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Posts na categoria "segurança"

Quando mudar do berço para a cama

20 de setembro de 2012 3

Todos os posts de Camila Saccomori

Leio em diversos sites de maternidade sobre quando é a hora de mudar a criança do berço para a cama.

Acho que é um assunto que me intriga tanto quanto o desfralde, duas fases pelas quais vou passar em breve.

Sei que não há grandes mistérios, mas tenho duas amigas com filhos da mesma idade da Pietra que dormem em caminhas (colchão no chão ou caminhas baixinhas mesmo).

Fico imaginando tirar a pitoca do berço e deixá-la no colchão também, no quartinho dela, para evitar que ela "escale" o berço e caia. Mas eu conheço meu eleitorado: ela futrica por tuuudo na casa! Mesmo com portõezinhos por tudo e portas de cozinha e banheiro fechadas durante a noite, fico imaginando quão intensa será a baderna e a folia que ela vai fazer quando acordar antes de papai e mamãe!

Colaborem com esta mãe-blogueira e compartilhem suas experiências no espaço de comentários! :-)

O perigo mora junto

24 de abril de 2012 4

Todos os posts de Ticiana Fontana

Quando a Antonela (hoje, com 2,2 meses) era bebê de colo, recordo de algumas situações perigosas. Lembro de uma vez que caiu do sofá ao meu lado, um segundo a mais eu poderia ter evitado. Ela tinha refluxo e não percebi que havia se afogado e estava ficando sem ar. Felizmente, o pai entrou no ambiente e viu, conforme orientação anterior médica, fez o procedimento adequado para facilitar a respiração da pequena.

O dia a dia pode trazer perigos inimagináveis para os pais, principalmente quem está experimentando a paternidade ou maternidade pela primeira vez. Por mais cuidadoso e até neurótico que o genitor seja, em  muitos casos, não evitará o acidente. E na grande maioria dos casos, o perigo está dentro de casa.

Uma inofensiva cortina pode ter um puxador que provoca um enforcamento involuntário.

A singela escada pode ser um trampolim para um tombo de proporções catastróficas.

O remédio básico para uma dor de cabeça ou dor de barriga, que fica na gaveta ao lado da cama, pode ser consumido de forma errada pelos pequenos e causar danos inimagináveis

A salvadora máquina de lavar roupas pode ser mortal e o fogão então, nem se fala, é um potencial proliferador de queimaduras e acidentes de maiores proporções.

Pode parecer exagero, talvez seja, mas a quantidade de acidentes envolvendo crianças e a grande maioria acontece com um adulto por perto, que não percebeu o perigo ou, de forma involuntária, é o causador do fato. Segundo a Ong Criança Segura, em torno de 6 mil crianças morrem anualmente em acidentes domésticos.

O assunto virou tema de série do fantástico e vem sendo pauta constante de publicações especializadas, como a revista crescer que tem dicas bem pertinentes no link http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI89921-16891,00.html

De qualquer maneira, existe uma regra básica em caso de acidentes, acione quem foi preparado para isso, liga para o Samu (192) ou bombeiros (193).

Série de reportagens mostra medos da infância

04 de março de 2012 0

Todos nós já tivemos algum medo na infância, seja de monstros, seja de escuro, seja de ficar longe dos pais.

Saímos pela Redação de Zero Hora perguntando aos jornalistas do que eles tinham medo. Esse vídeo  (abaixo) mostra, com bom humor, como ter medo é parte do nosso desenvolvimento. 

Por mais que a gente dê risada hoje em dia, sabemos como pode ser angustiante para pais e crianças esse período. Por isso, o Meu Filho decidiu ajudar. Amanhã, estreia uma série de oito reportagens sobre como lidar com esses medos, para que eles virem uma história engraçada no futuro.

A série Meu medo é... foi escrita pelo repórter Itamar Melo, um dos vencedores do último Prêmio Esso, o mais prestigiado do país, e tem belas ilustrações do artista Eduardo Uchôa.

As reportagens, destinadas a pais de crianças de zero a 13 anos, vão ocupar duas páginas por semana e abordarão sete medos: monstros, ficar longe dos pais, escuro, repetir de ano, violência, rejeição social e morte, além de uma reportagem especial que encerrará a série.

A primeira será "Medo de monstro".

E atenção: amanhã, às 15h30min, em www.zerohora.com, haverá um chat com um dos especialistas sobre como lidar com medo de monstro. Participe!


O dia em que quase ganhei uma segunda filha

07 de fevereiro de 2012 20

Todos os posts de Camila Saccomori

Neste verão, em um dia de sol e muito agito no Litoral, fui acompanhar minha mãe a uma loja de departamentos. Levei a Pietra e, enquanto minha mãe resolvia um perrengue no fundão da loja, eu fiquei com a minha filha brincando com ela nos sofás e me refrescando nos ventiladores da loja.

Certo momento chegou uma outra moça com uma nenê e começou a puxar papo. A menina tinha a mesma idade da Pietra, 9 meses. A nenê era sobrinha da mulher, que devia ter a minha idade também. A bebê estava com feridinhas nas pernas (assaduras, contou a tia) e muitas picadas de mosquito no rostinho.

Trocamos informações sobre nomes das pitocas, o que uma faz e não faz (engatinha? o que gosta de comer? onde mora? etc) até que a tia fala o seguinte:

- Ai, tá muito calor, né? Sabe onde tem água aqui na loja? Vou sair pra procurar um copo de água pra mim.

E saiu lá rapidamente DEIXANDO A NENÊ DELA COMIGO!

Paralisei. Eu, uma completa estranha, estava cuidando da sobrinha dela em meio a uma loja cheia!

Meu pensamento imediato foi: "pronto, ela abandonou a nenê comigo".
Vai ver achou que eu tenho condições de cuidar de mais uma bebê, algo assim.
Havia deixado junto até uma sacolinha de plástico onde se via uma mamadeira e uma fraldinha.

Minha mãe ainda estava lá no fundão da loja resolvendo o perrengue da compra dela.
E eu lá no sofá com duas bebês de 9 meses: a minha Pietra e a "menina abandonada", que chupava tranquilamente o bico. Nem sinal da tia.

Minha mente voou longe diante de tal situação.
"Vou ligar pro meu marido, vamos adotar, vamos criar como filha, vou manter o nome da nenê porque ela já está acostumada, vou levar no meu pediatra para resolver essas manchinhas e assaduras da criança, Pietra e ela vão ser criadas como irmãs da mesma idade, conseguimos pagar outra mensalidade da creche, etc."

Isso durou uns 5 a 10 minutos, quando de repente a tia voltou do além e sentou no sofá como se nada tivesse acontecido. Disse um "obrigada" e seguiu tagarelando comigo.

Em seguida minha mãe me resgatou e saímos da loja. Eu ainda estava de queixo caído com o ocorrido.

"MÃE, TU NÃO IMAGINA O QUE ACONTECEU. Tu quase virou avó de novo."

(...)

Ao longo daquele dia, já recuperada do susto, fiquei aflita pensando na imprudência dessa pessoa que deixou a nenê comigo. E se eu saísse de lá com a sobrinha dela? E a mãe dessa criança, será que sonha que a irmã é desligada assim? Se isso aconteceu comigo, pode um dia acontecer da tia deixar a criança com uma pessoa de más intenções que a leve embora e nunca mais apareça. Fico arrepiada só de imaginar isso!

Berços com grades x Berços com telas

10 de janeiro de 2012 3

Por Camila Saccomori

Essa discusão pode servir para as futuras mamães que estão começando a fazer o enxoval do bebê. De tudo o que  eu comprei para o quarto da minha filha Pietra, fiquei com muitas dúvidas sobre um dos principais itens de mobiliário.

O BERÇO.

O que eu escolhi é lindo! Lindo e delicado. Combina com o quarto. É de laca branca e tem as bordas arredondadas para evitar acidentes. A lateral dele sobe e desce para evitar (mais) danos às costas das mães. Tem travas laterais. Tem rodinhas com travas. O estrado desce, o colchão está bem baixo agora. A marca é bem conhecida no mercado.

Ele é de GRADES, como 90% dos berços aqui do Brasil. É claro que há crianças que se adaptam superbem, mas o meu caso é o seguinte: a Pietra rola muito enquanto dorme. E não foram poucas as vezes em que um pé ou uma mão ficam entre as gradezinhas no meio da noite e ela acorda por conta disso. (E isso que o espaçamento das grades laterais cumpre a determinação do Inmetro.)

O belo conjunto de protetores almofadados, que antes evitava esse tipo de acontecimento, foi retirado para evitar que ela pise neles e use como "degrau" para pular o berço, sabem? Aos 9 meses, a Pi já fica em pé e qualquer item maiorzinho deve ser retirado do berço. Até o travesseiro pode ser usado como degrau, aconselham os especialistas.

A vantagem do berço de grades é que ajuda o bebê justamente a "treinar" ficar de pé. Serve como APOIO - e quando a mãe está de olho, OK. O problema são as madrugadas, como já falei.

Então vem a outra opção sobre quem está na dúvida sobre qual modelo comprar. Os de TELA me parecem muito mais interessantes. Não optei por este modelo quando comprei o berço porque fiquei pensando na questão da higiene (devem acumular muito pó). E também li relatos de que cediam conforme o bebê ia empurrando com pés e mãos (na tentativa justamente de se apoiar para ficar em pé). São também, na maior parte das vezes, mais caros. Porém acho que acabariam com o problema de pezinhos para fora do berço no meio da noite.

Tenho lá em casa (na sala) um chiqueirinho móvel que é com telas nas laterais. Acho bem molenga a tela e realmente dificulta que ela fique em pé se apoiando quando quer "espiar o movimento".

Há ainda os berços com laterais de ACRÍLICO, mas são bem mais raros no mercado brasileiro.

A propósito desse assunto: clique aqui e confira reportagem do Fantástico sobre como evitar que seu bebê sofra acidentes dentro do berço. Almofadas, bichinhos de pano e outros itens aparentemente inofensivos são perigosos especialmente para criaças de até 6 meses.

QUAL A SUA OPINIÃO?
QUAL BERÇO VOCÊ COMPROU E RECOMENDA PARA AS FUTURAS MAMÃES?

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