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Posts na categoria "Engraçado"

O que você vai ser quando crescer?

08 de janeiro de 2013 0

Todos os posts de Ticiana FontanaLembro de poucas profissões que gostava quando criança.

Recordo que já sabia ler e escrever quando sonhava em ser jornalista.

Juntava um maço de papéis, um rolo de papel higiênico e brincava de apresentar um programa de rádio ou de TV.

Recordo das histórias do meu irmão mais velho que queria ser lixeiro. Um dia vou até o fim da rua pendurado no caminhão do lixo e nutriu o sonho por mais algum tempo.

Porém, fiquei surpresa com a pequena que nem completou 3 anos e já teve duas “profissões imaginárias”.

Outro dia, me disse:

- Mamãe quando crescer, vou ser médica.

Mal acabou a frase e veio me examinar. Primeiro olhou o nariz, a boca, o ouvido, fez uma espécie de massagem na barriga e conclui o diagnóstico.

- Vou te dar uma injeção para curar o dodói.

E lá veio ela dando um pequeno beliscão com as pontas de seus dedinhos.

Pois ontem, depois de ouvir uma frase, fiz a tradicional pergunta:

- Sou criança mamãe, não sou bebezinho – disse a Antonela

- Tá bom e o que você vai ser quando ficar grande?

- Vou ser música, mamãe.

Ela disso e continuou a brincadeira de cantar e dançar usando como microfone um abajur (daqueles de pé).

Re-pe-len-te, papai!

02 de janeiro de 2013 1

Adulto decididamente não entende os pequenos.
A Antonela está na fase do por quê, tudo questiona e quer saber.
Na tentativa de adiantar-se ao questionamento, o pai resolveu explicar o que era o creme que passava insistentemente no corpo da menina.
- É um creminho que não deixa o bichinho posar no teu corpinho e nem te morder.
Quando o pai engrenava nova explicação, veio a frase derradeira:
- Ah papai, é um re-pe-len-te, então.
É isso aí, como diz o ditado: “Em boca fechada, não entra mosquito”. É mole?

Cantigas de ninar versão nerd

20 de outubro de 2012 0

Morri de rir quando meu marido me repassou este post do blog Byte Que Eu Gosto. É que ambos somos fãs de Galinha Pintadinha e também ligados em tecnologia. Confira as sacadas do blog relacionando cantigas de ninar com expressões do mundo online.

Pequena cantora

27 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Ticiana FontanaDesde quando estava na barriga, a Antonela dava demonstrações de que gostaria de música. Quando estava grávida, chegava em casa e, por alguns minutos, colocava ritmos frenéticos ou calmos e sentia a reação dela.

E assim foi desde os primeiros meses, quando virou fã das tradicionais musicas infantis, natalinas, de igreja, MPB, pagode, sertanejo e por aí vai…

Outro dia, assistiu como “gente grande” a um concerto de uma orquestra de sopro, inclusive aplaudiu no momento errado (durante uma era uma pausa da música), provocando risos na plateia. 

Ao mesmo tempo, ela mexe animadamente o corpo acompanhando o ritmo da abertura de qualquer novela ou em uma propaganda com trilha sonora mais agitada.

A pequena descobriu, na casa da avó, um velho violão da mãe, com as últimas três cordas intactas, e passava tocando. Há alguns dias, ganhou uma versão pequena de um violão rosa. Passa com ele de arrasto pela casa e tocando como se entendesse da coisa.

Inventa letras e cria nova versões para sucessos conhecidos. Teve uma pérola que virou história de família.

A Antonela, às vezes, rejeita a ideia de tomar banho e fica enrolando. Depois que entra no chuveiro ou banheira, não quer sair mais.

Ela estava no corredor com o violão embaixo do braço e eu perguntei:

- Amor, vamos tomar banho.

- Não.

- Vamos amor.

- Não!, respondeu e saiu da minha vista.

Eis que a encontro e ela olha e começa a cantar:

- Antonela não vai tomar banho, Antonela não vai tomar banho, Antonela não vai tomar, lá, lá, lá…

Menina 'superindependente'

09 de agosto de 2012 1

Todos os posts de Ticiana FontanaPela manhã a Antonela fica em casa e à tarde vai na escolinha.

Numa manhã destas, a babá ficou doente e não veio. Esperei a pequena acordar e expliquei:

- Amor, hoje a Rose está dodói e o pai e a mãe têm que trabalhar. Então, a Antonela tem duas opções: ir para a escolinha ou para a casa da vovó em Itaara.

Ela pensou, pensou e respondeu:

- Mamãe, a Antonela não quer ir na escolinha, nem na casa da vovó. Quero ficar em casa. A Antonela fica em casa sozinha, tá mamãe?

Foi difícil disfaçar o meu espanto. Ela tem apenas 2,5 anos…


Sair para comer - antes e depois de ter filhos

27 de maio de 2012 1

Todos os posts de Camila Saccomori

O texto abaixo é inspirado no post “Ir à praia antes e depois de ter filhos“. Favor ler as linhas seguintes sabendo que não se trata de reclamação, e sim de comparações feitas com verdade e humor!

ANTES
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Horário
Saía para jantar, não para almoçar.
Não fazia reserva: se o restaurante estava lotado, esperava-se ou ia para outro lugar. Fome não era motivo de pressa.

Looks
Colocava saltão alto, perfume caro, fazia escova o cabelo, brincão compridos. Roupa no capricho, meia-calça nova sem fio puxado.

A refeição
Comia com calma. A mesa permanecia organizada durante toda a refeição. Dava para contar uma história com início, meio e fim.

O local
Era possível ir a um lugar sem ter nenhuma referência de como era o ambiente. Se tinha área externa ou não, iluminação, decoração, música ambiente… Pouca coisa importava.
Se ouvia alguma criança chorando no restaurante, olhava para a família e pensava “que absurdo, que família que não sabe controlar os filhos…”

DEPOIS
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Horário
Saímos somente para almoçar. A janta é sempre em casa, pois a nenê dorme cedo.

Looks
Invariavelmente casual. Jeans, sapatilha. No máximo um vestido bem basicão sobre uma legging. Maquiagem: rímel passado quando o sinal do trãnsito fecha. Bolsas (a do nenê e a da mamãe) acompanham o look. Na “mala” infantil, há brinquedos, colher, “comida plano B” (papinhas prontas), babeiro, fraldas, uma muda de roupas extra e todos os apetrechos necessários para uma saída de casa.

A refeição
Palavra “calma” some do dicionário. A refeição não é em total paz. Os guardanapos se acabam em um minuto (limpando eventuais comidas que caem da boca) ou sendo rasgado em pedacinhos pela nenê e jogados no chão. Os objetos citados no tópico acima (que estavam dentro da bolsa) vão todos para cima da mesa, tornando impossível a tarefa de encontrar o hashi sumidou ou mesmo descobrir qual copo pertence a quem.

O local
Não se vai a um restaurante sem saber como ele é. Se tem lugar pra trocar fralda no banheiro, se tem cadeirinha pra criança sentar à mesa, qual é o cardápio do bufê (para ir além do feijão-com-arroz). Luxo puro é descobrir um “kids place” acessível. Aí pelo menos um dos pais consegue comer descansado enquanto o outro fica com o filhote no entretenimento infantil, depois revezam.

Novos tempos, velhas dúvidas

20 de abril de 2012 0

Todos os posts de Camila Saccomori

A querida Sheron Neves, publicitária e seriadomaníaca, minha amiga de Facebook, lançou ontem a seguinte questão:

Quando ela era criança, costumava se perguntar: “Quando acendo a luz, pra onde vai o escuro?”

Até que ontem ela presenciou uma menininha perguntando para a mãe:

“Mamãe, quando eu desligo o computador, pra onde vai a internet?”

(…)

ADOREI! O que se diz pra criança em uma hora dessas, hein?

Eles fingem que não sabem...

28 de março de 2012 5

Todos os posts de Ticiana Fontana

 Com 2 anos, a Antonela adora dizer uma expressão que quase me tira do sério.

Nos momentos em que ela não quer prestar atenção ou finge não entender o que a gente está falando, lá vem a mesma colocação.

- Amor, vamos escovar os dentes?

- Ãh?

- Vamos tomar banho?

- Ãh?

- Vem, vamos trocar a fralda.

- Ãh?

- Quando quiser fazer fazer “xixi” avisa, tá?

- Ãh?

Como sei que ela está fingindo? Vou relatar as respostas para outras pergunta:

- Nêga, quer ficar em casa ou passear?

- Passeá, mamãe.

- Vamos na pracinha?

- Êba, Êba…

- Quer desenhar ou pintar?

- Pintá.

- Quer ver Monstros SA?

- Eu queio.

Tenho uma amiga que percebe esses “por menores” em filhos de diferentes mães e sempre usa uma frase meio preconceituosa, mas com uma certa razão:

- As crianças de hoje são anões disfarçados.

Eu acho que é pura malandragem…

Só sei dizer "não"

20 de janeiro de 2012 4

Se ganhasse dinheiro a cada não que digo, ficaria rica. Agora que passamos a manhã juntas é um festival de “nãoooosss” e “cuidadoooo”.

Me controlo para não gritar, mas diante do perigo é impossível não levantar a voz.

Impressionante o desenvolvimento rápido dos pequenos.

A Antonela, com quase dois anos, consegue transmitir exatamente o que quer.

Quando contrariada, continua tentando e só desiste depois de insistente negação.

Porém não são apenas os pais que reprovam a atitude dos filhos. Desde pequenas, as crianças demonstram claramente quando não concordam com a posição dos genitores.

O comportamento normalmente vem acompanhado por choro ou por frases surpreendentes.

A Antonela quando está indignada comigo tem repetido a mesm frase:

 - “Vai tabaiá, mamãe. Vai tabaiá” (Vai trabalhar, mamãe. Vai trabalhar.)

Avaliação da pequena...

14 de dezembro de 2011 1

Hoje fui na escolinha receber a avaliação da pequena, chamado de parecer, mas que equivale ao nosso antigo boletim. Uma cena hilária, a professora estava sentada numa cadeirinha de criança e eu, num minissofá usado pelos pequenos.

O parecer não é uma nota, mas um texto com várias observações sobre os pequenos. Escutei vários elogios par a Antonela e fiquei muito orgulhosa da pequena. Méritos, que também são a babá. Ela sempre estimulou a pequena a desenhar. A motricidade fina, o jeito como ela pega um lápis e uma caneta, os rabiscos de círculos e outro formatos definidos impressionaram as cuidadoras.

Tinha uma parte que falava sobre o capricho da Antonela com o material e os trabalhos. Perguntei qual era o critério de avaliação de uma criança de um ano e dez meses.  

- Algumas crianças fazem o desenho e depois não relacionam aquilo como sendo um material de trabalho. Amassam o desenho, o esfregam no rosto ou o rasgam. A Antonela deixa tudo organizadinho e bonitinho.

Pensei, “Igual ao que acontece lá em casa, dezenas de brinquedos espalhados pela sala”.

Outra surpresa agradável foi o elogio em relação à parceria e à cordialidade para com os colegas. No relato, consta que a pequena divide brinquedos, junta os bicos do chão e os devolve para seus donos.

A única ressalva fica com o elogio da comunicação. Na avaliação dizia que ela se comunicava bem e dava para entender algumas frases, como brincar com o papai, ir na casa da vovó ou da tia “Si”. Nenhuma referência as preferidas, a mãe, a babá ou a tia Márcia… Tudo bem, dessa vez, passa.

A professora ainda ressaltou:

- A personalidade é forte, quando ela fala “não!”, é “não!”, quando fala “sim!”, é “sim!”

Isso, já percebido há muito tempo, pensei.

Essas crianças!!!

08 de dezembro de 2011 6

Sempre ouvi falar que os adultos tem de cuidar o que falam porque os pequenos são umas “esponjas”, sugam rapidinho tudo o que não prestar e captam no ar aquilo que os grandes pensam esconder.

Dito isso, apenas duas pequenas passagens em pouco menos de 10 minutos fizeram, como diz um conhecido, me cair os “butiás do bolso”.

Havia acabado de buscar a Antonela na escolinha e estávamos indo para casa. Eu dirigia sem muita paciência, confesso, e a pequena vinha sorridente atrás.

Abriu a sinaleira e antes de conseguir cruzar o sinal, vermelho novamente. Da segunda vez, o carro da frente não andava. Olhei o amarelo e soltei o verbo.

- Anda Bos….!

Imediatamente, a pequena interviu:

- Ãndaaa mota…

Disfarcei e segui com o diálogo:

- É isso aí,  anda moto!

- Ãndaa calo!!! Hehehe;

- Isso mesmo amor, anda carro!!!

Paramos novamente no semáforo. Desta vez me contive, fiquei calminha. A pequena de novo chama a minha atenção.

- Mamães, oia a aiêde.

- O quê?

- A aiêde tá iscada. Não póde!

- Não entendi amor, repete:

- A aiêde tá iscada. Não póde!

Olhei ainda sem entender para o lado, era um muro todo pichado. A tradução para a frase dela era: “A parede está riscada, não pode”. Sempre que ela tenda rabiscar fora do papel, pelos sofás e paredes da vida, a gente a repreende.

É mole?

As primeiras mentiras da pequena...

29 de novembro de 2011 5

Depois que entrou na escolinha, a Antonela parece uma gralha. Chega em casa e não para com a matraca, mas é só chegar alguém que não tenha uma convivência muito seguida que o orgulho dos pais – geralmente dizem: “Fulana, conta para o titio como foi a escolinha hoje”, a resposta, normalmente, é um silêncio profundo. Lá em casa, não é diferente.

Buenas, continuando, ela fala e conta o que quer e até anda inventando histórias. A pequena sempre gostou de remédio… Em especial para dor de barrriga. Como teve uma virose, seguida de otite, virou fã de carteirinha. Ela tem mostrado alguma parte do corpo onde dói. Só que outro dia flagrei a mentirinha.

- Mamãe “lemédio”, dói “baliguinha”.

Dei uma risada e falei “é mentira do nenê”. Ela riu junto.

No fim de semana, ela falou para a vovó que a “mãe” (no caso, eu) tinha batido “aqui” vovó. Apontava para as costas (Nunca dei um tapinha sequer). Fingi ficar braba e a repreendi dizendo que não podia mentir.

Porém, ontem, foi demais. Ela vai na escolinha pela manhã e, na volta, a coloco para tirar uma “soneca”, no início da tarde. Notei que ela chegou numa alegria e mais “espoleta” do que o normal.

Como sempre, falei:

- Vamos “mimi” (essa mania dos adultos de infantilizarem a fala) com a mamãe.

- Já “mimi” mamãe.

- Aonde?

- Na “colinha”.

- Na “colinha”? Tu nunca dorme na escolinha, tá mentindo para a mamãe?

- Hahahahahaha, sim.

É mole?

O lado "praticômico" da maternidade

15 de novembro de 2011 17

Os fatos a seguir não são obra de ficção.
Qualquer semelhança com a sua própria vida não é mera coincidência.

***

Há dias que seriam trágicos se não fossem cômicos. Mas são cômicos e felizes. Pois não há dia infeliz ao lado dos nossos filhos. Simplesmente não há!

Por Camila Saccomori

Acordo cedo lá em casa desde que a Pietra nasceu. Seis horas, esse tipo de cedo. E mesmo assim, a manhã parece se esvair em um segundo enquanto tento conciliar curtir umas horinhas de brincadeira com a pitoca + banho, cabelo e maquiagem para eu ir trabalhar + arrumar a Pi para ir à escolinha. Desde que retornei da licença-maternidade, o lado prático anda sendo cômico…

Descer com a “pacotinha” de 70cm e 8kg nos braços + duas bolsas grandes (uma dela e uma minha) + chaves do apê e do carro na mão, tudo isso segurando a cadelinha de estimação com os pés para não escapar porta afora, é uma GINÁSTICA.

A malhação desta “hora tragicômica da saída de casa” fica ainda melhor com os elementos-surpresa:

(1) A camisa branca passada na noite anterior leva um jatinho de regurgitação da papinha matutina suficiente para gerar uma mancha enorme. E dá-lhe correr a trocar. E ao tentar encontrar outra, notar que todas as camisas estão apertadas no busto (sim, dona amamentação, eu te amo e você é muito melhor que um silicone, mas o guarda-roupa pré-gravidez não foi atualizado…)

(2) Um dos chaveiros citados acima cai no chão e aí a ginástica consiste em um enorme esforço de equilíbrio e uso dos músculos das pernas para se agachar e pegar o objeto caído, o que invariavelmente resulta em uma das bolsas caindo no chão para fazer companhia ao dito cujo.

(3) A cachorrinha escapa para o corredor do prédio. Ou ouve os cachorros vizinhos e começa a latir desesperadamente para tentar escapar. Enquanto isso, a nenê no colo se mexe sem parar para olhar a cachorrinha. Mãe quase se desequlibra.

(4) Mãe acha que esqueceu de colocar algo importante na sua própria bolsa ou na bolsa da nenê. Então se “desmonta”, larga as chaves/óculos de sol/nenê/bolsas e sai a catar o item desaparecido (bico, babeiro, bloco, carteira…) para muitas vezes encontrá-lo onde deveria estar… na própria bolsa!!!

(5) Um dos telefones toca (o da casa ou o celular) durante a operação-saída-de-casa. Jamais atendo para evitar que os itens 1, 2, 3 ou 4 se repitam.

E aí, mamães, essa comédia é comum na sua casa também?

Recortes do cotidiano II

10 de outubro de 2011 5

Passa das onze da noite, a pequena está no maior agito. Pula na cama improvisada em frente a televisão na tentativa de estimular o sono. Dá uma pausa e vai até a mesinha desenhar. Volta e pede para ver o “Tatá” (referência aos famosos palhaços Patati-Patatá – detalhe: os adultos da casa não aguentam mais ver, nem ouvir a dupla). Depois de alguns minutos do DVD rolando, os pais dão o ultimato.

- Nêga, o “Tatá” vai “mimi” agora, a Antonela também.

Ela pega um livrinho, se acomoda no meio do sovaco da mãe e mostra que quer ouvir uma história.

- O ursinho está com sono, coloca o pijama, vai para o beço e vai mimi, que nem a Antonela.

- Ma-mãe, qué “mama” para “mimi”.

A mãe traz o mama, a pequena toma toda a mamadeira, vira para o lado, encosta o nariz na mãe e quando parece que vai dormir, dá um salto da cama e grita:

- Nenê não qué mimi, “tatá, mamãe”

- Chega! Vamos dormir agora.

A mãe pega a pequena a unha e depois de alguns minutos de resistência, as duas caem em sono profundo. O pai chega e leva a Antonela para o quarto.

Recortes do cotidiano I

06 de outubro de 2011 1




A mãe leva a criança para passear quase diariamente.

A pequena já percebe as disputas de atenção e carinho.





Após uma longa tarde-noite num shopping, com direito a cama elástica, brancadeira nos cavalinhos, joguinhos, compras e porcarias para comer, a dupla volta para casa.

A mãe toda orgulhosa por ter proporcionado uma bela tarde de diversão para a filha, faz a pergunta fatídica para a pequena.

- Nêga, quem leva o nenê para passear? Quem sempre sai para brincar com a menina da mãe?

A pequena dá uma risadinha (que nem na foto) e responde:

- Papai… papai…



Coisas de Antonela. A dupla cai na risada.


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