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Posts com a tag "crianças"

Cenário de assustar...

06 de agosto de 2012 3

Todos os posts de Fabiana SparrembergerUma criança de uns 8 ou 9 anos rola no chão, sujando todo o uniforme escolar e, de quebra, suando às bicas.

Outra é molhada por um coleguinha com um copo de água recém retirado do bebedouro.

Um menino empurra o outro, e a “vítima” acaba sendo “interceptada” por uma lata de lixo, mas não escapa de sofrer alguns ferimentos.

Um grupo de crianças se pendura no sistema de iluminação do corredor (uma espécie de lâmpada dentro de um globo) e acaba levando-o até o chão.

A correria de um lado para o outro é cena comum, corriqueira, assim como são comuns as roupas sujas, o “suador” por todo o corpo, evidenciado pela face vermelha e a água escorrendo.

Uma criança chuta a mochila da outra, sem dó nem piedade.

E todas as cenas acima acontecem no pátio da escola, antes de bater o sinal para o começo das aulas.

Poucos pais ou responsáveis acompanham os filhos pequenos até a hora de eles entrarem na sala de aula.

E os que estão ali já não se “apavoram” mais com o cenário descrito.

A mãe que repassou o relato não consegue acompanhar a filha até a escola porque trabalha no horário – é o pai que faz isso diariamente (e relata, também impressionado, o que costuma acompanhar). Ela disse, que mesmo sabendo que isso acontecia, ficou chocada ao acompanhar tudo ao vivo.

Pergunta-se, incrédula: cadê os pais dessas crianças? E se questiona se isso é assim em todas as escolas. Em sua “pesquisa” a todos os amigos e conhecidos, já recebeu inúmeros relatos de outras mães e pais que o cenário é exatamente o mesmo em vários colégios, particulares ou não (você também constata isso na escola do seu filho?).

Ela me sugere que, por meio do blog, eu convide os pais a visitar mais a escola dos filhos, principalmente nesse horário de entrada.

Seria uma lição e tanto, garante a mãe.

Órfãos de pais vivos...

04 de junho de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerEssa eu ouvi em uma emissora de rádio já faz algum tempo, mas é um relato que não me sai da cabeça. Um dos coordenadores do Centro de Valorização da Vida (CVV), que é um serviço gratuito de prevenção ao suicídio e também de apoio emocional, comentava que muitas crianças procuram ajuda.

E uma delas, em especial, chamou a sua atenção. Ela queria saber do atendente o que tinha de fazer para que os pais lhe dessem atenção, já que eles não tinham tempo para ela. Queria que o ajudante que estava do outro lado da linha lhe desse uma fórmula mágica para que ela se tornasse visível aos olhos dos que deviam ser os seus protetores e cuidadores.

O relato foi bem breve, mas ficou na minha cabeça. Menores abandonados dentro da própria casa… Pequenos cuja companhia não são os amigos imaginários e, sim, a solidão… Órfãos de pais vivos, tem algo mais triste?

A partir daquele dia, eu e o guri incluímos nas nossas orações o pedido para que “nenhuma criança seja abandonada pelos pais e nunca se sinta sozinha”. O pequeno perguntou o porquê, eu expliquei, mas ele não entendeu muito bem como aquilo era possível. “Não faz mal, querido, a mãe também não entende”.

Duas novas vacinas

18 de janeiro de 2012 0

Hoje o Ministério da Saúde divulgou que a partir do segundo semestre, serão introduzidas as vacinas pentavalente e a pólio inativada.

Neste ano, o país amplia o calendário básico de vacinação com a introdução da vacina injetável contra pólio, feita com vírus inativado. A nova vacina será utilizada no calendário de rotina, em paralelo com a campanha nacional de imunização, essa realizada com as duas gotinhas da vacina oral. A injetável, no entanto, só será aplicada para as crianças que estão iniciando o calendário de vacinação.

Outra novidade para 2012 será a vacina pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B). Atualmente, a imunização para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.

A introdução da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), com vírus inativado, vem ocorrendo em países que já eliminaram a doença. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), no entanto, recomenda que os países das Américas continuem utilizando a vacina oral, com vírus atenuado, até a erradicação mundial da poliomielite, o que garante uma proteção de grupo. O vírus ainda circula em 25 países. O Brasil utilizará um esquema sequencial, com as duas vacinas, aproveitando as vantagens de cada uma, mantendo, assim, o país livre da poliomielite. A VIP será aplicada aos dois e aos quatro meses de idade e a vacina oral será utilizada nos reforços, aos seis e aos 15 meses de idade.

Calendário - A VIP será introduzida no calendário básico a partir do segundo semestre desse ano. As campanhas anuais contra poliomielite também serão modificadas a partir de 2012. Na primeira etapa – a ser realizada em 16 de junho – tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa – que ocorrerá em agosto – todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação. A caderneta será avaliada para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.

Esquema sequencial da vacinação contra poliomielite

2 meses – Vacina Inativada poliomielite – VIP

4 meses -  VIP

6 meses -  Vacina oral poliomielite (atenuada) – VOP

15 meses – VOP

Pentavalente: A inclusão da vacina pentavalente no calendário da criança também será feita a partir do segundo semestre de 2012. A pentavalente combina a atual vacina tretavalente (difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo b) com a vacina contra a hepatite B. Ela será produzida em parceria com os laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos e Instituto Butantan. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.

Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre 4 e 6 anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina hepatibe B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical.

Heptavalente – No prazo de quatro anos, o Ministério da Saúde deverá transformar a pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite e meningite C conjugada.

Escorregador ao contrário

17 de janeiro de 2012 10



Todos os posts de Livia Meimes

Sabe aquela mãe que deixa fazer quase tudo, que pira junto, faz bagunça, vira criança?

Prazer.

Mas uma coisa eu parei de fazer: frequentar parquinhos públicos em horários de movimento, porque nunca mais consegui embalar meu filho tranquilamente no balanço. Definitivamente, não dá para misturar bebês com crianças mais velhas. Esse tipo de experiência tem sido muito desagradável, pois os mais grandinhos não respeitam os pequeninhos e a culpa é dos pais. Eu entendo perfeitamente que eles estejam a mil por hora, que queiram subir no escorredor pelo lado contrário, atropelar quem estiver por perto, jogar areia e se pendurar nos brinquedos das formas mais criativas possível, mesmo que sem más intenções. Mas em se tratando de espaço público, minha gente, é complicado. Os pais deveriam ficar mais atentos aos outros, lembrar que aquele local está disponível para todos e não só para seu reizinho.

Pronto, falei.

Cada criança é uma arma em potencial, diz professor

23 de novembro de 2011 6

O título deste texto é de um artigo publicado nesta quarta-feira, na página de Opinião do Diário de Santa Maria.

É de Cézar Abade, professor e escritor.

Para aqueles que acreditavam que as crianças eram inocentes, agora já estão mudando os conceitos. Estudos revelam que as crianças, cujos pais puxam pela inteligência desde cedo, mostram-se dotadas de um aprendizado extraordinário. Sabe-se, hoje, que as crianças dos zero aos 6 anos têm um aprendizado maior que um adulto em total ignorância. Acredita-se, também, que tudo isso é devido à cabecinha das crianças estarem desprotegidas do senso de defesa que o adulto tem após grandes aprendizados, o que realmente as tornam inocentes, porém, sábias.

Outro dia, passei por uma experiência familiar que me coloca entre as pessoas que acreditam que uma criança é uma arma em potencial e que deve ser manuseada, digo, ensinada por pessoas adultas preparadas e com um grau elevado de bons interesses, o que muitos pais deixam a desejar. Passeava no centro de Santa Maria, com minhas filhas e minha netinha de, percebam a precocidade, 1 ano e 5 meses.

Minha neta corria por uma loja quando deparou com outra criança, mais crescida, que eu disse ser sua nova amiguinha. Ela, após analisá-la, ofereceu os lábios para beijá-la, como ensinada. Para surpresa, a menininha solitária enveredou-se para um manequim, que se estatelou ao chão. Logo o pai correu para socorrê-la, assim como fez um funcionário dizendo que repararia o acontecido. Na sequência, vendo que eu explicava à netinha que não se deve mexer nas coisas, olhou para ela a me confirmar, e disse: “Isso não se faz!”, balançando o dedo em reprovação.

Tamanha foi a indignação de Fernandinha que, feita adulto, começou a chorar aos prantos. O funcionário tentou consolá-la dizendo que sabia que não fora ela, que o desculpasse. A loja inteira foi ao delírio ao ver uma reação de justiça partir de uma criança. A mãe que estava no caixa a levou para fora, comprando-lhe um sorvete, insuficiente. Tive o pedido de desculpas por várias pessoas da direção e funcionários, e temo pelo futuro do fiel trabalhador que fez o certo, porém, seu infeliz comentário soou como reprovação externa, e ela não se sentia culpada.

Precisamos de pais mais enérgicos e preparados que ensinem valores, que não descuidem dos seus rebentos em favor da moral e dos bons costumes. Alerto aos pais de ocasião que seus filhos estão nascendo no século 21, na era da informática, na era do continuar ensinando. Somos nós os responsáveis pelo futuro da nação e do planeta. Ninguém pode se furtar de fazer a sua parte. Ou daqui a pouco veremos as crianças nos ensinando em casa como já acontece por aí. Não fiquem surpresos com o aprontar das crianças de hoje e acompanhemos dia a dia a sua evolução, ou as perderemos para o primeiro espertinho e mal-intencionado que aparecer. É o prêmio pela evolução que caminha a passos galopantes. Não sejamos nós a amarelar.


Vem aí a 2ª Expobaby & Kids

23 de novembro de 2011 0

Santa Maria recebe, durante cinco dias, a segunda edição da Expobaby & Kids. Será de 2 a 6 de dezembro, no Monet Plaza Shopping (dias de semana, das 17h às 21h, e sábado e domingo, das 13h às 21h).

A feira é especializada em gestantes, bebês e crianças, e é voltada a produtos e serviços relacionados aos temas. Confira abaixo o cartaz do evento:


Para a criançada

08 de outubro de 2011 0

Abaixo, parte da programação do Dia da Criança em Santa Maria, que foi divulgada na edição deste fim de semana do Diário de Santa Maria.

3ª Doresfest _ Festa da Criança e da Primavera
Onde/quando _ Sede campestre do Clube Recreativo Dores, domingo, a partir das 10h
Quanto _ Participação restrita a sócios
Atrações _ Atividades esportivas, culturais e recreativas entre pais e filhos. Exposição de carros antigos da Associação de Veículos Antigos de Santa Maria, animação com palhaços e brinquedos recreativos e sorteio de brindes

Dia da Criança no Avenida Tênis Clube

Onde/quando _ Avenida Tênis Clube (Avenida Dois de Novembro, 1.290), domingo das 16h às 19h
Quanto _ Participação restrita a sócios
Atrações _ Desfile de moda infantil, apresentações artísticas, brinquedos infláveis e brincadeiras

Planeta Royal
Onde/quando _ No hall do Royal Plaza Shopping (Avenida Dores, 305), até o dia 14, das 10h às 22h
Quanto _ O valor para andar nos brinquedos varia de R$ 2 a R$ 5
Atrações _ Brinquedos e outras atrações, como pinturas nos rosto e escultura de balão (as duas últimas, apenas das 18h às 22h)

Mês da Criança no Monet
Onde/quando _ Espaço Cultural do Monet Plaza Shopping (Avenida Fernando Ferrari, 1.483)
Quanto _ De graça
Atrações _ Peças teatrais e atividades recreativas nos fins de semana, durante todo o mês de outubro

Como reciclar papel em casa

20 de setembro de 2011 3

Já deu para perceber que o assunto de hoje é meio ambiente. De forma fácil e divertida você pode ajudar a salvar o planeta. Divirta-se!

Ilustração Charles Segat

Material:

- Liquidificador

- Rolo de macarrão ou garrafa de vidro

- Peneira circular de 20 centímetros de diâmetro

- Bacia (na qual caiba a peneira)

- Pedaço de madeira lisa

- 1 litro de água

- 8 colheres de sopa de amido de milho

- 20 a 30 folhas usadas (ou páginas de revista)

Modo de fazer:

- Rasgue as folhas de papel em pedaços bem pequenos.

- Coloque no liquidificador o papel picado, água e amido de milho, batendo por dois minutos até obter uma massa pastosa.

- Caso a massa formada esteja muito líquida, colocar mais papel picado e amido de milho. Bater novamente a mistura. Despejar na bacia só quando estiver bem pastosa.

- Mergulhe a peneira nessa mistura de modo que parte dela forme uma camada na peneira. Retire a peneira com a mistura.

- Deixe secar ao sol. Antes que a massa seque totalmente, retire-a da peneira e coloque-a sobre um pedaço de madeira bem lisa.

- Estique a massa com um rolo de macarrão ou com uma garrafa de vidro, deixando-a bem fina.

- Coloque a mistura bem esticada de novo ao sol, para secar totalmente. Quando a massa esticada estiver bem seca, ela se soltará da tábua.

Está pronta a folha de papel reciclada!

Seu filho não obedece?

13 de setembro de 2011 3

Mamães, depois de me estressar muitos dias por conta do meu Gabriel, de um ano e seis meses, fui atrás de alternativas, pois ele é teimoso e a palavra NÃO está sendo bem difícil.

Ele tem certeza de que tudo o que ele quer tem de acontecer. Por exemplo, todo dia tenho de fechar a porta da área de serviço porque senão ele vai lá chutar a água e até comer a comida da cachorra. Já fiz de tudo, vou lá, explico tudo a ele, inclusive, tentei deixar a porta aberta para fazer de conta que nada está acontecendo, mas ele vai da mesma forma.

Sábado fui na casa de uns amigos e uma delas me disse que ouviu uma vez o seguinte: a cabecinha da criança funciona de maneira que quando ouvimos, por exemplo, “não pense em um elefante cor de rosa” e a gente pensa na hora, a deles é igual quando ouvem um “não”, daí é que querem ir mexer.

Se a criança tem até sete anos de idade, especialistas garantem que é possível estimulá-la com mais facilidade a obedecer.

Ilustração Fraga

Como eu, muitas mães sentem dificuldade em fazer com que os filhos obedeçam. Com ajuda de especialistas em educação e psicologia infantil, selecionei algumas dicas que vão acabar com essa tormenta e permitir um desenvolvimento mais tranquilo e saudável para o seu filho – e menos cansaço para você.

1. Eduque sem culpa

Entender que existem regras faz parte de um importante processo de aprendizagem da criança. Por isso, os especialistas são unânimes em afirmar: nada de tentar compensar a ausência por meio da superproteção ou de permissividade. “Ao perceber que os pais se sentem culpados, a criança pode adotar comportamentos manipuladores”, alerta a psicanalista Patrícia Nakagawa.

2. Crie um bom vínculo afetivo

Demonstre carinho, converse e brinque. Assim, você cria uma maior cumplicidade com a criança. Segura de que tem a atenção dos pais, ela aprende que não precisa recorrer à desobediência para chamar a atenção. Dessa maneira, quando você precisar impor uma regra, a criança compreenderá mais facilmente que há momentos em que ela deve obedecer. “Para criar um bom vínculo com uma criança não é preciso dar presentes ou mimar demais, mas brincar com ela”, afirma a psicóloga Suzy Camacho, autora do livro “Guia Prático dos Pais”. Ao chegar do trabalho, dedique pelo menos 15 minutos para brincar.

3. Valorize o papel da criança

Seu filho precisa conhecer a importância dele na família. Para isso, é bom que ele tenha o seu lugar reservado na mesa de jantar e seja ouvido pelos pais.

4. Crie uma rotina

Utilize o bom senso e estabeleça uma rotina para o seu filho. Uma rotina bem adaptada ao ritmo da criança reduz a ansiedade, faz com que ela se lembre de algumas tarefas cotidianas, como escovar os dentes após as refeições, e tenha um sono de qualidade.

5. Dê ordens claras

Dialogue sempre, use linguagem adequada à faixa etária da criança e tom firme. Ao dar uma ordem, olhe nos seus olhos da criança. É preciso persistência, mas psicólogos garantem que funciona: “Diga o que ela deve fazer uma única vez. Aguarde alguns minutos e verifique se ela já fez o que você pediu. Se não, pegue-a pela mão e a acompanhe na execução. Repita até que ela se condicione a atendê-lo”, diz Suzy Camacho.

6. Esteja preparado para lidar com a desobediência

Ao desobedecer, a criança busca uma satisfação momentânea, nem sempre o seu objetivo é afrontar o adulto. Por isso, aja com calma e firmeza. “Não se pode dizer não aleatoriamente, mas é fundamental sustentá-lo quando for preciso, pois a criança tem de saber que ela não pode pular uma janela ou não deve agredir o coleguinha”, ressalta Isabel Kahn.

7. Diante da birra, fique firme

Quando a criança começar a fazer birra, mantenha a calma. Reforce que você não poderá atendê-la naquela hora e seja objetiva. “Se estiver em público, não se preocupe com os comentários ou olhares das pessoas. Também não faça discursos ou ameaças enquanto a criança estiver chorando. Apenas tente desviar a atenção dela para outra coisa, mas não ceda”, afirma Suzy Camacho.

8. Oriente a babá

Combine com quem cuida da criança sobre as diretrizes da educação do seu filho.”Esse diálogo é imprescindível para que não se estabeleça um relacionamento conflitante e a criança fique confusa”, explica a psicanalista Patrícia Nakagawa.

9. Educa-se o tempo todo

Lembre-se: educar é uma atividade contínua e você precisa dar o exemplo. “A educação é um processo que não ocorre apenas em situações de desobediência. A criança aprende muito por meio do que observa em seu cotidiano”, diz Patrícia Nakagawa. Por isso, seja verdadeiro.”Se enganamos ou mentimos uma vez, as crianças podem perder a confiança nos pais”, completa Adriana Tanasovici.

Pura diversão

24 de agosto de 2011 3

Gosto de me divertir com os meus filhos aos finais de semana, e o parque de diversões, nestes dias de sol, tem sido um dos lugares que mais frequentamos para nos divertir. Mostro algumas imagens que fiz dos meus pequenos em nossos passeios pelo parque.


No final do dia, olha só o cansaço que ficou o Davi. Já a Mellissa perguntou quando íamos novamente ao parque.

Um Pequeno Desejo

19 de agosto de 2011 6

Recebemos esse material de divulgação que queremos compartilhar com vocês.

O Instituto Enio _ Um Pequeno Desejo foi fundado em 2003, inspirado por um projeto Americano chamado Make a Wish. O Pequeno Desejo atualmente atua em três hospitais de Porto Alegre: PUCRS, Hospital de Clínicas e Hospital Santo Antônio da Criança.

O objetivo do Pequeno Desejo é realizar sonhos de crianças internadas em hospitais de Porto Alegre com doenças crônicas. Até hoje, 1.882 desejos já foram realizados!!! Esses sonhos variam desde uma boneca ou uma bicicleta, até conhecer alguém famoso ou ganhar um computador.

Já foram realizados desejos como ir ao jogo do Grêmio e do Inter, andar de avião, festas de 15 anos, entre muitos outros… Quando as crianças têm o seu desejo realizado, elas ficam tão felizes que o tratamento é mais bem aceito pelo corpo, e elas “esquecem” um pouco da doença. Ainda são crianças que, apesar de terem uma doença séria, não devem parar de sorrir, brincar ou sonhar.

Como funciona: quem quer ajudar, está convidado a entrar no site WWW.PEQUENODESEJO.ORG e ir ao link “Lista de Desejos”. Lá, estão todos os desejos das crianças que estão nos hospitais.

Os primeiros desejos da lista são de crianças que estão esperando há mais tempo. No site, é possível encontrar o nome, a idade e o desejo de cada criança. Depois que escolher o desejo que quiseres realizar, é só entrar em contato com os voluntários do Pequeno Desejo pelo e-mail que está no site, e ver se esse sonho ainda não foi realizado.

Se a criança ainda estiver esperando o desejo dela ser realizado, é só combinar uma data e ir pessoalmente entregar o presente!!

São inúmeros sonhos esperando para serem realizados. Esperando a sua ajuda.

Coisas para fazer com as crianças - e fugir do frio

28 de junho de 2011 5

Mãe de bebê é um ser que se contenta com pouco na sociedadade de consumo. Basta enxergar um trocador por perto ou ver um carrinho de comprar personalizado (aqueles com um mini automóvel embaixo) que ela sorri.

Eu quebro a cabeça para engordar a minha lista de locais legais para levar o meu filho. Na dúvida, listei do mais óbvio aos mais arriscados.

Claro que temos que fugir do frio. Que não tá fácil.

Parques. Ainda é o melhor lugar. Quanto mais infraestrutura, melhor. Os meus preferidos são o Parcão e a Redenção.

Supermercados. Quem não sai muito de casa até consegue desopilar com o filhote fazendo um passeio no supermercado. Esses locais recebem bem as mães de bebês por motivos óbvios. A dica é levar o dinheiro contato se não quiser falir rapidinho.

Lojas de brinquedos. Vale o mesmo para as lojas de brinquedo. Cada vez maiores e encantadores, dá para perder um tempão furungando nos brinquedos. O problema é quando a criança cresce e descobre o significado da palavra comprar.

Shoppings. Dá pra dar uma boa caminhada com segurança e muitos ainda emprestam carrinho de bebê, que é literalmente um mão na roda se você está sem o pai da criança por perto para carregar.

Restaurantes com playground. Tem vários que costumo frequentar, é uma das melhores opções que existem. Mas ainda temos muito que avançar nesse serviço.

Cafés e botecos ao ar livre. Só dá pra frequentar à tarde até o anoitecer, quando começa chegar o pessoal do escritório para o happy hour. Quando isso acontecer, fuja.

Pousadas e resorts com programação infantil. Deve ser o sonho. Quando eu for, conto pra vocês. ; p

Cinema, shows e espetáculos infantis. Quando a criança cresceu um pouquinho, é tudo de bom.


Beijos




O caçula de Marcelo Canellas

26 de janeiro de 2011 0

Já contei aqui que adoro as crônicas que o jornalista da Rede Globo Marcelo Canellas publica no Diário de Santa Maria todas as quartas-feiras. TODAS são ótimas, mas gosto ainda mais delas quando ele fala sobre seus filhos e sobre a infância. Abaixo, um episódio envolvendo o caçula do jornalista, de 5 anos.

Preto e branco

Marcelo Canellas

Outro dia vi, com meus filhos, o DVD de O Garoto, de Charles Chaplin. O filme, de 1921, é, para meu gosto, a mais genial das comédias protagonizadas pelo vagabundo Carlitos. Além de mostrar aos piás algo diferente dos blockbusters infantis de Hollywood, eu queria saber se o ritmo da narrativa do cinema mudo iria prender a atenção deles. Bingo! Os guris não piscaram até o comovente final em que o Garoto do título reencontra a mãe. O fato de uma linguagem de 90 anos provocar emoção em crianças do século 21 só comprova o caráter de permanência da arte e derruba o argumento de que cinema para criança tem de ter velocidade de videoclipe.

Mas de todas as reações que eles tiveram ao assistir ao filme, a que mais me chamou atenção foi a curiosidade gerada pelas imagens em preto e branco. Acostumados à variedade cromática dos estímulos visuais da modernidade, os guris não se preocuparam tanto com a falta de som, mas fizeram mil perguntas sobre a ausência de cor da película. Tentei ser didático e expliquei tratar-se de um momento tecnológico em que só era possível, com os meios existentes, filmar daquela maneira.

Mas creio que a percepção de encantamento e estranheza com uma estética que eles desconheciam vai além da técnica e diz muito sobre a discussão que tanto tem ocupado fotógrafos famosos. Alguns deles preferem, em plena era digital, recorrer ao P&B. É o caso, por exemplo, do premiadíssimo Sebastião Salgado, um mestre da fotografia documental. Os efeitos do contraste e da luz diferenciada da fotografia e do filme em preto de branco, dependendo do caso, acentuam ou amenizam traços de expressão. Steven Spielberg preferiu não usar cor para filmar a Lista de Schindler e, com isso, deixar menos insuportáveis as cortantes cenas de violência dos nazistas contra os judeus.

Qual a diferença entre o que é ultrapassado e o que é apenas antigo? O meu caçula de 5 anos deu a resposta quando conversávamos sobre o tempo em que ele era bebê. Para ele, na relatividade das referências pessoais, já faz muito tempo. Tanto, mas tanto tempo, que comentou com o irmão mais velho:

_ Ah, isso foi naquela época em que a gente ainda era em preto e branco…

Jornalista
marcelocanellas@uol.com.br

(Crônica publicada nesta quarta-feira no Diário de Santa Maria)

A invenção da infância

27 de outubro de 2010 0

A pedido do blog, a psicóloga Michelle Lima, pós-graduanda em Psicoterapia Psicanalítica e pós-graduanda em Psicologia Hospitalar, escreveu um texto sobre a infância de ontem e de hoje, tema de uma palestra que será realizada nesta quinta-feira, em Santa Maria. Interessante o que ela traz a todos os pais, educadores e cuidadores: “Para as crianças, ter infância é quando as deixamos com tempo livre para brincar, para sonhar, para inventar, para ir à escola…. Para serem crianças.”

Quando criança era tratada como adulto
A infância é uma construção histórica. O mundo das nossas crianças nem sempre existiu. Por muito tempo, não houve separação entre o mundo infantil e o mundo adulto, estes se resumiam em apenas um, as crianças eram tratadas e cuidadas como adultos. No período Renascentista, entre o século 12 e 17, “nasce” o sentimento da infância, pois, como as crianças já não morriam tão facilmente, se iniciava um investimento nesses seres tão frágeis, e se observou a necessidade de tratá-las de uma forma diferente de como se fossem adultas.
A criação da idade de ouro
Ao inventar a infância, a modernidade cria a idade de ouro de cada indivíduo. Fase em que a vida será perfeita, protegida e tranquila, antes de ser tomada pelas exigências do mundo adulto, do mundo do trabalho. Época ideal de nossas vidas, em que ser criança é não ter qualquer outro compromisso que vá além de existir.

Sentir-se criança não é questão de classe social
Pensa-se que, na maioria das vezes, o sentimento da infância está “reservado” às elites, que dispunham dos meios necessários para garantir tratamento diferenciado com saúde, educação, lazer e cuidados para com os seus filhos. A classe baixa, não podendo compartilhar deste sentimento, necessitava de seus filhos, tão logo conseguissem se mover sozinhos, para ajudar nas tarefas e no trabalho. Só que essa visão determinista não é de todo coerente com a nossa realidade. O respeito, o zelo pela infância se dá independente da classe social. O importante nisso tudo é a qualidade das relações, e isso não tem relação com classe social.


Nosso papel é o de zeladores

Na época em que vivemos, as nossas crianças podem trabalhar como adultos, consumir como adultos, partilhar das informações como adultos e não conseguem reconhecer o mundo infantil como diferente ou especial. Um mundo onde adultos e crianças compartilham da mesma realidade física e virtual é um mundo de iguais.
Por isso, a necessidade urgente de pensarmos no nosso papel de limitadores, zeladores dessa fase tão especial e fundamental para o desenvolvimento dos sujeitos que é a infância. Dar limites é dar amor.


Quem são as crianças hoje?

Para as crianças, ter infância é quando as deixamos com tempo livre para brincar, para sonhar, para inventar, ir à escola…. Para serem crianças. Temos o compromisso social de um mundo melhor e de refletir que ser criança significa ter infância.

Foto: Robinson Estrásulas

Palestra "Como lidamos com nossas crianças"

26 de outubro de 2010 0

O título acima é de uma palestra promovida nesta quinta-feira, dia 28, na Icardio Social, em Santa Maria. É mais uma edição do projeto Icardio Social. A palestra “Infância: como lidamos com as nossas crianças hoje?” será ministrada pela psicóloga Michelle Lima, e discutirá o filme brasileiro A Invenção da Infância, da diretora Liliana Sulzbach.

O filme analisa em que momentos ser criança não significa ter infância, propondo a reflexão sobre o que é ser criança no mundo contemporâneo.

A palestra começa às 18h30min e será realizada no Auditório do Icardio, 3º andar do prédio do Instituto. A atividade é aberta a todos os interessados, e o ingresso é 1kg de alimento não perecível ou 1 brinquedo.

Informações:

Icardio- Instituto Cardiovascular

Rua Marechal Floriano Peixoto, 1775 _ Centro

(55) 3217-9000 e www.icardio.com.br

Na quarta-feira no blog: Um artigo preparado pela psicóloga Michelle Lima, sobre o tema da palestra “Infância: como lidamos com as nossas crianças hoje?”

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