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Posts com a tag "Antonela"

O que você vai ser quando crescer?

08 de janeiro de 2013 0

Todos os posts de Ticiana FontanaLembro de poucas profissões que gostava quando criança.

Recordo que já sabia ler e escrever quando sonhava em ser jornalista.

Juntava um maço de papéis, um rolo de papel higiênico e brincava de apresentar um programa de rádio ou de TV.

Recordo das histórias do meu irmão mais velho que queria ser lixeiro. Um dia vou até o fim da rua pendurado no caminhão do lixo e nutriu o sonho por mais algum tempo.

Porém, fiquei surpresa com a pequena que nem completou 3 anos e já teve duas “profissões imaginárias”.

Outro dia, me disse:

- Mamãe quando crescer, vou ser médica.

Mal acabou a frase e veio me examinar. Primeiro olhou o nariz, a boca, o ouvido, fez uma espécie de massagem na barriga e conclui o diagnóstico.

- Vou te dar uma injeção para curar o dodói.

E lá veio ela dando um pequeno beliscão com as pontas de seus dedinhos.

Pois ontem, depois de ouvir uma frase, fiz a tradicional pergunta:

- Sou criança mamãe, não sou bebezinho – disse a Antonela

- Tá bom e o que você vai ser quando ficar grande?

- Vou ser música, mamãe.

Ela disso e continuou a brincadeira de cantar e dançar usando como microfone um abajur (daqueles de pé).

Larguei as fraldas

08 de novembro de 2012 6

Todos os posts de Ticiana Fontana

Pelo título do post, podem pensar que a Antonela largou as fraldas de vez.


Não é verdade, quem parou de incomodar com o assunto foi a mãe dela.

Depois de tentar várias táticas de convencimento para que o cocô fosse feito no vasso, cheguei a conclusão que o melhor seria parar de forçá-la.

Ou seja, ela segue sem fraldas o dia inteiro e só as coloca na hora de dormir, aproveita e faz cocô.

Depois de várias outras convicções, atualmente sou da corrente que ela vai querer naturalmente.

Então, termino o post por aqui, porque ela acabou de acordar e fez cocô nas fraldas

Uma estrelinha no céu

08 de outubro de 2012 0

Todos os posts de Ticiana FontanaHá quinze dias que o bisavô da Antonela morreu. Ela fez as tradicionais perguntas sobre para onde vai e o que é morrer.

No dia da morte do meu avô (portanto, bisavô da Antonela), a pequena ficou com na casa da avó paterna e não participou das cerimônias de despedida do bisa.

Porém, ela percebeu que algo estava errado, perguntou e não sei direito como chegou a seguinte conclusão.  A conversa foi mais ou menos assim, enquanto o pai dela me levava até a casa do bisa dar uma força para a minha avó:

- Está triste mamãe?

- Sim, amor.

- Por que? O bisa morreu?

- Sim amor, é por isso.

- Mamãe, por que o bisa morreu?

- Era velhinho meu amor, tinha 96 anos.

- Para onde vai?

- Para o céu, amor, vira uma estrelinha no céu.

- Ah.

O carro para e quando estava descendo do carro, ela disparou:

- Mamãe quero ir junto, comer as balas da bisa.

- Hoje não amor, outro dia.

Após o episódio, alguns dias depois, ela olhou para o céu e repetiu:

- Bisa é uma estrelinha.

Não retruquei, deixei passar.

Há uns quatro dias, ela foi acompanhou os meus pais em uma pequena viagem. Durante o deslocamento, a avó relatou o seguinte diálogo:

- Vovó…

- Sim.

- O vovô Hugo não é velhinho, né?

- Não.

- É, ele não é velhinho e não vai virar uma estrela no céu.

Pequena cantora

27 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Ticiana FontanaDesde quando estava na barriga, a Antonela dava demonstrações de que gostaria de música. Quando estava grávida, chegava em casa e, por alguns minutos, colocava ritmos frenéticos ou calmos e sentia a reação dela.

E assim foi desde os primeiros meses, quando virou fã das tradicionais musicas infantis, natalinas, de igreja, MPB, pagode, sertanejo e por aí vai…

Outro dia, assistiu como “gente grande” a um concerto de uma orquestra de sopro, inclusive aplaudiu no momento errado (durante uma era uma pausa da música), provocando risos na plateia. 

Ao mesmo tempo, ela mexe animadamente o corpo acompanhando o ritmo da abertura de qualquer novela ou em uma propaganda com trilha sonora mais agitada.

A pequena descobriu, na casa da avó, um velho violão da mãe, com as últimas três cordas intactas, e passava tocando. Há alguns dias, ganhou uma versão pequena de um violão rosa. Passa com ele de arrasto pela casa e tocando como se entendesse da coisa.

Inventa letras e cria nova versões para sucessos conhecidos. Teve uma pérola que virou história de família.

A Antonela, às vezes, rejeita a ideia de tomar banho e fica enrolando. Depois que entra no chuveiro ou banheira, não quer sair mais.

Ela estava no corredor com o violão embaixo do braço e eu perguntei:

- Amor, vamos tomar banho.

- Não.

- Vamos amor.

- Não!, respondeu e saiu da minha vista.

Eis que a encontro e ela olha e começa a cantar:

- Antonela não vai tomar banho, Antonela não vai tomar banho, Antonela não vai tomar, lá, lá, lá…

Anjo longe dos pais

23 de setembro de 2012 5

Todos os posts de Ticiana Fontana

Por que será que o filho fica sempre mais educado longe dos pais?

Não deve ser assim em todas as famílias, mas na minha é.

A última vez que a Antonela esteve acompanhada dos pais em um restaurante, ela pulou, correu, gritou e queria ficar todo o tempo na rua. Isso até que não resistiu aos chamados de Morfeu e dormiu.

Pois, nesse fim de semana, ela foi jantar com os avós maternos.

O comportamento foi exemplar.

Ficou sentada, brincou e conversou com todos.

- As garçonetes chegaram a parar na mesa para comentar que ficaram encantadas com a educação e o comportamento – contou a avó.

Em fase da adaptação

19 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Ticiana FontanaA Antonela está passando por uma fase de transformações.

Ela ainda se adaptando a nova cuidadora (a babá que a cuidava desde o nascimento pediu demissão).

A pequena costuma perguntar se a gente brigou com a ex-babá.

A gente responde que não, que ela optou por não trabalhar mais, vai ficar em casa, com o “filhinho” dela.

Enfim, sempre com a tática de não mentir, mas não estender o assunto.

Porém, às vezes, a Antonela vem com pérolas do tipo:

- Mãe e aquela que eu não posso falar o nome.

- Qual, amor?

- Aquela que está cuidando do filhinho.

Dá até vontade de rir quando isso acontece.

Depois, tem momentos que ela é mal educada com a nova cuidadora. A gente pergunta se ela gostaria que falassem assim com ela e a pequena acaba pedindo desculpas para a babá estreante.

E assim, segue a nova rotina. A cada dia, ela vai se adaptando as novidades.

Independente da idade, é a vida cheia de perdas e ganhos… 

Por quê?

13 de setembro de 2012 3

Todos os posts de Ticiana FontanaA fase do por quê?

Faz dias que a Antonela anda questionando o porquê  de tudo que é falado.

São tantas explicações que a gente chega a cansar.

Outro dia, a tentativa de explicação terminou em lágrimas:

_ Mamãe, vai “trabalhá”?

_ Sim, amor

_ Por quê?

_ Porque os adultos trabalham, a mãe precisa ganhar dinheiro para comprar as coisas para a Antonela.

_ Ah, mas por quê? Não vai, mamãe… Vou “cholá”.

_ Amor, a mãe volta depois e a gente brinca. Tá bom?

_ Por quê ? (já chorando). Não “quélo” (buááá).

_ Amor, a vida adulta é assim, mas parte da vida dos adultos. Por isso, é bom ser criança.

_ Por quê? (buááá)

_ A gente combina assim: você vai para a escolinha e a mãe vai trabalhar e, depois, a gente fica juntinha em casa brincando.

_ Por quê?

Dei um beijinho e saí com o coração apertado, vendo ela me abanando e chorando. Passei parte da tarde pensando “Por que a vida é assim? Por que temos de trabalhar sempre? Por que não posso ficar em casa quando tenho vontade? Por quê?”

Acho que ainda não saí da fase do  “por quê?”

Atividade na escolinha

26 de agosto de 2012 3

Todos os posts de Ticiana FontanaA Antonela chegou com um pedaço de palito de picolé e nele estava grudada uma imitação de sinaleira, com as três cores: vermelha, amarela e verde.

Ela disse que era uma atividade da escolinha.

Retruquei algo como “que legal”.

Minutos depois, ela prosseguiu.

- Mamãe vem aqui!

Com preguiça fui e ela estava com o tal palito na mão.

- Olha só mamãe, o vermelho é para os carros “param” e a gente passa. O amarelo, eles vão parando e o verde, os carros passam e a gente fica parado.

Falei:

- Que lindo muito bem, vc sabe tudo de trânsito, que bonito.

Ela ficou parada um pouco e conclui o pensamento:

- Mamãe não sou bebezinha, mas sou pequeninha e não posso andar sozinha na rua.

Concordei pasma, pensando que as crianças de hoje dão um banho na gente e entendem tudo.

Pensei, tenho de me cuidar para ela não dar uma volta na “mamãe”.

Isso que a Antonela tem 2,5 anos.

Ausências sentidas

22 de agosto de 2012 5

Todos os posts de Ticiana FontanaOs pequenos sabem e sentem tudo.

A Antonela parece um foguete pela casa. Mas, se algo não vai muito bem, apesar de tentarmos disfarçar, ela fala algo tem alguma atitute surpreendentes.

Em conversas com psicólgos e especialistas em comportamento infantil, eles afirmam que não devemos esconder nada, mas contar de acordo com a curiosidade, sem grandes explicações (dependendo da idade, obviamente).

A cuidadora da Antonela está doente e talvez não retorne mais. Ela ficava com a pequena todas as manhãs. A tarde, a Antonela vai para a escolinha.

Além da ginástica diária para ajustar a nossa rotina com a mudança brusca e inesperada, tentamos fazer com que ela não sentisse tando a ausência da babá.

Expliquei a situação, sem me estender, e a Antonela tem sido compreensiva. Está mais comportada e não reclama de um dia ir para um lado e outro para outro. Sei que sente falta de ficar em casa, mas está se adaptando.

Porém, corta o coração na hora de dormir.

Há dois dias ela repete a mesma coisa:

- Mamãe, amanhã, vai dar din-don (barulho da campainha) e a Ozi (babá) vai chegar, vou dar um abraço e ficar muito feliz.

Menina 'superindependente'

09 de agosto de 2012 1

Todos os posts de Ticiana FontanaPela manhã a Antonela fica em casa e à tarde vai na escolinha.

Numa manhã destas, a babá ficou doente e não veio. Esperei a pequena acordar e expliquei:

- Amor, hoje a Rose está dodói e o pai e a mãe têm que trabalhar. Então, a Antonela tem duas opções: ir para a escolinha ou para a casa da vovó em Itaara.

Ela pensou, pensou e respondeu:

- Mamãe, a Antonela não quer ir na escolinha, nem na casa da vovó. Quero ficar em casa. A Antonela fica em casa sozinha, tá mamãe?

Foi difícil disfaçar o meu espanto. Ela tem apenas 2,5 anos…


Primeira vez no cinema...

17 de julho de 2012 5

Todos os posts de Ticiana FontanaApós alguns ensaios, finalmente a Antonela com 2,5 anos fez sua estreia no cinema.

A primeira tentativa foi frustrada. Ela estava de “picoca” (pipoca) nas mãos, quando a fila chegou a fim e a atendente informou que não havia mais ingresso para aquela sessão e para nenhum na restante do dia.

O distraído pai esqueceu que aquele era o dia de ingressos com 50% de desconto, o que significa ir muito cedo para tentar conseguir uma vaga ou adiar a investida para outro dia.

Neste último sábado, a ideia foi retomada. Após convites frustrados de levar primo e amiguinhos juntos, a pequena foi em companhia dos pais.

A magia da telona reflexia em suspiros, olhos arregalados e comentários maravilhosos.

Ela deu risada, se divertiu com a “TV gigante, mamãe”.

Porém, o ensusiamo foi vencido pelo clima tranquilo e escuro do cinema. Após 40 minutos de filme, ela dormiu e assim ficou, nos braços de Morfeu, até o fim da sessão de a Era do Gelo 4.

Perguntei se ela havia gostado do cinema, ela falou que sim. E voltei a indagar:

- Quer ao cinema, amor?

- Amanhã, mamãe. Amanhã.

Desfecho do dia das mães

14 de maio de 2012 1

Todos os posts de Ticiana Fontana


Não adianta. Quem vira mãe muda totalmente. Até de opinião. Hoje me vejo adorando coisas que achava brega, piegas e sem graça. Darei desfecho ao assunto dia das mães.

Não pude comparecer na homenagem na escolinha da Antonela - tínhamos o casamendo dos dindos no mesmo dia. Tá bom, torço o nariz para esse tipo de cerimônia, mas tenho certeza de que, se tivesse ido, teria sido divertido e até emocionante.

Neste domingo, a pequena deu, no piloto automático, “feliz dias das mães” para todos na volta. Somente hoje, após muitos estímulos, ela virou e falou:

- Dia das mães, mamãe.

Adorei o presente super original (hehehe): uma caneca com a fotinho da dupla – mami e baby.

Hoje, fazia um desfile com o objeto pelo trabalho, deixando a mostra a parte que aparece a nossa foto.

Porém, a parte mais legal da comemoração, foi um coração de papelão vermelho com uma florzinha colada.

Vi que o objeto era para a mamãe e perguntei:

- Antonela, não era para dar o coração para mãe?

Ela respondeu:

- É teu mamãe, mas a Antonela vai guardar na mochila.

Muito bem. Está lá o coração, no bolso lateral da mochila da Mônica.

Escândalo no shopping

27 de abril de 2012 10

Todos os posts de Ticiana Fontana

Alguém lembra de ter achado horrível a cena de alguma criança fazendo manifestações inadequadas em público, se atirando no chão, gritando, correndo e quase batendo em todos no ambiente, derrubando as coisas de propósito.

Esse fenômeno aconteceu na noite desta quinta-feira, durante um passeio no shopping.

Cheguei e encontrei a Antonela sentada junto com a avó. O comportamento foi exemplar até entramos em uma loja para ver roupas para a pequena.

Ela começou a correr e se esconder atrás dos cabides. Até aí tudo tranquilo, era uma brincadeira normal de qualquer criança. Tentei experimentar um casaco nela, pedi para ela ficar queita. Parece que tinha dado corda. Ela fugia e corria por tudo. Quando ia pegá-la, se atirava no chão e gritava.

Nunca bati, mas, desta vez, tive vontade.

Resumindo, após muita corrida, gritaria e bagunça (tive de recolocar vários cabides de volta no lugar), a peguei no colo forçadamente e a levei para fora da loja. Sentamos em um banco. Expliquei que não era para fazer aquilo, etc. Ela prometeu se comportar e a liberei.

De volta ao chão, o furacão recomeçou. Correria, gritos e bagunça. Nem me importei se me olhavam. Ela entrou novamente na loja. Deu vontade de dar meia volta e ir embora, deixá-la lá por um tempo “terapêutico”.

Enfim, a peguei no colo forçadamente e saí com ela gritando e esperneando e chamando atenção.

O passeio turbulento acabou com o seguinte diálogo

- Mamãe está muito triste!

- Mamãe tá braba, vovó

Silêncio generalizado.

- Mamãe, decupa

- Está bem amor, promete que vai se comportar ?

- Tá, Antonela vai compotá (ela encerrou o diálogo)

- Tudo bem amor, mas tão cedo a gente não volta no shopping.

Excesso de independência

19 de abril de 2012 3

Todos os posts de Ticiana FontanaA pequena surpreende a cada dia… 

Como diz um pai experiente, as crianças sempre surpreenderam, mas na realidade hoje os adultos prestam mais atenção nos filhos.

Faz algum tempo que estou tentado acostumá-la a dormir fora, ou seja, na casa da avó paterna.  O processo tem um objetivo: adaptação a uma viagem. Pela primeira vez, ela ficará sozinha (sem os pais, mas, obviamente, com a babá e muitos familiares em volta).

Até a ontem (18), ela sempre dormia, digamos assim, contrariada na casa da “vovó”. Ou o sono era arrebatador ou ficava chamando o pai e a mãe e, em função disso, algumas vezes voltou para casa.

A nossa (pai e mãe) relação com a Antonela tem como base a ideia de nunca mentir e avisá-la com antecedência de planos que a envolvam. Isso significa que pela manhã, falamos sobre a ideia de dormir na casa da avó e o que ela acha e assim vai em relação a quase tudo.

Na última quarta-feira, ela acordou e disse que queria brincar na casa da ‘vovó’. Aproveitei a oportunidade e retruquei informando que a intenção era que ela dormiria lá. Prontamente ela disse que queria e comemorou com o tradicional ”oba, oba”.

Enfim, ela dormiu na casa da vovó e na manhã desta quinta-feira não queria voltar para casa. Dizia que só retornaria pela tarde.  Ela veio convencida no fim da manhã. A malandrinha ainda queria mais, pediu para não ir na escolinha à tarde. Dessa vez, não levou.

Conclusão: com 2 anos e 2 meses, deu o primeiro grito de  independência.

Agressividade repentina

13 de abril de 2012 9

“É uma fase, vai passar” , a frase é como se fosse música para ouvidos angustiados de mães que enfrentam dficuldades com seus pequenos. Todos os posts de Ticiana Fontana

A Antonela, 2 anos e 2 meses, tem demonstrado uma agressividade até então não percebida.

Na escola, andou empurrando os colegas, já havia ’brigado’ por brinquedos que queria desfrutar sozinha.

Porém, esse comportamento tem se repetido em outras situações do cotidiano.

Quando é contrariada, dá um tapa, se joga no chão, grita em público, desobedece, enfim, todas aquelas situações embaraçosas e constrangedoras que os pais costumam passar.

Outro dia, ficou sem ver DVD porque jogou um sabonete no chão para expressar a contrariedade em lavar as mãos.

“Muito normal”, muitos pais devem pensar, mas a pequena nunca foi agressiva, pelo contrário. Além disso, procuro evitar colocá-la em qualquer situação desse tipo.

Cheguei a pensar que poderia ser algo errado na “escolinha”, mas cheguei a conclusão que era uma fase e passaria e outros desafios se apresentarão.

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