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Posts com a tag "bebê"

Vale a pena conhecer a História de Sofia

13 de outubro de 2012 11

Todos os posts de Fabiana SparrembergerQuem tem um filho e um bichinho de estimação, vai se emocionar muito com esse vídeo.

Quem não tem, também.

Depois de A História de Lilinho, a História de Sofia.

Vale cada segundo dos cerca de 4 minutos de vídeo.

Busque o lencinho antes de começar a assistir.


Chá de bebê ou chá de fralda?

14 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerQuando perguntam a minha opinião, nem penso muito, apesar de cada caso ser um caso. Chá de fraldas (eu fiz um misto de chá de bebê com fraldas, mas, se fosse hoje, faria somente de fralda). Fralda é o que mais o bebê vai ocupar, e o gasto é gigante para o bolso dos pais. Então, nada ajuda mais do que presentear os pais com muuuiiittttaaa fralda.

Aliás, sempre tive uma curiosidade em relação a fraldas. Meu pequeno só se adaptou a uma marca, e sempre fiquei pensando no porquê... As demais só vazavam e acabei desistindo logo... Conheço outras mães que também tiveram guris, e não se adaptaram com a fralda que usamos e só utilizam outras, que eu não conseguia utilizar. Será que a anatomia do bebê é que faz acontecer isso ou o problema estaria na forma de colocar a fralda... Uns bons anos depois (acho que nem sei mais trocar fralda...), sigo com a mesma dúvida cruel. Por que funciona para um bebê e não para o outro...

"Melhor" mesmo era no tempo da fralda de pano com a calça plástica para tentar evitar o vazamento...



Desejo é diferente de vontade

09 de dezembro de 2011 0

Nesses dias que se aproximam dos dois aninhos do pecolucho, volto no tempo e me pergunto o que me fez passar por tudo isso. Até então, eu nunca havia conseguido uma resposta racional para a pergunta que não fosse o clichezaço "amor incondicional e companhia limitada".

Até me deparar com a psicóloga Vera Maluf, autora do livro Fertilidade & Maternidade: o desejo de um filho (Editora Atheneu). Segundo a autora,

o desejo de gerar uma criança não basta, também é preciso ter vontade. Parece óbvio, mas não é: enquanto a vontade é construída pela consciência, disciplina, interação, um fator social. Já o desejo é mais intenso, é dado pela psiquê, libido, biologia, um fator natural.

E quando saber qual a hora certa?

Segundo a autora, a grande hora vem quando o casal começa a solucionar uma série de dúvidas e toma suas decisões . E, quanto mais consciente de dificuldades, percalços e atributos sobre essa aventura, mais acertada será sua posição sobre ter o bebê.

Legal, né?





Sequelas para o resto da vida

30 de novembro de 2011 0

Nereu de Almeida

São inúmeros os cuidados que os pais devem ter com os filhos. Num piscar de olhos pode acontecer um acidente para o resto da vida. Andréia Festugatto (foto), 40 anos, passou por uma situação semelhante. Quando tinha um ano e oito meses, ela engoliu uma bolinha de gude, que obstruiu o canal respiratório, causando um problema motor. Por conta deste acidente, ela sofreu uma lesão neurológica, e hoje faz equoterapia para melhorar sua qualidade de vida.

Paralisia cerebral, sequelas de doenças diversas, distúrbios ou atrasos motores, síndrome de down, autismo, depressão, timidez, dificuldade no aprendizado, stress, síndrome de pânico, fobias, hiperatividade e déficit de atenção são algumas das doenças tratadas pela instrutora de equitação para equoterapia Fabiana Maria Kintschner, 41 anos.

A instrutora trabalha na área há 10 anos e já atendeu cerca de 300 pessoas, sendo que atualmente tem 58 pacientes.

Conforme Fabiana, a equoterapia emprega o cavalo e as técnicas de equitação como agentes e princípios promotores de ganhos físicos, psíquicos e sociais. Também ajuda na formação da auto-estima.

– É maravilhoso perceber a melhora dos pacientes. Alguns não voltam a ter uma vida normal, mas aprendem a conviver com suas limitações – diz.

Desafio com os apressadinhos

08 de setembro de 2011 7

Porthus Junior

Os quilos perdem a importância, o que importa agora é o aumento diário dos gramas. Os imprevistos reforçam o medo dos pais, a esperança vai e vem, a tristeza mistura-se com a alegria. Quem tem filhos prematuros conhece bem o drama de deixar os pequenos em um incubadora rodeada de aparelhos. O bebê costuma ter alta do hospital somente após atingir os dois quilos. Confira abaixo exemplos de famílias que superaram essa luta:

Uma luta diária

Foto reprodução (E) e Porthus Junior (D)

Valentina nem parece aquele bebê que nasceu com apenas 590 gramas. Hoje, aos dois anos, a menina está com nove quilos. Segundo a mãe Fabiana Maria Restelatto Tadiello, é uma maravilha conviver com ela, pois está sempre de bom humor.

_ Ela continua a nossa ratinha. Somos cautelosos com o inverno, mas a vida é normal. Ela foi estimulada e não possui atrasos motores e cogntivos. Emocionalmente, nos surpreendemos com sua segurança e capacidade afetiva _ diz.

_ Todos os dias encarávamos como a luta do dia. Escrevia uma prece antes de sair de casa e cedinho esgotava a mama, depois passava o dia olhando para a minha filha, rezando e me fortalecendo. Ao seu lado eu ficava mais forte, não fraquejava, tinha bons pensamentos. Como poderia não pensar bem de quem estava lutando tanto para viver? _ explica.

O coração da mãe de primeira viagem disparou, de entusiasmo e insegurança, quando lhe deram permissão para pegar a filha ao colo pela primeira vez. Valentina tinha, então, um mês de vida.

_ A informação que eu tinha é que só poderia pegá-la quando atingisse um quilo. Porém, ao passar dos setecentos gramas, o médico deixou a Valentina ganhar seu primeiro colinho. Instantaneamente, ela se aninhou no meu peito e ficou bem calma. No colo eu tinha mais noção de como ela era miúda, pois a minha mão acolhia aquele corpinho quente_ conta.

_ Eu não tinha o direito de duvidar de que ela conseguiria _completa.

'Estarmos vivos hoje é um milagre'

Foto reprodução (E) e Daniela Xu (D)

Já com a dona de casa Bárbara Frubel Schaurich, 35 anos, além de se preocupar com o pequeno Emanuel, também precisou de ajuda, pois  passou por maus momentos ao ganhar o menino. O histórico de hipertensão da mãe fizeram com que o menino nascesse aos cinco meses e 20 dias de gestação pesando apenas 880 gramas.

Bárbara lembra que só conseguiu ver o filho após sete dias. Pegou-o no colo somente com um mês de vida, pois passou muito mal após o parto. Em função de convulsões, a mãe acabou indo para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

_ Estarmos vivos hoje é um milagre _ desabafa.

A mãe completa que o pulmão de Emanuel precisou ser amadurecido com uma injeção de corticóide, pois é o último órgão a se desenvolver.

_Também tive depressão pós-parto durante oito meses. Após um ano e seis meses do nascimento, ainda faço terapia _ conta.

Filhos são tesouros, não lixo

28 de julho de 2011 18

Lembram da moça que tinha medo de ser mãe que a Livia nos contou?

Será que esta mãe que é notícia nacional nesta quinta-feira não deveria ter pensado antes de engravidar pela quarta vez?

Ou será que se trata de depressão pós-parto?

Não sei responder, mais só sei que é mais uma entre as tantas histórias horríveis envolvendo crianças.

Quem ainda não viu esta notícia, de uma olhada nesta matéria no G1.


http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/mae-que-disse-ter-encontrado-bebe-na-lixeira-respondera-em-liberdade.html

Em casa depois de seis meses no hospital

21 de julho de 2011 13

Divulgação


Com 23 semanas de vida as chances de sobrevivência eram de apenas 6%. Mas contra todas as previsões, Vitor Leonel completou seis meses em casa junto ao pai e a mãe.

Mas até chegar a esta fase foi uma longa batalha. No dia 15 de janeiro a dona de casa, Nelzi Bitencourt, deu entrada no Hospital e Maternidade Santa Luiza em Balneário Camboriú. Sentiu que o drama de abortos involuntários aos quais já havia passado estava se repetindo. Era a quarta tentativa do casal. Todas as anteriores tiveram o mesmo fim. A interrupção da gestação por problemas enfrentados pela mãe.

O bebê nasceu com 640 gramas e 30 centímetros. De acordo com os médicos que acompanhavam o caso, estavam diante de um quadro grave.

De acordo com a mãe, entra em cena o primeiro anjo: "a obstetra Eloisa Regina Goulart não desistiu dele em nenhum momento" lembra dona Nelzi.

Mas o quadro não se alterava e no terceiro dia de vida os médicos informaram que era hora da despedida. Dona Nelzi ingressou na UTI Neonatal. Devota de Nossa Senhora Aparecida se agarrou a fé. Junto ao filho fez um pedido. Que ele lutasse porque estaria sendo protegido pelo manto sagrado da Santa. Nas palavras dela os minutos seguintes foram de uma conversa que tem apenas a Santa de testemunha: "Meu filho não desiste, a mamãe precisa de você".

A partir daí ela tem certeza de que a melhora no quadro de saúde do bebê foi gradual e constante. No final do mês de fevereiro um sinal de que as coisas estavam realmente diferentes. Sem nunca ter visto o rosto do filho, que deveria permanecer com os olhos cobertos na incubadora, os médicos retiraram a proteção. Foi então que ela pôde olhar e verificar que Vitor Leonel era parecido com o pai.

Osni Bitencourt trabalhava durante o dia. Depois do expediente percorria os 40 quilômetros entre as cidades de Navegantes e Balneário Camboriú para visitar o filho. Neste dia a emoção foi ainda mais forte. O que era uma esperança passou a ser encarada como uma certeza: "Ele vai pra casa logo" lembra o casal.

Na primeira semana de julho a confirmação de que isso estava próximo de acontecer. Ele foi transferido para um quarto e a mãe pôde enfim viver a rotina de passar a madrugada cuidando o filho. "Foi um dia incrível. Uma experiência muito boa. Ele é muito tranquilo, um anjo. E passa muita força" conta a mãe.

Nesta segunda feira (18.07) Vitor Leonel completa uma semana em casa. Hoje o bebê tem 47 centímetros e pesa em torno de 4,5 kg's.

Uma certeza de que a medicina evoluiu. Mas que a esperança supera todos os obstáculos.


Divulgação

2ª Feira Bebê & Cia

05 de abril de 2011 0

A maior feira de gestantes, bebês e crianças do Rio Grande do Sul está de volta. A 2ª edição da Feira Bebê & Cia será realizada de 6 a 10 de abril, no Shopping Iguatemi, em Porto Alegre, com entrada gratuita, das 10h às 22h.

Além da exposição de 51 marcas de produtos e serviços, a feira que começa nesta quarta-feira traz palestras, desfiles, apresentações e muitas novidades. Estarão expostos itens de enxoval, móveis, decoração e moda infantil.

Para a criançada, há muitas atrações como shows temáticos com personagens infantis, teatro de fantoche e oficinas de dança. Entre os temas das palestras, amamentação, utilização das células-tronco do cordão umbilical, comportamento do feto e educação bilingue.

O evento é organizado pela Zero Hora e T4B Marketing e está dividida nos seguintes setores:
Saúde da Mamãe: amamentação, clínicas de ginecologia e obstetrícia, clínicas de ultrassonografia, laboratórios de análises clínicas, exames de DNA, nutricionistas, psicólogos e maternidades

Beleza e Bem-Estar: dermatologistas, medicina estética, dentistas, academias de ginástica e hidroginástica, salões de beleza, lojas de colchões e spas
Saúde do Bebê: clínicas de pediatria, transplantes de células-tronco, laboratórios infantis, clínicas de oftalmopediatria, clínicas de vacinação, clínicas de teste do pezinho e da orelhinha, médicos alergistas e odontopediatria
Compras e Serviços: lojas de gestantes, lojas de bebês, lojas de crianças, arquitetos, babás, lojas de decoração e móveis, festas infantis, salões de beleza, lojas de roupas, lojas de brinquedos, livrarias, estúdios fotográficos, escolas, creches, escolas de natação, balé e música e escolas de línguas

A feira promoverá arrecadação de brinquedos que serão destinados a instituições de assistência a bebês e crianças.

Interessante, não? Dê uma olhada na programação completa abaixo:

A PROGRAMAÇÃO
Palestras

Quarta-feira, 6 de abril

15h - PALESTRA LUZ MATERNA: Musicalização para Bebês. Desenvolve com alegria, ritmo e sensibilidade a música nos bebês de 0 a 3 anos. Com a professora Manoela Lampert

19h - PALESTRA AMAMENTA: "Amamentação sem mistérios", com as nutricionistas consultoras em aleitamento materno, Rosane Baldissera e Rafaeli Arrugetti

20h - PALESTRA LUZ MATERNA: Shantala, a tradicional arte de Massagem para bebês. Ajuda a relaxar, previne cólicas.Transmite amor e segurança. Enriquece o vínculo entre mamãe/bebê/papai. Com Fabiana Panassol, professora de Shantala

Quinta-feira, 7 de abril

15h30min - PALESTRA LUZ MATERNA: Música para gestantes. A música é uma terapia durante a gestação, faz bem para a futura mamãe e o bebê, que percebe os sons desde a 20-21 semana. A música tem um efeito altamente positivo. Reduz a ansiedade, stress do dia a dia, também acalma o bebê. Com a professora Manoela Lampert

19h - PALESTRA LUZ MATERNA: YOGA PARA GESTANTES, indo além da preparação física.O acolhimento consciente na gestação, a entrega no Parto e a Maternidade no nascimento. Com Fabiana Panassol, professora de Yoga para gestantes

20h - PALESTRA AMARE: "Tentando engravidar: aspectos psicossociais da infertilidade"
com as psicólogas Alessia Carpes e psic. Larissa Pavanello

Sexta-feira, 8 de abril

19h - PALESTRA HEMOCORD: "Criopreservação de células-tronco de sangue de cordão umbilical: o que você precisa saber a respeito", com a palestrande Aline Figueiredo

20h - PALESTRA AMARE: "Estou grávida, quem é esta mulher?", com as psicólogas
Alessia Carpes e Isabel Guidolin

21h - PALESTRA LUZ MATERNA: SHANTALA, a tradicional arte de Massagem para bebês. Ajuda a relaxar, previne cólicas.Transmite amor e segurança. Enriquece o vínculo entre mamãe/bebê/papai. Com Camila Winter, professora de Shantala
Sábado, 9 de abril

Sábado, 9 de abril

13h _ PALESTRA LUZ MATERNA: YOGA BABY é o Yoga para Mamãe e Bebê. Fortalece o vínculo entre ambos. Estimula os movimentos naturais do corpo do bebê e da mamãe. Relaxa. Previne depressão pós parto. Com Camila Winter, professora de Yoga baby

14h - PALESTRA ECOMOINHOS: "Comportamento fetal: a vida antes de nascer", com Dr. Raul Moreira Neto

15h - PALESTRA CORDCELL: "A importância do armazenamento das células-tronco de sangue do cordão umbilical", com

16h - PALESTRA UPKIDS SCHOOL: "Educação Bilingue", com Leticia Mello da Silva. Fonoaudióloga, Neuropsicóloga, especialista em Desenvolvimento Cognitivo

17h - PALESTRA AMARE: "Eu conto as horas pra poder te ver - o fim da licença maternidade", com as psicólogas Aline Engelke e Alessia Carpes

18h - PALESTRA LUZ MATERNA: YOGA PARA GESTANTES, indo além da preparação física.O acolhimento consciente na gestação, a entrega no Parto e a Maternidade no nascimento. Com Fabiana Panassol, professora de Yoga para gestantes

Domingo, 10 de abril
15h - PALESTRA ECOMOINHOS: "Comportamento fetal: a vida antes de nascer", com Dr. Raul Moreira Neto

16h - PALESTRA LUZ MATERNA: A DOULA e o PARTO nos dias de hoje. Quem é a Doula? O que ela faz? Quais as vantagens em se ter uma Doula no Parto? Com Fabiana Panassol e Camila Winter, doulas certificadas pela ANDO ( Associação Nacional de Doulas) e Ana Cláudia Codesso, médica ginecologista/obstetra

17h - LUZ MATERNA: RODA DE CONVERSA e RELATOS SOBRE PARTO. Trocando experiências com as futuras mamães. Com Fabiana Panassol e alunas da Luz Materna.

PROGRAMAÇÃO NO PALCO
"Discovery Kid's"
Alguns dos mais lindos personagens da Discovery Kid's irão invadir sua festa e encantar crianças e adultos. Um lindo show comandado pelo cachorrinho mais animado da "telinha", DOKI, coreografias e muita diversão com: STEFANI e SPORTACUS do Lazy Town, TASHA, UNIQUA e PABLO dos Backyardigans e claro, não poderia faltar a turma do BARNEY, BJ e BABY BOP. Duração 25 min.

"A Princesa Minnie e Os Três Mosqueteiros Mickey, Donald e Pateta"
A Clássica história dos Três Mosqueteiros nunca foi tão divertida. Acompanhe os inseparáveis Mickey, Donald e Pateta quando eles resolvem ser mosqueteiros e têm que proteger a Princesa Minnie das garras do dissimulado Bafo de Onça. Aprenda valiosas lições sobre amizade e o verdadeiro sentido de "UM POR TODOS E TODOS POR UM!". Duração 30 min.

"Halloween com os Vilões da Disney"
O halloween mais surpreendente de todos os tempos, com a participação dos maiores vilões da Disney: Malévola, Capitão Gancho, Madrasta da Branca de Neve e Jack.... no final do show a inesperada visita das princesas da Disney. Duração 25 min.

" As Aventuras de Peter Pan"
Peter Pan é um menino igual a tantos outros, mas que não quer ser adulto. É então que conhece a sua fada madrinha, a carismática Sininho, que o ajuda a fugir para a Terra do Nunca. Nesta história repleta de fantasia, aventura, personagens inesquecíveis, música e pozinhos mágicos. Vive ainda o terrível Capitão Gancho. Participe desta inesquecível aventura. Duração 20 min.

SHOWS
06/04 - Quarta

14h.- Teatro de Fantoches.
15h30min _ Oficina de Dança (Hi5, Xuxa Só para Baixinhos, Patati Patatá...).
17h30min - Show A Princesa Minnie e Os Três Mosqueteiros Mickey, Donald e Pateta.
19h30min _ Show Temático _ As Aventuras de Peter Pan.

07/04 _ Quinta
14h- Teatro de Fantoches.
15h30min Oficina de Dança (Hi5, Xuxa Só para Baixinhos, Patati Patatá...).
17h30min _ Show Discovery Kids. (Doki, Barney, Baby Bop, BJ, Stefani, Sportacus, Pablo, Uniqua e Tasha).

19h30min _ Show Halloween com os Vilões da Disney e a Visita das Princesas

08/04 _ Sexta
14h _ Teatro de Fantoches.
15h30min Oficina de Dança (Hi5, Xuxa Só para Baixinhos, Patati Patatá...).
17h30min - Show Temático Os Três Proquinhos.
19h30min _ Show A Princesa Minnie e Os Três Mosqueteiros Mickey, Donald e Pateta.

09/04 _ Sábado
11h- Teatro de Fantoches.
13h30min - Oficina de Dança (Hi5, Xuxa Só para Baixinhos, Patati Patatá...).
15h - Show Discovery Kids. (Doki, Barney, Baby Bop, BJ, Stefani, Sportacus, Pablo, Uniqua e Tasha).
17h - Show As Aventuras de Peter Pan.
19h - Show Halloween com os Vilões da Disney e a Visita das Princesas.

10/04 _ Domingo
14h30min - Show Temático Os Três Porquinhos
16h30min - Show Discovery Kids. (Doki, Barney, Baby Bop, BJ, Stefani, Sportacus, Pablo, Uniqua e Tasha).
18h - Oficina de Dança (Hi5, Xuxa Só para Baixinhos, Patati Patatá...).

Fale com ele

23 de março de 2011 6

Ando confusa.

Ás vezes penso que o pecurrucho é um grande sábio do alto dos seus 14 meses, que não fala mas entende a tudo e a todos. E está só nos enganando...

Quando fico com ele sozinha, o que acontece bastante, não raro me assusto com o seu olhar para mim, supercomunicativo. Eu digo:

_ A mamãe precisa lavar a louça, fica aqui sentadinho que eu já volto, tá? Não mexe em nada!

Ele me olha, fica meio contrariado, e... consente.

Me escondo atrás da porta e fico só espiando. Não é que o safado me obedece?

Outra situação é quando eu digo:

_ Filho, a mamãe está morta de cansada... Por favor, coopera comigo, vai? (porque se deixar ele fica pra lá e para cá até a meia-noite)

Falo bem firme, olhando dentro dos seus olhinhos. E aos poucos ele vai desistindo de querer se pendurar no teto.

Esses dias uma leitora disse uma coisa muito certa. Na hora da separação, na creche, não dê as costas e saia, deixando o bebê chorando até parar, como manda a tradição antiga.

O mesmo na hora de dormir. É uma violência o que aquelas nanny´s fazem, deixando a criança chorando no berço, de porta fechada, para eles se acostumarem a dormir na caminha deles.

Criança não é bicho, peloamordedeus.

Na dúvida, fale com ele.








Bebê abandonado...

15 de março de 2011 5

O bebê tinha o rosto coberto por picadas de insetos. Um pequeno machucado na pálpebra direita e outro na cabeça. A roupa azul estava um pouco grande para o corpo mirrado da menina que aparentava ter entre dois e quatro meses. Pela esperteza, parecia mais. O sorriso fácil esconde um passado recente que seria melhor esquecer.

A pequena foi encontrada sozinha num barraco na periferia de Santa Maria durante a madrugada de domingo. A mãe seria usuária de crack, a situação ainda não foi bem esclarecida. A menina foi encaminhada a uma instituição que abriga crianças em situação de risco. Ela chegou muito suja e com fome. No local, recebeu atendimento médico e, aos poucos, está se acostumando ao novo lar.

A criança está sob a tutela da justiça e ficará temporariamente na instituição. O conselho tutelar está a procura da mãe. A polícia civil abriu inquérito para investigar o caso e deve indiciar os responsáveis por abandono.

Eu vi a menina, é uma garotinha linda e simpática. Nunca gostei de cobrir esse tipo de assunto e agora, como mãe, menos ainda.

Não me sinto autorizada, nem capacitada para julgar a mãe, o pai ou seja lá quem for o responsável pela pequena.

Não consigo tirar da cabeça a imagem daquele bebê indefeso que não tem culpa de estar nesse mundo.

Torço profundamente para que, no futuro próximo, a menina cresça num ambiente saudável e feliz.

Bebê também sente medo

17 de dezembro de 2010 0


Sentir medo é comum na infância, mesmo que os pais não entendam os motivos. De acordo com especialistas, o sentimento geralmente faz sentido quando os pequenos percebem que os pais estão longe - a reação é entrar em pânico e começar a chorar. Isso dispara o alarme e ajuda a aumentar as chances de resgate. Além disso, as crianças são sensíveis à exposição a estímulos excepcionalmente fortes ou repentinos que perturbam a paz e tranquilidade de seu mundo, como explica Desmond Morris, autor do livro Meu Bebê.

Medo de barulho
Quando viajam de avião com bebês muito pequenos, os pais percebem que ataques de choro ocorrem durante a decolagem e aterrissagem. Isso ocorre porque o ouvido do bebê é delicado e se machucam devido ao estrondo repentino e por causa da pressão que é exercida em seus tímpanos com a mudança de altitude.

Medo de cair
O bebê reage assustado a qualquer mudança de posição radical e inesperada. Os movimentos tensos e bruscos da mãe nervosa ou agitada dizem para seu bebê recém-nascido que existe algum perigo por perto. Se a mãe deixar o bebê com a avó, ela o segurará com carinho, até que ele se sinta novamente seguro e consiga relaxar. Todos os bebês se acalmam com movimentos suaves, lentos e carinhosos.

Medo de estranhos
Por volta dos seis meses, o bebê não distingue a diferença entre parentes próximos e estranhos e fica feliz se qualquer um o pega no colo. Contudo, a partir dos seis meses, ele começa a reconhecer as pessoas mais próximas e mais querida e as identifica como indivíduos. Também as estranha com mais facilidade.
Os gritos são angustiantes para parentes que fazem visitas ocasionais e que acabam não entendendo por que o bebê o estranha e tem reação tão negativa. Nesses casos, a pessoa é classificada como um perigo. Mais tarde, a criança aprenderá que os estranhos também podem ser amigos, mas isso não pode ser apressado.

Medo de se perder
Quando o bebê se transforma em uma criança móvel, ele adora explorar, mas sempre tenta ficar de olho nos pais. Se, de repente suas explorações o afastam da vista dos seus protetores, se inicia um momento de pânico, e ele corre de volta para eles. Se ele se perde no meio de uma multidão, o pânico pode se tornar desespero, que só passa com a chegada dos pais. De fato, ele passou por um medo em dobro: o da ansiedade de separação e da ansiedade de estar com um estranho.

Medo de escuro
Se a criança chora quando é deixada sozinha no quarto, com a luz apagada, é possível que ela não tenha medo do escuro, mas da separação do protetor. Por isso, acender a luz durante a noite não resolve o problema. Para o bebê, não é natural que os pais o deixem sozinho. Seu choro intenso pode fazê-lo perceber isso. Quando a criança tem cerca de dois anos, sua imaginação começa a criar monstros escondidos debaixo da cama, no quarto escuro.

Alimentação do bebê no primeiro ano - O que toda mãe precisa saber

12 de novembro de 2010 1

Título sugestivo do material enviado para o blog pela assessoria de imprensa da  Nestlé Brasil. Muito interessante para quem está em voltas com a papinha. Confira o material enviado pela CDN - Comunicação Corporativa.

Alimentação até os 6 meses
Diversos estudos têm comprovado cientificamente a importância da alimentação correta do bebê na primeira infância, que tem se mostrado determinante na prevenção da obesidade e no risco de desenvolvimento de doenças, como as cardiovasculares. Independente de todos os avanços da indústria, o leite materno continua a ser a primeira recomendação para uma dieta normal do bebê nos primeiros seis meses de vida. Somente a partir de então é recomendada uma alimentação complementar.

Depois dos 6 meses
O médico pediatra Prof.Dr. Jayme Murahovschi explica que a dieta normal (completa, suficiente, equilibrada e adequada) do bebê nos primeiros seis meses de vida deve ser constituída por um único alimento _ o leite da própria mãe, de acordo com as necessidades do bebê. "Na ausência irremediável do leite materno, a mãe não deve oferecer leite de vaca ao bebê, mas sim procurar o pediatra que poderá recomendar a fórmula infantil adequada para aquela criança. As principais entidades internacionais de saúde (OMS, AAP, ESPGAN, SBP) não recomendam o leite de vaca integral, seja na versão in natura ou pó, durante o primeiro ano de vida", afirma.

O leite de vaca integral

A introdução do leite de vaca integral no primeiro ano de vida do bebê, em substituição ao aleitamento materno, é um dos erros comuns praticados pelas mães e pode gerar sérias complicações à saúde da criança. De acordo com a dra. Roseli Saccardo Sarni, presidente do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, a anemia carencial ferropriva é uma das doenças que acomete de 40% a 80% dos lactentes e decorre do consumo do leite de vaca integral, aliado a uma alimentação complementar pobre em alguns nutrientes, entre eles o ferro. "O leite integral contém valores inadequados de vitaminas e um teor reduzido de ferro, insuficiente às necessidades do organismo, além de componentes que inibem sua absorção, como o alto teor de cálcio."
A anemia carencial leva, a longo prazo, a outras complicações como processos infecciosos, sequelas no sistema cognitivo e motor e comprometimento do crescimento pondero-estatural da criança. "Além disso, grande parte do desenvolvimento do cérebro acontece no primeiro ano de vida. E o leite integral é pobre em ácidos graxos essenciais, como o linoléico, o que pode comprometer o processo de maturação do sistema nervoso central", completa a pediatra.

A hora de complementar a alimentação

O Dr. Murahovschi enfatiza que após os seis meses de idade, o leite deixa de atender completamente as necessidades do bebê e os especialistas recomendam, a partir de então, uma alimentação complementar que tem como objetivos principais ser nova fonte de alimentos ricos em ferro, zinco, cálcio, folatos, vitaminas A e C; além de acompanhar e estimular o desenvolvimento da criança que deve entrar em contato com alimentos diferentes em relação à:
cor: do branco (leite) para alimentos coloridos;
sabor: do doce para o salgado (isso se refere ao próprio sal do alimento, não se deve adicionar sal);
espessura: do líquido para o pastoso, depois para pedacinhos e finalmente alimentos sólidos;
uso da colher e posteriormente mastigação

Como deve ser a dieta

Segundo o Prof.Dr. Murahovschi, na prática, isso se consegue substituindo uma, e depois duas, mamadas pela dieta complementar que deve ser constituída de:
carne: proteína, ferro, zinco
hortaliças: de folhas = verduras e não folhosos = legumes
vitamina A, C, cálcio, ácido fólico, ferro, fibras
tubérculos: feculentos (tipo batata) e cereais (grãos tipo arroz): energéticos
leguminosas: (tipo feijões): proteína incompleta, energéticos
óleo vegetal
frutas (vitamina C, fibras)

A papinha caseira

O pediatra explica ainda que a papinha caseira, culturalmente adotada, é preferível desde que tenha a composição correta e seja feita e conservada com os cuidados adequados. Quando por motivos frequentes na sociedade moderna, em que a mãe tem tarefas profissionais, o uso de papas industrializadas pode ser adotado rotineiramente. "Um erro grosseiro é achar que qualquer alimento industrializado serve para o bebê. A indústria especializada e confiável desenvolve apenas papinhas especificamente para o lactente a partir do 6º mês, sem adição de sal, açúcares, conservantes e corantes, uma das grandes preocupações das mães", alerta. Acompanhando o desenvolvimento do lactente, as papinhas industrializadas são apresentadas sob forma de papinhas cremosas para o começo da alimentação complementar e depois em pedacinhos para estimular a mastigação. "É confortável para as mães saber que as recomendações existentes em relação à alimentação infantil são baseadas em estudos científicos constantemente atualizados e no uso de tecnologia avançada", diz o Dr. Murahovschi.

Uma receita de papinha caseira

(Início indicado aos seis meses de idade. De acordo com as circunstâncias, pode ser antecipada para os quatro meses)
A) Carnes (proteína, ferro) Iniciar com frango ou vaca. Depois: fígado, rim, coração.    Moída 50-100 g    
B) Hortaliças de folhas = verduras (Ferro, cálcio, vitamina C, A, ácido fólico, fibras)    
Alface, almeirão, agrião, couve, escarola, espinafre, brócolis, mostarda, repolho, serralha, rúcula, chicória, acelga, folhas de nabo e de beterraba.    1 folha verde-escura  (rica em ferro e vit. A) e 1 folha clara (rica em vit. C)    
C) Hortaliças sem folhas = legumes (vit. A, cálcio, ferro, ácido fólico, fibras) Cenoura, abobrinha, beterraba, berinjela, vagem, mandioquinha, couve-flor, nabo, aipo, aipim, quiabo, chuchu, pepino. Usar 2 ; variar.  Cozer em pedaços grandes ou inteiros    
D) Feculentos (calóricos/energéticos)    Batata, cará, inhame, mandioca, macaxeira. Cozer com casca e descascar depois de cozido    
E) Cereais (proteínas incompletas, energéticos)    Arroz (integral), aveia, fubá. 2 colheres das de sopa,  preferir os cereais integrais    
F) Leguminosas (proteínas, ferro, fibras vegetais)    Feijão, ervilha, lentilha,  grão de bico, soja.    1 colher das de sopa. Iniciar aos 7 meses

Modo de preparar

Levar ao fogo 1 litro de água, os temperos (rodelas de tomate, cebola, salsa ou folhinhas de manjerona, manjericão, cebolinha, alecrim, coentro), a carne e pelo menos 1 alimento de cada lista B, C, D, E, F, variando o mais possível. Cozinhar bem, tudo junto, em fervura branda (panela tampada), até evaporar quase toda a água. Passar em peneira /processador. A consistência da sopa deve ser a mais espessa que a criança aceitar (pirão). O resto de carne bater no liquidificador e juntar à sopa    
Na hora de servir, acrescentar 1 colher das de chá ou de sobremesa de óleo ou azeite ou manteiga levemente tostada (variar entre os 3) e suco de limão. Não é necessário adicionar sal.

Onde preparar: de preferência em panela de ferro; se não for possível: panela de barro ou de ágata.

Quanto: iniciar com pouco e aumentar até 150 a 200g; dar às colheradas, sem forçar.

Qual o horário: o do almoço (11 ou 12 horas)

Edipinho, cade você?

11 de novembro de 2010 0

Sabe aquele filme Olha Quem Está Falando, com o John Travolta, em que os bebês falam entre eles, e os adultos não entendem?

Ah, como eu queria poder ouvir o picolucho. Só um pouquinho.

Que diga que me ama, o que quer comer, que dor está sentido, que está p. da vida.

É. Às vezes a comunicação não-verbal cansa.

E a gente se depara com uma sensação de impotência, principalmente quando eles miam, choram e a gente acha que nada está bom, que está fazendo errado, e etc, etc e etc.

E pega no colo, e nada. E dá comida, e nada.

_ Poxa filho, "fala" para a mamãe o que você quer.

Ãham.

E, assim como no filme, ele deve pensar:

_ Que mulher louca, essa! Me tirem daqui!

Mas por enquanto, vou me contentando com os sorrisos faceiros.

Que não são poucos, para a nossa sorte.







Cinema de graça e muito mais

10 de novembro de 2010 0

A equipe do programa Primeira Infância Melhor (PIM), que organiza a VIII Semana do Bebê, acertou para o dia 22 deste mês uma atração especial.

Nesta data, será oferecida àquelas mães que nunca foram ao cinema a oportunidade de assistirem a um filme numa sessão marcada para as 14 horas. Em uma sala especialmente preparada no Bourbon Country, em Porto Alegre, será projetado o filme "Antes que o Mundo Acabe" para 120 mães - selecionadas pelas prefeituras com o PIM implantado - com bebês de até 18 meses.

Para garantir conforto aos pequenos, na sala haverá trocadores de fraldas, temperatura amena, som baixo e luzes acesas. O objetivo do CineMaterna é proporcionar a reintegração social das mães através da cultura.

A Semana do Bebê começa no dia 20, com o Dia do Bebê, na Redenção, que tem, entre os destaques, a passeata dos bebês e o projeto Mil Mães Amamentando. Para participar, é só aparecer no parque nos horários previstos na programação.


Mais um tombo...

25 de outubro de 2010 1

Hoje, na hora do almoço, um novo tombo... A pequena estava do meu lado. Me distraí, quando percebi já era tarde demais. Ela tinha pulado de cabeça. O tapete amenizou a queda, mas o susto foi grande. A Antonela não parava de chorar.

Peguei no colo, afofei, ninei, nada parecia acalmá-la.

O pai chegou e também tentou amenizar o impacto, não adiantou.

A mágoa parecia não passar nunca. As lágrimas só sessaram uns dez minutos depois, mas o ranço demorou mais a passar.

O peso da culpa me caiu sobre os ombros...

Sou distraída e despreocupada por natureza...

Sempre penso que nada vai acontecer.

Mas e se fosse algo mais grave?

Sem dúvida, nunca iria me perdoar.

Não sou de fazer drama, mas acho que é um aviso para seguir com mais persistência aquele conhecido ditado: "com criança não se pode desgrudar o olho um segundo sequer".


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