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Posts com a tag "amamentação"

Boneca da discórdia

13 de novembro de 2012 3

Uma boneca lançada nos Estados Unidos, chamada de Breast Milk Baby, provocou uma  forte reação nos pais.

Na realidade, a boneca simula a amamentação. A “mamãe” – criança – coloca um avental e aproxima o brinquedo da região dos mamilos. A boneca faz sons de sucção e depois ainda arrota.

Os pais consideram que o brinquedo está “adultizando” as meninas, em uma fase que nem seios elas têm. A fabricante espanhola afirma que é um brinquedo educacional e teria apoio de instituições pró-amamentação.

Todos os posts de Ticiana Fontana

O peito virou chupeta. O que fazer?

29 de outubro de 2012 16

Leitora do blog envia um pedido de ajuda:

Meu filho tem 3 meses. Não pegou chupeta, em compensação quer ficar sugando meu peito como se fosse uma.

Também passei por isso com meu outro filho, mas, como ele pegou a chupeta, consegui reverter. Agora, não sei o que faço.

Para dormir, a única maneira que encontrei é dar mamá deitada. Aí, ele suga, mama, mama, chupa e capota. Aí, sim, eu tiro o peito, e ele dorme. Mas está sendo difícil porque ele quer ficar grudado em mim.

Ele vai deitar, tenho que ir junto. Ele não quer sair da minha cama e, se penso em tirá-lo para o berço, ele acorda.

Já tentei 10 mil vezes, e não sei mais o que eu faço.

Alguém passou por isso e pode me ajudar?

O que é preciso saber sobre amamentação

15 de outubro de 2012 1

Stock photos

A amamentação é sempre um tema que interessa e, se a mãe for de primeira viagem, as dúvidas são sempre em maior número. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a nutrição inadequada do recém-nascido responde, direta ou indiretamente, por uma em cada três mortes entre crianças menores de 5 anos, sendo que mais de dois terços dessas mortes são associadas a práticas inapropriadas de alimentação e ocorrem no primeiro ano de vida da criança.
Todos os posts de Fabiana Sparremberger A amamentação exclusiva é decisiva, sim, e o leite é o alimento mais completo e perfeito para o bebê. Diminui os riscos de infecções intestinais, doenças respiratórias, e pesquisas apontam que protege a criança do diabetes tipo 1. Além disso, propicia o desenvolvimento adequado de todas as estruturas faciais e diminuição de problemas articulatórios.
Mães de dois filhos e fonoaudióloga, Anie Acosta Witter, respondeu abaixo a dúvidas recorrentes sobre o assunto. (Fabiana Sparremberger)

A amamentação é uma preocupação maior das mães da nossa geração ou foi da geração das nossas mães?

É uma preocupação da nossa geração. Nossas mães pegaram uma fase em que a mulher começava a sair de casa para trabalhar. Elas eram criadas para casar e serem mães, o desafio era serem profissionais. Estamos tentando equilibrar essa nova etapa, onde somos criadas para sermos profissionais.

Qual a principal dificuldade das mães na hora de começar a amamentar?
É a falta de conhecimento do mecanismo do aleitamento, e de como o próprio corpo funciona. E a insegurança de se vai conseguir, se o leite vai ser suficiente. A mulher se cobra muito, a família precisa apoiá-la, e o pai é decisivo.

As mães desistem logo diante das dificuldades na amamentação ou conseguem vencê-las?
Infelizmente, não tenho dado estatístico, mas amamentar é um ato aprendido e não instintivo. Quando não se sabe o que fazer, fica muito mais difícil.

E até quantos meses do bebê as mães estão amamentando?
Boa parte das mães (sem orientação) desiste da amamentação até os três meses do bebê. Geralmente as que chegam aos seis meses conseguem ir até 1 ano, 2 anos do bebê.

A mãe deve oferecer o seio sempre que o bebê chorar ou o ideal é espaçar?
O ideal é oferecer o peito sempre, principalmente no início. Deixar que o bebê coloque o seu ritmo. Ele tende a ser um reloginho.

E o bebê que só dorme?
É importante ficar atenta ao ganho de peso do bebê. Muito tempo de mamada pode não significar eficiência. É normal alguns bebês darem uma descansadinha no meio da mamada.

Em quantos dias o leite costuma “descer”?
Em geral, o leite desce no terceiro ou quarto dia depois do parto. Colocar o bebê no peito na primeira hora pós parto é a dica para que o leite venha em quantidade.

E o mito do “leite fraco”?
O leite fraco ocorre porque o ideal é uma mamada em um seio e a próxima no outro. O leite tem três fases: a primeira é mais líquida e mais doce e mata a sede do bebê; a segunda é a mais carregada de proteína; e a terceira, é a gordura. Então, o bebê precisa esvaziar a mama para poder chegar na gordura.

É a semana da amamentação...

03 de agosto de 2012 1

A Semana Mundial do Aleitamento Materno começou na última quinta-feira, dia 1º, e segue até a terça-feira, dia 7, com programações em mais de 170 países. O objetivo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é estimular a amamentação e melhorar a saúde de crianças menores de 5 anos em todo o mundo.
Dados da organização indicam que a nutrição inadequada responde, direta ou indiretamente, por praticamente uma em cada três mortes entre crianças menores de 5 anos, sendo que mais de dois terços delas são associadas a práticas inapropriadas de alimentação e ocorrem no primeiro ano de vida da criança.

O assunto será tema, neste sábado, do Supersábado Saúde e Educação, na Rádio Gaúcha SM (105.7 FM), que será apresentado pela blogueira que aqui escreve. A convidada é uma fonoaudióloga especialista no assunto e que auxilia mães que tem problema em amamentar ou que querem estar bem preparadas para quando chegar a hora.

Você tem alguma pergunta ou relato importante sobre o assunto? Deixe seu comentário e nos ajude a fazer um programa útil para as mamães ou pretendentes. Ah, ia esquecendo. Você que não mora na região de Santa Maria e não “pega” a Gaúcha SM, pode acompanhar o programa ao vivo, às 9h de sábado, acessando pela Internet aqui.


[AGENDA] Eventos sobre amamentação em Porto Alegre

25 de julho de 2012 0

A Eu Mamãe realiza nesta quinta-feira, às 19h30min, um workshop sobre amamentação.
O encontro é voltado a gestantes e mamães de bebês.

Veja abaixo as informações completas (clique na imagem para ampliar).

Também a Leite do Bebê promove um bate-papo gratuito sobre amamentação: a quarta edição do evento será no dia 2 de agosto na Capital gaúcha. Confira abaixo as informações completas clicando na imagem.

Nenê com dentes e ainda mamando

17 de dezembro de 2011 4

Esse post é inspirado em um brevíssimo diálogo meu com uma amiga nas redes sociais.

Comentei que a Pietra está com cinco dentinhos já aos oito meses e meio de idade. E a minha amiga, também mãe de uma nenê de dois meses, respondeu (arrancando muitas risadas minhas):

“POBRES TETAS se ela continua mamando no peito mesmo com cinco dentes!”


Tive que rir e, após o papo, pensei que seria um bom tema para contarmos histórias aqui.

Felizmente a minha preta segue mamando no peito e não, nunca me mordeu! Mas sei “causos” de mamães que sofreram mesmo com os filhos sem dentes! Relatos de nenês esganados que mordiam com as gengivas mesmo os mamilos da pobre mãe e até já arrancaram pedaços.

Você já passou por isso ou sabe de alguma história assim?

Camila Saccomori

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Leite Materno. Paciência e persistência

07 de novembro de 2011 13

É cada vez mais raro encontrá-la por aí. Não consigo percebê-la nem escondida num canto, nem disfarçada no meio da galera. Ouso dizer que é uma espécie em extinção. Falo de mães que amamentam seus pequenos com leite materno. Recomendado como fonte de alimentação exclusiva até os seis meses de idade, o leite materno tem sido substituído por leites em pó especiais, sucos, água e chás.

Pelo que tenho percebido, não é por falta de vontade das mães, mas uma desorientação generalizada. Uma pesquisa feita com mães em Santa Maria há pouco mais de três anos revelou que apenas 34% das 1.079 entrevistadas tinham amamentado. A responsabilidade tem de ser dividida entre profissionais de saúde, gestantes e familiares. Todos os envolvidos estão deixando de falar e estimular a prática.

Reconheço que nem tudo são flores para quem opta por amamentar. A gente passa a não ser dona do tempo, está sempre cheirando a leite, tem de estar preparada para encarar as adversidades como rachaduras, dores e inflamações nos seios. Porém, é só por um tempo: pelo menos durante os seis primeiros meses de vida. Não estou pregando que a amamentação se estenda por um prazo muito maior do que esse, mas todo o esforço tem um único fundamento que é melhorar a saúde dos pequenos.

Todos estudos apontam que o leite materno supre todas as necessidades nutricionais e imuniza com anticorpos. Obviamente existem outros meios de suprir as necessidades da criança, mas o aleitamento materno será sempre superior.

Por isso, os preparativos para a amamentação têm de iniciar nos primeiros meses de gestação. Isso significa se preparar física e mentalmente. É necessário observar se a grávida tem um bico adequado, se não é invertido. Depois que nasce, saber qual a posição adequada para colocar o bebê, o tempo ideal de mamada em cada seio. É mito a história do leite fraco. Uma situação de estresse pode fazer com que a produção diminua ou demore para o leite descer. A realidade é que são necessárias muita paciência e força de vontade para amamentar.

Grupo RBS

Lembro-me das dificuldades que tive para amamentar. Primeiro, os bicos invertidos, depois, a pequena não tinha força para sugar em função da prematuridade e, por fim, duas mastites.

Não sou exemplo de nada, mas vejo no desenvolvimento da pequena muita diferença em relação a outras crianças da mesma idade que não tiveram o privilégio do leite materno. A Antonela recebeu leite materno por quase um ano. Ela raramente esteve doente. Não apresentou problemas intestinais ou ficou ?trancada?. Tudo sem falar nos benefícios psicológicos desse importante vínculo entre a mãe e a criança.

Sem dúvida, é um ato de amor que exige duas atitudes fundamentais: paciência e persistência. (Ticiana Fontana)*

*Coluna Em Nome do Filho, de responsabilidade de Fabiana Sparremberger e Ticiana Fontana, publicada todas as segundas no jornal Diário de Santa Maria

Que leite dar...

18 de setembro de 2011 28

A pequena Julia tem cinco meses. A mãe não conseguiu amamentá-la por muito tempo. Desde praticamente o nascimento, ela vem tomando leite especial indicado pelo pediatra.

Já trocou de marca, mas sempre teve problemas para fazer “cocô”, o intestino não funcionava por um, dois, três dias consecutivos.

Mesmo com massagens e supositório, até hoje é um suplício.

Cansada de esperar resolveu tomar uma atitude radical, comprou leite de caxinha e está dando, mesmo sem o aval médico.

O intestino tem funcionado que é uma maravilha, mas ela está preocupada com problemas futuros e pediu para postar no blog a sua história pedindo o bom e velho conselho das mamães que passaram por isso e o que fizeram para solucionar o problema de “intestino” dos seus pequenos…

O fim da amamentação...

29 de junho de 2011 5

Uma mãe mandou um mail para a gente falando sobre amamentação.

Ela se diz dependente tanto quanto a criança, que está com quase um ano de idade e as duas não se desgrudam.

Além de perguntar qual o tempo ideal para desmamar, quer dicas das mamães experientes sobre como o processo pode ser menos traumático tanto para os pequenos, quanto para as mães…

Amamentação...

04 de junho de 2011 1

” Meu nome é Guísella De Latorre, sou ginecologista e obstetra e faço parte de um grupo virtual de apoio à amamentação, no domingo vamos fazer um movimento nacional.

Em Porto Alegre escolhemos o Parcão, junto ao moinho de vento, as 11 horas da , gostaria que fosse divulgado no blog, pelo seu alcance.”

Neste domingo, dia 05 de Junho de 2011,  acontece o movimento chamado Mamaço Nacional. A ideia é promover a maternidade consciente e tirar dúvidas e trocar experiências sobre amamentação. Uma das inspirações para o movimento foi o caso de muita repercussão. Em São Paulo, uma mãe foi convidada a se retirar de uma exposição por estar amamentando.

A mulher imperfeita

11 de março de 2011 2

Estava lendo uma matéria sobre uma filósofa francesa (só podia ser) que critica essa “obrigatoriedade” que colocam em cima das mulheres de serem perfeitas. Em seu livro, Le Conflit: la Femme et la Mère (algo como “o conflito: a mulher e a mãe”) ela critica a obrigatoriedade da amamentação.

Segundo ela, movimentos em prol da saúde e do ambiente de contribuírem com a regressão da mulher, ao limitá-la ao papel único de mãe e exigir que essa atividade vire trabalho em tempo integral.

É óbvio, mas quero deixar bem claro que NÃO sou contra a amamentação, NÃO sou feminista e também NÃO sou contra campanhas de saúde. Muito, muito pelo contrário.

O fato é que nem toda mulher pode amamentar. Querer, talvez, todas queiram, mas, por inúmeras razões, ou elas não sabem, ou o leite seca, ou não sai, ou tem AIDS, ou elas tem que tomar remédios que passam para o leite, ou são drogadas, ou não querem mesmo, ou seilámaisoquê.

Enfim, se você é perfeita, não leia esse post.








Ajuda na amamentação

11 de janeiro de 2011 8

Ontem conversava com uma mãe de primeira viagem que está com um bebê de dois meses. Ela relatou que está com dificuldades de dar mama. Apesar de ser esclarecida e de saber que não existe leite fraco, ela relatou que tem pouco leite e logo após o mama já começa a reclamação. Para completar, a mãe inexperiente está estressada e não tem se alimentado direito.

Por experiência própria sei que o ato de amamentar e tudo o que envolve exige acima de tudo força de vontade e paciência. Recordei que as leitoras do blog me ajudaram na fase inicial de amamentação (o problema era a falta de bico e a prematuridade da pequena). Será que alguém tem dicas para essa mamãe aumentar a “produção leiteira”?

Tirando o mama...

05 de janeiro de 2011 4

A viagem pelo mundo da maternidade apresenta sempre novas surpresas. Estou tentando tirar o mama do peito da pequena. O problema não tem sido ela, pelo contrário, a adaptação ao novo leite tem sido tranquila. A pequena nem pede mama, mas o principal problema tem sido o meu organismo.

Como a minha produção de leite é do tipo “empresa de grande porte”, passa o tempo e os seios parecem que vão “explodir”.  Chego em casa com muita dor e acabo dando mama para a pequena… Os intervalos variam de 24 horas a 30 horas.

Acredito (espero) que gradativamente a produção deva diminuir. Por enquanto, a prática não tem confirmado essa teoria.

Voltei a usar conchas para esgotar o excesso, mas gostaria de saber a respeito das experiências de outras mamães para ter certeza de que estou fazendo a coisa certa…

Convite às mamães

19 de novembro de 2010 1


O governo do Estado convida todas as mães em período de amamentação para o evento Mil Mães Amamentando no Parque, no próximo sábado, 20, às 10h30min, no Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre. O objetivo é bater o recorde das Américas de amamentação coletiva em um mesmo local no mesmo momento e, assim, chamar a atenção para a importância desse gesto para a saúde e desenvolvimento da criança. A atividade integra a programação do Dia do Bebê, uma iniciativa do Programa Primeira Infância Melhor (PIM), da Secretaria Estadual de Saúde.

O projeto Mil Mães começou em Berkeley (California, EUA), em 2002, e já passou por Porto Alegre em 2006, quando 324 mulheres amamentaram seus filhos no Cais do Porto. O atual recorde mundial é de 2008, quando 3.738 mulheres deram de mamar simultaneamente por pelo menos um minuto na capital das Filipinas, Manila. Nas Américas, o recorde é do estado brasileiro do Pará, que reuniu 1,6 mil mães. No próximo sábado, o ponto de encontro das mães gaúchas será o palco do Dia do Bebê, na Redenção, às 10h30min.

Outro destaque do evento é a Passeata dos Bebês, com saída às 11h, em frente ao “espelho d`água”. Gestantes, bebês e crianças, acompanhados de seus cuidadores e pais, irão desfilar com estandartes, bandeirolas, balões e outros, juntamente com a Banda Jovem do Programa Emancipar do Município de Santo Antônio da Patrulha e CIA do Riso, com malabares, pernas de pau, sombra, palhaços, superheróis e princesas, mascotes institucionais e muitos outros personagens infantis.

A programação do Dia do Bebê, na Redenção, começa às 9h30min e se estende às 13h30min de sábado, e oferecerá uma estrutura preparada para acolher e integrar pais e filhos com espaços para amamentação, fraldário, entre outros. Serão oferecidos serviços como o teste do dedinho (para verificar anemia), orelhinha e visão (com doação de óculos), verificação de pressão, glicose, e corte de cabelo, além do agendamento para confecção de carteiras de identidade para crianças e adultos. No palco especialmente montado para a atividade, estão previstas apresentações de artistas, bandas escolares, teatro e até a chegada do Papai Noel, encerrando a programação.

Instituições que participam do Comitê Estadual para Desenvolvimento Infantil da Primeira Infância (CEDIPI) e do Comitê Estadual de Prevenção da Violência terão estandes especialmente montados para o evento. Temas como prevenção da dengue, informações toxicológicas, amamentação e parto humanizado serão tratados nos espaços, com distribuição de materiais, brincadeiras e muita interação.

Mais informações sobre as atrações e os apoiadores podem ser acessadas no blog

Em caso de chuva, o Dia do Bebê será transferido para o domingo, dia 21 de novembro.

Ih, mãe, fiz xixi na cama....

11 de outubro de 2010 0

A cama molhada durante a noite é motivo de preocupação para muitos pais, principalmente quando o filho já nem é tão pequeno assim. E a primeira pergunta que vem à mente: Será que é normal? Será que é sinal de algum trauma? Ou uma doença?
O certo é que comentários do tipo “que feio, um(a) menino(a) deste tamanho ainda fazendo xixi na cama”, colocar de castigo ou brigar são atitudes que não ajudam em nada. Quem entende do assunto diz que é muito natural fazer xixi na cama na primeira infância, mas, se isso não pode se prolongar depois dos 6 anos. Se ocorrer, pode ser sintoma de muitos problemas como infecções e distúrbios intestinais. É a chamada enurese noturna, uma doença.
Especialistas dizem que se a partir dos 6 anos, a criança seguir fazendo xixi na cama, os pais devem procurar um médico para verificar se está tudo em ordem. Pode ser que seu filho tenha algum problema físico, de origem intestinal ou infecção urinária, ou um de ordem psicológica, como traumas e pressões. Quando a origem tem a ver com a psicologia, pode ser que o xixi na cama seja reflexo de um problema bem mais sério – os pais podem estar muito ansiosos ou a criança está se sentindo muito pressionada. O nascimento de um novo filho também pode ser a causa.
O importante é procurar as causas do problema. Independentemente de quais são, os estudiosos garantem que é preciso agir rápido. Se a situação não for tratada, a criança pode se retrair, sentir-se incapaz e até desenvolver problemas sexuais no futuro. Converse com seu filho, nunca o recrimine ou castigue por molhar a cama e procure ajuda se ele seguir fazendo isso depois dos 6 anos.
(Com Correio Braziliense e foto SXC.hu)

Amamente, seu filho merece

Emmanouil Galanakis, professor de doenças infecciosas pediátricas da Universidade de Creta, defende que o aleitamento exclusivo por seis meses protege o bebê durante o primeiro ano de vida, principalmente contra infecções do trato respiratório, otite aguda, estomatite e afta. E ele diz isso baseado no resultado de uma pesquisa com 926 bebês nascidos na Ilha de Creta, na Grécia, entre outubro de 2004 e julho de 2005.

Como foi a pesquisa
Os cientistas aplicaram questionários às mães no dia do parto. A técnica foi repetida no primeiro, no terceiro, no sexto, no nono e no 12º mês após o nascimento. Os cientistas rastrearam sinais de infecções nos bebês no primeiro ano de vida. Todos os bebês tiveram acesso a cuidados médicos de alto nível e receberam todas as vacinas de rotina

Os resultados
Os pesquisadores descobriram que quase dois terços das mães amamentaram um mês e apenas 17% praticavam o aleitamento por seis meses. Apenas uma em 10 era adepta da amamentação exclusiva por esse período
Os resultados mostraram que quanto mais tempo os bebês eram alimentados exclusivamente ao peito, menor a taxa de infecções e menos frequentes as visitas ao pediatra.
Os 91 bebês que receberam apenas leite materno por seis meses tiveram redução significativa nas infecções de ouvido e respiratórias agudas, e episódios mais raros de afta, em comparação com as crianças que tiveram complemento alimentar ou que não foram amamentadas

Coluna Em Nome do Filho publicada no Diário de Santa Maria nesta segunda-feira. Por Fabiana Sparremberger e Ticiana Fontana

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