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Posts na categoria "livros"

[AGENDA] Lançamento de livro infantil em Porto Alegre neste sábado

07 de dezembro de 2012 0

A viagem transatlântica de uma família de tartarugas com destino ao Brasil serviu de inspiração para o livro infantil “É Pra Comer?”, que será apresentado pela autora Marta Troian Pulita durante sessão de autógrafos e contação de histórias, dia 8 de dezembro, às 15h, na Livraria Saraiva do Shopping Praia de Belas.

Habitantes das águas doces do Rio Mississipi, nos Estados Unidos, a tartaruga Vicente e seus pais embarcam em uma grande aventura rumo aos mares brasileiros. Em meio ao curioso Atlântico Sul, algo coloca a vida do pequeno Vicente em risco, instigando a reflexão dos leitores sobre os cuidados com o meio-ambiente.

“É Pra Comer?” é a 1ª obra da professora e contadora de histórias, Marta Troian Pulita, e aborda de uma maneira divertida os princípios da responsabilidade ecológica que sempre devem estar presentes na vida das crianças.

Serviço:

Lançamento do livro “É Pra Comer?” – com sessão de autógrafos e contação de histórias

Quando: 8 de dezembro, às 15h

Local: Livraria Saraiva do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre. É Pra Comer?

Número de páginas: 20

Ilustração: Danilo Marques

Editora: Maneco

Valor: R$ 20

Locais de venda: Saraiva. Em breve, na livraria Do Arco da Velha, Sempre Ler, Mercado de Ideia, Livraria Clássica, Confraria das Letras (Veranópolis), Niquetti (Farroupilha).

You can't always get what you want

09 de novembro de 2012 0

Todos os posts de Camila Saccomori

Pietra nunca deu show no supermercado. Nunca pediu nada das prateleiras. Comportada.

Levamos a pitoca de 1 ano e sete meses na Feira do Livro no fim de semana passado. Compramos um livro com 26 pequenos livros dentro (ensinando as letras do alfabeto). Na mesma banca, ela viu dois livros do Patati Patatá. Colocamos um ao lado do outro: "qual tu quer, filha?". Ela apontou para o mais colorido, o Animais da Floresta. Colocamos na sacola também.

Algumas bancas depois, ainda na área adulta da Feira, ela foi atraída por mais uma prateleira colorida, enquanto papai escolhia livros para ele. Levei a pitoca até lá para fazer hora. Só que, na hora de sair, quem disse que ela se desgrudava da caixa de livros da Galinha Pintadinha?

Hora de ensinar uma das lições mais duras que somos obrigados a passar: não se pode ter tudo que se quer.

Dói o coração de pai e de mãe? Claro que sim. Mas é preciso ser feito.




E por falar em livros...

11 de setembro de 2012 1

Todos os posts de Camila Saccomori


No post anterior do blog, falei sobre a série The Slap, baseada no livro A Bofetada, de Christos Tsiolkas, que venceu o Commonwealth Writers’ Prize e foi nomeado para o Booker Prize. Ainda não o li, mas coloquei na fila.

Neste mês, li outros dois livros também sobre filhos/família, mas um bem distinto do outro. O primeiro, O Livro de Julieta, da jornalista espanhola Cristina Sánchez-Andrade, me emocionou demais. Mãe de quatro crianças, ela conta como recebeu a notícia de que sua terceira filha tinha síndrome de Down e relata fatos curiosos, emocionantes e complicados da infância e da atual fase da menina. Chorei com Julieta do início ao fim das 160 páginas, que li em uma madrugada.

O outro nem preciso descrever muito, basta dizer o título e o nome do autor: A Queda, de Diogo Mainardi (já esgotado em muitas livrarias). Acho que havia lido tantas resenhas sobre a obra e tantos trechos reproduzidos na internet que, quando finalmente estava com um exemplar em mãos, já sabia o que esperar do livro. Poucas "surpresas", portanto, mas mesmo assim uma leitura "imparável", ou seja, percorri quase todas as 154 páginas em uma única noite.

É envolvente demais acompanhar a história passo a passo, como Diogo narra fatos e impressões em 424 passos dados por seu filho Tito, que tem uma paralisia cerebral em decorrência de erro médico no parto. Muitos jornalistas já fizeram reportagens incríveis sobre o livro (indico aqui o texto da minha colega Larissa Roso, que entrevistou Diogo para o caderno Donna). E pergunto a vocês, pais e mães, o que sentiram lendo a obra. Até agora, não soube de ninguém que não tenha gostado.

Programação de férias para crianças na Cultura (Porto Alegre)

07 de julho de 2012 1

Zeki e a sua turma - os mascotes infantis da Livraria Cultura - resgataram uma porção de atividades do tempo da vovó, do papai e da mamãe. Na mala, a turminha trouxe jogos e atividades como amarelinha, cantigas de roda, peão e brinquedos de madeira e histórias de Monteiro Lobato, Pedro Bandeira e as fábulas de Isopo. Toda essa diversão está dividida em oficinas de criatividade e desenho, contações de histórias, cineminha e teatrinho.

Veja a programação completa para PORTO ALEGRE abaixo.



Todos os eventos são gratuitos em todas as 13 lojas da Cultura. As atividades estão sujeitas a capacidade de lotação dos espaços e a classificação etária.
Programação
LIVRARIA CULTURA - BOURBON SHOPPING COUNTRY
Tel.:  (51) 3028-4033 / Fax.: (51) 3021-1777
Domingo, 08 de julho, às 16 horas
Oficina Brincadeiras de rua
O vovô já te contou como era bacana brincar com a turma toda na calçada de casa? Pois a gente vai resgatar um pouquinho dessa diversão tão gostosa que só as brincadeiras de grupo conseguem trazer. Tem brincadeira “de guri” e brincadeira “de guria”: cabra-cega, pega-pega, passa anel, amarelinha e arranca-rabo são alguns exemplos. Venha aprender e ensinar muitas brincadeiras legais!
Idade recomendada: a partir de 4 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório
Sábado, 14 de julho, às 15 horas
Oficina Brinquedos de construir
Quem disse que brinquedo bom só tem em loja? Criar seus próprios brinquedos faz parte da diversão! Vamos construir brinquedos maneiros usando materiais que todo mundo tem em casa. Dá pra fazer pé de lata, cavalo de pau, bilboquê, futebol de botão e até telefone!
Idade recomendada: a partir de 7 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório
Domingo, 15 de julho, às 16 horas
Oficina Brincando de roda
Roda, gira, rodopia! A gente te convida a entrar nessa ciranda para conhecer as rodas cantadas dos tempos da vovó! Vem brincar de Linda Rosa Juvenil, Escravos de Jó, A Canoa Virou e muito mais!!!
Idade recomendada: a partir de 3 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório
Sábado, 21 de julho, às 15 horas
Histórias da carochinha e teatro de fantoches
Quem conta um conto aumenta um ponto! Venha ouvir e contar histórias enquanto criamos os bonecos para o Fantástico, Insuperável, Fabuloso Teatro de Fantoches da Rádio Chulé! Histórias de Monteiro Lobato, Fábulas de Esopo e oficina de bonecos
Idade recomendada: a partir de 2 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório
Domingo, 22 de julho, às 16 horas
Oficina Brincadeiras com corda
Pula pra cá, pula pra lá, cuidado pra não tropeçar! Vai ter muita pulação nessas brincadeiras com corda! Quem vai ser o campeão?
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório
Sábado, 28 de julho, às 15 horas
Oficina de Teatro de sombras
A gente só precisa de uma lâmpada, um par de mãos e muita criatividade. Venha descobrir mil aventuras no mundo mágico das sombras!
Idade recomendada: a partir de 5 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório
Sábado, 28 de julho, às 17 horas
Oficina jogos de tabuleiro
Dia de inverno pede aconchego, não é? Que tal aprender um bocado de jogos fantásticos para dias de chuva? Jogo da velha, ludo, dama, xadrez e muito mais!
Idade recomendada: a partir de 7 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório
Domingo, 29/07, 16 horas
Oficina de Aviãozinho de papel
Férias são perfeitas para treinar as dobraduras que vão impressionar seus colegas na volta às aulas! Já pensou num avião que voa mais rápido do que a luz, ou que é super resistente, ou que faz mil piruetas no ar? Aviões de papel são diversão garantida! Aviões de dobradura, de vários tipos e modelos, em um concurso de piruetas aéreas.
Idade recomendada: a partir de 6 anos
Duração: 1 hora
Número de vagas: 89
Local: Auditório



Lançamento na Capital: "Florinda e Florisbela – Gêmeas iguais ou diferentes?"

08 de março de 2012 3

Eu adoro ler para a minha filhota Pietra - e em retribuição, sei que ela adora ouvir historinhas. Já contei mais de uma vez a do livro Florinda e Florisbela – Gêmeas iguais ou diferentes?, de Frederico Manica, e ela prestou bastante atenção! Uma fofa!
É por isso que este post aqui é para divulgar que a obra infantil terá sessão de autógrafos no dia 10 de março, a partir das 16h, na Livraria Cultura do Bourbon Country, em Porto Alegre. Segundo o material de divulgação, o autor criou o projeto a partir de estórias que ele próprio inventava para contar na hora da filha dormir. Que amor!
O site www.florindaeflorisbela.com.br fala da iniciativa completa e disponibiliza mais conteúdos interativos. As crianças podem se corresponder com personagens, enviar suas fotos, conhecer detalhes do perfil de todos os amigos e enviarem suas próprias estórias, num formato dinâmico, propiciando uma experiência diferente e que incentive uma nova contação de estórias. Interessante, né?
O livro é dedicado para a faixa etária de 7 a 11 anos, mas não se prenda a isso como limitador. Com certeza menores e maiores vão curtir!

Serviço
Lançamento do livro Florinda e Florisbela. Gêmeas iguais ou diferentes?, de Frederico Manica
Dia 10 de março, sábado, a partir das 16h, com coquetel e sessão de autógrafos
Livraria Cultura – 2º andar do Bourbon Country (Avenida Túlio de Rose, 80), Porto Alegre
Apoio DonnaLy, Banx e Swell Skate
Sobre o livro:
A obra, com o selo da Cinco Continentes Editora, apresenta aos pequenos leitores as gêmeas Florinda e Florisbela e sua vida na praia do Cassino. As irmãs tiveram a mesma educação, mas são bem diferentes uma da outra, mostrando como pode ser benéfico levar em conta as diferenças na formação das crianças. Florinda e Florisbela são criadas pela Tia Cândida, uma oceanógrafa que as adotou. Protegem a natureza e curtem esportes radicais com amigos que veraneiam na maior praia do mundo, e mantêm contato com as irmãs ao longo do ano pela internet e pelo correio. Ao mesmo tempo em que as crianças vão conhecendo as personagens, também aprendem sobre cuidados com saúde, alimentação, educação e meio ambiente, além de serem estimuladas a praticar esportes como forma de integração e bem estar.
Além disso, este primeiro livro conta com uma cartela de figurinhas adesivas e um mapa do Brasil encartados, para as crianças localizarem onde vivem os amigos da Florinda e da Florisbela e colar os adesivos nos seus respectivos lugares.

Como você estimula seu bebê?

03 de fevereiro de 2012 5

Todos os posts de Camila Saccomori

O verbo é estimular
Camila Saccomori, 33 anos, mãe da Pietra, 10 meses
Coluna publicada em 23 de janeiro no caderno Meu Filho (Zero Hora)

Livrinhos de pano, de borracha, de fantoches e de papel. DVDs de músicas, de contos de fadas, filmes e desenhos animados. Peça de teatro infantil, sessões especiais de cinema e até uma noite de autógrafos. Esse é o currículo cultural da Pietra acumulado nos últimos 10 meses. Incluo ainda na bagagem da pitoca algumas visitas a eventos de beleza, moda e decoração em finais de tarde, reflexo de convites de trabalho que procuro volta e meia participar.

Parece agenda de adulto ler, ir ao teatro e ao cinema? Pois este mês, ao catar novos passeios para as férias de verão, me peguei justamente questionando esse tema. Desde que a baixinha nasceu, sempre tentamos inclui-la nas inúmeras opções de cultura e entretenimento que nos cercam, seja em casa ou fora. O que pretendemos com isso, sem muitas grandes pretensões além de diversão, é acostumá-la com programas que fazem parte da rotina familiar.

Agora que a Pietra começa a mostrar suas preferências (desde novas posições para dormir, curtição de novos sabores até escolher qual brinquedo da caixa pegar), fiquei curiosa para observar suas reações diante de tanta novidade. O quanto estará entendendo das coisas que lê, vê e ouve?

– Ao contrário do que já se pensou (os bebês já foram muito subestimados), as crianças pequenas têm um grande potencial de aprendizagem. Por isso, quanto mais estímulos, mais facilidade a criança terá em se adaptar ao ambiente e às diferentes situações que irão se apresentar ao longo do desenvolvimento – afirma a psicóloga Gabriela Seben, mestre em Psicologia Social pela PUCRS.

Gabriela reforça que a estimulação infantil, que vem da interação com os pais e o ambiente, é mesmo a base para o desenvolvimento futuro, mas salienta que isso não se resume a proporcionar atividades como aulas de línguas ou idas a exposições de arte:

– Importa muito a qualidade do cuidado e afeto transmitido pelos pais.

Oba, estamos no caminho certo! Mas durante a conversa com a psicóloga, me peguei pensando em como é fácil exagerar em relação aos estímulos infantis. Na ânsia de acertar e proporcionar o melhor aos nossos filhos, às vezes podemos pecar por excesso sem perceber. Eu mesma já notei que depois de um dia cheio, é difícil para a filhota conciliar o sono, então a solução é diminuir o ritmo nos dias seguintes.

– Cada criança se desenvolve no próprio ritmo, por isso não adianta mesmo forçar. Os pais devem avaliar o que consideram importante para o filho, evitando também uma possível situação geradora de estresse à criança quando envolvida em muitas atividades – conclui a psicóloga.

E você, o que curte fazer com seus filhos? Conte nos comentários!

Lições do Pequeno Príncipe

25 de julho de 2011 0

Por Iana Stadulne Aquino, psicóloga

"Era uma vez um pequeno príncipe que habitava um planeta pouco maior que ele, e que tinha necessidade de um amigo..." (p.20)
Era uma vez um pequeno príncipe que possuía três vulcões e uma rosa;
Era uma vez um pequeno príncipe que um dia decidiu partir;
Era uma vez um pequeno príncipe que, depois de muito viajar e muitos planetas visitar, na Terra veio parar.
Era uma vez um encontro...

Com a mesma delicadeza do "era uma vez" dos contos de fadas, Saint _ Exupéry nos conduz em uma profunda experiência de entrada no universo infantil. Além de nos mostrar e nos contar o mundo pela perspectiva da criança, o autor consegue muito mais: ele promove um encontro e uma inevitável visita ao infantil que habita cada um de nós.    O principezinho e seu narrador vão, com a perspicácia que as crianças têm, dando conta de enfraquecer as raízes das certezas que as "pessoas grandes" cultivam. E há raízes, que como as dos baobás, podem fazer grandes estragos no solo que nos sustenta. Eles nos apontam que os adultos e seus cálculos, suas explicações detalhadas e seu apego à aparência, só se enganam. De um jeito muito singelo, colocam diante de nós a nossa cegueira. Onde está o que procuramos? Nosso olho alcança?


Algumas sugestões de como as pessoas grandes podem abordar o livro com os pequenos:

Roda de conversa _ Seria uma boa maneira de dar voz às crianças, já que é também o tom do livro. Um espaço em que elas pudessem, com a ajuda do professor, conversar sobre a leitura. Algumas perguntas poderiam disparar a discussão: o que teriam a perguntar para o pequeno príncipe? O que teriam a dizer para ele sobre o nosso planeta? E sobre as pessoas grandes?

Oficina de desenho _ O desenho é uma ótima forma de expressão das crianças. Penso que funcionaria bem com os menores da terceira e quarta série. Cada um produz um desenho a partir da leitura, pode ser bem livre ou inspirado em algum momento da história que achou mais interessante. As produções poderiam fazer parte de uma exposição na sala-de-aula ou em outro espaço da escola.

Atividade teatral _ Podem escolher um pedacinho do livro ou o livro todo para montar uma pequena peça.

Produção textual _ Poderiam tomar como mote da escrita o livro de forma geral ou ainda escolher algum aspecto que para si tenha tocado mais. Ou também o professor pode pinçar algumas temáticas (cuidado com a natureza, amizade, pode propor também que contem alguma situação em que tiveram que enfrentar algo novo ou se despedir de algo ou alguém...) para que eles possam escolher.
P.S: Algumas atividades podem acabar abarcando duas disciplinas, por exemplo, artes e língua portuguesa (desenho e produção textual, teatro)

Feira do Livro

12 de maio de 2011 2

A pequena foi duas vezes na Feria do Livro de Santa Maria.

Na fase independente e sem muita concentração, ela passou o tempo todo agitando pelas bancas.

Porém, não se fixa muito tempo numa coisa só. A pequena fez uma participação relâmpago na hora do conto e depois, ao invés de desenhar,  ficou rolando com as almofadas na sala de recreação.

Na praça de alimentação, abocanhou metade do lanche da babá e ainda queria mais.

Como havia acabado o estoque de fraldas limpas, teve de ser retirada as pressas da praça. Obviamente que a saída foi sob protesto.

A feira acaba no domingo e se o tempo continuar seco, vou levá-la mais uma vez.

Que fofuras!!!

25 de março de 2011 0

Rachael McKenna/Reprodução Flickr Alles Trade Editora

Rachael McKenna/Reprodução Flickr Alles Trade Editora

Rachael McKenna/Reprodução Flickr Alles Trade Editora

Rachael McKenna/Reprodução Flickr Alles Trade Editora

Olhem só que encanto essas imagens do livro Best Friends Forever, da fotógrafa neozelandeza Rachael McKenna. E reparem como os animais se parecem com seus "donos". Meigos, fofos, um amor!!!

No álbum da artista, que já é conhecida por retratar animais e bebês, há frases sobre amizade. Entre os bichanos retratados estão cachorros e gatos, é claro, além de coelhos, pintinhos e patos. Editado pela Alles Trade, o livro é vendido a R$ 39,90.

Incrível como os bichos se parecem com os donos. Se não fisicamente, na personalidade. O Zulu (nosso cachorro "salsicha"), por exemplo, é o retrato do Bruno, ou seria vice-versa? Eles têm o mesmo temperamento, e muitas das qualidades (e defeitos) podem ser verificados nos dois. Mas isso é assunto para outro texto, que estou preparando para publicar em breve.

O bicho de estimação do seu filho e ele se parecem de alguma forma? Se sim, mande seu relato e a foto dos dois para o blog. A gente vai a-do-rar mostrá-los aqui.

Sobre filhos de 2 a 10 anos

30 de janeiro de 2011 0

Os médicos da Sociedade Brasileira de Pediatria estão lançando o segundo volume da série Filhos - a primeira foi Filhos - da gravidez aos 2 anos de idade (já mostramos a publicação aqui no blog).

Em Filhos - dos 2 aos 10 anos de idade, há orientações sobre cuidados, alimentação, segurança, educação e brincadeiras. Serve também como um guia para pais e cuidadores de crianças com necessidades especiais e traz dicas para a escolha de babás, creches e escolas, além do calendário de vacinas para cada idade e alertas das situações emergenciais que devem merecer a atenção do pais.

A publicação é da editora Manole e está à venda em livrarias e sites a partir deste mês ao custo de, em média, R$ 86.

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