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Posts na categoria "recém-nascido"

Prima Isabella

13 de novembro de 2012 2

Todos os posts de Ticiana FontanaA tão esperada priminha da Antonela veio ao mundo em uma data simbólica.

A Isabella chegou no mesmo dia do aniversário da mãe: 28 de outubro.

Está certo, um pouco antes da hora, mas um presente inesquecível. Só não ouso dizer que foi o melhor da vida de seus pais, por que no dia 4 deste mesmo mês, há 4 anos, nascia o mano Luca.

Enfim, a família estava formada e feliz. Era só tocar a vida para frente, né?

Pois, as coisas acontecem sem explicação, nem lógica.

A pequena, com 12 dias de vida, pegou uma bactéria e foi parar na CTI de um hospital.

A pior parte já passou, ela segue internada em meio a outras crianças com históricos de suas curtas vidas sem lógica, ou explicação qualquer.

Nesse ambiente, como relatou a mãe da Isabella e dinda da Antonela, pais e mães acompanham a batalha de seus filhos e choram silenciosamente e, muitas vezes, solitariamente. Porém, todos estão unidos pela mesma dor e pela esperança de dias melhores. Olham a volta e resignam-se ao verificar que o sofrimento do vizinho pode ser maior do que o seu.  

Em função do trabalho e da correria do dia a dia, a Antonela iria conhecer a prima neste fim de semana. Falava que a pegaria no colo, etc e tal. No sábado passado, durante a viagem rumo à Capital, ela comentava que veria toda a família: o dindo, a dinda, o primo Luca e a Isabella - demorou, mas aprendeu direitinho o nome da priminha.

Pensei em disfarçar, mas chegando em Porto Alegre, a tia contou que a prima estava dodói e era preciso rezar para o anjo da guarda...

Chegamos justamente no pior momento de seus poucos dias de vida. Não vimos a pequena, mas em pensamento acariciávamos seu rostinho e corpo frágeis. 

A Antonela segurou a lembrancinha do nascimento da prima. Coincidência ou não, era um tercinho. Fiquei pensando que era um símbolo de fé e esperança. 

No outro dia, pela manhã, notícias mais animadoras. E a Antonela completou:

- Mamãe, a prima Isabella estava dodoí, com dor de barriga, vomitou, mas agora está bem.

- É meu amor, é verdade...

Ela virou e continuou correndo com o primo Luca, era sinal de que as coisas melhorariam...

Míni unhas, grande problema

18 de setembro de 2012 5

Todos os posts de Camila Saccomori

Toda mãe de nenê tem vocação para manicure: a questão é quantos bifes você vai tirar dos dedinhos do seu filho. Brincadeiras à parte, este post é para que a gente possa compartilhar DICAS para tornar a tarefa de cortas as míni unhas mais fácil.

Até a Pietra ter uns 8 ou 9 meses, era bem fácil cortar as unhas das mãos e dos pés. Fazia depois do banho, com ela acordada mesmo. Depois, tudo mudou. Esperneia e berra quando tento pegar mão ou pé para aparar as unhas - e como crescem rápido! Uma vez por semana é necessário cortar.

A solução encontrada até agora é a de esperar a pitoca dormir (o sono profundo da noite, não aquela sonequinha diurna), ilumino com lanterna e vamo que vamo. Em cinco minutos tá tudo prontinho, mas a pergunta é: será que um dia ela vai deixar eu cortar as unhas quando estiver acordada?

Qual fralda seu bebê usa?

30 de junho de 2012 7

Sempre tive vontade de fazer um post tipo este que vou indicar agora.

Pegar várias marcas de fraldas, usar na Pietra por alguns dias e divulgar os resultados.

Pois agora não preciso mais: a Malu, mãe do Pedro, fez isso por mim e por nós, mamães.

Ela pegou seis modelos de fraldas facilmente encontrados em supermercados e farmácias e testou no pitoco fofo dela.

Conta no blog detalhes sobre a cintura elástica de cada tipo de fralda, vantagens e desvantagens de cada marca e mais: o fator PREÇO, muito importante na vida de uma mãe, certo?

ACESSA LÁ e depois me conta aqui nos comentários do blog qual a fralda que vocês usam nos seus filhotes!

O sono das crianças (ou a falta dele)

24 de fevereiro de 2012 23

Todos os posts de Camila Saccomori

Quantas horas seu filho dorme por noite?

Esta é, provavelmente, uma das questões mais "complexas" da maternidade.

Tem bebê que desde o primeiro mês de vida dorme a noite todinha.
Tem bebê que precisa ser embalado pra voltar a dormir no meio da madrugada.
Tem bebê que acorda muitas vezes com fome. Ou quando molha a fralda acorda também.
Tem criança que dorme tarde. E acorda tarde. Da meia-noite ao meio-dia.
Tem criança que dorme cedinho. E acorda cedo. Das 20h às 6h.
Tem criança que dorme tarde e acorda cedo - mas tira um sonecão de tarde pra compensar.

Como é a rotina aí na sua casa?

Lá na minha, a Pietra acorda cedo (6h). Toma um mamá, fica um pouquinho com papai e mamãe e emenda um "bônus" de mais uma horinha. Quer dizer, nem sempre. Tem vezes em que quer ficar brincando um montão e vai dormir de novo só bem depois! Mas aí já é hora de ir para a escolinha. De tarde tira sonequinhas curtas. De noite dorme relativamente cedo (21h) - e consequentemente lá pelas onze da noite eu já vou para o "berço" também!

Compartilhem, mamães, suas rotinas!

Parto normal! E como foi?

06 de outubro de 2011 30

Abaixo um texto que a, agora, mãe da Sophia, minha colega da RBSTV Michele Dias mandou sobre o parto. Quem lê o blog acompanhou a pequena que de última hora conseguiu vir ao mundo através de parto normal, como o assunto sempre gera curiosidade, a Michele nos mandou um texto sobre o nascimento da nova amiguinha da Antonela. A foto é da família feliz, Michele, Marcelo e a pequena Sophia. Vale a pena conferir:

" Saí para uma consulta médica e para levar documentos na RBS e rever os colegas; e a pergunta que mais ouvi foi:

-Parto normal!! E como foi?

Acredito que a curiosidade seja porque relatos desse tipo são cada vez menos frequentes já que a maioria das mulheres opta pela cesárea antes mesmo de pensar em parto vaginal. Eu sempre quis tentar, sempre quis esperar primeiro pelo “método natural” e, Graças a Deus, foi possível! Tenho certeza que as dores, o tempo, a vivência, tudo varia de mulher para mulher... então, me desculpem as que acharam a experiência ruim; para mim deu tudo certo. E aqui vai a minha história de parto:

Estava combinado: se a Sophia não nascesse até domingo, dia 25, faríamos uma cesárea na segunda-feira para que a gestação não passasse muito das 40 semanas (fechadas na sexta). Pois na madrugada de sábado, a uma e 20 da manhã, estava deitada e senti uma contração combinada a uma umidade.... A bolsa tinha rompido. Liguei para o médico, o atencioso e competente Dr. Perin, que me disse:

- “Quando as contrações ficarem fortes você pode ir ao hospital.”

Como elas eram médias de intensidade e espaçadas, fui para o chuveiro tomar um banho morno, me vesti; sequei o cabelo... só não deu para fazer uma maquiagem estilo JA como o médico tinha me dito brincando! – com a dor, eu ia borrar a pintura! He, he!

Às 3 horas da madrugada, liguei novamente para dizer que estávamos a caminho do hospital – eu e meu marido – já com as dores mais fortes e frequentes. Na sala de exames, o médico viu que eu já tinha 7 de dilatação e que o trabalho de parto evoluía perfeitamente. Era hora de dar um beijo nos meus pais, irmã e na minha sogra e seguir para a sala de parto... O marido foi comigo e o sogro também – o reconhecido, apaixonado pela pediatria e vovô da Sophia, doutor Pedro Orso.

Enquanto eles se vestiam (aquelas roupas azuis tipo smurf, hehe), fiquei com o anestesista, Dr. Renato Dias (muito legal ele, e o sobrenome é mera coincidência), e duas atencionsas enfermeiras que acompanharam e ajudaram em todo o procedimento. Optei por fazer o parto com analgesia – uma dose pequena de anestesia que ameniza as contrações, mas não impede o movimento das pernas.

Já sem dores, meu marido me deu um beijo e começou a fotografar e filmar tudo... Ele foi incrível, me incentivando, me apoiando! Tínhamos combinado que estaríamos juntos na hora de trazer a nossa filha à vida!

Então, assim como tínhamos ensaiado e conversado em várias consultas, o dr. Perin me dizia a hora de fazer força para que a minha bebê nascesse. E foi assim... entrei na sala de parto passado das 4h da manhã e a Sophia nasceu às 5h36min da madrugada de sábado, 24 de setembro de 2011! Com certeza, a madrugada e o dia mais emocionantes da minha vida!

Só não posso usar a expressão “parto perfeito”, pois a minha pequena tinha se enrolado no cordão umbilical. Em função disso, o médico teve que acelerar a “saída” para não prejudicá-la (isso significa que ele usou ocitocina – um pouco de hormônio que intensifica a contração – e também que as enfermeira ajudaram a empurrar na minha barriga). A Sophia nasceu e foi levada pelo pediatra e vovô... segundos depois, o CHORO DA VIDA e a MAIOR EMOÇÃO DA MINHA EXISTÊNCIA ATÉ HOJE!

Ao meu lado estava uma pessoinha que há nove meses era apenas uma “sementinha”... cientificamente, a união de óvulo e espermatozóide; para mim, o resultado do amor de duas pessoas abençoadas por Deus com o dom da vida!"


Seção Nasceu! a caminho

26 de setembro de 2011 0

O blog está preparando uma seção nova.

Nasceu! chega para que pais, mães, dindos, dindas, tios e tias possam celebrar e anunciar o nascimento do bebê.

Para participar, além da foto, é preciso enviar os seguintes dados: nome do bebê, nome dos pais, data do nascimento, medidas (peso e altura/tamanho no dia do nascimento), nome do hospital onde nasceu e cidade.

Pode parecer muita informação... Não é... É o básico para identificar os pequenos como eles merecem e uma forma de homenagear a família toda.

O convite é para compartilhar esse momento único na vida das famílias.

Estamos esperando a sua contribuição no e-mail nasceu@diariosm.com.br.

Vamos lá...

Sophia nasceu!!!

26 de setembro de 2011 10

A Sophia (olha o tamanho do bico - hehehe), filha da minha colega e apresentadora do Jornal do Almoço de Santa Maria, Michele Dias, 31 anos, e do arquiteto e empresário Marcelo Orso, 34, nasceu às 5h36 minutos de sábado. Como a mãe queria, a pequena veio de parto normal com 40 semanas de gestação.

Ela chegou cheia de alegria e saúde pesando 3,235 quilos e medindo 49 centímetros de altura.

A família já esta em casa curtindo a pequena.

Ela é a alegria do papai e da mamãe, dos tios e tias e dos vovôs corujas Ione e Antonio Silva e Lucimar e Pedro Orso.

As nossas energias positivas para que seja uma pequena com muita saúde. Não é uma fofa?

Revolução na hora do banho

30 de agosto de 2011 4

Fotos pbkids, divulgação

Finalmente o grande dia chegou: o bebê nasceu. E agora? Os papais e mamães têm muitas dúvidas, inclusive na hora de dar o banho pela primeira vez. Assim, acabam chamando as avós para ajudarem a ver qual a temperatura ideal da água e a forma correta de segurar o recém-nascido. Além do sabonete e do xampu, deve-se pensar na segurança do bebê. E, para isso, uma dica é escolher bem o ambiente deste momento de higienização e relaxamento.

Prática tanto para a criança quanto para os pais, a novidade é uma banheira adaptada à pia do banheiro. Além do bebê ficar confortável, também evita dor nas costas de quem estiver dando o banho.

A estrutura mantémo recém-nascido aquecido pelo calor da água, é antiderrapante, anti-transbordamento e pode ser guardada em qualquer lugar. A dimensão da banheira montada é de aproximadamente 50 cm e suporta até sete quilos.

Melancolia ou depressão

29 de agosto de 2011 3

Na volta para a casa, os pais de primeira viagem foram pegos de surpresa com as profundas mudanças na rotina do lar. A pequena era prematura e não conseguia mamar direito. O pai e a mãe se esforçavam para alimentá-la e se dividiam numa rotina intensa entre trocar, limpar, amamentar, colocar para dormir e recomeçar. O casal, cheio de olheiras e dúvidas, comentou:

– Te dão uma criança nos braços sem orientação nenhuma. Não vem com um manual para entender o que ela quer.

É inegável que a presença de uma criança altera profundamente a rotina do casal, da família e principalmente da mãe. No pós-parto, é normal as mães se sentirem perdidas, angustiadas e até desenvolverem uma leve melancolia. As causas são físicas (hormonais), sociais e psicológicas. Porém, quando essa tristeza não passa em duas semanas, é um sinal de alerta para a depressão pós-parto.

Melancolia atinge 90% das mães

De acordo com a psiquiatra e psicoterapeuta Carla Ibargoyen, até 90% das mães passam por um período de melancolia, também chamada de baby blue, e um índice em torno de 10% desenvolvem a depressão pós-parto. A doença também pode afetar os pais que se sentem sobrecarregados ou abandonados. Mas, segundo a especialista, geralmente a mulher ainda é a mais exigida e cobrada. Quem sofre com a doença geralmente se culpa porque pensa “como posso amar tanto o meu filho e ter esses sentimentos ruins”.

– Com uma criança, a demanda é outra. O sono é interrompido, o corpo muda, a identidade da mãe se modifica. Espera-se um amadurecimento e um crescimento da personalidade.

A depressão pós-parto é mais comum em mães muito jovens ou muito velhas e em mulheres com histórico de depressão anterior.

Problema pode se agravar

Uma boa orientação no pré-natal é fundamental para prevenir os casos. As depressões mais graves podem evoluir para psicoses, episódios maníacos e transtornos bipolares. O tratamento envolve remédios antidepressivos e psicoterapia e, nos casos mais críticos, até internação hospitalar. Segundo a especialista, a mulher tem alta hospitalar precoce e, em geral, não recebe tratamento ou apoio da família. Por isso, para reverter quadros depressivos, o apoio do companheiro e da família é fundamental.

– Deixe a mãe falar o que sente, deixe-a chorar sem motivo, deixe-a dormir, ficar estressada e não ter vontade de receber visita.

O importante é ter em mente que não há mãe e pai perfeitos – eles sempre vão errar.
* (Ticiana Fontana)

Alguns sintomas

Elas - Tristeza e vazio profundos, choro sem motivo aparente, medo, baixa autoestima, incapacidade para cuidar do bebê, falta de apetite, dificuldade para dormir

Eles - Sentem-se rejeitados, mudam de interesse repentinamente, dedicam mais tempo ao trabalho, irritabilidade excessiva

Coluna em Nome do Fillho, publicada toda as segundas no jornal Diário de Santa Maria. Os textos são de Fabiana Sparremberger e Ticiana Fontana.

Filhos são tesouros, não lixo

28 de julho de 2011 18

Lembram da moça que tinha medo de ser mãe que a Livia nos contou?

Será que esta mãe que é notícia nacional nesta quinta-feira não deveria ter pensado antes de engravidar pela quarta vez?

Ou será que se trata de depressão pós-parto?

Não sei responder, mais só sei que é mais uma entre as tantas histórias horríveis envolvendo crianças.

Quem ainda não viu esta notícia, de uma olhada nesta matéria no G1.


http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/mae-que-disse-ter-encontrado-bebe-na-lixeira-respondera-em-liberdade.html

Em casa depois de seis meses no hospital

21 de julho de 2011 13

Divulgação


Com 23 semanas de vida as chances de sobrevivência eram de apenas 6%. Mas contra todas as previsões, Vitor Leonel completou seis meses em casa junto ao pai e a mãe.

Mas até chegar a esta fase foi uma longa batalha. No dia 15 de janeiro a dona de casa, Nelzi Bitencourt, deu entrada no Hospital e Maternidade Santa Luiza em Balneário Camboriú. Sentiu que o drama de abortos involuntários aos quais já havia passado estava se repetindo. Era a quarta tentativa do casal. Todas as anteriores tiveram o mesmo fim. A interrupção da gestação por problemas enfrentados pela mãe.

O bebê nasceu com 640 gramas e 30 centímetros. De acordo com os médicos que acompanhavam o caso, estavam diante de um quadro grave.

De acordo com a mãe, entra em cena o primeiro anjo: "a obstetra Eloisa Regina Goulart não desistiu dele em nenhum momento" lembra dona Nelzi.

Mas o quadro não se alterava e no terceiro dia de vida os médicos informaram que era hora da despedida. Dona Nelzi ingressou na UTI Neonatal. Devota de Nossa Senhora Aparecida se agarrou a fé. Junto ao filho fez um pedido. Que ele lutasse porque estaria sendo protegido pelo manto sagrado da Santa. Nas palavras dela os minutos seguintes foram de uma conversa que tem apenas a Santa de testemunha: "Meu filho não desiste, a mamãe precisa de você".

A partir daí ela tem certeza de que a melhora no quadro de saúde do bebê foi gradual e constante. No final do mês de fevereiro um sinal de que as coisas estavam realmente diferentes. Sem nunca ter visto o rosto do filho, que deveria permanecer com os olhos cobertos na incubadora, os médicos retiraram a proteção. Foi então que ela pôde olhar e verificar que Vitor Leonel era parecido com o pai.

Osni Bitencourt trabalhava durante o dia. Depois do expediente percorria os 40 quilômetros entre as cidades de Navegantes e Balneário Camboriú para visitar o filho. Neste dia a emoção foi ainda mais forte. O que era uma esperança passou a ser encarada como uma certeza: "Ele vai pra casa logo" lembra o casal.

Na primeira semana de julho a confirmação de que isso estava próximo de acontecer. Ele foi transferido para um quarto e a mãe pôde enfim viver a rotina de passar a madrugada cuidando o filho. "Foi um dia incrível. Uma experiência muito boa. Ele é muito tranquilo, um anjo. E passa muita força" conta a mãe.

Nesta segunda feira (18.07) Vitor Leonel completa uma semana em casa. Hoje o bebê tem 47 centímetros e pesa em torno de 4,5 kg's.

Uma certeza de que a medicina evoluiu. Mas que a esperança supera todos os obstáculos.


Divulgação

A primeira separação

30 de junho de 2011 35
A Cristiane Antonioli divide conosco um momento dolorido para quase todas as mães: o fim da licença-maternidade, a hora da primeira separação do filho...
Quem também já passou por isso e pode ajudar a Cris, por favor...
Acima, o "moço" lindo e faceiro da Cris...

Olá, Fabiana!!!
Sou mãe de um carinha mega desejado!!! Hoje é o último dia da minha licença maternidade, estou arrasada!!! Sabe aquela sensação de perda! Pois é, é o que sinto! Fico revoltada com os recadinho nos sites de bebês onde falam que o Ministério da Saúde recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade, mas a licença maternidade de 6 meses ser facultativo o ministério me diz o quê?!
Já estou fazendo a adaptação do meu baby, ou melhor a minha adaptação, e não está nada fácil para mim. Esse frio horrível também não está ajudando em nada. Pego no trabalho às 7h30min, e fico na maior dor em tirar meu anjinho da cama!!! Tenho uma sorte enorme que trabalho somente no turno da manhã, ou não, porque a sensação que tenho é aquela de estar fazendo a escolha errada.
Nesse momento, minha cabeça só pensa em todas mamães que estão na mesma situação... é muito triste!!!

Bem-vindo, Victor!!!

24 de maio de 2011 3

O papai mega coruga Márcio foi quem mandou a fotinho do gremista Victor Matias. Ele saiu ontem do "forninho".

" Com muita felicidade que compartilho com vocês o nascimento de mais um gremistinha dos pampas gaúchos.

Victor Matias Marins nasceu com um pouco mais de 3kg, por volta das 22:30 de ontem (23/05) no Hospital Pompéia, em Caxias do Sul.

Vejam algumas fotos do gurizão que tirei logo após o primeiro banho.

Espero que se emocionem tanto quanto eu.

Grande abraço a todos.

Márcio Marins"

Adeus cólicas...

05 de maio de 2011 0

Valeu os 16 comentários do post que pedia sugestões de "remédios caseiros" para cólica. Os choros da filha da minha amiga praticamente cessaram. A busca por uma solução envolveu três pediatras e muitas orientações de mães mais experientes.

A solução foi aumentar a comida e diante da rejeição ao leite especial, a pequena está recebendo leite de caxinha com água. O aumento de peso e tamanho foi normalizado.

Depois de eliminar uma série de possibilidades, a conclusão do pediatra foi que a menina, com pouco mais de um mês, não tinha a cólica relacionada a algum problema intestinal comum em recém-nascido.

A dor era de um misto de fatores.

Ela tinha fome, chorava, acabava engolindo ar e isso provocava muitas cólicas.

Remédio para cólica...

28 de abril de 2011 16

Uma amiga que é mami de primeira viagem não aguenta mais as colicas da sua pequena que tem um mês de vida.   O diagnóstico dos três pediatras procurados foi fome com dor.

A mãe fez uma alteração drástica na sua dieta, sem ingerir nada de leite e derivados, mas não atiantou.

Por orientação médica, além de dar o peito, iniciou o complemento de leite especial para recém-nascido. A barriguinha da pequena, que já era durinha, ficou ainda pior e trancou o intestino.  Foi preciso até supositório para liberá-la.

O complemento foi mudado para outro sem lactose, a menina teve diarréia.

Agora, seguindo o terceiro pediatra diferente, está dando leite de caxinha com água e segue a rotina de choros intermináveis...

Como não tive problemas com a minha pequena, além de escutá-la o único conselho que tenho dado é para ela ter paciência e tentar, apesar de tudo, manter a tranquilidade porque os pequenos sentem os ambientes nervosos.

Se alguma mamãe tiver aquelas receitinhas "caseiras" maravilhosas...

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