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Posts na categoria "literatura infantil"

Um personagem para cada fase

04 de janeiro de 2013 4

Todos os posts de Camila Saccomori

Muitas vezes já relatei aqui no blog o quanto a Pietra é doida pela Galinha Pintadinha.

Pois bem: não é mais.

Quer dizer, até curte de vez em quando, mas agora – com 1 ano e 9 meses – ampliou bastante o repertório de personagens de entretenimento.

Curte, em primeiríssimo lugar, os palhaços Patati Patatá. Depois de gastar o único DVD que tínhamos, o acervo do Netflix foi solicitado e vem sendo muito utilizado.

Na sequência, curte e reconhece personagens como Minnie (ganhou uma boneca gigante do papai), Dora, A Aventureira (assiste eventualmente a alguns desenhos e também tem a boneca, mimo da médica da família, a dra Lis), Pocoyo (há alguns desenhos no tablet, mamãe adora a turminha também), os Backyardigans (sabe o nome dos cinco bonequinhos que as dindas Rô e Dai deram no Natal), reconhece a Mônica (ou melhor, a “Monca”, a menininha mais famosa do Maurício de Sousa) e tem como histórias favoritas a Branca de Neve (depois que ganhou um livro em pop-up do titio Ticiano) e a do Chapeuzinho Vermelho, que aprendeu na escola.

Ainda não dá muita bola para as demais princesas Disney ou outras fábulas.

AINDA, eu disse. Sei que estas fases chegam logo, logo. E, com isso, aumenta o repertório dela e o meu, que finalmente parei de sonhar com os versos “a galinha usa saia, e o galo paletó/totó” e agora volto a lembrar dos contos de fadas que popularam meu imaginário na infância.

É uma alegria acompanhar tudo isso, não é mesmo, mamães?
Conte pra gente o que faz sucesso na sua casa!


Convite à leitura

15 de julho de 2012 0

As blogueiras receberam e transmitem o convitem a todas as leitoras, a pedido da Sônia.

Olá, queridas Fabiana, Camila e Ticiana,

Tenho pensado muito em vocês, sigo o blog e acho o máximo. Gostaria de divulgar o lançamento desses dois livrinhos infantis. Tomo a liberdade de lhe enviar um convite especial. Minha irmã escreveu dois livrinhos infantis que são umas gracinhas: ela tem um ONG de prevenção às drogas, e os livros fazem parte desse projeto. A ilustração de um dos livrinhos foi feita pelos 2 filhinhos dela (Lucas de 6 anos e Gabriela de 2 anos) e pelo meu filho Luan (15 anos). No dia 27 de julho (sexta-feira) iremos lançar os livros em Porto Alegre: a noite de autógrafos é na Livraria Cultura do BOURBOUN SHOPPING COUNTRY das 18h30min às 21h. 
Sônia Pires Vieira


Despertar de um leitor

09 de maio de 2012 3

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Ando encantada com o amor que vem sendo revelado pelo pequeno em relação aos livros. Sempre estimulei  a leitura. À noite, quando o cansaço não me vence, paro alguns minutos para ler, enquanto o guri fica ao lado com o seu livrinho… Ainda não lê, mas fica ali, comigo, na parceria, folheando o mundo da imaginação que tem em mãos.

Agora, no 1º ano, tenho percebido que o interesse dele tem aumentado pelos livros. Às quintas, é o dia da biblioteca, e ele sempre volta faceiro com o exemplar escolhido: “Mãe, tu vai a-do-rar o livro que eu peguei”. E vem correndo ao meu encontro, com a novidade em mãos.

Maio é mês da Feira do Livro em Santa Maria, e a gente bate ponto no evento literário. Nas “compras”, ele escolheu um livro com as primeiras palavras e um outro com o alfabeto. Ambos com adesivos para colar. Mas o que ele gostou mesmo foi uma coleção de 8 pequenos livrinhos trazendo os mamíferos (esta aí).

Ele anda com os livros pra cá e pra lá, dentro de casa, no carro, no banheiro (sim, ele já pegou a mania dos pais de ler no trono). E, adivinhem: foi dormir com seus novos amiguinhos. Copiou os textinhos na agenda, brinca de vender os livros pra mim enquanto eu faço o almoço…

E o encantamento do pequeno pela coleção me fez ir correndo para a feira para comprar vários exemplares. A ideia é presentear os colegas no aniversário.

- Mãe, eles vão a-mar – incentiva o guri.

Coincidência ou não, recebi no mesmo dia em que pensava neste post um e-mail sobre a terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que é feita pelo Instituto Pro-Livro e aplicada pelo Ibope. No ano passado, ela mostrou que 43% dos leitores apontaram a mãe como a pessoa que estimulou esse hábito ou interesse pela leitura, e 22% disseram que as veem ou viam lendo com frequência. A influência quase empatou com os professores, que ficaram com 45%.

Menos leitura. Mais preocupação

29 de março de 2012 5

Todos os posts de Fabiana SparrembergerNada animador o resultado de uma pesquisa feita pela Fundação Pró-Livro com o Ibope Inteligência. Batizada de Retratos da Leitura no Brasil, ela mostrou que crianças e adolescentes estão lendo menos.

Entre 5 e 10 anos, a média registrada foi de 5,4 livros por criança por ano, contra 6,9 de 2007.

Os pré-adolescentes de 11 a 13 anos passaram de 8,5 livros para 6,9.

Entre 14 a 17 anos, caiu de 6,6 para 5,9.

Fiquei assustada com duas coisas:

1 – Como pode ser tão pouco? O pequeno lê um livro por semana que pega na biblioteca da escola – tem o Dia da Biblioteca, que eles gostam demais, e eu acho o máximo. Fora os outros livros que costumamos ler à noite. Será que tem alguma escola que não cobra leitura? Será que tem pai que não lê para o filho, ou filho que não lê para o pai? Tem pai que perde essa chance imperdível?

2 – A pesquisa mostrou também que professores ultrapassaram os pais na missão de despertar o interesse pela leitura. É tão gratificante inserir os pequenos nesse mundo mágico da leitura… E esses momentos de interação com os filhos se tornam inesquecíveis na vida deles, mas também na dos pais.

Como o piá ainda não sabe ler, eu conto a historinha, e ele reconta depois. E surgem várias pérolas.
Dia desses, o piá recontava uma cena da historinha em que o pai assistia ao futebol na TV e a mãe saía da sala, discutindo algo com ele. O guri recontou assim:
– O pai tava feliz lá olhando o seu futebol. E a mãe não gostou que ele não dava atenção pra ela e saiu reinando da sala.
Ri tanto diante do reinando que quase fiz o pequeno desistir de contar o restante da história de envergonhado que ficou. Aliás, tenho de me controlar várias vezes diante dos termos e interpretações divertidas que ele dá para a história.

E pensar que isso não acontece em todas as casas. Ou que acontece tão pouco. Triste, muito triste

Lançamento na Capital: "Florinda e Florisbela – Gêmeas iguais ou diferentes?"

08 de março de 2012 3

Eu adoro ler para a minha filhota Pietra – e em retribuição, sei que ela adora ouvir historinhas. Já contei mais de uma vez a do livro Florinda e Florisbela – Gêmeas iguais ou diferentes?, de Frederico Manica, e ela prestou bastante atenção! Uma fofa!
É por isso que este post aqui é para divulgar que a obra infantil terá sessão de autógrafos no dia 10 de março, a partir das 16h, na Livraria Cultura do Bourbon Country, em Porto Alegre. Segundo o material de divulgação, o autor criou o projeto a partir de estórias que ele próprio inventava para contar na hora da filha dormir. Que amor!
O site www.florindaeflorisbela.com.br fala da iniciativa completa e disponibiliza mais conteúdos interativos. As crianças podem se corresponder com personagens, enviar suas fotos, conhecer detalhes do perfil de todos os amigos e enviarem suas próprias estórias, num formato dinâmico, propiciando uma experiência diferente e que incentive uma nova contação de estórias. Interessante, né?
O livro é dedicado para a faixa etária de 7 a 11 anos, mas não se prenda a isso como limitador. Com certeza menores e maiores vão curtir!

Serviço
Lançamento do livro Florinda e Florisbela. Gêmeas iguais ou diferentes?, de Frederico Manica
Dia 10 de março, sábado, a partir das 16h, com coquetel e sessão de autógrafos
Livraria Cultura – 2º andar do Bourbon Country (Avenida Túlio de Rose, 80), Porto Alegre
Apoio DonnaLy, Banx e Swell Skate
Sobre o livro:
A obra, com o selo da Cinco Continentes Editora, apresenta aos pequenos leitores as gêmeas Florinda e Florisbela e sua vida na praia do Cassino. As irmãs tiveram a mesma educação, mas são bem diferentes uma da outra, mostrando como pode ser benéfico levar em conta as diferenças na formação das crianças. Florinda e Florisbela são criadas pela Tia Cândida, uma oceanógrafa que as adotou. Protegem a natureza e curtem esportes radicais com amigos que veraneiam na maior praia do mundo, e mantêm contato com as irmãs ao longo do ano pela internet e pelo correio. Ao mesmo tempo em que as crianças vão conhecendo as personagens, também aprendem sobre cuidados com saúde, alimentação, educação e meio ambiente, além de serem estimuladas a praticar esportes como forma de integração e bem estar.
Além disso, este primeiro livro conta com uma cartela de figurinhas adesivas e um mapa do Brasil encartados, para as crianças localizarem onde vivem os amigos da Florinda e da Florisbela e colar os adesivos nos seus respectivos lugares.

Lições do Pequeno Príncipe

25 de julho de 2011 0

Por Iana Stadulne Aquino, psicóloga

“Era uma vez um pequeno príncipe que habitava um planeta pouco maior que ele, e que tinha necessidade de um amigo…” (p.20)
Era uma vez um pequeno príncipe que possuía três vulcões e uma rosa;
Era uma vez um pequeno príncipe que um dia decidiu partir;
Era uma vez um pequeno príncipe que, depois de muito viajar e muitos planetas visitar, na Terra veio parar.
Era uma vez um encontro…

Com a mesma delicadeza do “era uma vez” dos contos de fadas, Saint _ Exupéry nos conduz em uma profunda experiência de entrada no universo infantil. Além de nos mostrar e nos contar o mundo pela perspectiva da criança, o autor consegue muito mais: ele promove um encontro e uma inevitável visita ao infantil que habita cada um de nós.    O principezinho e seu narrador vão, com a perspicácia que as crianças têm, dando conta de enfraquecer as raízes das certezas que as “pessoas grandes” cultivam. E há raízes, que como as dos baobás, podem fazer grandes estragos no solo que nos sustenta. Eles nos apontam que os adultos e seus cálculos, suas explicações detalhadas e seu apego à aparência, só se enganam. De um jeito muito singelo, colocam diante de nós a nossa cegueira. Onde está o que procuramos? Nosso olho alcança?


Algumas sugestões de como as pessoas grandes podem abordar o livro com os pequenos:

Roda de conversa _ Seria uma boa maneira de dar voz às crianças, já que é também o tom do livro. Um espaço em que elas pudessem, com a ajuda do professor, conversar sobre a leitura. Algumas perguntas poderiam disparar a discussão: o que teriam a perguntar para o pequeno príncipe? O que teriam a dizer para ele sobre o nosso planeta? E sobre as pessoas grandes?

Oficina de desenho _ O desenho é uma ótima forma de expressão das crianças. Penso que funcionaria bem com os menores da terceira e quarta série. Cada um produz um desenho a partir da leitura, pode ser bem livre ou inspirado em algum momento da história que achou mais interessante. As produções poderiam fazer parte de uma exposição na sala-de-aula ou em outro espaço da escola.

Atividade teatral _ Podem escolher um pedacinho do livro ou o livro todo para montar uma pequena peça.

Produção textual _ Poderiam tomar como mote da escrita o livro de forma geral ou ainda escolher algum aspecto que para si tenha tocado mais. Ou também o professor pode pinçar algumas temáticas (cuidado com a natureza, amizade, pode propor também que contem alguma situação em que tiveram que enfrentar algo novo ou se despedir de algo ou alguém…) para que eles possam escolher.
P.S: Algumas atividades podem acabar abarcando duas disciplinas, por exemplo, artes e língua portuguesa (desenho e produção textual, teatro)

Nossas leituras...

23 de junho de 2011 2

A maternidade me afastou um pouco dos livros. Digo isso porque, fora as férias, fica muito difícil arrumar um tempo livre para fazer aquilo que eu sempre gostei: ler. Aproveito as férias, em que o Bruno fica aproveitando a avó, para colocar as leituras em dia.

Mas isso tudo foi só até o Bruno ingressar no mundo das letrinhas e dos livrinhos infantis. Agora, todas as noites, eu leio. Não as minhas leituras preferidas, mas outras também muito interessantes e divertidas.

Leio dois livrinhos, por exigência do guri, que não se contenta com um. Leio as historinhas pra ele, e, depois, ele é que conta pra mim… Tenho de me segurar muitas vezes para não rir, porque ele cria elementos novos, a partir das figuras, inventa fatos que não estão no livro e entona a voz nos momentos de suspense…

Como é bom ler!!! Queria muito que ele cultivasse esse hábito por toda a vida…

As historinhas de hoje não são mais as mesmas da nossa infância, são muito mais criativas, divertidas e emocionantes. O negrinho do pastoreio, por exemplo, virou o doutor da floresta. Ele é o veterinário que cuida de todos os animaizinhos que estão doentes… Em noite de lua cheia, o lobisomem não resiste e se transforma em um romântico incontrolável. Pega sua viola e vai fazer serenatas para todas as mocinhas da floresta…

Atualmente, estamos lendo uma publicação que reúne os principais clássicos infantis. O Bruno já avisou: “mãe, nesse livro, as historinhas são bem mais longas. Não vai dar pra ler duas na mesma noite…”.

Acho que vou ter saudade dessas nossas noites mágicas de viagens fantásticas… Por isso, aproveito muuuuiiiittttoooo! E torço para que meu pequeno leitor não se afaste nunca dos livros…


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