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Posts com a tag "infância"

Os direitos de nossas crianças

10 de outubro de 2012 0

Todos os posts de Fabiana SparrembergerEntre as mais de duas centenas de e-mails recebidas diariamente, este abaixo me chamou a atenção pela beleza/criatividade do texto e pela profundidade da reflexão.

Muito adequado para a Semana da Criança.


O DIREITO DE SER CRIANÇA

* Erika de Souza Bueno

Criança tem direito de sonhar com castelos, príncipes e princesas.

Tem direito de sorrir, de correr descalça pela rua sem precisar temer o “Velho do Saco” que rouba as desobedientes.

Não deveria temer os dragões e as bruxas malvadas que interferem na história sem pedir licença.

A criança deveria acreditar no “final feliz” dos contos infantis e reinventar uma “Bela Adormecida” diferente, que, mesmo não sendo bela, consegue acesso igualitário à felicidade.

Toda criança tem direito de crescer num mundo que não precisaria ser encantado para ser do bem e da paz.

Não deveria desejar a companhia de um super-herói invencível, com forças suficientes para vencer qualquer barreira, pois, nesse mundo feliz em que ela vive, este super-herói seria dispensável.

A criança deveria ter assegurado o direito de fazer criancice sem ser mal-interpretada, não se preocupando tanto assim com os bons modos impostos por uma sociedade que, infelizmente, perdeu sua conexão com a própria infância.

Criança deveria ter direito a conhecimentos de vida, não sendo incentivada a desrespeitar os mais velhos como os adolescentes e jovens de programas televisivos.

Direitos respeitados no hoje fazem um amanhã melhor, no qual não haverá a menor necessidade de uma “Fada Azul” para dar vida a um tipo de Pinóquio capaz de afastar a solidão.

Aquele “Lobo feroz e faminto que derruba casas apenas com o sopro” não precisará ser temido por aqueles que habitam seguramente em corações que aprenderam a amar.

Criança tem direito a viver em companhia de outras crianças, diferente da Branca de Neve que, isolada no castelo, só descobriu os 7 Anões depois de passar por apertos e dificuldades.

Criança tem direito a ser criança, tem direito de sonhar e realizar, de viver e ser feliz, de aprender a ler o seu mundo e a escrever as páginas de sua vida de um modo muito melhor.

Tem direito de saber que, mesmo que se viva 100 anos, a vida é um breve conto.

Então, que o conto de vida de uma criança não seja limitado a apenas um final feliz, mas que o início e toda a sua vivência também sejam repletos de amor, alegria e paz.

Assim, qualquer outro direito de criança já estará contemplado, pois nossas crianças estarão vivendo num mundo real, tendo asseguradas as melhores características do mais bondoso imaginário.

Feliz Dia da Criança!

* Erika de Souza Bueno é Coordenadora Pedagógica da Planeta Educação e Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br). Professora e consultora de Língua Portuguesa pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa, educação e família.

Que brinquedo marcou sua infância?

02 de agosto de 2012 4

Todos os posts de Fabiana SparrembergerO último pedido do guri é um brinquedo do meu tempo. Não sei onde ele jogou, mas chegou “me cantando” com o “custa bem baratinho, mãe”.

Era um jogo de varetas. Voei com o pensamento para a infância dos meus 7 ou 8 anos e lembrei de como a gente gostava de passar horas e horas tentando retirar uma vareta do conjunto com a difícil missão de manter imóveis as demais. Nossa! Eu perdia na maioria das vezes (nunca fui habilidosa com trabalhos manuais e também não me saio bem com tarefas que exigem movimentos precisos… fazer a unha, nem pensar…).

Jogar varetas exigia muito de mim, mas o que eu exercitei mesmo foi a paciência. Acho que, inclusive, deveria jogar mais varetas na fase adulta…

Ainda falando em brinquedos, fico pensando se, diante de tantas coisas que a gurizada ganha hoje em dia, se vai lembrar como a gente, que tem mais de 30 ou quase 40, dos brinquedos que marcaram a infância. A bailarina de vestido rosa, meia branca, cabelo preso, que girava sem parar, nunca me saiu da cabeça (e minha mãe colaborou com isso porque sempre preservou impecável a minha amada dançarina).

Mas será que o pequeno vai lembrar de algum brinquedo específico? Algum que foi marcante e que ele guardará com carinho na memória? Tenho minhas dúvidas…

Eu tenho a imagem das minhas duas Susis (sim, a Barbie da nossa época era a Susi) bem fresquinha. E também da “minha bebê” com seu vestido rosa (lembram das primeiras imitações dos bebês que chegaram no mercado?). A bebê foi parar nos braços da minha afilhada mais nova, mas segue inteirinha mais de 35 anos depois…

E quais foram os brinquedos da sua infância que você não esquece? Eles seguem no mercado? Você conseguiu apresentar um deles a seu filho?


Muito mais que chocolate

02 de abril de 2012 0

Todos os posts de Ticiana FontanaQuando eu era criança adorava a Páscoa. Recordo de várias passagens de uma festa marcada pela união familiar, por crenças lúdicas e tradições religiosas. Após a missa na noite de sábado, em Cachoeira do Sul, ouvíamos um barulho ou víamos o coelhinho fugir atrás do muro da casa da vó. Era o sinal de que ele havia dado uma volta pelo pátio. A criançada enchia os olhos e seguia seu rastro encontrando dezenas de cestinhas espalhadas pelo terreno. A aventura não acabava por aí, embaixo da jabuticabeira, os pequenos primos faziam um fogo de chão e derretiam parte do chocolate em panelas surrupiadas da cozinha alheia até a chegada do velho avô, que demonstrava contrariedade com o fato, mas era solenemente ignorado pela ruidosa e animada trupe. As lembranças são tão saborosas que chego a sentir o gosto do chocolate e do amendoim, que recheavam os ovos de galinha pintados pela tia Terezinha, uma tia-avó querida das crianças.

Hoje, percebo que a Páscoa é uma data muito mais trabalhada pelas escolas do que dentro de casa. Os pequenos não têm noção de seus ritos e significados, que se resumem a ganhar chocolate e a não comer carne vermelha na sexta-feira.

– Quanto menor, mais lúdica deve ser a abordagem da Páscoa ressaltando as partes alegres e aproveitando para fazer da data, um momento de união e alegria familiar – comenta Maria Rita Bertollo, coordenadora pedagógica da Área 1, Educação Infantil e Ensino Fundamental do Colégio Marista Santa Maria, que desenvolve várias atividades alusivas à data, como encenações e celebrações.

Um dos religiosos mais respeitados da cidade, o padre Xiko Bianchin contou que, em uma publicação direcionada ao público jovem, havia a seguinte pergunta: O que se comemora na Páscoa? E, entre as respostas, aparecia “o nascimento de Jesus”.

– A Páscoa é a data mais significativa da Igreja Católica. A gente relembra a vida de Jesus, que deu a sua vida para demonstrar seu grande amor por nós e, depois, teve o acontecimento real da ressurreição. Hoje, vejo que muitos jovens não compreendem. Nesta correria do dia a dia, a família cada vez conversa menos, tem de falar mais – incentiva padre Xiko.

É preciso respeitar a diversidade, mas independentemente da crença religiosa, os pais devem dar uma pausa na rotina e dedicam atenção maior ao assunto. Comente a respeito dos ritos, símbolos e significados da data. A propósito, a Antonela, aos 2 anos, está pintando ovos na expectativa de que o coelhinho providencie o recheio. (Ticiana Fontana)

Coluna Em Nome do Filho, publicada todas às segundas-feiras no jornal Diário de Santa Maria

'Igualzitos' aos pais

16 de março de 2012 6

Todos os posts de Ticiana Fontana

É muito engraçado o exercício da maternidade…

A gente reconhece nos pequenos gestos, comportamentos e diversas semelhanças nossas e de parentes próximos.

Na noite passada a pequena repetiu um hábito que me remeteu a um passado que tinha arquivado na minha memória.

São raras as madrugadas que a Antonela não aparece no quarto, chorosa pedindo um aconchego na nossa cama.

Apesar de não recomendável e distante da situação ideal, já me costumei com as noite interrompidas, tanto que meu sono inicial é pesado e depois, fica muito leve.

Contextualizado o assunto, vamos adiante.

Na noite passada, ouvi um choramingo vindo do quarto da Antonela. Prontamente liguei uma luz na cabeceira da cama e fiquei esperando…

O  choro seguia, mas não se aproximava, nem ouvia seus passinhos pelo corredor.

Então, comecei a ouvir a batida: “toc, toc, toc!”.  Era a pequena que não conseguia abrir a porta e bateia para ser atendida.

Esperei um pouco para ver se ela encontrava outra saída. Então, ela bateu com mais força e começou a me chamar: “mamãe, mamãe, aquiiiiiii”

1 x 0 para a maladrinha. Levantei, fui até o quarto resgatá-la A Antonela me deu a mão e na outra saiu arrastando um pequeno cobertor branco que adquiriu o hábito de levar para todo o lugar.

Nesse momento, recordei de um dos objetos mais inseparáveis da minha infância e adolescência…

Tinha um cobertor de “nylon” amarelo, que de tão desbotado ficou quase branco. Minha mãe o apelidou de “Joaninha”, uma referência a uma mulher que andava pela cidade sempre, sempre acompanhada por um bando de cachorros.

Gostava tanto do “Joaninha” que andava com “ele” a tira colo no verão e Inverno. Até o dia em que ele se entregou de vez e começou a despedaçar. A minha mãe mandou forrá-lo de novo, mas não era mais a mesma coisa.

Além do objeto inseparável, a madrugada passada me fez relembrar o quanto era bom dormir na cama dos pais. Parecia uma cama imensa e dormir lá significava um sono tranquilo e livere de pesadelos…

Chororô de mãe

30 de janeiro de 2012 2

Todos os posts de Fabiana Sparremberger

Já contei para vocês que costumo acessar alguns sites especializados em bebês, filhos, gravidez, maternidade e tal… Também costumo dar uma olhada em jornais que trazem temas relacionados. E muitas dicas de revistas e outras publicações chegam a mim por meio de colegas.

Há muito percebi algo que me incomoda. Que o foco da maioria (talvez 99%?) desses materiais são os bebês recém-nascidos e as crianças em seus primeiros anos de vida. Seis anos, no máximo. E isso quando a publicação decide chegar até lá…

Como se filho chegasse só aos 6. Depois disso, não há nada mais a ser falado. Como se, a partir dessa idade, os pais não tivessem mais nenhuma dúvida, o filho passaria a não ser mais prioridade dos pais, nada mais afligiria os pais em relação a sua educação, não haveria mais necessidade de trocar experiências e nem de buscar qualquer tipo de orientação…

Claro que há muito a se falar sobre os pequenos em seus primeiros anos de vida…. Sem falar que eles são fofos demais, e os pais têm dúvidas e angústias demais…

Mas, por favor, filho é filho sem idade determinada. Depois dos 6, chegam outras preocupações: a alfabetização, a mudança de escola, a chegada de mais de um professor na vida escolar… E vou parar por aqui, se não, o post vai ficar longo demais.

E depois da infância, vem algo ainda mais complexo, que é a adolescência.

Você nunca ouviu ninguém falar: “Você reclama agora que ele é pequeno porque não tem noção do que é ser mãe de um adolescente (ou pré-adolescente)?…

E pergunto: por que não temos a mesma diversidade de sites tratando sobre adolescência? Por que o assunto não interessa tanto quanto bebês? Por que os pais de pré-adolescentes e de adolescentes encontram poucas informações sobre assuntos relacionados a seus filhos?

Vai ver que, como mãe de um filho de 6, já estou ultrapassada para falar sobre filhos. E tenho até medo de perguntar se tem muita mãe aí do outro lado querendo saber de filhos na idade do meu…

Ah, o Natal... Bendito Natal...

22 de dezembro de 2011 3


Sempre adorei Natal. Desde a infância. Lembro, com nitidez, que eu e meu irmão íamos com a mãe e o pai buscar “barba de bode” no meio do mato para enfeitar o presépio. Nada de pinheiro artificial. Os pinheiros de Natal da minha infância quase davam no teto e eram daqueles bem espinhentos. Vinham carregados em caminhões, e a mãe vivia com os braços marcados pelos espinhos… E nada de montar o pinheiro antes do dia 23 de dezembro. Na maioria das vezes, era no próprio dia 24, de manhã. É para que ele ficasse vistoso para o noite… No toca-discos (sim, daqueles antigos, que vinham dentro de uma maleta), tocava um LP natalino…

Depois do pequeno, passei a gostar ainda mais do Natal. E, neste ano, pela primeira vez, decidimos deixar de lado o pinheiro artificial para enfeitarmos o pinheiro “gigante” que temos no jardim de casa. Deu um trabalhão… uma tarde de sábado inteirinha dedicada ao trabalho (e quem tem milhares de tarefas na lista, sabe o que isso significa). O guri até começou ajudando, mas, como toda criança, chegou uma hora que desistiu… Pai e mãe seguiram na tarefa.

Mas valeu a pena. Noite dessas, eu e o guri ficamos deitados na rede da casa, abraçados, admirando as luzes e o colorido dessa magia que o Natal nos traz. O pequeno comentou:

- É o pinheiro mais bonito que já fizemos. O Papai Noel vai gostar…

E seguimos, juntos, cantarolando canções natalinas do meu tempo (que ele também já aprendeu na escolinha).


Hoje, a noite é bela

Juntos, eu e ela, vamos à capela, felizes a rezar


Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel.

E assim felicidade

Eu pensei que fosse uma

Brincadeira de papel


Natal, Natal das crianças. Natal da noite de luz.

Natal da estrela guia, Natal do menino Jesus.


O guri sentenciou que prefere esta parte:

Paz na terra, pede o sino

Alegre a cantar

Abençoe Deus Menino

Este nosso lar

Que todos os lares sejam abençoados neste Natal. E que consigamos levar esse clima de magia, de valorização da família, de paz nos corações para o restante de nossos dias… Para o ano que se aproxima…

Abaixo, a foto da nossa árvore de mais de 2 metros…

Você trocaria o peixinho?

25 de outubro de 2011 20

Uma amiga me passou esse comercial de uma grande rede de farmácias gaúcha. A História do Lilinho é emocionante, linda… Mas deixa um tema de casa para nós, pais.

Assista e responda: você trocaria o Lilinho por outro? Você trocaria o peixinho do aquário? Por quê?

A partir das respostas e também da opinião de especialistas, vou elaborar a minha próxima coluna Em Nome do Filho.

Conto com vocês, hein?


Clique aqui e comente.


Você fica vermelho(a)?

18 de outubro de 2011 0

Stock.xchng, divulgação

Você já ficou vermelho (a) quando alguém falou algo com você? Sempre tive este problema. Ainda na escola, quando ia chegando a minha vez de falar, o meu coração parecia sair pela boca e as bochechas chegavam a ficar roxas. Detestava ficar assim. E, como diz o meu chefe, “a fruta nunca cai muito longe do pé”, percebi que o meu gurizinho também fica envergonhado e com o rosto corado quando falam com ele. Então pensei: vai passar pelos mesmos constrangimentos que tive.

A revista Super do dia 14 deste mês traz uma pesquisa sobre as pessoas que ficam vermelhas e sem graça por qualquer coisa. Ela mostra duas boas notícias. A primeira é: não só as pessoas não te acham bobo, como ainda te acham mais confiável. E a segunda: na verdade, não se trata de apenas parecer mais virtuoso, mas um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology (publicação Associação Americana de Psicologia) mostrou que pessoas assim são mais generosas e realmente merecem a confiança dos outros.

Só não dá para confundir isso com a vergonha exagerada que caracteriza a fobia social, nem com a vergonha decorrente de um erro moral que tenhamos cometido. Essas emoções têm uma natureza diferente. O constragimento que estava sendo estudado vem naturalmente e está associado a pessoas com a consciência limpa que, mesmo sem motivo, ficam sem graça com certas coisas. Os gestos demonstrados são diferentes também: segundo os pesquisadores, enquanto o gesto mais típico de embaraço é olhar para baixo, virado para um lado e cobrindo parcialmente o rosto enquanto sorri ou faz careta, uma pessoa que sente vergonha por algo ruim que tenha cometido normalmente cobre todo o rosto.

Smell like teen spirit*

13 de outubro de 2011 10

*(post de Dia das Crianças atrasado!)



Daí que é Dia da Criança.
Daí que seu filho não é mais um bebê-plantinha.
Ele já um garoto, cheio de vontades, virtudes e seu espírito é livre. E sua frase preferida é
_ Xái ai, mamãe.
Quase um adolescente.
Porque as crianças de hoje são, sim, diferentes das de antigamente. São rápidas, porque a velocidade é maior e elas se adaptam facilmente a qualquer coisa.
São mais fortes que você.
Porque são capazes de amar sem vírgulas e pontos de interrogação.
Ter um filho é encontrar a própria existência em outro ser.
É um privilégio.
E ser mãe é a melhor coisa do mundo.



E nervermind.







Colônia de férias...

31 de julho de 2011 0


Mauricio Tavares / Divulgação


Tão conhecidas pelo público nos filmes americanos, as colônias de férias infantis ganham espaço no Rio Grande do Sul, como mostra este material de divulgação que nos foi enviado pelo hotel Vila Ventura, de Viamão (RS). Ele recebeu um grupo de 70 crianças para atividades que foram desde pescaria até escaladas. Com esse novo nicho de mercado, a expectativa é aumentar em 30% até o final do ano esta demanda entre escolas e outras instituições.

Muito difundido em outros países, o conceito de colônia de férias já é consolidado em regiões brasileiras como o Sudeste e chega ao Sul com estrutura personalizada. A ideia é incentivar brincadeiras em equipe utilizando o espaço de 105 mil metros quadrados de área verde do local, que conta com um ambiente pronto para receber crianças.

Entre as atrações preferidas do grupo que está atualmente na colônia estão o paredão de escalada, trapézio, pescaria e caça ao tesouro. As atividades são monitoradas por responsáveis, que, para tranquilidade dos pais, acompanham as crianças em todos os momentos.

- Queremos mostrar que é mais saudável e divertido aproveitar o período de férias ao ar livre com muita natureza – conta o diretor de Marketing do Vila Ventura, Maurício Tavares.

São organizados grupos que, além de serem recebidos para prática de esportes e brincadeiras, são hospedados na estrutura do hotel em acantonamentos, estimulando o convívio com diferentes crianças, com idades entre 8 e 14 anos.

Mais informações pelo telefone (51) 3045-9000 ou site www.vilaventura.com.br


Mauricio Tavares / Divulgação






O dilema de Priscila

14 de abril de 2011 3

Olá! Meu nome é Priscila e estou enfrentando um dilema com a minha filha.

Ela fará 4 anos em maio e, desde 1 ano e 9 meses, frequenta a escolinha. Há cerca de um mês, decidi colocar ela no inglês, a turma era pequena, mas ela não conhecia nem a professora nem os outros dois colegas. Acredito que ela tenha ficado insegura, pois nos 10 minutos em que ela ficou sozinha, ela chorou e tivemos que ficar lá com ela.

Nas duas aulas seguintes, o choro se repetiu, e ela não quis ir mais. Eu não insisti. Na mesma época, ela começou a fazer balé (tudo paralelo à escolinha). Ela adora, mas, para ficar nas aulas, alguém (tia, mãe, pai, avó…) tem que ficar por perto, onde ela possa enxergar. Há cerca de uma semana, ela começou a chorar e dizer que não queria mais ir na escolinha ou que ela só ia se alguém ficasse lá.

Estou preocupada, porque ela nunca foi assim. Sempre adorou a escola, os professores e os colegas. Nem nos aniversários ela quer ir sem que alguém esteja junto.

A minha dúvida é: se isso é normal, uma fase ou se eu preciso realmente me preocupar. O que fazer?

Desde já agradeço,
Priscila Martini

Valentina & Fiona

28 de março de 2011 1

Fabiana e meninas!
Já postei várias vezes comentários ai no blog. Hj, resolvi mandar fotos, por achar este assunto muito pertinente na minha vida.
Nunca gostei de bichos, ou melhor, gostava mas longe de mim…nunca tive animais que conviveram comigo. Mas, como a vida é sempre uma caixinha de surpresa, minha filha Valentina AMA animais, seja quais forem.
No ultimo dia das crianças, por nada deste mundo ela quis outro presente. Tinha que ser um cachorro. Como me mudei para uma casa com pátio, resolvi arriscar. Meu marido que é louco por bichos disse: eu faço tudo desde que seja um cachorro de porte grande.
Fomos à procura do nosso mais novo membro.
Após idas e vindas em feiras de filhotes, pet shop (tudo num sábado à tarde, e eu não acreditando que estava fazendo aquilo) chegamos no canil, e a dona simplesmente entrega a nossa filhote em meus braços. Adivinhem: foi amor à primeira vista.
Nossa bebê como chamamos, tem hoje 7 meses, apenas 35 kg, é peluda, enorme, come 20kg de ração por semana, tem nome de princesa e quando crescer vai se transformar numa Ogra.
Eis aí a nossa filha linda Fiona, nossa São Bernardo.
Ela mudou a nossa vida, nos dando amor, carinho, e tudo isso gratuito. Ver a Valentina cuidando dela, dizendo que precisa ir pra casa pois a mana está sozinha, brincar, interagir, se divertir… não tem preço. Ver o quanto um cachorro pôde mudar minha vida, meus conceitos me faz ver que todos os dias aprendemos. Isso sim é que vale a pena. Eu agradeço a minha filha por me fazer aprender amar de graça!
Kamile Sauthier

Na última sexta-feira, perguntei num post: “o bicho de estimação do seu filho e ele se parecem de alguma forma? Se sim, mande seu relato e a foto dos dois para o blog. A gente vai a-do-rar mostrá-los aqui.” A Kamile atendeu ao chamado e compartilha conosco a história de amor entre Valentina e Fiona. Não são lindas as duas? Se você também quiser participar, está convidado.

O melhor das férias

18 de março de 2011 0

O barulho das cascatas do rio.

O cheiro do verde da mata e a sombra generosa das árvores.

A sensação de mente vazia, concentrada apenas nas águas que correm.

O canto dos pássaros numa sinfonia quase particular.

A alegria do guri que tomava seu primeiro banho (gelado) de rio.

Brincar de jogar pedrinhas e vibrar quando ela “pica” mais de duas vezes no rio.

Esquecer do mundo, das notícias, do trabalho.

Curtir a família 24 horas do dia, sem pressa para nada.

Chegar à conclusão que o período ficará para sempre na memória do pequeno (e dos pais).

Infância.

12 de março de 2011 0


Quando a gente tem filhos volta a ser criança. Volta a brincar, a comer besteiras, enfim, revive toda sua infância de novo.

Não sei se é bom ou ruim. Mas coisas lá do fundo do baú que eu nem lembrava mais andam me perseguindo ultimamente. Imagens de amigos que eu nunca mais ouvi falar, brincadeiras, brinquedos que eu tinha. A Barbie, o Snif Snif, o Atari. O milk shake do Rib´s.

Se você já fez análise, sabe do que estou falando.

Bem, voltando ao post, quero mesmo falar de milk shake.

Vai abrir uma loja do ramo aqui em Porto, a primeira Milkshakers, com mais de 300 sabores de shakes. A loja vai funcionar num ponto histórico e tradicional do gênero, na 24 de Outubro perto da Ramiro Barcelo, a partir do dia 15.

Certo que vou levar o piá.

bjss



O cabelo é meu, mãe!

09 de fevereiro de 2011 0

O título da reportagem (publicada no site do Correio Braziliense) logo me chamou a atenção. Tenho um filho em casa que adora o cabelo do Neymar, e vive pedindo para eu fazer o penteado, principalmente nos dias em que ele vai jogar futebol. Ele ainda não faz pedidos sobre como quer o corte, mas pede penteados especiais… Ainda não disse “O cabelo é meu, mãe!”, mas também não duvido que isso vá demorar muito. A única exigência que ele faz: “não quero com máquina, porque não vai dar pra fazer o cabelo do Neymar”.

Se o cabelo fica legal, tudo bem. Mas e se ele vai ficar ridículo no guri ou na guria? Angela Uchoa Branco, especialista consultada pela reportagem do Correio Braziliense, é categórica em dizer que pai e mãe precisam conversar para fazer desisti-lo da ideia, mostrando as consequências que o visual assustador vai gerar.

Mas precisa explicar. Dizer só que vai ficar feio não basta. “É necessária uma justificativa que envolva mostrar à criança que certos visuais podem estimular brincadeiras de mau gosto: o filho precisa de estrutura para suportar suas escolhas. E, seja com cabelo longo ou curto, os pais devem tentar garanti-la”, diz a especialista.

(foto: Divulgação Santos FC)

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