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Posts na categoria "polêmica"

Boneca da discórdia

13 de novembro de 2012 3

Uma boneca lançada nos Estados Unidos, chamada de Breast Milk Baby, provocou uma  forte reação nos pais.

Na realidade, a boneca simula a amamentação. A "mamãe" - criança - coloca um avental e aproxima o brinquedo da região dos mamilos. A boneca faz sons de sucção e depois ainda arrota.

Os pais consideram que o brinquedo está "adultizando" as meninas, em uma fase que nem seios elas têm. A fabricante espanhola afirma que é um brinquedo educacional e teria apoio de instituições pró-amamentação.

Todos os posts de Ticiana Fontana

No extremo

12 de junho de 2012 7

Todos os posts de Fabiana SparrembergerUma mãe do blog fica duas semanas viajando sem a pequena de 2 anos e 4 meses. A outra, o máximo que conseguiu foram duas noites dormidas longe do pequeno (e a muito custo, e isso que foi a trabalho), e o "pequeno" já tem seus 7 anos.

Uma brinca com a outra:
- A mãe que cria o filho numa bolha.
ou
- A mãe desnaturada que "abandonou" a cria por duas semanas.

Numa coisa, as duas concordam: somos dois extremos quando o assunto é o em questão. E, agora sou eu falando (e não a Tici), nenhum extremo é bom. Nem 8 nem 80...

E, confesso, que acho que estou em desvantagem. Sei o quanto é importante a independência dos pequenos... Que numa eventualidade da falta de um dos pais, é importante a cria ficar com avós ou algum parente próximo...

Mas por que será que é tão difícil? Para mim, é como se a gente tivéssemos vivido vidas após vidas separados e, agora, chegou a hora de a gente se reencontrar... Dá uma saudade imensa ficar 8 ou 9 horas sem se ver... E eu quero aproveitar cada minuto como se fosse o último... Mas isso deve ser uma boa desculpa inventada por uma mãe superprotetora...

Na hora em que o pequeno diz: "Mãe, quando eu casar, eu vou querer continuar morando contigo. Eu e a minha mulher. Ou então vou morar aqui do lado. Eu não vou ficar nunca longe de ti". Claro que não me iludo, isso o guri diz agora... Mas fico matutando o quanto esse amor pegajoso possa estar produzindo uma dependência que não é saudável...

A "mãe da bolha" sabe que precisa evoluir e muito nesse e em muitos outros quesitos... Mas, enquanto a cria permite, fica curtindo cada momento juntinho dela... Sabe que isso tem seus dias contados e adora ouvir os conselhos: "aproveita porque ele cresce e logo, logo não vai mais querer saber de ficar junto com os pais...". E eu aproveito (tenho absoluta certeza que nunca vou pensar algo do tipo "por que eu não aproveitei mais os momentos com o pequeno"). E o exercício saudável da independência vai ficando para depois... Não me orgulho em nada disso (aliás, sou um mau exemplo nesse quesito), mas também me perdoo por ainda não conseguir... O jeito é tentar de vez em quando.

"Coleira" em crianças: a grande polêmica

20 de maio de 2012 71

Todos os posts de Camila Saccomori

Está aí um daqueles assuntos que geram polêmica à primeira vista. "Coleiras" (ou melhor, GUIAS) em crianças pequenas: usar ou não usar?
O argumento de quem usa costuma ser o seguinte: é o jeito mais seguro de manter as crianças por perto. O argumento de quem não usa: é ofensivo prender crianças assim, parece que estão tratando como animais.

E a discussão pararia por aqui se não fosse um elemento externo: quem mais dá palpite nessa história é quem não tem filhos. Eu própria, se não tivesse crianças, talvez achasse estranho ver uma criança sendo guiada assim. Da mesma maneira como eu achava o fim da picada ouvir criança berrando de madrugada em um avião ou correndo de um lado para outro em um restaurante. Sim, agora que estou "do lado de cá" sei bem que isso é bem frequente.


No episódio da comédia MODERN FAMILY desta semana nos Estados Unidos (terceira temporada, episódio 22), a família toda do seriado vai para a Disney. Quem vê a trama sabe que há um casal com uma filha pequena, a Lilly. Ela não tem mais de 3 anos e saracoteia para lá e para cá. E aí, lá mesmo nos Estados Unidos, a "terra da macacoleira", causa polêmica também. Os pais argumentam que era o único jeito de não perder a menina em meio da tanta muvuca.

Antes de seguir o post, queria tornar público que eu USO e sou adepta da macacoleira (é uma mochila de macaco com uma coleira que pode ser removida). Ganhei justamente de um casal de amigos que voltou dos Estados Unidos e viu o item sendo muito útil em um aeroporto movimentado. Gamei na hora. Pietra, com pouco mais de um ano, andava serelepe para lá e para cá. Minhas costas não aguentavam mais ficar curvada. Com a macacoleira, a criança ganha liberdade (ainda que controlada) de caminhar bastante sem fugir ou sem ir a lugares não permitidos. É uma extensão das mãos.

Só quem tem filho pequeno e vive correndo atrás dos pitocos entende tal necessidade.

E agora o blog quer ouvir a sua opinião: coleiras infantis, SIM ou NÃO?

Sapato de mãe

29 de fevereiro de 2012 11

Todos os posts de Camila SaccomoriNa semana passada falei dos sapatinhos de criança, agora é a vez de falar dos sapatos das mães.

Desde a gravidez comecei a usar somente sapatilhas e rasteiras - e olha que eu tinha coleção de saltos altos, a ponto de ter câimbra quando calçava saltos baixos!

Depois que a Pietra nasceu, o uso de calçados sem salto ficou ainda mais necessário, já que carregar um bebê no colo e se equilibrar nos "tacões" não é barbada. Dá sim um medinho de cair ou tropeçar quando estamos com nossos tesouros nos braços!

Mesmo depois que voltei a trabalhar e calço os sapatos somente na hora de sair de casa sigo com a preferência pelos baixos. Afinal, a maratona pega-o-nenê, pega-as-bolsas, desce-pro-carro, dirige-até-a-escola e larga-o-bebê-na-escola exige pés ágeis. Não dá para ficar mancando ou andando devagarzinho pra não virar o tornozelo.

Por isso que fico sempre de boca aberta quando vejo os looks da Victoria Beckham segurando a filha, Harper Seven, enquanto desfila por aeroportos e ruas internacionais. Cada par de sapatos é mais alto que o anterior. Não sei como deve ser possível atender às necessidades da criança com aqueles trambolhos desconfortáveis!

Adorei esta semana quando vi a cena abaixo da mãe Angelina Jolie levando os filhos a um parque de diversões. Usava sapatilhas como as que gosto, bem firmezinhas, ideais para correr para lá e para cá atrás da trupe. Deixemos o saltão (e a perna para fora na fenda) para momentos nobres como o Oscar!

Chororô de mãe

30 de janeiro de 2012 2

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Já contei para vocês que costumo acessar alguns sites especializados em bebês, filhos, gravidez, maternidade e tal... Também costumo dar uma olhada em jornais que trazem temas relacionados. E muitas dicas de revistas e outras publicações chegam a mim por meio de colegas.

Há muito percebi algo que me incomoda. Que o foco da maioria (talvez 99%?) desses materiais são os bebês recém-nascidos e as crianças em seus primeiros anos de vida. Seis anos, no máximo. E isso quando a publicação decide chegar até lá...

Como se filho chegasse só aos 6. Depois disso, não há nada mais a ser falado. Como se, a partir dessa idade, os pais não tivessem mais nenhuma dúvida, o filho passaria a não ser mais prioridade dos pais, nada mais afligiria os pais em relação a sua educação, não haveria mais necessidade de trocar experiências e nem de buscar qualquer tipo de orientação...

Claro que há muito a se falar sobre os pequenos em seus primeiros anos de vida.... Sem falar que eles são fofos demais, e os pais têm dúvidas e angústias demais...

Mas, por favor, filho é filho sem idade determinada. Depois dos 6, chegam outras preocupações: a alfabetização, a mudança de escola, a chegada de mais de um professor na vida escolar... E vou parar por aqui, se não, o post vai ficar longo demais.

E depois da infância, vem algo ainda mais complexo, que é a adolescência.

Você nunca ouviu ninguém falar: "Você reclama agora que ele é pequeno porque não tem noção do que é ser mãe de um adolescente (ou pré-adolescente)?...

E pergunto: por que não temos a mesma diversidade de sites tratando sobre adolescência? Por que o assunto não interessa tanto quanto bebês? Por que os pais de pré-adolescentes e de adolescentes encontram poucas informações sobre assuntos relacionados a seus filhos?

Vai ver que, como mãe de um filho de 6, já estou ultrapassada para falar sobre filhos. E tenho até medo de perguntar se tem muita mãe aí do outro lado querendo saber de filhos na idade do meu...

Berços com grades x Berços com telas

10 de janeiro de 2012 3

Por Camila Saccomori

Essa discusão pode servir para as futuras mamães que estão começando a fazer o enxoval do bebê. De tudo o que  eu comprei para o quarto da minha filha Pietra, fiquei com muitas dúvidas sobre um dos principais itens de mobiliário.

O BERÇO.

O que eu escolhi é lindo! Lindo e delicado. Combina com o quarto. É de laca branca e tem as bordas arredondadas para evitar acidentes. A lateral dele sobe e desce para evitar (mais) danos às costas das mães. Tem travas laterais. Tem rodinhas com travas. O estrado desce, o colchão está bem baixo agora. A marca é bem conhecida no mercado.

Ele é de GRADES, como 90% dos berços aqui do Brasil. É claro que há crianças que se adaptam superbem, mas o meu caso é o seguinte: a Pietra rola muito enquanto dorme. E não foram poucas as vezes em que um pé ou uma mão ficam entre as gradezinhas no meio da noite e ela acorda por conta disso. (E isso que o espaçamento das grades laterais cumpre a determinação do Inmetro.)

O belo conjunto de protetores almofadados, que antes evitava esse tipo de acontecimento, foi retirado para evitar que ela pise neles e use como "degrau" para pular o berço, sabem? Aos 9 meses, a Pi já fica em pé e qualquer item maiorzinho deve ser retirado do berço. Até o travesseiro pode ser usado como degrau, aconselham os especialistas.

A vantagem do berço de grades é que ajuda o bebê justamente a "treinar" ficar de pé. Serve como APOIO - e quando a mãe está de olho, OK. O problema são as madrugadas, como já falei.

Então vem a outra opção sobre quem está na dúvida sobre qual modelo comprar. Os de TELA me parecem muito mais interessantes. Não optei por este modelo quando comprei o berço porque fiquei pensando na questão da higiene (devem acumular muito pó). E também li relatos de que cediam conforme o bebê ia empurrando com pés e mãos (na tentativa justamente de se apoiar para ficar em pé). São também, na maior parte das vezes, mais caros. Porém acho que acabariam com o problema de pezinhos para fora do berço no meio da noite.

Tenho lá em casa (na sala) um chiqueirinho móvel que é com telas nas laterais. Acho bem molenga a tela e realmente dificulta que ela fique em pé se apoiando quando quer "espiar o movimento".

Há ainda os berços com laterais de ACRÍLICO, mas são bem mais raros no mercado brasileiro.

A propósito desse assunto: clique aqui e confira reportagem do Fantástico sobre como evitar que seu bebê sofra acidentes dentro do berço. Almofadas, bichinhos de pano e outros itens aparentemente inofensivos são perigosos especialmente para criaças de até 6 meses.

QUAL A SUA OPINIÃO?
QUAL BERÇO VOCÊ COMPROU E RECOMENDA PARA AS FUTURAS MAMÃES?

Lei da Palmada não deve vingar

19 de dezembro de 2011 8

A popularmente conhecida como Lei da Palmada passou pelo Congresso e segue para o Senado. O projeto de lei, que proíbe pais de aplicarem castigos físicos nas crianças e adolescentes, teve uma alteração no texto que não criminaliza agressores, mas prevê tratamento e advertências de juízes de varas da infância.

Mais uma lei que ainda nem saiu do papel, e que, dificilmente, será colocada em prática. Mesmo que houvesse punição, seria difícil comprovar as agressões. O único benefício é evidenciar um assunto que precisa sair debaixo do tapete de casa: a violência familiar.

Em muitos lares não são “palmadas pedagógicas”, aplicadas esporadicamente, mas há pais e mães que abusam, batem nos filhos provocando marcas profundas no corpo e na mente dos pequenos. A esse tipo de pais, defendo a aplicação com rigor, das penas previstas pelo Código Penal.

Sou veementemente contra o uso de qualquer tipo de punição física contra os pequenos. Até agora, não bati e nem pretendo dar uma palmada sequer. Para educar, sou a favor do diálogo e, se isso não resolver, o próximo passo é um castigo na medida certa.

Porém, não condeno quem adota a palmada como acessório, em casos extremos, apesar de não ser a minha convicção. Obviamente que “ dar palmada” é muito diferente de “espancar” um filho.

Outra convicção é que nenhuma lei deve regrar como os pais devem agir e definir os métodos de educação do filho. O Estado tem de se preocupar com outros assuntos, como melhorar a estrutura da saúde, da segurança e da educação formal.

Projeto de lei – O projeto foi enviado pelo governo federal para o Congresso há um ano e cinco meses. A Lei da Palmada, a proposta que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), seguiu para o Senado. Depois do aval dos senadores, a lei ainda precisa ser sancionada pela presidência.

 (Ticiana Fontana)


Coluna Em Nome do Filho, publicada toda segunda-feira no jornal Diário de Santa Maria

Lei da Palmada avança no Congresso

05 de dezembro de 2011 11

- Mamãe, a vó deu "pau" no nenê.

Escutei isso da boca da pequena, no auge dos seus um ano e dez meses. Obviamente que a frase foi finalizada com um olhar sapeca e uma gaitada, porque era mentira da pequena, mas uma das suas. Fiquei pensando de onde ela tinha tirado aquela história?

Mesmo sem nunca ter apanhado ou levado uma palmada sequer, como ela sabia disso? Acho que a pequena anda acompanhando as notícias e deve saber que em breve que a Lei da Palmada pode ser aprovada no Congresso. Não me surpreenderei se, diante de qualquer contrariedade,  algum dia escutar algo do tipo:

- Vou chamar o "Tutelar" (Conselho Tutelar) mamãe?

O projeto de lei 7.672/10 esta sendo analisado na Câmara dos Deputados, o texto da conhecida popularmente como lei da palmada proíbe o uso de força física para disciplinar ou punir crianças e adolescentes. 

O polêmico projeto nem saiu do papel e é um dos mais polêmicos. Inclusive aqui no blog tem sido muito discutido.  A comissão especial criada para estudar a medida proposta pelo governo passado pode se pronunciar até o fim da semana. Depois disso, com emendas ou não, o projeto segue para a CCJ (Comição de Constituição e Justiça), para avaliar se não fere nenhum artigo da Constituição, e  por último vai para o Senado. O projeto não precisa ser votado no plenário da Câmara.

Ainda não dei nenhuma palmada na pequena. A minha teoria é seguir educando sem bater, concordo que o diálogo é a melhor maneira de educar e impor limites. Em casos mais drásticos, acho que um castigo adequado é o melhor remédio. 

Educar é um desafio e são tantas as maneiras que os pais devem encontrar a sua.  Espancar é uma coisa, dar uma palmada é outra bem diferente.  

Mesmo assim, uma lei não deve determinar e rezar a conduta dos pais.

Será que estamos vivendo num ambiente com tanta violência familiar assim, hoje vejo o contrário. Será que era preciso uma lei para isso?

Músicas infantis que grudam na cabeça

22 de novembro de 2011 56


Eu gosto tanto da proposta da turma da Bromélia Filminhos, que produz a GALINHA PINTADINHA, que tenho os dois DVDs lá em casa e toco desde que a minha filhota era pitoquinha para ouvir de vez em quando. Canto junto, bato palmas, brinco. E invariavalmente fico com uma das músicas grudadas na cabeça depois da "sessão-DVD" lá em casa. Sei que não sou a única: todo mundo odeia quando acontece isso da música-chiclé não desgrudar o dia todo, certo?

Pois um dia desses a música que grudou foi justamente a de abertura do dvd Galinha Pintadinha 1.

O verso dizia assim:

"A galinha ficou doente... E o galo nem ligou... Os pintinhos foram correndo pra chamar o seu doutor."

Pode ser implicância minha, mas achei supermachista!

Olha só: a mulher fica doente, o marido não dá bola e aí os filhos é que precisam buscar ajuda? Feio isso, né...

Postei esse "desabafo" em forma de brincadeira no meu facebook e recebi alguns comentários concordando, portanto resolvi transformar em "post sério" para saber a opinião de vocês.

Exageramos quando achamos que as canções infantis precisam ser politicamente corretas?
Tipo a nova versão do "Atirei o pau no gato", que também está presente nos citados DVDs da Galinha Pintadinha?

A propósito: hoje é DIA DO MÚSICO!
E indico no link a seguir uma ótima matéria sobre músicas de artistas brasileiros consagrados que compõem para o público infantil.

Pipoca no cinema ou figurinhas?

12 de outubro de 2011 0

Muitos pais têm dúvidas quando o assunto é educação financeira. Na hora de escolher a melhor maneira de ensinar os filhos a lidar com o dinheiro, é importante que isso não seja tratado apenas como algo de adulto.

Conforme a coordenadora do curso de Ciências Econômicas da UCS, Jacqueline Maria Corá, se o dinheiro é visto como algo sujo, inadequado, como a criança poderá ser um adulto organizado e responsável financeiramente? Para a especialista, se a criança sempre teve alguém que tomasse as decisões por si e não precisou decidir entre gastar na pipoca do cinema ou comprar figurinhas para o novo álbum, como poderá tomar decisões financeiras conscientes quando adulto?

– A criança precisa se experimentar em relação a tomar pequenas decisões. Precisa cometer erros e perceber quando faz avaliações erradas sobre determinadas coisas. Só assim poderá corrigir no futuro, avaliar e quantificar melhor – explica Jacqueline.

Outra questão relevante é que quando o pequeno estiver juntando dinheiro, o adulto deve deixar que ela compre o seu objetivo.

– O que não pode acontecer é a criança não precisar fazer esforços ou sacrifícios porque em algum momento, pai, mãe ou os avós vão aparecer para resolver a questão – completa a coordenadora.

Reprodução com arte de Fredy Varela

Mãe má

01 de julho de 2011 1

Na época da minha vó não tinha blog, mas imagino que a mulherada se pegava igual. O debate, é claro, se dava em outras instâncias.

_ Eu crio meu filho assim! (crash, boo, pof, soc)

_ Eu crio meu filho assado! (crash, boo, pof, soc)

_ Eu quis fazer cesárea porque EU quis e pronto! (pof, paf, bom, sualoucapreguiçosa!)

_ Eu larguei tudo pra ser mãe! (páf, pof, pah, bahvcéloucañãotemvidaprópria)

_ Eu amamentei até os dois anos e só aceito parto natural, em casa e na água (soc, pum, paf, suahippiesemnoçãoquenegaaciência)


Parece que eu consigo ver a mulherada, em todas as décadas possíveis e imagináveis, dizendo como ela fez para superar os enjoos, porque largou o emprego quando o filho nasceu, porque não largou, porque preferiu escolinha a creche, que se sentiu abandonando seu filho com uma estranha e blá, blá e blá.

Mas, calma, gente.

Eu juro que não vou subverter a maternidade.

Vamos no McDonald’s comer quilos de batata frita, mas é só hoje, tá?

Afinal, é segunda-feira.

Beijos e boa semana.


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