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Posts na categoria "Saúde"

Testando a audição do filho

03 de janeiro de 2013 0

Todos os posts de Ticiana Fontana

Quando a pequena nasceu, fizemos o teste da orelhinha. Porém, como ela tem tudo constante otites, me preocupo com uma possível perda de audição.

Recebi um mail da Telex Soluções Auditivas com dicas para testar a audição do filho.

Como as crianças devem reagir aos sons, em cada fase:

Até 3 meses

- Acorda ao ouvir um barulho forte

Dos 3 aos 6 meses

- Movimenta os olhos e se vira na direção de vozes

Entre 6 meses e 1 ano

- Balbucia sílabas simples, como “papá”, "mamã", tentando reproduzir o que escuta

 De 1 a 2 anos

- Fala palavras do cotidiano, interagindo com os adultos


Sintomas de perda auditiva nas crianças:

- Demora a falar

- Tem dificuldade para entender o que as pessoas falam

- Não consegue se comunicar direito ao telefone

- Aumenta frequentemente o volume do rádio e da TV

- Fala muito alto

- Faz trocas ou comete muitos erros ao escrever

- Demora a compreender as coisas que são ditas

- É hiperativa e/ou distraída

 

Dicas para desenvolver o potencial auditivo das crianças

- Sempre escute e fale com a criança desde cedo, não importa se ela não responde. Quando você fala com ela, está mostrando como usar os lábios e a língua

- Não deixe de cantar para o bebê quando ele estiver acordado. Cante com voz suave, em tom amoroso

- Leia em voz alta para o bebê. Nada estimula mais a criança do que escutar você falar. Os livros ilustrados com figuras e desenhos complementam esse estímulo e são ótimos para desenvolver as habilidades infantis


Pais devem evitar dar beijo na boca ou usar a colher do bebê

01 de janeiro de 2013 0

Notícia publicada no caderno Meu Filho de Zero Hora desta segunda-feira, 31 de dezembro:

Para beneficiar a saúde do bebê, a gestante deve fazer o pré-natal odontológico, quando receberá orientações sobre o controle da placa bacteriana (chamada de biofilme dentário), por meio da escovação correta, do fio dental e uso adequado do flúor. Caso seja necessário, ela também pode fazer um tratamento.

Durante o pré-natal, os pais recebem informações sobre os cuidados com a saúde bucal do bebê, principalmente sobre os hábitos. Uma medida importante é evitar a transmissão da cárie do adulto à criança, principalmente quando ela ainda não possui anticorpos contra essa doença, o que ocorre entre os seis meses a quatro anos.

– O contágio pode ocorrer quando os pais dão beijo tipo “selinho”, compartilham talheres ou até quando assopram a sopinha – explica a cirurgiã-dentista.

A higiene bucal do bebê é outra orientação fundamental, pois a criança que tem dente já tem placa bacteriana. À noite, os cuidados devem ser redobrados:

– As que dormem sem escovar os dentes após tomar leite com açúcar ou achocolatados são as que têm cáries mais cedo – diz ela.

Dicar para controlar a conjuntivite infantil

13 de dezembro de 2012 0

Conjuntivite (inflamação da membrana que reveste a parte branca dos olhos) é um problema comum, mas chato de tratar, principalmente quando afeta os pequenos.  

O principal meio de transmissão é a mão.

Os sintomas costumam permanecer por até duas semanas e, além de medicamentos prescritos por um especialista, podem ser necessárias compressas mornas para aliviar o desconforto.

Separei algumas dicas do médico oftalmologista e diretor do Eye Care Hospital de Olhos de São Paulo, Renato Neves para controlar a conjuntivite:

1) Todos da família devem aumentar a frequência com que lavam as mãos

2) Mesmo que os olhos estejam coçando, evite ao máximo ficar mexendo nos olhos para não piorar o quadro

3) Trocar lençol e fronha mais frequentemente é outra ação recomendada, já que a higiene é um importante aliado no combate à conjuntivite;

4) Mesmo depois de tratar a doença, uma mudança de hábito se faz necessária: não use nada dos outros. Nem cremes, nem maquiagens, óculos de sol...nada mesmo. Isso vale tanto para os adultos, como para as crianças – que aprendem com o exemplo dos pais

5) Mantenha o ambientes livres de pó e poeira

6) Aparelhos de ar-condicionado podem agravar o quadro de conjuntivite. Por outro lado, vale a pena umidificar o quarto durante a noite, principalmente nos dias mais quentes e secos.

Vamos ajudar a Bellinha, gente?

08 de dezembro de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerPrepare-se para mais uma história comovente aqui no blog. Quem nos conta é a mamãe Sonia Chaves de Almeida, mãe da Isabella, a Bellinha, que tem uma luta e tanto pela frente.


Eu, Sonia, e meu marido, Ítalo, temos dois filhos . Um menino (Heitor), hoje com 11 anos, lindo, mais alto que eu e muito saudável.

Heitor sempre quis ter um irmão ou uma irmã. Era seu maior desejo, vivia pedindo. Logo após seus 9 anos descobri que estava grávida. Ficamos muito felizes e principalmente o Heitor, que conversava todas as noites com o bebê mesmo sem saber o sexo.

No dia em que  completava 10 anos, contamos a ele e a todos os parentes que seria uma menina, e que como na família do meu marido, só haviam homens (netos e filhos), ISABELLA, iluminaria nossas vidas.

No dia 24/08/2011, chegou Isabella, foi um dos dias mais felizes de nossas vidas. Eu mesma não conseguia acreditar que ali estava minha filha linda, a princesinha da família.

Toda vez que lavava  suas roupinhas, ficava admirando no varal. Parecia um sonho que se tornara realidade. Ali estava a tão esperada menina da família.

Os dias começaram a passar, e Isabella não pegava peso, seus olhos não pareciam normais, chorava muito e não queria mamar.

Levamos ao pediatra, que trocou o leite, mas, mesmo assim, ela não estava desenvolvendo como as outras crianças. Fomos aconselhados a procurar um médico oncologista, que logo a internou para fazer uma série de exames. Mesmo com todo o esforço dos profissionais, foi muito difícil encontrar a doença.

Aos nove meses foi diagnosticada OSTEOPETROSE INFANTIL (Albers-Schlomberg), também conhecida  como ossos de mármore, doença genética rara que torna os ossos mais densos.

Não existe tratamento, a única saída é o transplante de medula óssea.

Na hora não entendemos bem, mas sabíamos que era muito difícil, pois ouvíamos falar sobre este tipo de tratamento nos meios de comunicação.

Víamos seguido o apelo de pais para poder salvar a vida de seus filhos. Choramos muito, nos tiraram o chão, ficamos desorientados sem saber o que fazer.

Logo tratamos de fazer o teste de compatibilidade, em toda a família.

Para maior tristeza, ninguém foi compatível, nem mesmos seu irmão Heitor, que tinha certeza que seria, ficou muito triste.

Os dias estão passando, Isabella fez um aninho, não senta sozinha, sua visão já está comprometida, não caminha, mas entende tudo o que falamos, adora música, dança e atira muitos e muitos beijinhos quando acorda. E é isso que nos dá força para enfrentar o dia, ela luta muito para viver.

Esperamos todos os dias que o telefone toque e digam que encontraram um doador para nossa Isabella.

Com o passar dos dias, a demora, resolvemos fazer uma campanha para ajudar tanto nossa filha como outras pessoas que também estão nesta luta.

Nós, como pais, pedimos do fundo do coração que pessoas de 18 a 54 anos, procurem o hemocentro mais próximo de sua casa e faça um cadastro para ser doador de medula.

O procedimento e simples,não dói nada e trará a felicidade de salvar uma vida.

Quem é pai e mãe   sabe bem o que estamos sofrendo, mas com a ajuda de todos sabemos q vamos conseguir vencer.

Hoje, a pequena Bellinha tem 1 ano e dois meses, porém sua estatura é de uma criança de sete meses.

Temos certeza q nossa filha veio com esta doença para ajudar a salvar muitas vidas, através de campanhas e mais campanhas.

Que mesmo conseguindo, nunca pretendemos parar.

Agradecemos do fundo do coração a todas as pessoas que estão nos ajudando.

Juntos, conseguiremos, e logo Bellinha vai correr  e fazer muita arte.

Quando entender melhor, contaremos a ela sua história, para q seja mais uma aliada nesta luta que não terminará nunca.

"UM DIA DE SUA VIDA,  POR UMA VIDA INTEIRA"

Veja como ser um doador de medula

- Quem quiser ser incluído no cadastro nacional do Instituto Nacional do Câncer (Inca) deve procurar o Hemocentro de Santa Maria (Alameda do Chile, abaixo do Fórum, de segunda a sexta, das 8h às 17h, sem fechar ao meio-dia). Se você não é da região, procure informações sobre o hemocentro mais próximo

- Qualquer pessoa que tenha entre 18 e 55 anos pode ser doador

- No Hemocentro, a pessoa faz um cadastro (mediante documento de identidade e CPF) e faz a coleta de 5ml de sangue

- A amostra de sangue será enviada ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que processa o sangue e determina as características da medula da pessoa. Esses dados são enviados ao cadastro do Inca. A pessoa passa a fazer parte do cadastro nacional de doador

- Quando (e se) surgir uma pessoa precisando de medula e se for compatível com o doador, ele será chamado para o Hemocentro para fazer um série de exames e repetir a coleta de sangue. Se confirmar a compatibilidade, a pessoa irá decidir se quer mesmo doar a medula.

- A doação não tem custo nenhum. Todo o procedimento é pago pelo governo federal. Ela consiste em uma retirada de ceca de 10% da medula do doador (uma espécie de transfusão de sangue)

- Mais informações pelo (55) 3221-5262

Problemas respiratórios em crianças

04 de dezembro de 2012 3


Todos os posts de Camila Saccomori

Coluna publicada em ZH de 3 de dezembro.

Respira fundo

Por Camila Saccomori, editora do caderno TV Show e mãe da Pietra, um ano e oito meses

De uma hora para a outra, parece que todas as minhas amigas mães de crianças pequenas estão passando pela mesma situação. As palavras “bombinha” e “espaçador” entraram para o vocabulário diário. Problemas respiratórios em crianças são debatidos nas rodas de amizades com a mesma naturalidade e frequência com que trocamos dicas de fraldas.

Inicialmente, guardei essa impressão para mim. Podia ser apenas coincidência que, nos últimos tempos, todos os amiguinhos da Pietra tivessem asma, como ela tem, e/ou episódios de sibilos (chiados), tosse e falta de ar. Comentei essa minha suspeita com a pneumologista pediátrica Helena Mocelin. E não era exagero meu:

– Estudos em todo o mundo mostram que a asma está aumentando, inclusive nos países mais desenvolvidos. Estima-se que 300 milhões de pessoas sejam afetadas pela doença – informa Helena, que ressalta que a frequência é diferente conforme as regiões. – No Rio Grande do Sul, 50% das crianças têm, no mínimo, um ou dois episódios de sibilância no primeiro ano de vida.

A especialista explica que características associadas às condições ambientais podem estar envolvidas nas causas. Os fatores que influenciam o risco de uma pessoa ter asma são divididos entre os que favorecem o aparecimento da doença e aqueles que provocam o aumento dos sintomas. Acho conveniente detalhar quais são tais fatores, explicados pela pneumologista:

- As características hereditárias de uma criança, interagindo com condições do ambiente onde ela vive, tornam a criança mais ou menos suscetível a desenvolver a doença.

- O aumento da exposição da criança a alérgenos (substâncias que podem provocar sintomas alérgicos), tanto dentro como fora de casa. Por exemplo: poeira, ácaros, pelo de cachorro e gato, baratas, poluição ambiental (fumaça de veículos) e fumaça de cigarro.

Quanto à idade dos que sofrem deste mal, vale destacar que sim, os bebês têm mais chances de terem crises de sibilância, pois a via respiratória é menor quanto mais nova é a criança.

– As crianças menores têm também mais infecções virais, que provocam crises, principalmente nos dois primeiros anos de vida – resume Helena.

Nesta fase inicial, portanto, é imprescindível acompanhamento médico frequente. O objetivo do tratamento é o controle da doença e o alívio dos sintomas, já que não existe cura.

No caso da Pietra, já usamos medicamentos em situações de muita tosse, especialmente no inverno. Atualmente, uma bombinha com espaçador responde pela prevenção diária. O que no início era uma baita briga – com choros e gritos para não colocar a máscara de plástico no rosto –, agora virou hábito, feito com tranquilidade.

Olhando por um viés Pollyanna, aquela que tenta ver o lado bom das coisas, a fase de adaptação à asma serviu para a Pi aprender a contar de um a 10 com 18 meses! Após ouvir pelo menos duas vezes por dia a contagem de inalação por 10 segundos, a baixinha aprendeu os números direitinho. Para dar uma animada na rotina, acho que vou começar a contar em inglês...

Prima Isabella

13 de novembro de 2012 2

Todos os posts de Ticiana FontanaA tão esperada priminha da Antonela veio ao mundo em uma data simbólica.

A Isabella chegou no mesmo dia do aniversário da mãe: 28 de outubro.

Está certo, um pouco antes da hora, mas um presente inesquecível. Só não ouso dizer que foi o melhor da vida de seus pais, por que no dia 4 deste mesmo mês, há 4 anos, nascia o mano Luca.

Enfim, a família estava formada e feliz. Era só tocar a vida para frente, né?

Pois, as coisas acontecem sem explicação, nem lógica.

A pequena, com 12 dias de vida, pegou uma bactéria e foi parar na CTI de um hospital.

A pior parte já passou, ela segue internada em meio a outras crianças com históricos de suas curtas vidas sem lógica, ou explicação qualquer.

Nesse ambiente, como relatou a mãe da Isabella e dinda da Antonela, pais e mães acompanham a batalha de seus filhos e choram silenciosamente e, muitas vezes, solitariamente. Porém, todos estão unidos pela mesma dor e pela esperança de dias melhores. Olham a volta e resignam-se ao verificar que o sofrimento do vizinho pode ser maior do que o seu.  

Em função do trabalho e da correria do dia a dia, a Antonela iria conhecer a prima neste fim de semana. Falava que a pegaria no colo, etc e tal. No sábado passado, durante a viagem rumo à Capital, ela comentava que veria toda a família: o dindo, a dinda, o primo Luca e a Isabella - demorou, mas aprendeu direitinho o nome da priminha.

Pensei em disfarçar, mas chegando em Porto Alegre, a tia contou que a prima estava dodói e era preciso rezar para o anjo da guarda...

Chegamos justamente no pior momento de seus poucos dias de vida. Não vimos a pequena, mas em pensamento acariciávamos seu rostinho e corpo frágeis. 

A Antonela segurou a lembrancinha do nascimento da prima. Coincidência ou não, era um tercinho. Fiquei pensando que era um símbolo de fé e esperança. 

No outro dia, pela manhã, notícias mais animadoras. E a Antonela completou:

- Mamãe, a prima Isabella estava dodoí, com dor de barriga, vomitou, mas agora está bem.

- É meu amor, é verdade...

Ela virou e continuou correndo com o primo Luca, era sinal de que as coisas melhorariam...

Papai Israel pede ajuda para a pequena Nicolle

01 de novembro de 2012 8

Bom dia, gente.

Me chamo Israel tenho 24 anos, sou pai da Nicolle.

Ela está com oito meses, sou um pai muito presente e me preocupo muito com o bem-estar dela e da minha esposa Viviane, mas estamos precisando de algumas dicas pois, como somos pais de primeira viagem, nossa princesinha é linda, mas desde que nasceu ela tem cólicas fortíssimas.

No começo,  as pessoas falavam: ah, isso é cólica dos 3 meses, e se passaram os 3 meses. As pessoas falavam, ah, isso é cólica dos 6 meses. E novamente se passaram os 6 meses, e as cólicas continuaram...

Agora, ela está com 8 meses e continua com muitas cólicas.

Não sabemos mais o que fazer, o médico dela já fez exame para saber se é refluxo, mas até o momento não encontramos a causa disso tudo.

E a cada dia que passa a minha esposa e Rainha está ficando mais e mais cansada.

Peço, por favor, que se alguém souber de alguma coisa que possa nos ajudar por favor comente no blog.

Abaixo, a lindinha Nicolle.

nicolle

Mãe aos 61 anos de idade

25 de outubro de 2012 7

Todos os posts de Ticiana Fontana

Impossível não ficar impressionada com uma notícia sobre uma mulher de 61 anos, que deu a luz à um casal de gêmeos, nesta terça-feira(23), em Santos, São Paulo.

Em entrevista ao site G1, o ginecologista dela revelou que a paciente tentava ter filhos há mais de 20 anos, teria ficado grávida após tentativas de fertilização e uma de adoção.

Após 31 semanas de gestão, em função de a mãe ser hipertensa, foi feita uma cesárea e nasceram os gêmeos: Sofia e Roberto, ambos pesando cerca de 900 gramas. Conforme o site, bebês e mãe passam bem, sem previsão de alta do hospital.

Na reportagem chama a atenção a opinião de um especialista da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) que afirma que a medicina não estipula um limite de idade de grávidez, mas considera que o assunto deveria ser discutido nacionalmente. Gestantes com idade avançada correriam mais riscos de ter problemas,  como crises de hipertensão, parto prematuro e podem gerar um bebê subnutrido.

Preocupação com adenoide

25 de outubro de 2012 4

Todos os posts de Ticiana FontanaA Jucelia tem um filho e muistas dúvidas, como todas nós... Ela pediu para dividir com as leitoras do blog:

"Meu Nome é Jucelia, moro aqui em Floripa, mais estou sempre acessando o blog. Meu filho, Vinicius 2,5 anos, desde os 6 meses de idade começou com infeções no ouvido. A pediatra dele o encaminhou para um otorrino.  Descobriram que ele estava com problemas na adenoide, veio tratando este tempo todo com muito  antibiótico. Resumindo, o médico marcou cirurgia agora para dezembro confio plenamente no médico (...) Um dos melhores (...) Vai fazer uma bateria de exames agora, mais estou muito angustiada, meu coração está doendo demais, sei que é o melhor para ele... Queria saber se alguma mãe já passou por isso? e como foi?  As vezes penso, será que não estou exagerando. Bom, só quem é mãe"

Fast-food resulta em QI mais baixo

16 de outubro de 2012 2

Todos sabem que deixar o filho consumir doces, fast food e muita batata frita resulta em aumento de peso.

Porém, uma publicação da revista Crescer faz um alerta: as crianças que tem esse tipo de alimentação desenvolvem QI (quoeficiente de inteligência) menor do que as que se alimentam regularmente com alimentos frescos (saladas, frutas e etc).

O estudo foi realizado pela Universidade de Londres com 4 mil crianças escocesas com idades entre 3 e 5 anos.

O resultado mostrou que os pequenos que comiam sanduíches, pizzas e doces com frequência tinham QI dois pontos abaixo daquelas com alimentação saudável.Todos os posts de Ticiana Fontana

Vacinação de prematuros...

23 de agosto de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerRecebi este material e um pedido de divulgação de uma campanha da Sociedade Brasileira de Imunizações que tem como alvo os bebês que nasceram prematuros. Já falamos sobre o vírus sincicial respiratório (VSR) aqui no blog, mas, como se trata de saúde dos pequeninos, é sempre bom divulgar...

Lembrando que, antes de qualquer decisão sobre vacinação, sempre é recomendável consultar o pediatra do seu filho e questioná-lo sobre a necessidade. Se você estiver bem informada acerca das questões de imunização, pode argumentar e decidir com mais segurança.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) promove a campanha nacional de conscientização PREMATURO IMUNIZADO É PREMATURO PROTEGIDO, cujo objetivo é alertar médicos, pais e cuidadores de bebês para que um maior número de prematuros seja imunizado durante o período de sazonalidade (abril a setembro) dos vírus respiratórios, em especial, o VSR - Vírus Sincicial Respiratório.

Pouco conhecido por grande parte da população, "o VSR é o maior causador de infecções respiratórias nesse período o principal responsável pela hospitalização de bebês prematuros no primeiro ano de vida", alerta o neonatologista Renato Kfouri, presidente da SBIm e um dos mentores da campanha, que tem o apoio dos Laboratórios Abbott.

De acordo com o médico, "a apresentação clínica da doença é extremamente variada, predominando o quadro de vias aéreas inferiores com bronquiolite, pneumonias e chiados nos lactentes mais jovens e infecções de vias aéreas superiores, semelhantes a um resfriado comum, em crianças maiores, adolescentes e adultos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o VSR é responsável por cerca de 64 milhões de infecções anualmente no mundo e cerca de 160 mil mortes anuais. As taxas de hospitalização de crianças no primeiro ano de vida, com bronquiolite, são altas, tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento.

Estudos realizados no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo apontam o VSR em cerca de 60% a 70% das hospitalizações de menores de 1 ano por problemas respiratórios.
Na década de 90, a sobrevida do bebê prematuro era de 60%. Hoje, o cenário foi modificado e a expectativa de vida cresceu para 95%. O saldo positivo é resultado da evolução dos métodos de tratamento, tecnologia e mobilização preventiva que contribuíram para a sobrevivência do prematuro.

No Brasil, sete em cada 100 bebês gerados nascem antes de completar o período ideal de 37 a 40 semanas dentro do ventre materno. Como só nos últimos meses gestacionais o bebê completa o desenvolvimento do sistema imune e respiratório, as infecções podem acometer de maneira mais grave estes bebês. Aproximadamente 15% dos prematuros (menos de 35 semanas) são hospitalizados em decorrência de infecções causadas pelo VSR.

No período de maior circulação do VSR, para a efetiva imunização, é necessário aplicar cinco doses ao longo de cinco meses. A campanha orienta ainda sobre a forma e periodicidade de imunização contra doenças como tuberculose, hepatite B, pneumonia, gripe, poliomielite, diarréia pelo rotavírus e as enfermidades cobertas pela vacina tríplice (tétano, difteria e coqueluche).

Estudo avalia conscientização das mulheres sobre prematuridade e vírus respiratórios
Um estudo para avaliar a compreensão e conscientização sobre a prematuridade em geral, realizado pela Abbott, entre agosto e outubro de 2011, ouviu 1.300 mulheres (mães de recém-nascidos prematuros e nascidos a termo, bem como futuras mães), em 13 países, incluindo o Brasil. Intitulado Conscientização sobre Prematuridade, o estudo apontou que ¾ ou mais das mulheres entrevistadas acreditam que bebês prematuros são realmente mais suscetíveis a infecções respiratórias quando comparados a bebês com gestação normal.

A pesquisa também mostrou que 42% das mães com os bebês prematuros estão preocupados com as complicações a longo prazo sobre a saúde, e 36% acreditam que vão ficar para trás no desenvolvimento físico.A preocupação se estende além das preocupações de saúde: 1 em cada 4 mães (24%) acredita que a prematuridade significa que o filho vai deixar de atingir o mesmo nível que outras crianças na escola.

Outro dado revelado na pesquisa é que 32% das mulheres desconhecem a temporada de alto risco para a infecção respiratória em seu país, e 40% das mães com bebês prematuros não tinham conhecimento de medidas preventivas que podem ser tomadas para proteger a criança contra infecções respiratórias.

Campanha promove ações sociais pelo país
Para reforçar essa ação de conscientização entre os pais, médicos, cuidadores e todos os envolvidos direta ou indiretamente com os prematuros, nesta edição da campanha a SBIm levará a algumas cidades do País um Pulmão Gigante, de 25 metros quadrados.

Os visitantes poderão visitar o interior do pulmão, que estará dividido em quatro estações: pulmão de saúde gestacional normal de 36 semanas; pulmão prematuro com menos de 33 semanas; ataque de vírus; e imunização/prevenção. O objetivo dessa ação é mostrar a vulnerabilidade do pulmão de um prematuro às doenças respiratórias.

Como parte da ação e também um serviço de utilidade pública, as mães receberão o calendário de imunização e a tabela de peso ideal para crianças com até 1 ano de idade. Ressalta-se que haverá duas enfermeiras fazendo a pesagem e medição dessas crianças no interior do pulmão, para que as mães façam o acompanhamento da curva de crescimento de seus filhos.

Maternidades Populares: A campanha irá percorrer importantes maternidades em todo Brasil realizando um trabalho de conscientização aos pais e a toda classe médica, através de material informativo e exposição de informações com médicos que esclarecerão dúvidas sobre a imunização adequada ao prematuro e o VSR.

Prematuros x doenças respiratórias
A prematuridade é uma condição que favorece o aparecimento de várias doenças, algumas delas de maior gravidade. Por apresentarem um sistema imune mais imaturo, e muitas vezes outras condições de agravo, essas crianças devem ter um calendário vacinal diferenciado, que atenda às suas necessidades de prevenção.

As doenças respiratórias são as principais causas de hospitalização e morte em recém-nascidos prematuros, com ou sem doença pulmonar crônica. O risco de complicações e a taxa de hospitalização em conseqüência da infecção pelo VSR também é 10 vezes maior entre os prematuros do que naqueles nascidos de gestações completas.

Para o Dr. Renato Kfouri, "é imprescindível a prevenção de doenças infecciosas na infância como parte de um esforço global de redução da mortalidade infantil no planeta (meta do milênio da OMS). Ao lado do aleitamento materno e da não exposição ao tabaco, a imunização é parte fundamental no controle e redução de doenças respiratórias, como coqueluche, influenza, pneumonias e bronquiolites causadas pelo VSR. Imunizar é proteger", alerta o especialista.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o crescimento do número de partos prematuros nos países desenvolvidos está ligado às mudanças da era moderna e ao movimento feminista. Hoje, as futuras mães trabalham fora e a maioria delas optam primeiro pela realização profissional, para somente depois da estabilidade financeira, engravidar e aumentar a família. O que acontece por volta dos 34 anos de idade, fazendo com que o número de reprodução assistida, de cesarianas e de partos prematuros cresça consideravelmente.

Visando prevenir as doenças respiratórias e, principalmente, a contaminação com o VSR, a SBIm reforça a importância da adequada imunização, com datas e doses específicas, de acordo com seu calendário de vacinação específico para o prematuro. O calendário completo de imunização do prematuro está disponível no site: www.prematuroimunizado.com.br

Sobre a SBIM
A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) nasceu como entidade apta a promover o agregamento das comunidades envolvidas com temas ligados a imunização e prevenção de infecções, promovendo a mobilização em prol da saúde, o respeito à ética, produção de normas, elaboração de regulamentos e trabalhos destinados a ampliar ações úteis à saúde pública.

A SBIM se empenha em levar o conceito de vacinas para o profissional de saúde e toda a comunidade.

Cuidado com o ronco infantil

16 de agosto de 2012 0

Todos os posts de Ticiana FontanaO ronco que tanto incomoda nos adultos soa engraçado quando é emitido pelos pequenos.

Porém, pode ser indicativo de um problema maior, principalmente nos primeiros anos de vida.

O ruído provocado pela obstrução da via respiratória pode ocorrer por causa do aumento do tecido adenoideano, de infecções respiratórias, ou da existência de alergias não tratadas.

O tratamento dos problemas respiratórios faz com que a criança deixe de roncar.

Mais importante, porém, do que interromper o incômodo do ronco é impedir que o problema gere comprometimentos anatômicos mais graves no futuro. O sistema respiratório da criança está em desenvolvimento nesse período da vida e o ronco prolongado, assim como suas causas, podem ocasionar sequelas permanentes.

Você tem o hábito de conferir?

01 de agosto de 2012 3

Todos os posts de Ticiana Fontana

A história pode parecer inverossímil, mas o caso foi registrado na Polícia Civil de Santa Maria por um pai e serve de alerta aos mais distraídos.

O pai registrou que comprou uma medicação prescrita por um médico para a filha, de 1 ano. Após ingerir o remédio, a menina passou muito mal, perdeu os sentidos e foi levada imediatamente para um pronto-atendimento.

Observando a receita médica e os medicamentos que foram entregues em uma farmácia, o pai percebeu que o atendente havia trocado o remédio.

Ao invés de fornecer a medicação em gota, tinha dado a mesma medicação em xarope, com uma concentração muito superior do mesmo princípio ativo.

O caso será investigado pela polícia civil, mas o fato serve de alerta aos pais.

Pode parecer primário, mas é preciso ter atenção redobrada na hora de comprar e aplicar a medicação no seu filho.

Não esqueça de conferir:

1) Verificar se a medicação corresponde a indicada na prescrição médica. Se não entender a letra do médico, não é vergonha perguntar e até anotar de forma legível

2) Aplicar a dosagem adequada ao peso da criança

3) Ler a bula e conferir possíveis efeitos colaterais

4) Aplicar no horário indicado, mas, se esquecer, oferecer em até 30 minutos de diferença

5) Na dúvida, ligue para o pediatra

Os inúmeros benefícios da gravidez planejada

30 de julho de 2012 3

Todos os posts de Ticiana Fontana

Tudo que é planejado tem mais chance de dar certo, ou pelo menos, de minimizar as complicações que surgem ao longo do caminho. Com a gravidez não é diferente. Uma gestação planejada evita problemas futuros. Portanto, não tem desculpa para a candidata a mamãe não se programar para concretizar o grande sonho da maternidade.

– Uma gestação planejada é o tipo de gravidez que todo o ginecologista gostaria de trabalhar – afirma o obstetra Vitoredes Perin, especialista em gestação de alto risco.

Segundo Perin, o ideal seria procurar um ginecologista dois meses antes da concepção. Com exames pré-concepcionais, seja na rede particular ou pública de saúde, são avaliadas as condições clínicas e emocionais da candidata a mamãe. Ou seja, entender como o organismo funciona e qual o melhor momento para engravidar. O médico normalmente identifica problemas em testes básicos, desde a coleta de sangue a exames de imagem.

Um exame de sangue pode revelar doenças escondidas como diabetes e tireóides, problemas nos rins e no fígado. Uma ecografia pode mostrar algum tipo de má formação no útero.

– Não precisa ter medo, por que 98% dos problemas clínicos identificados podem ser controlados – explica Perin.

O médico afirma que é possível corrigir os problemas com tratamento medicamentoso ou com mudança de hábitos. Por exemplo, uma gestante com sobrepeso pode diminuir alguns quilos antes de engravidar para evitar o desenvolvimento de uma futura hipertensão induzida pela gestação, também a diabetes gestacional e o parto prematuro.

Para as gestações de alto risco, o indicado em uma cidade como Santa Maria, com um clima muito quente no verão e frio no inverno, seria evitar que o período final da gestação ocorra durante a estação mais quente do ano. Comprovadamente, o índice de intercorrências na gravidez é menor no outono, inverno e primavera.

A importância do ácido fólico

Em torno de 60 dias antes da concepção, a candidata a mamãe pode tomar o famoso ácido fólico. O medicamento ingerido antecipadamente faz uma espécie de limpeza no corpo da mulher e diminui em 70% os casos de má formação do feto, principalmente da temida anencefalia (feto sem cérebro) e de defeitos na coluna do bebê.

Na rede pública, o encaminhamento pode ser um pouco mais demorado, mas é só chegar no posto de saúde e informar o desejo que o encaminhamento será feito.

Feita a lição de casa, o importante é relaxar, ou seja, evitar fatores comportamentais, como ansiedade e estresses que podem diminuir a fertilidade.

(Ticiana Fontana)


Coluna Em Nome do Filho, publicada todas as segundas no jornal Diário de Santa Maria

No veranico de julho...

02 de julho de 2012 2

Todos os posts de Fabiana SparrembergerOs mais antigos estão dizendo que o clima está parecendo o verificado em agosto, quando a primavera já vem chegando e dando os ares da graça...

O calorzinho de 30ºC promete ficar até quinta-feira e já propaga narizes escorrendo ou muito congestinados. A tosse também já apareceu em muitos lares habitados pelos pequenos.

Lá em casa, é a segunda noite que o guri sofre pra respirar. E os espirros chegaram. E eu já estou esperando pela tosse da noite, que é o sintoma que vem logo em seguida... E lá vem três ou quatro noites dormindo pouco ou sem dormir pela frente...

Bem pior que o frio de rachar é essa variação louca de temperatura... Quem resiste?

E os pais, já bem acostumados com esse ciclo de problemas respiratórios, já vão pensando em qual medicação começar a ministrar... Algumas vezes, a receita médica funciona... Outras, parece que nem cócegas faz... O que tem de ter de sobra, sempre na farmacinha das crianças, é uma boa dose de paciência para esperar passar... Sim, porque muitas vezes, eu desconfio que os remédios façam algum efeito significativo...

Sigo esperando o que todo mundo promete: quando ele ficar grandinho, fica bem menos frequente... Como eu estou há uma semana convivendo com uma tosse irritante (muitas vezes, ela fica 1 mês), que desconfio ter sido decorrência de uma sinusite, eu não tenho muitas esperanças, não. Ou vai ver que grandinho tem mais de 50...




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