Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "família"

O que fazer nas férias escolares

03 de janeiro de 2013 1

Pai e mãe não tiram férias e no período de "descanso" escolar, que dura de dezembro a fevereiro e, em alguns casos, até março, quem não se planejou anda rebolando para dar conta do recado.

Se os pais não conseguem tirar essas longas férias junto com os filhos, é preciso ter uma boa logística ao encontrar alguém para deixar principalmente as crianças, ou seja, um cuidador, avô, etc.

Além disso, é preciso lembrar que o filho precisa de um tempo para curtir o ócio junto aos pais.

Outro dia, ouvi uma pedagoga e recreacionista dar dicas que tenho usado em casa.

1) Se o pai e a mãe não conseguem tirar férias junto com os filhos, o ideal é bolar algumas formas de interação, principalmente com as crianças, dentro da sua rotina.

2) Se tiver de cozinhar, faça o filho ser uma espécie de ajudante em forma de brincadeira. Obviamente observando critérios básicos de segurança em uma cozinha.

3) Se tiver de trabalhar no computador, o convide para trabalhar junto. Isso significa dar alguma função, como desenhar ao seu lado.

4) Se tiver de limpar a casa, faça ele ser uma espécie de ajudante em forma de brincadeira.

5) Para os filhos mais velhos, pergunte e tente realizar o desejo deles

Dica pessoal, em um ambiente tão tecnológico, procure atividades que tenha um contato maior com a natureza ou até mesmo resgatar antigas brincadeiras, como roda, sapata, pega-pega, etc.

Todos os posts de Ticiana Fontana

Depoimento de uma mamãe bombeira

23 de novembro de 2012 4

Meu nome é Jéssika Assmann, sou natural de Canela/RS e sou mãe de um menino lindo chamado Jan Felipe de apenas 2 aninhos.

Gostaria de dividir um pouquinho a minha história com vocês. Recen
temente, fui aprovada no concurso da Brigada Militar para bombeiro, e estou em curso de formação no município de Taquara. Agora vocês, mamães, me perguntem e o meu bebê???

Pois é, eu ainda estou amamentando, e tenho leite de escorrer pela boquinha do meu filho. Quando fiquei grávida, tracei vários objetivos, e um deles era amamentar até os seus 2 aninhos de vida , era a recomendação da pediatra dele, que foi minha também durante minha infância.

Ocorre que me surpreendi com o apego que ele tem ao me esperar no portão de casa chamando pela "tetinha", já tentei desmamá-lo , inclusive, coloquei um chá no seio para ver se ele deixava, mas, pelo contrário, tirou as folhas e chorava porque a mamãe estava dodói... Adoeceu e não queria mais se alimentar...

Não sei se estou errada, mas decidi deixar essa etapa da vidinha dele para depois do término do meu curso de formação, deixá-lo crescer um pouquinho mais e superar essa fase difícil de estar longe de mim.

Faço o percurso todos os dias indo e vindo de carro para passar algumas horinhas com ele e olhar em seus olhinhos enquanto ele mama. É difícil descrever, mas seus olhinhos me olham e sua mãozinha me acaricia. Nesse momento, estamos juntos por completo, corpo, alma, e, para mim, não importa se eu estive o dia todo em instrução, penso que eu sou o porto seguro dele e não faço nada além do meu dever de mãe.....

Tenho me dividido em muitas tarefas: bombeira, mãe, esposa, dona de casa, filha, amiga e acadêmica do curso de Direito. Não tem sido fácil a rotina diária acordar cedo, dormir tarde, mas meu espírito se renova toda vez que estou com meu filho.

Ele é a razão de tudo, até mesmo nos momentos difíceis quando penso em desistir...

Então era isso gostaria de dividir um pouquinho da minha história com vocês e envio uma foto dele em uma confraternização dos bombeiros que a mamãe coruja não deixou de levar o pequeno para comer uma "carninha".

E outra foto minha em uma instrução de tiro (sou a loira de trança).

Um beijão para vocês, mães!!!

Jéssika Assmann

Prima Isabella

13 de novembro de 2012 2

Todos os posts de Ticiana FontanaA tão esperada priminha da Antonela veio ao mundo em uma data simbólica.

A Isabella chegou no mesmo dia do aniversário da mãe: 28 de outubro.

Está certo, um pouco antes da hora, mas um presente inesquecível. Só não ouso dizer que foi o melhor da vida de seus pais, por que no dia 4 deste mesmo mês, há 4 anos, nascia o mano Luca.

Enfim, a família estava formada e feliz. Era só tocar a vida para frente, né?

Pois, as coisas acontecem sem explicação, nem lógica.

A pequena, com 12 dias de vida, pegou uma bactéria e foi parar na CTI de um hospital.

A pior parte já passou, ela segue internada em meio a outras crianças com históricos de suas curtas vidas sem lógica, ou explicação qualquer.

Nesse ambiente, como relatou a mãe da Isabella e dinda da Antonela, pais e mães acompanham a batalha de seus filhos e choram silenciosamente e, muitas vezes, solitariamente. Porém, todos estão unidos pela mesma dor e pela esperança de dias melhores. Olham a volta e resignam-se ao verificar que o sofrimento do vizinho pode ser maior do que o seu.  

Em função do trabalho e da correria do dia a dia, a Antonela iria conhecer a prima neste fim de semana. Falava que a pegaria no colo, etc e tal. No sábado passado, durante a viagem rumo à Capital, ela comentava que veria toda a família: o dindo, a dinda, o primo Luca e a Isabella - demorou, mas aprendeu direitinho o nome da priminha.

Pensei em disfarçar, mas chegando em Porto Alegre, a tia contou que a prima estava dodói e era preciso rezar para o anjo da guarda...

Chegamos justamente no pior momento de seus poucos dias de vida. Não vimos a pequena, mas em pensamento acariciávamos seu rostinho e corpo frágeis. 

A Antonela segurou a lembrancinha do nascimento da prima. Coincidência ou não, era um tercinho. Fiquei pensando que era um símbolo de fé e esperança. 

No outro dia, pela manhã, notícias mais animadoras. E a Antonela completou:

- Mamãe, a prima Isabella estava dodoí, com dor de barriga, vomitou, mas agora está bem.

- É meu amor, é verdade...

Ela virou e continuou correndo com o primo Luca, era sinal de que as coisas melhorariam...

E o ninho se esvaziou

22 de outubro de 2012 1

Todos os posts de Ticiana Fontana

– Não costumo ler as tuas colunas, pois meus filhos já cresceram, mas queria que você falasse sobre a síndrome do ninho vazio – o comentário daquele pai que passou dos 60 anos me surpreendeu.

Junto com a introdução do assunto, ele disse que foi pego de surpresa com a saída dos filhos de casa “de uma hora para outra” e hoje divide o ambiente espaçoso com a mulher.

– É um vazio muito grande, ela fica vendo TV, e eu no computador. Não nos preparamos para isso.

Naquela mesma noite, outro senhor, um pouco mais novo, fez um comentário semelhante.

– As minhas duas filhas saíram de casa, e ficou tão vazia que chego a ligar para o celular da minha mulher para ver aonde ela está – respondeu.

Pensei: não era coincidência. Era um aviso que hoje o assunto da coluna deveria ser uma situação ainda distante da minha atual realidade, mas comum na vida de quase todos os pais e mães: a independência dos filhos. A saída dos filhos de casa é um momento natural, uma crise que faz parte da vida, assim como o nascimento, a adolescência, a maternidade, a menopausa e o envelhecimento. Como tudo na vida, é preciso buscar equilíbrio para sobreviver a essa crise e, mesmo com a tristeza e a sensação de perdas naturais, também desfrutar da alegria de ver seus filhos independentes. (Ticiana Fontana)

Quais os sintomas da síndrome?

- Pais apreensivos, tristes ou solitários, com crises depressivas e problemas psicossomáticos antes inexistentes. Se algum desses sintomas interferirem muito na rua rotina, o primeiro passo é reconhecer a situação e procurar ajuda especializada. Ignorar faz mal à saúde.

Entendendo a mudança e a separação

- Os especialistas apontam que a separação é uma mudança que inicia ainda na adolescência, quando o filho começa a se organizar para construir sua identidade adulta até a independência, efetivada por meio da saída de casa. Esse afastamento natural obriga os pais (mãe e pai) a rever sua identidade, seu trabalho (atividades) e suas metas.

Como encarar?

- A literatura especializada afirma que é preciso aceitar a dor, a tristeza e a saudade e identificar novos desejos. Na verdade, nada poderá substituir a saída dos filhos. O importante é entender que é uma nova fase da vida e esse ambiente de crise não é necessariamente ruim, mas apenas uma mudança que deve ser vivida com equilíbrio.

E como fica o casal?

- Se a relação do casal está alicerçada na presença dos filhos, a fase poderá revelar uma situação ainda mais grave. Ou seja, o desgaste aflora e percebe-se que o casamento está sem sentido. Por outro lado, pode ser uma oportunidade de aproximação ainda maior, o casal voltará a ter tempo para si e poderá redescobrir os prazeres a dois.

A parte boa?

- Desfrutar de um dos maiores prazeres da vida: o tempo livre. É uma excelente oportunidade para os pais, que vivem como casal ou não, redescobrirem outras fontes de prazer e se dedicarem a novos projetos. Que tal voltar a estudar, a trabalhar, praticar atividades físicas, refazer o círculo de amizades, viajar mais, curtir os futuros netos, etc.

Coluna Em Nome do Filho, publicada todas as segundas no jornal Diário de Santa Maria

[SERVIÇO] Lugares para sair com crianças na Capital

16 de junho de 2012 8

No mês passado, abri um tópico no Facebook pedindo para amigos indicarem locais bacanas para almoçar com crianças.

A intenção era recolher os endereços e ir a todos tirando foto e verificando realmente como é o kids place de cada um e os cardápios.

Por total falta de tempo neste mês, mas sem querer abandonar a ideia inicial, não vou proceder com a "conferência" dos locais um a um. Resolvi, porém, transformar as dicas neste post para que os leitores papais e as leitoras mamães de Porto Alegre compartilhem suas impressões e indiquem outras sugestões.

De novo, avisando: não foi feita a conferência pessoalmente em todos estes lugares. São indicações de amigos e informações dos sites de cada estabelecimento.

Os locais estão listados em ordem alfabética. Nem todos os locais divulgam fotos nos seus sites.


APPLEBEES'S (Barra Shopping)

http://www.applebees.com.br/appleville_pa/

Espaço infantil (AppleVille, cantinho com videogame, fliperama) e cardápio kids.


BABBO GIOVANI PIZZARIA (Wenceslau Escobar, 1823) - foto acima

http://www.babbogiovanni.com.br/endereco-detalhes.php?id=14

Espaço Kids com brinquedos e monitora.



BOTECO TIROL - foto acima
http://botecotirol.com.br/
Teixeira Mendes, 1236, Zona Norte
Espaço kids com recreacionista no fim de tarde/início da noite. Mesinhas pra desenhar e brinquedos diversos.

CASA DO MARQUÊS (Marquês do Pombal, 1814)

http://galeteriacasadomarques.com.br/site/galeria/

ESpaço kids com mesinhas, cadeirinhas, quadro-negro e brinquedos de plástico (gangorrinhas, escorregador, etc)


DADO COUNTRY (Shopping Bourbon Country) - foto acima

http://www.dadobier.com.br/restaurante-para-criancas-bebe-com-recreacao-dado-kids

Com uma área exclusiva às crianças, o espaço dispõe de computadores, minimercado e televisão. Em um dos salões do bufê, os pais podem acompanhar a movimentação dos filhos pelas câmeras do local. Até 2 anos de idade o responsável deve ficar junto.


DADO GARDEN (Shopping Praia de Belas) - foto acima

http://www.dadobier.com.br/restaurante-para-criancas-bebe-com-recreacao-dado-kids

Com uma área de mais de 180 m², oferece uma Ciberfloresta, que une a tecnologia de um cyber em um cenário de floresta. Uma área para desenhos e leituras forma-se em meio a lindas colméias de fibras e réplicas de abelhas.


FRAGATA PIZZARIA (Assis Brasil, 864)

http://www.pizzariafragata.com.br/

Espaço kids com recreacionista.


FRATELLO PIZZARIA (Shopping Iguatemi) - foto acima

http://www.destemperados.com.br/destemperadinhos/2011/05/fratello-solle-leve-gostinho-da-antiga-zona-sul/

Espaço kids com piso acarpetado, televisão, mesinha e cadeirinha infantil, brinquedos diversos.

GOKAN SUSHI (Sebastião de Brito, 24) - foto acima

http://www.gokan.com.br/sobre/sushi

Kids place com recreacionista. Olhem os pufes temáticos de sushi, que amor. Em breve terá videogame no espaço.


KOMKA (Avenida Bahia, 1275) - foto acima

http://www.komka.com.br/site.php?q=app/loadPage/infra.html

Quadro-negro para desenhar, fliperama, cadeirinhas infantis, casinha de plástico e escorregador. Recreacionistas de quinta à noite a sábado.


PARRILLA DEL SUR (Nilópolis, 111) - foto acima

http://www.parrilladelsur.com.br/

Espaço para pintar e fliperama e computadores. Recreacionistas de terça a sexta à noite, sábados no almoço e domingo no almoço.


PUPPI BAGGIO (Dinarte Ribeiro, 155) - foto acima

http://www.destemperados.com.br/littleitaly/?p=387

Salinha para crianças com mesinha e livrinhos.


RIVERSIDES MADERO (Wenceslau Escobar, 1598) - foto acima

http://www.riversides.com.br/2010/index.php?option=com_content&task=view&id=52&Itemid=80

A área infantil é decorada com desenhos, bancos em formato de tronco de árvore e uma árvore cenográfica com frutas e cerquinha. Há um quadro negro para desenhar. Até 2 anos o responsável precisa ficar junto.


SANTO ANTÔNIO CHURRASCARIA (Doutor Timóteo, 465) - foto acima

http://restaurantesantoantonio.com.br/espaco.html

Videogame, DVDs, menu infantil especial, local para desenhos e monitoras.


TIROL (José de Alencar, 520) - foto acima

http://www.restaurantetirol.com.br/espaco-kids.php

Espaço kids com mesinhas, cadeirinhas, quadro negro e menu infantil.


VERMELHO GRILL (Nilo Peçanha, 3238)

http://www.vermelhogrill.com.br/restaurante.php

Área kids aos finais de semana.

Você é comprometido?

09 de abril de 2012 2

Todos os posts de Fabiana SparrembergerConvido você, pai ou mãe, a marcar as alternativas que condizem com suas ações:

(   ) Lê sempre a agenda escolar do filho e, por isso, não costuma esquecer de enviar os presentes de aniversário, os materiais solicitados pela escola, etc

(    ) Não costuma esquecer o filho na escola nem chega atrasado no fim da aula para buscá-lo

(    ) Manda o pequeno sempre com uniforme exigido pela escola e não costuma receber puxões deorelha por não fazer isso

(    ) Sabe dos dias em que o pequeno faz alguma atividade física e manda a roupa e os calçados adequados para isso

(    ) Ajuda nos temas de aula e está sempre perguntando sobre como foi o dia do pequeno na escola

Se você, caro(a) leitor(a), assinalou todas as alternativas acima, parabéns! Não perca seu tempo lendo esta coluna. Se você não gabaritou, seguir a leitura talvez lhe seja útil.

Na semana passada, confessei para as leitoras do blog Meu Filho que tenho dificuldades de entender como, mais de um mês após o início do ano letivo, algumas escolas (e me arrisco a dizer que é a maioria) ainda têm de mandar recados na agenda ou realizar reuniões com os pais para cobrar o cumprimento de normas ou acordos já feitos, muitas vezes em mais de uma oportunidade. E são coisas muito simples e básicas, como as citadas nas alternativas acima.
Mas essa realidade _ de descaso, descomprometimento, omissão e negligência _ não parece ser uma exceção, e, sim, uma prática até comum. Leitoras do blog atestaram essa percepção:

Falta de tempo para ler uma agenda, essa desculpa realmente não serve. Quanto tempo leva pra isso? Uns dois minutos... E é mesmo bem fácil ter 3, 4, 5 filhos e fingir que eles não possuem inúmeras necessidades, sentimentos, e que somos os maiores responsáveis por eles. (Daniela)

Sei de pessoas de creches que faziam marcas nas fraldas dos pequenos, e, no outro dia, a criança voltava com a mesma fralda, um horror. (Renata)

Como professora, aprendi que quem vai na reunião, quem assina os bilhetes são justamente os pais que não precisariam fazer isso. Sei de pais que têm 3 filhos, mas esquecem de pegá-los na escola, de preparar a mochila do dia seguinte, não querem ajudar com os temas, realmente, levam os filhos na escola para se livrar. E dizem com orgulho que os filhos se criam sozinhos. (Lucia)

Para a psicopedagoga e educadora especial Vera Maria Saccol, perguntei qual será o futuro dessas crianças "abandonadas" pelos pais. Eis a resposta:
"O futuro delas é dentro dos consultórios. Tratamos as crianças e, principalmente os pais, tentando torná-los mais comprometidos. Essa criança tem problemas de autoestima e se torna um adolescente inseguro. Os pais precisam ler a agenda, conferir o que os filhos fizeram no dia e precisam estar mais presentes: buscá-los na hora certa no colégio, por exemplo. A criança que vê todos os coleguinhas indo embora com os pais e só ela ali, sozinha, tem uma sensação enorme de abandono. É uma agressão que os pais não fazem ideia da repercussão que tem. E eles precisam parar de transferir responsabilidades para a escola e para os profissionais quando o problema a ser resolvido está dentro de casa."

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria

***********************************************

Convidadas pela colunista, Aline Bäumer (psicóloga especialista em avaliação psicológica) e Vera Maria Saccol (educadora especial e psicopedagoga) deram suas opiniões sobre o assunto no texto abaixo e responderam a alguns questionamentos.
Vale a pena conferir.

Os pontos cruciais

Embora não exista fórmula para ser um bom pai e uma boa mãe, existem pontos cruciais para o desenvolvimento adequado de crianças, como sentimento de afeto, vínculo, cuidado, carinho e atenção. Isso tudo é demonstrado diariamente por meio de atitudes e de coerência entre palavras e ações que temos com os pequenos. É a dita educação por meio do exemplo, da segurança dada e da forma de agir.

As agendas escolares

O chamamento das escolas para que pais observem as agendas dos filhos, em tese, sequer deveria ser necessário se levarmos em conta que cabe aos pais ou responsável matricular e garantir a frequência dos pequenos em escola. Não saber do que está acontecendo com a criança (ou adolescente!) nesse contexto é, no mínimo, um descomprometimento com parte importante da vida do filho, que pode ter reflexos não somente no aspecto escolar, mas também em outros, se pensarmos nos desdobramentos que a falta de atenção e/ou interesse para com um filho pode acarretar, como revolta, baixa autoestima, baixo rendimento escolar, independência precoce, e por aí vai...  Tal fato, na maioria das vezes, não se dá de forma proposital por parte dos adultos.

Outras prioridades

Os prazos e responsabilidades do cotidiano parecem, não raras vezes, se tornar prioridade nas vidas dos pais. Contudo, eles não podem esquecer que, em determinado momento da vida, optaram por serem pais e devem assumir tal escolha como sua e fazer valer essa responsabilidade que deve ser demonstrada não somente com a garantia de itens materiais, mas muito mais com demonstrações reais de amor, carinho, dedicação e, também, de tempo.

Qualidade no tempo

Tempo esse que precisa, acima de tudo, ter qualidade, pois não basta estar junto sem estabelecer relação de vínculo e troca. O que para uma adulto pode parecer um pormenor sem nenhuma importância pode, para uma criança, ser algo de extrema relevância e que poderá ter reflexo (talvez negativo) no futuro.
Seu filho está em fase de desenvolvimento? Participe, se envolva, não espere que alguém lhe chame para saber do que está acontecendo na vida dele. Esses momentos não voltam e dirão muito sobre o adulto que ele será um dia. Você quer participar ou somente assistir a apresentações em dias especiais, como Dia das Mães ou Pais?
Ele está sendo formado agora. Todos os dias da vida do seu filho são importantes, afinal.

Fabiana - Vocês percebem uma mudança dos pais no sentido de passarem a priorizar realmente os filhos e evitar situações como as contadas no post acima? Ou o que se percebe é o contrário: pais dando cada vez menos atenção aos seus filhos, usando como argumento a falta de tempo? Ou essa situação sempre existiu e nós, como pais, ainda precisamos evoluir muito nesse quesito?

Aline e Vera -  Pensamos que esse comportamento sempre existiu por parte de alguns pais, mas de fato tem estado em evidência em meio a uma sociedade capitalista e consumista que impõe o ter e não o ser, onde os pais saem em busca de condições materiais para prover a família e muitos acabam negligenciando a atenção no convívio e cuidado com os filhos em função disso e/ou também de certa dose de egoísmo ao não abrir mão de compromissos em nome do ser mãe ou pai.

Fabiana - Que efeitos podem ter ações de pais negligentes no futuro de um filho?

Aline e Vera - Os reflexos futuros podem ser diversos, como citado no pequeno texto acima, indo desde baixa autoestima, revolta, etc, até mesmo ao oposto, como uma atitude muito independente, pela consciência de não poder contar com os pais, o que, por mais que possa parecer "bom", também é um comportamento incitado pela falta de atenção dos adultos e que merece atenção e acompanhamento profissional. É preciso acampanhar não somente a criança, mas também a esses pais que estão com dificuldade de entender qual é seu papel na vida de um filho.


Papo entre duas mães

02 de fevereiro de 2012 4

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Dia desses, conversando com uma amiga também mãe, falávamos do que os pequenos nos ensinaram e nos ensinam dia a dia. A lista é imensa, e nem vou me arriscar aqui a fazer uma. Mas e se a pergunta for: o que aprendemos com eles que transformou nossas vidas, que nos fez evoluir de forma mais significativa?

Alguém tem alguma dúvida de que a chegada de um filho é a maior oportunidade que recebemos para nos melhorarmos? É a maior das chances. Claro que cada um aproveita de uma maneira diferente, mas que é a maior chance, isso é.

Mas voltando à lista, nós duas, entre uma conversa e outra, acabamos falando de três coisas que aprendemos (e isso não quer dizer que não voltemos a errar) com nossas crias:

* A ter paciência (a respeitar o ritmo de cada um, a não querer sempre as coisas para ontem, a ter mais serenidade diante dos percalços e contrariedades, a dizer coisas duras, que são necessárias, mas com ternura...)

* A dar às coisas a real dimensão que elas têm (a não se estressar tanto com trabalho, com problemas do dia a dia... Você recebeu algo muito valioso, e parece que, num toque de mágica, passa a resolver as situações de uma maneira mais eficiente e tranquila)

* Passamos a dar ainda mais valor para a família, a buscar mais o convívio com todos, principalmente com avôs, tios, sobrinhos, dindos, dindas, primos, a dizer e/ou demonstrar o quanto amamos todos. Os pequenos nos reaproximaram da família.

E você, o que seu filho lhe ensinou que mudou a sua vida de forma significativa?

Só valem três coisas...

Secreto até o fim

29 de dezembro de 2011 1

Já é o terceiro amigo secreto que fazemos em família no fim do ano, na casa de minha mãe.

Ou é no Natal ou na virada de ano, dependendo de como vamos nos dividir entre as famílias (onde passaremos o Natal e onde passaremos o Ano Novo).

Uma brincadeira que colocamos em prática por causa da empolgação dos pequenos...

O Bruno simplesmente a-do-ra. Ainda este ano, que ele ainda não sabe ler, eu fiz a revelação no ouvido dele. Em "troca", ele quis que eu revelasse o meu:

- Mãe, assim não vale, tu sabe qual é o meu. E não quer me contar quem é o teu? Eu não vou falar pra ninguém... Fala, vai...

Tá, contei. Mas, a partir de então, procuramos não falar mais nisso, tentando que o amigo seguisse secreto, pelo menos das outras pessoas envolvidas na brincadeira...

Mas o pai também não foi poupado da curiosidade aguçada do pequeno. A cada ida ao supermercado, o guri questionava:

- Ah, já descobri, pai. Tu vai levar isso aí para o teu amigo secreto, né? É um menino, né?

E, por sucessivas vezes, ele tentou a reveleção também do amigo secreto do pai. Dia desses, em mais uma insistência, o guri levou como resposta do pai:

- O meu amigo secreto é chato e enjoado. Vou ter de caprichar no presente...

O guri, tentando fazer adivinhações:

- Pai, então, é eu então ou o Bi (o Bi é o primo dele, que tem a mesma idade e também está no amigo secreto).

O pai não confirmou, e eu abri o leque dos "beneficiados" pelo "elogio".

- Ih, Bruno, ficou mais difícil agora. De chato, tem fulano, ciclano ou beltrano. E de enjoado, tem esse e aquele...

E voltamos à estaca zero. Zero mesmo porque o guri acabou esquecendo quem é o meu amigo secreto. E, agora, eu não vou revelar de novo. Ainda sabe o dele, e a brincadeira voltou a ter graça...

Um feliz e abençoado 2012 a todas e aos pequenos, é claro (e até a volta das férias)!





Comemoração de Natal com crianças é muito mais legal

07 de dezembro de 2011 4

Há muitos & muuuitos anos não temos na família o hábito de comemorar Natal com pompa e circunstância, a saber: árvore enfeitada, presépio, ceia à meia-noite.

O ritual da troca de presentes foi mantido, mas em geral com foco meio utilitário ("o que tu precisas?" em vez de algo surpresa), sem falar que quase nunca esperávamos o dia certo para trocar os presentes.

A comida de Natal, por motivos obscuros, sempre foi respeitada (peru, farofa, etc). Curiosamente esse menu é justamente o que nunca curti (acho arroz à grega um horror!), mas do restante sentia bastante saudade e prometia que quando tivesse filhos seria diferente.

Esse dia chegou!

Neste ano, o primeiro com criança lá em casa, bati o pé:
quero TUDO o que tenho direito! HO-HO-HO!


Não quero reinventar a roda, longe disso, mas será o primeiro comemorado em famílias - no plural - com a nossa pitoca de oito meses de idade.

Quero Papai Noel (já temos mais de 4 de pelúcia), guirlanda na porta, quero luzinhas na árvore (viva o pinheirinho Made in China de um metro e meio de altura), quero presentes-surpresa, quero pacotes bonitos embaixo da árvore com os nomes nas etiquetas. Só não quero Simone tocando no CD player da sala.

Pela primeira vez em 15 anos de RBS pedi para folgar no Natal, e não no Ano-Novo, que eram os meus dias sagrados de sair de Porto Alegre. Este ano quero ficar em casa curtindo o clima natalino.

É, gente, como sempre digo: crianças promovem pequenos milagres nas pessoas. Esse é só mais um deles.

Quem aí já embarcou nesse "milagre de natal" também por conta dos filhos?



Um papinho com... Tanise Dvoskin, a nave-mãe

01 de dezembro de 2011 20

Por Camila Saccomori

Quem não lembra e morre de saudade da jornalista Tanise Dvoskin, 35 anos, autora do blog Nave Mãe, hospedado aqui no clicRBS? Pois a mãe da linda Sofia, três anos, está na reta final de sua segunda gravidez. Fechando 38 semanas à espera de Catarina, a jornalista, residente em São Paulo, conversou comigo para o o blog Meu Filho para dar um alô às mamães que costumavam ler a coluna no jornal e os posts sobre a gravidez e os primeiros anos da filhota. Um beijo, Tanise, obrigada por tudo e tenha um BOA HORA!

Pergunta: É verdade o que dizem sobre a segunda gravidez? É tudo realmente muito mais tranquilo, afinal já se sabe o que esperar?
Tanise: É totalmente verdade. Estou com 38 semanas e sigo tranquilíssima, isso que a Sofia, minha primeira filha, nasceu com 38 semanas. As malas da maternidade (minha e da Catarina) ainda não estão prontas. Tudo está separado, mas não botei nas malas. Os nove meses foram bastante tranquilos, só tive enjoo e mal estar até as 12 semanas, como na primeira gravidez. O resto só mar de rosas. Amo estar grávida.

Pergunta: Como foi receber a notícia de que vinha mais uma menina para a família?
Foi uma felicidade geral. Meu marido queria muito uma menina. Eu, pensando em um companheiro para o pai, até achava uma boa ideia um menino. Mas depois da Sofia ele se apaixonou por menina e queria outra. Eu tenho irmã e sei que é a melhor coisa do mundo, então fiquei muito feliz em saber que as duas terão para sempre uma grande amiga. Quem tem filha mulher sabe que é bom demais. Imagina duas então? Estou nas nuvens.

Pergunta: Claro que é cedíssimo para falar nisso, mas há planos de um terceiro? É um sonho do casal ter um filho menino também?
Não, nosso combinado é de encerrar a fábrica por aqui. Três filhos, hoje em dia, é muito difícil.

Pergunta: Catarina vai herdar todo o enxoval da Sofia ou foi irresistível comprar muitas coisas novas?
Sim, Catarina herdou praticamente tudo da irmã. Apesar de eu ter doado muitas roupinhas da Sofia, as que eu mais gostava guardei pensando na irmã. Mas claro que compramos algumas coisinhas novas para ela também. As roupinhas da maternidade, por exemplo, serão todas novas. Sem falar do enxoval personalizado com lençóis, toalhas, cobertinhas e fraldinhas que a minha mãe mandou fazer para a segunda neta.

Pergunta: As meninas vão dividir o quartinho? Como a primogênita está reagindo à chegada da maninha mais nova?
Temos 3 quartos em casa e o da Sofia era bem menor que o terceiro. Então nossa ideia era a Sofia mudar para o quarto grande e a Catarina ficar com o da Sofia, já que a irmã menor herdou o berço, poltrona de amamentação, cômoda com trocador. Tudo isso já tinha lugar certinho no quarto. Inicialmente a Sofia não quis, disse que queria continuar no quarto dela. Até que meu marido, como bom advogado, convenceu a filha que um quarto bem maior, de princesa, mais perto do nosso, seria a melhor opção para ela. Então ela curtiu muito comprar a cama de princesa, a mesinha com cadeirinhas de princesa e tudo o mais. Fizemos um quarto de mocinha para a Sofia e a Catarina ficou com o de bebê. No da Catarina trocamos alguns tecidos para ficar com cara de novo.

A Sofia está curtindo muito a barriga, beija muito e conversa com a irmã. Está ansiosa para quando ela vai chegar. Até agora não houve nada de ciúme, mas tenho certeza que quando a irmã nascer as coisas devem mudar. Já estou preparada para isso. Acredito que o mais importante estou fazendo: explicando sempre para ela tudo o que vai acontecer. Comprei até um livrinho muito interessante preparando o primeiro filho para a chegada do segundo. No livro a gente botou fotos minhas grávida dela, do nascimento dela, dela bebezinho. E fala tudo como vai ser quando nascer o outro bebê, que a mamãe terá que dormir no hospital, etc. Ela “lê” o livro todos os dias, adora. Já apelidou a irmã de Cacá, chama de “amor da minha vida”, é muito emocionante. Não vejo a hora de ver o encontro das duas.

Pergunta: Podemos ter esperança de um livro Nave-Mãe 2?
Nunca se sabe, mas por enquanto não penso nisso. Fiz da gestação da Sofia e dos 2 primeiros anos dela praticamente um Big Brother. Todo mundo sabia de tudo o que se passava com minha filha. Com a Catarina quis ser mais low profile, ficar mais na minha, ao menos na gravidez. Quem sabe quando ela nascer as coisas mudem e eu sinta vontade ou até necessidade de escrever de novo. Por enquanto o Nave Mãe da Catarina será só para ela. Já fiz um lindo álbum do bebê todo personalizado para ela. Em vez de comprar aqueles prontos, comprei um com folhas em branco e já escrevi mil coisas para a minha nova princesinha.

Entre segredos e festas...

23 de novembro de 2011 3

Se tem uma coisa que o miúdo não consegue é guardar segredo. Ele até tenta, mas a língua é mais ligeira e, quando menos se espera, ele já contou tudinho. E com os mínimos detalhes. Estou até estranhando que ele ainda não contou para o pai (ao menos é o que eu estou achando...) quem é seu amigo secreto de fim de ano (costumamos fazer um amigo secreto entre a família ou no Natal ou no 31 de dezembro).
Ele não sabe ler ainda, mas conseguiu saber quem era o seu amigo só olhando o papelzinho. Como caberá a mim acompanhá-lo para comprar o presente, ele só confirmou comigo se o seu palpite estava certo. Mas, não acabou por aí...
- Mãe, como tu sabe o meu amigo, agora tu vai ter de contar o teu pra mim.

Expliquei que isso não era um jogo, e que a partida não precisava terminar empatada. Parece que ele se convenceu...

Ele já conseguiu guardar segredo por 3 (longos) dias, e talvez já tenha até esquecido do assunto. O que ele não esquece de me contar e não quer guardar segredo nenhum é sobre a sua formatura na Educação Infantil. Já sei a música que os formandos vão dançar, o que os meninos terão de fazer, qual a grande surpresa no final da apresentação.... O guri ficou faceiro da vida quando me pegou cantarolando a música que eles vão apresentar...
- Tu sabe essa música, mãe? Mas que legal... Vamos cantar juntos, então...
E quase que me arrependo de relembrar da canção...

A formatura será em dezembro, e, no próximo sábado, a apresentação do espetáculo de fim de ano da companhia de dança onde o guri faz street. A correria anda grande e, eu, que sou meio avessa a excesso de compromissos sociais, já canso só de olhar para a agenda... No sábado passado, por exemplo, optamos em "esquecer" que havia um ensaio da dança, e de um curso que eu faço todos os sábados, para viajar e visitar a avó. O guri dizia estar com saudade, e, por iniciativa sua, disse para a professora que não iria. Como ela disse "tudo bem", resolvemos deixar a agenda de lado em nome do convívio familiar.

Aliás, em fim de ano, é sempre importante pensarmos se não estamos enchendo os pequenos (e a nós mesmos) de compromissos intermináveis... Se nós mesmos é que não criamos o estresse do qual tanto reclamamos... Não dá para ir em tudo... A vida é sempre cheia de escolhas, e os pequenos também entendem isso...

Pela saúde espiritual e física, poupe-se de tanta correria, de tantos compromissos e de tanto cansaço... As festas têm de ser legais para a família, e não dá para participar desses eventos só por obrigação, porque seu amigo, conhecido ou familiar vai ficar chateado se você não for... E se alguém ficar magoado porque você decidiu priorizar o filho ou o convívio familiar, aí...  Ah, aí está na hora de você repensar a relação...

E um brinde à família!



Os filhos são do mundo

04 de outubro de 2011 3

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!"

José Saramago

Ilustração Fraga

Um domingo no campo

31 de agosto de 2011 2

Nunca dei muita bola para o sossego do campo antes de precisar muito dele. Ainda sou muito urbana para almejar morar no interior, mas já me agradaria passar os finais de semana num sítio com açude para pescar (desde que ficasse longe dos mosquitos, se é que isso é possível).

Pois a família foi passar a tarde de domingo na propriedade de uns tios, no interior de Dilermando de Aguiar, município pertinho de Santa Maria (acima, o meu "pastor" com seu cajado improvisado passeando pelo local).

O pequeno fica por conta, como dizem por aí. Não sei como ele foi sair tão "cachorreiro". Adotou os três cães da propriedade, e passava de lá para cá com eles. Eu nunca fui muito apaixonada por animais, mas o Bruno me fez mudar de comportamento. Os cães chegavam a brigar pelo carinho dele, e ele, claro, achava o máximo a disputa pela sua atenção (na foto abaixo, o Cebolinha sendo "abraçado" pelo pequeno).

Na hora em que o pai subiu nas árvores para apanhar bergamotas e laranjas, o pequeno "goleiro" queria pegar todas e não deixar a mãe marcar no placar. Os paus que achava pelo pátio serviam para ele desenhar as letrinhas no chão avermelhado.

Ao avistar a vaca pastando acompanhada pelo terneiro recém-nascido, ele convidou a mãe, já se dirigindo para perto de mãe e filho:

-  Mãe, vem fazer uma foto aqui pra colocar no blog.

E o "modelo" fazia questão dos "registros", provocando risos da dinda que acompanhava a visita. E, além de modelo, ele assumiu a função de fotógrafo. Abaixo, a imagem, segundo ele, "da mãe voando como um anjo" (ele não é apaixonante?)

São passeios que ficarão para sempre, se não na memória do pequeno, devidamente documentados para que ele se lembre sempre desses tempos felizes de paz e alegria no campo, e em família.

Pura diversão

24 de agosto de 2011 3

Gosto de me divertir com os meus filhos aos finais de semana, e o parque de diversões, nestes dias de sol, tem sido um dos lugares que mais frequentamos para nos divertir. Mostro algumas imagens que fiz dos meus pequenos em nossos passeios pelo parque.


No final do dia, olha só o cansaço que ficou o Davi. Já a Mellissa perguntou quando íamos novamente ao parque.

Um belo presente

16 de agosto de 2011 1


Este Dia dos Pais foi um dia muito especial, pois passei o meu dia com as pessoas que mais amo na vida. Como era "o meu dia", resolvi que tiraria o final de semana para me divertir com meus pequenos.

Quando convidei eles para sairmos, notei que as figurinhas lá de casa estavam planejando uma surpresa para mim. Tinham se trancado no quarto e me falaram que eu estava proibido de entrar. Sabia que alguma coisa eles estavam aprontando.

No domingo pela manhã, meus filhos me surpreenderam com beijos e abraços e com dois belos desenhos, que guardarei para sempre, junto com os tantos que a Melissa já fez e me presenteou, e agora com o primeiro feito pelo Davi, com a ajuda da irmã, que teve de driblar as tentativas do pequeno em riscar absolutamente todos os desenhos que ela tentava fazer.

Não tem coisa melhor na vida do quer receber um presente destes, feito com amor.

Para mim não importa o valor do presente, mas que seja feito de coração, como os que recebi dos meus filhos neste último domingo.


Melissa


Davi

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...