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Posts na categoria "material escolar"

Já comprei o material escolar

18 de janeiro de 2013 2

Todos os posts de Fabiana SparrembergerAno passado, fiz as compras de material escolar só na segunda metade de fevereiro, já que as aulas só começavam em março. Este ano, resolvi antecipar, e achei bárbaro.

Encontrei a papelaria sem aquele amontoado de gente, e deu para escolher tudo com calma e sem ninguém te empurrando ou aquela bagunça nas prateleiras. Sem contar que o material escolar era farto – no ano passado, faltava muita coisa, que acabou não sendo reposta. E tive de levar alguns itens que não tinham a qualidade e o preço que eu queria.

Não levei o guri junto – combinamos que ele me ajudará a escolher a mochila. E o bom é que menino (será que todos?) não dá bola para marca ou determinado personagem na capa do caderno... O meu, inclusive, quer aproveitar tudo: quer manter o estojo antigo, o apontador que está em boas condições... E desconfio de que não teria nenhuma dificuldade em convencê-lo que eu vou sozinha comprar a mochila nova.

Mas, enfim, escrevi o post para dar a dica. Se está com essa tarefa de material escolar pela frente, dê uma olhada se não é o caso de fazer as compras já.

Eu que odeio filas, empurra-empurra, e gosto de ter várias opções de produtos para escolher, achei maravilhoso antecipar. Claro que ainda faltam alguns produtos, mas, para comprá-los, já sei que não vai ser aquele estresse...

Também descontem um pouco porque eu sou daquelas mães que, se puder, evita fazer supermercado ou ir ao comércio em dias de muito movimento... Mas tem gente que gosta e não se estressa nenhum pouco, muito pelo contrário... Eu estou bem longe disso...

Ano novo, vida nova, escola nova

30 de dezembro de 2012 0

Todos os posts de Camila Saccomori

O tema da minha coluna em Zero Hora desta segunda-feira é ADAPTAÇÃO. Isso porque eu optei por trocar a Pietra de escola para 2013. No jornal, compartilho as dicas recebidas em uma entrevista com uma pedagoga e consultora educacional. Neste post, amplio o assunto com outras informações da querida Renata Selistre, minha fonte nesta citada coluna. Reproduzo uma série de dicas dadas pela pedagoga a uma reportagem do caderno Meu Filho em abril de 2006. Para quem está passando pela mesma fase que eu, recomendo a leitura (e que possa ser dividida com a família).

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> O processo de adaptação deve começar bem antes do início do ano letivo. Leve a criança para conhecer o novo espaço que passará a freqüentar. Pais e filhos ficam menos ansiosos, e as novidades vão sendo absorvidas aos poucos. Assim, o primeiro dia de aula será menos impactante.
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A criança reflete os sentimentos dos pais. Transmita segurança, para que ela encare sem sobressaltos esta nova etapa. Explique o porquê da troca de escola – que acarreta o distanciamento dos amigos – ou do ingresso na instituição.
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Na 1ª série do Ensino Fundamental, é grande a expectativa dos pais em relação ao desenvolvimento das habilidades de ler e escrever, sensação que pode ser expressa indiretamente. Comentários como “agora a mamãe não vai mais precisar ler livrinhos para você” ou comparações com o desempenho dos irmãos mais velhos podem gerar ansiedade, medo e até bloqueio da aprendizagem do aluno.
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A creche é quase uma extensão da casa: é menor, com poucos alunos. No colégio, que no princípio pode se mostrar muito grande e desafiador, seu filho terá mais autonomia, e limites também. Tudo isso precisa ser assimilado.
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Se é a mãe quem leva a criança na escola, e a despedida está muito difícil, com choro e resistência para ficar, experimente outras alternativas – o pai, a babá, a avó. A separação da mãe e do filho é a mais difícil, a hora do tchau se prolonga e o aluno se desespera.
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Para a mãe, ainda que inconscientemente, pode ser uma satisfação perceber o quanto o filho gosta e depende dela, também porque nesta etapa outra mulher passará a ter grande importância na vida dele: a professora. É preciso assimilar que a criança não é uma extensão da mãe e deixála crescer e amadurecer.
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Incentive-a a levar o chamado objeto transicional – uma foto, um colar ou uma peça de roupa que simbolize a presença dos pais enquanto estiverem distantes.
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Um simples telefonema para casa acalma a criança. Ela pode estar se divertindo e gostando da escola, o que não elimina a saudade da mãe e do pai.
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Respeite o tempo dela. Algumas precisam de uma semana, outras de 15 dias para sentirem-se bem. Um mês é um prazo razoável para que tudo esteja normalizado.
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Se ela continuar resistindo a ir ao colégio ou a permanecer lá, transcorridos 30 dias, é preciso investigar com mais atenção o que está acontecendo. Vários fatores podem afetá-la negativamente: a chegada de um irmãozinho, a primeira vez freqüentando uma escola, a separação dos pais. Muitas novidades ao mesmo tempo podem fragilizá-la.
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A criança que grita e esperneia ao ser deixada na porta da sala de aula e percebe que mobiliza os pais insistirá neste comportamento. Seja firme e não ceda aos apelos. Jamais faça negociações, do tipo “você vai ganhar um presente se ficar até o final”. Ir à escola é uma obrigação, inegociável.
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Mudanças na hora das refeições ou do descanso alteram o humor, até que a nova rotina esteja bem estabelecida. Seu filho precisará se adaptar a lanchar mais tarde ou a não dormir depois do almoço, por exemplo.
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A pré-escola deve ser levada a sério. É comum os pais considerarem-na uma atividade mais lúdica, e não uma aula formal. Trata-se de um compromisso da criança. Se ela chegar atrasada, ficará perdida – os coleguinhas já terão iniciado as atividades do dia. O mesmo vale para o horário da saída, quando você deve cumprir o que foi combinado. Caso não possa chegar a tempo, comunique a escola, para a criança não pensar que foi esquecida. Ela poderá não querer retornar no dia seguinte.
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Fonte: Renata Selistre, pedagoga e supervisora pedagógica


Hora do material escolar

14 de fevereiro de 2012 3

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

O guri sempre foi muito tranquilo na hora de comprar o material escolar. Comportamento que me fez decidir levá-lo junto para as compras. Não me arrependi. Como a livraria não tinha atendentes suficientes para ajudar tantos pais, ele encontrava os itens da lista antes do que eu. E agilizou e muito o processo.

Como não achei a mochila nos motivos infantis que ele havia sugerido, disse que tentaríamos, então, encontrar o caderno do seu gosto (pelo menos o caderno...). Aliás, antes de ir à livraria, já combinamos que eu escolheria todo o material, exceto o caderno. Só que o poder de escolha de nada serviu ao pequeno. Simplesmente não havia nenhum dos seus personagens preferidos estampados no caderno que ele escreverá suas primeiras letras. Achamos um muito fofo com um macaco na capa, e ele acabou satisfeito com seu novo amiguinho.

Só que o combinado que fiz acabou me deixando ainda mais indecisa diante de tanta variedade. Quando havia dois joguinhos didáticos com o mesmo preço, por exemplo, e eu pedi para ele qual gostava mais, ele sentenciou, diante de risos da atendente:

- Mãe, isso é contigo. O combinado é que eu ia escolher só o caderno.

Depois de explicar que, nesse caso, ele poderia escolher porque os dois materiais eram bons e tinham quase o mesmo preço, ele se convenceu. E ajudou a mãe em mais de uma indecisão.

Só fiquei sentida porque o pequeno não conseguiu fazer a sua escolha. Sigo procurando o caderno com a capa do seu personagem preferido.

E acho que, no ano que vem, vou ampliar o poder de escolha do pequeno... Ele adorou tudo, não ficou frustrado de forma alguma. Muito pelo contrário, ficou entusiasmado, mas eu fiquei querendo muito que ele encontrasse o que buscava e, pelo jeito, existe só na sua cabecinha...

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