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Posts com a tag "filhos"

O sensacional da vida

07 de janeiro de 2013 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerVivo dizendo por aí que a gente se transforma com a chegada de um filho. E isso é para sempre. E isso é o que faz da vida algo sensacional.

Claro que há exceções, até porque há pessoas que deixam escapar a maior chance em suas vidas para se tornar uma pessoa melhor.

Pois a introdução acima é para falar da reportagem de capa da revista MIX, no Diário de Santa Maria deste fim de semana. O tema é O Livro do Sensacional, em que o escritor mostra que é possível ser feliz com coisas muito simples, ou nada complicadas, como queiram.

Foram ouvidos leitores nas ruas, internautas postaram suas opiniões e colunistas e cronistas do jornal deram seu depoimento respondendo à pergunta: “o que é sensacional para você?”.

A maioria esmagadora das respostas está relacionada aos filhos (ou a chegada deles).
Achei esses depoimentos tão lindos que selecionei alguns para compartilhar com vocês:

“Sensacional é ter nascido na família que escolhi; ter tido uma infância de intensas brincadeiras; estudar e ter uma profissão que permite fazer o mundo melhor; ter a chance de encontrar, viver e aprender com o meu grande amor; escutar os batimentos rápidos de um coraçãozinho que faz o coração de cada membro da família bater mais feliz; e estar prestes a me tornar completa, com a pequena e desejada Helena nos braços.”
Andreia Fontana, editora-chefe, colunista da Stagione e mãe da Helena, que nasce em janeiro

“Sensacional é achar minhas bolitas em meu baú de guardados. E depois revelar aos meus filhos este meu tesouro escondido. Sensacional é ver a curiosidade nos olhos deles, e chamá-los para ir comigo ao terreno baldio ao lado de minha casa. E então catar um graveto para riscar um círculo e uma raia cinco passos adiante. Ensiná-los a jogar, primeiro ‘às brinca’, depois ‘às deva’. Perder de mentirinha até ficar sem bolita nenhuma e ter de ir em casa buscar mais. Sensacional é encontrar em meu velho baú o menino que eu ainda sou.”
Marcelo Canellas, cronista

“Sensacional, para mim, é o sorriso escancarado na carinha do Miguel. É encantador e tem várias versões. Por vezes, é de tradução simplificada: pura alegria. Na maioria das vezes, é um sorriso com significados específicos e que comunica tudo o que ele ainda não diz em palavras. Em todas as vezes, ilumina a minha vida.”
Sione Gomes, cronista e mãe do Miguel, 7 meses

“Nada mais sensacional do que receber uma declaração de amor diária de quem você mais ama neste mundo. Isso é impagável, é tesouro que não se troca por absolutamente nada (nem pelo prêmio da Mega da Virada). A rotina é mais ou menos assim: o pequeno acorda, chama por mim, pede um abraço, acompanhado sempre com a mesma pergunta: ‘Mãe, tu sabe que eu te amo muito, né? Minha florrrrrr.’. E a letra ‘r’ vai se arrastando até a pronúncia ser interrompida por um beijo estalado.”
Fabiana Sparremberger, colunista da Em Nome do Filho, blogueira do Meu Filho e mãe do Bruno, 7 anos

“Para mim, sensacional nesta vida é estar assistindo a um jogo de futebol, acompanhado do meu filho, e vê-lo identificando os jogadores, os times, numa demonstração de que gosta e já entende o esporte. Apesar de ter 5 anos, o Renzo dá palpites sobre as partidas! Não consigo deixar de me encantar quando ele sai falando os nomes dos times que estão nas páginas dos jornais ou na tela da TV! Sensacional na vida também é poder vê-lo me corrigir, quando falo alguma coisa errada sobre qualquer esporte. Além de impressionar a mim e à mãe dele, a Rosi, o menino demonstra a capacidade de aprender as coisas numa velocidade impressionante. Nessa idade, eu jamais teria feito isso, o que tornam esses momentos ainda mais sensacionais!!!”
Rogério Giaretta, editor de Esportes, colunista da Da Arquibancada e pai do Renzo, 5 anos

“Sensacional é não ter nada para fazer, voltar a ser criança com um filho, amar sem cobrar, fazer algo sem esperar nada em troca.”
Ticiana Fontana, editora de Política e Economia, colunista da Em Nome do Filho, blogueira da Em Nome do Filho e mãe da Antonela, 2 anos

“Sensacional para mim é acordar e poder agradecer por mais um dia de vida e com saúde. É poder olhar para o meu filho e ganhar aquele abraço. Sensacional é a vida e seus detalhes. É se reunir com a família e com os amigos que são importantes para você. É amar e levar a vida com alegria. É buscar ser feliz todos os instante e nunca perder a esperança. “
Maristela Moura, colunista da Conexão

Da Internet
“Sensacional é olhar todo dia para o rostinho da minha filha e ver aquele lindo sorriso, não existe nada melhor e mais compensador neste mundo.”
Fabiana Pozzobon

“Como passo a semana toda acordando cedo para ir à faculdade, sensacional pra mim é quando chega o sábado e posso ficar um pouquinho mais na cama e ter a oportunidade de ver meu filho acordar, largar aquele sorriso e dizer: “mãe você está aqui hoje!” É muito bom…”
Fernanda Bavaresco

“Sensacional, para mim, é despertar do sono sentindo as mãozinhas dos meus filhos no meu rosto.”
Luciana Montemezzo


O que fazer nas férias escolares

03 de janeiro de 2013 1

Pai e mãe não tiram férias e no período de “descanso” escolar, que dura de dezembro a fevereiro e, em alguns casos, até março, quem não se planejou anda rebolando para dar conta do recado.

Se os pais não conseguem tirar essas longas férias junto com os filhos, é preciso ter uma boa logística ao encontrar alguém para deixar principalmente as crianças, ou seja, um cuidador, avô, etc.

Além disso, é preciso lembrar que o filho precisa de um tempo para curtir o ócio junto aos pais.

Outro dia, ouvi uma pedagoga e recreacionista dar dicas que tenho usado em casa.

1) Se o pai e a mãe não conseguem tirar férias junto com os filhos, o ideal é bolar algumas formas de interação, principalmente com as crianças, dentro da sua rotina.

2) Se tiver de cozinhar, faça o filho ser uma espécie de ajudante em forma de brincadeira. Obviamente observando critérios básicos de segurança em uma cozinha.

3) Se tiver de trabalhar no computador, o convide para trabalhar junto. Isso significa dar alguma função, como desenhar ao seu lado.

4) Se tiver de limpar a casa, faça ele ser uma espécie de ajudante em forma de brincadeira.

5) Para os filhos mais velhos, pergunte e tente realizar o desejo deles

Dica pessoal, em um ambiente tão tecnológico, procure atividades que tenha um contato maior com a natureza ou até mesmo resgatar antigas brincadeiras, como roda, sapata, pega-pega, etc.

Todos os posts de Ticiana Fontana

E o ninho se esvaziou

22 de outubro de 2012 1

Todos os posts de Ticiana Fontana

– Não costumo ler as tuas colunas, pois meus filhos já cresceram, mas queria que você falasse sobre a síndrome do ninho vazio – o comentário daquele pai que passou dos 60 anos me surpreendeu.

Junto com a introdução do assunto, ele disse que foi pego de surpresa com a saída dos filhos de casa “de uma hora para outra” e hoje divide o ambiente espaçoso com a mulher.

– É um vazio muito grande, ela fica vendo TV, e eu no computador. Não nos preparamos para isso.

Naquela mesma noite, outro senhor, um pouco mais novo, fez um comentário semelhante.

– As minhas duas filhas saíram de casa, e ficou tão vazia que chego a ligar para o celular da minha mulher para ver aonde ela está – respondeu.

Pensei: não era coincidência. Era um aviso que hoje o assunto da coluna deveria ser uma situação ainda distante da minha atual realidade, mas comum na vida de quase todos os pais e mães: a independência dos filhos. A saída dos filhos de casa é um momento natural, uma crise que faz parte da vida, assim como o nascimento, a adolescência, a maternidade, a menopausa e o envelhecimento. Como tudo na vida, é preciso buscar equilíbrio para sobreviver a essa crise e, mesmo com a tristeza e a sensação de perdas naturais, também desfrutar da alegria de ver seus filhos independentes. (Ticiana Fontana)

Quais os sintomas da síndrome?

- Pais apreensivos, tristes ou solitários, com crises depressivas e problemas psicossomáticos antes inexistentes. Se algum desses sintomas interferirem muito na rua rotina, o primeiro passo é reconhecer a situação e procurar ajuda especializada. Ignorar faz mal à saúde.

Entendendo a mudança e a separação

- Os especialistas apontam que a separação é uma mudança que inicia ainda na adolescência, quando o filho começa a se organizar para construir sua identidade adulta até a independência, efetivada por meio da saída de casa. Esse afastamento natural obriga os pais (mãe e pai) a rever sua identidade, seu trabalho (atividades) e suas metas.

Como encarar?

- A literatura especializada afirma que é preciso aceitar a dor, a tristeza e a saudade e identificar novos desejos. Na verdade, nada poderá substituir a saída dos filhos. O importante é entender que é uma nova fase da vida e esse ambiente de crise não é necessariamente ruim, mas apenas uma mudança que deve ser vivida com equilíbrio.

E como fica o casal?

- Se a relação do casal está alicerçada na presença dos filhos, a fase poderá revelar uma situação ainda mais grave. Ou seja, o desgaste aflora e percebe-se que o casamento está sem sentido. Por outro lado, pode ser uma oportunidade de aproximação ainda maior, o casal voltará a ter tempo para si e poderá redescobrir os prazeres a dois.

A parte boa?

- Desfrutar de um dos maiores prazeres da vida: o tempo livre. É uma excelente oportunidade para os pais, que vivem como casal ou não, redescobrirem outras fontes de prazer e se dedicarem a novos projetos. Que tal voltar a estudar, a trabalhar, praticar atividades físicas, refazer o círculo de amizades, viajar mais, curtir os futuros netos, etc.

Coluna Em Nome do Filho, publicada todas as segundas no jornal Diário de Santa Maria

Eles... sempre eles...

25 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerImpressionante. No último sábado estive em Porto Alegre participando de um congresso de jornalismo da RBS. Se, antes da maternidade, o assunto principal durante os intervalos era o trabalho , agora, obviamente, quem é tema principal são os filhotes. E não importa se eles têm pouco meses, 2 anos ou se já estão na adolescência, preparando-se para o curso superior. Aliás, a maternidade é capaz de aproximar seres muito diferentes uns dos outros. Se duas mulheres não têm nada em comum na personalidade ou na condição social, mas se ainda assim tiverem filhos, elas terão assunto garantido e, logo, logo, parecerão duas amigas de longa data.

Aproveito para confessar a vocês que só agora eu e Camila nos  conhecemos pessoalmente. Sim, até então o contato era só por telefone ou e-mail. Faltou a Tici, que não pôde ir ao congresso, para registrarmos o encontro do trio. Coisas desse mundo virtual…

Mas, voltando ao assunto anterior, incrível como os filhos passam a ser os protagonistas de tudo em nossas vidas. A gente adora falar deles e, se antes, eu me angustiava diante de tantos novos desafios da profissão de jornalista que eram expostos durante um congresso, hoje, meu pensamento é o seguinte: como aliar essas novas exigências com a prioridade da minha vida, que é o pequeno. A angústia vira energia para tentar ser uma boa profissional conectada com as mudanças e exigências da profissão, mas sem deixar que isso signifique menos tempo com o guri.

A gente vai amadurecendo, e eu não tenho dúvidas de que a mulher, com a maternidade, adquire condições de se tornar uma profissional ainda melhor. Claro que sempre há exceções, mas é tanto aprendizado com um filho, é um desenvolvimento tal de tantas habilidades, que é difícil conceber que uma profissional volte ao trabalho, após a licença-maternidade, pior do que quando saiu para parir.

E o melhor de tudo é chegar em casa, moída de cansaço, desfeito em segundos quando a cria conclui, olhando em seus olhos:

- Um dia é longo demais quando tu não está junto comigo, mãe! Já não aguentava mais de tanta saudade. Ainda bem que, agora, a gente vai ficar juntinho todo o tempo…

A minha nora será uma mulher de sorte…

Sobre o filho predileto

17 de setembro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerVocê que tem dois ou mais filhos ou, se não tem filhos, mas irmãos, responda rápido: você faz diferença entre seus filhos e tem um favorito? Sua família tem um filho preferido? Sua resposta é “não”? Então, você está mentindo! Quem conclui não sou eu, mas psicólogos, psiquiatras e psicanalistas, além de pesquisadores que estudaram o tema. E, segundo eles, isso é muito natural.

Para tratar dessa questão para lá de polêmica – o blog Meu Filho reuniu 45 comentários com opiniões sobre o assunto, a grande maioria sentenciando que há, sim, preferência dos pais por um filho – a psicóloga Mariane Schirmer de Souza, especialista em clínica e psicodiagnóstico infantil e adolescente, nos ajuda com orientações.

- Por que os especialistas (e até pesquisas) apontam que é natural ter preferência por um filho? Que não é uma questão de amor, mas, sim, de afinidade?

É necessário que os pais consigam falar sobre o assunto e diminuam um pouco suas aflições e angústias ao se depararem com a pergunta ” De que filho você gosta mais?”. Os pais acabam confundindo o amor com a afinidade. O amor é um sentimento inexplicável e, consequentemente, imensurável. A afinidade está relacionada com gostos, atitudes, desejos que os pais e os filhos têm em comum ou complementares: suas preferências, características e habilidades.

– Em que está baseada essa afinidade maior com um dos filhos?

Diversos fatores podem levar um pai a ter uma afinidade maior com um de seus filhos. Entre eles, estão a identificação e a projeção. A identificação procede de gostos em comum e propicia que pai e filho compartilhem um bom tempo de qualidade juntos, o que tende a melhorar o laço afetivo entre eles. Já a projeção pode ocorrer pela complementaridade, o pai encontra no filho aquilo que reconhece como faltando em em si e, em função disso, busca incentivar aquilo em seu filho. É necessário lembrar que os gostos, atitudes e preferências mudam ao longo da vida. O predileto da infância pode não ser o mesmo da adolescência ou da fase adulta.

- A ordem do nascimento é determinante na preferência pelo filho mais novo quando há muita distância de idade?

Existem várias pesquisas, porém bastante divergentes. Entendo que não exista preferência em relação ao filho mais novo, o do meio ou mais velho. Os pais, contudo, estão em um momento diferente de suas vidas, o que faz com que seus aparatos psíquicos, a maneira de criação e o investimento no filho sejam diferentes. É imprescindível lembrar que os filhos também são diferentes e exigem dos pais cuidados diferentes.

- O problema maior da preferência está no fator de um receber mais atenção do que o outro?

Não. Os filhos percebem o tratamento diferenciado que recebem. Mas acredito que o que incomode mesmo seja o fato de serem tratados de maneira injusta em função de alguma preferência. Como por exemplo o pai que sai com o menino para pescar e não tem alguma atividade com seu outro filho, pois este não gosta da atividade. Neste momento, a criança se sente prejudicada e sem razão específica. Caso não haja negligência ou excesso em relação a um filho, a situação pode ser revertida naturalmente. É necessário que o pai também faça uma atividade com o outro filho, algo que seja significativo para ele.

- Quando é que a afinidade traz prejuízos aos filhos, tanto ao preferido quanto ao preterido?

Além de poder fazer mal à relação entre os irmãos, a preferência pode gerar protecionismo, o que pode trazer prejuízo psíquico a ambos. O filho preferido por vezes é superprotegido e pode vir a se enxergar como sendo o incumbido a sempre dar orgulho aos pais e acabar criando expectativas altas demais que lhe causam desconforto, infelicidade, insegurança e até mesmo impotência. Enquanto isso, o filho preterido tem dois caminhos: cria seus mecanismos de defesa de independência e determinação, lutando por algo até atingir seus objetivos, ou então desenvolve ressentimento e amargura, com insegurança e sentimento de rejeição, podendo ser propenso à depressão e à agressividade .
Importante lembrar que  a “preferência por um filho” não pode, isoladamente, fazer com que os filhos desenvolvam transtornos de comportamentos, mas, sim, funcionar como um agravante.

- O que os pais devem fazer para evitar esses prejuízos?

É preciso explicar aos filhos que não existe diferenças entre eles, que ambos têm o mesmo amor, o mesmo afeto. O que pode parecer mais atenção ao irmão do que a ele, nesse momento, não é preferência, mas, sim, significa que o irmão está precisando de mais atenção naquele momento do que ele. Lembrá-lo que ele, também, já teve mais atenção em algum momento da vida. E que isso faz parte da vida familiar. Caso realmente exista uma preferência clara por um dos filhos, é necessário que os pais consigam trabalhar essa questão tanto em si mesmos quanto com os filhos, para que os pais tenham um bom relacionamento familiar e, os filhos, um desenvolvimento saudável.

EM PESQUISAS

Na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, cientistas observaram, por três anos, as relações de 384 pares de irmãos e seus pais. Constatou-se que 65% das mães e 70% dos pais pendiam para uma das crias

Pesquisa feita pela Universidade de Illionois mostrou que 75% dos casos nos quais os filhos foram capazes de reconhecer a diferença no tratamento dos pais, eles conseguiram entender o porquê


Minha conclusão: Talvez a melhor palavra para definir o assunto não seja preferência ou favoritismo por um filho, e, sim, afinidade. É natural pais terem mais sintonia com um ou outro filho, mas isso não significa que o amor seja diferente. O grande desafio é não transformar essa sintonia em benefício ou prejuízo para uns dos filhos. (Fabiana Sparremberger)

Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira, 17 de setembro

Quando o(a) namorado(a) já é pai ou mãe

27 de agosto de 2012 0

Todos os posts de Ticiana Fontana

Não tenho nem ideia sobre percentuais, mas percebo que as pessoas estão casando cada vez mais. Porém, também é grande o número de separações ou de pais que não vivem sob o mesmo teto. Nesse cenário surgem os filhos – os meus, os teus e, quem sabe, os nossos filhos.

Dentro de novos relacionamentos, não se pode ignorar o histórico anterior do(a) parceiro(a). Se o novo companheiro(a) tiver prole, é bom ficar claro que filho(a) e ex-parceiro(a) existirão para sempre.

Fora situações peculiares, não existem mãe ou pai postiços, porque aquele filho(s) tem um pai e uma mãe para educá-lo(s). Para um relacionamento sadio, nada mais indicado que um diálogo franco. Lembrando que dialogar também é saber ouvir o outro.

Se você é a parte que tem filho, trate do assunto com naturalidade e converse com ele a respeito. Quanto menor a criança, mais fácil a aceitação. Porém, é comum que o fillho sinta ciúmes do novo relacionamento. Se isso acontecer, não puna os sentimentos e emoções de seu filho. Só deve ser coibido um comportamento desrespeitoso com o parceiro(a). Para diminuir as possíveis tensões e para a criança se sentir menos ameaçada, uma dica seria realizar o primeiro encontro em um local neutro, como um restaurante ou um parque, para gerar um clima mais agradável e descontraído. (Ticiana Fontana)

Dicas de como se dar bem com os filhos do(a) atual parceiro(a)

1) Espere ter um relacionamento mais sério antes de conhecer os filhos dele(a)

2) Trate os filhos dela(e) com respeito

3) Não queira dar palpites na educação da criança ou do adolescente

4) Evite demonstrações afetivas exageradas com o parceiro na frente do filho, porque pode provocar um ciúme desmedido (lembre-se que você é o adulto e deixe para momentos mais íntimos)

5) Seja sincero com o parceiro

6) Quanto menor a criança, mais fácil a aceitação. A partir dos 6 anos e adolescentes, pode haver mais dificuldade de

aceitar o relacionamento de outra pessoa

7) É normal uma certa resistência por ciúmes ou por uma separação traumática

8) Entenda que serão necessários momentos para o pai ou para a mãe curtir o filho ou dar uma atenção especial a ele

E como passa rápido...

19 de junho de 2012 5

Todos os posts de Ticiana FontanaComo eles crescem rápido e a nossa memória vai encolhendo…

Olhando para Antonela, a cada dia que passa, ela vai perdendo o jeito de bebê e ficando cada vez mais com ares de menininha.

Já não gosta de colo e nega excesso de beijos.

Algumas amigas perguntam detalhes dos primeiros meses e minha memória não remete a um grande vazio.

São apenas 2,4 anos e não lembro de muitas coisas em detalhe.

Cheguei a conclusão que nossa memória é muito seletiva e agora entendo uma frase repetida de minha mãe:

- Como eles eram quando crianças?

- Tranquilos, normais, como qualquer criança – sempre respondia.

Agora tenho de me esforçar para relembrar de detalhes dos primeiros meses e a gente vai esquecendo do trabalho e apenas boas lembranças permanecem recentes na memória.

- Filho dá trabalho?

- Um pouquinho, o resto é só alegria.

Você é comprometido?

09 de abril de 2012 2

Todos os posts de Fabiana SparrembergerConvido você, pai ou mãe, a marcar as alternativas que condizem com suas ações:

(   ) Lê sempre a agenda escolar do filho e, por isso, não costuma esquecer de enviar os presentes de aniversário, os materiais solicitados pela escola, etc

(    ) Não costuma esquecer o filho na escola nem chega atrasado no fim da aula para buscá-lo

(    ) Manda o pequeno sempre com uniforme exigido pela escola e não costuma receber puxões deorelha por não fazer isso

(    ) Sabe dos dias em que o pequeno faz alguma atividade física e manda a roupa e os calçados adequados para isso

(    ) Ajuda nos temas de aula e está sempre perguntando sobre como foi o dia do pequeno na escola

Se você, caro(a) leitor(a), assinalou todas as alternativas acima, parabéns! Não perca seu tempo lendo esta coluna. Se você não gabaritou, seguir a leitura talvez lhe seja útil.

Na semana passada, confessei para as leitoras do blog Meu Filho que tenho dificuldades de entender como, mais de um mês após o início do ano letivo, algumas escolas (e me arrisco a dizer que é a maioria) ainda têm de mandar recados na agenda ou realizar reuniões com os pais para cobrar o cumprimento de normas ou acordos já feitos, muitas vezes em mais de uma oportunidade. E são coisas muito simples e básicas, como as citadas nas alternativas acima.
Mas essa realidade _ de descaso, descomprometimento, omissão e negligência _ não parece ser uma exceção, e, sim, uma prática até comum. Leitoras do blog atestaram essa percepção:

Falta de tempo para ler uma agenda, essa desculpa realmente não serve. Quanto tempo leva pra isso? Uns dois minutos… E é mesmo bem fácil ter 3, 4, 5 filhos e fingir que eles não possuem inúmeras necessidades, sentimentos, e que somos os maiores responsáveis por eles. (Daniela)

Sei de pessoas de creches que faziam marcas nas fraldas dos pequenos, e, no outro dia, a criança voltava com a mesma fralda, um horror. (Renata)

Como professora, aprendi que quem vai na reunião, quem assina os bilhetes são justamente os pais que não precisariam fazer isso. Sei de pais que têm 3 filhos, mas esquecem de pegá-los na escola, de preparar a mochila do dia seguinte, não querem ajudar com os temas, realmente, levam os filhos na escola para se livrar. E dizem com orgulho que os filhos se criam sozinhos. (Lucia)

Para a psicopedagoga e educadora especial Vera Maria Saccol, perguntei qual será o futuro dessas crianças “abandonadas” pelos pais. Eis a resposta:
“O futuro delas é dentro dos consultórios. Tratamos as crianças e, principalmente os pais, tentando torná-los mais comprometidos. Essa criança tem problemas de autoestima e se torna um adolescente inseguro. Os pais precisam ler a agenda, conferir o que os filhos fizeram no dia e precisam estar mais presentes: buscá-los na hora certa no colégio, por exemplo. A criança que vê todos os coleguinhas indo embora com os pais e só ela ali, sozinha, tem uma sensação enorme de abandono. É uma agressão que os pais não fazem ideia da repercussão que tem. E eles precisam parar de transferir responsabilidades para a escola e para os profissionais quando o problema a ser resolvido está dentro de casa.”

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira no Diário de Santa Maria

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Convidadas pela colunista, Aline Bäumer (psicóloga especialista em avaliação psicológica) e Vera Maria Saccol (educadora especial e psicopedagoga) deram suas opiniões sobre o assunto no texto abaixo e responderam a alguns questionamentos.
Vale a pena conferir.

Os pontos cruciais

Embora não exista fórmula para ser um bom pai e uma boa mãe, existem pontos cruciais para o desenvolvimento adequado de crianças, como sentimento de afeto, vínculo, cuidado, carinho e atenção. Isso tudo é demonstrado diariamente por meio de atitudes e de coerência entre palavras e ações que temos com os pequenos. É a dita educação por meio do exemplo, da segurança dada e da forma de agir.

As agendas escolares

O chamamento das escolas para que pais observem as agendas dos filhos, em tese, sequer deveria ser necessário se levarmos em conta que cabe aos pais ou responsável matricular e garantir a frequência dos pequenos em escola. Não saber do que está acontecendo com a criança (ou adolescente!) nesse contexto é, no mínimo, um descomprometimento com parte importante da vida do filho, que pode ter reflexos não somente no aspecto escolar, mas também em outros, se pensarmos nos desdobramentos que a falta de atenção e/ou interesse para com um filho pode acarretar, como revolta, baixa autoestima, baixo rendimento escolar, independência precoce, e por aí vai…  Tal fato, na maioria das vezes, não se dá de forma proposital por parte dos adultos.

Outras prioridades

Os prazos e responsabilidades do cotidiano parecem, não raras vezes, se tornar prioridade nas vidas dos pais. Contudo, eles não podem esquecer que, em determinado momento da vida, optaram por serem pais e devem assumir tal escolha como sua e fazer valer essa responsabilidade que deve ser demonstrada não somente com a garantia de itens materiais, mas muito mais com demonstrações reais de amor, carinho, dedicação e, também, de tempo.

Qualidade no tempo

Tempo esse que precisa, acima de tudo, ter qualidade, pois não basta estar junto sem estabelecer relação de vínculo e troca. O que para uma adulto pode parecer um pormenor sem nenhuma importância pode, para uma criança, ser algo de extrema relevância e que poderá ter reflexo (talvez negativo) no futuro.
Seu filho está em fase de desenvolvimento? Participe, se envolva, não espere que alguém lhe chame para saber do que está acontecendo na vida dele. Esses momentos não voltam e dirão muito sobre o adulto que ele será um dia. Você quer participar ou somente assistir a apresentações em dias especiais, como Dia das Mães ou Pais?
Ele está sendo formado agora. Todos os dias da vida do seu filho são importantes, afinal.

Fabiana – Vocês percebem uma mudança dos pais no sentido de passarem a priorizar realmente os filhos e evitar situações como as contadas no post acima? Ou o que se percebe é o contrário: pais dando cada vez menos atenção aos seus filhos, usando como argumento a falta de tempo? Ou essa situação sempre existiu e nós, como pais, ainda precisamos evoluir muito nesse quesito?

Aline e Vera -  Pensamos que esse comportamento sempre existiu por parte de alguns pais, mas de fato tem estado em evidência em meio a uma sociedade capitalista e consumista que impõe o ter e não o ser, onde os pais saem em busca de condições materiais para prover a família e muitos acabam negligenciando a atenção no convívio e cuidado com os filhos em função disso e/ou também de certa dose de egoísmo ao não abrir mão de compromissos em nome do ser mãe ou pai.

Fabiana – Que efeitos podem ter ações de pais negligentes no futuro de um filho?

Aline e Vera – Os reflexos futuros podem ser diversos, como citado no pequeno texto acima, indo desde baixa autoestima, revolta, etc, até mesmo ao oposto, como uma atitude muito independente, pela consciência de não poder contar com os pais, o que, por mais que possa parecer “bom”, também é um comportamento incitado pela falta de atenção dos adultos e que merece atenção e acompanhamento profissional. É preciso acampanhar não somente a criança, mas também a esses pais que estão com dificuldade de entender qual é seu papel na vida de um filho.


A criação de um ritual

27 de março de 2012 6

Todos os posts de Camila Saccomori

O que vocês fazem nos aniversários dos seus filhos?

Não estou falando só de festa, mas sim de hábitos e rituais.

Eu e minha mãe tínhamos um no Dia das Mães, por exemplo. Eu sempre fazia panquecas com mel para comermos na cama de manhã cedo no domingo. Era uma delícia! Só não faço mais porque não moramos juntas, é claro.

Sei de famílias que no dia do aniversário, por exemplo, deixam as crianças dormir bem mais tarde do que o horário habitual. Ou irem todos juntos ao cinema. Ou a um lugar especial comemorar.

Amanhã, quarta, minha Pietra faz 1 aninho. É uma data tão emocionante para mim que não quero deixar passar batido (apesar da festinha estar programada para o fim de semana com família e amigos próximos).

Combinei com meu marido algo que será simbólico: vamos tomar café-da-manhã no mesmo lugar onde no dia 28 de março do ano passado nós 3 fomos (eu, o marido e a Pi dentro do barrigão).

Não tenho dúvidas de que vai ser sensacional reviver aquele dia no “nosso” local especial desta vez com a nenê FORA da barriga! E o melhor de tudo: ela vai participar brincando, “conversando” e comendo também.

Vou contar a ela timtim por timtim das 24h do dia mais importante da minha vida. Tenho certeza de que ela vai entender tudo! E de que as lágrimas vão rolar do meu rosto nesse momento. Acho melhor levar o kleenex também!


Chororô de mãe

30 de janeiro de 2012 2

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Já contei para vocês que costumo acessar alguns sites especializados em bebês, filhos, gravidez, maternidade e tal… Também costumo dar uma olhada em jornais que trazem temas relacionados. E muitas dicas de revistas e outras publicações chegam a mim por meio de colegas.

Há muito percebi algo que me incomoda. Que o foco da maioria (talvez 99%?) desses materiais são os bebês recém-nascidos e as crianças em seus primeiros anos de vida. Seis anos, no máximo. E isso quando a publicação decide chegar até lá…

Como se filho chegasse só aos 6. Depois disso, não há nada mais a ser falado. Como se, a partir dessa idade, os pais não tivessem mais nenhuma dúvida, o filho passaria a não ser mais prioridade dos pais, nada mais afligiria os pais em relação a sua educação, não haveria mais necessidade de trocar experiências e nem de buscar qualquer tipo de orientação…

Claro que há muito a se falar sobre os pequenos em seus primeiros anos de vida…. Sem falar que eles são fofos demais, e os pais têm dúvidas e angústias demais…

Mas, por favor, filho é filho sem idade determinada. Depois dos 6, chegam outras preocupações: a alfabetização, a mudança de escola, a chegada de mais de um professor na vida escolar… E vou parar por aqui, se não, o post vai ficar longo demais.

E depois da infância, vem algo ainda mais complexo, que é a adolescência.

Você nunca ouviu ninguém falar: “Você reclama agora que ele é pequeno porque não tem noção do que é ser mãe de um adolescente (ou pré-adolescente)?…

E pergunto: por que não temos a mesma diversidade de sites tratando sobre adolescência? Por que o assunto não interessa tanto quanto bebês? Por que os pais de pré-adolescentes e de adolescentes encontram poucas informações sobre assuntos relacionados a seus filhos?

Vai ver que, como mãe de um filho de 6, já estou ultrapassada para falar sobre filhos. E tenho até medo de perguntar se tem muita mãe aí do outro lado querendo saber de filhos na idade do meu…

Conversa de gente grande

27 de janeiro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerDiálogos de uma noite recente em que o guri comentava as peripécias do dia:

– Sabe, mãe, eu, o Renato e o Victor vamos trabalhar na profissão “de trem”… Aí, se um tirar férias, o outro vai fazer o trabalho dele, e a gente se ajuda
(Dia desses, comentei com o guri que, agora, que voltava de férias, um colega saía. E era a minha vez de assumir também as suas funções. Que um ajudava o outro, e todo mundo podia sair pra descansar com a família como a gente fez)

-  Mas eu não vou ser como tu, mãe. Não vou trabalhar tanto. De manhã, de tarde, de noite… Eu vou querer sair com minha namorada todo dia, fazer um lanche…
(Pelo menos os pequenos percebem as mães que são donas de casa e também trabalham fora, enfim, que passam na correria… E entendem que nem sempre é possível parar para brincar. Sobre a namorada… ah, esse assunto está chegando cedo demais pro meu gosto)

– Eu não vou querer trabalhar tão cedo. Cansa demais. Ainda vou querer brincar bastante
(Será que era só no nosso tempo de criança que a gente queria crescer rápido? Por enquanto, não percebo essa vontade no piá… Ainda bem, né?)

Viajando com os filhos sem enlouquecer

03 de janeiro de 2012 0

“ Pai, falta muito?”. Muito escutei e fiz essa pergunta quando viajávamos de carro, os três rebentos, num saudoso tempo de infância. Por mais confortáveis que os veículos de hoje são, quanto mais longo o trecho, maior o tédio, cansaço e ansiedade dos pequenos. Obviamente, aparelhos de DVDs e outras tecnologias ajudam a distrair e a amenizar a ansiedade dos filhos, mas que tal aproveitar esses momentos em família para ampliar a integração com os filhos?

Brincadeiras e jogos entre pais e as crianças ajudam a melhorar relacionamentos, divertem e até dão pista de algum problema enfrentado pelas crianças. Entre as propostas que mais agradam as crianças, estão brincadeiras que envolvem músicas, histórias, advinhações, jogos de palavras e desafios de atenção.

A brincadeira de completar histórias, por exemplo, é um jogo em que um começa contando um trecho, e o outro segue a narrativa, estimulando o desenvolvimento do vocabulário, raciocínio lógico e criatividade. Uma disputa também pode ser divertida, como, por exemplo, ver quem encontra, ao longo do trajeto, o maior número de fuscas, uma cor específica ou um determinado animal.

Lembrando que as brincadeiras devem ser divertidas e espontâneas. Elas devem ter como objetivo inicial a diversão. A aprendizagem vem de carona.

Os ganhadores das brincadeiras podem até receber brindes na chegada ao destino final, como um jogo ou um doce. (Ticiana Fontana)


Dicas de brincadeiras

Alfabeto – Sortear uma letras e ir falando palavras que comecem com a letra, trocando a letra quando a palavra for repetida

Advinhação – Por exempo, descobrir o nome de um animal a partir de suas características

História – Inventar histórias a partir de um formato de um objeto ou algo percebido ao longo do percurso, por exemplo, o sol

Contar – Ganha quem encontrar primeiro o maior número de objetos definidos pelo grupo

Coluna Em Nome do Filho, publicada toda segunda no jornal Diário de Santa Maria

Doenças infantis

28 de dezembro de 2011 1

Estava observando uma amiga correr de um lado para o outro em busca de uma solução para as recorrentes doenças de sua pequena.  Só nas últimas duas semanas, a filha teve problemas respiratórios, inflamação no olho e depois, uma febre ininterrrupta.

Atrelado a tudo isso, a mãe procurou médicos e palpites diferentes. Nada disso foi suficiente para estancar a sequência de doenças e, muito menos, a angústia materna.

Cheguei a conclusão que, em algum momento, a nossa hora vai chegar. Por mais que a gente torça, nem sempre as doenças atingirão os adultos, elas preferem atacar os mais frágeis, os pequenos.

Nesses momentos o negócio é tentar se acalmar, procurar bons especialistas e ficar do lado dos pequenos, inventando superpoderes.

Quem passa pela primeira vez por isso, chega a ficar com raiva quando escuta outra mãe dizer:

- Não se preocupa, é assim mesmo, vai passar.

Tá bom, na calada da noite ou no banheiro, é permitido que a mãe derrame algumas lágrimas. E aí, minha amiga, o jeito é seguir aquela máxima: “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. 

Dicas para viajar com os pequenos

14 de dezembro de 2011 8

A próxima coluna Em Nome do Filho vai falar sobre receitas práticas para ter uma viagem divertida e tranquilas com os pequenos durante esse período do ano.

Pedagogos afirmam que viagens longas ou curtas são uma ótima oportunidade para aproveitar e estreitar a relação com os filhos, algumas brincadeiras podem até dar pistas de algo que não vai bem.

Então escrevo este post pedindo para compartilhas experiências e dar dicas de como passar o tempo de forma agradável junto com a prole. As melhores sugestões serão incluídas na coluna.

Quem tiver umas dicas de brincadeiras para desensolver durante a viagem é só postar nos comentários. 

E quando o bebê fica muito grudado na mãe?

15 de novembro de 2011 2

Olá, mamães

A leitora Carol enviou um email querendo compartilhar sua história e pedindo dicas de mães mais experientes. O bebê dela está com seis meses de idade e anda numa fase meio “bicho-do-mato”, nas palavras dela.

“Decidi sair do meu emprego para cuidar dele. Agora não quer ir no colo de ninguém , nem mesmo dos avós.  E passei a me sentir culpada: isso é porque ele fica somente comigo? Ou será da personalidade do rapaz?”

Como eu tenho só um mês e pouco a mais de “experiência” que a Carol, não tenho muito a compartilhar. Mas já notei que desde que a Pietra (7 meses de idade) foi para a escolinha, agora que voltei a trabalhar, que anda mais “grudada” em mim. Dá os bracinhos e pede meu colo quando está no meio de muita gente! Isso aconteceu inclusive neste final de semana lá em casa. Em compensação, vai superbem com as professoras, já que a adaptação foi feita bem lentamente.

Lembrei de ter lido na newsletter do BabyCenter algo sobre estas etapas, então destaco aqui o link pra mamãe Carol:

:: Socialização
SETE MESES
(trecho)
Os bebês nessa fase realmente gostam mais da própria família e podem até apresentar medo perto de caras novas
.

Outras mamães podem compartilhar suas histórias nos comentários!

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