivo matar, lutar, atropelar e fugir... É quase impossível isolar uma criança desse tipo de brinquedo.

Assim, como se deve agir? Participe do blog dando a sua opinião.

Literatura Especializada

10 de novembro de 2011 8

Desde o momento em que o exame de gravidez deu positivo, virei consumidora de artigos, livros e toda a literatura especializada sobre maternidade. Porém, lembro-me de apenas dois livros que considerei com conteúdo mais relevante.

Um direcionado ao pai da pequena que tinha uma linguagem divertida e simples, explicando as transformações no corpo e na mente da mulher e do pai também. O outro era dicionada ao casal. Quando tive problemas com o sono da pequena, li a respeito do método "nana nenê".

Depois que a pequena nasceu, as leituras ficaram mais específicas e menos seguidas. Para falar a verdade nunca concordava muito com os manuais e outros livros que ditavam regras sobre gestação até os dois anos de idade da criança.

Outro dia uma leitora escreveu relatando dificuldades com a educação do filho que tem pouco mais de um ano e apresenta uma rebeldia quase incontrolável. Como não recordo de nada muito relevante nesse quesito (lembro de alguns títulos, mas que não concordo integralmente com o conteúdo), peço dicas de literatura específica sobre o assunto.

Atenção ao peso das crianças

08 de novembro de 2011 0

No jornal Pioneiro de hoje, a reportagem especial da jornalista Fernanda Fedrizzi se refere a pesquisas recentes que apontam que no Brasil uma em cada três crianças de cinco a nove anos está acima do peso. Estudiosos discutem, inclusive, a possibilidade de retirada da guarda dos pais.

Ilustração Fredy Varela


A fartura gastronômica da Serra tem causado efeitos na balança. A endocrinologista Marta Tonietto Tonolli conta que todos os dias atende pelo menos um caso de criança com excesso de peso ou obesidade em seu consultório. Para Marta, as causas do problema estão relacionadas, na maioria das vezes, aos maus hábitos alimentares e à diminuição da atividade física. Os alimentos industrializados carregam altos teores de gordura e menos fibras. Além disso, as crianças cada vez mais substituem as brincadeiras na rua por horas em frente às telas de computador ou televisão. Conforme a pediatra Marcia de Oliveira Schneider, de Porto Alegre, especialista em nutrologia infantil, a recomendação da Academia Americana de Pediatria é de, no máximo, duas horas por dia para essas atividades.

A obesidade na infância pode causar em crianças e adolescentes doenças comuns em adultos, como o diabetes e a hipertensão. São doenças crônicas, e quanto mais cedo surgem, pior.

– Há 20 anos, apenas pessoas acima dos 40 desenvolviam o diabetes tipo 2, que está ligado à obesidade. Hoje há cada vez mais pessoas jovens com esse tipo de diabetes. Agora ele também já existe em adolescentes. É mais grave nessa faixa etária, porque se ele tiver essa doença aos 15, aos 30 já serão 15 anos com a doença. Problemas de pressão e colesterol altos também estão começando antes por causa da obesidade – explica Marta.

As crianças obesas, conforme a pediatra, têm mais chances de desenvolver doenças crônicas não transmissíveis. Além do diabetes e hipertensão, ela cita a dislipidemia (aumento dos lipídios no sangue), complicações ortopédicas e ovários policísticos, no caso das meninas. Sem falar na discriminação e problemas psicológicos.

– Adolescentes obesos aos 13 anos têm em torno de 40% de chances de se tornarem adultos obesos. É preciso evitar que a criança chegue nesta idade obesa. Assim, terá mais chance de ter um peso saudável e de não desenvolver doenças associadas à obesidade – alerta Marcia.

Aprendiz de mamãe

08 de novembro de 2011 19

stock.xchng, divulgação

Depois desta semana tenho me questionado se tenho sido uma boa aprendiz de mãe. Tudo bem, tem outras pessoas envolvidas, mas eu sou a maior responsável. Em uma semana, ele se assou, queimou e vomitou.

Como já relatei em outro post, o Gabriel ficou assado ao exagerar em comer cebola em conserva: ok, aprendemos que tudo que for em exagero pode ter um resultado negativo.

Na última sexta-feira, o Gabriel puxou a jarra da cafeteira com o café fervendo. A sorte que estava de manga comprida e apenas se queimou em parte de um dos bracinhos. Não adianta só cuidar de virar o cabo para que ele não o puxe, agora ele aprendeu a fazer degrauzinhos com qualquer coisa que encontre e a alcançar tudo o que vê pela frente: ok, não podemos tirar os olhos da criança por nem um segundo.

E, ontem, acordou vomitando. Eu acredito que tenha ficado mais a vontade na casa da outra vó, já que estava muito quente e ontem o clima mudou: ok, nem que esteja 30C°, o pequeno não pode andar descalço e nem se molhar. Como não estava presente, como vou saber se não pegou algum ventinho? Mas como vou ficar reclamando para a minha sogra se ele vai lá só de vez em quando?

E, agora, mais uma vez estou longe, pois preciso trabalhar, mas, com certeza, o meu coração está lá com ele.

Muitas dúvidas se instauram na minha cabeça. Estou vendo para colocá-lo em uma escolinha a partir de fevereiro do ano que vem. Será que com isso não estou deixando ele ainda mais longe de mim, já que com a minha mãe, a proximidade é maior?

Vocês já passaram por experiências parecidas? Como agiram com a criança? Com a sogra? Com o marido?

Melhor escola

01 de novembro de 2011 2

ANDRÉA GRAIZ, BD

Depois de fazer muitas matérias em escolinhas e visitar outros colégios, cheguei à conclusão de que todas procuram ensinar o conteúdo aos alunos, porém os pais têm que analisar o que a instituição oferece de diferente para os seus  filhos.

Há aquelas que incentivam informática, natação, balê e até o respeito à natureza, como ensinando os pequenos a plantar a hortinha com o que vão comer na hora do almoço.

Estive em uma escola de Caxias do Sul que incentiva a brincadeira do Lego. Essa, todo mundo já deve ter ouvido falar. Começam ainda pequenos e os professores vão dificultando com peças menores conforme as crianças vão crescendo. Confesso que nunca tinha visto nada igual, a brincadeira faz parte do currículo escolar. As crianças vão sendo preparadas para áreas, como engenharia, medicina e matemática. A partir da 5ª série, os alunos começam a montar robô, sempre orientados pela coordenadora tecnológica da escola. Neste ano, também participaram do torneio regional de robótica no último fim de semana, em Novo Hamburgo.

É, só que, na prática, muitos pais têm que se submeterem a escolas mais caras, por ficarem próximas ao trabalho ou residência. Ou não tão boas porque a mensalidade tem uma diferença grande.

Já é difícil educar, imaginem saber o que é melhor para o futuro da criança. Estou pensando nisso... Em valores... Proximidade... O que a escola tem a oferecer...

Pensem nisso também!!!

Parto normal! E como foi?

06 de outubro de 2011 30

Abaixo um texto que a, agora, mãe da Sophia, minha colega da RBSTV Michele Dias mandou sobre o parto. Quem lê o blog acompanhou a pequena que de última hora conseguiu vir ao mundo através de parto normal, como o assunto sempre gera curiosidade, a Michele nos mandou um texto sobre o nascimento da nova amiguinha da Antonela. A foto é da família feliz, Michele, Marcelo e a pequena Sophia. Vale a pena conferir:

" Saí para uma consulta médica e para levar documentos na RBS e rever os colegas; e a pergunta que mais ouvi foi:

-Parto normal!! E como foi?

Acredito que a curiosidade seja porque relatos desse tipo são cada vez menos frequentes já que a maioria das mulheres opta pela cesárea antes mesmo de pensar em parto vaginal. Eu sempre quis tentar, sempre quis esperar primeiro pelo “método natural” e, Graças a Deus, foi possível! Tenho certeza que as dores, o tempo, a vivência, tudo varia de mulher para mulher... então, me desculpem as que acharam a experiência ruim; para mim deu tudo certo. E aqui vai a minha história de parto:

Estava combinado: se a Sophia não nascesse até domingo, dia 25, faríamos uma cesárea na segunda-feira para que a gestação não passasse muito das 40 semanas (fechadas na sexta). Pois na madrugada de sábado, a uma e 20 da manhã, estava deitada e senti uma contração combinada a uma umidade.... A bolsa tinha rompido. Liguei para o médico, o atencioso e competente Dr. Perin, que me disse:

- “Quando as contrações ficarem fortes você pode ir ao hospital.”

Como elas eram médias de intensidade e espaçadas, fui para o chuveiro tomar um banho morno, me vesti; sequei o cabelo... só não deu para fazer uma maquiagem estilo JA como o médico tinha me dito brincando! – com a dor, eu ia borrar a pintura! He, he!

Às 3 horas da madrugada, liguei novamente para dizer que estávamos a caminho do hospital – eu e meu marido – já com as dores mais fortes e frequentes. Na sala de exames, o médico viu que eu já tinha 7 de dilatação e que o trabalho de parto evoluía perfeitamente. Era hora de dar um beijo nos meus pais, irmã e na minha sogra e seguir para a sala de parto... O marido foi comigo e o sogro também – o reconhecido, apaixonado pela pediatria e vovô da Sophia, doutor Pedro Orso.

Enquanto eles se vestiam (aquelas roupas azuis tipo smurf, hehe), fiquei com o anestesista, Dr. Renato Dias (muito legal ele, e o sobrenome é mera coincidência), e duas atencionsas enfermeiras que acompanharam e ajudaram em todo o procedimento. Optei por fazer o parto com analgesia – uma dose pequena de anestesia que ameniza as contrações, mas não impede o movimento das pernas.

Já sem dores, meu marido me deu um beijo e começou a fotografar e filmar tudo... Ele foi incrível, me incentivando, me apoiando! Tínhamos combinado que estaríamos juntos na hora de trazer a nossa filha à vida!

Então, assim como tínhamos ensaiado e conversado em várias consultas, o dr. Perin me dizia a hora de fazer força para que a minha bebê nascesse. E foi assim... entrei na sala de parto passado das 4h da manhã e a Sophia nasceu às 5h36min da madrugada de sábado, 24 de setembro de 2011! Com certeza, a madrugada e o dia mais emocionantes da minha vida!

Só não posso usar a expressão “parto perfeito”, pois a minha pequena tinha se enrolado no cordão umbilical. Em função disso, o médico teve que acelerar a “saída” para não prejudicá-la (isso significa que ele usou ocitocina – um pouco de hormônio que intensifica a contração – e também que as enfermeira ajudaram a empurrar na minha barriga). A Sophia nasceu e foi levada pelo pediatra e vovô... segundos depois, o CHORO DA VIDA e a MAIOR EMOÇÃO DA MINHA EXISTÊNCIA ATÉ HOJE!

Ao meu lado estava uma pessoinha que há nove meses era apenas uma “sementinha”... cientificamente, a união de óvulo e espermatozóide; para mim, o resultado do amor de duas pessoas abençoadas por Deus com o dom da vida!"


Estresse Infantil

30 de setembro de 2011 1

O psicólogo e psicoterapeuta infantil, Alexandre Streb mandou o artigo abaixo que fala sobre um assunto ainda muito confuso para os pais. Vale a pena conferir:

" O estresse é um conjunto de reações que se têm quando acontece algo que causa medo, irritação e excitação. Dificilmente os adultos suspeitam que as crianças possam sofrer de estresse, pois eles costumam comparar a sua vida extremamente agitada com a suposta vida sem compromissos sérios dos pequenos. No entanto, as crianças de hoje já não têm a vida tão tranqüila como outrora.

Alguma experiência estressante na infância e adolescência é normal e faz parte do crescimento. Nesta fase ocorrem muitas transformações e numa velocidade bem maior que na fase adulta, sendo esses períodos vulneráveis ao surgimento de um nível de estresse elevado. Mas a sociedade cada vez mais exige que a criança tenha ótimo desempenho na escola e no esporte, desenvolva alguma atividade complementar e que tenha um lugar de destaque entre as outras crianças, criando-se assim, um estado de concorrência e tensão.

Os sintomas físicos mais freqüentes são dor de barriga, dores de cabeça, náuseas, hiperatividade, enurese noturna, gagueira, tensão muscular, ranger dos dentes, dificuldade para respirar, distúrbio do sono etc.. Já os sintomas psicológicos são a ansiedade, terror noturno, pesadelos, dificuldades nas relações interpessoais, desânimo, insegurança, agressividade, choro em demasia, tristeza, birra e medo excessivo.

As situações que mais causam estresse na infância são: mudanças significativas ou constantes, responsabilidades e atividades em excesso, brigas ou separações dos pais, morte na família, rejeição por parte dos colegas, nascimento de irmão, troca de professores ou de escola, ambiente familiar e escolar estressantes, etc.. Outro fator determinante do estresse é a forma como a criança reage ou sente-se quanto a estas situações. Esses fatores são: ansiedade, depressão, timidez, desejo de agradar, medo de fracasso, medo de que os pais morram e ela ficar só, medo de ser ridicularizada por amigos etc..

Para evitar danos causados pelo estresse, é importante que se crie alternativas para que a criança lide melhor com seus desafios. O adulto precisa entender que as crianças não precisam ser campeãs em todos os esportes, ter as melhores notas da sala de aula, nem ter o quarto mais organizado entre seus amigos para serem saudáveis e bem-sucedidas. É preciso estimulá-las a valorizarem seus esforços e conquistas, não importa se pequenas. É possível encorajá-las a serem boas no que fazem sem causar a sensação de que “o mundo vai acabar” se não tiverem sucesso.

Da mesma forma, se uma dificuldade na família, uma prova escolar, um grande jogo, ou uma apresentação em público for um problema, é importante que a criança expresse seus medos aos adultos.

Assim, adultos e crianças podem organizar as atividades do dia a dia de forma que sobre um tempo livre para relaxar, descansar e conversar. Buscar espaços junto à natureza e simplesmente brincar pode ser um ótimo “remédio”.

Sempre haverá primeiro dia de aula, provas e trabalhos difíceis e muitas mudanças na vida. Mas se juntos, adultos e crianças descobrirem mais sobre o que lhes deixa tensos e o que pode ajudar a relaxar, a criança se tornará mais confiante e mais forte para enfrentar os seus desafios. Assim, somente buscando um equilíbrio entre o que é desafiador e o que é divertido, a criança poderá ser saudável e bem-sucedida."

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...