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Posts na categoria "Lembreto"

Um teste para pais e mães

21 de janeiro de 2011 0

A gente vive fazendo testes para ver como andamos com nossos filhos (se estamos educando direito, se não estamos pressionando demais, se eles estão felizes conosco, etc etc etc). Já fiz um bando deles, só por curiosidade mesmo.
Lendo um artigo dia desses sobre educação/criação de filhos, passei a pensar em várias coisas. E transformei no teste abaixo. Ele não tem absolutamente nada de científico, mas acho que pode servir num exercício para refletirmos sobre como  andamos exercendo nossa ma(pa)ternidade. Vale para pais a partir de bebês de colo até crianças de 7, 8 anos...

Há três alternativas para responder as perguntas abaixo:
a - Pai
b - Mãe
c - Ambos, com a mesma frequência/intensidade

1 - Para quem ele reclama se está doendo alguma coisa?

2 - Se caiu, corre para o colo de quem?

3 - Se não consegue dormir à noite, quem é que ele chama?

4 - Se está tendo uma dificuldade no tema de aula, pra quem ele pede ajuda?

5 - Se tem algum problema na escola, quem é chamado para resolver?

6 - Quando ele conquista um grande feito, para quem ele corre para contar?

7 - De quem ele sente mais falta quando vai viajar?

8 - É a ausência de quem que ele sente ou lamenta mais em algum evento importante?

9 - Quem falta ao trabalho quando ele está doente?

10 - Quem é que sabe, com detalhes, como ele passou o dia, suas conquistas e frustrações?

- A grande maioria de questões A ou B: cuidado, é hora de discutir a relação e repensar a criação/educação do seu filho. Não basta ser participativo, é preciso ir além, dividir as responsabilidades, de modo que seu filho sinta os dois bem presentes em sua vida. E que a responsabilidade não pese nos ombros só de um, seja mãe ou pai

- A grande maioria de questões C: parabéns. Você faz parte de uma família que foge à regra, é exceção. Felizes os casais (e os filhos, por consequência) que conseguem.

Menina não pode. Menino, pooodeee!

17 de janeiro de 2011 1

As mães que tiveram a bênção de ter menino(s) e menina(s) podem até negar, mas há, sim, diferenças na criação de cada um dos sexos. As gurias são preparadas para serem comportadas, discretas, recatadas. Os piás são incentivados a viver aventuras, a tomar atitudes ousadas.

O enunciado acima, de uma reportagem publicada recentemente no Correio Braziliense, chamou logo a minha atenção e plantou a dúvida na minha cabeça: será mesmo que é assim? Como sou mãe de guri, puxei pela memória os casos na família e entre as amigas e conhecidas. E não dá pra negar que há peculiaridades na criação de meninos e meninas, mesmo que muitas mães sequer se deem conta de que podem estar reproduzindo conceitos machistas ao proteger mais as meninas como forma de preservá-las.
Considerado um dos maiores portais ingleses de orientação familiar, o site NetMums.com, pediu a ajuda das próprias internautas e conclui que as mães são mais críticas e exigentes com o comportamento das filhas. A conclusão:

-  21% das mães admitiram que são mais duras com as meninas, contra apenas 11,5% das que disseram o mesmo em relação aos garotos
-  22% delas afirmaram fazer vista grossa a certos atos de seus filhos

A psicóloga Iolete Ribeiro, doutora em Psicologia e Comportamento Humano pela Universidade de Brasília (UnB), alerta às mães que as gurias estão se dando conta disso e se tornando mais questionadoras em relação às diferenças na criação. Se o irmão é criado de uma forma mais livre, muitas delas, com 7 ou 8 anos, já exigem uma autonomia maior, com igualdade de tratamento, prega a psicóloga.
A psicanalista Cíntia Xavier de Albuquerque, integrante da Associação Internacional de Psicanálise (IPA), vai além:
- Os pais estimulam a ousadia dos meninos e acentuam a proteção das meninas, provavelmente para protegê-las desses mesmos meninos que eles criaram ousados e viris. Sempre houve uma maior permissividade para o homem, em várias culturas, tanto ocidentais quanto orientais. Os meninos são muito estimulados a se arriscarem, o que deixa os pais vaidosos.

O primeiro amor

Na reportagem do Correio Braziliense, Cíntia dá uma explicação que merece uma reflexão profunda das mães de meninos. Ela diz que o primeiro amor de um bebê é sempre a mãe. No caso dos guris, esse amor durante a infância faz com que o menino se espelhe no pai como modelo para conseguir a exclusividade do amor de mãe. A psicanalista diz que a dificuldade que muitos pais têm, hoje, de dizer não aos filhos se reflete no comportamento deles. Por essa característica de apego dos meninos às mães, pode ser mais difícil para elas impor autoridade e negar as vontades deles, especialmente com a chegada da adolescência, fase em que há uma certa ruptura na dependência do amor materno.
- Olha o quanto é complexo: esse amor do filho pela mãe a abastece. Pode ficar difícil uma mãe dizer não para um menino porque ela também sente - mesmo que não tenha consciência disso - que está sob ameaça de perder aquele amor imenso.
Tem sentido, não?

(Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira. Por Fabiana Sparremberger)

Cuidado na escolha do presente

23 de dezembro de 2010 0

No Brasil morrem, por ano, 5,3 mil crianças, vítimas de acidentes. Outras 137 mil vão parar no hospital devido a quedas, arranhões e traumas, sendo que a maioria desses episódios ocorre dentro de casa. Os chamados acidentes domésticos são a principal causa evitável de morte de crianças com menos de 13 anos no país. Com a chegada das festas de fim de ano, os presentes e a decoração festiva merecem atenção extra dos pais, pois podem se tornar perigosos para os filhos. Um brinquedo com peças pequenas, um pisca-pisca com o fio exposto ou uma bicicleta usada sem equipamentos de segurança podem transformar o Natal em uma data triste.

De acordo com o pediatra Aramis Lopes Neto, diretor do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o perigo de acidentes é potencializado quando a origem do brinquedo não é conhecida. Além disso, é importante avaliar o risco do brinquedo nas diversas faixas etárias das crianças.

Para a coordenadora de Mobilização da ONG Criança Segura, Jaqueline Magalhães, os riscos que envolvem as festas de fim de ano são diferentes de acordo com a idade.

- Para os mais pequenos, de até 3 anos, o perigo maior é de asfixia, já que nessa idade as crianças tendem a colocar tudo o que encontram na boca - explica.

Portanto, nesse período, bolinhas de Natal, pequenos enfeites e brinquedos com peças pequenas devem ser evitados, especialmente por quem tem criança nessa faixa etária.

A partir dos 4 anos, a criança já corre e brinca de maneira mais independente, e, portanto, está mais exposta a quedas. Dos 8 anos em diante, o risco está relacionado a brinquedos mais tecnológicos.

- Nessa idade, as crianças já ganham eletrônicos e outros aparelhos que são ligados na tomada. Por isso, cresce o risco de choques e queimaduras - completa Jaqueline.

Teste
O pediatra Aramis Lopes Neto indica um teste simples para os pais saberem se os brinquedos dos filhos são pequenos demais:

- Basta utilizar como referência um daqueles rolinhos de papelão que vêm no papel higiênico _, ensina o médico. _ Ele é mais ou menos do diâmetro da garganta de uma criança. Por isso, se o brinquedo passar por ele, é sinal de que é pequeno demais e pode ser engolido. Caso contrário, o tamanho é seguro. Se não houver nenhum risco de alguma peça se soltar, ele pode ser liberado para os menores _ completa.

CADA IDADE, UM PERIGO

Até quatro anos
Principais riscos: A criança tende a colocar na boca tudo o que encontra. O desenvolvimento do equilíbrio e da força nos braços ainda está começando. Brinquedos com peças pequenas podem causar asfixia e afogamentos em banheiras e baldes também são frequentes.
Cuidados: A dica é evitar que a criança permaneça sozinha, especialmente durante os banhos, além de não deixar que ela brinque com objetos pequenos.

De quatro a oito anos
Principais riscos: A curiosidade está cada vez mais intensa, por isso crianças nessa idade sofrem risco maior de choques e queimaduras causadas por aparelhos eletrônicos. Na cozinha, panelas e materiais de limpeza também representam risco de queimaduras e envenenamentos.
Cuidados: Vale conversar e explicar sobre os perigos. Embalagens em lugares altos e cabos de panelas protegidos também garantem mais segurança.

De oito a 13 anos
Principais riscos: Quedas são o perigo mais eminente. Skates, bicicletas e patins podem custar braços e pernas quebrados. Aparelhos de beleza, como chapinhas e secadores, também podem causar choques e queimaduras.
Cuidados: Se você presentear a criança com bicicletas, patins ou skate, dê também protetores, como capacete e joelheiras. Acompanhe a criança quando ela for usar equipamentos que funcionam com eletricidade, e oriente-a para nunca utilizá-los com o corpo molhado ou descalça.

Bebê no berço...

10 de dezembro de 2010 1

Acordei um pouco mais cedo do que o normal na quinta-feira, e me chamou a atenção uma reportagem do Bom Dia Brasil. Nela, a pediatra Ana Maria Escobar, do Instituto de Pediatria do Hospital das Clínicas, orientava sobre a forma correta de colocar o bebê para dormir. Eu já sabia que a posição mais indicada é a de barriga para cima, com a cabecinha para o lado, o que impede que o recém-nascido se asfixie ou se engasgue se regurgitar. Até campanha já foi feita para orientar que o bebê não seja colocado de bruços nunca, nem de lado.

Agora, o que me chamou a atenção mesmo foi que o berço, segundo a médica, precisa estar livre de tudo: de travesseiro, daquela almofadinha comprida que colocamos pra apoiar as costas do bebê quando ele está de lado e até da tradicional fraldinha ou paninho que muitas mães usam. Isso sem falar em qualquer brinquedo ou mamadeira. O berço deve ter apenas o bebê, e mais nada.

Esses cuidados permitiriam uma dinâmica melhor para o recém-nascido, facilitando a respiração. A pediatra explicou tudo isso, usando um boneco para demonstrar.

Sem colocar em xeque as orientações da especialista, fiquei me perguntando se não há um pouco de exagero nas orientações. Algum bebê já teria tido algum problema sério com a fraldinha, por exemplo, que é companheira de muitos? E o travesseiro, que prejuízo ele pode gerar?

Sim, nós já temos árvore de Natal lá em casa...

06 de dezembro de 2010 0

Não dá para não ter tempo de montar uma bela (mesmo que modesta e pequena) árvore de Natal em casa. Os pequenos adoram, participam da escolha dos enfeites (pelo menos até enjoarem da "brincadeira" e trocarem a diversão pela bola de futebol), e a casa ganha um novo clima.
Nunca tive muito jeito para decoração, mas me esforço um bocado pra instalar o cartão de boas-vindas ao Natal lá em casa. E o melhor presente, para mim, não é o do Papai Noel:

- Mãe, como ficou linda a nossa árvore, né? Tá show! - exclama o pequeno, que já ingressa num mundo diferente de gírias.

Lembro muito bem de todo o esforço da minha mãe em colocar, lá em casa, um pinheiro "de verdade", daqueles enormes que tocavam no teto e que deixavam a mãe toda machucada por causa dos espinhos. Para não murchar e ficar vistoso para a noite de Natal, ele só era colocado na sala no dia 23 ou na própria véspera de Natal. O presépio era o que dava mais trabalho e costumava atrair muitos vizinhos e crianças... Era uma alegria só.

Toda vez que monto a árvore de Natal, lembro de como isso era feito na minha infância. E me dedico para que o Bruno tenha essas mesmas boas lembranças dessa época do ano em que tudo remete à "família".

Erivane perdeu quatro bebês. Mas não desistiu e venceu

05 de dezembro de 2010 9


Autora do livro E Enfim... Sou Mãe!, Erivane de Alencar Moreno sugere que tratemos aqui no blog da chamada insuficiência istmo cervical/IIC (útero flácido que não suporta peso), que seria responsável por cerca de 25% dos abortos espontâneos tardios.

Veja o que diz Erivane no e-mail que mandou ao blog e também no site em que divulga a sua trajetória para superá-lo. Prepare-se para se emocionar e reflita sobre as lições que Erivane nos traz:

O e-mail enviado ao blog

Olá, meninas do blog. A IIC não é divulgada, como a diabetes gestacional e a pressão alta, nem muito menos informada às gestantes e mulheres em geral. Primeiro, temos que perder pelo menos um bebê (entre 5 a 6 meses de gestação) para, somente depois disso, esta anomalia uterina ser detectada.

Após perder quatro bebês, hoje eu divulgo a IIC e dou apoio para as mulheres portadoras desta anomalia. Faço um trabalho em conjunto com dois médicos da Unicamp, em São Paulo. Escrevi um livro sobre a minha trajetória para ser mãe "E Enfim... Sou Mãe!"

(...) Tenho uma comunidade no Orkut com quase 900 mulheres portadoras de IIC. Se vocês tratarem do assunto estarão prestando um grande serviço à população e cooperando para que muitas mulheres não precisem passar pelo que eu passei e consigam realizar o sonho da maternidade.

A história de Erivane

No site www.cerclagem.com.br, Erivane relata a sua trajetória de luta até conseguir ser mãe:

A primeira gravidez

Quando engravidei do meu primeiro bebê (um menino), em dezembro de 2002, eu o perdi com 19 semanas e meia de gestação devido a uma forte infecção urinária, e pela prematuridade extrema, obviamente, o bebê não sobreviveu.
Choramos muito, pois eu tenho Síndrome dos Ovários Policísticos-SOP, e meu marido, uma baixa contagem de espermatozóides. Tivemos que fazer tratamento para engravidar com um médico especializado em reprodução humana, e, depois de finalmente estar grávida, eu perdi o meu bebê.

A segunda tentativa

Após um tempo, iniciamos o tratamento para engravidar novamente. E, em novembro de 2003, engravidei. Porém, com dois meses de gestação tive um sangramento e perdi o meu segundo bebê.

A terceira gravidez

Em 15 de outubro de 2004, eu peguei o meu terceiro resultado de gravidez. Desta vez, com um bom obstetra, ele me explicou que faria uma circlagem uterina (sutura no colo do útero), pois provavelmente eu sofria de Insuficiência Istmo Cervical (IIC).

Na época, eu pesquisei na Internet e não achei nada que falasse sobre IIC nem circlagem uterina.
Com 12 semanas de gestação, eu fiz a cirurgia, fiquei 20 dias de repouso em casa e, depois, voltei a trabalhar. Durante a gestação, eu evitei apenas pegar peso, além da abstinência sexual. No demais, eu dirigia, fazia compras em supermercado e todas as atividades de dona de casa.

Com 22 semanas de gestação, marcamos o ultrassom morfológico, onde fui com tamanha esperança de conseguir ver o sexo do meu bebê. Era outro menino e se mexia bastante. Era perfeito e não tinha nenhuma má formação. No entanto, logo após saber o sexo, eu e meu marido fomos surpreendidos pela notícia de que um dos pontos da circlagem havia esgarçado.

Entrei em pânico! Fui internada na mesma hora, e meu obstetra realizou outra circlagem, onde eu já havia sido informada pelo meu médico que, durante o procedimento, a bolsa poderia romper, e eu poderia perder o meu bebê, pois a gestação já estava avançada. Mas deu tudo certo.
Após a cirurgia, eu fiquei internada com as pernas para cima. As enfermeiras me davam banho na cama, e eu não poderia levantar nem para fazer as minhas necessidades fisiológicas. Segundo o meu médico, eu ficaria internada até o final da gestação.

Eu estava esperançosa de que tudo daria certo. Mas quatro dias depois, eu entrei em trabalho de parto e com 23 semanas e meia (seis meses de gestação), o meu bebê (outro menino) nasceu. Ele nasceu vivo, olhou para o lado, deu um suspiro e morreu. Fiquei desolada!

Ainda no quarto do hospital, quando fui tomar meu banho, enquanto a água lavava o meu corpo, as minhas lágrimas lavavam a minha alma! Eu me sentia derrotada, insegura e frustrada como mulher.Porém, quando me sinto desafiada por qualquer coisa, eu me determino e encontro forças do nada para lutar. E eu estava decidida: iria pesquisar tudo o que pudesse sobre a IIC, me preparar e engravidar novamente. O meu médico disse que, numa futura gestação, eu teria que fazer repouso absoluto.

A quarta tentativa

Em agosto de 2006, engravidei novamente. Eram gêmeas, mas com dois meses de gestação, um dos embriões não foi para frente. Fiquei nervosa, apreensiva, com medo de perder o outro também. Fiz circlagem com 12 semanas de gestação e, desde então, repouso absoluto.

Me afastei do trabalho e fiquei 172 dias deitada com as pernas para cima, noite e dia. Comia recostada à cama e tomava um banho de 4 minutos sentada. Os meus cabelos, a minha empregada lavava na cama. Com 22 semanas de gestação, o colo do meu útero estava muito curto (característica da IIC), e os médicos disseram que eu ganharia no máximo mais um mês de gestação. E que não havia mais o que fazer. Decidi que iria vencer e desafiar a medicina.

Aumentei o meu repouso por conta própria, passei a tomar banho na cama, comer deitada, tomei água de canudinho e cri em DEUS acima de tudo. Eu não ria, não espirrava, não espreguiçava. Limitei os movimentos do corpo tamanho era o medo de fazer qualquer tipo de força e esgarçar os pontos da cerclagem.

Resultado: a minha filha nasceu com 37 semanas de gestação, pesando 3.170 gramas e 48 cm.

Para quem não era capaz de carregar um bebê de meio quilo porque o útero não suportava peso, Deus provou que eu pude carregar uma bebê linda, perfeita e saudável que nasceu com mais de três quilos.

Durante a minha gestação, criei uma comunidade no Orkut com o nome de Cerclagem e fiz um diário da minha gestação. Ao verem a minha história, muitas mães que já haviam perdido seus bebês devido a IIC e estavam desesperançosas em ser mães, se motivaram, procuraram um bom médico, se informaram, engravidaram novamente, fizeram o mesmo repouso que eu e hoje também são mães.

Depois que voltei ao trabalho acabei demitida e com tempo livre escrevi um livro sobre a minha trajetória para ser mãe com esclarecimentos de dúvidas sobre a Insuficiência Cervical e Circlagem dadas pelo Dr. Ricardo Barini - renomado Prof. Livre Docente da Unicamp e Dr. Marcelo Luís Nomura, médico assistente e especialista em circlagem na Unicamp.

O que posso dizer é que faria tudo novamente para ter a minha doce e amável filha!

Ajuda para Rosemara

02 de dezembro de 2010 3

A nutricionista Gisele M. Barbieri Moro, pós-graduanda em Ciência dos Alimentos pela Universidade Federal de Pelotas, ajuda a mamãe Rosemara - e muitas outras mamães, obviamente - dando dicas do que fazer quando o bebê ou a criança não quer comer. Confira:

Em vários momentos, os pais (principalmente a mamãe), com um grande desejo de que a criança esteja bem nutrida, fazem da hora de comer o momento de mais tensão na casa, com angústia, ansiedades e reprovações às condutas da criança em relação ao alimento. As crianças possuem sabedoria natural diante de suas necessidades fisiológicas. E quando a criança não quer comer? O que se deve fazer?

É preciso ter horário
O ideal é que a criança tenha horários pré-determinados para a ingestão de qualquer alimento. A criança deve aprender, desde pequena, a comer nos horários determinados pela família, pois assim reforçam os bons hábitos alimentares e a convivência familiar.

Nada de recompensas
Quando a criança recusar a refeição, por exemplo, o almoço, não se deve oferecer outro alimento no lugar, não forçá-la, nem agradá-la. Neste caso, o melhor é aguardar mais meia hora ou uma hora e oferecer novamente a mesma refeição. Não se deve recompensar nem ameaçar a criança que não come.

Cuidado com os lanches
Deve-se cuidar também os lanches que são oferecidos. Guloseimas, sorvetes, salgadinhos, antes do almoço ou do jantar, rejeitará a refeição e solicitará algo para comer logo depois, estabelecendo um ciclo vicioso.

Prato conforme o tamanho
Outro ponto que se deve ter atenção: colocar pouca comida no prato. O volume da refeição da criança de 1 a 6 anos deve ser adequado à sua pequena capacidade gástrica. Pratos grandes, além de não estimulá-la, trazem aversão. O correto é colocar um pouco de cada preparação, se ao final da refeição houver um pedido de mais comida, é conveniente servir uma porção menor do que a primeira.

Esqueça o aviãozinho
Brincadeiras como aviãozinho e colocar na frente da televisão não são indicados como forma de estimular a alimentação.

Espero ter esclarecido a dúvida.
Atenciosamente,
Gisele M. Barbieri Moro
Nutricionista - Unifra
Pós-Graduanda em Ciência dos Alimentos - UFPel

Nome e sexo do bebê...

01 de dezembro de 2010 2

Ouvi dias desses o comentário de uma mãe, diante de outra mãe que deu à luz e ainda não tinha escolhido o nome do bebê.
- Veja só a importância que o filho tem na vida dela. Nem nome o pobre tem -  era o comentário.

Lembrei de um ex-colega que só dava nome aos filhos depois de eles nascerem. Era pra ver se a cria tinha mesmo cara de tal nome ou não... Sempre achei a ideia muito interessante, mas tenho de confessar que seria ansiosa demais para conseguir esperar... Dar o nome ao bebê, para mim, fazia parte das tarefas que mãe e pai tinham durante a gestação do pequeno... Mas sempre admirei esse meu colega e sua esposa, que conseguiam esperar o nascimento dos bebês para escolher como os chamariam para o resto de suas vidas.
Será que mais alguém conseguiu esperar pelo nascimento do filho para dar-lhe o nome? Você conhece algum caso?

Depois dessa lembrança, me veio à cabeça outro questionamento: será que, hoje em dia, alguém ainda espera para saber o sexo do bebê só quando ele nasce? Diz para o médico, lá no ultrassom, que não quer saber antes se é menina ou menino? Será que existe alguma mãe que, como nossas mães e avós, queriam ser surpreendidas no dia do parto? Você conhece alguém?

Esses pais e mães - que dão o nome só depois do nascimento ou só querem saber do sexo do bebê no dia em que o filho vem ao mundo - ainda existem ou são espécies em extinção?
Ajude-nos a descobrir, e teremos histórias bem interessantes pra contar aqui (se é que elas existem...)

Dicas de brincadeiras para o seu chá de bebê

29 de novembro de 2010 0

Seguindo as dicas para divertir o seu chá de bebê, hoje vamos falar das brincadeiras. Elas estão sendo abolidas de muitos chás, mas para quem gosta, no quadro abaixo tem diversas opções. Além de prendas e pinturas, as brincadeiras podem resultar em brindes para os convidados que participarem das atividades lúdicas. Diante da evolução dos chás, não descarto a possibilidade de realizar o tradicional evento no futuro em caso de uma segunda gestação (Ticiana Fontana).

Os brindes
Dependem da criatividade do organizador. Podem ser balas, pirulitos, chocolates, minissabonetes, porta-retratos, artesanatos

Para se divertir

Adivinhando o presente

A brincadeira mais conhecida. A futura mamãe tenta adivinhar o que é o presente e quem deu. Se errar, pode pagar uma prenda (cantar, imitar um bebê chorando, contar histórias infantis etc) ou ser pintada com batom na barriga e outras parte do corpo. Uma alternativa para evitar sujeira é a mãe usar uma camiseta branca e caneta de tecido para guardar como lembrança do chá.

Quem é ?
Convidados levam fotos de crianças para a futura mamãe adivinhar quem é quem. Se errar, paga prenda ou é pintada. Quem acerta, leva um brinde

Qual é a música?
Faça uma seleção de músicas infantis conhecidas. Coloque um trecho e pare. O convidado que acertar, leva um brinde

Fralda suja
Coloque chocolate derretido numa fralda suja e disponha para os participantes da brincadeira numa roda. Coloque uma música e pare até sobrar apenas uma pessoa com a fralda suja na mão. Ela cantará uma música infantil e levará um brinde

Mãe famosa
Individual ou em grupo, os candidatos escrevem os nomes de mães famosas brasileiras e estrangeiras durante dois minutos. Quem tiver escrito o maior número de nomes ganha a brincadeira e leva um brinde

Tamanho da barriga
Os convidados tentam adivinhar o tamanho da barriga. A futura mamãe distribui um novelo de lã e cada um pega o tamanho que acha que corresponde à circunferência da pança. Quem mais se aproximar, leva um brinde

Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira. Por Ticiana Fontana e arte de Zambi

Dicas para um chá de bebê (1)

22 de novembro de 2010 1

Sempre pensei que, quando engravidasse, não faria o tradicional chá de bebê ou de fralda. Nunca curti muito esses eventos. Não gosto daquelas brincadeiras com pinturas e outras situações constrangedoras envolvendo as futuras mamães. Com complicações no fim da gestação e assumindo a condição de mãe-sem-graça, não fiz nada, apesar de saber que teria sido uma boa oportunidade de confraternizar com amigos. Porém, percebo que a grande maioria das futuras mamães curte a ideia e se empenha na tarefa de fazer dos chás, eventos memoráveis.

O melhor período
Na coluna de hoje, buscamos informações em sites especializados e  com mamães experientes com o intuito de dar um norte para a organização de um chá de bebê, de fralda ou seja lá que nome quiser dar ao evento pré-nascimento. O melhor período é entre o sexto e o oitavo mês de gestação – geralmente a grávida está mais disposta nessa fase. O convite pode ser impresso, mas é mais prático usar o telefone ou a Internet.

Os presentes
O chá, geralmente, serve para completar o enxoval do bebê ou fazer um bom estoque de fraldas. As lojas especializadas oferecem opções com listas que incluem desde sabonete, xampu, chupeta, mamadeira, tesoura, a vaporizador, carrinho e berço. É importante ter muitas opções de produtos baratos. Algumas mamães estão pedindo presentes beneficentes, como fraldas para doar a instituições que atendem crianças pobres ou em situação de risco.

O dia da semana mais indicado
Os chás tradicionais acontecem durante as tardes de domingo ou sábado, mas não há regras. A opção varia de acordo com o perfil da futura mamãe. As festas mais modernas incluem a presença dos meninos.

A comilança
Se for almoço ou jantar, as opções podem ser churrasco, risoto ou feijoada. Para refinar o menu, na hora de servir, o churrasco pode ser picadinho, o risoto e a feijoada servidos em cumbuquinhas. Se for à tarde, além dos tradicionais salgadinhos, a alternativa pode ser sanduíche em metro, pizza ou bufê de cachorro-quente. Independemente do horário, a sobremesa pode ser os docinhos, torta, sorvete, musse ou bolo.

A decoração
Não pode faltar alguma referência infantil, relembrando que o perfil é de um encontro íntimo e informal. (Ticiana Fontana)

Coluna Em Nome do Filho publicada no Diário de Santa Maria nesta segunda-feira por Ticiana Fontana e ilustrador Zambi



Vai viajar com seu filho?

18 de novembro de 2010 0

Muito útil esta reportagem publicada pelo Jornal de Santa Catarina, do Grupo RBS, na última terça-feira, em seu caderno de Viagem.

VIAJANDO COM CRIANÇAS

Viajar com filhos a tiracolo é um grande desafio. Para pais sem muita paciência, o que deveria ser uma oportunidade para descanso pode se tornar um transtorno. Para aproveitar o que de melhor uma viagem pode oferecer, há uma série de recomendações que podem ser seguidas. As dicas são de Patricia Papp, mãe do Pedro e da Luiza, e autora do livro Crianças a Bordo - Como Viajar com Seus Filhos sem Enlouquecer (Editora Pulp, R$ 24).

Quantas mãos você tem?
Você faz todo esforço do mundo para levar uma bagagem reduzida, mas não adianta. Ao chegar ao aeroporto, elas se multiplicam como Gremlins atacados por água! Antes mesmo do check-in, surgem garrafas de água, mamadeiras, chupetas, brinquedos, revistas, livros e chocolates. Faltam mãos para apresentar bilhetes de embarque, para passar as bagagens no Raio X e para segurar as crianças. Sempre conte quantos itens está levando (inclua seus filhos na conta) e toda vez em que entrar ou sair de um carro, ônibus, metrô ou avião, refaça a contagem.

Roupa suja se lava em casa, mesmo

Sabe aquelas coisas que te irritam profundamente no seu marido? O tom da voz, a falta de organização, a cor da roupa, uma mania ou um tique nervoso? Releve tudo. Faça um pacto com ele e deixem as desavenças para depois. As crianças agradecem. Os vizinhos de poltrona, as aeromoças, os garçons e as camareiras também.

Apenas o necessário
Imagine se você chegasse a seu destino e a sua mala não estivesse lá? O que você compraria para "sobreviver" nos dias em que a mala ficasse em trânsito? Roupas de baixo, uma calça, duas blusas básicas e um casaquinho: são essas as peças que devem estar na sua mala. Deixe os saltos, os paetês, as bijuterias, o glamour e tudo que amassar em casa. Se não quiser ficar igual em todas as fotos, experimente levar uns lenços ou mudar o jeito de prender o cabelo.

Os imprevistos nunca foram previstos
Pode chover, pode nevar, pode fazer muito calor, por acabar a água, a reserva do hotel pode desaparecer e o avião pode ter que fazer um pouso de emergência em  Lima. Se você gosta de viajar, prepare o espírito e tenha jogo de cintura para saber o que fazer com as crianças numa situação inesperada.

Abaixo a fome
Qualquer ser humano, em qualquer idade, fica incomodado com fome. Crianças ficam impacientes e fazem manha. E isso acaba com qualquer emergência.

Corra, filho, corra

Você está sempre correndo, sempre com pressa? Chegou a hora de mudar. Com um filho no colo você fica muito menos ágil e fazer uma criança correr no seu ritmo é praticamente impossível. Chegue com antecedência no aeroporto, não faça conexões apertadas, programe-se e faça reservas. Você vai descobrir como a vida pode ser mais tranquila quando fazemos as coisas com calma.

Nada de incertezas
Sabe aquelas viagens em que você não tem hora para acordar, reservas de hotel e não sabe nem dizer em que cidade vai dormir? Esqueça. Guarde seu espírito aventureiro para quando estiver sem as crianças.

Mistureba
Misturar sabor artificial de queijo, recheio de melancia e refrigerantes coloridos não dá certo. Se a estrada tiver muitas curvas, as chances das crianças ficarem enjoadas aumentam. Melhor mesmo é evitar a comilança dentro do carro e preservar o bem estar de todos.

Diagnóstico: andaço

17 de novembro de 2010 1

No dicionário, quer dizer "pequena epidemia" ou "desinteria, diarreia". Foi usando esse termo que o pediatra diagnosticou mais uma virose do Bruno: a segunda num intervalo de duas semanas, lembrando que, antes delas, veio uma amidalite, tratada com antibiótico.

Muito vômito e diarreia foram os sintomas apresentados na madrugada de domingo. Foram duas idas ao pronto-atendimento, somando 12 horas em observação. Dois bracinhos picados para aplicação do soro e para coletar sangue para os exames, alguns quilos a menos (nem quero saber quanto para não me apavorar) e, provavelmente, uma anemia para tratar (o que desconfio tentando interpretar o resultado do hemograma).

"É uma onda de andaço desta primavera" ou bem perto disso foi o que explicou o médico. O exame não apontou nenhuma infecção ou inflamação, mas o vômito era algo violento.

Em pouco mais de um mês, três episódios testando a saúde do guri e dos pais, como consequência... É dose, né? O guri tá tão acostumado com o PA que nem reclama na hora de colocar o soro, e ganha sucessivos parabéns pelo comportamento. Aqueles curativos redondos colocados no local da picada da agulha são, para ele, medalhas.

- Ganhei três desta vez - contabiliza o pobrezinho.

Tudo o que eu quero é que esse tal de andaço movimente-se para bem longe de nós. Nesta quarta-feira, o Bruno está bem melhor e de volta às atividades rotineiras. Vamos ver por quanto tempo...

Passamos no teste!!!

16 de novembro de 2010 1

Foi difícil, sofremos, choramos, mas saímos fortalecidos da experiência. Minhas primeiras três noites longe do meu filho foram de aprendizado. Aliás, não sei se aprendi mais no curso que fiz na Capital ou se os mais significativos foram os ensinamentos trazidos pela distância do guri.

A despedida, na manhã de quarta-feira, foi de cortar o coração. Os bracinhos franzinos me apertavam com uma força descomunal, e as lágrimas corriam fartas. Nenhum desespero, nenhuma tentativa de evitar a despedida... mas muitas declarações de amor:

- Mãe, eu vou sentir muita saudade, mas vou te guardar aqui no coração - diz o pimpolho, com a mãozinha no peito.

Não sei de onde a força, mas me seguro. Retribuo as declarações, e deixo para chorar depois que a porta se fecha. Na primeira noite, ligo para fazer a nossa oração, e tudo ia bem até a despedida...

- Mãe, é que eu tô com muita saudade... - confessa o pequeno, entre lágrimas.

O pai toma o telefone, nos despedimos e, no dia seguinte, tudo seria muito mais tranquilo. Dormimos bem (ambos), conseguimos nos concentrar nas nossas tarefas dos três dias e retornamos ao convívio ainda mais fortalecidos nos laços que nos unem. Passamos no teste, com louvor e muito aprendizado. Só não deu para comemorar muito porque uma virose não deixou (mas, esse assunto, fica para amanhã).

Uma ótima semana são os desejos de uma mãe, agora um pouco mais independente (ou seria menos dependente?) do filho...

Quando chega a hora de colocar na escolinha

15 de novembro de 2010 2

A hora de colocar o filho na escolinha é uma dúvida recorrente aos pais. Eu coloquei o Bruno com 3 anos, mas, se tivesse tido condições e alternativas, esperaria pelo menos até os 4, idade que, de modo geral, é recomendada pelos pediatras. Para quem me pergunta, tenho a resposta na ponta da língua: “Se você tem alguém para cuidar dele, seja avó, algum familiar ou babá, espera pelo menos até os 4”.
Para mim, nada pode ser mais importante do que a saúde dos pequenos, e, infelizmente, a escolinha, por mais cuidados e zelos adotados, inevitavelmente é um ambiente onde as doenças costumam proliferar. Sei que são incontáveis e inquestionáveis os benefícios que as instituições de educação infantil conferem ao desenvolvimento das crianças, mas, como saúde é prioridade, adiar o ingresso na escolinha é uma questão de bom senso dos pais, penso eu. Claro que, muitas vezes, os pais que trabalham fora não têm essa opção, e acabam tendo de colocar o filho na escolinha mais cedo do que gostariam, como o meu caso.

Mas o que dizem os especialistas?

A pediatra Wani Bonini diz que, de modo geral, a recomendação é que a criança vá para a escolinha a partir dos 4 anos. Mas a médica destaca também que é preciso avaliar a situação de cada criança (seu dia a dia, se fica sozinho com o cuidador ou se tem convívio com outras crianças...) para tomar a decisão. Na Europa, lembra ela, há até testes para ver se o filho está pronto para ingressar na escola e se pode se beneficiar com ela. A dica de Wani é que os pais peçam ajuda ao pediatra para avaliar se a criança está preparada para sair de casa:
– É preciso avaliar cada família, cada criança e sua história de vida.
A pediatra lembra também que os pequenos que são amamentados até mais tarde também costumam ter, de modo geral, mais dificuldades de se adaptar à rotina escolar.   
A psicopedagoga e professora do curso de Pedagogia da Unifra Janice Bertoldo lembra aos pais que, quanto mais tarde a criança ingressar na escolinha, mais difícil costuma ser a adaptação. Ela sugere que os pais matriculem os filhos em torno dos 3 anos, quando eles já se comunicam bem, sabem manifestar seus desejos e, bem importante, sejam capazes de se defender.
A fase de adaptação à escolinha, em geral, dura aproximadamente de uma semana a 15 dias, mas há casos, dependendo da idade, que o período se estende a um mês.
–  É preciso dizer também que os pais também precisam estar seguros quando chegar a hora. Se não estiverem, a escola precisa trabalhar também com eles nessa fase de adaptação da criança. (Fabiana Sparremberger)

Coluna Em Nome do Filho, publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria. Foto de Roni Rigon


O grande desafio

10 de novembro de 2010 0

Depois da noite do pijama em 2009, não passei mais nenhuma noite longe do filhote. Tá, eu confesso, sou mãe dependente mesmo... A oportunidade chegou, e não há mais como adiar...

Tenho curso em Porto Alegre a partir desta quarta-feira até sexta. Devo voltar ao meu amado ninho na Boca do Monte só na madrugada de sábado. E estou na expectativa de como vou me sair nesse desafio...

A maior expectativa é em relação à mãe, e não ao filho. Apesar do Bruno fazer beicinho toda vez que pergunta "Mãe, amanhã que é o "concurso"?, eu acho que ele vai se sair muito bem nesses três dias. Ao menos é isso o que eu espero de todo o coração... Juro, de pés juntos, que prefiro que me digam: "ele nem falou em ti hoje" do que "ele não comeu direito ou não consegui dormir".

A ajuda da avó será fundamental, e o pai vai se desdobrar, ainda além do normal, mas vai, com certeza, dar conta de todos os recados.

O pequeno quer saber quem vai rezar com ele à noite. Com o pai, respondo eu. Mas ele veio com o argumento que o pai não sabe a oração completa... Então combinamos que eu ligo à noite e faço a oração com ele no telefone... Ele concordou, mas eu tenho procurado não falar muito sobre o assunto, para que ele não sofra por antecedência... Não sei se é o certo, mas é o que manda o coração.

Vamos ver como mãe e filho se saem nessa hora.

Espero passarmos no teste.

Conto pra vocês na volta como nos saímos.

Os posts dos próximos dias deixei agendados nesta terça-feira.

Um grande abraço e torçam por mim...

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